Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

Xutos & Pontapés actuam pela primeira vez em Londres
Os Xutos & Pontapés, o mais antigo grupo rock português em actividade, vai actuar em Junho em Londres, uma estreia no Reino Unido em 34 anos de carreira, foi hoje anunciado.

O grupo, que prepara a edição de um novo álbum, tocará a 29 de Junho na O2 Academy Brixton, localizada numa zona "conhecida como 'Little Portugal', aí residindo cerca de 120 mil portugueses", referem os promotores, a ZdM Euroshow e o jornal Hora H, em nota de imprensa.

 

Ainda antes de actuarem em Londres, os Xutos & Pontapés tocam a 22 de Junho no Estádio do Restelo, em Lisboa, no festival Portugal ao Vivo.

 

A banda tem estado a trabalhar em temas novos, para o álbum sucessor de "Xutos & Pontapés", de 2009, num ano em que Kalú, o baterista, se estreou a solo, e em que Tim, baixista e vocalista, se voltou a juntar aos Resistência, que regressaram em 2012 aos palcos.

 

Os Xutos & Pontapés têm 34 anos de existência, desde que actuaram pela primeira vez ao vivo, a 13 de Janeiro de 1979, nos Alunos de Apolo, em Lisboa, sendo autores de êxitos de rock em português como "Homem do leme", "Contentores", "Não sou o único", "Chuva dissolvente" e a versão do tema "A minha casinha".

 

Do grupo fazem parte Zé Pedro, Tim, Kalu, João Cabeleira e Gui, condecorados em 2004 com o grau de comendador da Ordem do Mérito, pelo antigo Presidente da República Jorge Sampaio.

 

Retirado do Sol

02 Jun, 2013

UHF - Sarajevo

 

Letra

 

Diz-me que este verão foi mentira
Nada disto está a acontecer
Sarajevo, um alvo nas miras
E os polícias do mundo estão a ver

Jugoslávia bonita
Filha da Europa
Fronteiras malditas
Que o ódio devora
Sarajevo, Sarajevo.

É no centro do velho continente
Que a matança das raças se consome
Esse homem de pé deve morrer
No terreiro da caça só o medo se move.

Jugoslávia bonita
Filha da Europa
Fronteiras malditas
Que o ódio devora
Sarajevo, Sarajevo.

Sarajevo não tem fim
A vergonha está isenta
Assim apodrece um país
No palco deste planeta.

Jugoslávia bonita
Filha da Europa
Fronteiras malditas
Que o ódio devora
Sarajevo, Sarajevo.

O pior dos animais anda à solta
A vingança nos olhos ancestrais
Solução final que se retoma
Hitler à mesa dos chacais.

Jugoslávia bonita
Filha da Europa
Fronteiras malditas
Que o ódio devora
Sarajevo, Sarajevo
.



Música «ecoa» até domingo em pedreira de mármore desativada de Viana do Alentejo

As potencialidades acústicas de uma pedreira de mármore desativada em Viana do Alentejo vão ser aproveitadas para um conjunto de concertos, entre hoje e domingo, promovido pela câmara municipal e Escola de Artes da Universidade de Évora.


A iniciativa, intitulada “Pedreira dos Sons”, arranca hoje à noite, às 21:00, com as sonoridades da música clássica pelo Ensemble de Trompetes Elite Five e a Orquestra Clássica da Universidade de Évora (UÉ), divulgou o município de Viana do Alentejo.

 

No sábado, o programa arranca mais cedo, às 15:30, com um espetáculo infantil composto por três contos tradicionais, com atores e músicos da Escola de Artes da academia alentejana.

 

À noite, é a vez de um recital de piano com António Cartaxo e da atuação da Orquestra de Jazz Bop and Beyond da UÉ, terminando a iniciativa, às 21:00 de domingo, com o Quarteto de Clarinetes Da Capo e a Orquestra de Guitarras da universidade.

 

O diretor da Escola de Artes da UÉ, Cristopher Bochmann, explicou hoje à agência Lusa que estes concertos, de entrada livre, são uma oportunidade para “apreciar a música de forma diferente”.

 

“E também para sentir a qualidade da pedra e das suas qualidades acústicas. A música não vai ser amplificada e, por isso, vai ser a própria pedra a refletir o som dos instrumentos”, realçou.

 

Segundo o também maestro e compositor, as antigas pedreiras, nomeadamente as de mármore, são anfiteatros naturais de excelência para este tipo de iniciativas.

 

“São espaços que já não são utilizados e alguns deles têm características muito próprias, não só arquitetónicas e visuais, como também acústicas”, disse.

 

Em relação às pedreiras, existe a ideia generalizada de que “são buracos muito fundos, com água e com muito eco”.

 

Mas, no caso do espaço escolhido em Viana do Alentejo, “por terem utilizado máquinas tão potentes, a pedreira não é muito funda”.

 

Como consequência, continuou, “com a forma em que ficou, funciona praticamente como um palco, com uma espécie de parede atrás e duas paredes laterais”, o que permite “refletir muito bem o som para o público”.

 

Os interessados em assistir aos espetáculos vão poder ficar distribuídos pela pedreira, sentados, no chão e em cadeiras colocadas pela autarquia, ou de pé, na zona térrea junto dos músicos ou nas encostas do espaço.

 

A iniciativa “Pedreira dos Sons” faz parte do projeto camarário “Saber dos Sons”, iniciado em abril de 2011, em colaboração com o maestro Christopher Bochmann.

 

retirado do Sapo Música

Terras sem Sombra vai à Vidigueira ouvir Haydn


Terras sem Sombra vai à Vidigueira ouvir Haydn

Vila de Frades, uma histórica vila, passe a redundância do concelho de Vidigueira, acolherá pelas 21:30 do dia 01 de Junho na igreja matriz de S. Cucufate, o próximo concerto da 9.ª edição do Festival Terras Sem Sombra.

A soprano Carmen Romeu, o barítono Luís Rodrigues e o tenor Mário João Alves, figuras relevantes do panorama musical ibérico, a Orquestra Sinfónica Portuguesa e o Coro do Teatro Nacional de S. Carlos interpretarão, com direcção musical de Donato Renzetti, a oratória “Die Jahreszeiten” (As Estações), de Franz Joseph Haydn. 

Esta composição grandiosa , que não podemos deixar de comparar com “As Quatro Estações” de Vivaldi, uma obra exemplar do período barroco, tem a majestade inerente às composições alemãs, carregadas do espírito sério e pesado que se vivia na corte austríaca e que não atingia as cortes italianas.


Mas Hydn embora vivendo e trabalhando na corte austríaca do conde Eszterházy, subordinado às regras de composição que lhe eram impostas deixava transparecer na sua música a alegria e o optimismo que eram inerentes á sua forma de estar e viver.

Daí que a escolha desta peça de Haydn, num Festival onde a natureza e a música se encontram, a mesma sente-se e ouve-se nesta belíssima oratória, desde o canto dos pássaros e o coaxar das rãs, até ao lavrador que semeia, do toque do sino e do zumbido dos insectos, até ao pastor que toca uma melodia numa cana ou à canção da roda de fiar, será talvez segundo Pinamonti, director artístico do Festival, o equilíbrio perfeito, entre o homem e o Mundo, numa sintonia idílica”.

 

Talvez por isso, Pinamonti tenha organizado um espectáculo grandioso, com a orquestra e o coro do Teatro Nacional de São Carlos, solistas de reconhecida qualidade e a presença de um dos mais importantes maestros da actualidade, Donato Renzetti, célebre pela sua actuação à frente da Chicago Opera House. 

José António Falcão, director-geral do Terras sem Sombra, justifica a escolha de Vidigueira como palco primordial para um momento musical sem dúvida singular: “As Estações de Haydn adquirem aqui um significado muito especial; encontramo-nos numa zona de excepcional riqueza agrícola, e especialmente vinícola, em que a interacção do homem com a terra modelou, ao longo de muitos séculos, uma paisagem notável. A villa romana de S. Cucufate, que deu lugar, na Idade Média, a um mosteiro famoso, é extraordinária prova disso, tal como o património religioso que chegou aos nossos dias”.

 

E mais não há a crescentar. O espectáculo tem lugar pelas 21:30 do dia 01 de Junho na Igreja Matriz de São Cucufate, em Vila de Frades, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa e o Coro do Teatro Nacional de São Carlos, com direcção artística de Donato Renzetti a interpretarem a oratória de Haydn “Die Jahreszeit”.

 

Retirado do HardMúsica

Os FitaCola lançam EP Vontades comemorando 10 anos de trabalho


Os FitaCola lançam EP Vontades comemorando 10 anos de trabalho

O EP Vontades, o trabalho que comemora os 10 anos de percurso artístico dos Fita Cola é composto por quatro músicas rápidas e enérgicas mas simultaneamente melódicas e ponderadas, que reflectem questões nacionais, gritos de uma classe da sociedade que suporta a pirâmide social.

 

O estilo sonoro e a temática sempre andaram de mão dada na carreira dos FitaCola que chegaram ao público com o primeiro EP "Rebobina e pensa!". 

A musicalidade de um som jovem e revigorado, com um toque de rebeldia, onde as letras, cantadas na língua de Camões, ecoam sentimentos de inconformismo universal.

 

Calcando grandes palcos nacionais, a banda lançou o primeiro álbum de longa duração em 2008 Mundo Ideal, gravado e produzido por Miguel Marques nos Generator Studios e masterizado nos Tailor Maid Studios, na Suécia. 

São mensagens positivas, reflexos de situações vividas, cantadas directamente para um mundo a caminho da destruição, apresentando-se aos jovens como um hino à marcação da diferença.

 

Assim, os FitaCola sobem mais um patamar partilhando o palco com bandas como os Strike Anywhere, Less Than Jake, Tara Perdida ou Wilhelm Scream.

O nome dos Fitacola chega mesmo à MTV, onde o vídeo para a música Sonho Isolado chega ao 13º lugar da Hitlist Portugal.

 

Retirado do HardMúsica

 

Letra

 

Pela estrada desce a noite
Mãe-Negra, desce com ela ... 
Nem buganvílias vermelhas,
nem vestidinhos de folhos,
nem brincadeiras de guisos,
nas suas mãos apertadas.
Só duas lágrimas grossas,
em duas faces cansadas.
Mãe-Negra tem voz de vento,
voz de silêncio batendo
nas folhas do cajueiro ...
Tem voz de noite, descendo,
de mansinho, pela estrada ... 
Que é feito desses meninos
que gostava de embalar? ... 
Que é feito desses meninos
que ela ajudou a criar? ... 
Quem ouve agora as histórias 
que costumava contar? ... 
Mãe-Negra não sabe nada ... 
Mas ai de quem sabe tudo,
como eu sei tudo 
Mãe-Negra! ... 
Os teus meninos cresceram,
e esqueceram as histórias 
que costumavas contar ... 
Muitos partiram p'ra longe,
quem sabe se hão-de voltar! ... 
Só tu ficaste esperando,
mãos cruzadas no regaço,
bem quieta bem calada. 
É a tua a voz deste vento,
desta saudade descendo,
de mansinho pela estrada.

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email

Pág. 16/16