Segunda-feira, 20 de Maio de 2013

Sonata Arctica e Bizarra Locomotiva adicionados ao cartaz do Vagos Open Air

Os finlandeses Sonata Arctica e os portugueses Bizarra Locomotiva são as mais recentes confirmações no cartaz do Vagos Open Air, a decorrer na Quinta do Ega, em Vagos, nos dias 9 e 10 de agosto.

 

Os Sonata Arctica trazem na bagagem “Stones Grow Her Name”, o mais recente registo do grupo, editado no ano passado. Registado em diversos estúdios espalhados pela Finlândia, o sétimo longa-duração do coletivo mistura o rudeza do heavy metal mais tradicional com refrões extremamente orelhudos, uma muito inteligente vontade de experimentar com estruturas pouco óbvias e algumas baladas bem apaixonadas.

 

Estes nomes juntam-se aos anteriormente confirmados Testament, Rotting Christ, Web, Saxon, Lacuna Coil, Iced Earth, Moonsorrow, Tarantula e Secret Lie.

 

Os bilhetes para o Vagos Open Air custam entre €32 (ingresso diário) e €52 (passe dois dias) e estão à venda nos locais habituais.

 

Retirado do Sapo Música



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Domingo, 19 de Maio de 2013

 

Letra

 

Maio maduro Maio, quem te pintou? 
Quem te quebrou o encanto, nunca te amou. 
Raiava o sol já no Sul. 
E uma falua vinha lá de Istambul.

 

Sempre depois da sesta chamando as flores. 
Era o dia da festa Maio de amores. 
Era o dia de cantar. 
E uma falua andava ao longe a varar.

 

Maio com meu amigo quem dera já. 
Sempre no mês do trigo se cantará. 
Qu'importa a fúria do mar. 
Que a voz não te esmoreça vamos lutar.

 

Numa rua comprida El-rei pastor. 
Vende o soro da vida que mata a dor. 
Anda ver, Maio nasceu. 
Que a voz não te esmoreça a turba rompeu.



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Rhye, Wild Belle e Legendary Tigerman em julho no Optimus Alive

Os Rhye, formados pelo dinamarquês Robin Hannibal e pelo canadiano Mike Milosh, e o português Legendary Tigerman vão atuar em julho, no festival Optimus Alive, em Algés, anunciou a organização esta quinta-feira.


Os Rhye, cuja identidade esteve envolta em mistério em 2012, quando surgiram as primeiras músicas, atuarão no dia 13 de julho, no Passeio Marítimo de Algés, onde deverão apresentar o álbum de estreia, "Woman", editado em março passado.

 

Com canções marcadas pela soul e interpretadas por uma voz que se aproxima da da cantora Sade, ficou-se a saber mais tarde que quem as cantava afinal era o músico canadiano Mike Milosh.Tanto ele como Robin Hannnibal, a viver nos Estados Unidos, aparentemente preferem ficar na sombra das canções, tendo em conta que em muitas das gravações registadas ao vivo, e divulgadas na Internet, surgem sempre num ambiente de penumbra, com a identidade por revelar.

 

No dia 13 de julho, no mesmo palco dos Rhye, vão atuar também os grupos indie rock norte-americanos Wild Belle e DIIV, juntando-se a eles o músico português Paulo Furtado, enquanto Legendary Tigerman, atualmente a preparar o álbum sucessor de "Femina".

 

A promotora anunciou hoje ainda que no dia 14 atuará o grupo indie folk rock português Brass Wires Orchestra.

 

As atuações destas bandas foram anunciadas pela organização na discoteca Lux, em Lisboa, onde atuaram Legendary Tigerman e Dead Combo, que também vão apresentar-se em julho, no festival.

 

O festival Optimus Alive decorrerá de 12 a 14 de julho, no Passeio Marítimo de Algés, com nomes como Depeche Mode, Vampire Weekend, Kings of Leon, Green Day, Editors, Tame Impala, Phoenix, Soulwax, Japandroids, Django Django e Jake Bugg.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

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Três projetos portugueses adicionados ao cartaz do Milhões de Festa

Os portugueses Loosers, Process of Guilt e Quelle Dead Gazelles foram adicionados ao cartaz do festival Milhões de Festa.

 

Os Loosers, que se preparam para lançar um novo longa-duração com o selo da Lovers & Lollypops, vão levar até às margens do Cávado “as suas macumbas e o seu experimentalismo sónico”. Os Process of Guilt, por sua vez, aproveitarão o festival para fechar o capítulo “FÆMIN”, o seu disco de 2012, depois de já o terem feito rodar durante uma digressão europeia que capitalizaram com o concerto de encerramento de Roadburn Festival. Já a dupla de guitarra e bateria Quelle Dead Gazelle editou em abril o seu EP debutante e homónimo, que apresentará no evento.

 

Estes, que são três dos projetos mais proeminentes da cena alternativa atual, juntam-se aos anteriormente confirmados Austra, Orange Goblin, Mikal Cronin, Zombie Zombie, Ufomammut, Mykki Blanco, Camera, ZA!, Riding Pânico, 10 000 Russos, Adorno, Mr. Miyagi, Phase, Surya Exp Duo, The Partisan Seed, Killing Frost e BiarooZ.

 

O Milhões de Festa regressa a Barcelos entre os dias 25 e 28 de julho. Até ao momento, ainda não há informação sobre o preço dos bilhetes para o evento, que contou na sua mais recente edição com 12 mil pessoas, firmando-se como uma referência para os melómanos e para a crítica no que a sonoridades emergentes em Portugal diz respeito.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

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Sábado, 18 de Maio de 2013

Kika e Tiago Bettencourt

 

Kika, a grande revelação do universo musical português, vai apresentar o álbum de estreia, «Alive»

Tiago Bettencourt continua a celebração de uma inesquecível década de carreira

É um dos mais aplaudidos festivais de Verão nacionais e, na sua edição de 2013, o Meo Sudoeste apresenta um cartaz cada vez mais imperdível: Kika e Tiago Bettencourt também vão passar pela Herdade da Casa Branca!


No dia 9 de Agosto, o Palco MEO Sudoeste vai receber aquele que é considerado um dos melhores escritores de canções em português:Tiago Bettencourt. Com os Toranja e Mantha ofereceu alguns dos mais bonitos e conhecidos hinos pop dos últimos anos. «Carta» e «O Jogo» são, hoje, momentos clássicos e reveladores do talento musical e narrativo de Bettencourt. No ano passado lançou «Acústico», uma espécie de «greatest hits», com muitas das melodias que elevaram Tiago Bettencourt a um lugar ocupado pelos que, de forma rara, sabem escolher as palavras exactas e embrulhá-las nas melhores notas musicais.

No dia seguinte, 10 de Agosto, a revelação maior e mais impactante do universo musical deste ano: Kika. Tem apenas 15 anos mas todos lhe adivinham um futuro de sucesso. Com um primeiro disco homónimo tocado pela produção de nomes como Adam Fuest(Cure e Babyshambles) e RedOne (Michael JacksonLady Gaga entre outros), as canções de Kika ressoam grandes por uma voz rara e singular.



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Letra

 

Maio maduro Maio, quem te pintou? 
Quem te quebrou o encanto, nunca te amou. 
Raiava o sol já no Sul. 
E uma falua vinha lá de Istambul.

 

Sempre depois da sesta chamando as flores. 
Era o dia da festa Maio de amores. 
Era o dia de cantar. 
E uma falua andava ao longe a varar.

 

Maio com meu amigo quem dera já. 
Sempre no mês do trigo se cantará. 
Qu'importa a fúria do mar. 
Que a voz não te esmoreça vamos lutar.

 

Numa rua comprida El-rei pastor. 
Vende o soro da vida que mata a dor. 
Anda ver, Maio nasceu. 
Que a voz não te esmoreça a turba rompeu.



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Letra

 

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Terras sem sombra


FESTIVAL ASSOCIA GRANDES NOMES DA MÚSICA

À DEFESA DA BIODIVERSIDADE ALENTEJANA

 

“O programa de biodiversidade do Festival Terras Sem Sombra foi considerado um “exemplo perfeito” na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que teve lugar no Rio de Janeiro, em 2012 – o maior evento já realizado pela ONU neste sector. Graças à intervenção de um perito muito ouvido, o espanhol Amalio de Marichalar, serviu para suportar a 4.ª recomendação do respectivo plano: promover a cultura como pilar central da sustentabilidade.”

 

No Alentejo estão a ser dados passos inéditos no sentido de unir música, património e biodiversidade, com o projecto Terras sem Sombra. Através da parceria que associa o Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja – a entidade promotora – e o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), aos municípios, universidades e “forças vivas” presentes no terreno, desde 2011 que a região é alvo de acções-piloto para a salvaguarda da biodiversidade, envolvendo músicos, espectadores e outros voluntários, com uma ligação forte aos agrupamentos escolares e às famílias. Da sua magna carta fazem parte os princípios da inclusão e da sustentabilidade. Concertos e demais actividades são de acesso livre, dentro dos condicionalismos impostos pela defesa dos monumentos e sítios visitados.

 

É certo que o Alentejo se apresenta como um dos territórios com melhores índices de preservação do Sul da Europa, mas não deixa de ser verdade que se trata, igualmente, de um espaço onde a desertificação do interior e o declínio do mundo rural levantam sérios desafios. Perante um património natural tão rico – basta lembrar que a costa alentejana é uma das zonas europeias com maior biodiversidade florística –, este Festival aposta na projecção dos tesouros ainda pouco conhecidos da região e na intervenção das comunidades locais, tirando partido da vinda, até nós, de um conjunto de intérpretes, jornalistas e “opinion makers” internacionais, que são convidados a associarem-se aos residentes para iniciativas muito concretas de voluntariado.

 

“O Terras sem Sombra pretende salvaguardar, através de concertos de música sacra nas principais igrejas da região, o património religioso – isso, por si só, já seria de louvar; mas vai mais longe; no dia seguinte aos concertos é desenvolvida uma acção de sensibilização ambiental”, explica Armando Sevinate Pinto, que preside, desde 2010, ao Conselho de Curadores do Festival. O ex-ministro da Agricultura e actual consultor da Presidência da República para os Assuntos Agrícolas e o Mundo Rural conclui, afirmando que “estas iniciativas permitem que voluntários de origens ou perfis muito diversos colaborem, ombro com ombro, em actividades úteis à preservação da biodiversidade”.

 

Algumas iniciativas são muito práticas e visam colmatar lacunas, como identificar espécies protegidas nos cursos de água, marcar árvores jovens no montado, remover infestantes nas dunas costeiras, instalar ninhos para aves ou morcegos, limpar fontes indispensáveis à vida selvagem ou reconstruir infra-estruturas de apoio à visitação, destruídas pelo vandalismo. Outras têm um carácter simbólico, mas nem por isso menos impactante, como trabalhar num apiário tradicional, cantar às plantas, fomentar a criação de um banco para a troca de sementes, anilhar aves ou baptizar sobreiros e azinheiras com o nome dos artistas que participam no Festival – e se tornam seus padrinhos, assumindo o compromisso de serem embaixadoras da iniciativa.

 

José António Falcão, responsável geral pelo Festival, salienta que “as acções têm impacto ao nível da consciencialização das comunidades em torno da promoção dos recursos endógenos do Alentejo, com realce para a biodiversidade, valorizando um sentimento de pertença em torno da herança natural”. E o director do Património da Diocese de Beja acrescenta: “a participação de artistas internacionais justifica-se pelo seu perfil altamente sensível às questões ambientais e aos bens imateriais e, também, pela possibilidade de alcance além-fronteiras.” Isto traduz-se, igualmente, em resultados palpáveis ao nível do tecido social e económico da região, permitindo dar a conhecer locais, actividades e produtos que de outro modo permaneceriam pouco acessíveis.

 

Até agora já intervieram no projecto nomes do panorama mundial, como os maestros Marcello Panni, Donato Renzetti e Giovanni Andreoli, as sopranos María Bayo e Marifé Nogales, o ensemble laReverdie, o barítono Marc Mauillon ou o flautista Pierre Hamon. No âmbito nacional, foram convidados o actor Luís Miguel Cintra, os maestros António Lourenço César Viana, a soprano Raquel Alão e a ministra da Agricultura, Assunção Cristas. Espera-se este ano a colaboração de muitos outros convidados, como a soprano Carmen Romeu, o Cuarteto Casals e a Camerata Boccherini. Um entusiasta das acções pró-biodiversidade é o responsável artístico do Festival, Paolo Pinamonti, professor na Universidade de Veneza. Figura bem conhecida do meio português – foi brilhante director do Teatro Nacional de São Carlos, que nunca recuperou após o seu afastamento –, dirige o Teatro de la Zarzuela, em Madrid.

 

Tendo um vasto território abrangido pela Rede Natura 2000, boa parte dele classificado como área protegida, o Alentejo está a dar passos importantes na sustentabilidade dos recursos biodiversos. Pedro Rocha, director regional do ICNF, considera que o projecto desenvolvido com o Terras sem Sombra constitui uma oportunidade única. “Se, por um lado, a intervenção humana é necessária para a manutenção do estado de conservação de determinados habitats, por outro lado esta actividade pode levar à sua destruição. Coloca-se, assim, a necessidade de garantir, num contexto territorial de áreas predominantemente privadas, boas práticas de carácter agrícola, silvícola e pecuário.” Para isso, torna-se fundamental “que os instrumentos de apoio ao mundo rural (como o PRODER 2014-2020) incorporem as necessidades de conservar espécies e habitats da Rede Natura 2000 e sistemas florestais de alto valor de conservação.”

 

Com um programa muito completo, que se prolonga até 14 de Julho, as acções previstas pelo Festival Terras sem Sombra incidem em aspectos tão variados como a defesa dos ecossistemas ribeirinhos da Ribeira do Vascão, a monitorização das aves que visitam a Lagoa de Santo André, em trânsito de África em direcção ao Norte da Europa (e vice-versa), a gestão do montado de sobro, em Grândola, a sensibilização para a riqueza ecológica dos sistemas agrícolas e florestais na Vidigueira, a transumância de rebanhos, característica do Campo Branco, e, ainda, a compatibilização da indústria com a salvaguarda dos recursos naturais no litoral de Sines. Actividades que movimentam largas centenas de voluntários e encerram toda uma mensagem dirigida aos decisores e à opinião pública.



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Letra

 

Eu gostava de olhar para ti
E dizer-te que és uma luz
Que me acende a noite
me guia de dia e seduz

Eu gostava de ser como tu
Não ter asas e poder voar
ter o céu como fundo
ir ao fim do mundo e voltar

Eu não sei o que me aconteceu
Foi feitiço!
O que é que me deu?
para gostar tanto assim
de alguém como tu

Eu gostava que olhasses
para mim
E sentisses que sou o teu mar
Mergulhasses sem medo
Um olhar em segredo
Só para eu te abraçar

Eu não sei o que me aconteceu
Foi feitiço!
O que é que me deu?
para gostar tanto assim
de alguém como tu

O primeiro impulso é sempre o mais justo
É mais verdadeiro
E o primeiro susto
Dá voltas e voltas
Na volta redonda de um beijo profundo 

Eu... Eu não sei o que me aconteceu
Foi feitiço!
O que é que me deu?
para gostar tanto assim
de alguém como tu

Eu não sei o que me aconteceu
Foi feitiço!
O que é que me deu?
para gostar tanto assim
de alguém como tu




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Sexta-feira, 17 de Maio de 2013

Cuca roseta


Cuca Roseta apresenta ‘Raiz’ em Lisboa e no Porto

26 de Junho Teatro São Luiz
11 de Julho Casa da Música

 

Cuca Roseta apresentará ao vivo o seu novo disco, ‘Raiz’, dias 26 de Junho no Teatro São Luiz em Lisboa e 11 de Julho na Casa da Música no Porto.

Elogiado pelo público e pela crítica, “Raiz”, o segundo disco de Cuca Roseta, apresenta a fadista no papel de autora e compositora de quase todos os temas, num resultado surpreendente. O disco foi produzido por Mário Barreiros, com co-produção de Cuca. Editado na passada semana, teve entrada directa para o #7 lugar da tabela de vendas nacional. "Raiz" sucede ao homónimo álbum de estreia de Cuca Roseta, o qual atingiu recentemente o Galardão de Ouro.

Estes serão os concertos que darão início a uma aguardada digressão por palcos nacionais e internacionais, a decorrer até 2014.

Fado do Contra” foi o single de apresentação de ‘Raiz’.





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Letra

 

Eu hei de de ir à tua casa
Para me dizeres como é
E beber do teu amor
numa chávena de café

Vou rodar a tua saia
Ao dançarmos na varanda
Vou mostrar à vizinhança
Que não morre a minha esperança

Roubo-te um beijo
Depois de roubado é meu
Faço uma cena como vi lá no cinema
Nesse the end se tiver um beijo teu

Eu hei de ir à tua casa
E dizer tudo o que sinto
Vou dizer toda verdade
Desta vez juro não minto
Segredar no teu ouvido
O que tenho pra te dar
Envolver-te num abraço
Ver o dia madrugar

Roubo-te um beijo
Depois de roubado é meu
Faço uma cena como vi lá no cinema
Nesse the end se tiver um beijo teu

Todo o beijo que é roubado
Tem 1000 anos de perdão
Mas só se for guardado junto ao coração

Roubo-te um beijo
Depois de roubado é meu
Faço uma cena como vi lá no cinema
Nesse the end se tiver um beijo teu
(2X)



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Tambor
Concerto MusicBox Lisboa
 28 de Maio

Tambor
 
Video 'Fica' Ver AQUI
Tambor no facebook
Tambor Site Oficial
 
* * *
 
O quinto trabalho de longa duração de Tambor, é um disco eléctrico/analógico, em que os temas curtos e imediatos se cruzam com progressivos de longa duração.
Os singles 'Á Volta Tudo Cai', 'Desacelera' e 'Fica', estão em rotação na rádio a nível Nacional.
Na noite de 28 e Maio de 2013, no Music box em Lisboa 'Tambor' vai tocar, pela primeira vez na integra, 'Electro Pop'.

Mais novidades e convidados a serem apresentados durante o corrente mês, nos canais habituais e em:

http://www.tambor.net
https://www.facebook.com/tambormusic

Bilhetes à venda em blueticket e, no local, no dia do espectáculo.

Preço dos Bilhetes: 8.00Є

* * *

 

Tambor Discografia:
'
Eletcro Pop' - 2013
*'Quatro' - 2010
'Rádio' - 2004
'Jamais Descer' - 2001
'Cortina de Fumo' - 1999


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Letra

 

Lá em baixo ainda anda gente 
apesar de ser tão noite 
há quem tema a madrugada 
e no escuro se afoite 
há quem durma tão cansado 
nem um beijo os estremece 
de manhã acordarão 
para o que não lhes apetece 
e há quem imite os lobos 
embora imitando gente 
há quem lute e ao lutar 
veja o mundo a andar para a frente 

E tu Maria diz-me onde andas tu 
qual de nós faltou hoje ao rendez-vous 
qual de nós viu a noite 
até ser já quase de dia 
é tarde, Maria 
toda a gente passou horas 
em que andou desencontrado 
como à espera do comboio 
na paragem do autocarro 

Lá em baixo ainda anda gente 
apesar de ser tão tarde 
há quem cresça no escuro 
e do dia se resguarde 
há quem corra sem ter braços 
para os braços que os aceitam 
e seus braços juntos crescem 
e entrelaçados se deitam 
e a manhã traz outros braços 
também juntos de outra forma 
de quem luta e ao lutar 
a si mesmo se transforma 

E tu Maria diz-me onde andas tu 
qual de nós faltou hoje ao rendez-vous 
qual de nós viu a noite 
até ser já quase de dia 
é tarde, Maria 
toda a gente passou horas 
em que andou desencontrado 
como à espera do comboio 
na paragem do autocarro 

Lá em baixo ainda há quem passe 
e um sonho que anda à solta 
vem bater à minha porta 
diz a senha da revolta 
vou plantá-lo e pô-lo ao sol 
até que se recomponha 
é um sonho que acordado 
vale bem quem ele sonha 
lá em baixo, até já disse 
que é que tem a ver comigo 
e no entanto sobressalto 
se me batem ao postigo 

E tu Maria diz-me onde andas tu 
qual de nós faltou hoje ao rendez-vous 
qual de nós viu a noite 
até ser já quase de dia 
é tarde, Maria 
toda a gente passou horas 
em que andou desencontrado 
como à espera do comboio 
na paragem do autocarro 

Lá em baixo ainda anda gente 
e uma cara desconhecida 
vai abrindo no escuro 
uma luz como uma ferida 
como a luz que corre atrás 
da corrida de um cometa 
e vejo vales e valados 
no sopé duma valeta 
lá em baixo ainda anda gente 
e uma cara conhecida 
vai ateando noite fora 
um incêndio na avenida 

És tu Maria, eu sei, já sei, és tu 
qual de nós faltou hoje ao rendez-vous 
qual de nós viu a noite 
até ser já quase de dia 
é tarde, Maria 
toda a gente passou horas 
em que andou desencontrado 
como à espera do comboio 
na paragem do autocarro

 

Letra e música: Sérgio Godinho 

 



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Quinta-feira, 16 de Maio de 2013

Festival i


ÁGUEDA, 18 e 19 Maio 2013
http://www.dorfeu.pt/i


Festival i: o non-stop das artes
para público infantil e familiar
Sábado 14h30 - 19h30  |  Domingo 11h15 – 19h30

DESDOBRÁVEL VERSÃO DIGITAL
http://issuu.com/dorfeu/docs/i2013



O Festival i tem a sua 5ª edição marcada para este fim-de-semana, em pleno centro da cidade de Águeda. As artes performativas voltam a conquistar o público infantil e familiar nesta iniciativa d'Orfeu. A programação apresenta muita da criação artística nacional, com uma oferta cultural diversificada e para todos os gostos: música, teatro, dança, poesia e animação. O Festival i junta plateias de gerações na grande festa das artes em família! A 18 e 19 Maio, todos ao i!



http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC




d’Orfeu Associação Cultural
Instituição Cultural de Utilidade Pública  |  Estatuto de Superior Interesse Cultural



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Pedro e os Lobos

 

17 Maio em Almada (Fórum Romeu Correia) às 21:00h

18 Maio
 em Sesimbra (Cine Teatro João Mota) às 21:30h

 

O regresso da “alcateia” para dar a conhecer o o próximo trabalho “Num mundo quase perfeito”.  

 

“Num mundo quase perfeito” é o exercício de vestir musicalmente episódios da vida real, é igualmente uma observação por vezes irónica do mundo que nos rodeia, do que construímos e destruímos, estabelecendo um paralelismo entre o que temos e o que poderíamos ter. As guitarras assumidas geram um misto de áspero, inóspito e atmosférico, a voz da Patrícia Andrade ora doce ora ríspida, solta gritos livres, por vezes de ordem e chamamento.
 
As colaborações e participações estão ainda fechadas a sete chaves mas o 2º e novo disco promete (para já) dez paisagens que alternam entre o ritmo quente e melancólico da Morna, as influencias Blues adquiridas sobretudo com o mestre e amigo Doug Macleod (Mestre do Blues Acústico, USA) e o experimentalismo da Dark Pop e New Folk. O tema de avanço "há lá coisa mais bela", será já apresentado ao público através do site da banda e redes sociais. Também ficará disponível para venda no Itunes e streaming no Spotify.
 
Esta tour, irá ainda passar no mês de Maio, por Lisboa, Portalegre e Famalicão. Os músicos que acompanham em palco Pedro Galhoz (na guitarra e resonator), serão, Patrícia Andrade (Voz), João Novais (Contrabaixo) e Rui Freire (Bateria). 


 

 

 

Single




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Letra


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Os eléctricos


OS ELÉCTRICOS apresentam -se a 21 de Junho no Centro Cultural da Malaposta. Este espetáculo será uma espécie de balanço artístico do que têm sido os concertos do grupo até agora e desvenda também muito do que será o novo álbum, a editar brevemente, pois para além de novidades cénicas na produção do espetáculo OS ELÉCTRICOS apresentarão temas que serão tocados ao vivo pela primeira vez, entre os quais o novo single O Meu Lulu, que já roda em várias rádios, Equivalências a Ti,  Corre Corazon e a recuperação bem personalizada do clássico Sete e Pico, original do Conjunto António Mafra.

 

Até lá OS ELÉCTRICOS irão apresentar-se nas seguintes datas em:

 

18 Maio - S.Cristovão, – Salão G.U.S.S., 21h

 

25 Maio – Lavre, Praça da República, 22h

 

26 Maio – Silveiras, Centro Recreativo e Cultural, 16h



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Letra

 

 amor mata
Quem ama e não ama mata
Ás vezes faz bem
Outras vezes não há coisa mais chata

 

O amor mata
Morre se aos poucos, não escapa
Nem mesmo quem tem uma capa
A ciência é exacta

 

Mata-me de amor
Que eu não largo o vicio
Se é proibido amar
Vales bem o sacrifício

 

O amor mata
Como se fosse uma faca
Que me infecta e ataca
Vai directa ao coração

 

O amor mata
Vagueia por dentro e compacta
É como um nó que não desata
Leva o ar e a razão

 

Mata-me de amor
Que eu não largo o vicio
Se é proibido amar
Vales bem o sacrifício

 

Mata-me de amor
Que eu não largo o vicio
Se é proibido amar
Vales bem o sacrifício

 

O amor mata



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Quarta-feira, 15 de Maio de 2013

André Sardet, O amor mata


“O Amor Mata” é o nome do novo tema de ANDRÉ SARDET, um dos músicos de maior reconhecimento em Portugal.

 

 

Com quase duas décadas de carreira e inúmeros sucessos musicais, André Sardet promete animar este verão ao som de “O Amor Mata”:  o amor mata quem ama e quem não ama, por isso pode ser cantada por toda a gente, de todas as idades e em todos os lugares, explica André Sardet.

 

O músico conta, ainda, que “O Amor Mata” surge num fantástico dia de Verão, no camarim, enquanto esperava pela hora do Concerto das Festas do Mar, em Cascais.

A melodia reflete um dia memorável, muito feliz e positivo da minha vida. A letra saiu mais tarde, com o meu amigo João Só, e assenta como uma luva, pois é a continuação de um dia de bom humor.

 

Depois de grandes baladas como “Feitiço”, “Quando Eu Te Falei de Amor”, “Adivinha Quanto eu Gosto de Ti”, “Roubo-te um Beijo”… André Sardet afirma: também quero, com esta música, que as pessoas conheçam um pouco mais de mim e da minha música… um outro lado! Nem sempre escrevi baladas, nem sempre estou melancólico.

 

Mais um sucesso de rádio garantido!

 

 

Mata-me de amor
Que eu não largo o vício
Se é proibido amar
Vales bem o sacrifício.

 

Video Clip de O Amor Mata

 



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Letra

 

Agora que pousas a cabeça
Na almofada e respiras satisfeito
Quero o teu amor
Sem sentido nem proveito

Agora que repousas
Lentamente sigo a curva do teu peito
Procuro o segredo do teu cheiro
Do teu cheiro...

Juntos fomos
Correndo lado a lado
Juntos fomos
Sofrendo ter amado
Amas a vida
E eu Amo-te a ti

Conta-me histórias
Daquilo que eu não vi
Conta-me histórias 
Daquilo que eu não vi
Conta-me histórias 
Daquilo que eu não vi
Conta-me histórias...
Que eu não vi

Logo juntas a tua roupa
E dizes que a vida está lá fora
Passou a minha hora
Passou a minha hora
Passou a minha hora...

Juntos fomos
Correndo lado a lado
Juntos fomos
Sofrendo ter amado
Amas a vida
E eu Amo-te a ti

Conta-me histórias
Daquilo que eu não vi
Conta-me histórias 
Daquilo que eu não vi
Conta-me histórias 
Daquilo que eu não vi
Conta-me histórias...
Que eu não vi

Que não vi..
.





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Luís Tinoco lança disco na prestigiada Naxos

É o primeiro compositor português vivo a ver o seu trabalho divulgado na maior chancela mundial de música erudita. O disco foi financiado através do crowdfunding.

 

O músico Luís Tinoco acabou de lançar na editora Naxos o disco Round Time, inteiramente dedicado a peças orquestrais, tornando-se assim, aos 43 anos, o primeiro compositor português vivo a ver o seu trabalho divulgado na maior chancela mundial de música erudita. O álbum, que foi apresentado no dia 9 na Fundação Gulbenkian, abre com o tema que dá nome ao disco, uma composição escrita para orquestra sinfónica e que resultou de uma encomenda que lhe foi feita em 2002 pela Orquestra Nacional do Porto

 

As três restantes composições são mais recentes e foram todas escritas para soprano e orquestra, tendo ainda em comum o facto de adaptarem textos literários. As gravações para este disco decorreram há já quase um ano, em Junho de 2012, no grande auditório da Gulbenkian, com a orquestra da fundação, dirigida pelo maestro norte-americano David Alan Miller, e a participação das solistas Ana Quintans, Raquel Camarinha e Yeere Suh.

 

 

 

 

Retirado do Público



publicado por olhar para o mundo às 12:07 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Im free to do what I want any old time
Im free to do what I want any old time
So love me hold me love me hold me
Im free any old time to get what I want

Im free to sing my song knowing it's out of trend
Im free to sing my song knowing it's out of trend
So love me hold me love me hold me
Cause Im free any old time to get what I want

So love me hold me love me hold me
Im free any old time to get what I want

Im free to choose who I see any old time
Im free to bring who I choose any old time
Love me hold me love me hold me
Im free any old time to get what I want



publicado por olhar para o mundo às 08:46 | link do post | comentar

Terça-feira, 14 de Maio de 2013

David Fonseca

Desde o início da sua carreira que David Fonseca surpreendeu o público com inesperadas versões de canções do universo pop; aliás, o aparecimento dos Silence 4, ficou marcado pela cover do tema “A Little Respect” editada originalmente pelos Erasure em 1987.

A propósito do convite para integrar as comemorações do Dia da Cidade de Leiria, David Fonseca levou esta paixão pela música a um outro patamar, propondo-se a recriar, em parceria com a Orquestra de Jazz de Leiria, grandes clássicos musicais do século XX, interpretando alguns dos compositores normalmente associados ao Great American Songbook.

De Porter a Mancini, nomes inevitáveis no seu mundo sonoro, ou de Weill a Bacharah, ascendentes e descendentes dessa tradição, David Fonseca & Orquestra de Jazz de Leiria evocarão ainda as grandes vozes, as dos intérpretes sem os quais a sua (e a nossa) paixão não seria com certeza a mesma – Sinatra, Nat King Cole ou Nina Simone serão alguns dos “presentes”.

Mas o desafio não estaria completo se, num claro aproveitamento das características sonoras de uma big band, David Fonseca não olhasse para a soul ou partilhasse alguns dos seus guilty pleasures musicais – dos assumidos, como “On Your Own Again” de Scott Walker ou “Light My Fire” dos The Doors; e dos privados como “Secret Agent Man” de Mel Tormé ou “Can’t Take My Eyes Out Of You”, imortalizado por Frankie Valli.

Os arranjos dos temas que se escutarão nesta noite especial ficaram a cargo de Filipe Melo, Tomás Pimentel e César Cardoso que dirigirá a Orquestra de Jazz de Leiria neste concerto a decorrer no Teatro José Lúcio da Silva no próximo dia 21 de Maio a partir das 21H30. Os bilhetes estão à venda no site do teatro e nas bilheteiras locais. Como habitualmente, os membros da comunidade online associada a David Fonseca beneficiam de bilhetes com descontos exclusivos em www.davidfonseca.com .

DAVID FONSECA & ORQUESTRA DE JAZZ DE LEIRIA

Alabama Song (Bertolt Brecht/Kurt Weill)
Can't Take My Eyes Of You (Bob Crewe, Bob Gaudio)
(They Long To Be) Close To You (Hal David/Burt Bacharach)
Come Fly With Me (Sammy Cahn/Jimmy Van Heusen)
Fly Me to The Moon (Bart Howard)
Hold On I'm Coming (David Porter/Isaac Hayes)
I Just Don't Know What To Do With Myself (David Hal/Burt Bacharach, David Hal)
I Shall Be Released (Bob Dylan)
I'll Be Seing You (Irving Kahal, Sammy Fain)
I've Got You Under My Skin (Cole Porter)
Light My Fire (
Jim Morrison, Robby Krieger, Ray Manzarek, John Densmore)
Moonriver (
John Mercer/Henry Mancini)
More (Marcello Ciorciolini (adapt. Norman Newell)/Riz Ortolani, Gaetano Oliviero)
On Your Own Again (Scott Walker)
Plastic Palace People (Scott Walker)
Secret Agent Man (Steve Barri, P. F. Sloan)
Smile (John Turner, Geoffrey Parsons/C. Chaplin)
Take Care Of Business (Andy Stroud)
Where Is The Love (William Salter, Ralph Macdonald)



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Kilindu


Os Kilindu são uma banda Portuguesa de Fado & Jazz Latino & World Music, sediada em Lisboa - Portugal, que funde uma grande variedade de influências musicais Latinas e Afro Cubanas ao Fado.


As composições e arranjos podem ser descritos como Fados arranjados e tocados de forma a adicionar-lhe ritmos Latinos sincopados e trazer-lhe a riqueza da harmonia Jazz, aproveitando os elementos de improvisação que são comuns, ao Fado e ao Jazz.


Para se compreender o conceito do projeto “Kilindu” terá de se descrever que os estilos musicais que se fundem nesta banda, são estilos que estão ligados intrinsecamente por uma origem comum.


Tanto o Fado de Portugal, como a Morna de Cabo Verde, ou Samba do Brasil e a Habanera de Cuba, entre outros estilos, derivam de um estilo comum: O Lundu. Este género aparece no século XV em Portugal.


O antigo Lundum era uma estilo com as suas origens nos Bantus de Angola e nos marinheiros Portugueses, dos Angolanos herdou o ritmo e dos Portugueses a melodia e harmonia.


Este velho estilo musical está ligado a Kilindu que era uma divindade responsável pelo destino de cada pessoa.


O Lundu (Lundum) foi banido de Portugal no século XV e encontrou o seu caminho noutros territórios, onde evoluiu separadamente e integrou outras influências.

Este estilo espalhou-se por inúmeras regiões da África central nomeadamente em Angola e Cabo Verde contudo apenas se tornou proeminente quando chegou ao Brasil levado por escravos africanos no século XVIII.


Habitualmente dançado de forma sensual por casais, acompanhado à guitarra, o Lundum também tem ligações ao Fandango Espanhol e outros estilos latinos tais como o Bolero, o Zamba e a Cueca.


Na viragem do século XIX o Lundum foi fonte para a Habanera, a Morna, Choro (Chorinho), o Maxixe e o Samba (O Samba foi feito Bossa Nova por Jobim que integrou elementos Jazz no Samba na segunda metade do século XX).


No entanto o Fado é muito novo comparado com a sua origem a Modinha que foi a variação de Lisboa urbana do Lundum, aliás, não existe registo da existência de Fado antes do século XIX, pois antes era Modinha e ainda antes, Lundum.


Será fácil imaginar como um estilo musical festivo como o Lundum e a sua variação urbana Modinha, tocada nos Portos e ruas de uma rica e imperial Lisboa dos séculos XV, XVI e XVII, pode derivar numa canção chorada e balbuciante como o Fado que era cantado nas ruas de uma capital de império em declínio, retalhada pelo terramoto de 1755.


A música é feita pelo povo e para o povo. Em Lisboa o Lundum estava destinado a ser Fado, no Brasil estava destinado a ser Samba, em Cabo Verde a ser Morna…


O Fado encontrou honras internacionais como estilo musical consagrado e respeitado.


Fado, quer dizer “Destino”, o mesmo significado que Kilindu.


Convidamos o ouvinte das nossas canções a fazer parte desta viagem. Viagem que tem o inicio no fim.


E se… estes aparentemente diferentes estilos pudessem ser fundidos?


Esta crença deu mote ao nosso trabalho, e como cedo descobrimos, há aqui uma imensidão de trabalho a ser realizado e uma vida cheia de desafios pela frente.


https://www.facebook.com/kilindufadonovo

http://www.kilindu.com


 

 




publicado por olhar para o mundo às 20:02 | link do post | comentar

 

Letra

 

A noite era calma, a chuva era intensa...uma fartasana mas isso é sem ofensa..sou eu e ela naquele fartote..amor, prazer...e eu mostrava o meu forte...com muita calma..com muito amor...ela na minha alma e eu gritando por favor...

Refrão:
Nunca me deixes...preciso de ti..o amor é uma loucura e tu precisas de mim...em qualquer altura em qualquer lugar...sinto a tua presença até no meu olhar... (bis)

Meu amor..minha dor...meu prazer...meu terror...razão de toda a fé e desgraça no criador...tarde de verão..noite de inverno...brisa de paraíso ou chama de inferno...és como dois num...versão concentrada...para a minha razão..angustia da serenata...sempre ao meu lado..sempre longe de mim...sempre mais que suficiente...sempre assim assim

Refrão:
Nunca me deixes preciso de ti..o amor é uma loucura e tu precisas de mim...em qualquer altura em qualquer lugar....sinto a tua presença até no meu olhar!! (bis)

Agora... Embora...tudo passou!!..ela endoideceu...e logo me largou...sem preconceito andar à deriva...eu andava só...e não tinha mais saída...agora meu irmão..pensa um bocado...como passarias se estivesses neste caso...entre duas paredes num lugar estreito...é como querer nadar sem ter o braço direito!!!

Refrão:
Nunca me deixes preciso de ti..o amor é uma loucura e tu precisas de mim...em qualquer altura em qualquer lugar...sinto a tua presença até no meu olhar (bis)

(interrupção instrumental...)

Nunca me deixes preciso de ti..o amor é uma loucura e tu precisas de mim...em qualquer altura em qualquer lugar..sinto a tua presença até no meu olhar...(bis)...



publicado por olhar para o mundo às 17:44 | link do post | comentar

Ultraleve


A partir de hoje, «Ultraleve» está disponível, em exclusivo, no music box!

Álbum de estreia dos Ultraleve chega às lojas no próximo dia 20 de Maio

 

Actualmente, são uma das mais faladas bandas da musica nacional e já todos sabem porquê: ao unirem Nuno Figueiredo e Bruno Vasconcelos, respectivamente, elementos dos Virgem Suta e dosPinto Ferreira, os Ultraleve são muito mais do que a soma das partes. A prova chegou com o primeiro single, «A Chata»,  a amostra do registo de estreia, homónimo, que a Universal Portugal vai editar a 20 de Maio. «Ultraleve» está disponível, a partir de hoje e até ao próximo dia 19, em exclusivo, no music box.

«Em Busca da Canção Pop Perfeita» poderia muito bem ser o título do álbum de estreia dos Ultraleve, mas escolheram «Ultraleve» e percebe-se porquê. Afinal, se o desiderato existia, ele foi alcançado! Não uma vez, nem duas, nem três, mas na totalidade dos dez temas que compõem o seu disco debutante. Dez canções repletas de cânones, dos bons, daqueles que nos habituámos a associar às «canções pop perfeitas».

Se «A Chata», o primeiro single publicado no final de Fevereiro, agitou a crítica e o público, o que deveremos esperar do restante elenco de canções que compõem «Ultraleve» é um forte abanão que será impossível contrariar. Uma irresistível vontade de bater o pé, gingar o corpo e cantar os refrões destas pérolas coloridas (afinal existem) que os Ultraleve nos trouxeram para animar 2013.

Em «Ultraleve», a soberana pop não se envergonha de piscar o olho ao rock ou, sequer, de dar um pé de dança com o electro. Usando as palavras de Nuno Markl, «o que eles são é os Ultraleve: com versos e observações retiradas das nossas vidas e/ou das da nossa vizinhança... Os Ultraleve não só chegaram ao topo do Everest, como estão lá em cima a dar um concerto. Ou mesmo a fazer todo um festival. Está aqui o disco do Verão. E como isto das estações anda incerto - “são as coisas que eles mandam lá para cima”, diria uma vizinha que tive - mais vale convencionar-se que Verão será sempre que se puser os Ultraleve a tocar». Orgulhosamente portugueses, como não podia deixar de ser!

O music box é um serviço de streaming multiplataforma que permite o acesso a um catálogo de milhões de músicas no computador, smartphone, tablet e televisão sem limitações nem publicidade associadas.



publicado por olhar para o mundo às 10:02 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Encostei-me para trás na cadeira de convés e fechei os olhos, 
E o meu destino apareceu-me na alma como um precipício. 
A minha vida passada misturou-se com a futura, 
E houve no meio um ruído do salão de fumo, 
Onde, aos meus ouvidos, acabara a partida de xadrez. 

Ah, balouçado 
Na sensação das ondas, 
Ah, embalado 
Na ideia tão confortável de hoje ainda não ser amanhã, 
De pelo menos neste momento não ter responsabilidades nenhumas,

De não ter personalidade propriamente, mas sentir-me ali, 
Em cima da cadeira como um livro que a sueca ali deixasse. 

Ah, afundado 
Num torpor da imaginação, sem dúvida um pouco sono, 
Irrequieto tão sossegadamente, 
Tão análogo de repente à criança que fui outrora 
Quando brincava na quinta e não sabia álgebra, 
Nem as outras álgebras com x e y's de sentimento. 

Ah, todo eu anseio 
Por esse momento sem importância nenhuma 
Na minha vida, 
Ah, todo eu anseio por esse momento, como por outros análogos —

Aqueles momentos em que não tive importância nenhuma, 
Aqueles em que compreendi todo o vácuo da existência sem
inteligência para o 
Compreender 
E havia luar e mar e a solidão, ó Álvaro.



publicado por olhar para o mundo às 08:42 | link do post | comentar

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