Sábado, 25 de Maio de 2013

Refresh - Arts & Music Festival regressa a Oliveira do Hospital em agosto

Max CooperMatador e Gregor Tresher são alguns dos nomes internacionais que vão passar, entre os dias 1 e 4 de agosto, pela 3ª edição do Refresh – Arts & Music Festival.

 

No evento, que decorre no Parque de Campismo de São Gião, em Oliveira do Hospital, vão também marcar presença D-Nox & Beckers, Boris Brejcha, Format:B, Khainz, Perfect Stranger, Ahmet Sendil, Glitter, Avrosse e Mandraks.

 

Entre as atuações portuguesas contam-se as de Louie Cut, Pena, John-E, Freshkitos, Diogo Ribeiro, Midinoize, Rita Zukt, Lewis Fautzi, Double Reaktion, Mauro Ferno & Mestivan, Remotion, Joel Campos, Andy Burton, Eric C, Pedro Zoy, Sam U, Myro, Jon Pulse, Midi, Alif, Zeder, Benvinda, Jamie Boy, Red Squares, Cherry Bass e Yoz.

 

O Soundsystem estará, por sua vez, a cargo de Funktion One.

 

Os passes para o festival já estão à venda e custam, até 30 de junho, €40.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

Numa selva sem leões
Cheira-me a femeas fatais
Macacos, imitações
Ideias originais

Rei da Rádio, dá-me a voz
Rai da Pop, compõe para nós
Rei do Toque, canta para nós
Rei do Roque, morreu por nós

As cidades tão globais
Faz das tripas, corações
Indiferentes, orações

Rei da Rádio, dá-me a voz
Rei da Pop, criou por nós
Rei do Toque, canta para nós
Rei do Roque, morreu por nós



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Sexta-feira, 24 de Maio de 2013

Casa da Música com 350 teclistas a tocar para «Dona Helena»

A Casa da Música é no domingo um dos palcos da evocação dos 100 anos do nascimento da pianista Helena Sá e Costa, com uma maratona de instrumentos de teclas com cerca de 350 alunos de escolas de música.


A iniciativa, intitulada “100 teclistas para Dona Helena”, decorre entre as 10:00 e as 20:00 em vários espaços da Casa da Musica e conta com a participação de jovens com idades entre os 6 e 18 anos que assim pretendem homenagear aquela que foi uma das mais brilhantes pianistas da sua geração e uma das mais conceituadas professoras de piano portuguesas.

 

Rui Pereira, seu antigo aluno e musicólogo da Casa da Música, recorda-a, sintetizando, como “uma pianista de carreira internacional, uma pedagoga do piano que atraía estudantes de todo o mundo para virem ao Porto estudar com ela - e que se apresentava também nos cursos internacionais nas escolas de maior prestigio a nível mundial – e uma pessoa muito interessada no progresso cultural da cidade do Porto, em particular”.

 

Uma cidade que “ela nunca abandonou apesar de ter tido convites para se fixar em outras cidades no estrangeiro”, acrescenta.

 

Nascida em 26 de maio de 1913, numa família com fortes tradições musicais, terminou o seu curso na classe de Vianna da Motta, a quem viria suceder como professora no Conservatório de Lisboa. Estabeleceu-se para a vida como pedagoga, lecionando nos cursos internacionais mais importantes de todo o mundo e sendo jurí dos concursos mais importantes.

 

Como pianista, a solo, em duo com a irmã ou no Trio Portugália, percorreu os mais importantes palcos da Europa, esteve nos Estados Unidos e Canadá, tocou nos mais relevantes festivais internacionais, como os de Estrasburgo, Wiesbaden, Haarlem, Prades ou Gulbenkian.

 

Rui Pereira salienta ainda o papel que teve como “embaixatriz da música portuguesa”. “Nós associamos muito a carreira dela a Bach, que era sem dúvida um estandarte, mas ela tinha um papel fundamental que muito raramente os artistas portugueses têm, de levar a música dos seus contemporâneos além-fronteiras”.

 

A Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo, do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE), comemora também o centenário do nascimento de Helena Sá e Costa, figura que esteve intimamente ligada á criação da escola e cujo legado permanece vivo na instituição, especialmente através de vários docentes que foram seus discípulos.

 

A ESMAE promove o Prémio Helena Sá e Costa no sábado e “A Flauta Mágica – A História Verdadeira” com a colaboração do Ensemble I&D a 30 e 31 de maio, no Teatro Helena Sá e Costa.

 

Também em homenagem à pianista, o Theatro Circo em Braga, realiza a 7 de Junho, às 21:30, um recital de musica que pretende homenagear o Trio e Quarteto Portugália, constituído por Helena Sá e Costa, Henri Mouton (violino), François Broos, (viola d'arco) e Madalena Sá e Costa (violoncelo), que atuou em Portugal, Espanha e Bélgica.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

Já nasci palhaço assim

todo aos farrapos

o meu fato é minha alma

feita de trapos

 

Já não sei há quanto tempo

há quantos anos

eu invento um sorriso

e digo a mim mesmo vamos

 

Vamos a esquecer a dor

não apres canta e dança

mas no fundo de um actor

há sempre uma criança

 

quem me oferece um balão

quem me faz rir a mim

ninguém ouve esta canção

palhaço até ao fim

 

Já nasci palhaço assim
todo aos farrapos
o meu fato é minha alma
feita de trapos

 

Já não sei há quanto tempo

há quantos anos

eu invento um sorriso

e digo a mim mesmo vamos

 

Vamos a esquecer a dor

não apres canta e dança

mas no fundo de um actor

há sempre uma criança

 

quem me oferece um balão

quem me faz rir a mim

ninguém ouve esta canção

palhaço até ao fim



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Letra

 

Foi na pista dum circo certo dia
Um famoso palhaço trabalhava
E o publico em delírio e alegria
Não nota que na pista alguém chorava

Dada por finda a sua actuação
Do público se despede o artista
Mas nisto uma estrondosa ovação
Exige que o palhaço volte á pista

Ao longe ouviu-se a voz dum garotinho
Que o rir de muita gente interrompeu
Dizendo vem depressa meu paizinho
Porque a minha mãezinha já morreu

Abraçado ao petiz a soluçar
O palhaço caiu por sobre a pista
Então ouviu-se o público a gargalhar
Pensando ser trabalho do artista

O palhaço levantando-se se ergueu
Dizendo para todos com voz forte
A mulher que eu mais amo já morreu
E vós estais a rir da sua morte

O garoto que eu agora muito abraço
É tudo quanto resta do meu lar
Por isso tenham pena dum palhaço
Que leva a vida rir pra não chorar



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Letra


Não encontrei a letra desta música


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Ciclo de concertos gratuitos Vibe regressa a Viana com Capicua e Octa Push

Capicua, Octa Push, Larkin e Klipar estão entre os principais destaques do Vibe 2013 Especial Primavera, um evento que promete agitar Viana do Castelo no próximo sábado, dia 25, através de vários espetáculos no centro histórico da cidade.

 

A festa tem início ao pôr-do-sol, no Freguez, com Sequin, projeto a solo da alfacinha Ana Miró. Sequin conduz-nos a uma espécie de orientalidade electro pop, embalada pela sua voz doce e envolvente, com ritmos quentes e ambiências antagónicas, num misto de festa e nostalgia.

 

O Vibe 2013 Especial Primavera conta depois com a presença sonante da senhora doutora Capicua e com as músicas do mundo dos Octa Push. Klipar, Larkin, Ghuna X, Aerosoul, Jiboia ou H2O são algumas das restantes propostas para o que resta da noite, na Praça da Erva, no Largo do Poço ou no Nasoni.

 

A entrada é livre.

 

No âmbito do VIBE, um ciclo de concertos de música moderna que tem vindo a agitar a cidade de Viana do Castelo ao longo dos últimos três anos, a associação juvenil Núcleo de Apoio às Artes Musicais propõe-se à ocupação de vários espaços da cidade de uma forma regular ao longo das quatro estações do ano. Mão Morta, The Memorials, Linda Martini, Lula Pena ou Tó Trips são alguns dos muitos nomes que já pisaram os vários palcos do certame.

 

Confira a programação completa do Vibe 2013 Especial Primavera:


FREGUEZ
21:00 | SEQUIN | Lisboa | www.facebook.com/sequinmusic

LARGO DO POÇO
21:30 | H2O | Viana do Castelo | www.facebook.com/H2O.258
22:30 | GHUNA X | Porto | www.ghunax.com
23:45 | JIBOIA | Lisboa | www.facebook.com/abracodejiboia

PRAÇA DA ERVA
22:00 | LARKIN | Viana do Castelo | www.facebook.com/larkinmusic
23:00 | CAPICUA | Porto | www.capicua.pt
00:30 | OCTA PUSH | Lisboa | www.octa-push.com

NASONI [AFTER HOURS]
01:30 | AEROSOUL | Viana do Castelo | www.facebook.com/aerosoulzona6
03:00 | KLIPAR | Lisboa | www.soundcloud.com/klipar

 

Retirado do Sapo Música



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letra

 

I wonder, if I ever let you down
Did you keep on moving
I wonder, when I took my feet from off your ground
Did you keep on going

If you ever need me, just remember
All the times when we wandered free
If you ever miss me, don't you know
That i feel the same way

I wonder, did I ever fail you
Did you give up dreaming
I wonder, when I had to go
Did you stop believing

Don't you know, every sould must grow older
Our past belongs to you
And it should make you stronger

If you ever need me, just remember
All the times when we wandered free
If you ever miss me, don't you know
That I feel the same way

Don't stop moving, you must keep on going
Don't you stop believing, you should go on dreaming
Don't stop moving, you must keep on going
Don't you stop believing,
'Cause it's people like you make the world go...

If you ever need me, just remember
All the times when we wandered free
If you ever miss me, don't you know
That I feel the same way

If you ever need me, just remember
And I'll always be there
If you ever miss me, don't you know
...don't you know
...we will meet again
...we will meet again



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Quinta-feira, 23 de Maio de 2013

 

Letra

 

Maio maduro Maio, quem te pintou? 
Quem te quebrou o encanto, nunca te amou. 
Raiava o sol já no Sul. 
E uma falua vinha lá de Istambul.

 

Sempre depois da sesta chamando as flores. 
Era o dia da festa Maio de amores. 
Era o dia de cantar. 
E uma falua andava ao longe a varar.

 

Maio com meu amigo quem dera já. 
Sempre no mês do trigo se cantará. 
Qu'importa a fúria do mar. 
Que a voz não te esmoreça vamos lutar.

 

Numa rua comprida El-rei pastor. 
Vende o soro da vida que mata a dor. 
Anda ver, Maio nasceu. 
Que a voz não te esmoreça a turba rompeu.



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Jafumega, o regresso trinta anos depois


Jafumega, o regresso trinta anos depois

No próximo dia 24 de Maio o Coliseu do Porto acolhe os Jafumega, uma banda nortenha, que narcará o seu regresso às lides artísticas com um concerto onde terá como convidados muito especiais Jorge Palma, Capicua e Deau.

 

Estes convidados juntar-se-ão a António Zambujo no concerto que se realizará no Coliseu de Lisboa a 31 de Maio

 

Em palco os Jafumega contarão ainda com o apoio de Miguel Ferreira, dos Clã, que actuará nos teclados e coros, de Rui Vilhena, das Vozes da Rádio, nas guitarras e coros, e com a participação pontual de uma secção de metais como Gilberto Cardoso no trompete, Lorenzo Maceo no saxofone tenor e Luís Castro no bombardino.

 

Luís Portugal, na voz, Mário Barreiros, na guitarra, José Nogueira, no saxofone e teclados, Eugénio Barreiros, na voz e teclados, Pedro Barreiros, no baixo e Álvaro Marques, na bateria, estão de novo juntos em palco para saberem e mostrarem a quem quiser ouvir como soam os Jafumega em 2013.

 

Retirado do HardMúsica



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Marco Rodrigues


Marco Rodrigues nas FNAC – Fado Íntimo

 

Marco Rodrigues prepara-se para uma digressão pelos auditórios FNAC para apresentações especiais do último trabalho,“EntreTanto”. Os showcases revelam uma actuação íntima do músico, em que Marco Rodrigues apresenta-se em palco só com viola e voz.

Depois do Teatro Tivoli (Lisboa), Casa da Música (Porto) e dos teatros e auditórios percorridos um pouco por todo o país, Marco Rodrigues prepara momentos muito especiais para os auditórios FNAC. Munido apenas da sua viola e voz, o músico recria um ambiente de sala, numa performance cara-a-cara com o público presente.

“EntreTanto” é o mote para estes showcases e conta com temas como “Coração Olha o que Queres”, “A Rosa e o Narciso”, “Quando o fim volta ao início” e o seu mais recente single: “Do Chiado ao Bairro Alto”.

É o fado na sua versão mais nua e crua que Marco Rodrigues pretende levar a todas as apresentações de norte a sul do país.


Auditórios FNAC

25 Maio (17h00) FNAC Norteshopping
25 Maio (22h00) FNAC Braga
26 Maio (17h00) FNAC Guimarães
29 Maio (18h30) FNAC CC Colombo
31 Maio (18h00) FNAC Santa Catarina
31 Maio (22h00) FNAC Gaia
01 Junho (17h00) FNAC Mar Shopping
01 Junho (22h00) FNAC Coimbra
02 Junho (17h00) FNAC Leiria
09 Junho (17h00) FNAC Almada




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Katia Guerreiro apresenta no CCB espetáculo idêntico ao realizado no Olympia

A fadista Katia Guerreiro atua no dia 1 de junho no grande auditório do Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, num espetáculo que segue o alinhamento do apresentado em janeiro do ano passado, no Olympia, em Paris.


"O alinhamento será o do concerto do Olympia, que foi uma viagem por toda a carreira de Katia Guerreiro, onde consta um tema novo nunca gravado, chamado 'Alegoria', criado de propósito para esse espectáculo, e que é um poema que joga com diversos títulos dos mais emblemáticos temas da sua carreira, uma letra de João Veiga na música tradicional do Fado Licas, de Armando Machado", disse à Lusa fonte da produtora da fadista.

 

Do alinhamento parisiense constaram temas do repertório de Amália Rodrigues, como "Amor de mel, amor de fel" e "Havemos de ir a Viana", ou do cantor Max, "Rosinha dos limões". Entre as suas criações, Katia Guerreiro cantou "Segredos", de Paulo Valentim.

 

A mesma fonte acrescentou que "os dois temas preparados para o público francês, 'Lisboa', de Charles Aznavour, e 'Ma plus belle Histoire d'Amour', de Barbara, serão substituídos por dois momentos com convidados, especialmente preparados para o público português".

 

"Querendo surpreender o público no CCB, não revelaremos que momentos e convidados serão", rematou a mesma fonte.

 

O concerto na sala parisiense foi registado, para ser o primeiro DVD da carreira da fadista, e "sairá brevemente, primeiro no mercado nacional e, em seguida, no mercado internacional", disse a mesma fonte.

 

No palco do CCB, a fadista será acompanhada por Luís Guerreiro e Pedro de Castro, na guitarra portuguesa, João Veiga, na viola, e Francisco Gaspar, no contrabaixo.

 

"E tal como aconteceu em Paris, Pedro de Castro irá acompanhá-la também ao piano", em alguns temas, disse a mesma fonte.

 

Katia Guerreiro começou a cantar há 12 anos. Médica de profissão, divide-se entre a prática clínica, como oftalmologista, e os palcos.

 

Editou o primeiro álbum, "Fado Maior", em julho de 2007, contando já com seis discos, tendo gravado duetos com Maria Bethânia, Martinho da Vila, Simone de Oliveira e Ney Matogrosso. Em 2011 recebeu o Prémio Amália para Melhor Intérprete.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

Não encontreia letra desta música



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Quarta-feira, 22 de Maio de 2013

Festim
21 Junho a 26 Julho 2013 |  5ª edição
ÁGUEDA * ALBERGARIA-A-VELHA * SEVER DO VOUGA * ESTARREJA * AVEIRO

Festim

OS 6 NOMES DA 5ª EDIÇÃO
Rabih Abou-Khalil e Ricardo Ribeiro (Líbano/Portugal)
Wazimbo (Moçambique)
Susheela Raman (Índia)
D'Callaos (Espanha)
The Klezmatics (EUA)
H'Sao (Chade)

O Cine-Teatro de Estarreja foi hoje palco da apresentação da 5ª edição do Festim - festival intermunicipal de músicas do mundo, numa Conferência de Imprensa conjunta dos vários parceiros. Com um total de 13 concertos em rede, o cartaz deste ano foi revelado na sua totalidade, contando com seis reconhecidos nomes das músicas do mundo e reiterando a habitual excelência e diversidade musical que o Festim tem assinalado ao longo dos anos.

A apresentação contou com as intervenções de Abílio Silveira (CM Estarreja), Elsa Corga (CM Águeda), Licínio Pimenta (CM Albergaria-a-Velha), António Coutinho (CM Sever do Vouga), Maria da Luz Nolasco (Aveiro) - Vereadores da Cultura dos Municípios parceiros - e do programador do festival, Luís Fernandes (d'Orfeu Associação Cultural). De 21 de Junho a 26 de Julho, faz-se mais um irresistível Festim, com Rabih Abou-Khalil (Líbano), Wazimbo (Moçambique), Susheela Raman (Índia), D'Callaos (Espanha), The Klezmatics (EUA) e H'Sao (Chade).

Único festival português a integrar a rede europeia “European Forum of Worldwide Music Festivals”, a edição deste ano do Festim inicia um novo ciclo de quatro anos, até 2016, numa cooperação entre os municípios parceiros e a Direcção-Geral das Artes. A partir de 21 de Junho, todo o mundo no Festim!

todo o programa está no sítio oficial
http://www.festim.pt/

conteúdos, fotos e materiais para imprensa:
http://www.festim.pt/promo.html 


http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC



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Denis

 

Denis apresenta o seu primeiro single “It’s Killing Me”, do álbum de estreia com lançamento marcado para dia 24 de Junho!

 

Registo de estreia do vencedor d’A Voz de Portugal tem edição agendada para 24 de Junho

«It’s Killing Me», o primeiro single, já chegou às rádios nacionais


Em Portugal, o rock tem um novo embaixador: o álbum de estreia de Denis, vai ser editado, pela Universal Music Portugal, a 24 de Junho. A primeira amostra é «It’s Killing Me», que já chegou às rádios nacionais.

O país conheceu Denis em A Voz de Portugal – o «concorrente rock» do programa da RTP, que teve Rui Reininho como mentor, arrasou nas várias provas, brilhou gala após gala e foi eleito, pelo público, como o grande vencedor. Um ano depois, eis a sua grande vitória: a edição do seu primeiro disco, um incrível documento da essência do rock, com produção de Armando Teixeira.

Em «It’s Killing Me», à semelhança do resto do álbum, foi Denis quem escreveu e gravou a maioria dos instrumentos.

O álbum é contagiado pelos blues e abraçado pelo jazz, é de 2013 mas recorda os clássicos. É moderno, sim, mas com um magnífico selo de qualidade: é vintage.

É Denis.


Ouvir o single:





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Letra
 
Enquanto muito se inventa
Apontando para disparar
Enquanto muito se imita
Carregando para arrancar
Porque só sabe quem tenta
Porque só arde o que vem de ti
Porque só cede quem cega
Porque não finge quem é de si
E quando o teu sonho arder no temporal
Tenta-te descobrir
Tenta-te perceber
Guarda para lá do mar o que tentámos ser
Sei que há gente que nega
Sei que há gente sem direcção
Sei que há gente que ferra quando despe imitação
Mas é de ferro esta seta e há verdade noutro lugar
É eterno o poeta
E acredita quem navegar
E quando o teu sonho arder no temporal
Tenta-te descobrir
Tenta-te perceber
Guarda para lá do mar o que tentámos ser
Quando não se confia e quando o mundo nos cerca
Quando o olhar se desvia
Quando o deserto nos cerca
Canta o que te ergue
Que mãos dormentes não vão saber
Canta por quem te segue
Canta para quem te vê crescer
E quando o teu sonho arder no temporal
Tenta-te descobrir
Tenta-te perceber
Guarda para lá do mar o que tentámos ser
 
 
 
Letra gentilmente enviada pela Cristina T.
Muito obrigado


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Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música vai descer à Avenida dos Aliados

Programação do evento Verão na Casa Super Bock vai decorrer de 1 de Junho a 7 de Setembro, e contar com mais de 70 concertos.

Porque está em Ano Itália, e porque acredita que este ano a meteorologia vai proporcionar um Verão tradicional aos portuenses, a direcção artística da Casa da Música (CdM) deu o subtítulo La Dolce Vita à programação da instituição para os meses de Junho, Julho, início de Agosto e primeiro fim-de-semana de Setembro. É um programa marcado pela “diversidade e pela diversão”, que António Jorge Pacheco, director artístico da CdM, hoje divulgou na presença de representantes dos três patrocinadores do evento: a Super Bock, o BPI e a Porto Lazer.

 

O concerto de abertura, a 1 de Junho, vai ser dedicado ao Dia Mundial da Criança, com a Orquestra Sinfónica do Porto a tocar Pedro e o Lobo e outras fábulas. A actriz e figura da televisão Catarina Furtado vai ser a narradara da história de Prokofieff, e o actor João Reis cumprirá idêntico papel na peça de Luís Tinoco Contos Fantásticos.

 

No encerramento deste Verão na Casa Super Bock, a 7 de Setembro, a mesma Orquestra Casa da Música, de novo dirigida pelo maestro português Pedro Neves, vai descer à Baixa portuense para um concerto em plena Avenida dos Aliados, integrado na programação do evento da Porto Lazer, 1ª Avenida. No programa, saliente-se a 5.ª Sinfonia de Beethoven, mas também árias de óperas de Puccini, Rossini e Verdi, interpretadas por Carlos Cardoso, “um promissor tenor português”, salienta António Jorge Pacheco.

 

Ainda cortesia Porto Lazer/1.ª Avenida, os Aliados vão acolher na véspera, dia 6, um concerto da Orquestra de Jazz de Matosinhos, dirigida por Pedro Guedes e Carlos Azevedo.

 

Entre estes dois fins-de-semana, o Verão na Casa Super Bock vai contar com mais de 70 concertos (quase metade dos quais na Sala Suggia), um terço deles de acesso gratuito – é o caso de tudo o que acontecer na tradicional esplanada ao ar livre, que hoje estava já a ser montada junto à escadaria do edifício de Rem Koolhaas.

 

A programação vai contemplar os vários géneros e envolver as diferentes estruturas da CdM. António Jorge Pacheco começou por destacar o elenco de “grandes vozes do mundo”, que começa pelo regresso ao Porto da cantora americana de jazz, Dee Dee Bridgewater (8 de Junho); a belga Selah Sue (3 de Julho), eleita artista revelação de 2012 pela Rolling Stone; Buika (7 de Julho), nascida em Maiorca filha de refugiados políticos da Guiné Equatorial, que associa o flamenco com o jazz e os blues, e que colaborou com Pedro Almodóvar no filme A Pele Que Eu Habito (2011).

 

Do lado dos portugueses, haverá Sérgio Godinho (15 de Junho), com o seu novo espectáculo Caríssimas Canções; Camané (29 de Junho), a cantar temas novos, acompanhado por convidados algo inesperados, o pianista Mário Laginha e a banda Dead Combo; e outra fadista, Cuca Roseta (11 Julho), com o seu novo disco, Raiz.

 

No campo da world music, o director artístico da CdM chamou a atenção para a presença do duo Amadou & Mariam (16 de Julho), vindo do Mali, e que actuou ao lado de Shakira e Alicia Keys na abertura do Mundial de Futebol da África do Sul (2010); do trio Arnaldo Antunes-Toumani Diabaté-Edgard Scandurra (21 de Julho), com o espectáculo A Curva da Cintura, que associa o rock brasileiro com as torrentes melódicas da kora do Mali; e o cantor paquistanês Asif Ali Khan (24 de Julho), com a música coral e hipnótica do seu país.

 

Outros nomes internacionais a reter na programação: a banda britânica PIL, cabeça de cartaz do próximo Optimus Clubbing (22 de Junho), que traz ao Porto um membro dos lendários Sex Pistols, John Lydon, figura do movimento pós-punk; o regresso do pianista e compositor inglês Michael O Piano Nyman (26 de Junho), para um concerto a solo; o norte-americano Devendra Banhart (2 de Agosto), com o seu novo álbum, Mala. E o DJ americano Jeff Mills (20 de Julho), que regressa ao Porto para um concerto com a Sinfónica para apresentar uma versão orquestrada da sua caixa de ritmos e sintetizadores.

 

Nos 18 concertos anunciados de música clássica, a presença mais constante será mesmo a da Orquestra Sinfónica, que, para além dos concertos já referidos, interpretará a obra de Luís de Freitas Branco Paraísos Artificiais, e a Sinfonia Manfred, de Tchaikovski (7 de Junho); voltará a este mestre russo, e também a Rachmaninoff (14 de Junho); e fará o tradicional (e gratuito) Concerto de São João (23 de Junho), com um programa dedicado à música italiana.

 

Destaque ainda para novo programa de música Made in Italy, contemporânea, com o Remix Ensemble (11 de Junho), e para a 3.ª edição do Prémio Internacional Suggia (23 e 24 de Junho).

 

A esplanada junto à Casa estará em actividade todas as semanas de quinta a sábado, e este palco será especialmente dedicado às bandas e nomes emergentes da música.

 

Seguindo também a tradição dos últimos anos, no último fim-de-semana de Julho realiza-se o Encontro de Bandas Filarmónicas, com sete concertos e um desfile com bandas vindas de todo o país.

 

Retirado do Público



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Letra

 

Quis agarrar a ti o mar 
Quis agarrar a ti o Sol 
Quis que o mar fosse maior 
Quis que o mar tocasse o Sol 
Quis que a luz entrasse em nós 
inundasse o lado frio 
Quis agarrar a tua mão 
e descer o nosso rio 

Quero agarrar a ti o céu 
Quero agarrar a ti o chão 
Quero que a chuva molhe o campo 
e que o campo seja teu 
Para que eu cresça outra vez 
Quero agarrar a ti raiz 
Quero agarrar a ti o corpo 
E eu quero ser feliz... 

Quis agarrar a ti o barco 
Quis agarrar a ti os remos 
que usamos nas marés 
quando as ondas são de ferro 
Quero agarrar a ti a luta 
Quero agarrar a ti a guerra 
Quero agarrar a ti a praia 
e o sabor de chegar a terra 

Porque o mar tocou no Sol 
Inundou o lado frio 
Porque o Sol ficou em nós 
e desceu o nosso rio 
Por isso dá-me a tua mão 
Não largues sem querer 
Quero agarrar a ti o mar 
eu quero é viver. 

Se tens medo da dor 
Vem ver o que é o amor 
Se não sabes curar 
Vem ser o que é amar 

Quero ver-te amanhecer.



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Terça-feira, 21 de Maio de 2013

 

Letra

 

Maio maduro Maio, quem te pintou? 
Quem te quebrou o encanto, nunca te amou. 
Raiava o sol já no Sul. 
E uma falua vinha lá de Istambul.

 

Sempre depois da sesta chamando as flores. 
Era o dia da festa Maio de amores. 
Era o dia de cantar. 
E uma falua andava ao longe a varar.

 

Maio com meu amigo quem dera já. 
Sempre no mês do trigo se cantará. 
Qu'importa a fúria do mar. 
Que a voz não te esmoreça vamos lutar.

 

Numa rua comprida El-rei pastor. 
Vende o soro da vida que mata a dor. 
Anda ver, Maio nasceu. 
Que a voz não te esmoreça a turba rompeu.



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Hedningarna, Anthony B, Silvia Perez Cruz, Tulipa Ruiz, Cuca Roseta no 10 MED


Hedningarna, Anthony B, Silvia Perez Cruz, Tulipa Ruiz, Cuca Roseta no 10 MED

É já nos próximos dias 28 e 29 de Junho que as irresistíveis ruas, vielas e praças do centro histórico de Loulé serão novamente invadidas por milhares de pessoas em busca da melhor música, artesanato e gastronomia vindo um pouco de todo o Mundo. O evento, uma organização da Câmara Municipal de Loulé e que assinala este ano a sua décima edição, promete muitas horas de profunda animação, de experiências inesquecíveis e de muitas descobertas.

 

Na música, o prato forte de todas as edições do certame louletano, estão prometidas emoções fortes com um luxuoso programa de actuações: Desde logo atenções centradas nesse fenómeno de popularidade na cena reggae internacional que é o jamaicano Anthony B, dono de uma legião de fãs no nosso país e que sobe ao palco da Matriz no segunda dia do evento. Outro ponto alto do festival será o regresso a Portugal, após vários anos de ausência, de uma das bandas mais míticas e relevantes dos últimas duas décadas na Europa, os revolucionários, aclamados pela crítica e sempre vanguardistas Hedningarna, da Suécia, bem como a estreia no festival algarvio da grande diva da música africana, e activista cívica pelos direitos das mulheres, a Embaixadora da Boa-Vontade da ONU e vencedora de um Grammy, Oumou Sangaré, do Mali.

 

O programa do MED 2013 faz uma aposta clara numa nova geração de cantautoras no feminino que está a impressionar o mercado internacional da música: a catalã Silvia Perez Cruz é, neste momento, uma das artistas mais acarinhadas pelo público e pela crítica de Espanha. Tudo por causa de "11 de Noviembre", o seu disco de estreia que chegou aos escaparates durante o ano passado. Loulé testemunhará o primeiro concerto completo de Silvia Perez Cruz em território nacional após um ano em que a artista de Barcelona coleccionou prémios e honrarias. Quem também visitará Loulé no final de Junho é a talentosa brasileira Tulipa Ruiz, uma das grandes promessas da sempre dinâmica música brasileira. No primeiro dia do MED, o Palco da Cerca abrirá hostilidades com a sensacional angolana Aline Frazão, que esta semana lançou para o mercado o seu segundo disco, "Movimento", e que em muito pouco tempo já deixou rendida a crítica especializada de toda a Europa.

 

O contingente nacional da edição deste ano do certame de Loulé é também de alto nível e, como é habitual, promove alguns dos mais interessantes projectos recentes da música portuguesa. Dos aclamados e cinematográficos Dead Combo, à excelência da escrita de canções em português por Miguel Araújo e Samuel Úria. Da grande vedeta do fado que já é Cuca Roseta à contagiante e contemporânea celebração popular que representam as actuações dos Kumpania Algazarra ou dos Dona Gi.

 

Quem quiser testemunhar o momento dourado vivido pelo jazz nacional deve acompanhar os concertos de duas das mais vibrantes vozes do panorama nacional em concertos intimistas de voz e piano num novo espaço que o MED estreia este ano: o palco do Convento. Elisa Rodrigues, acompanhada pelo pianista algarvio Júlio Resende, e Sofia Vitória, em projecto de homenagem a Chico Buarque dividido com Luís Figueiredo ao piano.

 

Por fim, para os mais resistentes, as duas noites do MED 2013 terminarão com apelos à dança vindos dos pratos de Hugo Mendez (Sofrito), badalado dj londrino com créditos firmados a fazer abanar ancas com sons afro-latinos, e de BATIDA,  que começou por ser o programa semanal de Pedro Coquenão na Antena 3 e RDP África, se transformou no seu disco de estreia, na também inglesa Soundway Records e depois num show, que passou pelos maiores palcos internacionais e nacionais,  incluindo uma inesquecível passagem por Loulé há 2 anos, regressa agora sozinho para um Dj Set.

 

Os bilhetes diários para a edição 2013 do Festival Med custam 12 euros e podem ser adquiridos nos dias do evento no próprio local.

 

Poderá consultyar toda a informação em: www.festivalmed.PT

 

Retirado do HardMúsica



publicado por olhar para o mundo às 21:03 | link do post | comentar

 

Letra

Entro em contratempo programado
suspenso vacila condenado
perdido pra sempre em contratempo
vacila... suspenso

Entro em contratempo programado
suspenso vacila condenado
perdido pra sempre em contratempo
suspenso no tempo

 

E fica... E fica...

Atalho irado trabalhado
atalho viçoso complicado
atalho irado trabalhado
viçoso... complicado

 

Só com o mundo erguido e atormentado
de baixo das saias abrigado
sopro um mundo erguido e atormentado
de baixo das saias abrigado
sopro um mundo erguido e atormentado
feitiço encantado

 

Quem te lembra... Quem nos esquece...
Quem te lembra... Quem nos esquece...

 

Fico à espera de encontrar
as palavras certas pra te dizer o que sinto
e fico aqui
Fico à espera de encontrar
as palavras certas pra te dizer o que sinto
e fico aqui
Fico à espera de encontrar
as palavras certas pra te dizer o que sinto
e fico aqui
Fico à espera de encontrar
as palavras certas pra te dizer o que sinto
e fico aqui

 

Fico à espera de encontrar
as palavras certas pra te dizer o que sinto
e fico aqui
Fico à espera de encontrar
as palavras certas pra te dizer o que sinto
e fico aqui
Fico à espera de encontrar
as palavras certas pra te dizer o que sinto
e fico aqui
Fico à espera de encontrar
as palavras certas pra te dizer o que sinto
e fico aqui

Fico à espera de encontrar
as palavras certas pra te dizer o que sinto
e fico aqui
Fico à espera de encontrar
as palavras certas pra te dizer o que sinto
e fico aqui


Fico à espera de encontrar
as palavras certas pra te dizer o que sinto
e fico aqui
Fico à espera de encontrar
as palavras certas pra te dizer o que sinto
e fico aqui

Fico à espera de encontrar
as palavras certas pra te dizer o que sinto
e fico aqui
Fico à espera de encontrar
as palavras certas pra te dizer o que sinto
e fico aqui
Fico à espera de encontrar
as palavras certas pra te dizer o que sinto
e fico aqui
Fico à espera de encontrar
as palavras certas pra te dizer o que sinto
e fico aqui



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Sérgio Godinho


SÉRGIO GODINHO - CARÍSSIMAS CANÇÕES
Com Hélder Gonçalves, Manuela Azevedo e Nuno Rafael
Centro Cultural de Belém dia 31 de Maio e Casa da Música dia 15 de Junho

 

A história de “Caríssimas Canções” está intimamente ligada à edição em 2012 pela Abysmo de “40 Caríssimas Canções - Sérgio Godinho & As Canções dos Outros”, o livro que compilou as crónicas publicadas semanalmente no Expresso, em que o “escritor de canções” revia os temas, intérpretes e autores que, de uma forma ou outra, marcaram a sua vida e o seu percurso artístico – diálogos quase epistolares com essas quarenta pequenas entidades, canções predilectas, canções intrigantes, desafiantes, inesperadas formas de exprimir conteúdos, energias vitais porque criativas, e criativas porque vitais”, refere Sérgio Godinho na introdução do livro.

A chegada a palco deste “Caríssimas Canções” não estaria nos planos iniciais de Sérgio Godinho. Não que “as canções dos outros” não tenham estado presentes na carreira de Sérgio, nas parcerias, nas inúmeras colaborações ou, como por vezes diz, nas “trocas”… mas, efectivamente, essa intenção não esteve presente na génese da visita às “caríssimas canções”. No entanto e a propósito do convite efectuado pelo CCB para a realização de uma apresentação inserida no conceito “Carta Branca a…”, o clique foi imediato – este seria o momento certo e adequado para uma evocação dinâmica àquele repertório.

“Para mim, vão-se cumprir vários desejos neste concerto. Um é fechar a esfera onde viveram estas canções, desde sempre o prazer de partilhá-las com as pessoas que querem ouvir. Outro é pensar sobre elas nas crónicas (outra partilha), a seguir pô-las em livro, e enfim fazê-las regressar à sua vocação primeira, a de terem um palco e um público cúmplice, quer ambos se conheçam quer não”. A extensão da apresentação de “Caríssimas Canções” ao Porto, na Casa da Música, surge como algo natural, afinal muitas destas memórias remontam ainda às suas origens.

Para esta visita às canções de outros, Sérgio Godinho não quis deixar de contar com amigos que há muito admira, também eles criadores, músicos que, talvez pela própria mão de Sérgio Godinho, chegaram a muitos dos autores e intérpretes agora evocados – Nuno Rafael, companheiro de estrada e de estúdio, director musical dos “Assessores”, a banda que habitualmente o acompanha; Hélder Gonçalves, produtor, compositor e músico do grupo Clã cujas “afinidades” remontam aos finais dos 90’s; e Manuela Azevedo, voz maior do panorama musical, também ela dos Clã, aqui na inédita função de instrumentista. Todos eles cúmplices de Sérgio Godinho nesta aventura.

As canções, serão nalguns casos as mais óbvias, porque naturais: “Os Vampiros” de Zeca Afonso, “Geni e o Zepelim” de Chico Buarque” ou “Les Vieux” de Jacques Brel, são algumas; mas também outras, menos expectáveis como “Mother’s Little Helper” de Jagger e Richards, “Sous Le Soleil Exactement” de Gainsbourg ou “Volver a los 17” de Violeta Parra; e claro, as surpresas, as que ainda que constassem nas suas crónicas, não esperaríamos ver em palco… mas essas, serão descobertas em dia de concerto.

Não serão quarenta, serão as escolhidas para essa função transformadora da sua vida no palco. E, pelo meio, cruzarei pontes para as minhas próprias canções, cantarei também algumas. Não da escolha mais óbvia, mas uma vez mais as escolhidas, e como as outras, caríssimas canções.


A não perder!

Excertos vídeo dos ensaios de “Caríssimas Canções”:

Heartbreak Hotel
Mother’s Little Helper
Sampa
Sous Le Soleil Exactement
Os Vampiros



publicado por olhar para o mundo às 12:44 | link do post | comentar

Festival i


Festival i 2013 voltou a atrair centenas de miúdos e graúdos
i assim se fez a festa das artes em família!


Imparável e irresistível. A 5ª edição do Festival i voltou, no último fim-de-semana, a coleccionar adjectivos ao reunir centenas de crianças e famílias em Águeda. Os espectáculos sucederam-se a um ritmo non-stop entre vários locais no centro da cidade, sempre com intensidade e entusiasmo geral, reafirmando a singular iniciativa na agenda cultural das artes performativas para público infantil e familiar. O Festival i 2013 congregou um largo público já fidelizado mas também muitos novos visitantes, vindos de toda a região e de outras zonas do país.

Nesta edição, ao fim de cinco anos de Festival i, a diversidade de propostas e qualidade artística das companhias convidadas, exclusivamente nacionais, com uma oferta plural de teatro, animação circense, música, dança e poesia, cativaram de igual forma as diferentes gerações que viveram o festival. O constante ambiente de festa ignorou o decorrer das horas, de umas actividades para as outras, sem se perder o sentido didáctico e de educação cultural que este festival promove. Durante a semana, as habituais sessões escolares foram ampliadas a mais agrupamentos e mais dias de actuação, numa forte aposta em consolidar hábitos culturais à volta das artes de palco nos mais novos.

O Festival i mostra ser uma imagem de marca de Águeda enquanto cidade cultural. E não há meteorologia que resista! O público voltou a declarar excelente o tempo no i.


http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC




d’Orfeu Associação Cultural
Instituição Cultural de Utilidade Pública  |  Estatuto de Superior Interesse Cultural



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Festas de Oeiras conta este ano com Quim Barreiros e Amor Electro

Começa no próximo dia 31 de Maio, prolongando-se até dia 16 de Junho, as Festas de Oeiras, que decorrerão no Jardim Municipal de Oeiras.

 

Haverá muita música, cultura, desporto, lazer e ainda áreas de restauração, para todos aqueles que queiram se divertir.

 

Cabe ao cantor Toy abrir as festas no dia 31 de Maio pelas 22:00, num concerto com entrada livre.


Pelo mesmo palco passarão ainda:

 

Dia 01 de Junho- Secret Lie;
Dia 07 de Junho- Quim Barreiros;
Dia 08 de Junho- Tv Rural;
Dia 09 de Junho- Miguel Araújo;
Dia 10 de Junho- Mila Ferreira;
Dia 14 de Junho- Amor Electro.

 

No dia 01 de Junho realiza-se o Especial Dia Mundial da Criança com Melodias Infantis, Disney e Amigos, às 18:00.

 

Na área do Desporto destaque-se o já tradicional “Mexa-se na Marginal”, no dia 02 de Junho, que encerra a Avenida Marginal ao trânsito automóvel. Esta actividade proporciona à população, de todas as idades, uma manhã em que é possível correr, caminhar, andar de bicicleta ou realizar qualquer outra actividade, sem trânsito.

 

A mesma via volta a ser palco de duas outras actividades desportivas: no dia 09 de Junho o “Triatlo de Oeiras” e, dia 15, a corrida nocturna ,“Marginal à Noite”, a partir das 21:30.

 

A tradicional feira decorre no Jardim Municipal de Oeiras, nos dias úteis entre as 17:00 e as 24:00 e aos sábados, domingos e feriados, das 15:00 às 24:00.

 

Retirado do HardMúsica



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Letra

 

Tanta cabeça no ar
Tanta loucura mas que frenesim
E eu aqui a assobiar
Nada me rala ou me é ruim

A vida é isto o que é que se pode fazer
Num dia ganho noutro fico a perder
Que bem que me sabe passear
Por entre a gente por todo este mar

Nem que por uma só vez
Desalinhar e a corrente romper
E ver que há vida no vaivém da maré
Mesmo para os que teimam em perder pé

Louco sou pois como tu somos dois
Só que um puxa para cá outro empurra para lá
E o mundo é só um há que aceitar
Quem o pinte de escuro ou cor lhe queira dar

Vem cá que te vou mostrar
Exemplo claro do que estou a dizer
Quando estiveres a sisma
Olha para o lado mas com olhos de ver
Há tanto mundo além da preocupação
A vida é uma só corre até mais não


Louco sou pois como tu somos dois
Só que um puxa para cá outro empurra para lá
E o mundo é só um há que aceitar
Quem o pinte de escuro ou cor lhe queira dar



publicado por olhar para o mundo às 08:41 | link do post | comentar

Segunda-feira, 20 de Maio de 2013

 

Letra

 

Maio maduro Maio, quem te pintou? 
Quem te quebrou o encanto, nunca te amou. 
Raiava o sol já no Sul. 
E uma falua vinha lá de Istambul.

 

Sempre depois da sesta chamando as flores. 
Era o dia da festa Maio de amores. 
Era o dia de cantar. 
E uma falua andava ao longe a varar.

 

Maio com meu amigo quem dera já. 
Sempre no mês do trigo se cantará. 
Qu'importa a fúria do mar. 
Que a voz não te esmoreça vamos lutar.

 

Numa rua comprida El-rei pastor. 
Vende o soro da vida que mata a dor. 
Anda ver, Maio nasceu. 
Que a voz não te esmoreça a turba rompeu.



publicado por olhar para o mundo às 23:55 | link do post | comentar

Ultraleve


ESTÁ AQUI O DISCO DESTE VERÃO – A POP NUNCA FOI TÃO PORTUGUESA!

«Uma colecção de gloriosas canções a cores» – Nuno Markl

A Universal Music Portugal edita hoje o homónimo álbum de estreia dos Ultraleve – mas, de novato, este duo tem muito pouco. Aqui estão reunidas as aventurosas experiências musicais de Nuno Figueiredo Bruno Vasconcelos, chegados dos aplaudidos projectos, Virgem Suta e Pinto Ferreira. E este é o resultado de um «namoro» feito no meio de concertos e ensaios, o encontro de dois apaixonados por algo simplesmente baptizado de «pop».

«Percebemos que tínhamos um gosto particular pela música pop, pop-rock, com nuances muito carregadas. Este foi o ponto de partida que nos fez lançar aquela frase para o ar “um dia, temos que fazer qualquer coisa juntos”», recorda Bruno Vasconcelos. Seguiu-se uma partilha de músicas, à distância, uma troca de ficheiros digitais que condensavam canções animadas, cheias de humor e com ritmos avassaladores: «Ultraleve» nasce em estúdios caseiros, escrito, composto, interpretado e produzido por estes salteadores de uma pop adorada. «Queríamos fazer um álbum pop, que puxasse pelas nossas influências e sentimos que isso está muito patente na cor dos temas. Fizemos tudo isto para nos divertirmos, para fazermos experiências. E essas experiências passaram por aparelhos que nunca tínhamos usado, por uma abordagem que nunca tínhamos feito…», recorda Bruno.

Na sua suprema ode à pop, «Ultraleve» dedica-se à guitarra mas também se apaixona pelos sintetizadores, rendendo-se à imponência de ritmos que impelem os movimentos dos corpos. E é, genuinamente, pop. «Sentimos que havia uma relutância em relação ao que é pop e queríamos mesmo chegar ao cúmulo de pegar em clichés e brincar com eles. Isto não quer dizer que tenhamos simplificado nada – até porque a pop não tem que ser simples. São canções leves mas era isso que queríamos fazer – daí o nome da banda. Ultraleve».

Em «Ultraleve», fala-se de viagens imaginárias ao Havai, de realidade mundanas mergulhadas em 3G e cita-se Rui Veloso ou Pedro Abrunhosa. «A ideia era fazer algo fresco, com ritmos e arranjos alegres. As letras são castiças – mas, sendo narrações de amores, têm uma abordagem leve e descomprometida. Há uma certa tendência para fazer da vida uma novela – e esta novela é cómica e com uma gargalhada interior sobre a própria desgraça».

Os refrães de «Ultraleve» estão repletos de potenciais coros – até porque estas são melodias que têm, na sua essência, uma sede por palmas. «Pensámos que aquelas eram canções com as quais tínhamos que nos divertir, quando estivéssemos a tocar ao vivo». Em palco, os Ultraleve vão multiplicar-se, com Sérgio Nascimento na bateria e Nuno Simões no baixo. «Temos mais duas pessoas para nos ajudarem a montar a festa – aliás, a festa está montada, agora resta-nos levá-la ao público».

Vídeos Ultraleve:

«A Chata»
«Cabeça no Ar»





publicado por olhar para o mundo às 20:38 | link do post | comentar



Letra


Não encontrei a letra desta música


publicado por olhar para o mundo às 17:05 | link do post | comentar

Gala Internacional dos Pequenos Cantores da Figueira da Foz renasce em agosto

A Gala Internacional dos Pequenos Cantores da Figueira da Foz vai renascer por iniciativa da Câmara Municipal, que promove, a 11 de agosto, a 25.ª edição do festival, anunciou hoje a autarquia.


O regresso da Gala, - cuja primeira edição foi em 1979, tendo-se realizado até 2002 - está também associado a uma promessa eleitoral do atual executivo socialista.

 

"Evidentemente é o cumprimento de uma promessa eleitoral. Mas só avançámos depois de termos estabelecido no CAE (Centro de Artes e Espectáculos) a Escola de Música e Canto Coral, que são parceiros na organização", disse hoje à agência Lusa António Tavares, vereador com o pelouro da Cultura.

O autarca adiantou que a organização tem já asseguradas participações da Madeira e Açores, "que realizam festivais regionais e os vencedores vêm à Gala [no CAE] da Figueira da Foz", estando a desenvolver contactos a nível internacional para captar participantes de outros países, além de Portugal.

"Mandámos informação para todas as embaixadas e consulados e também para associações de emigrantes", frisou.

 

A Gala Internacional dos Pequenos Cantores da Figueira da Foz, nasceu em setembro de 1979 - com base numa ideia do então jornalista da RTP, Sansão Coelho, que, juntamente com Teresa Cruz, foi o primeiro apresentador do festival - então promovida pela Câmara Municipal, Região de Turismo do Centro e Sociedade Figueira-Praia e realizada no Casino.

 

Em comunicado divulgado hoje, a autarquia sublinha que a Gala, aquando da sua criação, foi uma "iniciativa pioneira no género" e que cumpriu, entre outros, objetivos ligados aos Direitos da Criança e à "criação e divulgação de temas musicais próprios para crianças e por elas interpretados".

 

Em 24 edições, o evento - transmitido em direto pela RTP durante 14 anos consecutivos e cuja transmissão direta está novamente assegurada, diz a autarquia - recebeu mais de 375 participações de pequenos cantores, cerca de metade estrangeiros, oriundos de 40 países.

 

Em 1979, ano da primeira edição, Israel foi o país vencedor, representado pela pequena Marina, com a canção "Papá Popeye", tendo arrecadado a Traineira de Prata, troféu então destinado ao primeiro lugar.

 

A vencedora nacional foi Maria Armanda e o tema "Eu Vi Um Sapo", interpretado pelo Coro Infantil de Santo Amaro de Oeiras, venceu o prémio de melhor letra.

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 12:42 | link do post | comentar

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