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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

Vídeo de portugueses Long Way To Alaska entre os melhores para a revista francesa Les Inrockuptibles  Ler mais: http://blitz.sapo.pt/video-de-portugueses-long-way-to-alaska-entre-os-melhores-para-a-revista-francesa-les-inrockuptibles=f87067#ixzz2RmkBK9aK

"Air", primeira amostra do novo disco da banda de Braga, na mesma lista que vídeos de Cat Power, Primal Scream, Junip ou Liars.

O vídeo da canção "Air", uma das quatro do novo EP dos Long Way To Aquatic, Life Aquatic , foi destacado pelo site da revista francesa Les Inrockuptibles. 

Na sua edição online, a publicação elege o teledisco dos bracarenses - realizado por André Tentugal (mentor da banda portuguesa We Trust) - como um dos dez melhores desta semana. 

Além dos Long Way To Alaska, surgem nesta seleção vídeos de Cat Power, Phoenix, Liars ou Junip. 

"Um mundo belo, belas imagens e super-canções para os vídeos desta semana" é a apresentação deste top da Les Inrocks. 

Veja aqui o vídeo de "Air". O EP Life Aquatic inclui ainda as canções "King of Your Own" (com Miguel Nicolau, dos Memória de Peixe), "Aquatic Brotherhood" e "Beacon Fire". 



Retirado de Blitz

Gogol Bordello, Mastiksoul e Hardwell nas noites da Queima das Fitas de Coimbra

O cartaz de espetáculos da Queima das Fitas de Coimbra, hoje divulgado, apresenta nomes como Gogol Bordello (na foto), Mastiksoul, Richie Campbell ou Hardwell, num programa que a organização pretende diversificado.


"É uma aposta na qualidade e em diversos géneros musicais, que não se fica só pelo alternativo e pretende chegar a mais público", disse à agência Lusa Manuel Chau, comissário responsável pela produção das Noites da Queima das Fitas.

 

Na primeira noite, a 3 de maio, o palco instalado na Praça da Canção, na margem esquerda do Mondego, recebe os Expensive Soul e DJ Ride, num registo "mais pop", enquanto no sábado o destaque do cartaz vai para o rock dos Xutos e Pontapés e dos Linda Martini.

 

No domingo é a vez da música popular de Quim Barreiros e na segunda a noite é dedicada à musica de dança com Keemo & Schild e o DJ e produtor angolano Mastiksoul, entre outros.

 

Na terça-feira a aposta vai para as sonoridades reggae, com o português de ascendência inglesa Richie Campbell e os portugueses Souls of Fire, e na quarta para a eletrónica dançável dos holandeses Hardwell e Dannic e do DJ português Kura.

 

Capitão Fausto, Amor Electro e um DJ set de Maxim, da banda britânica Prodigy, destacam-se no cartaz da penúltima noite, a 9 de maio.

 

O encerramento, no dia 10, está a cargo, entre outros, da Kumpania Algazarra e dos norte-americanos Gogol Bordello, com o seu punk festivo inspirado em música cigana. "Os Gogol Bordello entram muito bem no espírito da Queima das Fitas. Estão perfeitamente à vontade na festa académica", considerou Manuel Chau.

 

Retirado do Sapo Música

“Mixtape II” explana o talento dos Orelha Negra


“Mixtape II” explana o talento dos Orelha Negra

Qualidade. É esta a palavra certa para descrever o novo projecto musical dos Orelha Negra. Mixtape II remete-nos uma vez mais para o instrumental cantado mas com uma grande diferença relativamente ao projecto anterior: cérebro. Desta feita, o trabalho foi mais pensado e isso é espelhado na qualidade da maioria das faixas apresentadas neste "álbum".

 

Os vocals presentes na maioria dos sons remetem a música dos Orelha Negra para um patamar superior. A qualidade da produção, nomeadamente os beats e a construção musical em si, continua fiel desde o inicio do grupo mas, a inclusão de vozes como Mónica Ferraz em "Heartbreaker", e Da Chick em "Blues Booze", tornam o trabalho mais apelativo e apontam-no a um público-alvo mais abrangente.

 

"Solteiro" é indubitavelmente a faixa mais aclamada do projecto. E por várias razões. A primeira prende-se com o regresso de Sam The Kid às rimas o que, por si só, é mais que suficiente para que a repercussão seja fantástica. Em segundo lugar a qualidade da letra e a mensagem que a mesma transmite é, sem dúvida, um "chamamento" para todos os que gostam de hip-hop. Por último, a junção de todos estes factores aliado à divulgação que o tema tem merecido nas redes sociais, permite uma visibilidade do trabalho muito superior aos anteriores.

 

Valete surge ladeado de Dj Glue em "Bastidores", mais uma faixa onde o hip-hop salta à vista. "Queen of Hearts" é um inédito da autoria do baterista Fred, numa versão retrabalhada do original. Kika Santos apresenta "My Best Kept Secret". Estes são apenas alguns dos exemplos pelos quais é necessário acompanhar de perto um trabalho que tem tudo para ser um sucesso.

 

"Mixtape II" revela o espirito criativo dos Orelha Negra, mantendo a fasquia num patamar de qualidade muito elevado. Excelente.

 

retirado do HardMúsica

27 Abr, 2013

Cintura - Vontade

 

Letra

 

vontade que se safa
não volta, não escapa 
vontade que eu tenho mais alta, sem medo 
o que não pode não vai sorte, acabar
acabado de chegar 
acabado de chegar

repara que não sai, de cima

vontade que se encosta de raspão 
camisa que desaperta 
doçura com tensão,
um pouco como eu gosto 
língua sem falar 
acabado de beijar 
acabado de beijar

repara que não sai, de cima 
vulgar...sorte

Dona Gi completam um ano e iniciam digressão internacional em Paris

 

 


A banda portuense Dona Gi, que celebra este mês o primeiro aniversário, vai internacionalizar a sua música com o primeiro concerto além-fronteiras, marcado para o próximo domingo no Saint Michel sur Orge, em Paris, França.


A programação desta digressão internacional dos Dona Gi prevê, depois, um regresso capital francesa no dia 19 de maio, para uma atuação no Pontault Combault, partilhando o palco com outros artistas portugueses como Pedro Abrunhosa ou José Cid.

 

A banda portuense agendou ainda concertos noutros países da Europa, no Canadá e ainda em Angola, contou à Lusa Gisela Rodrigues, a vocalista da banda.

 

“Os Dona Gi não querem parar e resistem com confiança às adversidades da conjuntura atual e às dificuldades do panorama artístico do nosso país”, conta Gisela Rodrigues, vocalista e compositora do “Baile das Palavras”, o disco de estreia da banda em abril do ano passado.

 

“De forma sempre independente, demos os primeiros passos na indústria musical portuguesa”, recordou, revelando que os Dona Gi vão começar agora a “apresentar-se ao mundo” para “começar a levar a sua música não elitista além-fronteiras”.

 

Em Portugal, os Dona Gi têm concertos agendados para dia 21 de julho, em Lisboa, e dia 15 de agosto, na ilha do Corvo (Açores).

 

O primeiro trabalho dos Dona Gi, o “Baile das Palavras”, compôs-se com 12 músicas originais inspiradas nas coisas simples e alegres da vida e misturam fado e folk, remetendo para o universo de bandas portuguesas como os Deolinda e Orquestrada.

 

“O nosso estilo é uma mistura, é uma fusão do folk e do fado”, explicou Gisela Rodrigues na altura do lançamento do trabalho, admitindo que o estilo musical que a banda apresenta é semelhante ao dos Deolinda e dos Orquestrada, mas sublinhando que não se trata de “uma colagem a essas bandas”.

 

Além de Gisela Rodrigues, a banda integra José Luís Rodrigues (ex-Perfume) no acordeão, e o contrabaixista Pedro Silva (ex-Fados em Si Bemol).

André Mariano, na guitarra portuguesa e José Serra, na guitarra clássica completam o quinteto.

 

Retirado do sapo Música

Ana Moura


Editado internacionalmente em Janeiro deste ano, ‘Desfado’, o mais recente álbum de Ana Moura, tem sido elogiado um pouco por todo o Mundo. Por sua vez, Ana Moura vem conquistando público numa digressão mundial que já vai longa e não tem fim à vista. A propósito da sua recente passagem por Londres, a SIC, esta semana, dedicou-lhe honras de abertura do Jornal da Noite emitindo uma reportagem com cerca de 15 min em prime-time que podem rever aqui. O Barbican encheu para a ver e o Times classificou a sua actuação com 4****, critica que podem conferir aqui. Como esta, Ana Moura apareceu ao longo dos últimos meses citada na mais importante imprensa internacional, caso do El País, Le Monde, Le Figaro, New York Times, entre muitos numa lista extensa que pode ser vista nos links em baixo.


The Evening Standard: "Ana Moura is cutting her own distinctive path with interesting collaborations (Prince, The Rolling Stones)"



Songlines: “No longer afraid of what her peers might think of her chosen path, Ana Moura shamelessly flirts with pop music, sings Joni Mitchell’s ‘A Case of You’ and shows one of the possible ways for fado to develop. A turning point in her career.”

The Mail on Sunday:  “Ana Moura is one of the world’s leading performers of fado.”

The Sunday Times: “Moura’s latest is an ingenious collaboration with the in-demand producer Larry Klein. It all works supremely well.”

The Times: “Numbers from Moura’s new album, Desfado (easily one of the outstanding releases of the past 12 months) were studded throughout this taut, compelling performance.

El País: “... una determinacíon y una claridad de intenciones a la hora de encararse al micrófono que contrasta con la delicadeza y la timidez del trato en persona. Ana Moura es bella y humilde, pero nada distante.”

ABC:  “... estupendo trabajo y en el que, aunque hay algunos fados, comparte su dulzura melancólica con elegantes sonidos americanos como el rhythm & blues...”

La Vanguardia: “Ana Moura es una de las cantantes más brillantes de la actual canción portuguesa...” “... acaba de sacar a la luz un espléndido disco de canciones.”

Vanity Fair: “Ana Moura ha añadido un toque cool a la música tradicional portuguesa”.

Le Monde: “...un trés bel album...”

Ouest France: “En faisant appel à des auteurs de sa generation, etrangers à son univers, elle réussit un beau disque de fado d’aujourd’hui.”

Mondomix: “Repositionnement habile et plutôt reussi, pour l’une des heritiéres les plus internationals d’Amália Rodrigues.”

Marianne: “… elle fait prevue d’une grande originalité, notamment dans l’orchestration de Desfado, son dernier album.”

Le Figaro: “En quelques années, la jeune Ana Moura a su s’imposer avec toute sa singularité sur une scéne assez conservatrice. Ana Moura poursuit un joli chemin qui, c’est toute sa force, n’appartient qu’à elle”.

Chicago Sun Times: “Portuguese singer Ana Moura has been a primary force in the revitalization of fado, becoming a global star by staying true to style's fundamentals: sorrowful intensity and lean instrumentation…” 

MinnPost.com
: “Moura is today’s fastest-rising fadista …”

San Francisco Chronicle: “With her fifth studio album, "Desfado," the 31-year-old Portuguese singer who is leading the popular resurgence of traditional fado music is on the brink of a crossover.“

New York Times: “Ms. Moura is a distinctly worldly superstar: stylish, expressive, determinedly open-minded.” “Moura is a renovator ...”

New York Daily News: “Ana Moura is the most celebrated young performer of fado …”
“… a singer of rare passion.”

The Boston Globe: “She embodies, at a high level, modern fado’s duality …” “… a very graceful album.”

The Star Tribune: “Her 95-minute performance at the packed downtown club was, in a word, captivating. Prince was in the audience and sent several floral arrangements that adorned Ana Moura’s stage.”
 

The Star Tribune (3 Março): “Duality creates a profound undertow in fado, and Moura, one of its brightest younger stars, knows how to use it to her best advantage.”

Chicago Reader ‘B-Sides’

City Pages: “Fado, the ancient, bittersweet Portuguese folk music, has been enjoying a resurgence of popularity recently, and Ana Moura is one of its key contemporary artists. The combination of her rich, dusky voice and ability to convey complex emotions with an extensive palette of vocal feints, sighs, and elegant filigrees is perfect for expressing saudade, the ambivalent, longing spirit at the heart of fado.”

Standard Time: Moura proved dexterous and likable whether doing fado, traditional music of the north or veering into new sounds. In Moura's wonderful voice, the changes resonated.

Vallejo Times Herald: “If Ana Moura visited Alcatraz in the 1930s and '40s -- instead of Friday afternoon -- chances are the 14 failed escapes from the notorious San Francisco Bay prison would never have happened. The inmates would have been too mesmerized by the heartfelt singer's lyrics and considerable beauty.”

Jazz Weekly: “You don’t have to know what she’s saying, you can FEEL it as she sings around bouyant, bouncy and festive strums and sensuous string picking.”

The Thread (Duke University): “Fado Phenomenon Ana Moura. The superlative singer Ana Moura is the pacesetter, having risen through the fado houses of Portugal to international tours and collaborations.”

New York Latin Culture: “There is no other voice in Fado quite like Ana Moura. A voice that strolls freely through tradition but flirts elegantly with pop music, broadening the spectrum of Fado, so typical of Lisbon, in a very personal way.  It’s an immediate spark, an emotional explosion aimed ruthlessly to the listener’s heart.” 

Cleveland Plain Dealer
: Beautiful sadness of fado makes sense in Moura’s voice.

San Luis Obispo County Telegram Times
: “…Moura is a distinctly worldly superstar: stylish, expressive, determinedly open-minded.”

Downbeat
: “She has the same type of pure-toned voice that made Amália Rodrigues the music’s queen coupled with a breathy delivery all her own.”

In Tune (BBC Radio 3)

Later…with Jools Holland

Woman’s Hour (BBC Radio 4)

Barroselas, a capital portuguesa da música extrema

Uma vez por ano, a vila de Barroselas, no concelho de Viana do Castelo, transforma-se na capital da música extrema em Portugal para acolher o festival Steel Warriors’ Rebellion (SWR), cuja 16.ª edição decorre até à madrugada de domingo.


O Barroselas Metalfest foi fundado pelos irmãos Ricardo e Tiago Veiga em 1998, então com 17 e 18 anos, sendo agora um evento que atrai uma média de cerca de 5.000 pessoas aos quatro dias de festival, mais de 30% das quais provenientes do estrangeiro, em particular de Espanha, segundo dados da organização compilados em 2011. “Costumamos dizer que duplicamos a população de Barroselas nesta altura”, disse à Lusa Ricardo Veiga, natural da pequena localidade com 3.927 habitantes, de acordo com os Censos de 2011.

 

Se o festival começou por ser um só dia no centro da vila, em 2013 são quatro dias em três palcos, tendo começado na quarta-feira, "dia zero", de forma gratuita e aberta ao público e prosseguindo até sábado, com alguns dos principais nomes da música extrema mundial no cartaz como Possessed, Pentagram e Cryptopsy.

 

Para o presidente da Junta de Freguesia de Barroselas, Vasco Lima, o evento é “naturalmente” uma mais-valia para o local, onde, à semelhança de outras povoações, “as pessoas acabam por se recolher e quase fugir da rua”, o que é contrariado por um festival que gera curiosidade e benefícios para o comércio. O facto de Barroselas receber um fluxo de visitantes, na sua maioria vestidos de negro com cabelos e barbas pouco comuns, ao princípio causava estranheza na população, mas hoje é encarado de forma positiva: “Não são bichos raros como se pode eventualmente pensar”, disse Vasco Lima.

 

 

Agostinho Carvalho, dono de um café há 23 anos no centro da freguesia, atribui aos participantes no festival “cinco estrelas” e lamenta que a sua presença seja, por vezes, aproveitada para lançar culpas por acontecimentos pelos quais não são responsáveis. “Às vezes há quem diga que eles fazem asneiras, aproveitam-se para lhes deitarem as culpas a eles. Para mim, são cinco estrelas”, disse à Lusa o comerciante.

 

Ana Paula Portela, também comerciante local, lembra que “agora é mais bem aceite pelas pessoas”, mas reconhece que “é um festival diferente, uma música diferente que nem toda a faixa etária gosta e, portanto, no início foi um bocado complicado”. Início esse que, na quarta edição do festival, em 2001, contou com incidentes no cemitério local, que são apontados como o ponto mais baixo da história do festival, quer pela organização quer pela população, mas agora geralmente considerados como estando ultrapassados.

 

“Em algumas realizações aconteceram episódios que chocaram de frente com aquilo que a população aceita como normal e que levaram a criar alguma resistência. Penso que, quer do lado da população de Barroselas quer do lado dos participantes, as situações se têm diluído”, disse o presidente da Junta de Freguesia, numa ideia subscrita pelos irmãos Veiga.

 

Tiago Veiga, formado em Economia, confessa que "os pontos baixos são fáceis de superar, os pontos altos nem sempre". Por outro lado, um dos pontos altos ocorreu no ano passado, quando, para celebrarem o 15.º aniversário do evento, uma das atividades programadas foi a atuação da Banda de Escuteiros de Barroselas a efetuar versões de clássicos de ‘heavy metal’ como Black Sabbath e Iron Maiden, algo que Tiago Veiga diz ainda lhe causar arrepios.

 

Já no recinto e à espera dos concertos está Nuno Carrilho, vindo de Águeda, que sublinha que a imagem nem sempre é o que parece: “O que me traz cá é a música e o convívio é muito bom. Podes deixar as tendas abertas, ninguém faz mal a ninguém. Ao fim e ao cabo, aqui passa-se uma má mensagem às vezes e isto é exatamente o contrário. Por causa do conteúdo de certas letras de certas bandas, mas [isso] é uma maneira de mandar cá para fora as coisas más. [Os músicos] estão a fazer isso e a gente curte ouvir algumas coisas, outras não.”

 

O SWR deste ano arrancou quinta-feira às 17:30, depois de um “dia zero” na quarta-feira, e decorre até à madrugada de domingo.

 

Retirado do Sapo Música

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