Terça-feira, 23 de Abril de 2013

Concerto de Lançamento do Cd monográfico de Clotilde Rosa com obras para piano; concerto integrado na Temporada da Miso Music Portugal 2013 no Goethe-Institut.


Clotilde Rosa



Anne Kaasa, piano
Francisco Monteiro, piano
Manuel Pedro Ferreira, apresentação

KARLHEINZ SOCKHAUSEN
KLAVIERSTÜCK V

CLOTILDE ROSA  - FRANCISCO MONTEIRO, PIANO
CINCO ESTUDOS (INTRODUÇÃO À MÚSICA CONTEMPORÂNEA)
I. MINIATURA (A JORGE PEIXINHO)
II.  D. PERIMPLIN (A GARCIA LORCA)
III. MELODIA PORTUGUESA (A FERNANDO LOPES-GRAÇA)
IV. LIBERTA... O INSTANTE MÓVEL... (À CONSTANÇA CAPDEVILLE)
V. BOA NOITE. EU VOU COM AS AVES. (A EUGÉNIO DE ANDRADE

CLOTILDE ROSA - Anne Kaasa, piano
Sonata per Pianoforte
I.   Moderato
II.  Lento espressivo
III. Molto presto
 
Agitato

Model for John (My Messiaen memories)

 

 

http://www.mic.pt/dispatcher?where=0&what=2&show=0&compositor_id=38&pessoa_id=109&lang=PT

 

TEMPORADA DA MISO MUSIC PORTUGAL 2013

 

MISO MUSIC PORTUGAL
associação cultural de utilidade pública
Centro nacional de criação e produção musical
Centro de Investigação Informação da Música  Portuguesa
 
Membro European Music Council & International Music Council (EMC & IMC)
Membro da International Association of Music Information Centres. (IAMIC)
Secção Portuguesa da International Society of Contemporary Music (membro da UNESCO)
Federação Portuguesa da Confédération Internationale de Musique Electroacoustique (membro da UNESCO)
Membro da European Conference of Promoters of New Music.
Membro da International Computer Music Association (ICMA)
Membro do International Netwrok for Contemporary Performing Arts (IETM)
 


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Coletivo de artistas celebra a Revolta em Lisboa


Um grupo de artistas, produtores e profissionais do espetáculo formaram uma cooperativa espontânea para celebrar o 25 de Abril e “experimentar a liberdade” em quatro espaços diferentes, criando um programa a que chamaram Revolta.


A cooperativa de artistas “Há Revolta na Glória” informou hoje em comunicado que a iniciativa será composta por concertos, filmes, fado, slam, poesia, conversas, DJ e intervenções visuais.

 

O programa da denominada Revolta decorrerá no Ritz Clube e Passos de Fado, na Rua da Glória, e nos Quiosques Time Out e Maritaca, na Avenida da Liberdade, a partir das 19:30 de 24 de abril até às 04:00 do dia 25.

 

O coletivo de artistas refere que o bilhete é único, custa oito euros, e estará à venda no Ritz Clube a partir das 18:45 do dia 24, sendo que toda a programação nos quiosques é gratuita.

 

O grupo refere que a festa pretende reavivar a memória e fomentar “uma reflexão sobre a intervenção na sociedade atual”, sendo um exercício de cidadania.

 

Segundo o itinerário divulgado, a Revolta começa no Quiosque Time Out com conversas dedicadas aos temas da “Evolução pela arte” e “Arte na Revolução” moderadas por Luís Gouveia Monteiro (canal Q) e Manuel Halpern (Jornal de Letras, Artes e Ideias) com convidados de vários quadrantes culturais, como escritores e cineastas.

 

Às 21:00, no Quiosque Maritaca, serão exibidos filmes selecionados pelo Indie Lisboa, entidade parceira da iniciativa.

 

No restaurante Passos de Fado, a partir da mesma hora, a organização sugere que se assista a uma “saudável picardia entre fadistas e slammers”, com as atuações dos fadistas Duarte, Francisco Sobral, Gisela João e Hélder Moutinho e do coletivo Poetry Slam Lisboa, num momento “de pura liberdade de expressão”.

 

O Ritz Clube, também a partir das 21:00, acolhe a Revolta com concertos de Tiago Gomes & Tó Trips, Macacos do Chines, Kumpania Algazarra e Dj sets de Rock & Revolução, JPG from Daltonic Brothers, Hélio Morais e Joaquim Albergaria, e Davide Pinheiro, acompanhados por ilustração visual da VJ Squad.

 

A programação nos quiosques segue das 22:00 até às 02:00 do dia 25 com Dj sets de Dalilaah e Stereo Addiction no Time Out e música de Nataniel Melo e Cónego de Braga no Maritaca.

 

Na sala vermelha do Ritz, pela 01:00, começa o ‘live act’ de Miguel Torga, seguido de DJ sets de Modo Fractal e Ni Villa-Lobos até às 4:00, acompanhados por visuais da VJ Squad.

 

Retirado do Sapo Música



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Ultraleve


«Ultraleve»  é o primeiro álbum da banda-sensação da música portuguesa

Registo homónimo dos Ultraleve já tem capa e chega às lojas a 20 de Maio

 

Depois do sucesso de «A Chata», a segunda amostra é «Cabeça no Ar»

O homónimo álbum de estreia dos Ultraleve vai ser editado no dia 20 de Maio, pela Universal Portugal. Depois de revelarem «A Chata»,o primeiro single retirado do disco, os Ultraleve apresentam, agora, a capa do seu debute, ao mesmo tempo que se encontram a ultimar as gravações do teledisco de «Cabeça no Ar», a segunda amostra retirada de «Ultraleve».

Os Ultraleve tornaram-se, muito rapidamente, uma das mais faladas bandas da musica nacional e compreende-se porquê: ao uniremNuno Figueiredo e Bruno Vasconcelos, respectivamente, elementos dos Virgem Suta e dos Pinto Ferreira, tornaram-se muito mais do que a soma das partes.  Ou, como Nuno Markl escreveu, «a verdade é que destes dois universos nasceu um terceiro, diferente, com identidade própria, como quando se pegava em dois frascos dos velhos estojos de química e da mistura desses dois cristais coloridos se conseguia uma nova substância, efervescente e fumegante, capaz de pasmar».


Nos Ultraleve, a pop – a boa pop – é soberana. No entanto, para a descrição ficar completa, há que acrescentar o electro e o rock. Orgulhosamente portugueses, claro! «Mas para lá de todas as etiquetas e referências, o que eles são é os Ultraleve: com versos e observações retiradas das nossas vidas e/ou das da nossa vizinhança», acrescenta ainda Nuno Markl.

Preparem-se para uma das maiores surpresas da música portuguesa. E estejam prontos para começar a dançar!



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letra

 

Ai se eu disser que as tremuras
Me dão nas pernas, e as loucuras
Fazem esquecer-me dos prantos
Pensar em juras

Ai se eu disser que foi feitiço
Que fez na saia dar ventania
Mostrar-me coisas tão belas
Ter fantasia
E sonhar com aquele encontro
Sonhar que não diz que não

Tem um jeito de senhora
E um olhar desmascarado
De céu negro ou céu estrelado, ou Sol
Daquele que a gente sabe.
O seu balanço gingado
Tem os mistérios do mar
E a certeza do caminho certo
que tem a estrela polar.

Não sei se faça convite
E se quebre a tradição
Ou se lhe mande uma carta
Como ouvi numa canção
Só sei que o calor aperta
E ainda não estamos no verão.

Quanto mais o tempo passa
Mais me afasto da razão
E ela insiste no passeio à tarde
Em tom de provocação
Até que num dia feriado
P'ra curtir a solidão
Fui consumir as tristezas
P'ró baile do Sr. João

Não sei se foi por magia
Ou seria maldição
Dei por mim rodopiando
Bem no meio do salão
Acabei no tal convite
Em jeito de confissão
E a resposta foi tão doce
Que a beijei com emoção
Só que a malta não gritou
Como ouvi numa canção



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SEBASTIÃO ANTUNES & A QUADRILHA
 CONCERTO CCB
DIA 08 DE JUNHO, 21h00


Sebastiao antunes

Sebastião Antunes no facebook  |
 Youtube
'Cantiga da Burra' Video AQUI

 
* * *

 

Sebastião Antunes celebra, neste concerto, 20 anos de carreira com a Quadrilha, e 25 com os Peace Makers. Partilha momentos actuais, marca reencontros, e percorre uma história que cruza sentimentos, junta influências, amigos e a alegria da partilha. Recorda os caminhos trilhados, em nome das paixões, que as cantigas nos despertam.

A noite de 08 de Junho, no CCB, é de celebração e Sebastião Antunes convida alguns amigos para, com ele, fazerem a festa. Para partilhar o palco com Sebastião Antunes estão, entre outros, Galandum Galundaina, Sara Vidal e Miguel Quitério, que colaboraram no seu no mais recente disco 'Com Um Abraço'.
Uma noite especial, que se pretende, de alegria!
 
Bilhetes à venda no CCB, 12.50
Є / 15.00Є 


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letra

 

Hei-de um dia ser alguém
Disso eu não me esqueço
Ser tentado a falhar
Será que mereço

 

Hoje não sei mas vou descobrir
O que é que eu faço aqui

 

Respeitado por todos eu quero ser
Contemplado com sorte e não perder
Hoje eu não sei porque sou assim
E o que é que eu faço aqui

 

O que me lembro
Nada é

 

Pode ser que um dia volte
Iludido


Pensamentos indirectos
Divagar


Vou parar com esta mágoa
Estou perdido
Pelas ruas mãos nos bolsos
A cantar

 

La la la la la la
O que é que eu faço aqui (x2)

 

(instrumental)

 

Hei-de um dia ser alguém
Não a qualquer preço
Estás cá tu para lembrar
Tudo o que me esqueço

 

Hoje eu não sei mas vou descobrir
O que é que eu faço aqui

 

O que me lembro
Nada é

Pode ser que um dia volte
Iludido
Pensamentos indirectos
Divagar


Vou parar com esta mágoa
Estou perdido
Pelas ruas mãos nos bolsos
A cantar

La la la la la la
O que é que eu faço aqui (x2)

 

(instrumental)

O que é que eu faço aqui!



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Segunda-feira, 22 de Abril de 2013
Espectáculo “Contracorrente” recria músicas de intervenção do mundo

Grândola, Tavira e Almada comemoram Abril em “Contracorrente”!

http://www.dorfeu.pt/contracorrente 
Contracorrente

Em Abril, as músicas de intervenção fazem-se ouvir ao som de “Contracorrente”, a criação d'Orfeu que tem previstos concertos em Grândola (dia 24, pelas 22h45, nos Paços do Concelho) e em Tavira (dia 25, pelas 21h30, no Jardim do Coreto), no âmbito das comemorações da Revolução de Abril. Entretanto, o projecto de Sara Vidal foi apurado para a final do Festival Cantar Abril, a realizar-se no dia de 30 Abril, no Teatro Municipal de Almada.

O espectáculo “Contracorrente”, que conta com Sara Vidal (voz), Miguel Calhaz (contrabaixo), Gil Abrantes (sax), Manuel Maio (bandolim e violino), André Cardoso (guitarra) e Rui Silva (percussão), assume-se como uma homenagem à música de intervenção mundial, resgatando da memória e reivindicando para a actualidade as músicas e as vozes de resistência que marcaram a História do século vinte, como o português José Afonso, o chileno Victor Jara, o argelino Idir ou o brasileiro Chico Buarque, entre outros. De Portugal à descoberta de múltiplas latitudes, "Contracorrente" é uma volta ao mundo cantada em vários idiomas e um manifesto de que, ainda hoje, resistir é uma forma de existir. Mais Contracorrente na página oficial http://www.dorfeu.pt/contracorrente e pelos palcos do país!

VÍDEO PROMO “CONTRACORRENTE”

 

 




http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC


d’Orfeu Associação Cultural
Instituição Cultural de Utilidade Pública  |  Estatuto de Superior Interesse Cultural



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Música com Lata: as iguarias da Conserveira de Lisboa têm novo look

Treze músicos, treze latas e uma proposta pouco usual: Inês Eva e a Conserveira de Lisboa decidiram convidar vários artistas para dar um novo look às iguarias da loja. Chullage rendeu-se à cavala com orégãos e, com toda a lata e alguma ajuda dos designers We are boq, conseguiu juntar crítica social, Cabo Verde e o amor pela música numa só embalagem.

“A música com lata surgiu no final de 2012, altura em que eu me dirigi à Conserveira e sugeri criar um ano de edições limitadas de latas cujo design seria feito por músicos portugueses”, começa por explicar Inês Eva, produtora da Música com Lata, acrescentando que a apresentação das embalagens é posteriormente feita com um pequeno concerto do músico convidado na loja da Conserveira de Lisboa.

Chullage, um dos músicos convidados, conseguiu, juntamente com os designers We are Boq, refletir na embalagem de cavala com orégãos da Tricana as suas raízes, paixões e convicções.

“Acho que a Conserveira me desafiou porque não é muito a minha praia, mas também senti algum reconhecimento ao ser convidado para este projeto”, conta o músico, salientando que quando provou a iguaria, cavala com orégãos, sentiu o peso da responsabilidade de fazer jus a tamanho sabor. O resultado final foi um look mais sóbrio e reivindicativo para esta edição limitada de 500 latas.

 

 

Conseguir conciliar a visão dos músicos convidados e aquilo que é a personalidade da Conserveira é tarefa da dupla de designers We are boq. O objetivo aqui é que todos os intervenientes - o artista, a Conserveira e os criativos - se consigam rever neste projeto.

Chullage, feliz com o convite, elogia a iniciativa da Conserveira salientando que “estes projetos podem servir de faróis” para mostrar que há capacidade para olhar a cultura portuguesa e valorizar os seus pontos fortes de forma criativa e eficiente.

Maria João, Camané e Norbeto Lobo são alguns dos artistas que, tal como Chullage, já tiveram oportunidade de criar uma nova imagem para uma das latas da Conserveira. A estes juntar-se-ão Samuel Úria, Manuela Azevedo e Sérgio Godinho, Rui Reininho, Fernando Tordo entre outros músicos. No total serão 13 os artistas convidados para criar edições limitadas de 500 latas e apresentá-las com um pequeno concerto gratuito.

Na terça-feira da terceira semana de cada mês, às 19h30, faz-se “Música com Lata” na Conserveira de Lisboa. A entrada é livre. E porque em tempos de crise todos os cêntimos precisam de ser bem geridos, fique a par de outros eventos gratuítos no TMN Entrada Livre.


Retirado do Sapo Música



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Letra


Não encontrei a letra desta música


Terrakota nasceu da viagem e cresceu com a mistura. Não sabe nem quer saber o que são fronteiras. Considerados os embaixadores da multiculturalidade de Lisboa, são já uma referência da música mestiça e de fusão no cenário nacional e internacional.Detentores de uma identidade musical sólida construída a partir de uma inspiração global em elementos tradicionais e contemporâneos, têm vindo a apurar o seu estilo inventivo, mestiço e bem condimentado. A sua música fala por si, une povos, línguas e culturas. Reivindica, exige e concretiza a dimensão universal do ser humano através de uma consciência política e interventiva vital que intensifica ainda mais a energia do espectáculo.


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Letra

 

Não encontrei a letra desta música



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Domingo, 21 de Abril de 2013

Throes + The Shine: os únicos portugueses no Roskilde

Portugueses juntam-se ao cartaz do festival dinamarquês com Queens of the Stone Age, The National, Sigur Rós e Rihanna.

 

Depois dos Buraka Som Sistema em 2007, este ano é a vez dos Throes + The Shine actuarem no gigante Roskilde, que acontece em Copenhaga, na Dinamarca, entre 29 de Junho e 7 de Julho.

 

O que à partida parecia pouco provável acabou por se tornar num sucesso em pouco tempo. Isto é, juntar o rock ao kuduro. É isto que fazem os Throes + The Shine, que ao álbum de estreia, Rockuduro, editado no ano passado, se tornaram numa das estrelas da promotora e editora Lovers & Lollypops, mãe do Milhões de Festa.

 

Rock pelo lado dos Throes, kuduro pelo lado dos The Shine, uma mistura que ao vivo não passa despercebida a ninguém, fazendo de cada concerto uma festa. E é por isso que este ano os portugueses integram o cartaz do festival dinamarquês, anunciado na quinta-feira.

 

Não é comum aparecerem portugueses por aqui, a última vez que aconteceu foi em 2007 quando os Buraka Som Sistema se estrearam nos grandes festivais europeus – além do Roskilde, actuaram em Glastonbury.

 

O Roskilde vai já na sua 43ª edição, sendo considerado o mais importante festival da Europa do Norte, procurado por cerca de 80 mil pessoas. A edição deste ano tem como cabeças de cartaz Queens of the Stone Age,  The National, Sigur Rós, Slipknot, Rihanna, e os alemães Kraftwerk e os dinamarquesas Volbeat.

 

No total são mais de 100 concertos com muitos nomes que também por cá vão passar nos vários festivais de Verão. É o caso de James Blake e Dead Can Dance, que actuam no Optimus Primavera Sound, dos Efterklang e do norte-americano Miguel, já confirmados para o Super Bock Super Rock, dos islandeses Of Monsters and Men, que passam pelo Optimus Alive, e do guitarrista tuaregue Bombino, que actua no Vodafone Paredes de Coura.

 

 

 

Retirado do Público



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Letra

 

Nós somos um, nós somos iguais
Em vez de falarmos mandamos postais
Nós somos dois, nós somos pardais
Fomos alvejados por cantar demais

Tira-me os pregos debaixo dos pés
Vamos caminhar por outras marés

Eu vou dar a volta ao mundo
Para roubar mais um segundo
Quero beijos seus
Voltarei em boa hora
O regresso não demora
Quero beijos teus

Nós desta vez sabemos que prevês
Casar viver nas torres de um jogo de xadrez

Tira-me os pregos debaixo dos pés
Vamos caminhar por outras marés

Eu vou dar a volta ao mundo
Para roubar mais um segundo
Quero beijos teus
Voltarei em boa hora
O regresso não demora
Quero beijos teus

Venham dar a volta ao mundo
Com a Lena d'Água



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Voxels com cheirinho a Verão


Voxels com cheirinho a Verão

Os Voxels não têm uma sonoridade nova e muito menos original mas a verdade é que o que eles fazem, fazem-no bem. 

E não têm medo de deixar vincadas as suas influências e aqueles que lhes deram a escola para terem a capacidade de apresentar um disco da qualidade de Bachelor House.

Para quem anseia o tão aguardado próximo álbum dos míticos Daft Punk, os Voxels abrem o apetite com um álbum de 13 faixas que nos leva atrás no tempo, deixando o mais saudosista da dance music com vontade de sair de casa para dar um pézinho de dança. 

Entre My House, que faz soar na cabeça uma velhinha Revolution 909 de Daft Punk, a mística dançante da faixa homónima do álbum ou o convite aberto ao Verão por parte de Stealing Kisses, o melhor é deixar-se levar, manter o sorriso na cara e desfrutar do melhor que se faz por cá.

Bachelor House é o disco de estreia dos Voxels. Um disco bastante homogéneo, repleto de qualidade e que será sem dúvida uma das companhias do Verão que teima em chegar. 

Os Voxels já contam com uma larga experi ência dentro do panorama da música electrónica, contando com participações em diversas rádios internacionais e parcerias com outros DJs de renome.

 

retirado de HardMúsica



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Letra

 

Se estou só, quero não estar,
Se não estou, quero estar só,
Enfim, quero sempre estar
Da maneira que não estou.

Ser feliz é ser aquele.
E aquele não é feliz,
Porque pensa dentro dele
E não dentro do que eu quis.

A gente faz o que quer
Daquilo que não é nada,
Mas falha se o não fizer,
Fica perdido na estrada.




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Sábado, 20 de Abril de 2013

ala dos namorados

 

 

DIA 3 DE MAIO no Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco

DIA 4 DE MAIO no Fórum Luísa Todi, em Setúbal

 

 

Ala dos Namorados apresenta ao vivo o seu último disco – “Razão de Ser” – em dois concertos no início de Maio:

 

- Dia 3 de Maio, às 21h30, no Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco;.

- Dia 4 de Maio, às 21h30, no Fórum Luísa Todi, em Setúbal.

 

O regresso de uma das mais prestigiadas bandas da música portuguesa foi no dia 25 de Fevereiro. A Ala dos Namorados voltou ao panorama musical com um disco muito especial, para o qual convidou vários outros nomes da música para estarem ao seu lado.

 

Em vésperas de comemorar os 20 anos de carreira, cinco anos passados da sua última aparição pública enquanto banda, a Ala dos Namorados regressou com um disco em que revisita os grandes temas da sua carreira. “Razão de Ser” é o nome do álbum que materializa a razão de ser da banda: a sua expressão musical única. Inclui 15 temas para os quais foram convidados instrumentistas e cantores das mais diferentes áreas.  António Zambujo, Carlos do Carmo, Carlos Nobre (Carlão), Dany Silva,  João Gil, Jorge Palma, Rão Kyao, Rui Pregal da Cunha, Shout e Susana Félix são apenas alguns dos músicos convidados e que se integram na perfeição no universo da banda, conferindo uma total originalidade ao reportório da Ala dos Namorados.

 

A Ala dos Namorados surgiu em 1993 com a sua formação inicial constituída por João Gil, Manuel Paulo, João Monge, José Moz Carrapa e Nuno Guerreiro. Depois do último disco, editado em 2007 – “Mentiroso Normal” –, já com a formação actual composta por Manuel Paulo e Nuno Guerreiro, a banda voltou a juntar-se pontualmente para um concerto, o qual fez nascer a vontade de refazer as canções da Ala e voltar aos palcos.

 

Surge assim, “Razão de Ser”, “um trabalho sem qualquer espécie de pretensão que não seja o puro prazer de fazer música, partilhá-la e tocá-la em conjunto com os músicos de quem gostamos. Doutra forma, não teria razão de ser...” afirma Manuel Paulo.

 

Uma das características mais interessantes da Ala passa pela forma como conseguem integrar na sua música, estilos que vão do fado ao jazz, ao cabaret, passando por abordagens mais clássicas ou mesmo pop, sem perder a sua identidade e estando sempre presente a matriz portuguesa. Na composição das canções deste grupo, nunca houve propriamente preconceitos em relação às influências e ambientes que traziam para as suas composições, o que aliás se foi amadurecendo ao longo dos anos. Importantíssimas as letras do João Monge, principal letrista do grupo que foi e é peça chave no discurso musical deste conjunto.

 

Também são fundamentais todos os músicos que passaram e passam pela Ala. A Ala tem a felicidade de ter tocado com os melhores músicos deste país e não só, das mais variadas áreas e o resultado excedeu sempre as expectativas.

 

Em “Razão de Ser” a Ala dos Namorados conta com vários convidados de excelência e espera somente que as pessoas a ouvirem o disco, tenham o mesmo prazer que a Ala teve a fazê-lo e tocá-lo.

 

Aos que tocam, aos que cantam, aos que revisitam estas canções da Ala, entrem, sentem-se e estejam à vontade que esta é uma casa com janelas. Até já! -  João Monge

 



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Letra

 

A noite era calma
a chuva era intensa
uma fartazana
mas isso é sem ofensa
só eu e ela
naquele fartote
amor prazer e eu mostrava o meu forte
com muita calma,com muito amor
ela na minha alma
e eu gritando por favor
Nunca me deixes
preciso de
o amor é uma locura e tu precisas de mim
em qualquer altura em qualquer lugar
sinto a tua presença
até no meu olhar.
Meu amor
minha dor
meu prazer
meu terror
razao de toda a fé e descrença no criador
tarde de verão
noite de inverno
brisa de paraiso
ou chama de inferno
és como 2 em 1
versão concentrada
para minha razão angustiada serenata
sempre ao meu lado semprelonge de mim
sempre mais q suficiente,
sempre assim,assim...
Agora embora tudo passou
ela endoideceu
e logo me largou
sem preconceito
andar à deriva
eu andava

e não tinha mais saida
Agora meu irmão
pensa um bocado
como passarias
se estivesses neste caso
entre duas paredes
num lugar estreito
é como querer nadar sem ter o braço
direito


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Scratch

O projecto nasceu – casualmente - em 2008.


Desde então até esta parte, Pedro Leónidas (guitarra), Tiago Barbosa (voz) e Diogo Leónidas (bateria) resistiram às mutações da formação original do grupo, que já acolheu as vozes de duas cantoras e as cordas de um violoncelista e de diversos baixistas. Hoje, o conjunto conta também com a música de Pedro Soares no baixo e na voz, Alessio Velloti nas teclas, Jorge Amaro na harmónica e Rita Aragão no violino. Isto porque em Casual Attraction há espaço para o rock absorver muitos outros temperos.

O primeiro álbum – At First Sight de 2009– conta com a voz de Ru, à qual de junta a de Stella Sousa, na reedição de autor. O segundo álbum – From Scratch de 2012 – apresenta cinco temas pop-rock, com vestígios de blues, folk e música tradicional. É cantado a uma voz apenas, assinalando uma nova etapa na jornada do grupo.

Mudam-se os tempos, mudam-se os intérpretes, mas permanece o desígnio principal da banda: viajar ao ambiente musical dos anos 70 e 80 e resgatar algumas das sonoridades que lá se perderam. Não são só músicas, são também pequenas histórias. Fragmentos do dia-a-dia de uma relação. É pop-rock moderno, temperado com folk e blues. A receita parece funcionar: há alguma dificuldade em desviar o olhar e o ouvido pede mais ... a atracção não é assim tão “casual”.”



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Letra

 

Sete dias, sete noites, sete vidas, vividas…


Poético, catastrófico, magnata, imperador do teu reino
Há dias em que sou mesmo assim, rei na barriga, sinto-me assim
Melancólico, discreto, apagado, ofuscado
Sem nada importante acrescentar
Mais um dia passou sem brilhar


Mas sei, quem sou pra ti
Não é pra me vangloriar
Nem me vou fazer mostrar
Mas tu desejas-me, desejas-me



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Sexta-feira, 19 de Abril de 2013

Paulo Ribeiro

 

Natural de Beja, o seu nome está ligado a projetos como AnonimatoErescópioBaile Popular ou Mosto, este último uma nova abordagem ao cante alentejano, manifestação cultural pela qual é profundamente apaixonado.
 
Paulo Ribeiro continua a divulgar o seu último trabalho de originais,"No Silêncio das Casas" um pouco por todo o país. O mês de Abril não é excepção.
 
O artista alentejano irá estar presente no Teatro da Malaposta], apresentando o álbum "No Silêncio das Casas" editado em 2012 e, que granjeou inúmeros elogios da imprensa.
 
“No Silêncio das Casas” contou com a participação especial das vozes de Viviane e Zeca Medeiros e também de Celina da Piedade (acordeão) e Sara Côrte-Real (coros). Destaca-se ainda a colaboração de Mário Delgado (guitarras), Valter Rolo (piano), José Canha (contrabaixo) e Jorge Moniz (bateria e percussões). A produção ficou a cargo de João Martins [Xutos e Pontapés, João Pedro Pais, etc].
 
Paulo Ribeiro, continua o seu percurso pela língua portuguesa, pelo cruzamento de estilos musicais e, sempre a divulgar o Cante Alentejano.
 
 
Centro Cultural da Malaposta
26.04.2013 | 21:30 | 5€
 

www.pauloribeiromusica.pt/



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cintura

 

CINTURA

O radialista inglês John Peel disse uma vez que “uma cena musical só é madura e criativa quando o mainstream e o alternativo convivem sadiamente; quando a comunidade mainstream sabe valorizar o alternativo e a comunidade alternativa sabe valorizar o mainstream”;

 

Os Cintura parecem provar que a cena musical portuguesa atingiu finalmente essa maturidade. O seu som é “pop mainstream” e, no entanto, mereceu o aplauso de alguns dos “opinion makers” da nossa música, geralmente mais conotados com o “rock” e com a música alternativa: Zé Pedro dos Xutos & Pontapés, Miguel Pedro dos Mão Morta e Mundo Cão, João Carvalho do Festival Paredes de Coura, Jorge Romão dos GNR, Nuno Calado da Antena 3, Rui Santos da Universidade FM e Vitor Figueiredo da SIC formam o júri do concurso “Rock Nordeste”, que na edição de 2010 deu a vitória unânime a este trio de Penafiel.

 

O que levou um júri deste calibre a incentivar um trio sem guitarras, com um som preponderante de teclas e com um apurado sentido melódico?

 

Segundo o guitarrista dos Xutos & Pontapés «os Cintura foram sem nenhuma dúvida a banda mais coerente e mais segura que apareceu no Rock Nordeste deste ano. O facto de cantarem (e terem boas letras) em português, foi sem dúvida uma grande vantagem. Também o júri foi unânime em achar que os Cintura seriam a banda que melhor iria aproveitar este prémio e que mais segurança tinha no seu projecto. Ainda bem que assim aconteceu. Foi a melhor banda da noite e a prova está nesta primeira proposta dos Cintura». A opinião do baterista Miguel Pedro, é similar:«O que ouvi foi uma excelente base harmónica, boas opções melódicas, o que resulta em canções bem estruturadas e bem cantadas». O radialista Nuno Calado escreve no prefácio do disco: «As primeiras impressões marcam sempre e neste caso foram sempre as melhores desde o início. Os Cintura entraram em palco de uma forma discreta embora com vontade de mostrar o que este trio vale e pode vir a ser uma banda a ter em conta na “pop” nacional. E foi o que fizeram».

 

 

As origens

Se a cena musical portuguesa percorreu um longo caminho para chegar a este estágio, o mesmo fizeram os Cintura, que deram os primeiros acordes em 2003. Na altura era formado apenas pelo teclista Helder de Carvalho e o baterista Bruno Tavares, que desde o início buscaram uma sonoridade diferente explorando melodias ao piano.

 

Os dois têm influências e vivências diferentes. Enquanto Helder ouviu Sting e Jamie Cullum, Alicia Keys e Bjork, Muse e Gorillaz para saber o que fazer e o que não fazer, Tavares bebeu no “punk” e no “grunge” até chegar à “pop”, ao “jazz” e à “bossanova”. Se o teclista foi incentivado a aprender música pelos pais, foi o irmão pianista quem levou Bruno Tavares a reunir latas e dedicar-se à bateria. Se Helder começou a ter formação musical e aulas de teclado aos 8 anos, o baterista decidiu-se aos 10 anos e foi auto-didacta durante 6; o primeiro optou por seguir formação em piano no Conservatório de Vila Nova de Gaia, enquanto o segundo decidiu evoluir matriculando-se na Escola de Jazz do Porto.

 

Mais tarde, na Academia de Paredes, Helder Carvalho faz as primeiras tentativas de compor ao piano e passa por várias bandas de amigos, sendo o projecto 100 Segredos o que mais longe chegou. Enquanto isso, Tavares passava por grupos como os LinkFash e os Airlines.

 

Quatro anos depois de começarem a experimentar juntos com teclas, programações e bateria, um convite da Academia Contemporânea do Espectáculo do Porto torna tudo mais sério. Os resultados de 4 anos de experimentação iam ser apresentados ao vivo a 5 de Maio de 2007 e o som merecia um reforço. É assim que Eduardo Peixoto completa o trio. E é também diferente o percurso do baixista até chegar aos Cintura. É influenciado por «tudo o que seja bom e bem tocado. Escolhi o Baixo e o Contrabaixo pela sonoridade e por serem essenciais nos estilos de música que mais gosto». Começou com Filthy Filters (one man band), como baixista nos Gram Positivo, Zoë e como contrabaixista nas orquestras da Escola Profissional de Música de Espinho e da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo. No seu currículo consta também a passagem pela Escola de Jazz do Porto como aluno de Filipe Teixeira e Pedro Barreiros.

 

O presente

O trabalho passa a ser feito a 3, implicando uma nova dinâmica que se atreve a sair da sala de ensaios com maior regularidade. Sem editora, management ou agenciamento, é solitária e calmamente que os Cintura revelam progressivamente as suas canções. Não apenas em áudio mas também em videoclips elegantes e inteligentes e um site – cinturapt.com – repleto de “posts” suficientemente enigmáticos para impelir ao clique e à descoberta, primeiro de “Nó Da Gravata” e depois de “Um Café Só”.

 

Aliás, a utilização com mestria das redes sociais levá-los-ia a conquistar passo a passo uma base de apoio constituída por um caloroso apoio de fãs em blogs e “word-of-mouth”. Mas foi com surpresa que constataram liderar constantemente a lista das canções favoritas da reputada rede social de música ReverbNation. Talvez tenha sido também por aqui que uma das maiores multinacionais de publishing tenha chegado aos Cintura, superando novamente as expectativas do grupo. Com contrato com a BMI, noutros tempos seria de esperar uma chuva de convites das discográficas mas a opção do trio manteve-se: crescer organicamente e ao seu próprio ritmo, sem pressões sobre as suas experiências na sala de ensaios ou nos mais de 20 palcos entretanto pisados.

 

Em 2010 a inscrição no Rock Nordeste surge apenas como isso: mais uma oportunidade para se fazerem ouvir. Porque o contrato mundial de publishing, o feedback das redes sociais e das actuações, o telefonema da TVI para incluir “Nó Da Gravata” na banda-sonora da novela “Sedução” já lhes conquistara a auto-confiança necessária para não se afastarem do conceito artístico alcançado em 6 anos.

 

É o que encontra no EP “Cintura”, com edição de autor distribuída às lojas portuguesas em Novembro de 2010 pela Compact Records e descrito na perfeição por outro jurado do Rock Nordeste, o radialista Rui Manuel Santos da Universidade FM: «Letras bem escritas e com uma métrica perfeita, um bom domínio dos instrumentos e do espaço que cada um deles ocupa nas músicas e um vocalista que sabe não só cantar como transmitir emoções a quem ouve os Cintura. Numa altura em que muitas bandas procuram fazer o single da "moda", os Cintura preferem fazer canções que são intemporais».

 

 



publicado por olhar para o mundo às 19:26 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Tens esse dom tão natural 
Fazes sorrir uma pedra 
E alguém sorria 
Tem esse dom tão especial 
E assim resolves a guerra 
E alguém sorria 
Yeah, yeah 
O mundo a perder-se por aí 
Yeah, yeah 
E eu fico bem assim a olhar para ti 
Tens esse dom tão natural 
De atravessar o deserto 
Com um sorriso 
Tens esse dom tão especial 
Todos te querem por perto 
Por um sorriso 
Yeah, yeah 
O mundo a perder-se por ai 
Yeah, yeah 
Eu fico bem assim a olhar para ti 
Eu fico bem… 
Olhar para ti… 2x 
Yeah, yeah 
O mundo a perder-se por ai 
Yeah, yeah 
Eu fico bem assim a olhar para ti 
O químico diria 
Que tu tens o segredo da alquimia



publicado por olhar para o mundo às 17:13 | link do post | comentar

Charanga

 

A música de lançamento do novo álbum da Charanga está já disponível! https://soundcloud.com/charanga/tacordar

 

Depois do enorme sucesso da campanha de financiamento colectivo (www.massivemov.com/bordatu) a Charanga está a finalizar o seu primeiro álbum de originais para lançamento em breve.

 

A Charanga é um projecto de criação e performance musicais. Na era digital e cultura actual, usamos computadores, beatboxes, sintetizadores, ferramentas virtuais e influências musicais globalizadas, mas também o tambor, a gaita-de-fole, o violino, a D. Ermelinda que canta a Moda da Ceifa e os adufes. O repertório é maioritariamente original, sendo complementado com variações, versões e deambulações inspiradas nas construções melódicas, harmónicas e rítmicas do cancioneiro popular português e galego.

Vídeos:
Charanga ao vivo http://www.youtube.com/watch?v=yMfsrFdtl88
Charanga no telhado http://vimeo.com/23954418
Charanga na TV http://vimeo.com/29225369

Mais informações em www.facebook.com/charangaportugal / www.charanga.pt



publicado por olhar para o mundo às 12:23 | link do post | comentar

 

Letra

 

Ouvi dizer que o nosso amor acabou.
Pois eu não tive a noção do seu fim!
Pelo que eu já tentei,
Eu não vou vê-lo em mim:
Se eu não tive a noção de ver nascer um homem.
E ao que eu vejo,
Tudo foi para ti
Uma estúpida canção que só eu ouvi!
E eu fiquei com tanto para dar!
E agora
Não vais achar nada bem
Que eu pague a conta em raiva!
E pudesse eu pagar de outra forma!
Ouvi dizer que o mundo acaba amanhã,
E eu tinha tantos planos pra depois!
Fui eu quem virou as páginas
Na pressa de chegar até nós;
Sem tirar das palavras seu cruel sentido!
Sobre a razão estar cega:
Resta-me apenas uma razão,
Um dia vais ser tu
E um homem como tu;
Como eu não fui;
Um dia vou-te ouvir dizer:
E pudesse eu pagar de outra forma!
Sei que um dia vais dizer:
E pudesse eu pagar de outra forma!
A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!
Ora amarga! ora doce!
Pra nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura!



publicado por olhar para o mundo às 10:15 | link do post | comentar

 

Letra

 

Ai rosa clara algum dia
Rosa clara te deixei
Ai rosa clara algum dia
Te amarei.

Ai amor amores tenho mais de um cento
Bonecas primores cabeças de vento
Cabeças de vento não as quero não
Ai amor amores do meu coração.

INSTRUMENTAL

Ai rosa clara algum dia
Rosa clara te deixei
Ai rosa clara algum dia
Te amarei.

Cabeças de vento não as quero não
Ai amor amores do meu coração
Ai rosa clara algum dia
Te amarei.



publicado por olhar para o mundo às 08:14 | link do post | comentar

Quinta-feira, 18 de Abril de 2013

Kalú Comunicação


KALÚ VAI ACTUAR NO 19º SUPER BOCK SUPER ROCK

MÍTICO BATERISTA LEVA AO MECO «COMUNICAÇÃO», O SEU PRIMEIRO ÁLBUM A SOLO

 

Kalú vai marcar presença no 19º Super Bock Super Rock. Com actuação marcada para dia 18 de Julho, o autor de «Comunicação» junta-se, assim, a um cartaz que inclui Queens of the Stone Age, The Killers, entre muitos outros. Ao Meco, o mítico baterista e fundador dos Xutos & Pontapés leva o seu primeiro álbum a solo, que foi editado pela Universal Portugal no início do ano e que levou este veterano do rock nacional a afirmar: «parece que voltei a nascer para a música».

Para Kalú, editar a solo, ao fim de mais de três décadas de carreira, foi «um processo natural», instigado, sobretudo, «pelos amigos e família»«Comunicação» é composto por uma dezena de canções que nasceram quando Kalú estava a trabalhar no mais recente registo dos Xutos & Pontapés. «Estávamos todos a fazer músicas e eu fui fazendo coisas mas sentia que, algumas, não se encaixavam no perfil dos Xutos». As ideias não morreram e deram início a um documento onde Kalú se apresenta como nunca antes visto: na linha da frente, dando a cara e a voz às letras de Vasco Ferreira e do produtor Ramon Galarza.

Toda a gente sabe que a música faz parte de Kalú e que, para si, o rock é tão importante como o ar que respira. Não é, por isso, de estranhar que «Comunicação» tenha sido feito, única e exclusivamente, pelo prazer de tocar. «Fiz este álbum porque adoro fazer músicas. Estou a divertir-me imenso, a adorar esta experiência. E espero que as pessoas gostem». Um prazer que todos vão poder apreciar num dos maiores festivais portugueses!



publicado por olhar para o mundo às 23:20 | link do post | comentar

Cuca Roseta


Cuca Roseta

Novo single estreia amanhã em exclusivo na Antena 1

‘Raiz’ chega às lojas a 6 de Maio

 

Chama-se ‘Fado do Contra’ e é o tema escolhido como primeira amostra do novo álbum de Cuca Roseta. O single estreia amanhã em exclusivo na Antena 1 e será acompanhado por um vídeo, realizado por Aurélio Vasques, gravado na Quinta das Lágrimas, em Coimbra. Este será o primeiro registo de uma série de vídeos das novas canções.

O novo álbum de Cuca ficará disponível em pré-venda durante a próxima semana. Na fnac online a partir da próxima segunda-feira, com 2€ de desconto no disco, mais para o final da semana no iTunes. Aqui, os fãs poderão ouvir 90’ de cada um dos fados que compõem ‘Raiz’ e no acto da pré-compra recebem imediatamente o single.

Em ‘Raiz’, Cuca aparece como autora e compositora de quase todos os fados que integram o disco. ‘(…) deitou o conforto às urtigas e, numa coragem quase anacrónica, resolveu dar tudo o que tinha: letras e músicas próprias, num disco quase em contra-ciclo, quase de cantautora. Um passo ousado? Claro – mas coerente na sua ousadia’, escreve Nuno Miguel Guedes no texto de apresentação ao disco.

E acrescenta: Nesta raiz, e não por acaso, todos os temas são nomeados por «fado». Excepto um: a Marcha da Esperança. E é tão fácil perceber porquê: ao ouvir tudo o que está nesta «Raiz» ouvimos o coração e as emoções de quem a fez. Não consigo imaginar maior ambição para um artista e muito menos para quem o quer ouvir. O segredo é outra vez o mesmo, porque em Cuca Roseta não poderia ser outro: uma surpreendente, oportuna e deslumbrante verdade em estado puro.

‘Raiz’ tem edição prevista para 6 de Maio.



publicado por olhar para o mundo às 20:04 | link do post | comentar

 

Letra

 

Menina dos olhos tristes
o que tanto a faz chorar 
o soldadinho não volta
do outro lado do mar

 

Vamos senhor pensativo
olhe o cachimbo a apagar 
o soldadinho não volta
do outro lado do mar 

Senhora de olhos cansados
porque a fatiga o tear 
o soldadinho não volta
do outro lado do mar

 

Anda bem triste um amigo
uma carta o fez chorar 
o soldadinho não volta
do outro lado do mar

A lua que é viajante
é que nos pode informar 
o soldadinho já volta
está mesmo quase a chegar

 

Vem numa caixa de pinho
do outro lado do mar 
desta vez o soldadinho
nunca mais se faz ao mar



publicado por olhar para o mundo às 17:17 | link do post | comentar

“11 Canções” é o novo álbum de MIGUEL GAMEIRO

 

 

Miguel Gameiro, 11 canções


EDITADO A 29 DE ABRIL

 

 

 

11 Canções” é o novo álbum de Miguel Gameiro que será editado no dia 29 de Abril.

 

Com 19 anos de carreira, com 8 discos gravados, mais de 100 canções editadas, 4 discos de ouro e centenas de concertos realizados por todo o país, quer enquanto membro dos Pólo Norte, quer a solo, Miguel Gameiro, é hoje um dos mais carismáticos e reconhecidos cantautores do panorama musical português.

Três anos depois de “A PORTA AO LADO”, primeiro disco a solo editado em 2010, com mais de 13.000 unidades vendidas e recordes de airplay com “Dá-me um Abraço” e “O Teu Nome”,Miguel Gameiro lança o seu segundo disco a solo.  ““11 Canções” é um disco de canções de e para as pessoas, porque as Canções são as Pessoas, as Pessoas são as Canções, refere o mesmo.

 

 

Em antevisão a “11 Canções”, Miguel Gameiro disponibilizou a 8 de Março um EP em formato digital – “Pessoas”, com 4 temas exclusivos:

  1. “Já Não Canto Essa Canção”
  2. “Ficas-me Bem”
  3. “Porque É Que A Gente Não Se Dá”
  4. “Pequenas Coisas”

 

O single de avanço do seu segundo disco a solo - "Já Não Canto Essa Canção" -  uma canção de recomeço, segundo o músico – já está em airplay nas principais rádios nacionais.

 

 

“Já Não Canto Essa Canção” - Videoclip


 

 


 

“11 Canções” será apresentado em dois concertos:

- Dia 26 de Abril, às 22h, no Centro Cultural Olga Cadaval

- Dia 4 de Maio, às 21h30, no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE)

 



publicado por olhar para o mundo às 12:05 | link do post | comentar

 

Letra

 

Cuantas veces te llamaba te llamaba sola y triste pero
nunca estabas, nunca estabas. Perdi.. perdi la voz mi
corazon se fue arrugando en un rincon de miedo y solo
hay una vida vida vida por vivir. 

Camino y camino pero no levanto el vuelo, levanto un
castillo de ilusiones y sueños con mis manos sola en
mi silencio
Y volar y acariciar el cielo con mis manos y olvidar
mi dolor, inventar horizontes nuevos. Y cantar y
hasta romper mi voz gritando y vencer al amor...y
vencer al amor... 

Una razon 4 besos y un portazo y un te quiero que me
esta matando, me esta matando y me puede.. quiero
salir abrire por fin mis alas blancas…. 

Camino camino pero no levanto el vuelo levanto un
castillo de ilusiones y sueños.. Camino y camino
pero no levanto el valor levanto un castillo de
ilusiones y sueños con mis manos sola en mi silencio 

Y volar y acariciar el cielo con mis manos, y
olvidar mi dolor… inventar horizontes nuevos.
Y cantar y hasta romper mi voz gritando y vencer
al amor… al amor… Camino y camino pero no levanto
el vuelo levanto un castillo de ilusiones y sueños.. 

Y volar y acariciar el cielo con mis manos, y
olvidar mi dolor.. inventar horizontes nuevos…. Y
cantar y hasta romper mi voz gritando y vencer al
amor…y vencer… al amor… 

Cuantas veces te llamaba, te llamaba sola y triste..
pero nunca estabas…



publicado por olhar para o mundo às 10:09 | link do post | comentar

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