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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

 

Letra

 

Terra do fogo
No sul da Argentina
Oito da matina e um frio de rachar
Sai a patrulha para militar

Estendendo a roupa toda remendada
Usada pelos seus irmãos
Sonha com um tango
Dançado com as mãos

Conchita Morales
Viu los federales
E logo ali temeu
Pelas lindas formas que sua mãe lhe deu

Anda Conchita
Carita bonita
Vais ter de agradar
Ao senhor militar

Ela não sabia
Se era noite ou dia
Se ainda chovia
Quando acordou
No chão da caserna onde ele a deixou

Ela andou cansada
Rota e usada
Pela tropa que lhe traçou
Negro destino que ela abraçou

Anda Conchita
Carita bonita
A vida não espera
Tu foge daí

Em Buenos Aires
são seis de la tarde
Conchita anda a trabalhar
Tem outras bocas para sustentar

Conchita Morales
Viu los federales
Garbosos e não resistiu
Mandou todos à puta que os pariu

Anda Conchita
Carita bonita
Dá-me a tua mão
Viva a revolução

O regresso de Madredeus por Antologia


Compilação apresentada em duas versões distintas, um CD com 18 canções e um CD duplo com 30 canções. Antologia foi o nome dado ao trabalho que reúne temas desde 1987 a 2005.


Com este lançamento, a EMI Music Portugal pretende homenagear o percurso de uma banda que marcou a história na música Portuguesa e a levou a território internacional.

 

Esta compilação reúne momentos essenciais da banda, recordando os álbuns: “Os dias da Madredeus” (1987) ; “Existir” (1990); “O Espírito da Paz” (1994); “Ainda” (1994, banda sonora do filme Lisbon story, de Wim Wenders); “O Paraíso” (1997); “Movimento” (2001); “Um amor infinito” (2004) e “Faluas do Tejo” (2005).

 

Ambas as versões incluem o tema “As brumas do futuro”, tema composto para a banda sonora do filme “Capitães de Abril”.

 

Antologia concentra nas duas versões aquilo que melhor caracteriza os Madredeus: temas de inspiração campestre, pastoril, urbana, marítima e também temas a que se podem chamar canções de distância. Junta-se a isto a imagem constante da cidade de Lisboa.

 

Ambas as edições contêm um texto de Miguel Esteves Cardoso, intitulado “Amanhã Será Há Muito Tempo”.

Rita Oliveira

 

retirado do HardMúsica

 

 

letra

 

Perdes tempo reparar na cara feia
que é bonita de alguém
De repente até um porco
é engraçado também
Porque vive, mexe e morre
e nasce filho de uma mãe
Porque a lógica lá dele
não faz sentido a mais ninguém

Perdes tempo de beijinhos
a pensar onde meter cada mão
Mas o outro só quer mesmo
é estar contigo, e então
Vê se deixas a ciência
que perdeste a noção
Uma coisa são instintos
outra coisa é intenção

Se vais jogar até morrer
habilitas-te a perder
Se não há nada para ganhar
o que é que tu queres apostar
E diz-me lá tu nesta história
esperas que tipo de vitória 
Se vais jogar até morrer
habilitas-te a perder
Se vais jogar até morrer
habilitas-te a perder
Se vais jogar até morrer
habilitas-te a perder

Perdes tempo a reparar na cara feia
que é bonita de alguém
De repente até um porco
é engraçado também
Porque vive, mexe e morre
e nasce filho de uma mãe
Porque a lógica lá dele
não faz sentido a mais ninguém

 

 

letra

 

When i am dreaming 
(I) see myself with you 
I wonder how it would be 
If I told you

Come 
And take my hand 
Stay…with me

Come 
Let’s run away 
Away from here

Climbing (the) mountains high 
Crossing the crystal lake 
We’ll never give it up 
We’ll never forsake

Dancing near the river 
Singing with the wind 
Feeling the sun on your face 
And the taste of fun embrace 
------------------------- chorus 
I’m in wonderland 
The place of dreams 
So come and take my hand 
Let’s be just one

We’ll never give it up 

The Happy Mess

facebook: https://www.facebook.com/thehappymess
 

 

O tema "Morning Sun", dos The Happy Mess, produzido por Fred (Orelha Negra/Buraka Som Sistema), masterizado em Nova York nos estúdios Masterdisk Indie por Tim Boyce e extraído do EP "October Sessions 2012", já tem um fantástico vídeo!

O vídeo foi realizado por Augusto Fraga e produzido pela produtora Krypton, tendo como ponto de partida um briefing criativo entre o realizador e o director de fotografia. "Jogámos com a cor e o preto e branco, usando tintas e make up especiais vindas expressamente de Londres e da Índia", conta-nos a directora de produção Alexandra Ribeiro.
 

 

O vídeo foi realizado por Augusto Fraga e produzido pela produtora Krypton, tendo como ponto de partida um briefing criativo entre o realizador e o director de fotografia. "Jogámos com a cor e o preto e branco, usando tintas e make up especiais vindas expressamente de Londres e da Índia", conta-nos a directora de produção Alexandra Ribeiro.

A colaboração com a Krypton e os The Happy Mess já não é de agora, tendo o vídeo do tema "I Wonder Why" (retirado do mesmo EP), sido também produzido e realizado por esta produtora, uma das maiores e mais conceituadas na área de filmes publicitários.



 

 

letra

 

Era eu a convencer-te que gostas de mim 
e tu a convenceres-te que não é bem assim... 
Era eu a mostrar-te o meu lado mais puro 
e tu a argumentares os teus inevitáveis 

Eras tu a dançares em pleno dia 
e eu encostado como quem não vê 
Eras tu a falar para esconder a saudade 
e eu a esconder-me do que não se dizia 


... afinal quebramos os dois... 

Desviando os olhos por sentir a verdade 
juravas a certeza da mentira 
mas sem queimar demais 
sem querer extinguir o que já se sabia 

Eu fugia do toque como do cheiro 
por saber que era o fim da roupa vestida 
que inventara no meio do escuro onde estava 
por ver o desespero na cor que trazias... 

... afinal quebramos os dois... 

Era eu a despir-te do que era pequeno 
e tu a puxares-me para um lado mais perto 
onde contamos histórias que nos atam 
ao silêncio dos lábios que nos mata...! 

Eras tu a ficar pors não saber partir... 
e eu a rezar para que desaparecesses... 
Era eu a rezar para que ficasses.. 
e tu a ficares enquanto saías. 
... não nos tocamos enquanto saías. 
não nos tocamos enquanto saímos. 
não nos tocamos e vamos fugindo 
porque quebramos como crianças 

...afinal quebramos os dois... 

...e é quase pecado o que se deixa... 
...quase pecado o que se ignora...

 

 

 

Letra

 

Debaixo Da Ponte

Há um vagabundo sem nome que dorme debaixo da ponte
Eu não conheço esse homem em que me tornei hoje
Vejo as luzes da cidade a brilhar ao longe
Onde mora a felicidade a mulher dos meus sonhos
Dizem que se eu procurá-la muito talvez a encontre
Dizem que casou com um homem nobre
Eles acharam-na cara demais para qualquer noivo
Mas eu vou convidá-la para sair a noite
Se ela aceitar vou levá-la até aos montes
Depois vou beijá-la e voltar a ponte

Olha há alguém no pontão velho(2x)
É o rei do rio que não chega ao mar(2x)

Há um vagabundo sem nome que dorme debaixo da ponte
Há um rosto enrugado no reflexo do lodo
Há algo de errado que este rio esconde
Desde o tempo em que tu eras naive e novo
Dizem que nasce todos os dias e a noite morre
Dizem que casou com um homem nobre
Hoje eu vou procurá-la num lugar bem longe
Mas se eu não encontrá-la vou voltar a ponte

Olha há alguém no pontão velho(2x)
É o rei do rio que não chega ao mar(2x)

Olha há alguém no pontão velho(4x)
É o rei do rio que não chega ao mar(4x)

“Fado-Pode Ser Saudade” um duplo CD que chega às lojas“Fado-Pode Ser Saudade” um duplo CD que chega às lojas

No CD1 eram os maiores artista da actualidade de então que apareciam, como Ana Moura, Mafalda Arnauth, Rodrigo Costa Félix, Aldina Duarte, Ricardo Ribeiro e outros que estavam a surgir como Marco Rodrigues, Cuca Roseta, Ricardo Ribeiro ou Filipa Cardoso. 

No CD2 são as históricas figuras do Fado como Amália, Marceneiro, Carlos do Carmo ou Hermínia Silva, que dão vida ao disco.

O tema que dá nome a esta compilação “Pode Ser Saudade” de Jorge Fernando é um exclusivo desta edição, tendo sido regravado com um novo arranjo especialmente para este disco.

 

Retirado do HardMúsica

 

 

 

letra

 

Quando o tempo for remendo,
Cada passo um poço fundo
E esta cama em que dormimos
For muralha em que acordamos,
Eu seguro
E o meu braço estende a mão que embala o muro.

Quando o espanto for de medo,
O esperado for do mundo
E não for domado o espinho 
Da carne que partilhamos,
Eu seguro.
O sustento é forte quando o intento é puro.

Quando o tempo eu for remindo,
Cada poço eu for tapando
E esta pedra em que dormimos
Já for rocha em que assentamos,
Eu seguro.
Deixo às pedras esse coração tão duro.

Quando o medo for saindo
E do mundo eu for sarando
Dessa herança eu faço o manto 
Em que ambos cicatrizamos 
E seguro.
Não receio o velho agravo que suturo. 

Abraços rotos, lassos,
Por onde escapam nossos votos.
Abraso os ramos secos, 
Afago, a fogo, os embaraços
E seguro,
Alastro essa chama a cada canto escuro.

Quando o tempo for recobro,
Cada passo abraço forte
E o voto que concordámos
É o amor em que acordamos,
Eu seguro:
Finco os dedos e este fruto está maduro.

Quando o espanto for em dobro,
o esperado mais que a morte,
Quando o espinho já sarámos
No corpo que partilhamos,
Eu seguro.
O que então nascer não será prematuro.

Uníssonos no sono,
O mesmo turno e o mesmo dono,
Um leito e nenhum trono.
Mesmo que brote o desabono
Eu seguro,
Que o presente é uma semente do futuro.

 

Samuel Uria e Marcia 

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