Domingo, 25 de Novembro de 2012

 

letra

 

Black coffee and cigarettes
Newspapers and no regrets
It´s my new kind of morning sun

This morning is freezing again
Black clouds and heavy rain
And my bed it´s so empty now 
Learning how to fly
Learning how to smile
Learning how to dream again

It´s a story you never end 
You come and go to understand 
What you really feel 

I could try, pushing high
But I feel so stuck, my pride so fuck

And I want to be just fine
Feel the rain in my face, in my hands 
With no worries about this game
You use to play 

I could try, pushing high
But I feel so stuck, my pride so fuck



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The happy mess

 

Dizem-nos muitas vezes que estamos a surfar esta nova vaga da música alternativa portuguesa... mas às tantas andamos só enrolados na nossa própria onda.


Temos mais ou menos um ano de vida e se é para catalogar...sentimo-nos bem no universo Indie, com indisfarçáveis referências a tudo o que mexe.


Estamos desde Janeiro a fazer uma "digressão" pelo imenso país a apresentar o EP "October Sessions", um disco que nos saiu do bolso.


Olhando para trás, o projecto começou a ganhar forma em Outubro no Namouche Studios em Lisboa, com o produtor Joaquim Monte, onde acabámos por gravar vários temas.

Na nossa biografia, importante foi ainda o dia em que ficámos mesmo na penúria. Quando decidimos fazer a masterização em Nova Iorque, com o Tim Boyce, nos estúdios Masterdisk Indie, por onde têm passado nomes como David Bowie, Gorilaz, Pearl Jam, Bob Dylan, Prince, Bruce Springsteen ou Nirvana.


Durante as gravações, recebemos dois mails que nos souberam a Grammy...O produtor dos Arcade Fire, Howard Billerman e Christopher Fudurich, produtor e engenheiro de som da Britney Spears, ouviram o som e deram razões suficientes para nos convencermos que afinal esta cena até podia dar qualquer coisa de jeito.

Não esquecemos o dia em que gravámos o vídeo do “I Wonder Why”, produzido e realizado pela Krypton, uma das maiores produtoras de filmes publicitários do país. Apanhámos um frio de rachar, fizemos viagens de avião, comprámos roupa de propósito e acabámos por entrar alguns segundos no video. Bom... a bem da verdade foi por opção nossa e da realização!


Entretanto já foram  produzidos vídeos com a colaboração de uma série de realizadores amigos, como é caso do José Maria Cyrne/Wiseguys ( Even if The day was blue ), Miguel Meneses/Notícias do Parque ( Shape of L) e do premiado Jorge Pelicano, autor do documentário Pare, Escute e Olhe, ( Whatever ).

Em breve teremos a estreia do mais recente vídeo "Morning Sun", este também realizado pela Krypton. Fiquem atentos!"

 

Os Happy Mess são:
 

Voz e Guitarra - Miguel
Guitarra - Gaspar

Teclas - Rui
Sintetizador e Voz - Joana
Bateria - Tim

Baixo - João Pascoal


ALINHAMENTO 'OCTOBER SESSIONS'
1. I WONDER WHY
2. MORNING SUN
3. SHAPE OF L
4.  EVEN IF THE DAY WAS BLUE
5. LIKE ME
6. WHATEVER

facebook: http://www.facebook.com/thehappymess
 

  Single "Morning Sun" -  já disponível no iTunes
https://itunes.apple.com/pt/album/morning-sun-single/id577054230




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letra

 

A tarde a cair
Os barcos a passar
E as velas desses barcos
Iluminam as noites deste mar
Há barcos que navegam
E se encantam noutro mar
Há barcos que balançam com saudade, saudade de voltar

Eu ouço o canto do mar
De lá que vem, do barco de alguém
Do mar de quem procura também como eu
Uma ilha e seu mar

Eu canto pros meus barcos com o mar no coração
Os barcos a sumir os acomodo na minha mão
Se um dia um desses barcos ancorar na minha aldeira
O convido a navegar
Pelos mares, os mares das minhas veias



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Sábado, 24 de Novembro de 2012
Aurea quer chegar às raízes da música soul

A cantora portuguesa Aurea edita na segunda-feira o segundo álbum, Soul Notes, que considera ser um novo passo a caminho de um objectivo maior, chegar às raízes da música soul, disse à agência Lusa.

 

Dois anos depois do álbum de estreia, homónimo, que lhe rendeu dupla platina, prémios e vários concertos esgotados, Aurea edita um novo registo que musicalmente "segue muito a linha do primeiro disco".

 

As canções de Soul Notes foram compostas novamente por Rui Ribeiro e Ricardo Ferreira, a mesma dupla que escreveu o primeiro álbum, a partir de "situações e experiências e pessoais" que fazem parte da vida de Aurea.

 

Canções como The starScratch my back e Do what's best for you podem ter um carácter biográfico, mas são para o público se aproximar delas, explicou a cantora.

 

Em estúdio, Aurea diz que tentou deixar do lado de fora a ansiedade, a pressão e a expectativa de um novo disco, tendo em conta que o primeiro álbum liderou as vendas em Portugal durante várias semanas.

 

Hoje com 25 anos, Aurea recorda que há dois anos era apenas uma rapariga a tentar uma carreira como cantora: "Estava muito nervosa, não tinha qualquer tipo de experiência no mundo da música".

 

O contacto com os fãs, subir a um palco, lidar com os media, andar em digressão deu-lhe experiência profissional e bases para o segundo disco, disse.

 

"Soul Notes" é um disco "mais coeso e equilibrado que o primeiro disco e está a ir mais ao encontro daquilo que quero fazer futuramente, que é a raiz da soul music", disse.

 

Aurea fará duas curtas apresentações do disco no fim-de-semana na região de Lisboa: No sábado nas FNAC do Colombo e do Chiado e no domingo nas FNAC de Alfragide e Cascais.

 

A digressão de Soul Notes só deverá arrancar em 2013, mas até lá será possível vê-la, por exemplo, a 2 de Dezembro em Xangai, na China, e no dia 12 de Dezembro no espectáculo "Live Freedom", da Amnistia Internacional, no Teatro Tivoli, em Lisboa.

 

Noticia do Sol



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Letra

 

Madrugada, o porto adormeceu, amor,

A lua ondula sobre as ondas

Piso espelhos antes de que saia o sol

Na noite guardei a tua memória.

Perderei outra vez a vida

Quando a luz romper nos costões,

Perderei o dia em que aprendi a beijar

Palabras dos teus olhos sobre o mar,

Perderei o dia em que aprendi a beijar

Palavras dos teus olhos sobre o mar.

Veio a manhã antes de vir o rumor,

Levou uma maré à sua sombra.

Barcos negros cruzam a manhã sem voz,

As redes vazias, sem gaivotas.

E dirão, contarão mentiras

Para oferecer-las ao patrão:

Vão querer fechar com algumas moedas, talvez,

Os teus olhos abertos sobre o mar,

Vão querer fechar com algumas moedas, talvez,

Os teus olhos abertos sobre o mar.

Madrugada, o porto despertou, amor,

O relógio do bar ficou parado

Na costeira muda da desolação

Não vamos esquecer nem perdoa-lo.

Voltarei, voltarei à vida

Quando a luz bater nos costões

Por que nós arrancamos todo o orgulho do mar,

Nós não afundaremos nunca mais

Que em sua memória nao haja mais volta:

Nao nos humilharemos NUNCA MAIS.



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Fundação Orquestra Estúdio e Ivan Lins juntos no palco de Guimarães 2012


Fundação Orquestra Estúdio e Ivan Lins juntos no palco de Guimarães 2012 

A 24 de Novembro, pelas 22:00, o Pavilhão Multiusos de Guimarães acolhe um concerto onde se celebrará a lusofonia no âmbito da Capital Europeia da Cultura. 

A Fundação Orquestra Estúdio, sob direção do maestro Rui Massena, partilha o palco com o músico brasileiro Ivan Lins. 


O espectáculo conta ainda com as participações de Paulo de Carvalho, a fadista Raquel Tavares e o cantor angolano Paulo Flores.

 

Para quem estiver interessado ainda há bilhetes disponíveis, que se encontram à venda no local do evento, na bilheteira online, no Centro Cultural Vila Flor e nos espaços informativos de Guimarães 2012, pelo preço de dez euros. 

Os titulares do cartão Guimarães 2012, pessoas com deficiência, estudantes, menores de 30 anos e maiores de 65 têm direito a desconto.

 

Noticia do HardMúsica



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Letra

 

Aviões no céu a mil
Banda larga em arganil
Argonautas, foguetões
Fogos factuos e neutrões
Nitro super combustão
Consta em santa comba dão
Dão-se destas situações
Milagres, aparições
Dava-se outro caso assim
E tu gostavas de mim

Pode um rebento em Belém
Ser filho mas só da mãe
Multiplicação do pão
O Boavista campeão
Automóveis sem motor
Motociclos a vapor
Se não tem divina mão
E acontece tudo em vão
Dava-se outro acaso assim
E tu gostavas de mim

Lei e ordem no Brasil
Ciberespaço em contumil
Cães em naves espaciais
Microchips em cães normais
Microsondas em Plutão
Dentro da televisão
Situações paranormais
Para nós mais que banais
Não era pedir de mais
E tu gostavas de mim



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Lisboa Mistura com Macacos do Chinês e Orelha negra


Em 2013, as Festas da Cidade adoptarão o festival, mas Macacos do Chinês e Orelha Negra fazem já a festa amanhã

 

Não é a primeira vez que Lisboa se rende à mistura dos sotaques e das culturas, que todos os dias preenchem as ruas da cidade. Mas é, no entanto, a última vez que o faz com um festival, o Lisboa Mistura, que acontece este fim-de-semana no São Luiz. Não, o festival, que tem trazido para os palcos da cidade comunidades artísticas de várias origens, apostando na interculturalidade, não vai acabar. Mas vai mudar. Se correr como planeado, acontecerá durante as Festas da Cidade, em Junho, e vai abranger ainda mais áreas. Lisboa vai adoptar o festival e a Mistura vai ser ainda maior.

 

Mas antes de lá chegarmos temos a edição deste ano, que, mesmo com todas as restrições orçamentais, conseguiu manter-se fiel à linha dos anos anteriores. Ou seja: mostrando o que de melhor as comunidades imigrantes a residir em Portugal fazem. Mas para um festival que aposta no debate intercultural, imigrante não será o termo mais indicado a usar. Independentemente das suas origens - começou com a imigração africana, depois a brasileira e, mais recentemente, do Leste da Europa -, pertencemos todos a Lisboa.

 

"É este sentido de comunidade que torna o Mistura num festival diferente dos outros", disse ao PÚBLICO Carlos Martins, responsável da associação Sons da Lusofonia, promotora do festival. "As pessoas já não querem fugir a este confronto de culturas, pelo contrário, querem perceber, querem conhecer a vivência dos outros", continua. Acredita que em tempos difíceis como os que vivemos estas iniciativas fazem falta. "Este sentido comunitário que defendemos é cada vez mais preciso, temos de estar unidos."

Programa

 

Teatro, música, cinema e debates fazem o festival, que arranca hoje no Jardim de Inverno do São Luiz (às 19h) com uma conversa sobre interculturalidade e as novas formas de comunicação. Kalaf, dos Buraka Som Sistema, vai estar presente, e além de falar vai também apresentar uma instalação multimédia preparada para o Mistura, onde questiona a vida liberta de qualquer bem, qualquer lugar ou pessoa. A noite continua depois na sala principal do teatro com o folk português dos Dazkarieh e termina no Musicbox com a viagem aos sons latinos dos Combo Nuevo Los Malditos e de Trio Pinchadiscos.

 

No sábado, como não podia deixar de ser, voltamos ao encontro com as comunidades, através daquele que para Carlos Martins é o projecto mais especial do Lisboa Mistura: a Oficina Portátil das Artes (OPA). "São espectáculos inéditos desenvolvidos ao longo do ano nas comunidades dos bairros da periferia e que são apresentados ao público no âmbito do festival", explica o responsável, que criou esta oficina em 2009 - o festival arrancou em 2005. O espectáculo, que começa às 16h, é preparado com o apoio de várias associações locais, e não olha a áreas (há projectos de dança, música ou teatro) nem a idades. "É para ser para todos e o melhor é que com isto conseguimos trazer para um grande palco de Lisboa pequenos artistas que de outra forma dificilmente conseguiriam cá chegar." Por arrasto, vem toda a comunidade.

 

"De repente temos no São Luiz um público que não é habitual mas que aprecia da mesma forma a cultura e isso é muito gratificante", diz, lembrando que nas últimas edições todos os espectáculos tiveram as lotações esgotadas. "Ao mesmo tempo que temos este lado popular e comunitário, em que nos propomos a reflectir sobre todas as questões da nossa vivência, tentamos também apresentar uma visão contemporânea, não descurando a qualidade artística", explica, destacando, ainda que com dificuldade porque está a falar da sua própria programação, a noite de concertos de amanhã, encabeçada pelos Macacos do Chinês, que viajam na música portuguesa entre o hip hop, o funk e o kuduro, e os Orelha Negra, projecto dos lisboetas Sam the Kid, Cruz, Ferrano, Gomes Prodigy e Rebelo Jazz Bassl.

 

Antes sobe ao palco o músico Tcheka, para apresentar o seu mais recente trabalho Dor e Mar, e é exibido o documentário de Filipa Reis e João Miller Guerra, Orquestra Geração.

 

O festival encerra domingo com a Festa Intercultura, que é nada mais nada menos que a celebração de todas as comunidades. "É para terminar mesmo em festa."

 

E para o ano, ambiciona-se a participação de artistas internacionais e a abertura a mais áreas. Os contactos já estão a ser feitos e a mistura a ser preparada.

Noticia do Público


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letra

 

Trago alecrim, trago ser-amado 
Cheira mais jasmim 
O resto que trago 
Trago umas mezinhas 
Para o coração 
Foi tantas ervinhas 
Que apanhei no chão! 

Sou filha das ervas 
Nelas me criei 
Comendo-as azedas 
Todas que encontrei 
Atrás das formigas 
Horas que passei 
Sou filha das ervas 
E pouco mais sei! 

Rosa desfolhada 
Quem te desfolhou? 
Foi a madrugada 
Que por mim passou 
Foi a madrugada 
Que passou vaidosa 
Deixou desfolhada 
A bonita rosa! 

Ramos de salgueiro 
Terra abrindo em flor 
Amor verdadeiro 
É o meu amor 
Papoila que grita 
No trigo doirado 
Menina bonita 
Rainha do prado!



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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2012

 

 

letra

 

No azul silento do céu 
Brilha uma estrela sozinha
Concerteza que é a minha
Tão sozinha como eu


Cansada de mendigar 
A esmola de um olhar teu
Fui meus olhos repousar
No azul silento do céu


No firmamento sem fim 
Que a mão de Deus encaminha
Talvez com pena de mim
Brilha uma estrela sozinha


A sua luz lembra bem 
A que dos teus olhos vinha
Mas a constância que tem
Concerteza que é a minha


Passo as noites a revê-la 
Na graça que Deus lhe deu
Ando presa a essa estrela
Tão sozinha como eu

 

Ando presa a essa estrela
Tão sozinha como eu



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La Spinalba ou a beleza do mundo


A obra-prima de Francisco António de Almeida, La Spinalba, tem agora edição internacional num CD triplo da Naxos que será lançado hoje no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. Um acontecimento raro, de Portugal para o mundo inteiro.

 

Marta Araújo e Marcos Magalhães não conseguem esconder, no sorriso feliz, um enorme orgulho. Porque foram eles que pegaram, desde o início, em La Spinalba, projecto que se confunde com os próprios Os Músicos do Tejo, nascidos em 2005. A cravista e co-fundadora do grupo, que assumiu a direcção da produção do disco a lançar hoje, às 18h, na Sala Amália Rodrigues do Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, lembra-se bem do princípio: "Andámos à procura de um nome, e complicámos tanto que acabámos por simplificar - escolhemos Os Músicos do Tejo, que tem a ver com Lisboa e connosco. A ideia era formar um grupo onde não fossemos só nós a tocar, mas onde fizéssemos os nossos projectos."

Marcos Magalhães, director artístico, músico, maestro e investigador, explica-nos o objectivo: "Queríamos fazer música orquestral e ópera, e tivémos a sorte de uma das nossas primeiras propostas ter sido aceite - La Spinalba, precisamente." Os Músicos do Tejo andavam atrás de uma ópera que tivesse a ver com Lisboa, e a escolha foi evidente: a obra de Francisco António de Almeida, compositor que terá morrido no terramoto de 1755. A ópera já tinha sido feita, mas nunca com instrumentos antigos, e tinha a vantagem de já estar em partitura, numa edição da Gulbenkian, da colecção Portugaliae Musica.

O

 

Noticia do Ipsilon



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Letra

 

Ó rama, ó que linda rama.
Ó rama da oliveira!
O meu par é o mais lindo
Que anda aqui na roda inteira!

 

Que anda aqui na roda inteira,
Aqui e em qualquer lugar,
Ó rama, que linda rama,
Ó rama do olival!


Eu gosto muito de ouvir
Cantar a quem aprendeu.
Se houvera quem me ensinara,
Quem aprendia era eu!


Não m'invejo de quem tem
Parelhas, éguas e montes;
Só m'invejo de quem bebe
A água em todas as fontes.


Fui à fonte beber água,
Encontrei um ramo verde;
Quem o perdeu tinha amores,
Quem o achou tinha sede.


Debaixo da oliveira
Não se pode namorar;
A folha é miudinha,
Deixa passar o luar.

 

 



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letra 

 

Just before our love got lost you said
I am as constant as a northern star
And I said, constantly in the darkness
Where's that at?
If you want me I'll be in the bar

On the back of a carton coaster
In the blue TV screen light
I drew a map of Canada
Oh Canada
With your face sketched on it twice

Oh you're in my blood like holy wine
You taste so bitter and so sweet
Oh I could drink a case of you darling
And I would still be on my feet
Oh I would still be on my feet

Oh I am a lonely painter
I live in a box of paints
I'm frightened by the devil
And I'm drawn to those ones that ain't afraid
I remember that time that you told me, you said
Love is touching souls
Surely you touched mine
Cause part of you pours out of me
In these lines from time to time

Oh you're in my blood like holy wine
You taste so bitter and so sweet
Oh I could drink a case of you darling
Still I'd be on my feet
I would still be on my feet

I met a woman
She had a mouth like yours
She knew your life
She knew your devils and your deeds
And she said
Go to him, stay with him if you can
But be prepared to bleed

Oh but you are in my blood you're my holy wine
You're so bitter, bitter and so sweet
Oh I could drink a case of you darling
Still I'd be on my feet
I would still be on my feet




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Letra


De pernas afastadas ,sento-me à mesa

Baterias apontadas aos croquetes

olho para o lado e tiro um ou dois

Não há todos os dias que há croquetes


Olho à minha volta.. mas quem é esta gente?

querem-me roubar os croquetes

olho para o lado e tiro três ou quatro

croquetes


que se foda o bacalhau


Saio para a rua e ao virar a esquina

na montra de um café, croquetes

na minha festa de anos havia de tudo

mas antes de tudo, croquetes


olho para o lado e tiro um ou dois

não é tosos os dias que há croquetes

não há volta a dar, são mesmo muito bons

croquetes


chouriço, batata,de chouriço ou de batata

só croquetes


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Deolinda gravam novo disco com produtor dos Beatles ou Rolling Stones

Jerry Boys, produtor e engenheiro de som britânico, vencedor de seis Grammys e com uma longa carreira iniciada nos míticos Abbey Road Studios, em Londres, em 1965, colabora na produção do novo disco dos Deolinda, ainda sem nome definido.


Dos anos 60 e 70, Jerry Boys guarda na memória colaborações em registos de várias bandas, como The Beatles, The Rolling Stones ou Pink Floyd. Entre os discos gravados por Jerry Boys ao longo da carreira contam-se álbuns dos REM, Everything But The Girl, Ry Cooder, John Lee Hooker, Shakira e o multigalardoado Buena Vista Social Club, entre outros.

 

O novo disco, o sucessor de "Dois Selos e Um Carimbo" (2010), começará a ser gravado na próxima semana nos Boom Studios, no Porto, e tem edição prevista para a primavera de 2013.

Noticia do Sapo Música


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letra

 

Não encontrei a letra desta música



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letra

 

Acordo e olho o espelho
percebo um sorriso velho
e um olhar abandonado
O coração é velhice
e na loucura de Alice
vejo-me no outro lado

Da esperança resta-me o medo
a minha vida, um segredo
que vê o mundo ao contrário
Todas as coisas são estranhas
todas as dores são tamanhas
e eu o seu inventário

Deixei para trás o juízo
confundo o choro e o riso
o direito com o avesso
Mas na louca lucidez
eu sei que esta é a vez
em que o fim é recomeço



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letra


Não encontrei a letra desta música


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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012

 

 

letra

 

Mentiria se disese que a vida segue igual sem ti
Que não sinto a tua a falta e que por fim até já te esqueci
Dizer que não me mata ver-te já com outro
Dizer que a tua ausencia não me deixa louco
Seria mentir a mesmo querer me enganar

Refrao:


Porque ainda te amo
Estou desesperado
Como é que eu faço para esquecer me de ti
E voltar a poder ser feliz

 

Porque ainda te amo
Estou abandonado
Eu dava tudo para voltar te a beijar
E a teu lado poder acordar


Porque ainda te amo

Cada dia eu me afogo mais no mar desta recurdação
Não a tempo nem distancia que te apagem do meu coracão
Eu vivo nesta sombra do que foi contigo
Sem ti na minha vida sinto me perdido
Regresa para junto de mim porque eu peço perdão

 

Refrao :
Porque ainda te amo
Estou desesperado
Como é que eu faço para esquecer me de ti
E voltar a poder ser feliz

 

Porque ainda te amo
Estou abandonado
Eu dava tudo para voltar te a beijar
E a teu lado poder acordar
Porque ainda te amo (x2)

 

Mentiria se eu disese que sem ti a vida segue igual...



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letra

 

Todos os dias há alguém quer não acorda
Enquanto outros lutam para dar a volta
Todos os dias no pescoço está a corda
De quem um dia vai deixar de andar à solta

 

Todos os dias há alguém que não come
Para poder tirar barrigas da miséria
Pais que trabalham o dia inteiro e passam fome
Escondendo aos filhos que viver é coisa séria
Viver é coisa séria

 

E há gente que não quer ver
E há gente que não quer ver
E há gente que não quer, não quer, ver

 

Todos os dias vender o corpo na noite
Parece ser a única saída
Mesmo que a filha sem saber não a perdoe
Ao menos não terá de ter a mesma vida

Todos os dias há alguém que se aproxima
Pedindo ajuda para ter o que comer


Não tínhamos de alimentar a sua sina
Mas temos todos muito mais o que fazer
Temos muito mais o que fazer

E há gente que não quer ver
E há gente que não quer ver
E há gente que não quer, não quer, ver (x2)



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Memorial para José Afonso vai ser criado em Lisboa

A ideia foi lançada pela Associação José Afonso, no contexto do orçamento participativo da Câmara Municipal de Lisboa.

 

Zeca Afonso foi também homenageado esta quarta-feira em Paris DR


O cantor e compositor José Afonso, figura icónica da cultura portuguesa falecido há 25 anos, vai ter um memorial em sua honra na cidade de Lisboa.

 

Foi Helena Carmo, do núcleo de Lisboa da Associação José Afonso quem o confirmou ao PÚBLICO. A associação concorreu ao orçamento participativo da Câmara de Lisboa, que desafia os cidadãos a apresentar ideias, e foi no seguimento dessa acção que viu a sua ideia ser uma das escolhidas. O projecto surgiu durante uma reunião do núcleo de Lisboa da associação, que depois lançou uma petição que viria a recolher sete mil assinaturas.

 

Agora, a câmara tem dois anos para concretizar a ideia. O local para a obra ainda não foi escolhido, mas a Avenida da Liberdade, o Jardim do Arco do Cego e a Cidade Universitária são algumas das zonas possíveis.

 

Entretanto, ontem, em Paris, no Théatre de la Ville, José Afonso foi alvo de uma homenagem num espectáculo com direcção musical de Júlio Pereira, no qual participaram músicos e cantores como Francisco Fanhais, António Zambujo, João Afonso ou Mayra Andrade. 

 

Noticia do Público



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Letra

 

It's the way you look at me
Oh, the way I still believe
That if I could, so then I would
Oh, would always be around

‘cause for you, I've waited all my life
That's true, you make me want to smile
Did anyone feel close to this before
Oh, I'm yours forever more
I'm by your side

Oh, it's the way you talk to me
Yeah the way, we stare at Christmas trees
That makes my heart know, and let my eyes show
Uh, I'll never let you go

‘cause for you, I've waited all my life
That's true, you make me want to smile
For you, I've waited a life
Baby uh, I'm always on your side

And no matter where you are
Oh, I'm always on your side




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letra

 

here is an empty road leading to nowhere 
there's water that floats and lights get born there 
mother of a lonely life having chilldren with no return 
Love is her brain and only her heart beating 

Hermaphrodite reproducing once and once again 
in love with dark but giving birth to light again 
Time will pass but this is a timeless afair 
Is the way the wave goes under 
water in a passion to share 



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papercutz, do mundo para Lisboa e Porto

São mais um daqueles casos de maior visibilidade lá fora do que cá dentro, embora falar nesses termos no mundo globalizado de hoje talvez não faça sentido. Dizemo-lo nós e di-lo Bruno Miguel, mentor do projecto Papercutz, que se apresenta esta quarta-feira (22h) ao vivo no Ritz, em Lisboa, e quinta-feira no Plano B (21h30) do Porto.

 

Ao longo dos dois últimos anos o projecto ganhou visibilidade junto de várias pequenas famílias internacionais, através da feitura de remisturas (Sun Glitters, Abadabad ou os Heart Shaped Rock com a cantora Nite Jewel) e por alguns lançamentos em editoras americanas e europeias. Finalmente, para completar esse circuito, o novo álbum foi produzido em Nova Iorque por Chris Coady, conhecido por ter trabalhado com os americanos Beach House, TV On The Radio, Gang Gang Dance ou Yeah Yeah Yeahs.

No centro das atenções, hoje e amanhã, estará o álbum The Blur Between Us, o segundo do projecto luso-americano, depois da estreia com Lylac. Os :Papercutz praticam uma pop electrónica de contornos escuros, com qualquer coisa de etéreo e sonhador, um tipo de sonoridade com mais afinidades globais (Zola Jesus, The Knife) do que propriamente com o cenário português. Ao lado de Bruno estará a cantora nova-iorquina Melissa Veras e um dos percussionistas do projecto Re-Timbrar, André Oliveira.

O lado mais orquestral presente nas novas canções será reproduzido digitalmente, embora no passado recente já tenham actuado pontualmente com músicos que tocam essas partes. “Quando metemos mais gente em palco a dinâmica é mais orgânica e os instrumentos acústicos ganham mais realce” reconhece Bruno. “No disco colaboraram alguns músicos de formação clássica e já consegui dar concertos com eles – com mais quatro músicos, em cordas e metais, mas em termos logísticos é difícil conseguir tocar periodicamente com esses músicos. É por isso que toda a componente clássica é substituída pela reprodução electrónica.”

Já a introdução de um percussionista não é surpreendente. Nas novas canções existe um pendor ritualístico muito forte, transportado pela sonoridade mais percussiva. “Gosto de trabalhar com outras pessoas” diz-nos Bruno, “aliás o projecto torna-se mais interessante, ganhando profundidade e um tipo de organicidade diferente quando trabalho com outros músicos, embora ele parta muito de mim.” Hoje e amanhã, há um projecto para descobrir pelo grande público, do Porto para o mundo, e deste para Portugal.

 

Noticia do Público



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letra

 

I know I said things I shouldn't say
Baby, I hope you're ok
But I heard things I didn't want to hear
And baby I'm still ok
I know that living with me was sometimes hard
Baby, I know that's true
But it's not so simple as you think
I'm feeling the same way too

Please don't say that it's over
Don't say that it's over 
Or won't know what to do
Don't say that you'll be gone
Or I'll be done
I'll lose myself inside of you

I know sometimes I might seem so ugly
And maybe I really am
I know that I'm not that easy to ignore
When I'm really mad...

'Cause I just wanna say I love you
More then I ever could
And I just wanna hear you love me too
Then I'll be fine

Don't say that it's over 
Don't say that it's over
Or won't know what to do
Don't say that you'll be gone
Or I'll be done
I'll lose myself inside of you

Please don't say that it's over
Don't say that it's over 
Or won't know what to do
Don't say that you'll be gone
Or I'll be done
I'll lose myself inside of you

Don't say that it's over
Don't say that it's over



publicado por olhar para o mundo às 08:03 | link do post | comentar

Quarta-feira, 21 de Novembro de 2012

OS PORTO
(João Grande e Rui Taborda, Ex-Taxi)

 

Álbum de estreia * 'Persicula Cingulata'

OS PORTO apresentam o seu álbum de estreia  * 'Persicula Cingulata'

facebook: http://www.facebook.com/pages/Os-Porto-banda/358862527476083


1º Single: 'Para Sempre'



 

2012 assinala o regresso ao estúdio e ao palco de João Grande e Rui Taborda (ex-Taxi). OS PORTO apresentam o álbum de estreia de título enigmático, 'Persicula Cingulata'. Uma formação diferente, uma sonoridade diferente, em 12 temas, totalmente de autoria e produção de João Grande e Rui Taborda, com a mesma qualidade a que os Taxi nos habituaram.

 

'Persicula Cingulata', marca o regresso de dois grandes nomes da música em Portugal, que revolucionaram a cena musical.
Cada um dos temas de
 'Persicula Cingulata' é um hino que, indubitavelmente, não vai passar indiferente aos amantes de música feita em Portugal. (Ver track by track)

 

O single de apresentação de 'Persicula Cingulata', intitulado 'Para Sempre' é um tema pop/rock que inevitavelmente chegará ao coração de todos nós.. Foi masterizado por Stephen Marcussen e Rui Taborda nos Estados Unidos. Já pode ser  ouvido nas rádios nacionais, e está disponível em formato digital.


Alinhamento 'Persicula Cingulata'

  1. O Vício
  2. Para Sempre
  3. Fim do Mundo
  4. De Mão em Mão
  5. Mundo Cão
  6. Onda do Meu Mar
  7. Filme Vazio
  8. Anjo do Céu
  9. Não Sai de Mim
  10. Viver Até Morrer
  11. Sombra Deste Fado
  12. Quanto Mais
 


publicado por olhar para o mundo às 20:26 | link do post | comentar

 

 

letra

 

She stepped into the park
I gave up looking for angels
Each moment loving the last one
The fear is walking us by
I understand all her demons
Relying on the day she will see

Shine On

Your freedom, I cannot bear
I'll try to be immune to the sadness
Now I pretend we are lovers
I keep wondering why

Shine On (3x)

You defy, I remain
Prisoner of your decisions
I dream, you laugh
I can remember how it started
One day, you'll see
Details will make all the difference
I love you, goodbye
Now you know I'm gone

Shine On (3x)

You defy, I remain
Prisoner of your decisions
I dream, you laugh
I can remember how it started
Someday, you'll see
Details will make all the difference
I love you, goodbye
Now you know I'm gone

Shine On (7x)



publicado por olhar para o mundo às 17:00 | link do post | comentar

Dead Combo vão estar na X Mostra Portuguesa em Madrid


A sala Galileo Galilei, em Madrid, vai acolher o concerto dos Dead Combo no dia 21 de novembro, no âmbito da X Mostra Portuguesa, que está patente na capital espanhola durante este mês.


No final do mês passado, a dupla esteve em Paris para dar um showcase numa das mais importantes feiras europeias de música - o MaMA Event.

A editora dos Dead Combo adianta que está prevista uma extensa digressão internacional durante o ano de 2013 e que levará o coletivo a vários palcos da Europa, das Américas e da Ásia.

 

Entretanto, em Portugal, os Dead Combo continuam a levar a sua “Lisboa Mulata” um pouco por todo o país e a próxima paragem é já este sábado, 24 de novembro, no Teatro Municipal de Vila do Conde.

Noticia do Sapo Música


publicado por olhar para o mundo às 12:28 | link do post | comentar

 

 

letra

 

Bring down the world
I hold the map, you start a fire
We'll meet where the sun burns
Tell me what you're sorry for

Heartbreak, if you can break it
Right now, suddenly again
Heartbreak, if you can take it
Come back, suddenly comes home 
Home

Tomorrow we kiss
Tomorrow we'll go
We fit in this slow time love
Video game
Running around
Waiting for a slow time love again 

This is the seashore
Keep your eyes above the water
I freeze near the sandbox
High-end angels at the door

This town is filled up
And keeps holding on 
This town will leave us
And keeps holding on 

Heartbreak, if you can break it
Right now, suddenly again
Heartbreak, if you can take it
Come back, suddenly comes home
Home

Tomorrow we kiss
Tomorrow we'll go
We fit in this slow time love
Video game
Running around
Waiting for a slow time love again

Enemies go to war
Soon as they went before



publicado por olhar para o mundo às 08:58 | link do post | comentar

Terça-feira, 20 de Novembro de 2012

JP Simões, Helder Moutinho e Gisela João numa noite de canções quentes e urbanas

Gisela João e Helder Moutinho juntam-se a JP Simões para uma noite dedicada às canções que aquecem o coração das cidades. A iniciativa, o III Concerto dos Advogados, está marcada para 21 de novembro no Teatro São Luiz, em Lisboa.
 
A ideia surgiu da empatia e mútua admiração que existe entre os três artistas e foi tomando a forma de uma viagem entre vários géneros de música intrinsecamente ligada às cidades, como o Fado, o Tango ou a Bossa Nova: uma encruzilhada onde os intérpretes arriscam percorrer outros caminhos para além dos seus habituais territórios de expressão. 
 
Nat King Cole, Trovante, Frank Sinatra, Carlos do Carmo, David Bowie, Amália, Tom Waits, bossa nova, jazz, fado, canção clássica... rumos que se cruzam em três vozes que abordam um reportório escolhido em comum com sensibilidades pessoais e diferentes.
 
A frase do poeta Francis Picabia, "o céu é frio por cima da fogueira pública", é o mote para o espectáculo onde as canções se servem quentes, salienta a organização.
 
Gisela João é considerada por muitos entendidos como uma das mais interessantes vozes dos últimos anos a surgir no panorama musical do Fado. Helder Moutinho é um fadista da geração que surgiu na década de 1990 vindo de uma família ligada ao fado. JP Simões  tem mantido um percurso musical nos últimos 17 anos com os Pop dell'Arte, Belle Chase Hotel, Quinteto Tati e a solo.
 
A acompanhá-los estarão Tomás Pimentel no piano, Gabriel Godoi e Pedro Viana na guitarra, Rogério Ferreira na viola e João Custódio no ContraBaixo.

O arranque do concerto está marcado para as 21 horas e os preços variam entre os 11 e os 22 euros.


Noticia do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 21:27 | link do post | comentar

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