Quarta-feira, 5 de Setembro de 2012

Fado em Si Bemol, apadrinhados por Paulo de Carvalho, atuam em Lisboa e no Porto


Os Fado em Si Bemol estão de regresso e na bagagem trazem o mais recente trabalho intitulado “QB”. "Casa da Mariquinhas" é o single de apresentação e Paulo de Carvalho canta em dueto com o quinteto natural do Porto.


"QB" apresenta novas versões de temas conhecidos do grande público, nos quais a guitarra portuguesa assume um papel de destaque, revela a promotora.

 

O single de apresentação do disco “Casa da Mariquinhas” é um dueto "improvável" com Paulo de Carvalho, "numa mistura invulgar de modernidade e tradição", descreve.

 

“Matilde”, “Do Nada o Fim” e “Folhetim” são alguns dos temas incluídos no novo registo discográfico do quinteto portuense.

 

O grupo vai apresentar-se ao vivo ainda durante este mês de setembro no Teatro do Bairro, em Lisboa, dia 20, pelas 22:00, e no Cine Teatro Eduardo Brazão em Valadares (Vila Nova de Gaia), dia 22, á mesma hora. 

 

Noticia do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 12:56 | link do post | comentar

 

 

O Corpo é Que Paga

 António Variações 

 

Quando a cabeça não tem juízo
Quando te esforças
Mais do que é preciso
O corpo é que paga
O corpo é que paga
Deix'o pagar, deix'o pagar
Se tu estas a gostar...

Quando a cabeça não se liberta
Das frustrações, inibições
Toda essa força, que te aperta
O corpo é que sofre
As privações, mutilações

Quando a cabeça esta convencida
De que ela é
A oitava maravilha
O corpo é que sofre
O corpo é que sofre
Deixa sofrer, deixa sofrer
Se isso te da prazer...

Quando a cabeça esta nessa confusão
Estas sem saber que hás-de fazer
E ingeres tudo o que te vem à mão
O corpo é que fica
Fica a cair sem resistir

Quando a cabeça rola pró abismo
Tu não controlas esse nervosismo
A unha é que paga
A unha é que paga
Não paras de roer
Nem que esteja a doer...

Quando a cabeça não tem juízo
E te consomes, mais do que é preciso
O corpo é que paga
O corpo é que paga
Deixa pagar, deixa pagar
Se tu estas a gostar...
Deixa sofrer, deixa sofrer
Se isso te da prazer...



publicado por olhar para o mundo às 08:09 | link do post | comentar

Terça-feira, 4 de Setembro de 2012

Luisa de carvalho


Luísa de Carvalho Trio no Clube 3C | 6 de Setembro de 2012 | Entrada livre

 

Do prazer que a música nos oferece num ambiente mais calmo e intimista, o Trio Luísa de Carvalho transporta-nos numa viagem pelo mundo do Jazz, dos Blues, da Bossa-Nova, terminando na música portuguesa.


Com um cariz muito particular, este trio visita alguns nomes importantes como Diana Krall, Norah Jones, Alícia Keys, Tony Bennett, Tom Jobim e Elis Regina.


Carregue aqui para ver a programação de Setembro de 2012



publicado por olhar para o mundo às 21:25 | link do post | comentar

David Fonseca surge com novo single “All That I Wanted”David Fonseca surge com novo single “All That I Wanted”

“All That I Wanted”, o primeiro single do novo álbum de David Fonseca “Seasons – Falling”, o 2.º volume de “Seasons”, irá ser apresentada ao público pela primeira vez esta segunda-feira, dia 03, na Rádio Comercial, precisamente às 08:35.

 

A partir dessa hora até às 24:00 desse mesmo dia, o single estará disponível, para os fãs, através do download gratuito directamente do site da rádio: www.radiocomercial.clix.pt

 

Uma semana antes de o disco chegar às lojas FNAC, a partir de dia 03, os novos formatos de “Seasons” poderão ser adquiridos em exclusivo no clube de fãs oficial “Amazing Cats”. Os primeiros compradores estão habilitados a ganhar um desconto de cinco euros na compra de bilhetes para a tournée de teatros do cantor. Esta tournée terá início dia 28 de Setembro no Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra.

 

Ao efectuarem a pré-compra do disco, antes deste chegar às lojas, os fãs de David Fonseca, poderão ouvir todos os novos temas a partir da utilização de um código de acesso gratuito ao serviço de música Music Box (válido por três meses).

Mafalda Jacinto

 

 

Noticia do HardMúsica



publicado por olhar para o mundo às 20:39 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Quando a cabeça não tem juízo
Quando te esforças
Mais do que é preciso
O corpo é que paga
O corpo é que paga
Deix'o pagar, deix'o pagar
Se tu estas a gostar...

Quando a cabeça não se liberta
Das frustrações, inibições
Toda essa força, que te aperta
O corpo é que sofre
As privações, mutilações

Quando a cabeça esta convencida
De que ela é
A oitava maravilha
O corpo é que sofre
O corpo é que sofre
Deixa sofrer, deixa sofrer
Se isso te da prazer...

Quando a cabeça esta nessa confusão
Estas sem saber que hás-de fazer
E ingeres tudo o que te vem à mão
O corpo é que fica
Fica a cair sem resistir

Quando a cabeça rola pró abismo
Tu não controlas esse nervosismo
A unha é que paga
A unha é que paga
Não paras de roer
Nem que esteja a doer...

Quando a cabeça não tem juízo
E te consomes, mais do que é preciso
O corpo é que paga
O corpo é que paga
Deixa pagar, deixa pagar
Se tu estas a gostar...
Deixa sofrer, deixa sofrer
Se isso te da prazer...
 





publicado por olhar para o mundo às 17:06 | link do post | comentar

Filho da Mãe e Frankie Chavez sopram as velas na Baixa-Chiado PT Bluestation


A Baixa-Chiado PT Bluestation nasceu a 8 de setembro de 2011 na estação de metropolitano da Baixa-Chiado, em Lisboa. A ideia central consiste em oferecer cultura gratuita. No dia em que completa um ano de vida, Filho da Mãe (às 21:00) e Frankie Chavez (22:00) vão cantar e apagar as velas.


O álbum mais recente de Filho da Mãe chama-se "Palácio", um disco "inquietante, de uma técnica e velocidade desconcertantes, frases lindíssimas desconstruídas como se de luz refratária em espelhos se tratasse. Genial e original, de um grande poder de abstração e obsessão de linhas de guitarra em movimento contínuo, em contextos e ambientes diferentes", considera Tó Trips, citado em comunicado enviado pela promotora.

 

Para o membro do duo Dead Combo, "Palácio" é um trabalho em que se "ouve a rua, as gentes que passam, ouve-se Lisboa, o mar, o silêncio e todo um imaginário que por vezes nos deixa sem fôlego. Filho da Mãe! Embora tenha uma identidade muito própria, 'Palácio' é barroco, clássico, moderno, experimentalista, cru, intemporal e redescobre-se a cada nova audição", descreve.

 

Por seu lado, Frankie Chavez tem sido referido como a mais recente revelação blues do sul da Europa. "Uma das características únicas da sua sonoridade é o facto de ter reinventado a abordagem da guitarra portuguesa. Utilizando uma afinação própria, Frankie Chavez dá-lhe uma roupagem totalmente diferente, misturando o seu trinar tão característico com riffs típicos de blues", pode ler-se na página oficial do artista na internet.

 

Números da promotora indicam que, desde que foi inaugurada, a Baixa-Chiado PT Bluestation já recebeu mais de 380 eventos, desde música, dança, teatro, exposições e desfiles de moda, entre outros, sempre gratuitos.

 

Noticia do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 12:51 | link do post | comentar

 

 

letra

 

Sem cor, sem tom, 
Com a voz que Deus me deu. 
Eu sei que sou, o que sempre desejei. 

O canto, que canto aos quatro cantos vai... 
É meu, é teu, de além mar ou mais. 

Eu vou, eu estou, 
Onde tu me quiseres, 
Eu vou, eu estou, 
Onde tu me quiseres, 
Porque no amor nunca é demais amar! 

Sem rumo, sem norte, 
Com o amor que Deus me deu, 
Irei de peito aberto, 
Para onde o destino me levar. 

O pranto que sinto, 
Cada vez que te canto 
O amor é fruto, 
Do que sentes por mim. 

Eu vou, eu estou, 
Onde tu me quiseres. 
Eu vou, eu estou, 
Onde tu me quiseres. 
Eu vou, eu estou, 
Onde tu me quiseres, 
Porque no amor nunca é demais amar! 

Eu vou, eu estou, 
Onde tu me quiseres. 
Eu vou, eu estou, 
Onde tu me quiseres, 
Porque no amor nunca é demais amar! 



publicado por olhar para o mundo às 08:59 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Qual a diferença entre esta casa e a outra
Para mim são iguais
Tão torta como a primeira
Para mim são iguais

Ele está à porta está sério
Sobe a saia pode ser que amoleça
Trabalha com a cabeça
Cuidado com a cabeça

Nas águas furtadas do teu amor
Procuro uma vista de rio

Tu sentes que o mar não sabe, tu sentes que o mar não sabe
Tu sentes que o mar não sabe amparar quando está frio



publicado por olhar para o mundo às 08:39 | link do post | comentar

Segunda-feira, 3 de Setembro de 2012

 

letra
Não encontrei a letra desta música


publicado por olhar para o mundo às 23:14 | link do post | comentar

 

Na linha dos festivais de verão, o festival ERP vai realizar-se num cenário edílico, enquadrado por um perímetro cultural de excelência, no qual sobressaem a Casa das Histórias Paula Rego e o Museu Biblioteca Condes de Castro Guimarães. Com um investimento de cerca de meio milhão de euros e um cartaz que remete para a década de 80, com os nomes de FR David, Alphaville, Ali Campbell - UB, Liz Mitchell - Boney M, os portugueses Sétima Legião e Bonnie Tyller, o ERP REMEMBER CASCAIS pretende atrair ao Hipódromo Municipal Manuel Possolo, em Cascais, entre sete mil a oito mil pessoas. “Não queremos um festival de massas, queremos um festival onde se pode dançar, ir com os filhos, ouvir música de uma época fantástica”, refere a organização.

Para Carlos Carreiras, presidente da Câmara Municipal de Cascais, que se associou ao evento desde o primeiro momento, “este será um dos melhores verões de sempre. Fazendo mais e melhor com menos, prometemos a todos um grande Verão em Cascais. Para lá das festas tradicionais e de outros espetáculos que a seu tempo anunciaremos, em setembro vamos todos poder ver e rever nomes marcantes dos anos 80 em duas noites de revivalismo”.

Saudando a ideia da Palco da Primavera e da ERP, Carlos Carreiras sintetiza: “Em Cascais apoiamos todas as boas ideias. Especialmente aquelas que acrescentam valor a nível económico, social ou ambiental. É esse o caso do ERP REMEMBER CASCAIS”.

Satisfeito com o apoio da Câmara Municipal de Cascais ao evento, José Eduardo Martins, da Palco da Primavera, faz questão de salientar que “neste festival não haverá surpresas, todos os nomes do cartaz estão confirmados”. No que respeita à filosofia do evento, o organizador sublinha que o ERP REMEMBER CASCAIS “é um festival revivalista, como se os anos 80 tivessem sido aqueles em que nos habituámos a sair mais à noite e a ser mais felizes. O que queremos fazer aqui é um festival tranquilo, de festa, para dançar e recordar os êxitos dos anos 80”.

O mesmo espírito justifica o patrocínio da ERP – European Recycling Platform, como explica Ricardo Neto, diretor ibérico desta entidade sem fins lucrativos: “depois de variados eventos diretos, com públicos distintos, entre os quais um espetáculo na Aula Magna em que o bilhete era algo eletrónico que se pudesse reciclar, desde simples pilhas até torradeiras, o nosso caminho era patrocinar algo maior. Queremos que as pessoas oiçam música dos anos 80, mas também sensibilizar para a temática dos Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (REEE), seja de forma direta, no local, seja em torno de ações que iremos desenvolver até ao festival e que revelaremos em breve”.

 Sobre o festival ERP REMEMBER CASCAIS | Conceito e Bandas:

Palco de uma conjuntura artística particularmente dinâmica e diversificada, testemunha de uma pluralidade de gerações, a década de 80 sobressai pelas excentricidades estilísticas, o New Wave, as cores vibrantes, os penteados ousados, os videoclips e os sons dançantes. A nível musical, foi nos anos 80 que o universo pop começou a ser fortemente marcado pela influência dos sons eletrónicos, levando à proliferação de um electro-pop melodioso, que acabou por se tornar num dos grandes marcos da década. De tal modo que se trata da década mais presente e revivida nos dias de hoje.

A escolha dos anos 80 como conceito integral do festival ERP Remember Cascais prende‐se com o facto de esta ter sido uma década marcante tanto para o mundo, onde se assistiu a importantes mudanças nos campos político, social e cultural, como para as memórias de cada um, com tal intensidade que estas memórias habitam no imaginário das gerações posteriores.

O patrocínio da ERP - European Recycling Platform tem por base justamente a necessidade de mudança, tal como aconteceu nos anos 80, assente no ambiente e na preocupação com as gerações vindouras. A ERP atua ao nível da reciclagem de eletrodomésticos, cuja colocação no Depositrão garante o encaminhamento para a reciclagem de todos os componentes, minimizando a pegada ecológica de cada um.

Inspirado por eventos semelhantes que estão a acontecer com regularidade por toda a Europa, com destaque para o Rewind Festival, um evento de sucesso que se realiza todos os anos em Inglaterra e na Escócia, o Festival ERP REMEMBER CASCAIS vai permitir recordar alguns dos artistas mais memoráveis da história da música mundial, tendo por cenário o idílico espaço do Hipódromo Municipal Manuel Possolo.

 

Retirado de CM de Cascais



publicado por olhar para o mundo às 21:21 | link do post | comentar

 

 

letra

 

Só de pensar que nós dois éramos dois
Eu feijão, você arroz
Temperados com Sazon

Só de lembrar, nós na Kombi no domingo
Nosso amor era tão lindo
Nós desciamos "pro" Boqueirão

A Kombi quebrada lá na praia,
E você de minisaia
Dando bola para um alemão

O alemão de carro conversível
Eu mexendo "nos fusível"
Nem vi quando você me deixou

(Refrão)
Subiu a serra, me deixou no Boqueirão
Arrombou meu coração, depois desapareceu
Fiquei na merda, nas areias do destino
Me tratou como um suíno, cuspiu no prato que comeu

O amor é uma faca de dois legumes
A luz anal do vagalume
Que ilumina o meu sofrer

Eu ainda sinto o seu perfume
Um cheirinho de estrume
Não "tá" fácil de te esquecer

Toda a vez que eu lembro de você
Me dá vontade de bater
Te espancar, oh meu amor!

Só porque ele é lindo, loiro e forte
Tem dinheiro e um Escort
Como um "modess" você me trocou

Subiu a serra, me deixou no Boqueirão
Arrombou meu coração, depois desapareceu
Fiquei na merda, nas areias do destino
Me tratou como um suíno, cuspiu no prato que comeu

Subiu a serra, me deixou no Boqueirão
Arrombou meu coração, depois desapareceu
Fiquei na merda, nas areias do destino
Me tratou como um suíno, cuspiu no prato que comeu

Oh Oh!
Subiu sim! Subiu sim!
Subiu, geladinho, gostosinho, ui!, u-uhh
Eu disse sim! Eu disse sim!
Eu fiquei, você subiu, subiu, subiu, subiu...
 





publicado por olhar para o mundo às 17:54 | link do post | comentar

A cantora Luísa Basto apresenta, no dia 09, o novo álbum, "Minha vida, meu amor", que integra temas de Nuno Nazareth Fernandes e Nuno Gomes dos Santos, depois de uma ausência de dez anos dos estúdios.

 

"É um álbum que entronca nas raízes da música portuguesa, é um álbum com a qualidade que se lhe associa pela participação do Nuno Nazareth Fernandes, que não tem composto nos últimos tempos", disse Luísa Basto.

 

" Lusa, Luísa Basto disse: "Há dez anos, desde que gravei para a Movieply Portuguesa, que não editava comercialmente nada", apesar de ter feito muita coisa, nomeadamente de "Amália", no musical homónimo de Filipe La Feria, e gravado um disco de autor com originais de António Henrique que o custeou.

 

"Foi uma edição restrita, quase familiar, de autor, porque acho que é um homem de muito valor", disse.

 

O CD "Minha vida, meu amor", que conta com duas composições de Paulo de Carvalho, autor e intérprete por quem Luísa Basto tem "grande admiração", é constituído por oito faixas, os títulos de todos temas têm a particularidade de começar por "Meu amor", excetuando o oitavo que dá o título ao álbum.

 

O CD, editado pela Ovação, inclui como faixas extra depoimentos dos escritores Natália Correia, Manuel da Fonseca, Eugénio de Andrade e Romeu Correia.

 

A inclusão destes depoimentos "foi uma ideia do editor Fernando Matias; trata-se de grandes vultos da cultura portuguesa cuja escrita continua viva e bastante atual, e conheci-os a todos", disse Luísa Basto.

 

Estes depoimentos tinham sido já editados num DVD sobre a carreira da intérprete, publicado há dois anos pelas Edições Avante!.

 

Referindo-se ao álbum "surgiu numa tertúlia, entre amigos", tendo o músico João Fernando, de quem já cantou algumas composições, "desafiado o Nuno Gomes dos Santos a escrever para mim", contou à Lusa Luísa Basto.

 

"Meu amor, minha cantiga", "Meu amor, minha poesia", "Meu amor, minha saudade", "Meu amor, minha jornada" são alguns dos temas do álbum, todos de autoria de Gomes dos Santos, musicados por Nazareth Fernandes e Paulo Carvalho.

 

O álbum será apresenta no dia 09 de setembro, no auditório 1.º de Maio, na Festa do Avante!, mas Luísa Basto conta apresentá-lo, posteriormente, noutros espetáculos, nomeadamente em Lisboa, em fevereiro, em duas noites no Jardim de Inverno do Teatro S. Luiz.

Luísa Basto completou em maio da 2010, 40 anos de carreira.

 

Natural de Vale de Vargo, no distrito de Beja, Luísa Basto licenciou-se em Canto, no Instituto Musical Pedagógico do Estado, Gnessine, em Moscovo, em 1973. No ano seguinte regressou a Portugal, após o 25 de Abril, tendo participado em centenas de espetáculos por todo o nosso país, assim como em França, Luxemburgo, Bélgica, Suíça, Suécia, Holanda, Reino Unido, Canadá, Angola e Cuba, entre outros.

 

Participou em duas peças musicais de José Carlos Ary dos Santos, no Teatro Aberto, representou Portugal no Festival da Eurovisão em 1977, integrando o grupo Os Amigos, e participou em vários festivais internacionais, nomeadamente em Berlim, Sotchi, no Cáucaso, e Slantchiev Briag, na Bulgária.

 

Com vários álbuns editados, gravou o primeiro disco em Moscovo, acompanhada pela Orquestra da Rádio e Televisão Goluboi Ekran, interpretando poetas portugueses como Eugénio de Andrade, José Gomes Ferreira, Manuel da Fonseca, Florbela Espanca ou João Fernando.

 

Noticia do DN



publicado por olhar para o mundo às 13:47 | link do post | comentar | ver comentários (1)

O Festival Sete Sóis Sete Luas volta a Castro Verde, nos dias 14, 15 e 16 de Setembro, para celebrar 20 anos de actividade

 

«Este ano o Festival Sete Sóis Sete Luas (www.7sois.eu) volta com muita energia aCastro Verde, nos dias 14, 15 e 16 de Setembro, para celebrar os seus 20 anos de actividade.

 

Para o público alentejano o certame reservou uma programação artística repleta de eventos imperdíveis entre exposições artísticas internacionais, as melhores músicas do Mediterrâneo e um teatro de rua cheio de surpresas.»

 

Exposições e residências artísticas

 

«Tudo vai iniciar na sexta-feira 14 de Setembro com um mergulho bem fundo nas artes plásticas da Rede SSSL: vários artistas vindos da Grécia, Marrocos, Itália participarão numa residência artística durante os dias do festival para envolver a população nos seus voos fantásticos.

 

Não é por acaso que falamos de voos, porque um deles, Francesco Cubeddu da Sardenha (Itália), realizará voos com a asa-delta para tirar fotos panorâmicas da vila simples e genuína de Castro Verde; Ignatiadis da Grécia voará através da objetiva da sua câmara fotográfica;Bouzoubaa (Marrocos) e Marco Pili (Itália) graças ao seus pincéis e as suas cores.

 

Este mergulho nas artes continuará até o fim do mês: Kostantinos Ignatiadis da Grécia,Mohammed Bouzoubaa de Marrocos e Moss da França realizarão exposições de esculturas, telas e fotografias nas ruas do centro histórico.

 

Os três artistas têm em comum a curiosidade e o amor pelo ser humano, pelos seus desejos, sofrimentos e alegrias, que cada um deles representa duma forma diferente e original. As mostras serão inauguradas às 18h00 e contarão com a presença de Bouzoubaa eIgnatiadis

 

O cartaz musical e teatral

 

No que diz respeito à música, a sexta-feira 14 de Setembro será animada, a partir das 21h30, pelos sons da 7Luas.Orkestra.20, produção original que vai celebrar os 20 anos do Festival SSSL e que conta com a participação de 6 prestigiados artistas provenientes das mais diversas culturas musicais enraizadas nos Países da Rede Sete Sóis Sete Luas.

 

De Israel o percussionista Shlomo Deshet; de Portugal o virtuoso da sanfona e do bandolim, Luís Peixoto; do País Basco Agus Barandiaran, virtuoso do acordeão diatónico; da Sicília Mário Incudine, também director musical do projecto, e Pino Ricosta, no baixo; de Valência a cantora Mara Aranda. O repertório da 7Luas.Orkestra.20° harmoniza músicas tradicionais, composições originais e novos arranjos já editados, dos diversos países.

 

No sábado, dia 15 de Setembro, música e teatro dão os braços e dançam pelas ruas de Castro Verde: às 21h30, a fusão de sons mediterrâneos, cheia de aromas urbanos e crítica social, ficará ao cargo da Banda del Pepo, de Múrcia (Espanha). Com o novo trabalho “Tanto por hacer”, o grupo convida todos a um mundo de cores e sabores mediterrâneos, ligando o folclore do sul da Espanha e do flamenco com os ritmos do norte da África.

 

O destaque da noite será, às 23h00, a companhia de teatro de rua de Barcellona, L’avalot, que fará reviver, nas ruas de Castro Verde, os dinossauros e surpreenderá todo o público com um grande incêndio num edifício do centro histórico. Mas não se assustem: é tudo mentira!

 

A companhia realizou o seu primeiro espectáculo em 1985 e a partir daquele momento sempre teve grande êxito, conseguindo envolver milhares de espectadores nas suas performances. As produções artísticas de L’Avalot são de grande formato, com pirotecnia e grandes máquinas. A companhia, na tarde de domingo 16, às 19.00 horas, apresenta o seu novo espectáculo 'Tikiterium' destinado a todo tipo de público.

 

O Festival encerra esta edição propondo a sua nova criação artística original em estreia mundial, a Orient.7Sóis.Orkestra, que subirá ao palco do Anfiteatro Municipal no domingo, dia 16 de Setembro, às 19h30.

 

A orquestra, que acaba de realizar a residência artística no Centrum SSSL de Ponte de Sôr, surge do trabalho conjunto de 6 grandes artistas provenientes das diversas margens do Mediterrâneo com especial destaque para as culturas musicais do Oriente do Mare Nostrum.

 

Com direcção musical do grande artista português Rão Kyao participam músicos vindos da Croácia (Marko Kalcic), da Grécia (Kelly Thoma), da Algéria (Salim Allal), da Espanha (Miguel Angel Ramos) e da Roménia.

 

Os músicos encontram-se, partilham tradições culturais e criam temas musicais inéditos que testemunham a possibilidade de compreensão e colaboração entre diferentes mundos e conseguem transmitir as vibrações emocionantes e as alegrias do Mediterrâneo.»

 

Programa

 

De 14 a 16 de Setembro, no Anfiteatro Municipal de Castro Verde

 

Entrada Livre 

 

Dia 14 de Setembro

 

18h00 - Inauguração das exposições de fotografia de Ignatiadis (Grécia), de esculturas deMoss (França) e de pintura de Bouzubaa (Marrocos) na Rua D. Afonso

 

21h30 - 7Luas.Orkestra.20 (Mediterraneo)

 

Dia 15 de Setembro

 

21h30 - Banda del Pepo (Múrcia, Espanha)

 

23h00 - L’avalot (Catalunha, Espanha)

 

Dia 16 de Setembro

 

19h00 - L’avalot (Catalunha, Espanha)

 

19h30 - Orient.7Sóis.Orkestra (Mediterrâneo e Oriente)

 

Todos os dias: residências artísticas abertas ao público de 4 artistas internacionais:Ignatiadis (Grécia), Bouzoubaa (Marrocos), Cubeddu e Pili (Itália)

 

Fonte e informações:

http://www.2011.7sois.org/

http://www.facebook.com/pages/Festival-Sete-S%C3%B3is-Sete-Luas/179452002735

 

Retirado do Registrus



publicado por olhar para o mundo às 12:05 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música



publicado por olhar para o mundo às 08:03 | link do post | comentar

Domingo, 2 de Setembro de 2012

Luís Clemente venceu o Concurso Internacional de Direção de Orquestra Sinfónica em Budapeste

 

"O maestro Luís Clemente ganhou o 1.º prémio atribuído pelo maestro e solistas, no concurso internacional de direção de orquestra sinfónica em Budapeste. O concurso baseia-se no trabalho prático de direcção e interpretação, e existe desde 1998", lê-se no comunicado enviado, pela Banda Sinfónica da Covilhã, à Lusa.

 

O concurso, que contou com a participação de dez maestros de países, como a Itália, Coreia do Sul, Japão, Alemanha, Polónia, Tailândia e Estados Unidos, além de Portugal, foi coordenado pelo maestro Michael Dittrich, da Orquestra Sinfónica de Viena, e da Orquestra Sinfónica do Danúbio.

 

No mesmo comunicado pode ler-se que "A competição tem como base a prestação de cada maestro nos ensaios que decorrem durante duas semanas. O repertório deste ano foi a Sinfonia N.º 4 de Tchaikovsky, a Sinfonia N.º 4, de Mahler, e o Concerto para Violino de Tchaikovsky".

 

Esta vitória de Luís Clemente valeu-lhe um convite para dirigir a Orquestra Sinfónica da Hungria, na próxima temporada.

 

Luís Clemente frequenta, actualmente, o doutoramento em Direcção de Orquestra, na Universidade de Aveiro, é responsável pelo Centro de Estágio de Direcção de Orquestra de Sopros, e maestro da Banda Sinfónica da Covilhã, da qual assume, no próximo dia 10 de outubro, a direcção musical.

 

retirado de HardMúsica



publicado por olhar para o mundo às 21:12 | link do post | comentar

 

letra

 

No dia em que esses olhos brilharam No dia em que esses olhos brilharamnão havia uma nuvem no céue o vento soprava o teu nome,o calor colava a roupa e eu despia-a,bateram palmas, beberam, houve comoçãoe os olhos brilharam. Deixa-me beijar as folhas do chão que pisas. O céu volta a ter nuvense o vento cada vez mais forte,repete-se, contorce-se em forma de tornado,e salta do peito um grito que ouves por entre gente que não viu. O dia em que esses olhos brilharam. Deixa-me sorrir como se fosse hoje.


publicado por olhar para o mundo às 17:58 | link do post | comentar

Vídeo: Veludo

Veludo é o tema de avanço do próximo álbum dos Trêsporcento

O novo disco, que será editado ainda durante o ano de 2012, conta com a produção de Diego Salema Reis, que já tinha produzido o trabalho anterior da banda, e foi gravado entre Abril e Maio deste ano na Coutada do Som.

Para celebrar o lançamento a primeira canção do novo trabalho, os Trêsporcento vão dar esta 3ªfeira, 4 de setembro, pelas 21h00, um concerto de entrada livre na Esplanada do Jardim da Estrela.
Retirado de Antena 3


publicado por olhar para o mundo às 14:41 | link do post | comentar

Nunes venceu o prémio Composição da UNESCO em 1999 e o Prémio Pessoa em 2000

Nunes venceu o prémio Composição da UNESCO em 1999 e o Prémio Pessoa em 2000 (Foto: Enric Vives-Rubio)


O compositor Emmanuel Nunes morreu hoje, dois dias depois de ter completado 72 anos de idade.

 

Vencedor do prémio Composição da UNESCO em 1999 e do Prémio Pessoa em 2000, era uma das mais relevantes figuras da música contemporânea europeia, tendo dividido a sua vida entre Lisboa e Paris. Autor de uma vasta obra – que se divide entre ópera, coros e composições para diferentes instrumentos –, recebeu, em 1971, o Prémio de Estética Musical do Conservatório de Música de Paris, cidade onde passou a viver a partir de 1964, quando se exilou por oposição ao Estado Novo.

Nunes começou por estudar harmonia e contraponto na Academia de Amadores de Música de Lisboa, e depois Filologia Germânica na Universidade de Lisboa. Os seus estudos em composição foram feitos sob orientação de Fernando Lopes-Graça mas, em 1964, exilou-se em Paris por oposição ao regime: "Não havia mais nada que alguém me pudesse ensinar. E por isso saí do meu país. O meu estatuto político também me deixava inseguro e por isso passaram vários anos até regressar", disse em entrevista.

Nunes nunca deixou, ao longo de todo o seu trabalho, de perseguir novos modos de compor. Quando, numa entrevista, lhe perguntaram o que era mais importante, Nunes respondeu: "Para mim é mais importante saber o que não quero, do que saber o que quero". Em 1970 o compositor começou a introduzir música electrónica no seu trabalho. António Jorge Pacheco, director artístico da Casa da Música, dizia numa entrevista publicada no programa do Huddersfield Contemporary Music Festival que "o papel da electrónica havia sido criticado como sendo superficial noutros compositores", mas que na obra de Nunes, "a sua integração é evidente e necessária para a [construção] da imagem sonora".

Grande parte da sua obra tem sido objecto de atenção pelo Remix Ensemble, da Casa da Música. 

 

 

Noticia do Público



publicado por olhar para o mundo às 14:38 | link do post | comentar

 


letra


Não encontrei a letra desta música


publicado por olhar para o mundo às 08:21 | link do post | comentar

Sábado, 1 de Setembro de 2012
Black Bombaim são 1.ª banda nacional a tocar na “Meca” do rock psicadélico


A banda barcelense de rock psicadélico Black Bombaim foi hoje confirmada como o primeiro grupo nacional a figurar no cartaz do festival holandês Roadburn, que o baixista Vítor ‘Tojo’ Rodrigues classifica como a “Meca” do género.

O Roadburn, que decorre anualmente em Tilburg, vai ter lugar de 18 a 20 de abril do próximo ano e define-se como o “mais importante festival underground de psicadelismo, avant-garde ou outras variações de prazeres sónicos que empurram as fronteiras da música”.

“O Roadburn sempre foi o ‘ex-líbris’ da nossa carreira como músicos. Já quisemos ir lá por varias vezes só ver os concertos, mas desta vez temos a sorte de lá ir participar”, disse à Lusa ‘Tojo’ Rodrigues, que confessou estar há anos a “namorar” o organizador do evento, Walter Hoeijmakers.

Na segunda-feira, ‘Tojo’ recebeu um telefonema da editora Lovers & Lollypops a avisar para ir ver o e-mail, onde se encontrava o convite do Roadburn, estando os Black Bombaim previstos para o primeiro dia do evento.

“Acho que vamos estar muito nervosos, porque aquilo é a ‘Meca’ dos festivais, do nosso estilo de música. Acho que vai ser bom, acho que temos alguma coisa a dizer naquele festival e vamos dar o nosso máximo como damos sempre. Queremos é que o pessoal se divirta”, referiu o baixista da banda.

Os Black Bombaim, trio instrumental fundado há cerca de seis anos, lançaram este ano o álbum “Titans”, que conta com a colaboração de vários nomes sonantes do meio, desde o saxofonista Steve Mackay dos Stooges a Isaiah Mitchell dos Earthless, passando pelo nacional Adolfo Luxúria Canibal dos Mão Morta.

Sem convidados previstos para a atuação na Holanda, mas com entusiasmo, ‘Tojo’ Rodrigues afirma que o percurso futuro será a continuidade do que tem vindo a ser feito, aproveitando mais o mercado europeu, onde há mais possibilidades para o género que praticam.

Com a consciência de que dificilmente podem agradar àquilo a que chama os “grandes festivais”, a banda pretende expandir-se para a Europa, com concertos programados para diversos países como Espanha, França e Alemanha, sem que isso seja uma queixa sobre Portugal, onde tocam de forma regular: “Não estou, de nenhuma forma, a queixar-me. É o que é e temos de aceitar isso”.

Com idades compreendidas entre os 23 e os 26 anos, numa altura em que um dos elementos acaba de ter um filho, Vítor 'Tojo' Rodrigues confessa que a banda deu um grande contributo para o seu crescimento enquanto pessoa: "Se não fosse esta banda não conhecia Portugal como conheço hoje, não conhecia nem um terço das pessoas que conheço agora. Ainda para mais, estando desempregado, se não tivesse esta motivação, estava em depressão". 

 

Noticia do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 21:41 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Ninguém consegue 
Por muito forte que seja 
Alcançar o que deseja 
Seja qual for a ambição 
Se não tiver 
Dando forma ao seu valor 
Uma promessa d'amor 
Que alimenta uma ilusão 


Uma mulher 
É como uma guitarra 
Não é qualquer 
Que a abraça e faz vibrar 
Mas quem souber 
Da forma como a agarra 
Prende-lhe a alma 
Nas mãos que a sabem tocar 
Por tal razão 
Se engana facilmente 
Um coração 
Que queria ser feliz 
Guitarra triste 
Que busca um confidente 
Nas mãos de quem não sente 
O pranto que ela diz 


Não há ninguém 
Que não peça à própria vida 
A felicidade merecida 
De quem um dia nasceu 
E de tal forma 
A vida sabe mentir 
Que a gente chega a sentir 
O Bem que ela não nos deu 


Uma mulher 
É como uma guitarra 
Não é qualquer 
Que a abraça e faz vibrar 
Mas quem souber 
Da forma como a agarra 
Prende-lhe a alma 
Nas mãos que a sabem tocar 
Por tal razão 
Se engana facilmente 
Um coração 
Que queria ser feliz 
Guitarra triste 
Que busca um confidente 
Nas mãos de quem não sente 
O pranto que ela diz



publicado por olhar para o mundo às 17:19 | link do post | comentar

Festival Adentro leva músicas do mundo e concertos de entrada livre a Faro

O Largo Afonso III, em Faro, recebe nos dias 7 e 8 de setembro a segunda edição do Festival Adentro, com um alinhamento musical que traz à zona histórica da cidade grandes nomes e revelações das músicas do mundo. A entrada é gratuita.


Os algarvios Pelevento abrem as hostilidades do festival na sexta-feira, 7 de setembro, às 22h00. A atuação deste grupo, constituído por três músicos, caracteriza-se pela interpretação de música tradicional e de danças de alguns países da Europa.

 

Às 23h30 entram em ação no Palco Afonso III os brasileiros Patubatê, um misto de percussão e música eletrónica.

 

"A peculiaridade dos instrumentos utilizados, inteiramente feitos de materiais reciclados como latas, baldes, peças de automóveis e bidões, que apela para a sustentabilidade do ambiente, aliada à componente eletrónica a cargo de dois Djs, transformam as atuações em autênticas explosões rítmicas", carateriza a organização.

 

No sábado, 8 de setembro, pelas 22h00, cabe ao grupo sevilhano Rare Folk iniciar mais um dia de espetáculo. De regresso de Itália, o coletivo tem preparada uma atuação em que o folk, o rock e as influências celtas vão invadir a parte velha da cidade.

 

Com cinco álbuns editados e muitos quilómetros na estrada, os Rare Folk tem já no currículo várias atuações em Portugal.

 

O festival Adentro encerra com o grupo Moya Kalongo, liderado pelo moçambicano, radicado em Barcelona, Simonal Bié e acompanhado por músicos de lugares tão distintos, como Catalunha, Uruguai e Costa do Marfim.

 

As sonoridades do grupo viajam pelo jazz, funk, tradicional, mas principalmente o afrobeat, "com o qual o grupo se identifica e que transformam Simonal num autêntico animal de palco”, adianta ainda a organização.

 

A programação do festival inclui ainda várias atividades a decorrerem entre as 18h00 e as 02h00, das quais se destacam o Mercado da Traça, no qual os festivaleiros podem encontrar artigos variados, desde o vintage, ao artesanato urbano, assim como produtos regionais, biológicos e doçaria.

 

retirado de Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 11:35 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

É um lugar encantado
entre o mundo e a solidão
onde se espreita estrelas
e a vida cabe nas mãos

Sento-me em frente ao mar
olho para longe do fim
perdem-se barcos na espuma
não sei se é dentro de mim

E fico um pouco mais
gosto que anoiteça aqui
só neste lugar tudo faz sentido
mesmo sem ti

É uma praia onde a noite
me faz lembrar quem eu sou
sem ouvir o que me pedem
sem importar o que eu dou

Antes de todas as mágoas
havia o mesmo luar
só eu cumpri a promessa
de cá voltar

E fico um pouco mais
gosto que anoiteça aqui
só neste lugar tudo faz sentido
mesmo sem ti



publicado por olhar para o mundo às 08:08 | link do post | comentar

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email
mais sobre mim
posts recentes

O Blog Mudou de casa

Fado Insulano - José Mede...

Cantiga da terra - Zeca M...

"Aprendiz de Feiticeiro -...

Milhafre das Ilhas - Luis...

Sara Tavares - Ter Peito ...

Banho Maria - Não Há Amor...

Sara Tavares - Fitxadu ft...

JUNGLE EVA - TT SYNDICATE

João Granola estreia vide...

arquivos

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

tags

todas as tags

links
comentários recentes
"Estou cheio de arrependimento, cheio de dorese tu...
E é "Não dizem duas quando estão ao pé de ti"...
com o soquete p'lo artelho, um soquete é uma meia.
Pena estes rapazes não terem mais popularidade. A ...
Nome do autor da letra?Não se escreve?Falta de res...
A LETRA É ASSIM!!!E NÃO ASSADO!!!!MaMãe, tu estás ...
As partes que não consegui perceber estão com reti...
https://www.google.pt/amp/s/www.musixmatch.com/pt/...
Vou adicionar nos meus favoritos, sou brasileira, ...
" Para que o tremoço o almoço e o alvoroço demorem...
Posts mais comentados
blogs SAPO
subscrever feeds