Quinta-feira, 5 de Julho de 2012

 

 

 

letra

 

Tu e eu, temos tudo
Tanta ternura e tanta tentação
Tu e eu temos tudo
Um T3 com tecto e televisão

 

Escuta atentamente o que eu te vou dizer
Eu serei eternamente teu
Sinto-te em mim, Sinto-te em ti
Sinto-te em mim, Sinto-te em ti, sinto-te em nós também

 

Tu e eu temos tanto
Portanto dá-me a tua mão
Tu e eu temos tanto
Ou talvez nada, tenta coração

 

Gosto de ti com o teu vestido
E o teu sapato magenta de tacão
Eu esta noite quero ir vestido
Com o meu terno feito de tafetá

 

Escuta atentamente o que eu te vou dizer
Eu serei (eu serei) eternamente teu!
Sinto-te em mim, Sinto-te em ti, sinto-te em nós também

Escuta atentamente o que eu te vou dizer


Eu serei (eu serei) eternamente teu!

Sinto-te em ti, em mim e em nós também
Gosto de ouvir o que tu tens para dizer
Quero sentir a temperatura a subir, quando tu


Me sentes em ti!!

Turutuutu turutuutu turutuutu turutuutu
Escuta atentamente o que eu te vou dizer
Eu serei eternamente teu!!
Sinto-te em mim



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letra


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Youthless partilham «Drugs»

Os Youthless, dupla que se assume fã do garage rock mesclado de club-noise eletrónico, decidiram celebrar a sua passagem pelo Festival Milhões de Festa, que decorre em Barcelos, entre os dias 20 e 22 de Julho, e editar, digitalmente, com o selo da Lovers & Lollypops, o single «Drugs».


Produzido pela própria dupla (Alex Klimovitsky e Sebastiano Ferranti) e por Mark Hutchins, que ficou também a cargo da mistura e da masterização, «Drugs» foi gravado no estúdio caseiro Royal Eagle, em Brooklyn, durante a última digressão norte-americana da banda.

 

«Drugs é o retrato do descrédito no urbanismo pós-moderno, nas suas crenças e ritos. Em suma, um verdadeiro grito de Ipiranga, em jeito de rock’n’roll, aos tempos que atravessamos. Uma tripe dopada pela qual Alex Klimovitsky (bateria, sintetizador e vozes) passou, perdido, algures numa floresta do Canadá foi o mote para esta canção, que consegue transmitir o sentimento de Verão e de fuga aos escaparates que o contato humano nos tem imposto», detalha o grupo.

No festival Milhões de Festa, a 20 de julho, o contacto humano será «imprevisível», afirma a organização.

 

Recorde-se que, recentemente, os Youthless marcaram presença na expedição portuguesa na Canadian Music Week e na quinta edição do Rock in Rio-Lisboa.

 

Retirado de Sapo Música

 

 



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Letra

 

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Quarta-feira, 4 de Julho de 2012

Há poucos assim. Com carreira já consolidada em Portugal e com algumas experiências bem sucedidas além-fronteiras, não esquecem, nas suas deambulações pelos cantinhos do nosso país, os primeiros passos dados no concorrido mundo da música, o trabalho árduo que os fez alcançar o lugar de topo que hoje ocupam no panorama musical português, a sorte com que, a certa altura dum difícil percurso, foram brindados, e a persistência quase desumana de que se valeram ao longo dos anos - ferramenta sempre essencial, garantem, a quem, como eles, insiste, contra todos os prognósticos, em vingar na sua tão sua arte. Motivos não lhes faltariam, na verdade, mas vaidade é coisa que não lhes assiste. Pelo contrário. Encaram o palco com a descontração de uma criança, com a simpatia única das Donas-não-sei-das-quantas-que-todos-os-dias-se-põem-à-janela-a-cumprimentar-todos-os-que-passam, com as piadas de um promissor aspirante a cómico, sem pretensiosismos, com toda a graça possível... e mais alguma. Surpreenderam ao primeiro álbum, com cantorias que depressa viraram hinos de verão e inverno, mas o segundo, "Doce Lar", recentemente editado, não lhe fica atrás em génio, criatividade e força. Impossível não nos apaixonarmos pelos Virgem Suta! Do Alentejo, com muito amor, com certeza!

 

 

Sara Novais, Filipa Oliveira e Inês Mendonça

 

Retirado de Sapo Música



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letra

 

Jurarei
Eterno amor
Saudades
A vida inteira
Ao naseer do sol
No pomar das laranjeiras

E se o dia
Não vier
Voltarei
De qualquer maneira
Só para te ver
No pomar das laranjeiras

É tão grande
O meu amor
Foi assim
Logo a primeira
Só será maior
No pomar das laranjeiras



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Fado, jazz e poesia juntos no espaço Vinyl

 

António Vasco Moraes, David Ferreira e Penicos de Prata são as propostas musicais para esta primeira semana de julho no espaço Vinyl, em Lisboa. A programação do mês de julho é da responsabilidade do músico Rui Baeta, também conhecido pela participação no programa «Operação Triunfo», na RTP 1.


António Vasco Moraes homenageia Alfredo Marceneiro, cantando parte do seu vasto repertório e contando algumas histórias curiosas sobre a vida e a obra do considerado grande criador e estilista do fado tradicional.

 

Acompanhado em palco pelos seus músicos habituais, um trio de fado com a guitarra portuguesa, viola e viola baixo, António Vasco tem ainda como convidada especial Tânia Oleiro.

 

O espetáculo realiza-se esta quinta-feira, 5 de julho, pelas 22:00, e a entrada custa sete euros (com bebida).

 

Após algum tempo fora dos palcos, David Ferreira regressa para um concerto único, no qual revisita o universo dos standards de jazz.

 

Composições de vários nomes, como Cole Porter, Richard Rodgers, George e Ira Gershwin ou Johnny Mercer, fazem parte do album «This Can't Be Love», de 2009, mas são também outros os nomes e os temas que trazem o cantor ao Vinyl.

 

Juntamente com músicos, como Dan Hewson no piano, António Quintino no contrabaixo e Alexandre Alves na bateria, David Ferreira propõe um ambiente intimista onde se contam histórias, partilham experiências e revivem memórias.

 

O concerto está marcado para sexta-feira, 6 de julho, às 22:30, e as condições de entrada são as mesmas.

 

«Poesia erótica e satírica portuguesa musicada», num espectáculo «recheado de humor, erotismo, sátira e crítica. Músicas marotas, sonetos com garotos e garotas, cordas falas e falos…», descreve o Vinyl sobre a atuação de Penicos de Prata, a 7 de julho, sábado, às 22:30.

 

O coletivo é composto por Catarina Santana (ukulelele e voz), André Louro (guitarra e voz), Eduardo Jordão (contrabaixo e voz) e João Pães (violoncelo e voz).

 

Retirado de Sapo Música

 



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letra

 

Do lado de lá, não dá para te ver
Do lado de lá, não dá para te encontrar
Do lado de lá, não sou feliz

É perto de ti que quero estar

Do lado de cá, vivo nas nuvens
Do lado de cá, fico a levitar
Do lado de cá, eu sou feliz

E sonho contigo assim ficar

(2x)
Eu sou feliz
Eu sou feliz
perto de ti, e é bom, é bom estar

Do lado de cá, não há problemas
Do lado de cá, vão-se os dilemas
Do lado de cá, já sou feliz

É tão bom amar, diz-me ao ouvido diz

Eu sou feliz
Eu sou feliz
perto de ti, e é bom, é bom estar

Vamos gritar ao mundo
Eu sou tão feliz

(2x)
Eu sou feliz
Eu sou feliz
perto de ti, e é bom, é bom estar



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Terça-feira, 3 de Julho de 2012
M.I.A
M.I.A
Miguel Madeira

Who's that girl?

Não há géneros musicais privilegiados no Super Bock Super Rock. Mas há uma rainha e três princesas. Só por elas já vale a pena estar em pé uma hora em frente a um palco


E se de repente, num festival (supostamente) rock, género musical em que a agressividade e o suor dominam, quem mandasse fossem esses seres delicados e bem cheirosos conhecidos por mulheres? Não vamos ver concertos exclusivamente pela música - para isso tínhamos os discos. Vamos para confirmar que a estrela existe. Isso exige uma qualidade: carisma. Presença. E no Super Bock Super Rock, que começa quinta-feira, 5 de Julho, isso está condensado nas meninas: Brittany Howard, dos Alabama Shakes, mulher de voz espantosa, capaz de fazer tremer as paredes de uma casa (dia 5); M.I.A. (dia 6), St Vincent (dia 7) e a inevitável Lana Del Rey (dia 6).

Não é fascinante a perspectiva de ver Peter Gabriel em palco - aliás, é o equivalente a passar uma hora a olhar para um hamburguer. E Aloe Blacc, tendo pinta, já vai na enésima apresentação em Portugal de Good Things. Isto não é nada quando comparado com a perspectiva de ver Lana del Rey espalhar-se em palco. Ou ver se M.I.A. aguenta um concerto desta dimensão ou se se desfaz no seu habitual mar de caos. (Até o caos pertence às moçoilas, nesta edição.) E para quê perder tempo com os Incubus quando se pode ficar embeiçado a olhar para o palco enquanto St Vincent escavaca a guitarra, dando cabo da imagem de bonequinha delicada que é inevitável colar-lhe?

Quarteto

Muito possivelmente aconteceu por acaso, mas o Super Bock Super Rock acabou por reunir um quarteto representativo do que é ser fêmea e compositora no início da segunda década do século XXI. Juntas representam a moça pouco confiável e com aspirações vinda do salão de cabeleireiro (Lana Del Rey), a esperteza de rua e o cruzamento de géneros (M.I.A.), a beleza clássica que esconde demoniozinhos (St Vincent) e o puro instinto, quase não laminado nem consciente do seu magnetismo (Brittany Howard).

Chamemos a Lana Del Rey a debutante. Olhou em volta, mediu as suas qualidades, os defeitos, trabalhou no que poderia trazer-lhe vantagem (os lábios), encontrou o penteado certo, mediu a dimensão da escala da sua voz (curta, vagamente inexpressiva, mas, hey, isso não é grave na pop) e tratou de arranjar música que se adaptasse a um imaginário algures entre a sopeirinha e a femme fatalle.

Ler tudo )

 

Noticia do Ipsilon



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letra

 

Eu sonhei, que o mundo estava a acabar
E isso fez-me pensar
Em tudo o que me resta fazer

Lamentei, tudo o que não fiz
Vou fintar qualquer obstáculo, para concretizar
Os meus sonhos

Refrão:

Apenas...
Tenho que virar 
A minha vida de pernas para o ar
E procurar, uma casa
Para eu morar

Um pequeno T2 dois
Onde podemos viver os dois
Com vista para o mar e um jardim
Um carro com teto de abrir


Refrão: (2x)

Apenas...
Tenho que virar 
A minha vida de pernas para o ar
E procurar, uma casa
Para eu morar

Só, me falta arranjar um emprego
Para poder estar contigo
Só contigo...

Vou tentar...
Encontrar!!

Refrão: (3x)

Tenho que virar 
A minha vida de pernas para o ar
E procurar, uma casa
Para eu morar!



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letra

 

Foi Deus

 Amália Rodrigues

 

Não sei
Não sabe ninguém
Porque canto o fado
Neste tom magoado
De dor e de pranto
E neste tormento,
Todo o sofrimento
Eu sinto que a alma
Cá dentro se acalma
Nos versos que canto

Foi Deus
Que deu luz aos olhos
Perfumou as rosas
Deu o oiro ao Sol
E prata ao luar
Foi Deus
Que me pôs no peito
Um rosário de penas
Que vou desfiando
E choro a cantar

E pôs as estrelas no céu
E fez o espaço sem fim
Deu luto as andorinhas
Ai, deu-me esta voz a mim

Se canto
Não sei o que canto
Misto de ventura
Saudade, ternura e talvez amor
Mas sei que cantando
Sinto o mesmo quando,
Se tem um desgosto
E o pranto no rosto
Nos deixa melhor

Foi Deus
Que deu voz ao vento
Luz ao firmamento
E deu o azul às ondas do mar
Foi Deus
Que me pôs no peito
Um rosário de penas
Que vou desfiando
E choro a cantar

Fez poeta o rouxinol
Pôs no campo o alecrim
Deu as flores à Primavera
Ai, deu-me esta voz a mim



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Sesimbra divulga nova música nacional às quintas-feiras

Mel, Laia, The Underdogs, Lissabon, Orlando Santos e os Jahmmin, Thee Chargers, doismileoito, Beautify Junkyards, Manuel Fúria e os Náufragos são os nomes confirmados para as Quintas Sem Headphones, em Sesimbra.


Trata-se de um conceito que propõe trocar os headphones por espetáculos ao vivo para que se conheça o que de melhor se vai fazendo na música moderna em Portugal, refere a câmara municipal de Sesimbra em comunicado, localidade onde se realiza a iniciativa.

 

Os primeiros a atuar na quarta edição das Quintas Sem Headphones são os Mel, a 5 de julho, projeto de música pop de Melanie Spencer e Spinous. Seguem-se os Laia, a 12 do mesmo mês, inspirados pelo rock e pelas raízes da música popular portuguesa, os aveirenses The Underdogs, a 19, que contagiam com o seu rock bluesly, e os Thee Chargers (ainda sem data definida), conhecidos pelas guitarras com fuzz, vibrato e batidas primitivas. Julho termina com as canções arrojadas dos Lissabon, a 26, que vagueiam por ambientes diversos, desde a pop mais dançável até ao psicadélico dos anos 60, 70 e 80.

 

Em agosto, mais precisamente no dia 2, é a vez de Orlando Santos e Os Jahmmin, com o ritmo reggae/soul, e na semana seguinte, no dia 9, marca presença a banda vencedora do Festival de Música Moderna de Sesimbra, que é conhecida no dia 21 de julho. Manuel Fúria e Os Náufragos (16 de agosto), com influências ancoradas na música popular portuguesa e no rock anglosaxónico, o quarteto doismileoito (23 de agosto), ao bom estilo indie rock, e os Beautify Junkyards, (30 de agosto), carregados de folk psicadélico com toques de tropicalismo, encerram o programa.

 

A entrada nos concertos custa três euros e os espetáculos ocorrem às quintas-feiras, pelas 22:00, no Cineteatro Municipal João Mota.

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

We're caught in a trap
I can't walk out
Because I love you too much baby.
Why can't you see
What you're doing to me
When you don't believe a word I say ?
We can't go on together
With suspicious minds
And we can't build our dreams
On suspicious minds.
So, if an old friend I know
Drops by to say hello
Would I still see suspicion in your eyes ?
Here we go again
Asking where I've been
You can't see these tears are real
I'm crying.
We can't go on together
With suspicious minds
And we can't build our dreams
On suspicious minds.
Oh let our love survive
Or dry the tears from your eyes
Let's don't let a good thing die.
When honey, you know
I've never lied to you
Mmm yeah, yeah.



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Segunda-feira, 2 de Julho de 2012

António Chainho vai estar “Entre Amigos” no Centro Cultural de Belém

 

“Por muitos anos a Guitarra Portuguesa esteve subjugada ao Fado. Era necessário libertá-la e eu penso que o consegui“ (António Chainho).

 

António Chainho, Mestre da Guitarra Portuguesa vai estar pelas 21:00 do dia 03 de Julho no Centro Cultural de Belém para apresentar o seu novo espectáculo, “António Chainho – Entre Amigos”, baseado no seu mais recente trabalho.

 

“Entre Amigos” reune as mais importantes parcerias realizadas por Mestre Chainho com cantores e músicos seus amigos.


“A Guitarra e Outras Mulheres”, “Lisboa–Rio” e “Ao Vivo no CCB“, e ainda dois temas inéditos recentemente gravados com Camané e Adriana Calcanhotto, são alguns dos temas que poderão ouvir-se neste concerto.

 

Este encontro de “amigos” foi sendo preparado ao longo do tempo pelo mestre, que pretende que o mesmo seja não só um encontro de amigos mas também um momento musical que brinde o público que o tem acompanhado a si e à sua “guitarra” ao longo de uma carreira de quase 50 anos.

 

Noticia do HardMúsica



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letra


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B Fachada abre concertos de verão no Museu do Chiado

O músico B Fachada inaugura, a 5 de julho, a nova temporada das «Noites de verão», um ciclo de concertos e DJ set no Museu do Chiado, em Lisboa, e de entrada gratuita, informou a promotora Filho Único.


O ciclo acontecerá todas as quintas-feiras de julho e agosto no jardim do Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado.

 

O primeiro concerto ficará por conta de Bernardo Fachada, músico português que tem editado dois registos por ano e que se prepara para editar álbum novo intitulado »Criôlo», que terá o selo da independente Mbari.

 

No dia 12 de julho, atua o IKB Ensemble, um coletivo de 14 músicos liderado por Ernesto Rodrigues em torno da música improvisada e esteticamente inspirado no artista plástico Ives Klein.

 

O músico belga Lieven Martens apresenta-se no Museu do Chiado no dia 19 de julho, enquanto fundador de Dolphins Into The Future, projeto de paisagens sonoras da música new age contemporânea, com recurso a gravações de sons da natureza, como do mar e das aves.

 

Lieven Martens editou recentemente o álbum «Canto do Arquipélago», gravado e produzido nos Açores e que deverá servir de mote para a performance em Lisboa.

 

O último concerto de julho, no dia 26, ficará por conta de Éme (nome artístico de João Marcelo), um dos fundadores da editora independente portuguesa Cafetra e do grupo «Os Passos em Volta».

 

A solo, o músico editou no ano passado o EP de estreia «Passa-se alguma coisa estranha aqui» e este mês o álbum folk pop «Gancia».

 

Em agosto, todas as atuações serão em formato de DJ set, com os «Slight Delay», formados pelos lisboetas Tiago Miranda e Alcides no dia 2, com o jornalista e crítico de música Rui Miguel Abreu no dia 9, com o vocalista dos 'Pop Dell'Arte', João Peste, no dia 19, e com o guitarrista Norberto Lobo no dia 23, em vésperas de lançar um novo álbum, «Mel Azul».

 

Tal como abriu, a temporada «Noites de verão» fechará com 'B Fachada' a pôr música no jardim do Museu do Chiado.

 

Rafael Toral, Sei Miguel, Red Trio, JP Simões, Jorge Lima Barreto e Kimi Djabaté foram alguns dos artistas que atuaram em anos anteriores nesta série de concertos de verão, gratuitos e ao ar livre.

 

Retirado de Sapo Música



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letra

 

Me can't live with you
Me can't face it, no day.
Bieby.
She say she's gonna leave me, cause a nuh love me feel
She said believe me, if you loved me for real
You would miss me, miss me.
Guess wha bieby.
Now I'm missing you,
So now you know it's true,
You told me if I cared I'd think about you,
So I'm missing you,
What you gonna do?
Baby I love you I proved it to you.
Forget all the times that you cried,
Baby wipe the tears from your eyes.
Cause I will never, hurt you no never,
Put your trust in me forever,
Mek her know seh man a lover not a gangsta.
Me nuh kill people, sexual healing weh me sponsor,
That gyal deh weh you see me with wha day she was my sister
Could a never trick you nuh cause babygirl man a nuh trickster
So open your heart and surrender, to my heart there's no more
contender
So me sing again, don't listen to them cause I won't hurt you no
more.
Chorus
I know I did you wrong but that's all in the past,
The present and the future me want mek it last
I know I did you bad, I know I made you sad,
But don't forget the times me mek you happy and glad
Memba me say blame it on me, bieby
Wine up and put it on me,
Me waan erase the sadness and mek you happy
So nuh badda with the argument of plenty of fish a roam inna di
see
Cause I'll never let you go again
Baby you're my very best friend, I will never let you go, cause I
know...
Chorus. 


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Letra

 

Se Eu Fosse Um Dia O Teu Olhar 

Pedro Abrunhosa

 

Frio,
o mar
Por entre o corpo
Fraco de lutar.
Quente,
O chão
Onde te estendo
E te levo a razão.
Longa a noite
E só o sol
Quebra o silêncio,
Madrugada de cristal.
Leve, lento, nú, fiel
E este vento
Que te navega na pele.
E Pedes-me a paz
Dou-te o mundo
Louco, livre assim sou eu
(Um pouco mais...)
Solta-te a voz lá do fundo,
Grita, mostra-me a cor do céu.
Se eu fosse um dia o teu olhar,
E tu as minhas mãos também,
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém.
Se eu fosse um dia o teu olhar,
E tu as minhas mãos também,
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém.
Sangue,
Ardente,
Fermenta e torna aos
Dedos de papel.
Luz,
Dormente,
Suavemente pinta o teu rosto a
pincel.
Largo a espera,
E sigo o sul,
Perco a quimera
Meu anjo azul.
Fica, forte, sê amada,
Quero que saibas
Que ainda não te disse nada.
Pede-me a paz
Dou-te o mundo
Louco, livre assim sou eu
(Um pouco mais...)
Solta-te a voz lá do fundo,
Grita, mostra-me a cor do céu.
Se eu fosse um dia o teu olhar,
E tu as minhas mãos também,
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém.
Se eu fosse um dia o teu olhar,
E tu as minhas mãos também,
Se eu fosse um dia o respirar
E tu perfume de ninguém. 


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Domingo, 1 de Julho de 2012

 

Dia 7 de Julho às 21:30 no Auditório do Centro Paroquial de N S da Anunciada em Setúbal pelo Coral Luísa Todi


O Coral Luísa Todi, fundado há 50 anos em Setúbal e reconhecido como seu ex-libris no campo da cultura, tem pautado a sua actividade por preocupações de qualidade quanto ao seu repertório, caracterizado, porém, por uma cuidada heterogeneidade.


Assim, a par do repertório coral mais tradicional, que vai dos temas populares e espirituais aos grandes temas da polifonia e às obras clássicas com acompanhamento instrumental, o Coral Luísa Todi tem enveredado, também, pela realização de grandes produções que abraçam géneros musicais menos comuns nos Concertos de música coral


Depois da apresentação de grandes produções, como "Missa Creoula" e "Porgy and Bess", em que em que excelentes coreografias valorizaram a interdisciplinaridade de diversas áreas artísticas, como a dança e o teatro, que se aliaram à música nestes espectáculos, o Coral Luísa Todi estreou em 2007 "Rock em Coro" e dois anos mais tarde "Broadway, fragmentos intemporais".


Na sequência destas grandes produções, que marcaram o percurso histórico e artístico do Coral Luísa Todi, foi programado que em 2012 a grande produção ir-se-ia designar de "Fado em Coro". Nesta programação, feita atempadamente, não se adivinhava ainda que em 2011 o Fado fosse declarado Património Imaterial da Humanidade. É, assim, uma feliz coincidência termos programado para o ano seguinte a esta proclamação um espectáculo que pretender homenagear a canção nacional, continuando, também, a nossa tarefa de desmitificação de a música coral estar aberta a todas as correntes e géneros musicais.

"Fado em Coro" é, assim, a próxima grande produção do Coral Luísa Todi, num espectáculo em que serão interpretados alguns dos mais conhecidos fados, em arranjos para coro misto a quatro vozes, especialmente concebidos para este Concerto. 


Com acompanhamento de guitarra portuguesa, viola e contrabaixo, embora alguns temas sejam interpretados "a capella", participarão ainda neste espectáculo duas fadistas que, em conjunto com o Coral, ou a solo, darão voz a fados conhecidos mas interpretados no âmbito de um espectáculo inédito.


Temas como "Ai Mouraria", "Canção do Mar" ou "Povo que lavas no Rio", subirão ao palco nesta produção em que o Coral Luísa Todi pretende homenagear o Fado mas, também, escrever mais uma importante página no seu historial, dado o ineditismo desta nova proposta musical.

Para além do Coral Luísa Todi, neste Espectáculo, com a direcção artística da Maestrina Gisela Sequeira, actuarão as fadistas Deolinda de Jesus e Elsa Gomes, sendo os acompanhamentos da responsabilidade de João Valle(guitarra portuguesa), Carlos Sequeira (viola) e Luís Martins (contrabaixo).


Consulte o Programa
  

 


Retirado de Antena1



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Letra

 

Lado Lunar

Rui Veloso

 

Não me mostres o teu lado feliz
A luz do teu rosto quando sorris
Faz-me crer que tudo em ti é risonho
Como se viesses do fundo dum sonho

Não me abras assim o teu mundo
O teu lado solar só dura um segundo
Não é por ele que te quero amar
Embora seja ele que me esteja a enganar

(refrão)
Toda a alma tem uma face negra
Nem eu nem tu fugimos à regra
Tiremos à expressão todo o dramatismo
Por ser pra ti eu uso um eufemismo
Chamemos-lhe apenas o lado lunar
Mostra-me o teu lado lunar

Desvenda-me o teu lado mauzão
O túnel secreto a loja de horrores
A arca escondida debaixo do chão
Com poeira de sonhos e ruínas de amor

Eu hei-de te amar por esse lado escuro
Com lados felizes eu já não me iludo
Se resistir à treva é um amor seguro
À prova de bala à prova de tudo

(Refrão)

Mostra-me o avesso da tua alma
Conhecê-lo é tudo o que eu preciso
Para poder gostar mais dessa luz falsa
Que ilumina as arcadas do teu sorriso

Não é por ela que te quero amar
Embora seja ela que me vai enganar
Se mostrares agora o teu lado lunar
Mesmo às escuras eu não vou reclamar

(Refrão) 



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O agrupamento vocal “La Venexiana
O agrupamento vocal “La Venexiana" abre hoje o festival (Foto: DR)
Uma dezena de concertos ao longo de praticamente todo o mês de Julho no palco do Auditório de Espinho: assim tem sido e assim volta a ser este ano o Festival Internacional de Música de Espinho (FIME), um dos mais antigos festivais nacionais de Verão. A sua 38ª edição começa este domingo e alinha 11 eventos até 26 de Julho.

A abrir (1 de Julho), o agrupamento vocal “La Venexiana” – com a soprano Roberta Mameli e Cláudio Cavina na direcção musical – apresenta o espectáculo “Round M – Monteverdi meets “La Venexiana”, que se aventura numa inesperada fusão entre música barroca e jazz. O grupo acrescenta à música barroca instrumentos como o contrabaixo, a bateria ou o saxofone. Por isso mesmo, é uma das escolhas do director artístico do festival João Pedro Mendes dos Santos. 

A sua segunda escolha – entre muitas que faria dos 11 espectáculos – são os dois concertos (13 de Julho) do francês Romain Garioud, um violoncelista “absolutamente genial, com uma comunicação fantástica com o público”. No primeiro, Garioud tocará a sonata para violoncelo e piano (com Laurent Wagschal) de Luís Freitas Branco, naquilo que o director artístico do festival realça como o encontro feliz entre “um grande intérprete internacional e um compositor português”. 

A fechar o festival, dia 26 de Julho, a Orquestra Clássica de Espinho vai tocar música da América Latina “com duas obras para dois instrumentos improváveis” – harmónica e bandoneon, diz João Pedro Mendes dos Santos e esta é a sua terceira escolha. Trata-se do concerto do brasileiro Heitor Villa Lobos (1887-1959) para harmónica e orquestra e o concerto para bandoneon e orquestra do compositor argentino Astor Piazolla (1921-1992). 

Entre a abertura e o fecho, entre muitos outros eventos, haverá concertos com o clássico trio com piano, que junta os irmãos Renaud e Gautier Capuçon e o pianista Frank Braley, o recital de violino e piano com Sergei Khachatryan, o espectáculo do pianista norte-americano Uri Caine em trio de contrabaixo (John Hebert) e bateria (Clarence Penn), ou ainda o concerto da pianista da Venezuela Gabriela Montero, que, à semelhança do que tem feito ao longo da carreira, vai improvisar sobre temas dados pelo público. 

O festival propõe também espectáculos para as crianças – o Festival Júnior que terá contos de fadas por Alexandre Delgado (acompanhados ao piano) e “O que é uma ária?”, um espectáculo apresentado pelo tenor Mário João Alves. 

 

Retirado do Público



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letra

 

Oh no, gone forever, a Richie

Can't be without you, I'm sorry that I faild you
Anything you want you can blame it on me. 
Didn't mean to hurt you, was meant to protect you 
That's why I haffi say you can blame it on me
Never really thought I'd miss you so much, 
Now I miss your voice and girl I miss your touch, 
A you me did a prefer, lost you forever, 
And you can blame it on me. 

She tell me she me nah go miss her cause me never really had her 
A lie that me can't live without her. 
And I'm out everynight because me know before 6 o'clock me nah go 

sleep 
Through how me thinking about her 
So please be, please be still in love with me, 
Cause I can't see no other future for me. 

Chorus 

So why have I been suffering for so long, 
Been a while since I knew something was wrong. 
Now you left me with nothing to hold on, 
And now my baby she's gone but... 
The other day she tell me seh she love me, 
The next day she get up and left me. 
I don't know what she want, but I nah stop chant, cause I just 

can't 



publicado por olhar para o mundo às 17:08 | link do post | comentar

Carlos do Carmo canta em Coimbra, Galiza, Cascais e Guimarães em julho

Carlos do Carmo prossegue com a sua digressão no mês de julho. Depois de um concerto em São Tomé e Príncipe no passado dia 9 de junho, a convite da embaixada portuguesa, e de outras participações especiais em Portugal, Carlos do Carmo prepara-se agora para uma nova série de concertos.


Já na próxima terça-feira, 3 de julho, às 21:30, estará em Coimbra, no âmbito do concerto «Tanto Mar Tanta Música», uma celebração da lusofonia, na companhia do galardoado Coro dos Antigos Orfeonistas do Orfeon Académico de Coimbra e do compositor e intérprete Ivan Lins, nome de referência da música popular brasileira, com quem Carlos do Carmo tem colaborado ao longo dos anos.

 

De seguida, no dia 12, às 20:30, é a vez da Galiza (Espanha) receber o Fado de Carlos do Carmo numa das salas consideradas mais emblemáticas - o Palacio de La Ópera, na Corunha, por onde já passaram grandes figuras da música de todo o mundo, desde a clássica ao pop.

A 20 de julho regressa a Portugal, onde canta, pelas 22:00, no Hipódromo Manuel Possolo, enquadrado no cartaz do «Cascais Music Festival», evento que tem este ano a sua primeira edição.

 

Por último, Carlos do Carmo junta-se à Orquestra Chinesa de Macau, a 27 de julho, às 22:00, no Centro Cultural Vila Flor, um concerto especial no âmbito da programação «Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura».

 

Fundada pelo Instituto Cultural de Macau, em 1987, a Orquestra Chinesa de Macau cobre um largo espectro de géneros musicais, desde as melodias tradicionais chinesas a composições contemporâneas.

 

O programa apresentado em Guimarães inclui alguns dos mais emblemáticos temas de fado, como «Duas Lágrimas de Orvalho», «Gaivota», «Homem na Cidade» ou «Canoas do Tejo».

 

Noticia do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 12:21 | link do post | comentar

 

letra

 

Che cosa vuoi da me che lui non ti sa dare?
Che cosa vuoi da me che non si può comprare?
Che cosa cerchi da te a parte"quell'amore"?
Da cosa tenti di fuggire?
Guardami, quel sole non c'è più
Non può tornare
Guardati, tu non ci credi più
E non è uguale
Lasciati andare allora qui
Non sarà amore...ma
Credimi, è forte anche di più
E non parlare...
Tu adesso qui con me,non é proprio normale
O forse invece sì, se viene naturale
Non chiedere perchè, se si potrà rifare
Ma se ne hai voglia puoi restare...
Guarda li , c'è un sole ancora su
È un buon calore
Guarda che se non ci credi più
Non può far male
Lasciati andare allora qui
Non sarà amore..ma
Credimi, è forte anche di più
E vale anche di più!!!
E guardami, quel sole è ancora su
E' un buon calore
Guarda che se non ci credi tu
Non può far male
Lasciati andare allora qui
Non sarà amore...ma
Sai vale anche di più
E' forte anche di più.



publicado por olhar para o mundo às 08:12 | link do post | comentar

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