Segunda-feira, 25 de Junho de 2012
Gonçalo Bilé

 



12 JULHO - PARASIDE GARAGE, LISBOA - 22H00

Ganhe entradas com a Comercial. Fique atento à emissão!

 

Facebookwww.facebook.com/goncalobile
Myspace: www.myspace.com/goncalobile
Site oficial: http://www.goncalobile.pt/
No primeiro passo a perna treme, a barriga aperta, a pulsação aumenta e a adrenalina dispara. Mas o impulso é confiante e o salto não é no vazio.

Esse salto é dado por Gonçalo Bilé, o mais novo "cantautor" a entrar na cena da música portuguesa com um disco debaixo do braço, onde a fusão folk acústico, blues, roots e pop/rock resultam num sólido conjunto de canções frescas e despreocupadas. Um álbum que descreve o quotidiano e as preocupações normais de uma pessoa normal. Neste trabalho, Gonçalo Bilé fala dos amigos, de amor e transmite uma mensagem de inconformismo com um mundo por vezes fútil.

Para a gravação do seu primeiro registo de originais, Gonçalo Bilé rodeou-se dos amigos para fazer gravar um álbum leve e descomprometido. A produção foi conduzida por Bruno Vasconcelos (Pinto Ferreira, Guys From The Caravan) e a gravação e mistura ficaram a cargo de Nélson Carvalho (estúdios Valentim de Carvalho). O disco contou ainda com a participação especial de Frankie Chavez no tema "Líderes e Nações¿.

SINGLE DE ESTREIA CHAMA-SE AMARRADO (DA CABEÇA AOS PÉS)

Alinhamento:

1. Amarrado (da cabeça aos pés) - 1º single
2. Eu Sei Que Tu Sabes
3. 100% Cool
4. Qualquer dia
5. Doida Varrida
6. Líderes e Nações (participação especial de Frankie Chavez)
7. Haja O Que Houver
8. Essa Gente
9. Dylan
10. A Rapariguinha do Shopping
11. Vieram-me dizer



 

Retirado de Rádio Comercial



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Letra

 

"Apesar de longe ainda temos voz,
A estrada é difícil mas não estamos sós,
Em vez de ser eu, experimenta sermos nós,
Vamos lá...
Qual é o destino, que eu sonho inventar,
Não sabe o caminho, sabe começar,
Não fica sozinho e não vai ficar,
Vamos lá...
Vem, faz, tu já és quem tu queres ser,
livre desse medo de crescer,
sobe além do que podes ver, Vamos Lá...
Vem, faz, tu já és quem tu queres ser,
livre desse medo de crescer,
sobe além do que podes ver, Vamos Lá...
Vamos ter a vida que queremos viver,
Andamos à noite até amanhecer,
Temos de agarrar o que não queremos perder.
Vamos lá...
Qual é o destino, que eu sonho inventar,
Não sabe o caminho, sabe começar,
Não fica sozinho e não vai ficar,
Vamos lá...
Vem, faz, tu já és quem tu queres ser,
livre desse medo de crescer,
sobe além do que podes ver, Vamos Lá...
Vem, faz, tu já és quem tu queres ser,
livre desse medo de crescer,
sobe além do que podes ver, Vamos Lá...

Vamos Lá...
Vem, faz, tu já és quem tu queres ser,
livre desse medo de crescer,
sobe além do que podes ver, Vamos Lá...



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letra

 

You?re My...
You?re My First Love
You?re My First Love
You?re My First Love

You?re My...
You?re My First Love
You?re My First Love
You?re My First Love

When I saw you, I know
That you can make me believe

Now I can?t forget you
My First Love...

You?ve touched my soul with your first kiss
And I can see into your eyes
Now I?m in love with you
My First Love...

The time can pass but I?m sure
That you will always ?there with me

Now I?m in love with you
My First Love...

My First Love
Now and Forever
My First Love

You?re the only one
Who can make me believe
Now and Forever
My First Love

The time can pass but I?m sure
That you will always ?there with me

Now I?m in love with you
My First Love...

I can?t forget you...
You?re in my mind
Now and Forever
My First Love

My First Love
Now and Forever
My First Love

You?re My First
You?re My Love
You?re My Everything
Baby when you make me smile
You make me feel you
All the time

You will always ?there with me
You will always make me love you
I can?t forget you baby...
You?re My Love

You?re the only one
Who can make me believe
Now and Forever
My First Love

The time can pass but I?m sure
That you will always ?there with me

Now I?m in love with you
My First Love... 


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Domingo, 24 de Junho de 2012

Os Orelha negra

 

Os Orelha Negra anunciaram esta sexta-feira que vão regressar este ano ao festival Sudoeste TMN. Através do Facebook, a banda portuguesa revelou que atuará na Zambujeira do Mar a 4 de agosto «com os The Roots e companhia».

Esta será a segunda passagem dos Orelha Negra pelo Sudoeste, depois da estreia no festival em 2010. Desta vez, a super banda composta por Sam The Kid, Fred Ferreira, João Gomes, Francisco Rebelo e DJ Cruzfader apresentará os novos temas do segundo disco de estúdio.

«Orelha Negra» chegou às lojas no passado mês de maio e inclui os singles «Luta» e «Throwback».

O 16º Sudoeste TMN realiza-se nos dias 1, 2, 3, 4 e 5 de agosto, na Herdade da Casa Branca. Até ao momento, este é o cartaz do festival:

1 de agosto - Receção ao Campista
- Martin Solveig
- Afrojack
- Pete Tha Zouk

2 de agosto

Palco TMN
- Ben Harper & Vanessa da Mata
- Fat Freddy's Drop
- Ben Howard
- Matisyahu
- Marcelo D2

Groovebox
- Luciano
- The Twelves

MEO Reggae Box
- Lee Scratch Perry + Max Romeo & The Congos


3 de agosto

Palco TMN
- Eddie Vedder
- Example
- James Morrison
- Glen Hansard
- Richie Campbell

Groovebox
- Nicolas Jaar

MEO Reggae Box
- Jamaican Legends & Bitty McLean
- Little Roy


4 de agosto

Palco TMN
- The Roots
- The Ting Tings
- Xutos & Pontapés
- Calle 13
- Orelha Negra

Groovebox
- Thievery Corporation
- Four Tet

MEO Reggae Box
- Jah Mason + Fantan Mojah & The Dub Akom Band


5 de agosto

Palco TMN
- Jessie J
- Two Door Cinema Club
- The Vaccines
- Best Coast

Groovebox
- Andy C
- Borgore

 

Noticia do IOL Música



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Letra
De noite pelas campinas 
Anda o sol atrás da lua 
Assim vai a minha sina 
Meu amor atrás da tua 

Que inveja tens tu das rosas 
Se és linda como elas são 
A rainha das flores 
Tratadas por tuas mãos 

Tratadas por tuas mãos 
Pelas tuas mão mimosas 
Se és linda como elas são 
Que inveja tens tu das rosas 



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Mariza vai actuar no cartaz cultural dos Jogos Olímpicos de Londres

A fadista Mariza estará entre milhares de artistas das 204 nações em competição nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, em Londres, que actuarão num grande festival cultural que arranca quinta-feira e decorre até 9 de Setembro, no Reino Unido.

 

Mariza atuará dia 21 de Julho, no palco Europa do BT River of Music, um evento de música de entrada gratuita, à beira do rio Tamisa, que terá lugar no fim-de-semana que antecede o início das olimpíadas, a 27 de Julho.

 

Ao todo, os organizadores têm programados 12 mil eventos com a participação de mais de 25 mil artistas, incluindo alguns mais conhecidos como Gilberto Gil, Yoko Ono, Damon Albarn, Cate Blanchett, Jay Z e Florence and the Machine, entre outros.

 

Apesar de ser centrado em Londres, o festival será distribuído por 900 recintos, em todo o Reino Unido, e inclui 137 estreias mundiais e 85 estreias britânicas.

 

A abertura será feita em Edimburgo, num concerto ao ar livre com Gustavo Dudamel e a Orquestra Sinfónica Simón Bolívar da Venezuela, à qual se juntará um grupo de jovens músicos locais.

 

Mais a sul, a companhia francesa Les Commandos Percu aproveitará a passagem da tocha olímpica para fazer um espectáculo junto ao lago Windermere, enquanto que nos jardins botânicos de Carmarthen, no País de Gales, será posta a descoberto uma réplica insuflável do monumento pré-histórico Stonehenge.

 

Este festival é o culminar das Olimpíadas Culturais, que começaram no país em 2008, para celebrar a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos em Londres e que abrangem outros eventos paralelos.

 

Entre estes está o Parnaso da Poesia, que pretende ser «o maior encontro internacional de poetas na história mundial», que se realiza entre 26 de Junho e 1 de Julho.

 

Os autores lusófonos presentes serão Rosa Alice Branco (Portugal), Ana Paula Tavares (Angola), Conceição Lima (São Tomé e Príncipe), Ana Mafalda Leite (Moçambique) e Corsino Fortes (Cabo Verde), Teresia Teaiwa (Timor Leste), Doina Ioanid (Guiné Bissau) e Paulo Henriques Britto (Brasil).

 

Retirado do Sol



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letra

 

Volto a ti de coração ferido
Procurando teu abrigo
Onde e meu lugar
Volto a ti cansada e em silêncio
Para depois de tanto tempo
Outra vez te abraçar
Volto porque te venero
Tu sabes que ainda te quero
E como nunca te esqueci
Porque nada e igual
Sem a luz do teu sorriso
E tu és todo o que eu preciso
Por isso volto a ti
Não passo um só momento
Que não estejas no meu pensamento
Minha vida és tu
E só a ti me entrego
Não passo um só minuto
Que por este amor não faça tudo
Olha bem para mim
Diz-me uma só palavra 
E eu volto a ti 
Volto aqui 
Porque és o meu destino 
Porque todos os caminhos só me levam a ti 
Volto arrependido e sem orgulho 
Pra te ter eu dava tudo e acordar ao pé de ti V
olto porque te venero 
Tu sabes que ainda te quero 
E como nunca te esqueci 
Porque nada e igual 
Sem a luz do teu sorriso 
E tu és todo o que eu preciso 
Por isso volto a ti 
Não passo um só momento 
Que não estejas no meu pensamento 
Minha vida és tu 
E só a ti me entrego
Não passo um só minuto 
Que por este amor não faça tudo 
Olha bem para mim 
Diz-me uma só palavra 
E eu volto a ti 
Não duvides um segundo 
Pode acabar mundo 
E pode o sol não mais nascer 
O teu amor jamais vou esquecer 
Não passo um só momento 
Que não estejas no meu pensamento 
Minha vida és tu 
E só a ti me entrego 
Não passo um só minuto 
Que por este amor não faça tudo 
Olha bem para mim 
Diz-me uma só palavra 
E eu volto a ti



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Sábado, 23 de Junho de 2012
Jazz no Parque de Serralves homenageia Bernardo Sassetti

Os melómanos terão ainda na memória o fabuloso concerto que o recém-desaparecido Bernardo Sassetti realizou na edição de 2010 do Jazz no Parque de Serralves, tendo como convidado o saxofonista andaluz Perico Sambeat, seu “cúmplice” de muitos anos. Sassetti deixou então transparecer não só a sua arte mas também a felicidade por estar de regresso, passados vários anos, aos jardins da fundação portuense, para mais um concerto nesses dias do início do Verão. Acompanhavam-no Carlos Barreto (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria), outros “cúmplices" habituais do genial pianista.

 

Estes dois músicos vão regressar a Serralves na tarde do próximo dia 14 de Julho (15h) para participarem numa mesa-redonda de homenagem a Bernardo Sassetti, a primeira parte de um programa duplo com que a fundação evoca o pianista, na 21ª edição do Jazz no Parque. Nesse encontro participarão também os músicos Pedro Moreira e Zé Eduardo, e ainda o crítico de jazz Manuel Jorge Veloso, para uma conversa que será moderada por António Curvelo, desde há anos comissário do festival.

 

No dia seguinte (18h), a música e a herança de Sassetti continuará em cena, no concerto “Pelas Mãos de Bernardo”, que reunirá de novo Zé Eduardo, Carlos Barreto e André Sousa Machado com “cinco jovens pianistas – Alexandre Dahmen, Daniel Bernardes, Gonçalo Moreira, Ricardo Pinto e Luís Barrigas –, desconhecidos das grandes plateias do jazz, mas unidos pela excelência do promissor futuro que transportam consigo”, diz o comunicado de apresentação do Jazz no Parque 2012.

 

O programa da próxima edição do festival em Serralves abre no primeiro sábado de Julho (dia 7) com a nova banda do saxofonista norte-americano Marty Ehrlich, a apresentar o seu disco de estreia, “Frog Leg Logic”. No dia 14, depois da mesa-redonda em volta de Sassetti, actua a big band nacional Orquestra LUME (Lisbon Underground Music Ensemble), dirigida pelo pianista e compositor Marco Barroso, naquele que será o seu concerto de estreia na cidade do Porto.

 

O alinhamento do festival termina, no dia 21, com nova formação vinda dos Estados Unidos, a BassDrumBone, naquele que será o regresso a Portugal do trio, já com mais de três décadas de actividade, formado por Ray Andersen (trombone), Mark Helias (contrabaixo) e Gerry Hemingway (bateria). 

 

Noticia do Ipsilon



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Letra

 

É como se a gente
Não soubesse
Prá que lado foi a vida
Por que tanta solidão?
E não é a dor
Que me entristece
É não ter uma saída
Nem medida na paixão...

Foi!
O amor se foi perdido
Foi tão distraído
Que nem me avisou
Foi!
O amor se foi calado
Tão desesperado
Que me machucou...

É como se a gente
Pressentisse
Tudo que o amor não disse
Diz agora essa aflição
E ficou o cheiro pelo ar
Ficou o medo de ficar
Vazio demais meu coração...

Foi!
O amor se foi perdido
Foi tão distraído
Que nem me avisou
Nem me avisou!
Foi!
O amor se foi calado
Tão desesperado
Que me maltratou...



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O que é feito do fado, Património Imaterial?

 

Há sete meses a UNESCO dava a Portugal o troféu: o fado passava a ser Património Imaterial da Humanidade e António Costa punha o mundo a ouvir Amália através de um telemóvel. Mas, mais de meio ano passado, o que mudou no fado que se canta por cá?


"Depois da distinção houve um 'boom' maior pelo fado, um despertar maior do público português", conta o jovem fadista Marco Rodrigues, que viu a plateia dos seus concertos passar a estar mais preenchida. Sete meses após a eleição do Fado como Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO (27 de novembro de 2011), o cantor sente que o maior reconhecimento não vem dos turistas, e que o novo estatuto do fado foi reconhecido por cá, pelos portugueses.

 

O reconhecimento é fruto de um trabalho de "cinco anos e meio" que "não se esgotou na candidatura", refere, por sua vez, o fadista Carlos do Carmo.

 

O embaixador da candidatura portuguesa à distinção pela UNESCO contou ao SAPO alguns dos projetos que têm sido desenvolvidos desde então."Continuam a sair livros, vai haver uma exposição sobre o fado no cinema em breve, continuamos a recolha do espólio e dos arquivos e vamos ter um projeto com as escolas".

 

No mesmo sentido, João Miguel Tavares, diretor-adjunto da revista Time Out Lisboa e aficionado do fado, elogia o trabalho do Museu do Fado e dos investigadores do género musical nos últimos meses. "O estudo académico foi muito importante para a candidatura. O que se mudou foi gigante desde que se começou a estudar o fado", salienta.

 

E daqui para a frente?


Os últimos anos, mesmo antes da candidatura, revelaram-se frutuosos para o género musical. O aparecimento de uma nova geração que trouxe novas abordagens ao fado abriu o património a novos públicos. "O fado foi sendo influenciado pelas músicas do mundo, é um caminho natural", mas "deve respeitar-se o fado tradicional", refere Marco Rodrigues.

 

Será esta abordagem inovadora o caminho a seguir pelo fado? "As coisas têm de acontecer com naturalidade", diz Carlos do Carmo. "A geração a que eu pertenço fez a ponte, fazemos o transporte para a nova geração. Todos os contributos são bons, há uma geração com grande respeito pela tradição, há uma outra que tem grande ansiedade de frescura e modernidade. Tem de haver uma conjugação das duas", explica.

João Miguel Tavares considera que, apesar de tudo, ainda "é o talento individual que faz o fado avançar". "Um bom fadista é alguém que tem capacidade para estilar, para o improviso, por cima de um colchão melódico que são os fados tradicionais", explica. A tarefa continua a ser mais difícil para as mulheres hoje em dia, pelo fator Amália Rodrigues. "A Amália é uma pessoa que aparece uma vez num século. As mulheres fadistas estão muito presas ao seu legado", refere.

 

Nos próximos anos os esforços serão determinantes para o fado não perder a distinção da UNESCO. Carlos do Carmo vai viajar para o Brasil onde vai "tentar reunir elementos sobre a história do fado no país", Marco Rodrigues vai lançar o segundo disco ainda este ano, e João Miguel Tavares sonha com um livro que escreva a história do fado de uma forma diferente, tal como o "Chega de Saudade", do escritor brasileiro Ruy Castro sobre a história da bossa nova. "Falta um 'Chega de Saudade' aplicado ao fado"… e mais documentários", conclui.  

 

Retirado de Sapo Música



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Tora Tora Big Band: Um regresso com «um grande groove e muito ritmo»

A Tora Tora Big Band está de volta com "Salteado", o terceiro disco de um projeto que "soa mais fresco, com grooves novos e complexos", contam dois elementos ao SAPO Música.

"A base era andar à volta da área da cozinha", explica João Capinha, um dos saxofonistas da Tora Tora Big Band, ao recordar as origens do título do álbum. 

"Salteado", já dado a provar ao vivo no Ritz Clube, em Lisboa, no passado dia 8, vai passar também pelo palco do Outjazz, no Anfiteatro Keil do Amaral, em Monsanto, no próximo dia 24, e deverá agradar a quem queira saborear uma viagem entre o jazz e a world music, com paragens noutros géneros.

Um dos exemplos dessa combinação é "Odd Dog", single de avanço que conta com a voz de Mariana Norton. "É um tema que está em 11/8, não é um compasso que se ouça todos os dias na rádio nem em canais maiores. Mas ninguém repara porque o groove é muito forte", salienta o multinstrumentista Lars Arens:

 

 

Retirado do Sapo Música



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Letra


Não encontrei a letra desta música


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Sexta-feira, 22 de Junho de 2012

Concertos gratuitos de Expensive Soul, David Fonseca, Clã e Aurea no Mar Shopping

 

O Festival Livre Trânsito irá apresentar David Fonseca,Clã, Expensive Soul e Aurea, num conjunto de atuações intimistas e exclusivas para todos os visitantes do Mar Shopping, no Porto.


Os concertos terão lugar no Parque Exterior do centro comercial todas as sextas-feiras do mês de julho, às 21:30.

 

David Fonseca é o artista responsável pelo espetáculo de abertura já no próximo dia 06. Seguem-se os Clã no dia 13, Expensive Soul a 20 de julho e Aurea encerra o festival a 27.

 

David Fonseca é um músico, cantor e compositor português reconhecido pela sua bem-sucedida carreira musical como membro da Silence 4 e, desde 2003, como artista a solo. O álbum de estreia do músico natural de Leiria, «Sing Me Something New», e o segundo registo de originais, «Our Hearts Will Beat As One», são discos de ouro. O terceiro registo de estúdio voltou a dar cartas na música nacional, que lhe valeu a nomeação de melhor artista do mês pela MTV.

 

O segundo concerto estará a cargo dos Clã na sexta-feira, 13. O grupo de Manuela Azevedo conta já com seis registos de estúdio, dois álbuns ao vivo, um Globo de Ouro, três prémios Blitz e o prémio Arco-Íris 2011. A internacionalização da banda levou-os a apresentarem o seu trabalho em países, como EUA, Espanha e Brasil.

 

Dia 20 de julho sobem ao palco do Festival Livre Trânsito os Expensive Soul. Esta dupla de Leça da Palmeira tem vindo a conquistar o público português desde o lançamento do álbum de estreia em 2004 através das suas sonoridades que variam entre a soul, reggae, r&b e hip-hop. Em 2011, o grupo foi nomeado para os prémios MTV Europe Music Awards, na categoria «Best Portuguese Act».

 

Aurea é a artista que encerrará este festival. Com apenas 24 anos de idade, a artista foi considerada a voz revelação nacional de 2010. O primeiro álbum, homónimo, atingiu em poucos meses o primeiro lugar do Top Nacional de vendas, conseguindo a marca de dupla platina.

 

A entrada para os concertos é gratuita.

 

Noticia do Sapo Música



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letra
No bairro do amor a vida é um carrossel
onde há sempre lugar para mais alguém
o bairro do amor foi feito a lápis de cor
por gente que sofreu por não ter ningém

No bairro do amor o tempo morre devagar
num cachimbo a rodar de mão em mão
no bairro do amor há quem pergunte a sorrir:
será que ainda cá estamos no fim do verão?

Eh, pá, deixa-me abrir contigo
desabafar contigo
falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
descontrair-me um pouco
eu sei que tu compreendes bem

No bairro do amor a vida corre sempre igual
de café em café, de bar em bar
no bairro do amor o sol parece maior
e há ondas de ternura em cada olhar

O bairro do amor é uma zona marginal
onde não há prisões nem hospitais
no bairro do amor cada um tem que tratar
das suas nódoas negras sentimentais

Eh, pá, deixa-me abrir contigo
desabafar contigo
falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
descontrair-me um pouco
eu sei que tu me compreendes bem 



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Sons da natureza conjugam-se com música no festival «Músicas do Rio»

A terceira edição do «Músicas no Rio, os outros sons do Fluviário», festival que anualmente acontece em Mora, conta com as atuações da Orquestra Sinfonieta de Lisboa com o guitarrista Pedro Jóia (13 Julho), dosCouple Coffee, um duo de Baixo e Voz (14 Julho), do fadista António Zambujo (20 Julho) e dos Aduf (27 Julho).


A entrada para o festival custa um euro e os concertos iniciam-se às 21:30.

 

Este ciclo de concertos de música portuguesa, que em dois fins-de-semana animam o noroeste alentejano, acontece num palco colocado em pleno rio Raia, em frente à praia fluvial do Parque Ecológico do Gameiro, junto ao Fluviário.

 

O Festival «Músicas no Rio» tem lugar num cenário considerado idílico e no qual a água e os sons da natureza são fatores diferenciadores, juntamente com a música portuguesa de qualidade e diversificada.

 

O evento integra quatro temáticas diferentes – fado, jazz, clássico e musica popular – e a organização pretende apostar numa oferta de prestígio e cuja programação não atraia um público massivo, mas criterioso.

 

retirado de Sapo Música



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letra

 

Os teus olhos são cor de pólvora, o teu cabelo é o rastilho
O teu modo de andar é uma forma eficaz de atrair sarilho
A tua silhueta é um mistério da criação
E sobretudo tens cara de anjo mau

Cara de anjo mau, tu deitas tudo a perder
Basta um olhar teu e o chão começa a ceder
Cara de anjo mau, contigo é facil cair
Quem te ensinou a ser sempre a última a rir?

Que posso eu fazer ao ver-te acenar a ferida universal?
Que posso eu desejar ao avistar tão delicioso mar?
Que posso eu parecer quando me sinto fora de mim?
Que posso eu tentar senão ir até ao fim?

Cara de anjo mau, tu deitas tudo a perder
Basta um olhar teu e o chão começa a ceder
Cara de anjo mau, contigo é facil cair
Quem te ensinou a ser sempre a última a rir?

Por ti mandava arranjar os dentes e comprava um colchão
Por ti mandava embora o gato por quem eu tenho tanta afeição
Por ti deixava de mater o dedo no meu nariz
Por ti abandonava o meu país

Cara de anjo mau, tu deitas tudo a perder
Basta um olhar teu e o chão começa a ceder
Cara de anjo mau, contigo é facil cair
Quem te ensinou a ser sempre a última a rir? 



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Quinta-feira, 21 de Junho de 2012

«O Experimentar Na M'Incomoda» versa agora sobre o sagrado e o profano

O projeto açoriano «O Experimentar Na M'Incomoda» vai dar a conhecer o segundo disco no mês de setembro. «2: sagrado e profano» é uma festa religiosa numa freguesia açoriana com o seu programa dividido em canções de ritual e canções de folia (o programa sagrado e o programa profano da festa).


O álbum pretende «retratar uma expressão cultural insuflada, por um lado, de espiritualidade e misticismo movidos a vulcões e tremores de terra e, por outro, de lirismo romântico de homens do campo e do mar», explica o projeto em comunicado.

 

A maior parte dos temas foram retirados de «Antologia Sonora da Ilha de São Miguel», recolhas do professor Artur Santos naquela ilha em 1960, e de «Pastor do Verbo» do terceirense José da Lata.

 

A eletrónica continua presente nos 12 temas que constituem o segundo registo d'O Experimentar, mas o som é mais orgânico e os ecos da urbe são agora mais ferramenta do que forma.

 

As gravações tiveram lugar entre a freguesia do Capelo (Faial), Ponta Delgada e Copenhaga (Dinamarca), entre os meses de fevereiro e maio deste ano.

 

As misturas e masterização serão feitas em Lisboa no próximo mês de julho e serão da responsabilidade de António Bragança (A Naifa), que já tinha assumido este papel no trabalho anterior.

 

O núcleo de músicos repete-se, com Pedro Lucas (produção e arranjos), Pedro Gaspar (viola caipira), Jácome Armas (síntese digital), Miguel Machete, Carlos Medeiros e Zeca Medeiros (vozes).

 

Entram os convidados figuram Daniel Duarte e Emanuel Silva da Filarmónica União Faialense em tuba contrabaixo, saxofone e clarinete, Pedro Afonso nos coros, e os escandinavos Aage Johnson no 'hammond' e My Larsdotter (My bubba and Mi) na voz.

 

O vídeo fica novamente à responsabilidade da realizadora Aurora Ribeiro e a componente gráfica é desenvolvida pelo artista plástico Tiago Bom.

 

Retirado do Sapo Música 

 



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Letra

 

Letra:
"Olha lá
Já se passaram alguns anos
Nem sequer vinhas nos meus planos
Saíste-me a sorte grande

E eu cá vou
Usando os louros deste achado
Contigo de braço dado 
Para todo o lado

Eu vou até morrer
Ser teu se me quiseres

Agarrado a ti
Vou sem hesitar 
E se o chão desabar 
Que nos leve aos dois
Vou agarrado a ti

Meu amor
A roda da lotaria
Que é coisa escorregadia
Saíste-me a sorte grande

E eu cá vou
À minha sorte abandonado
Contigo de braço dado
Para todo o lado

Eu vou até morrer
Ser teu se me quiseres

Agarrado a ti
Vou sem hesitar
E se o chão desabar
Que nos leve aos dois
Vou agarrado a ti

Vou sem hesitar
E se o chão desabar
Que nos leve aos dois
Vou agarrado a ti
Vou agarrado a ti
Vou agarrado a ti"



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Dusk at the Mansion apresentam o EP de estreia em Lisboa

Os Dusk at the Mansion apresentam-se no Ritz Clube munidos de laptop, teclado, bateria electrónica e violoncelo, uma formação considerada invulgar.


Esta mesma formação já os levou a fazer a abertura para os Klaxons e a atuar em palcos, como a Fábrica do Braço de Prata, o Largo de São Paulo, o Plano B, o LEFT, o Teatro do Bairro, e festivais, como o Termómetro e o Rock Rendez Worten.

 

A influência da eletrónica de Kraftwerk, Gary Numan, Soft Cell e Jean Michel Jarre está presente nas músicas do EP «Will You Wake Me Up Today?».

 

Os bilhetes para a apresentação, que vai ter lugar no Ritz Clube, em Lisboa, a 30 de junho, são vendidos no local e custam oito euros.

 

Excerto da atuação dos Dusk at the Mansion no LEFT, em Lisboa:

 

Retirado do Sapo Música



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Letra

 

Ninguém disse que os dias eram nossos
Ninguém prometeu nada 
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre 
Mais uma madrugada 
Ninguém disse que o riso nos pertence 
Ninguém prometeu nada 
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre 
Mais uma gargalhada 

E deixar-me devorar pelos sentidos 
E rasgar-me do mais fundo que há em mim
Emaranhar-me no mundo
E morrer por ser preciso 
Nunca por chegar ao fim 

Ninguém disse que os dias eram nossos
Ninguem prometeu nada 
Fui eu que julguei que sabia arrancar sempre 
Mais uma gargalhada 

E deixar-me devorar pelos sentidos 
E rasgar-me do mais fundo que há em mim 
Emaranhar-me no mundo 
E morrer por ser preciso
Nunca por chegar ao fim 



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Quarta-feira, 20 de Junho de 2012

Para celebrar o Dia Europeu da Música, 21 de Junho, a FNAC promove um Festival de Novos Talentos FNAC Música nos dias 21 e 22 de Junho, no Cinema São Jorge, em Lisboa.


São 2 dias de música com 22 bandas Novos Talentos FNAC Música e com um bilhete diário de 4Euros.

Este festival, com um cartaz constituído exclusivamente por projectos musicais presentes nas edições do CD Novos Talentos FNAC Música, tem o apoio da 3. 

Vamos estar em directo do São Jorge para transmitir os concertos, esta quinta e sexta-feira.
Sintonizem-se a partir das 22h!

Aqui fica o cartaz:



Em 2012 a FNAC edita, pelo 6º ano consecutivo, a compilação Novos Talentos FNAC.

Em parceria com Henrique Amaro, na direcção artística, esta edição integra 60 temas inéditos, de 60 novos criadores.

O Futuro da Música Portuguesa passa por aqui!

O CD triplo Novos Talentos FNAC Música é vendido por 4Euros e a totalidade das receitas reverte a favor da AMI para o combate à Infoexclusão.

 

Retirado de Antena 3



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letra

 

Esperei-te no fim de um dia cansado
À mesa do café de sempre
O fumo, o calor e o mesmo quadro
Na parede já azul poente

Alguém me sorri do balcão corrido
Alguém que me faz sentir
Que há lugares que são pequenos abrigos
Para onde podemos sempre fugir

Da tarde tão fria há gente que chega
E toma um café apressado
E há os que entram com o olhar perdido
À procura do futuro no avesso do passado

O tempo endurece qualquer armadura
E às vezes custa arrancar
Muralhas erguidas à volta do peito
Que não deixam partir nem deixam chegar

O escuro lá fora incendeia as estrelas
As janelas, os olhares, as ruas
Cá dentro o calor conforta os sentidos
Num pequeno reflexo da lua

Enquanto espero percorro os sinais
Do que fomos que ainda resiste
As marcas deixadas na alma e na pele
Do que foi feliz e do que foi triste

Sabe bem voltar-te a ver
Sabe bem quando estás ao meu lado
Quando o tempo me esvazia
Sabe bem o teu braço fechado

E tudo o que me dás quando és
Guarida junto à tempestade
Os rumos para caminhar
No lado quente da saudade 



publicado por olhar para o mundo às 17:31 | link do post | comentar

October Flight: A banda açoriana que surgiu por acaso

 

Tudo começou durante a preparação para o festival Angra Rock. O atual vocalista Flávio Cristóvam pretendia apresentar um projeto a solo, mas, no decorrer dos ensaios, a «química» existente entre os músicos que convidou foi «especial». Os Açores estão vincados na génese do projeto e do disco de estreia,«Closing Doors».


«É muito complicado para uma banda açoriana ter presença em Portugal Continental. Os custos das passagens aéreas, por exemplo, são elevados e é um encargo que as outras bandas não têm. Diria mesmo que é quase como passar de um país para outro», refere ao SAPO Música o vocalista dos October Flight, Flávio Cristóvam.

 

A banda é um quinteto e três elementos vivem já em Lisboa. «Os Açores são muito pequenos e isolados para quem quer viver da música», explica.

 

O projeto já tem quatro anos de existência. Começou como uma aventura a solo de Flávio Cristóvam, que, na altura, já tinha gravado um primeiro ‘single’ no estúdio do atual baterista da banda. Pelo meio surgiu um convite para o festival Angra Rock. «Demo-nos tão bem nos ensaios e aquilo que era para ser um projeto a solo acabou por se tornar num projeto de trabalho de grupo», destaca. Pelo meio houve a saída e a entrada de vários elementos da banda, até se chegar à composição final e atual.

 

O disco de estreia chama-se «Closing Doors» e apresenta 12 temas, os quais funcionam como «doze capítulos», que, todos juntos e na ordem definida, dão a conhecer «um relato de vida». «Liricamente, o álbum é honesto, no sentido de que é muito pessoal. É o somatório de quatro anos de vivências, não só minhas, mas de todas as pessoas que me rodeiam», descreve o vocalista do grupo.

 

O processo de composição foi o mesmo para os 12 temas. Flávio Cristóvam escrevia a canção de um modo acústico, levava para o ensaio e todos juntos trabalhavam e davam os seus contributos para o produto final.

 

E qual é a sonoridade do trabalho de estreia? Flávio Cristóvam afirma que não gosta de rótulos e adianta ser difícil «catalogar» o som da banda. Bryan Adams, Kings of Leon, Death Cab For Cutie ou Josh Rouse são algumas das influências.

 

«Cada um dos cinco elementos da banda tem gostos algo distintos e essa fusão resulta no nosso som, que é um pouco diferente do habitual, também por causa das nossas raízes açorianas», afiança.

 

Os Açores estão assim vincados na génese do projeto. O disco é, como descreve, um convite para uma viagem na companhia de cinco jovens músicos que querem ir um pouco mais longe do que o normal na sua ilha. «O tema ‘Closing Doors’ [que dá nome do álbum] fala sobre um miúdo que quer chegar a um sítio que não sabe bem qual é e mete-se num comboio para chegar a esse tal sítio, sem ter ideia onde vai parar. Fá-lo antes de faltar a oportunidade e que as portas se fechem», relata.

 

Para já a banda quer «saborear» e «dar a conhecer» o álbum de estreia. O Paradise Garage, em Lisboa, acolhe o concerto dos October Flight no dia 21 de junho. No dia seguinte rumam para Leiria para atuar no Texas Bar. Para setembro planeiam uma digressão.

 

@Daniel Pinto Lopes

 

Videoclip de «Make You Mine»:

 

Retirado do Sapo Música



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Terça-feira, 19 de Junho de 2012

 

Uma nova versão do teledisco da música "Filhos do Coração", escrita e orquestrada pelo Tó Zé Brito e pelo Pedro Vaz que já foi quádruplo de platina e nos permitiu angariar 150 mil euros. Com este dinheiro resgatámos 13 crianças do lago do Inferno a quem estamos a pagar a segurança, saúde alimentação e educação durante os próximos 10 anos. Pagar tudo isto a uma criança resgatada custa 100 euros por mês, mais ou menos o preço de 4 consolas de jogos eletrónicos. Estes resgates não são pagos. Resgatar uma criança escrava não custa nada, o difícil é resgatar a infância que os pescadores lhes roubam, um pouco, todos os dias.


Eu acredito que uma delas será, um dia presidente do Gana e irá acabar com a escravatura infantil do Século XXI. E voçê?



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Festival do Fado em Madrid
O fado vai estar em destaque em Madrid pela segunda vez

O Fado vai estar em destaque pela segunda vez na capital espanhola. Mariza, Ana Moura e Ricardo Ribeiro vão marcar presença em Madrid na segunda edição do Festival do Fado, entre 21 e 24 de Junho. Conferências, cinema, exposições e uma feira gastronómica são outras apostas da programação.

 

Entre 21 e 24 de Junho, Espanha vai estar mais próxima de Portugal, pelo menos a nível sonoro. A capital espanhola vai ser palco da 2ª edição do Festival do Fado, uma iniciativa com características únicas a nível mundial.
Sob o tema “Casa de Fados”, este ano o festival promete uma atmosfera mais intimista e propõe uma viagem pela história do Fado e dos bairros típicos de Lisboa. São várias as actividades que pretendem estimular a “criação de massa crítica em Espanha em relação ao Fado”, refere Frederico Carmo, da Everything is New, promotora dos espectáculos. “As casas de fado pertencem ao mundo do fado e sem elas a música não seria o que é”, acrescenta.
Mariza também deseja levar para palco o ambiente das tabernas lisboetas. “Será um concerto intimista baseado nos últimos dez anos de carreira em que procuro entender o público que me rodeia”, disse ao PÚBLICO a fadista que vai actuar no dia 24 de Junho.
Os Teatros del Canal, com salas cuja capacidade não deve ultrapassar os 100 lugares, vão abrir  a programação, no dia 21,  com o espectáculo “Uma noite em Lisboa”. A 22 e 23 de Junho é a vez de Ana Moura e Ricardo Ribeiro pisarem o palco, respectivamente. Para a fadista será uma estreia no país vizinho e o cantor contará com a participação especial de Pedro Jóia. “Apesar de o Fado estar mais associado a vozes femininas, principalmente desde a Amália [Rodrigues], convidámos o Ricardo, porque a qualidade não tem sexo”. 
Segundo a experiência de Mariza, o Fado tem sido sempre bem aceite pela comunidade espanhola. “O fado tem magia, melancolia de ser português, mas, ao mesmo tempo, sentimentos do mundo”, explica a fadista. “Porque todos sentimos paixão, amor, saudade e, por isso, o fado consegue tocar qualquer nacionalidade”, acrescenta.
 
Programação variada
Quanto à importância da organização de um festival dedicado ao Fado, Mariza é peremptória: “Festivais que divulgam a cultura portuguesa são sempre positivos, quer para nós, quer para os espanhóis que vão aprender um pouco mais”, refere a fadista. 
A acompanhar a música, viaja até Madrid uma exposição (“Casas de Fado”), debruçada sobre a história do Fado (que seguirá para os Jogos Olímpicos de Londres) e uma feira gastronómica. Ambas estarão presentes durante os quatro dias do festival. 
A programação integra ainda duas conferências promovidas pelo investigador Paulo Lima - “O canto do fado, um canto imperial e operário” – e Sara de Melo Pereira - “Fado, Património da Humanidade” e “Roteiro de Fado de Lisboa”- a 23 e 24 de Junho, respectivamente.
Tal como na primeira edição, o cinema não foi esquecido, estando marcada para o dia 24 a estreia mundial do documentário “Fado” de Sofia Portugal e Aurélio Vasques. Serão igualmente exibidos os documentários “Fado Celeste”, dedicado à vida e obra de Celeste Rodrigues, “O rei sem coroa”, sobre o fadista Fernando Maurício, ambos dirigidos por Diogo Varela e Silva, e “Com que voz”, de Nicholas Oulman sobre o pai, Alain Oulman, o compositor que revolucionou o fado e teve em Amália a intérprete de eleição.
Embora destinado para o público em geral, o festival procura atrair os mais jovens para o este estilo musical e, neste sentido, à excepção dos concertos, cujo preço varia entre os 10 e os 35 euros, e da feira gastronómica, todas as actividades serão gratuitas.
Estima-se que cerca de 4000 pessoas assistam a todas as iniciativas do festival que se espera que “cresça nos próximos anos e se alargue a outros países”, remata Frederico Carmo.
Noticia do Ipsilon


publicado por olhar para o mundo às 21:52 | link do post | comentar

 

letra

 

Falling slowly
You're eyes, they've told me everything
Don't waste this moment telling me something I don't wanna hear

Cause I've tried
Oh I've tried
Cause I've tried
Oh I've tried

But something in this world
Makes us fall every time we're up and running
And I've been here for too long
I know exactly where all of this is going

Walking backwards
You have made me lose my way
Not gonna waste this moment telling you something I don't wanna say

Cause I've tried
Oh I've tried
Cause I've tried
Oh I've tried

But something in this world
Makes us fall every time we're up and running
And I've been here for too long
I know exactly where all of this is going

And I knew you'd never let me dry
So I guess it's time to say goodbye

Something in this world makes us fall every time we're up
And I've been here for too long
I know exactly where all of this is going
Something in this world makes us fall every time we're up
And running around

You're on your own
Go get what you want
You're on your own
Got get what you want

Words: Flávio Cristóvam
Music: October Flight



publicado por olhar para o mundo às 17:46 | link do post | comentar

Festivais, de silêncio em Lisboa e Neopop em Viana do Castelo

Dois PAUS; Kalaf e Filho da Mãe juntam-se no projecto Irmão Demónio que a 27 de Junho no Musicbox vai extrair poesia da escrita quotidiana de tweets a post em blogues

 

Ao virar da esquina, teremos muito em breve o Festival Silêncio, em Lisboa, e o Neopop, em Viana do Castelo.


De um lado, dança-se com as palavras e o baile dá-se sobretudo com as histórias e os fonemas a rodopiarem sobre a música; do outro, a mira está apontada ao corpo e ao recurso à palavra como forma de agitar os movimentos. Ao virar da esquina, teremos muito em breve o Festival Silêncio, em Lisboa, e o Neopop, em Viana do Castelo.

Pela quarta vez, Lisboa dá guarida ao Festival Silêncio, concebido com a missão de celebrar a palavra e a poesia na sua ligação a outras artes. Assim, entre 26 de Junho e 1 de Julho, Cinema São Jorge, Musicbox, Povo, Pensão Amor e Fundação Saramago receberão debates (livro de artista, literatura erótica, etc), sessões de cinema (documentários sobre Marguerite Duras, Saramago ou Herberto Helder, e a estreia nacional de Words of Advice - William Burroughs on the Road, de Lars Movin), leituras encenadas e espectáculos que, por serem concebidos propositadamente para o festival, constituem o prato forte da programação.

Daí que os destaques sigam direitinhos para Neurotycon, ou os Pop dell'Arte a pagarem a sua dívida à literatura com um concerto construído a partir de Encólpio, personagem central de Satyricon, de Petrónio, e juntando-lhe referências tão díspares quanto Homero, Luciano de Samósata, William Gibson e Jonathan Swift. Depois do intervalo, a banda de João Peste regressará ao palco para revisitar alguns clássicos. Isto a 30 de Junho. No dia seguinte, 1 de Julho, os seus antigos companheiros de Ama Romanta, os Mão Morta, apostam na spoken word e apresentam temas do seu reportório mais colados a esta abordagem, bem como uma peça criada a partir da poesia de Al Berto.

Curiosidade também para saber o que farão os expressamente formados Irmão Demónio - Kalaf, Filho da Mãe, Hélio Morais e Quim Albergaria (estes dois dos PAUS). A 27 de Junho, no Musicbox, o quarteto vai extrair poesia da escrita informal quotidiana, de tweets a post em blogues, de anúncios a refrães de música pimba. De referir igualmente o regresso do projecto "Os Poetas", criado em 1997 pelos ex-Madredeus Rodrigo Leão, Gabriel Gomes e Francisco Ribeiro, regressado agora à vida sem o violoncelista (falecido em 2010). Leão e Gomes voltam assim a musicar as palavras de Al Berto, Mário Cesariny e Herberto Helder, a que se juntam António Ramos Rosa e Adília Lopes, desta vez com a ajuda do actor Miguel Borges e das imagens de Ilda David. À sua actuação de 29 sucederá a passagem pelo Musicbox do colectivo hip-hop londrino 2Morrows Victory e de Capicua. Mas haverá ainda a ilustração de António Jorge Gonçalves a cruzar-se com a guitarra de Flak a partir de um livro de artista do primeira ou o actor André Gago a passar pelas vozes maiores da beat generation na companhia da Beat Hotel Band (ambos a 28 Junho), novas vozes do fado a dar voz aos velhos poetas do fado seleccionados por Nuno Miguel Guedes (26, 27 e 28 de Junho) e o habitual espectáculo de poetry slam (30 Junho).

Entre 8 e 11 de Agosto, a conversa é outra e uma passagem por Viana do Castelo vale uma oportunidade para nos cruzarmos com gente sumarenta da electrónica actual. O Neopop arrancará com uma noite de dubstep edrum & bass, com presença confirmada do DJ belga Alix Perez. A 9 e 10 as atenções viram para o tecno com Richie Hawtin, 69 (Carl Craig), Planetary Assault Systems (de Luke Slater) ou James Holden. A ansiedade, no entanto, poderá encontrar-se sobretudo no feminino, dadas as confirmações no Forte de Santiago da Barra de dois dos nomes mais entusiasmantes da actual produção de música de dança: Maya Jane Coles e a siberiana Nina Kraviz (autora de um dos mais celebrados álbuns destas paragens em 2012). A noite de encerramento ficará por conta da Red Bull Music Academy, responsável pela subida ao palco de Scuba, Moodymann e Josh Wink, assim como do curioso projecto Cobblestone Jazz - Matthew Jonson a liderar um colectivo de jazz que, na verdade, troca os instrumentos tradicionais por computadores.

 

Retirado do Ipsilon



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Letra

 

O tempo está a mudar, ar, ar, está no ar
o tempo é maior em cor
como os sorrisos da respiração mundial
todos os seres bailam num bailado do tempo
e Jah é, já está, já é, Jah está...

Open your eyes! To see what is wrong or what is right...
Open your soul and live!

Se podes toca e o poder de todas as coisas te invade
há-de, há-de ser com Jah quer
como os sorrisos da respiração mundial
todos os seres bailam num bailado do tempo
e Jah é, já está, já é, Jah está...

Open your eyes! To see what is wrong or what is right...
Open your third eye and don't forget to live!
Dibango! Respect yourself, respect what you have inside,
Respect the children, respect the spirit of life, respect the music...
should never die!

set them free!
set them free!

Open your eyes to see what is wrong and what is right...
Open your soul and live! Live! Respect the motherland!
set them free... set them free... your mind!
set them free... set them free... your soul! 



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Segunda-feira, 18 de Junho de 2012
Festival MED 2012, Pesos Pesados em Loulé
A Curva da Cintura

Isto não é uma promessa de praia, mas de palco: a temperatura vai aumentar, no final de Junho, em Loulé, a avaliar pelos nomes anunciados para a edição deste ano do Med


Isto não é uma promessa de praia, mas de palco: a temperatura vai aumentar, no final de Junho, em Loulé, a avaliar pelos nomes anunciados para a edição deste ano do Med, o festival de world music que decorre a 29 e 30 deste mês. A juntarem-se aos já confimados A Curva da Cintura (com a lenda brasileira Arnaldo Antunes), o mestre da kora Toumani Diabaté e Norberto Lobo há agora pesos bem pesados. Antes de mais Jamacain Legends, a reunião de Ernest Ranglin, Monty Alexander e a dupla Sly&Robbie - um super-grupo criado para celebrar os 50 anos da independência da Jamaica. Depois há Cheikh Lô, senegalês que em disco nunca falha, estabelecendo pontes entre a música de raiz tradicional e todos os sons que bem lhe aprouver, sempre com ênfase no ritmo - e que ao vivo é altamente irregular. O bluesman maliano Boubacar Traoré é menos conhecido, pelo que Loulé será uma boa oportunidade para reparar essa injustiça: senhor de uma voz comovente, trata a guitarra com carinho desenhando voltinhas encantatórias, num registo mais sujo e menos técnico que o do grande Ali Farka, mas ainda assim emocional. O festival vai ainda contar com as presenças da bateria siamesa dos PAUS e do rockuduro dos Throes + The Shine - o que traz ao cartaz um ecletismo tão confuso quanto louvável.

 

Noticia do Ipsilon



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