A edição deste ano do festival vai incluir o chamado «dia zero», como apelida a organização. Trata-se de uma «espécie de receção aos campistas que pretendam fazer da cidade do galo as suas férias espirituais». O Milhões de Festa realiza-se entre os dias 19 e 22 de julho no Parque Fluvial de Barcelos.
A 19 de julho, na inauguração do Palco Taina, um dos quatro cenários de concertos do certame, haverá atuações de entrada livre dos barcelenses The Glockenwise (ainda com "Building Waves" e já com alguns temas novos para mostrar), dos também locais Johnny Sem Dente e dos britânicos Gnod (frescos, depois da actuação no Roadburn Festival 2012 e do recém-editado trabalho, a meias com os psicadélicos White Hills).
Em jeito de after-party, a comemoração estende-se pela madrugada fora com o Dj e promotor portuense Pedro Santos, ecléctico amante do vinil, enquanto instrumento de trabalho, e ANA, alter-ego de João Marrucho, produtor de música desde 1997) em formato live act.
Taina, na região minhota, é sinónimo para patuscada. E a organização do Milhões de Festa não é alheia ao que se passa à sua volta. Por isso, enquanto os ouvidos degustam musicalidades, neste dia, os estômagos terão ao seu dispôr iguarias assadas na brasa, como postas de bacalhau, febras, costeletas, frango, sardinhas, pimentos, hambúrgueres de tofu a pensar nos vegetarianos, caldo verde e vinho verde.
O preço do passe geral, até ao dia 12 de julho, tem o valor de 45 euros. De 13 a 17 de julho valerá 52 euros e, a partir do dia 18 de julho, tem um custo de 60 euros.
Já os bilhetes diários custam 25 euros e, se adquiridos durante os próprios dias do festival, encarecem para os 30 euros.
Os concertos de Joel Xavier, do quarteto de Laurent Filipe "The Song Band" e de Herb Geller Trio vão marcar o nono Festival TassJazz, que vai decorrer entre 05 e 07 de julho, na vila de Odemira, no litoral alentejano.
O festival, organizado pela Câmara de Odemira, vai decorrer no Cerro do Peguinho e, além dos concertos, sempre a partir das 22:00, incluirá uma conversa com o compositor, orquestrador e maestro português Jorge Costa Pinto.
Segue-se, dia 06 de julho, o concerto do quarteto de Laurent Filipe "The Song Band", que junta Laurent Filipe (trompete e voz), Rodrigo Gonçalves (piano), Massimo Cavalli (contrabaixo) e Paulo Bandeira (bateria).
O TassJazz termina dia 07 com uma conversa com Jorge Costa Pinto, às 21:30, seguida do concerto do Herb Geller Trio, constituído pelo saxofonista norte-americano Herb Geller - considerado "um nome incontornável do jazz" pela crítica especializada -, e por Daniel Hewson (piano) e Nelson Cascais (contrabaixo).
Nas três noites do festival, durante os concertos, o artista francês Philippe Peseux vai improvisar ao vivo três "telas jazz", uma por noite e por concerto, ou seja, vai pintar a óleo sobre tela.
Ai, Borda d’Agua, Borda d’Agua, Ai, Borda d’Agua, Santarém; Borda d’Agua, Santarém... Ai, vale mais uma Borda d’Agua Ai, que quanto Lisboa tem. Borda d’Agua, Santarém...
Ai, ó mar largo, ó mar largo, Ai, ó mar largo, sem ter fundo; Ó mar largo sem ter fundo... Ai, vale mais andar no mar largo Ai, que andar nas bocas do mundo. Ó mar largo sem ter fundo...
«Apneia» foi gravado, misturado e masterizado por Zé Nando Pimenta nos estúdios Meifumado. O design gráfico é de Zé Cardoso e o disco chega às lojas no próximo dia 9 de julho, mas já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, informa a editora independente Meifumado.
Peixe é Pedro Cardoso, membro fundador dos Ornatos Violeta, que é hoje considerada uma das mais importantes bandas portuguesas. Enquanto membro da banda editou os álbuns «Cão!» e «O Monstro Precisa de Amigos».
Após a separação fundou a banda de rock Pluto, com quem editou o álbum «Bom Dia», integrou o grupo de jazz DEP, tendo editado o álbum «esquece tudo o que aprendeste».
Em 2008 criou a OGBE - Orquestra de Guitarras e Baixos Eléctricos - com o apoio do serviço educativo da Casa da Música, no Porto, grupo que continua em funções e do qual é diretor.
Em 2010 lançou o álbum «Joyce Alive» com a banda Zelig. Agora, em 2012, apresenta o primeiro disco a solo pela Meifumado.
A cantar deixei a minha casa e larguei num navio pelo mar Um dia partimos de Lisboa na brisa do vento a assobiar Dissemos adeus a todos, dissemos adeus à vida Éramos muito poucos mas cheios de alegria E foi há tanto tempo e eu nunca esqueci À vista do Japão, cantamos a canção de amor ao sol nascente Ao sol que nasce ali e pelo céu inteiro regressa ao meu país A saudade de Portugal é sempre tão igual que faz o sol brilhante Nascer oriental e através do amor vir dormir a Portugal Quem souber como foram esperançados os momentos que ligaram dois mundos P’ra sempre os háde ter lembrado o nascente: o país dos namorados Namorados marinheiros, perdidos nos sete mares Que quiseram ser primeiros a aprender a navegar E foi há tanto tempo e eu nunca esqueci À vista do Japão, cantaram a canção de amor ao sol nascente Ao sol que nasce ali e pelo céu inteiro regressa ao meu país A saudade de Portugal é sempre tão igual que até o sol reinante Nasceu oriental e através do amor veio dormir a Portugal.
Com uma programação quase diária e sobretudo gratuita, o espaço frente ao Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, vai apresentar um Festival onde a música, enquadrada em espaços de dança e ópera, vai estar presente a partir das 22:00, de Junho a Julho, convidando os lisboetas a libertarem as suas tensões económicas ao som de excelente música interpretada por artistas de renome.
“É cada vez mais difícil viabilizá-lo”, disse em conferência de imprensa, César Viana, director artístico do festival. “Este ano tivemos de alargar muito as parcerias, não só económicas como artísticas”.
João Villa-Lobos, administrador do Opart, entidade gestora do São Carlos e da Companhia Nacional de Bailado, afirmou que a contenção de custos passou por “usar os recursos da casa” e houve que assestar baterias nas parcerias.
O orçamento do festival é de 250 mil euros, não sendo muito inferior ao do ano passado, afirmou aquele gestor.
“Este ano fizemos uma aposta muito forte na ópera, bailado e teatro”, acrescentou César Viana. “Não tem havido muita ópera no Largo e este ano haverá”.
A programação arrancará nos dias 29 e 30 com a ópera em versão concerto “Peer Gynt”, de Edvard Grieg, música de cena para o texto do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen, com Irene Cruz a fazer leitura de cena, sendo a direcção musical de Martin André para o coro do São Carlos e a Orquestra Sinfónica Portuguesa.
Continunado a viagem, Espanha chegará ao Largo do São Carlos a 13 e 14 de Julho, desta vez com as “Goyescas”, de Enrique Granados e direcção musical de João Paulo Santos.
“Turandot” de Ferruccio Busoni, mais uma ópera em versão de concerto, com direcção musical de Moritz Gnann, chega ao Largo, a 27 e 28 de Julho.
De Espanha virá ainda “Carmen”, a 06 e 07 de Julho, um bailado inspirado na obra de Prosper Mérimée pela Companhia Antonio Gadés.
E a viagem prossegue, uma viagem, que na procura de pracerias, traz o Oriente até ao Largo, a 29 de Julho com a Orquestra Chinesa de Macau, que usa exclusivamente instrumentos tradicionais chineses, e, da Indonésia, Dança e Música de Sumatra, que actuarão a 26 de Julho.
E o Leste também não faltará nesta viagem com o Programa Rakhmaninov-Chostakovitch, por um “trio de luxo” composto por Tatiana Samouil, em violino, Pavel Gomziakov, em violoncelo e Plamena Mangova, no piano.
Da programação do Festival ao Largo 2012 faz ainda parte Dança no Largo com a Companhia Nacional de Bailado, a interpretar “Du Don de Soi”, uma coreografia de Paulo Ribeiro, obra inspirada no universo cinematográfico de Andrei Tarkovski e “ La Valse”, uma curta-metragem de João Botelho.
Haverá ainda um concerto dos Barokksolistene Oslo, uma espécie de “música de cervejaria do século XVII" e uma parceria com o Festival de Almada: Lisboa, espectáculo poético de rua, uma criação da Fondazione Pontedera Teatro, em torno de Fernando Pessoa, apresentada no largo onde o poeta nasceu.
tenho uma estátua fluorescente da virgem maria que me dá confiança e brilha à noite. tenho os joelhos magoados. o calvário dos fiéis devia ser menos árduo.
tenho trezentos e sessenta e cinco santos numa caixa calendário daquelas em que cada dia tem um chocolate.
tenho um lencinho branco onde limpo as lágrimas enquanto assisto a uma vigília via tv
tenho uma estátua fluorescente da virgem maria que me dá confiança e brilha à noite. tenho os joelhos magoados. o calvário dos fiéis devia ser menos árduo.
às vezes quando o vapor é muito, tenho o salvador no espelho.
deito-me de consciência limpa, não me esqueci das velinhas, nem de deixar a moedinha na caixa
dormirei o sono dos justos e talvez não acorde quando o galo da minha vizinha cantar três vezes e o meu senhorio o tentar apedrejar. sinto-me bem e deus queira que consiga não me masturbar.
tenho uma estátua fluorescente da virgem maria que me dá confiança e brilha à noite. tenho os joelhos magoados. o calvário dos fiéis devia ser menos árduo.
tenho uma estátua fluorescente da virgem maria que me dá confiança e brilha à noite. tenho os joelhos magoados. o calvário dos fiéis devia ser menos árduo.
Neste projecto de fado orquestrado, que nasceu no Algarve em finais de 2010, Raquel e Os Alma, que tocarão a 30 de Junhyo no Teatro das Figuras em Faro, fundem os poemas tradicionais nas orquestrações do compositor e produtor musical Carlos Amarelinho, enriquecendo assim o nosso património.
Raquel é a voz e a alma deste projecto, dando-lhe o nome e também uma interpretação delicada e melodiosa, que transmite ao público a história de um povo, numa entrega tão completa que envolve músicos e público num sonho único, simples e alegre, que contagia a vida.
Diz a nota de imprensa que o projecto tem sonoridades que vão desde o saxofone ao violino, passando pela viola clássica, baixo e trompete.
Mais tarde e de uma forma extremamente enriquecedora juntam percussões como a marimba e o vibrafone que trouxe a este espetáculo sonoridade únicas de delicadeza e intensidade tão íntima como o Fado…
Raquel Peters & os Alma são para além de Raquel na voz, Laurentiu Zapcirioiu no violino, Guitarra Rui Martins, na guitarra clássica, Carlos Amarelinho no saxofone, Ricardo Carvalho no trompete e Diogo Carvalho na percussão.
Olha a banda filarmónica, A tocar na minha rua. Vai na banda ó meu amor A soprar a sua tuba. Ele já tocou trombone, Clarinete e ferrinhos Só lhe falta o meu nome Suspirado aos meus ouvidos.
Toda a gente fon-fon-fon-fon Só desdizem o que eu digo: "Que a tuba fon-fon-fon-fon Tem tão pouco romantismo" Mas ele toca fon-fon-fon-fon E o meu coração rendido Só responde fon-fon-fon-fon Com ternura e carinho.
Os meus pais já me disseram "ó filha não sejas louca! Que as variações de Goldberg P'lo Glenn Gould é que são boas!" Mas a música erudita Não faz grande efeito em mim: Do CCB gosto da vista, Da Gulbenkian, o jardim.
Toda a gente fon-fon-fon-fon Só desdizem o que eu digo: "Que a tuba fon-fon-fon-fon Tem tão pouco romantismo" Mas ele toca fon-fon-fon-fon E cá dentro soam sinos! No meu peito fon-fon-fon-fon A tuba é que me dá ritmo.
Gozam as minhas amigas Com o meu gosto musical Que a cena é "electroacustica" E a moda a "experimental"... E nem me falem do rock Dos samplers e discotecas, Não entendo o hip-hop, E o que é top é uma seca!
Toda a gente fon-fon-fon-fon Só desdizem o que eu digo: "Que a tuba fon-fon-fon-fon Tem tão pouco romantismo" Mas ele toca fon-fon-fon-fon E, às vezes, não me domino. Mando todos fon-fon-fon-fon Que ele vai é ficar comigo!
Mas ele só toca a tuba E quando a tuba não toca, Dizem que ele continua Quem em vez de beijar ele sopra
Toda a gente fon-fon-fon-fon Só desdizem o que eu digo: "Que a tuba fon-fon-fon-fon Tem tão pouco romantismo" Mas ele toca fon-fon-fon-fon E é a fanfarra que eu sigo. Se o amor é fon-fon-fon-fon Que se lixe o romantismo!
Os 'Concertos de Verão - Serra do Pilar' arrancam sexta-feira, em Gaia, com a actuação de Luis Represas & João Gil, seguindo-se Echo & The Bunnymen no sábado e Rui Veloso e Manfred Mann no fim-de-semana seguinte.
O ciclo de concertos abre com a actuação dos fundadores, nos anos 70, da banda Trovante, que marcou a história da música portuguesa com canções como Perdidamente ou 125 azul, e que se juntaram novamente a propósito dos 35 anos de carreira, para gravarem um disco epónimo.
No sábado, é a vez dos Echo & the Bunnymen pisarem o palco dos Concertos de Verão, resultantes da fusão de duas marcas do Pelouro da Cultura de Gaia, 'Rock às Sextas' e 'Reviver os 70s', que pela voz de Ian McCulloch animarão a noite, nomeadamente com os êxitos Seven Seas e Killing the moon.
A banda, que surgiu em Liverpool em 1978 e conquistou o sucesso durante os anos 1980, com álbuns como Heaven up here, Porcupine ou Ocean rain, actuou pela primeira vez em Portugal em 1982, em Vilar de Mouros e, em 2009, lançou o álbum The Fountain, mantendo ainda o vocalista original, assim como o guitarrista Will Sergeant.
A música regressa no fim-de-semana de 6 e 7 de Julho, com Rui Veloso na sexta-feira, sendo o ciclo de concertos fechado no sábado com a actuação dos londrinos Manfred Mann, cujo pico de sucesso se deu nos anos 1960 e que se materializou, com um repertório musical que vai do jazz aos blues, em temas como Do wha diddy diddy, If you gotta go, go now ou Just like a woman.
Apesar De o teclista que deu o nome original à banda já não fazer parte da actual formação, os Manfred Mann contam ainda com muitos elementos dos anos 1960.
Os bilhetes para cada concerto, com início às 22h, custam 7,5 euros, sendo que o preço desce para os 5 euros para aqueles que possuírem o Passaporte Cultural de Gaia, o qual pode ser adquirido sem qualquer custo e em qualquer altura, designadamente aquando a aquisição do bilhete.
Metropolitana no Concerto de Encerramento das Festas de Lisboa
Pelas 22:00 do dia 30 de Junho terá lugar na Alameda de D. Afonso Henriques o concerto de encerramento das Festas de Lisboa que mais uma vez contará com a actuação da Orquestra Metropolitana de Lisboa.
Desta feita e entre os ritmos do Brasil e o Fado de Portugal, a Metropolitana acompanhará Milton Nascimento, Ana Moura, Carminho e António Zambujo.
Milton Nascimento conta na sua banda com Wilson Lopes, na guitarra e violão, Lincoln Cheib na bateria Lincoln Continentino no piano e Gastão no baixo eléctrico.
Bernardo Couto na guitarra portuguesa, John Luz no cavaquinho e Ricardo Cruz no contrabaixo acompanharão voz tão característica de António Zambujo e Ana Moura contará com Ângelo Freire na guitarra portuguesa.
O concerto realiza-se na Alameda de D. Afonso Henriques, junto à Fonte Luminosa, um palco já habitual dos concertos de encerramento das Festas da cidade.
Curse the day, hail the night Flower grown in the wild In your empty heart In the breast that feeds Flower worn in the dark Can I steal your mind for a while? Can I stop your heart for a while? Can I freeze your soul and your time? Scorpion flower Token of death Ignite the skies with your eyes And keep me away from your light Surrender tears to your mortal act Flower cursed be thy fruit Of your courage last Of your grand finale Flower crushed in the ground In your empty heart In the breast that feeds Flower worn in the dark Can I steal your mind for a while? Can I stop your heart for a while? Can I freeze your soul and your time? Scorpion flower Token of death Ignite the skies with your eyes In your empty heart In the breast that feeds Flower worn in the dark Can I steal your mind for a while? Can I stop your heart for a while? Can I freeze your soul and your time? Scorpion flower Token of death Ignite the skies with your eyes
Os Salto apresentam esta quinta-feira, 28 de junho, o seu disco ao vivo no Plano B, no Porto, pelas 22:30. O trabalho discográfico do coletivo, de título homónimo, estará nas lojas na segunda-feira, 2 de julho.
«Os Salto fazem parte de uma nova geração de músicos portugueses que não se envergonham da sua própria língua e lhe têm dado uma vida nova, ao usá-la na sua busca para encontrar a canção perfeita, a plena expressão do seu talento», descrevem em comunicado.
Guilherme Tomé Ribeiro e Luis Montenegro fazem, como outros da sua geração, canções em português, simples e diretas, «com melodias que nos agarram à primeira, como mandam os livros», acrescentam.
O álbum de estreia, homónimo, é produzido por New Max (Expensive Soul) e tem edição marcada para o próximo dia 2 de julho, segunda-feira.
«Deixar Cair», a canção de apresentação do longa-duração de estreia, é «um momento de perfeição pop, levado ao extremo pelas imagens» captadas por André Tentugal, um dos considerados mais talentosos realizadores da nova geração.
Em «Let's Start a Fire» podemos encontrar «as melodias e harmonias vocais do melhor dos 60, pitadas certeiras dos New Order e dos Pet Shop Boys, que tanto marcaram os 80, programações rítmicas carregadas de groove, que nos remetem para as pistas de dança tão em voga nos 90, e uma reutilização da eletrónica de sabor analógico, que tanto se aproxima do novo Boogie de Dâm-Funk como do pós- Dubstep de James Blake, tudo ao serviço de canções que contagiam, com uma consistência invulgar para gente que ainda agora entrou nos vinte», indicam.
A entrada no concerto é feita através de disco-bilhete no valor de 8 euros, que pode ser adquirido na Fnac Online ou no local, no próprio dia.
O Festival Sete Sóis Sete Luas chega - como todos os anos - às sextas feiras deOeiras e aos eventos culturais de Alfândega da Fé para aquecer o verão e dar a sensação de ter voado, ao som da música, até alguns dos locais mais bonitos do Mediterrâneo. Desta vez a viagem é até ao sul da Itália: serão os Jureduré da Calábria a abrir o cartaz musical da Fábrica da Pólvora de Barcarena de Oeiras e do Largo S. Sebastião de Alfandega.
Jureduré
Os Jureduré contam as histórias, sempre atuais, das migrações: tanto das do povo italiano do século anterior, como das dos africanos que chegam todos os dias em condições desumanas à ilha de Lampedusa, no sul da Sicília. Com a música- cheia de energia e paixão - eles lançam denuncias, contam histórias que concernem a todos nós e que não podemos ignorar. O grupo também é fruto duma "migração": embora tenha nascido em Bolonha, em 2004, é composto por sete músicos, todos com origem na região da Calábria. Trabalham ativamente desde 2006 em músicas para cinema e interpretaram bandas sonoras de realizadores relevantes como Giorgio Diritti no pluri-prémiado "O homem que chegará", e na obra " O voo", cuja ação se desenrola numa aldeia da Calábria do realizador alemão Wim Wenders. Os Jureduré levam ao palco os sons, as atualidades e as memórias históricas que constituem o fio condutor da sua história musical, suspendida entre as origens calabresas e a adoção de Bolonha.
Luisa Sobral, Virgem Suta, Slimmy e João Só e os Abandonados são algumas das mais recentes confirmações no cartaz do festival Marés Vivas tmn.
Estes artistas vão passar pelo certame de Vila Nova de Gaia entre os dias 18 e 21 de julho, no âmbito da iniciativa Random Stage, que apresenta um cartaz composto por 12 projetos musicais, não indicando, porém, em que dia os mesmos atuam.
Ainda no âmbito da iniciativa Random Stage, vão subir ao palco do festival Marés Vivas tmn The Eleanors, The Lazy Faithful, Indiana Blues Band, Clash Club, 1º Linha, Club 447 e Festa Gigi.
Estes nomes vêm juntar-se aos já confirmados Franz Ferdinand, Wolfmother, Kaiser Chiefs, Garbage, The Cult, Gogol Bordello e Anastacia, entre muitos outros.
Os bilhetes para o Marés Vivas tmn custam entre €30 (ingresso diário) e €60 (passe para os quatro dias).
Confere o cartaz do palco principal do Marés Vivas tmn:
18 julho The Sounds Franz Ferdinand Wolfmother
19 julho Gun Kaiser Chiefs Garbage The Cult
20 julho Os Azeitonas Gogol Bordello Ebony Bones Billy Idol
21 julho Anastacia The Hives Pedro Abrunhosa Mónica Ferraz
Acabou, não interessa o que falhou E não me interessa o que não mudou Eu e tu sabemos o que se passou Falei, tentei, expliquei Prometeste-me e eu esperei Magoaste-me eu perdoei Foi mentira mas acreditei Custou, mas acordei O amor é uma merda, agora sei Percebe, desejo-te tudo de bom A última coisa que tenho pra ti é este som:
Porque: Por mais que custe, eu vou ser capaz Juro a mim mesmo não voltar atrás Vou ter saudades mas tu não vais saber Vou pensar em ti até te esquecer Acabou, acabou, sim acabou Acabou e não quero mais Acabou, acabou, sim acabou Acabou e não chores mais
Não há dor nem desgosto que o tempo não cure Se eu amei e acreditei que ninguém me censure Fiz o que pude agora mudo de atitude A vida não para, tou vivo a só peço saúde Não estava escrito, está tudo dito Se perguntarem por mim diz que comigo está tudo bem Que não deu certo mas que a culpa não é de ninguém Só é quando tiver que ser Vou pensar em ti até te esquecer Life goes on I'm still here But the love is gone Não me apanhas nem ao telefone Para me teres outra vez só se for um clone E quando me vires na rua sorri, mas continua
Porque: Por mais que custe eu vou ser capaz Juro a mim mesmo não voltar atrás Vou ter saudades mas tu não vais saber Vou pensar em ti até te esquecer Acabou, acabou, sim acabou Acabou e não quero mais Acabou, acabou, sim acabou Acabou e não chores mais
Dizias que amavas mas não mostravas Sabias que erravas mas nunca mudavas Fizeste tudo errado e agora és passado Respiro de novo este ar renovado Mas tou bem, tou bem assim Tu não, não és pra mim Chegou, chegou ao fim Se não me matou tornou-me mais forte
Por mais que custe eu vou ser capaz Juro a mim mesmo não voltar atrás Vou ter saudades mas tu não vais saber Vou pensar em ti até te esquecer Acabou, acabou, sim acabou Acabou e não quero mais Acabou, acabou, sim acabou Acabou e não chores mais
O cartaz do festival Sudoeste TMN 2012 conta com artistas como Ben Harper, The Twelves, Xutos & Pontapés, The Ting Tings, Eddie Vedder, Example e Two Door Cinema Club. O festival Sudoeste TMN 2012 realiza-se de 1 a 5 de Agosto, na Zambujeira do Mar, na costa alentejana. O passe geral para os cinco dias de festival custa 95 euros. O bilhete diário custa 50 euros.
Cartaz do Festival Sudoeste TMN 2012
1 de Agosto
Palco TMN
Martin Solveig
Afrojack
Pete Tha Zouk
2 de Agosto
Palco TMN
Ben Harper
The Twelves
Fat Freddy´s Drop
Ben Howard
Marcelo D2
Matisyahu
Palco Planeta Sudoeste
Tensnake
Palco Groovebox
Luciano
3 de Agosto
Palco TMN
Example
Richie Campbell
Nicolas Jaar
Eddie Vedder
James Morrison
Glen Hansard
4 de Agosto
Palco TMN
Xutos & Pontapés
The Ting Tings
The Roots
Calle 13
Thievery Corporation
Four Tet
Palco Groovebox
Thievery Corporation
Four Tet
5 de Agosto
Palco TMN
Two Door Cinema Club
Jessie J
The Vaccines
Best Coast
Balkan Beat Box
Palco Groovebox
Borgore
Andy C
Bilhetes Festival Sudoeste TMN 2012
Passe geral para os cinco dias de festival - 95 euros
Bilhete Diário - 50 euros
Suplemento Car Camping - 20 euros
Bilhetes à venda na FNAC, Ticketline, CTT, Worten, C. C. Dolce Vita, El Corte Inglés, Abreu, Megarede, ABEP, Posto de Turismo da Zambujeira do Mar, Junta de Freguesia de Santo André e bilheteira no local do festival a partir do dia 30 de Julho.
A avenida tem palmeiras dança...ndo nos meus olhos o teu corpo vibrando vento forte -- marca o desejo porque tu já cá não estás deitada no meu quarto (3x)
A revolta torna a crise passageira velha amiga o teu choro engana perco os dias -- marco as horas preso ao sabor do teu corpo no meu quarto (3x)
Fumo espesso no cansaço em chamas esta vida é um templo de palavras o silêncio -- afoga a memória o vinho é o fim da história da mulher que ri no deserto (3x)
Os UHF andam a percorrer o país com os seus clássicos de sempre num formato mais intimista. António Manuel Ribeiro conta ao SAPO Música o que levou a banda a apostar em «Ao Norte Unplugged», disco que motivou a digressão.
O novo álbum foi gravado no Teatro Cinema de Fafe, em novembro de 2011, e mostra uma roupagem mais minimalista de vários temas produzidos pelos UHF ao longo dos 34 anos de carreira, como «Cavalos de Corrida» ou «Matas-me Com o Teu Olhar».
O álbum «Ao Norte Unplugged» reúne o melhor dos UHF no formato acústico. Em novembro de 2011, o grupo esteve em Fafe para registar um concerto acústico para edição discográfica. A sala esgotou com duas semanas de antecedência, pelo que um novo concerto foi marcado para o dia seguinte e os dois acabaram por entrar no registo digital.
Este disco ao vivo, o quarto na vida dos UHF, é uma celebração ao norte e a todos os fãs anónimos que entraram para a grande família que o tempo e as canções ofereceram ao grupo.
O próximo concerto de apresentação do novo disco da banda será este sábado, 30 de junho, no Incrivel Almadense, em Almada.
Veja a entrevista ao vocalista dos UHF, António Manuel Ribeiro, que dá mais detalhes sobre este disco:
A melhor música portuguesa de hoje em colectivo: Irmãos Demónio (Miguel Manso)
Inúmeras actividades com a palavra no centro. É o Festival Silêncio, entre esta terça-feira e domingo, em Lisboa. Amanhã, no MusicBox, há espectáculo com os Irmãos Silêncio. Quem? Paus, Filho da Mãe e Kalaf.
É mais do que um concerto e não é bem uma banda. É um colectivo de nome passageiro (Irmãos Demónio) composto por gente que reflecte algumas vertentes da melhor música que vai sendo feita em Portugal na actualidade, através da guitarra de Rui Carvalho (ou seja, Filho da Mãe), das percussões de Joaquim Albergaria (Paus) e de Hélio Morais (Paus, Linda Martini) e da voz de Kalaf (Buraka Som Sistema).
Apresentam-se amanhã (MusicBox, 23h), no primeiro espectáculo de música do Festival Silêncio, em Lisboa, que vai até domingo com outros concertos muito esperados. Na sexta-feira todas as atenções estão viradas para o regresso do projecto Os Poetas (São Jorge, 22h), de Rodrigo Leão e Gabriel Gomes, que tem um único álbum editado em 1997 (Os Poetas - Entre Nós e as Palavras).
No sábado, os Pop Dell"Arte (São Jorge, 22h) apresentam Neurotycon, onde revisitam várias referências (de Homero a William Gibson) e também canções clássicas do seu percurso. No domingo, os Mão Morta dão um concerto especial, de forte componente spoken word, revisitando a sua obra mas também a poesia de Al Berto. Na primeira parte actua Joshua Idehen, um dos nomes mais conhecidos da spoken word britânica.
Kalaf poeta-cantor
De todos estes nomes os Irmãos Demónio parecem ser os que têm uma relação mais distante com a palavra. A música de Rui Carvalho é instrumental. Joaquim Albergaria canta ocasionalmente nos Paus, e fazia-o também nos Vicious 5, mas a poesia está longe de ser o seu elemento. E Kalaf assume-se como poeta-cantor (em projectos do passado recente como os 1-Week Project ou Type), mas nos Buraka funciona mais como mestre-de-cerimónias.
Vem cá dá-me o teu mundo outra vez, lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez, Quando... não estas... quando nao estas Eu não consigo perceber por favor diz me a mim; Mudaste tanto desde o dia em que eu te conheci; Parece fácil esquecer mas só eu sei a dor; Sinto falta do teu abraço, desse teu calor; Custa me muito continuar sem pedir; Um beijo de bom dia e a vontade de sorrir; Sair p'ra rua e gritar que só te amo a ti; Ver-te na minha cama toda nua e sentir; Falar bem baixo no teu ouvido sem te acordar; Dizer-te que és tudo que nunca te vou deixar; Fazer as juras de sangue, saliva ou suor; Contar te a minha vida e entregar te o meu amor; Eu juro não, juro não, eu juro não te vou deixar... Vem cá dá-me o teu mundo outra vez, lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez, Quando não estás (quando não estás). Vem cá dá-me o teu mundo outra vez, lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez, Quando não estás (quando não estás). Será que vai ser tão difícil ter o teu olhar; Despir a tua voz e conseguir fazer te amar; Pois o amor não tem sentido, não tem explicação; Eu e tu sempre fomos um, não entendo esta divisão; Não pode ser, não posso acreditar estiveste aqui; Não sei se foste por azar ou se tava escrito assim; Não sei se é normal olhar p'ra trás, pensar que estás; Não sei se é banal, mas juro não te vou deixar; Vem cá dá-me o teu mundo outra vez, lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez, Quando não estás (quando não estás). Vem cá dá-me o teu mundo outra vez, lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez, Quando não estás (quando não estás). Vem cá dá-me o teu mundo outra vez, lembra te daquilo que eu te dou e tu não vez, Quando... (quando...) quando não estás...
LISBOA VAI SER UMA VEZ MAIS A CAPITAL DA PALAVRA, COMEÇA HOJE A 4ª EDIÇÃO DO FESTIVAL SILÊNCIO
Tendo como principais palcos o Cinema São Jorge, o Musicbox, o Povo, a Pensão Amor e a Fundação Saramago, o Festival Silêncio pretende devolver o poder à palavra cruzando-a com as diferentes artes, juntando em Lisboa grandes nomes da cena literária e artística.
Da programação de espectáculos, destacam-se “Os Poetas – Entre Nós e as Palavras” de Rodrigo Leão e Gabriel Gomes, “Neurotycon” de Pop Del Arte, “Bate Papo” por Mão Morta e “Irmãos Demónio” com HélioMorais e Quim Albergaria(Paus), Kalaf e Filho da Mãe.
As Conversas do Silêncio irão pôr em palco escritores, músicos, artistas e realizadores, tais como Rui Zink, Maria do Rosário Pedreira, Mário Zambujal, Nuno Artur Silva, Helena Vasconcelos, João Botelho, entre muitos outros e Word Cut Docs reunirá inúmeros documentários sobre escritores de renome — como Marguerite Duras, José Saramago, Herberto Helder ou Julia Kristeva — e a estreia nacional de Words of Advice – William S. Burroughs de Lars Movin.
Ao longo do festival, a palavra inscreve-se na vida da cidade pela mão de escritores, músicos, actores, artistas plásticos e cineastas que exploram essa íntima relação com a linguagem.
Dos concertos aos espectáculos multimédia, das conversas às leituras encenadas, do cinema à poesia, cruzam-se disciplinas, práticas e públicos num palco transversal aberto à reflexão e ao debate.
Fica aqui o convite para a Festa de Abertura pelas 18h30 no Povo (Cais do Sodré), com DJ set de X-Acto e microfone aberto a quem quiser fortalecer a Palavra.
Esta quinta-feira, os The Paperboats levam as canções do seu disco de estreia à Semana da Juventude de Cascais. O grupo de Aveiro desce ao centro para apresentar «Surviving the Flood» num concerto de entrada livre.
A atuação do quarteto está agendada para as 19 horas de 28 de junho, na Baía de Cascais. Os The Paperboats são constituídos por Paul da Silva, músico e compositor londrino com raízes portuguesas que é também vocalista e guitarrista, por Pedro Menano na bateria, Christian Ferraz, no baixo, e André Branquinho, na guitarra.
Os elementos da banda conheceram-se em 2009, depois de Paul da Silva ter atuado na primeira parte do concerto dos The Script na Aula Magna em Portugal, ainda como artista a solo. A química entre os músicos ditou que, pouco tempo depois, rumassem a Londres, para gravar <«Surviving The Flood».
Composto por 12 temas originais, entre os quais o single «Curses», cujo videoclip liderou durante 8 semanas o MTV Blue Top e continua a ser um dos mais votados pelo público, «Surviving The Flood» convida-nos a desvendar a emergência de um pop/rock genuíno e reavivado.
O álbum foi gravado em Londres nos estúdios Voodoo Lounge com o produtor Thomas Johansen (Keane, The Killers, All Saints) e masterizado no Sterling Sound em Nova Iorque.
THIS COUNTRY IS KILLING ITS DREAMS IT'S LIKE A COMPLETE UNKNOWN THAT WAKES YOU UP FOR THE SOUND OF A TICKET AS AN ANSWER I KNOW EVERY LINE YOU'LL STAND FOR WILL KEEP ME UP INSIDE BUT I KNOW EVERY LINE IS LONESOME WITH A BROKEN HEART
I SEE DESIRE WORKING OUT TO RUNAWAY COME BACK AND TELL ME WHO YOU ARE I SEE DESIRE WORKING OUT TO RUNAWAY COME BACK AND TELL ME WHO YOU ARE
I DON'T BELIEVE THAT THEY TRUST US THERE'S NO TALE WE NEED TO STAND FOR SOME STARTED BUILDING A WALL THAT PEOPLE CAN'T EMBRACE I KNOW EVERY LINE YOU'LL STAND FOR WILL KEEP ME UP INSIDE BUT I KNOW EVERY LINE IS LONESOME WITH A BROKEN HEART
I SEE DESIRE WORKING OUT TO RUNAWAY COME BACK AND TELL ME WHO YOU ARE I SEE DESIRE WORKING OUT TO RUNAWAY COME BACK AND TELL ME WHO YOU ARE
AND I SCREAM HOW DO YOU FEEL TO KEEP YOU LIVING IN ME AND I KNOW YOU'RE OFF THE SHELTER TO SEE WHAT WE LOVED TO SEE HERE AND I CALL YOU AS AN ANSWER 'CAUSE I DON'T BELIEVE THEY WILL
I SEE DESIRE WORKING OUT TO RUNAWAY COME BACK AND TELL ME WHO YOU ARE I SEE DESIRE WORKING OUT TO RUNAWAY COME BACK AND TELL ME WHO YOU ARE
I SEE DESIRE TO RUN I SEE DESIRE TO RUNAWAY I SEE DESIRE
O Festival Med regressa a Loulé, de 29 a 30 de Julho, com estreia mundial.
A Cerca e a Matriz voltam a ser os palcos principais das atuações dos grandes nomes do circuito internacional de World Music. O palco Castelo, à semelhança das edições passadas, será dedicado ao que de melhor se faz em Portugal.
Este ano o Festival Med será palco da esperada estreia mundial do projeto que junta três grandes nomes do género. Arnaldo Antunes (Tribalistas), Edgard Scandurra (Ira) e Toumani Diabaté(um dos músicos africanos mais importantes da atualidade) que se reuniram para gravar "A Curva da Cintura". A estreia mundial acontece dia 29 de junho, no palco Cerca.
Os bilhetes estão à venda desde dia 1 de junho no Cine–Teatro Louletano e na FNAC do Algarve Shopping. O bilhete diário custa 12,00 Euros.
O Festival Med realiza-se mais uma vez com o apoio da 3.
Aqui fica o cartaz completo. 29 de junho de 2012 Igreja da Matriz 19h30 Orquestra do Algarve
Palco Matriz 22h45 Cheikh Lô 01h15 SMOD
Palco Cerca 21h45 Paus 00h00 A Curva da Cintura com: Arnaldo Antunes, Toumani Diabate e Edgard Scandurra
Palco Castelo 21h30 A Jigsaw 23h30 Throes + The Shine 01h30 IRick Deejay
30 de junho de 2012 Igreja Matriz 19h30 Agrupamento de música de Câmara
Palco Matriz 22h45 JAMAICAN LEGENDS with: Ernest Ranglin, Monty Alexander and Sly & Robbie 01h15 Sany Pitbull
Palco Cerca 21h45 A Caruma 00h00 BOUBACAR TRAORÉ
Palco Castelo 21h30 Norberto Lobo 23h30 You Can't Win, Charlie Brown 01h30 Clube Conguito
Please don't ask my name I don't like thinking All the lips I kiss become cold How I stole your arm while you smiling Kiss It was the last don't like pull Refrão: Baby you know I'm trying to be happy Better so it's easy to be sad (2x) Fingers stepping up to your shoulders Shivers falling down on your curves How I done your house You taste so sold Now my name's runs with the blue Refrão: (2x) Baby I wanna hold you (20x) Oh... Referão: (5x) Baby I wanna hold you Baby I wanna hold you Baby Baby Baby I wanna hold you Baby I wanna hold you Baby Baby
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