Sexta-feira, 25 de Maio de 2012

Bruce Springsteen actua no próximo fim-de-semana, no dia 3 de Junho

Dois casos de sucesso, modelos opostos. O Rock In Rio começa hoje em Lisboa, o Primavera Sound tem início a 7 de Junho, no Porto. Vindos de fora, implementam-se no mercado português.

 

São entidades consolidadas no mercado global da música ao vivo, mas com identidades muito diferentes. Do Rio de Janeiro para Lisboa vem, pela quarta vez, o Rock in Rio. De Barcelona para o Porto, apresenta-se, pela primeira vez, o Primavera Sound.

 

Com eles, as portas dos festivais de Verão abrem-se no Portugal de 2012. Dois fins-de-semana de Rock in Rio, seguindo-se o Primavera, de 7 a 10 de Junho.

 

Duas marcas de alcance mundial por razões distintas: o Rock in Rio pelos números impressionantes, por ser um evento para grandes massas, com uma lógica de entretenimento transversal, apostando numa estratégia comercial agressiva e afirmando-se em capitais como Lisboa e Madrid; o Primavera por se ter confirmado como um dos eventos de música mais credíveis do mundo em termos de cartaz, conduzindo até Barcelona público de todas as latitudes, dirigindo-se às várias linhagens de melómanos, apostando num marketing consciente e alinhado com segundas cidades, como Barcelona e Porto.

 

Os cartazes reflectem essas lógicas diferenciadas. No Rock in Rio, nomes seguros do rock: Metallica, Smashing Pumpkins, Lenny Kravitz, Bruce Springsteen... No Primavera Sound, projectos das linguagens alternativas da pop ou rock, alguns emergentes e outros já firmados: The xx, Wilco, Flaming Lips, Spiritualized, Chairlift, The Weeknd...

 

Em tempo de crise, nenhum se amedronta. "Em ano de crise, há duas hipóteses", diz-nos Roberta Medina, "se refreia ou acelera". A segunda hipótese foi a opção: "Vamos fazer o melhor festival de sempre, com um cartaz ainda melhor e com novidades, como a Rock Street, uma rua inspirada em Nova Orleães, que vai ter animação permanente."

 

 

 

 

Noticia do Ipsilon



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letra

 

Não encontrei a letra desta música



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Carminho atua no auditório do Montepio e em direto no SAPO

A jovem fadista Carminho apresenta «Alma», o aclamado novo disco, num miniconcerto que terá lugar no auditório do Montepio, em Lisboa, no próximo dia 29 de maio, pelas 18h30.


Para que todos possam assistir a este concerto, cuja entrada é exclusivamente feita por convite das entidades organizadoras, a atuação terá transmissão vídeo no SAPO Música, no Facebook de Carminho e no site do Montepio.

 

Editado a 05 de março, «Alma» é o sucessor do aclamado e platinado álbum de estreia «Fado».

 

Desde a data de edição, «Alma» encontra-se no Top 10 dos discos mais vendidos, tendo entrado diretamente na primeira semana para o 1º lugar do top, e está prestes a atingir a marca de platina.

 

Carminho convida a assistir ao concerto

 

Retirado de Sapo Música



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Serralves em Festa

Vem aí 9ª Edição do maior festival de expressão artística contemporânea em Portugal e um dos maiores da Europa, o Serralves em Festa, mais uma vez com o apoio da 3!

São 40 horas consecutivas com mais de 220 eventos, com atividades pensadas para todas as idades: Música, Performance, Improvisação, Dança Contemporânea, Circo Contemporâneo, Teatro, Cinema, Vídeo, Fotografia, Visitas Orientadas, Exposições, e atividades para Crianças e Famílias. Também no Aeroporto do Porto (dia 1 de Junho) e em vários locais do Centro Histórico do Porto (dias 1 e 2 de Junho). 

O projecto Batida, de DJ Mpula, que se apresenta ao vivo à meia noite de dia 2 para 3, "Oh Grass on the Grass Alas", de Alvin Curran, com a participação de 300 músicos portugueses, e o espectáculo de circo contemporâneo "Foté Foré", da companhia Mandingue, da Guiné Conacri, são apontados como os pontos altos da programação do Serralves em Festa, que nesta edição de 2012, traz ao Porto mais de 500 artistas.

A entrada é gratuita!

 

Música: "Elemento agregador"


Além de Batida, o projecto The Crystal Ark, do músico Gavin Russom vai também fazer a festa no Prado de Serralves com o cruzamento entre as atmosferas das "raves" psicadélicas com os ritmos da América Latina.

O concerto de encerramento fica a cargo dos The Irrepressibles, uma formação composta por músicos com formação clássica e outros vindos da pop, com uma forte componente teatral.

Serralves além de Serralves
Numa parceria com o projecto Manobras no Porto, a festa chega às ruas do centro histórico da cidade, nos dias 1 e 2 de Junho. Além das apresentações em Serralves, "O Baile" e o espectáculo"Oh Grass on the Grass Alas" poderão ainda ser vistos no Largo de Miragaia e no Terreiro da Sé do Porto, respectivamente.

O aeroporto será também um dos palcos da festa, com a apresentação de "Mono, o Macaco ambulante", uma criação da companhia holandesa Electric Circus, protagonizado por um robô-marioneta que irá interpelar quem circula no aeroporto. 

Todas as informações em:
http://www.serralvesemfesta.com/pt/

por: Catarina Limão 
Retirado de Antena 3


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letra

 

Por trás do espelho quem está
De olhos fixados nos meus?
Alguém que passou por cá
E seguiu ao deus-dará
Deixando os olhos nos meus.
Quem dorme na minha cama,
E tenta sonhar meus sonhos?
Alguém morreu nesta cama,
E lá de longe me chama
Misturada nos meus sonhos.
Tudo o que faço ou não faço,
Outros fizeram assim
Daí este meu cansaço
De sentir que quanto faço
Não é feito só por mim.



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Quinta-feira, 24 de Maio de 2012
Filho da Mãe prepara o futuro no Maria Matos

 

Na quinta-feira o guitarrista terá a companhia de músicos dos PAUS; Linda Martini e If Lucy Fell

Palácio foi o início, mas o início estava lá atrás. Palácio foi o álbum de estreia de Filho Da Mãe, o nome que Rui Carvalho quer que lhe chamemos quando se senta e se dobra sobre a guitarra clássica. Mas o Filho da Mãe dePalácio, autor de uma música instrumental repleta de vozes - os ecos do trinado de Paredes, claro, a familiaridade inevitável com Norberto Lobo, a capacidade de ser melancolicamente português e americano passeando pela vasta paisagem folk -, este Filho da Mãe, prosseguimos, já o conhecíamos, de guitarra eléctrica nos braços, enquanto membro desses punks enfurecidos chamados If Lucy Fell. A energia da interpretação emPalácio, de resto, é relação directa com essa vida de banda.

Um ano depois da edição do álbum de estreia, Rui Carvalho prepara-se para novo passo. Há um segundo álbum em gestação e teremos um primeiro vislumbre daquilo que aí vem na próxima quinta-feira, dia 24, quando Filho da Mãe se apresentar no Teatro Maria Matos (às 22h, bilhetes a 12 euros), em Lisboa. Não estará sozinho. Cláudia Guerreiro (baixo), João Nogueira (guitarra), Makoto Yagyu (baixo), Shela (teclados) e Hélio Morais (bateria) partilharão com ele o palco: o Filho da Mãe em óptima companhia, a de músicos dos PAUS, Linda Martini e dos seus If Lucy Fell, a mostrar os temas do óptimo Palácio, intercalados com ansiadas revelações de futuro.

Dois dias depois, toca em Barcelona, no TENS - mutuo centro de arte. A 1 de Junho estará no Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre e, a 2, participa no Serralves em Festa, no Porto. Já em pleno Verão, outra data: 16 de Agosto no Festival Bons Sons, em Cem Soldos, Tomar.

 

Noticia do Ipsilon 

 

 

 



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Letra

 

Só D´imagina

 Sara Tavares

 

Ta pensa na bo 
bem ess melodia 
di odjos ficthado 
m viaja na nha fantasia
Dia di sol, dia di calor
sorriso na rosto, sem cansera 
sem dor, Ie, ie, ie, io
Di chinelo na pé, coração xei
di fé, mi ma bo ta anda, na certeza conquista, um mundo novo, um mundo livre,
Sorriso na rosto, só sabura
só sab, Ie, ie, ie, io

Só d´imagina... Só d´imagina
jam senti esperança, só d´imagina jam senti criança di
luz. Só d´imagina... Bo vibração positiva vibra ma mim
Bo vibração positiva tchiga na mi...



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Gaiteiros de Lisboa
 NOVO DISCO "AVIS RARA"

edição d'Eurídice | lançamento a 4 Junho 2012
http://www.dorfeu.pt/gaiteirosdelisboa


Avis Rara - Diz-se de pessoa, embora benquista, que visita raramente. (in Dicionário Juridico de Latim)
Pessoa que raramente aparece ou difícil de encontrar. Pessoa de raras qualidades ou de raro talento.

Eis o aguardado regresso em disco do grupo mais emblemático, original e provocador na reinvenção da música tradicional portuguesa. Os Gaiteiros de Lisboa apresentam "Avis Rara", o novo  trabalho discográfico onde a ousadia e originalidade são asas da imaginação, numa viagem pela Portugalidade em pleno século XXI. A acompanhá-los neste périplo, um elenco de convidados de luxo: Adiafa, Zeca Medeiros, Sérgio Godinho, Armando Carvalhêda e Ana Bacalhau.
 
Dizem-se de Lisboa, mas o reconhecimento vai além-fronteiras como embaixadores e memória viva da nossa identidade musical, com um historial de concertos e sucessos que fala por si [ver documento em anexo]. Editado sob a chancela da d'Eurídice, o braço editorial da d'Orfeu Associação Cultural, este novo disco "Avis Rara" confirma, uma vez mais, como os Gaiteiros de Lisboa têm uma extraordinária capacidade de renovação aliada à qualidade, cada vez mais rara, de artesãos criativos.  
 
Segundo Carlos Guerreiro, «Avis Rara é um título que de certa forma traduz o conteúdo deste trabalho, não só pela estranheza de sons e arranjos que ele contém, como pela, originalidade e irreverência na abordagem do já tão explorado filão da Música Tradicional Portuguesa. É o seguimento natural de todos os que lhe antecederam, reafirmando a atitude pioneira do Grupo quanto ao experimentalismo sonoro e à consequente criação de instrumentos não convencionais». Um álbum de 10 novas canções, entre temas originais e cancioneiro popular, que aqui ganham novos voos e nos levam numa viagem por um mundo fascinante de polifonias, poemas e melodias.
 
Com data de lançamento a 4 de Junho de 2012, a edição de "Avis Rara" conta com o apoio oficial Disco Antena 1 e terá uma série de 5 concertos de apresentação no âmbito do próximo “Festim - festival intermunicipal de músicas do mundo”, concretamente em Estarreja (8 Junho), Ovar (22 de Junho), Sever do Vouga (23 de Junho), Albergaria-a-Velha (24 de Junho) e Águeda (26 de Julho). Toda a informação em http://www.festim.pt.


AVIS RARA
Gaiteiros de Lisboa

Material promocional:
http://www.dorfeu.pt/gaiteirosdelisboa
  
Alinhamento:
01 / Fez Sábado Quinta-Feira / 4’57’’ (com Adiafa)
02 / Pragas / 3’41’’ (com Zeca Medeiros)
03 / A Devota da Ermida / 3’52’’
04 / Avejão / 3’52’’ (com Sérgio Godinho e Armando Carvalhêda)
05 / Moinho de Mão / 4’48’’
06 / A uma Ingrata / 4’19’’
07 / Conde Ninho / 4’09’’
08 / Os Palácios da Rainha / 2’36’’ (com Ana Bacalhau)
09 / S. João / 4’02’’
10 / Proparoxitonias / 9’05’’
 
Ficha artística:
Carlos Guerreiro: Voz, Percussão, Sanfona, Clarinete, Clarinete baixo
José Manuel David: Voz, Sanfonocello, Mbiras, Trompa, Gaita-de-Foles, Flautas, Percussão
Paulo Marinho: Gaita-de-Foles, Flautas, Percussão, Voz
Rui Vaz: Voz, Gaita-de-Foles, Percussão
Pedro Casaes: Voz, Tambor de Cordas, Percussão
Pedro Calado: Percussão, Voz, Tubarões (imaginofone harmónico)
 
Ligações:
http://www.dorfeu.pt/gaiteirosdelisboa
http://www.gaiteirosdelisboa.com
http://www.facebook.com/gaiteirosdelisboa
 
Contacto para Imprensa (entrevistas):
Sara Vidal | d'Orfeu Associação Cultural
936 006 313 | 234 603 164
saravidal@dorfeu.pt



http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC




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Letra

 

Toda a gente sabe que as mulheres são chatas
que falam falam sem parar

e nem param para respirar

parecem baratas parecem baratas

toda gente sabe que as mulheres são chatas

 

 

Toda a gente sabe que as mulheres são burras

só sabem ver telenovelas

e encher a casa de velas

e andam sempre às turras

andam sempre às turras

toda gente sabe que as mulheres são burras

 

mas as mulheres dos amigos não

porque as mulheres dos amigos são

todas cheias de inteligência

um mistério da ciência

deusas da beleza

obras primas da natureza

que deixam derretidos

os amigos dos maridos

 

E tudo o que as mulheres não

 tudo o que as mulheres não

 tudo o que as mulheres não

as mulheres dos amigos são

as mulheres dos amigos são

as mulheres dos amigos são

 

toda a gente sabe que as mulheres são fúteis

que passam a vida nas compras

e falam mal umas das outras

e muito pouco úteis

muito pouco úteis

toda a gente sabe que as mulheres são fúteis

 

toda a gente sabe que as mulheres são anormais

que não sabem conduzir 

e demoram muito a vestir

toda a gente sabe que as mulheres são anormais

 

mas as mulheres dos amigos não

porque as mulheres dos amigos são

todas cheias de inteligência

um mistério da ciência

deusas da beleza

obras primas da natureza

que deixam derretidos

os amigos dos maridos

 

E tudo o que as mulheres não

 tudo o que as mulheres não

 tudo o que as mulheres não

as mulheres dos amigos são

as mulheres dos amigos são

as mulheres dos amigos são



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Gaiteiros de Lisboa com novo álbum em junho

“Avis Rara”, o novo trabalho discográfico dos Gaiteiros de Lisboa, chega às lojas a 4 de junho.

 

O disco inclui dez temas, entre originais e temas do cancioneiro popular, que em “Avis Rara” ganham “novos voos e nos levam numa viagem por um mundo fascinante de polifonias, poemas e melodias”.

 

Participam no registo, “onde a ousadia e originalidade são asas da imaginação, numa viagem pela portugalidade em pleno século XXI”, Sérgio Godinho, Ana Bacalhau, Armando Carvalhêda, Zeca Medeiros e Adiafa.

 

Em palco, o álbum será apresentado em Estarreja (8 de junho), Ovar (22 de junho), Sever do Vouga (23 de junho), Albergaria-a-Velha (24 de junho) e Águeda (26 de julho), no âmbito do Festim – Festival Intermunicipal de Músicas do Mundo.

 

Confere o alinhamento de “Avis Rara”:

01 / Fez Sábado Quinta-Feira / 4’57’’ (com Adiafa)
02 / Pragas / 3’41’’ (com Zeca Medeiros)
03 / A Devota da Ermida / 3’52’’
04 / Avejão / 3’52’’ (com Sérgio Godinho e Armando Carvalhêda)
05 / Moinho de Mão / 4’48’’
06 / A uma Ingrata / 4’19’’
07 / Conde Ninho / 4’09’’
08 / Os Palácios da Rainha / 2’36’’ (com Ana Bacalhau)
09 / S. João / 4’02’’
10 / Proparoxitonias / 9’05’’

 

Sara Novais

Retirado de Sapo Música 

 



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Ritz Club, Programação para Maio e Junho

 

Como já aqui tínhamos contado, o velho Ritz Clube passou a ser novidade. O espaço que fica no nº 57 da Rua da Glória, em Lisboa, reabriu as portas este mês, com uma programação cheia de coisas boas.

 

Até ao fim de Maio podes ver por lá os Linda Martini, que continuam a fazer render o seu excepcional Casa Ocupada (título que, com a moda das ocupações a pegar, já deve ter levado o SIS a escrever um relatório sobre a banda), Nel Assassin Nery em formato DJ set, Marta Hugon, e, para fechar o mês em festa, Ena Pá 2000

 

Para Junho estão prometidos três nomes dignos de uma vénia:Matt Elliott (na foto), Lydia Lunch e Matthew Herbert. O senhor de The Third Eye Foundation apresenta The Broken Man, disco de 2012, em Lisboa, no primeiro dia do mês. Segue-se a esquizofrénica menina Lunch, acompanhada por Beatrice Antolini na voz e na percussão. Por fim, Matthew Herbert traz-nos, lá mais para o final do mês, o seu badalado One Pig, disco de 2011 que acompanha o ciclo da vida de um porco, desde que nasce até que vai parar a um prato qualquer (não o meu, que sou vegetariana). 

 

Eis os detalhes dos próximos concertos no Ritz Clube: 

  • 25 de Maio | Linda Martini + DJ Sono (Joaquim Albergaria) - 10€
  • 30 de Maio | Marta Hugon - 22h30 - 12€
  • 26 de Maio | DJ Nery + Nel Assassin - 23h - 10€
  • 31 de Maio | Ena Pá 2000 - 22h - 10€ 
  • 01 de Junho | Matt Elliott  - 23h - 12€
  • 02 de Junho | Lydia Lunch - 23h - 15€
  • 20 de Junho | Matthew Herbert -  23h - 25€
Retirado de Ponto Alternativo


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Letra
Eu Sei
 Sara Tavares
Se eu voar sem saber onde vou
Se eu andar sem conhecer quem sou
Se eu falar e a voz soar com a manhã
Eu sei...

Refrão
Se eu beber dessa luz que apaga
A noite em mim
E se um dia eu disser
Que já não quero estar aqui
Só deus sabe o que virá
Só deus sabe o que será
Não há outro que conhece
Tudo o que acontece em mim

Se a tristeza é mais profunda que a dor
Se este dia já não tem sabor
E no pensar que tudo isto já pensei
Eu sei...

Refrão
Se eu beber dessa luz que apaga
A noite em mim
E se um dia eu disser
Que já não quero estar aqui
Só deus sabe o que virá
Só deus sabe o que será
Não há outro que conhece
Tudo o que acontece em mim

Se eu beber dessa luz que apaga
A noite em mim
E se um dia eu disser
Que já não quero estar aqui
Na incerteza de saber
O que dizer, o que querer
Mesmo sem nunca pensar
Que um dia o vais pensar
Não há outro que conhece
Tudo o que acontece em mim 


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Quarta-feira, 23 de Maio de 2012

Bach e Beethoven para ouvir em Amarante

 

O concerto da Orquestra do Norte que terá lugar na Igreja de São Gonçalo em Amarante a 26 de Maio contará na sua primeira parte com a Cantata Jauchzet Gott in allen Landen, seguindo-se “Air” da Suíte Orquestral N° 3 em Ré Maior e a “Badinerie” da Suíte Orquestral N.º2 em Si menor.

Para a segunda parte está reservada a interpretação da Simfonia nº7 de Ludwig van Beethoven,

 

Será Solista a soprano portuguesa Ana Maria Pinto sob a direcção de Jorge Matta.

 

O concerto tem entrada livre.

 

Ana Maria Pinto, natural do Porto, iniciou os seus estudos de canto no Conservatório de Música da mesma cidade com a professora Palmira Troufa. 

Em 2001 é admitida na ESMAE na classe do professor Rui Taveira e em 2005 na „Universität der Künste“ de Berlim, onde estudou primeiro com o professor Robert Gambill e mais tarde com a professora Dagmar Schellenberger, com quem trabalha actualmente

 

Retirado de HardMúsica



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Letra

 

Gente Perdida

 Mafalda Veiga

 

Eu fui devagarinho 
com medo de falhar 
não fosse esse o caminho certo 
para te encontrar 
fui descobrindo devagar 
cada sorriso teu 
fui aprendendo a procurar 
por entre sonhos meus 

eu fui assim chegando 
sem entender porquê 
já foram tantas vezes tantas 
assim como esta vez 
mas é mais fundo o teu olhar
mais do que eu sei dizer 
é um abrigo pra voltar 
ou um mar pra me perder 

lá fora o vento 
nem sempre sabe a liberdade 
a gente finge 
mas sabe que não é verdade 
foge ao vazio 
enquanto brinda, dança e salta 
eu trago-te comigo 
e sinto tanto, tanto a tua falta 

eu fui entrando pouco a pouco 
abri a porta e vi 
que havia lume aceso 
e um lugar pra mim 
quase me assusta descobrir 
que foi este amor
que a vida inteira procurei 
entre a paixão e a dor 

lá fora o vento 
nem sempre sabe a liberdade 
gente perdida 
balança entre o sonho e a verdade 
foge ao vazio 
enquanto brinda, dança e salta 
eu trago-te comigo 
e sinto tanto, tanto a tua falta 

lá fora o vento
nem sempre sabe a liberdade 
a gente finge 
mas sabe que não é verdade 
foge ao vazio
enquanto bebe, dança e ri 
eu trago-te comigo 
e guardo este abraço só para ti



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Tora Tora Big Band regressa à festa com «Salteado»

8 de junho: é esta a data de lançamento do novo disco da Tora Big Band, "Salteado", e também do concerto de apresentação no Ritz Club, em Lisboa. Jazz e world music são o ponto de partida para uma festa global.

Cocktail universal que reúne músicos de múltiplas nacionalidades, num vasto naipe de metais e secção rítmica, aTora Tora Big Band formou-se em Lisboa em 2001. 


Através dum repertório que cruza o jazz e a world music, a sua aposta foi, e continua a ser, a de renovar o velho conceito das antigas big bands que tocavam música para dançar, integrando elementos e tendências sonoras bem recentes como o afro, latin, funk, arabic, trance, reggae e drum’n bass nas suas composições originais.

Promo de «Salteado»:

 

O ano de 2011 marcou o regresso da banda aos palcos com uma formação renovada: 
João Capinha, Desidério Lázaro - saxes
Cláudio Silva, Johannes Krieger - trompetes, fliscornes
Lars Arens, Luís Cunha - trombones, eufónios
Dan Hewson - teclas
Francesco Valente - baixo
Sebastian Scheriff - percussões
João Rijo – bateria

Foi esta formação que preparou o terceiro álbum de originais do projeto, "Salteado", que chega às lojas a 8 de junho. A festa de lançamento também terá lugar nesse dia no mítico Ritz Club, em Lisboa, pelas 23h00. O valor da entrada é 10€ e inclui o CD e o bilhete para o espetáculo.

Afrobeat, samba, funk, valsa, reggae, bossa, salsa, tango estarão entre os ingredientes do que a banda promete ser uma festa do groove. Depois do concerto, segue-se um DJ Set dos Irmãos Makossa (Paolo e Nelson), dois apaixonados pela música africana, suas influências e inspirações. 

O single de avanço intitula-se "Odd Dog", conta com com a participação especial de Mariana Norton na voz e já se pode ouvir nas playlists das rádios nacionais e locais. 

Agenda de concertos:

8 de junho: Ritz Club (Lisboa) – Lançamento do álbum “Salteado” (23h)
24 de junho: Outjazz, Anfiteatro Keil do Amaral, Monsanto (17h)
30 de agosto: A Arte da Big Band, Jardim de Campolide (19h)

 

Retirado de Sapo Música



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Letra


Não encontrei a letra desta música


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letra

 

As flores pelo chão

Pisadas desde o baile

O vento frio

Só mulheres de xaile

 

Tudo me contaram

Quando eu dei aos ares de Espanha

Uns desceram para sul

Eu fiquei a ver Idanha

 

Ai de mim

Não faço nem ideia

Prometi partir na lua cheia

Pago por um  bagaço na estação

Nos olhos de um varão

Vejo a fera da fronteira

 

Ir pra angola

pode mesmo ser a salvação

Ou são Paulo

receber calor de um povo irmão

 

Ir abastecer

onde há quem dance

 

Promessas de verão

Os mar e nozes quebram

Praia fora vão

Se águas más lhe pegam

Num posso mais remar

Que terra se alevante

Se firme a procurar

Quero ir pra adiante

 

Ai de mim

Se tudo é ao contrario

Tenho de ir cumprir nosso fadário

Acabo de engolir num repelão

Pregunta um bom beirão

se isto era necessário

 

Ir embora

pode mesmo ser solução

Ver trabalho

o frio compensa pela aflição

 

Mas se isto não mudar

Eu não descanso

 

E se eu for

Quem espera Mariana

Faz de mim nas guardas quentes de sua cama

 

E se eu for

Quem me faz de tua estampa

Para onde irás se só voltar

pra encontrar a minha campa

 

Ai de mim

Não faço nem ideia

Prometi partir na lua cheia

Pago-te um bagaço na estação

Nos olhos de um varão

Vejo a fera da fronteira



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Letra

 

Paciência

 João Pedro Pais

 

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma, 
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma, 

A vida não pára... 

E quando o tempo acelera e pede pressa 
Eu recuso, faço hora e vou na valsa, 

A vida é tão rara... 

Enquanto todo mundo espera a cura do mal, 
E a loucura finge que isso é normal, 
Eu finjo ter paciência... 

O mundo vai girando cada vez nais veloz, 
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós 
Um pouco mais de paciência... 

Será que é tempo que lhe falta pra perceber, 
Será que temos esse tempo pra perder, 
E quem quer saber?! 

A vida é tão rara... tão rara... 

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma, 
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma, 

A vida não pára... 
A vida não pára nao... 

Será que é tempo que lhe falta pra perceber, 
Será que temos esse tempo pra perder, 
E quem quer saber?! 

A vida é tão rara... tão rara... 

A vida é tão rara.



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Terça-feira, 22 de Maio de 2012

Novo Single de TT, Chica Latina

 

Com novo álbum a caminho, TT começa por apresentar o novo single. "Chica Latina" é o tema em questão e o seu videoclip estreia esta terça-feira em exclusivo no SAPO Música. 

Estávamos em abril de 2011 quando surgiram as primeiras imagens do agora anunciado novo disco de TT. Na altura, o músico encontrava-se em estúdio a gravar o sucessor de "Mais do que uma Razão", de 2009.

Antes do novo álbum, TT regressa agora com um novo single, "Chica Latina", tema que conta com a participação de Dollarman (cantor e autor que participou nos hits “Rock This Party” (Everybody Dance Now)" e "Sounds of Freedom", produzidos por Bob Sinclar e Cutee B - “Rock This Party” (Everybody Dance Now)" até valeu a Dollarman o galardão de ouro nos MTV Europe Music Awards em 2006). 

"Chica Latina" foi masterizado por Tom Coyne  (recente vencedor de um Grammy pelo seu trabalho no disco de Adele e responsável pela masterização de discos de artistas como Beyoncé, Jay Z, Britney Spears ou Sade) nos Sterling Sound Studios, em Nova Iorque, e o engenheiro de som fez rasgados elogios ao "groove" do tema.

O álbum, que está previsto para julho e que contará com mais alguns convidados de peso, foi inteiramente produzido por TT, acumulando ainda a autoria da quase totalidade das canções. 

TT esteve várias vezes em estúdio para melhor refinar e aprimorar o som deste que será o seu terceiro disco de originais. A fase de gravações compreendeu o período de fevereiro de 2011 a maio deste ano, período interrompido por uma estadia em Nova Iorque, de setembro a outubro do ano passado, para gravar com os convidados internacionais que participam no disco.

 

Aqui fica, então, o videoclip de "Chica Latina":

 

Retirado de Sapo Música



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Letra

 

Um Pouco de Céu

 Mafalda Veiga

 

Só hoje senti 
Que o rumo a seguir 
Levava pra longe 
Senti que este chão 
Já não tinha espaço 
Pra tudo o que foge 
Não sei o motivo pra ir 
Só sei que não posso ficar 
Não sei o que vem a seguir 
Mas quero procurar 

E hoje deixei 
De tentar erguer 
Os planos de sempre 
Aqueles que são 
Pra outro amanhã 
Que há-de ser diferente 
Não quero levar o que dei 
Talvez nem sequer o que é meu 
É que hoje parece bastar 
Um pouco de céu 
Um pouco de céu 

Só hoje esperei 
Já sem desespero 
Que a noite caísse 
Nenhuma palavra 
Foi hoje diferente 
Do que já se disse 
E há qualquer coisa a nascer 
Bem dentro no fundo de mim 
E há uma força a vencer 
Qualquer outro fim 

Não quero levar o que dei 
Talvez nem sequer o que é meu 
É que hoje parece bastar 
Um pouco de céu 
Um pouco de céu 


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Festival leva jazz às Aldeias do Xisto até Agosto
Um concerto pelo norueguês Ingebrigt Haker Flaten inicia no dia 27 de Maio, em Vila Cova de Alva, Arganil, o festival XJazz - Ciclo de Jazz das Aldeias do Xisto, a decorrer em vários municípios da Região Centro.

O concerto, que se insere na III Mostra de Sabores e Lavores Tradicionais de Vila Cova de Alva», serve também de lançamento do CD Steel live in Bucharest, com a chancela da Tektite Records.

 

O XJAZZ encerra no dia 18 de Agosto em Pedrógão Pequeno, concelho da Sertã, com o «Ensemble» dirigido pelo saxofonista britânico Evan Parker. Este concerto é o culminar de uma residência artística de quatro dias dirigida por Parker e com a participação de 16 músicos.

 

No dia 1 de Junho, os municípios de Góis e Lousã acolhem a acção didáctica «O jazz é fixe», de improvisação musical, destinada ao público jovem, com a orientação de Luís Vicente e José Miguel Pereira.

 

Já no dia 14 de Julho, a aldeia de Cerdeira, na Lousã, acolhe o duo Vânia Fernandes & Júlio Resende, para um concerto de voz e piano, onde exploram alguns «standards» do Jazz e da Pop, reinventando-os com interpretações próprias.

 

Ainda nesse mês, no dia 28, actua em Miranda do Corvo a Tora Tora Big Band, uma formação de uma dezena de músicos de vários países, num concerto que serve para o lançamento do CDSanteado, com a chancela da JACC Records, onde cruzam o Jazz e a World Music.

 

João Camões e Kátia Sá, com o Projecto #1 Mãos Largas, apresentam-se a 3 de Agosto na aldeia de Gondramaz, em Miranda do Corvo.

 

No dia 4 de Agosto, José Peixoto (guitarra) e António Quintino (contrabaixo), também em Gondramaz, apresentam o CD Voltar, editado pela conimbricense JACC Records.

 

O Ciclo de Jazz das Aldeias do Xisto, que envolve na sua organização a associação de Coimbra JACC - Jazz ao Centro Clube, visa «criar uma matriz de identificação do espaço com a fruição e criação musical», aliando-a aos valores endógenos do território: natureza, desporto outdoor, tradição, património, gastronomia, lazer e alojamento rural.

 

Noticia do Sol



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letra

 

It's a kind of magic
It's a kind of magic
A kind of magic

One dream one soul one prize one goal
One golden glance of what should be
It's a kind of magic

One shaft of light that shows the way
No mortal man can win this day
It's a kind of magic

The bell that rings inside your mind
Is challenging the doors of time
It's a kind of magic

The waiting seems eternity
The day will dawn of sanity
Is this a kind of magic
It's a kind of magic
There can be only one
This rage that lasts a thousand years
Will soon be done

This flame that burns inside of me
I'm here in secret harmonies
It's a kind of magic

The bell that rings inside your mind
Is challenging the doors of time
It's a kind of magic

It's a kind of magic
The rage that lasts a thousand years
Will soon be will soon be
Will soon be done
This is a kind of magic
There can be only one
This rage that lasts a thousand years
Will soon be done-done
Magic - it's a kind of magic
It's a kind of magic
Magic magic magic magic
Ha ha ha it's magic 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música



publicado por olhar para o mundo às 08:20 | link do post | comentar

Segunda-feira, 21 de Maio de 2012

  

Letra

 

Se alguém pudesse pôr um fim à maldição
Que entristece a nossa anti-geração
Talvez se o Maradona ainda jogasse futebol
E o rock and roll ainda fosse a canção

Tantas memórias, tantas pontas desconexas
Se o Chuck Norris ainda fosse o rei do Texas
E derrubasse muro entre nós e o amanhã
Sem fé no futuro, rumo ao passado, a cantar

Não ficamos à espera, não sustemos a respiração
À espera que o D. Sebastião nos traga a redenção
O povo não desespera, a gente sabe que ainda há solução
Porque o fizz limão, ai o fizz limão, há-de voltar
Num dia de sol o fizz limão há-de voltar

A nossa estética perdeu-se no vazio
A nossa ética anda presa por um fio
Valham-nos as memórias de um céu bem mais azul
De quando o Verão Azul dava na televisão

Não sinto orgulho nas notícias da manhã
Já só vasculho nos baús da minha irmã
E o cheiro a naftalina é que me aquece o coração
Lalalalalala, rumo ao passado a cantar

Não ficamos à espera, não sustemos a respiração
À espera que o D. Sebastião nos traga a redenção
O povo não desespera, a gente sabe que ainda há solução
Porque o fizz limão, ai o fizz limão, há-de voltar
Num dia de sol o fizz limão há-de voltar

No nosso tempo ninguém morria
No nosso tempo ninguém sofria
Tanto que no nosso tempo
Ninguém dizia "no nosso tempo"

Não ficamos à espera, não sustemos a respiração
À espera que o D. Sebastião nos traga a redenção
O povo não desespera, a gente sabe que ainda há solução
Porque o fizz limão, ai o fizz limão, há-de voltar
Num dia de sol o fizz limão há-de voltar



publicado por olhar para o mundo às 21:46 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Miguel Araújo apresenta o seu disco a solo,

 

Miguel Araújo, músico da banda Os Azeitonas, disse à Lusa que o seu álbum a solo, “Cinco dias e meio”, foi gravado como “se estivesse sentado no sofá em casa a tocar guitarra para os amigos”.

"A ideia foi gravar da forma mais simples, sem pormenores, nem nenhuma super-produção, muito ao contrário do que fazemos n'Os Azeitonas. A ideia foi como se estivesse sentado no sofá em casa a tocar guitarra para os amigos”, disse o músico que revelou que toca mais ukelele em casa "pois é mais transportável".

“Cinco dias e meio”, editado pela EMI Music, é apresentado esta segunda-feira, às 18:30, no Teatro do Bairro, em Lisboa, no mesmo dia em que chega ao mercado.

Em declarações à Lusa, Miguel Araújo afirmou que o projeto a solo “não põe em risco a continuidade d’Os Azeitonas”. “Só não iremos lançar nada, ao lançar o meu disco, este torna-se a prioridade, mas Os Azeitonas têm uma agenda cheia este ano e vão continuar”, acrescentou.

Miguel Araújo é o autor da música e letras dos 11 temas que constituem o álbum, canções que foi compondo e “que não cabiam no projeto d’Os Azeitonas que pede um determinado contexto".
"A maioria foi feita no último ano, mas há umas mais antigas, como uma que é a primeira que compus em português, aí por 1998, e uma de 2004, outras têm dois anos”, acrescentou.
Não identificando qual a canção que compôs em 1998, Miguel Araújo referiu apenas, ser “a canção seis ou sete do álbum”, respetivamente “Autopsicodiagnose” e “Fizz Limão”.

De 2004 é o tema “Reader’s Digest”, que António Zambujo gravou para o álbum “Guia”, editado em 2010.


“A [canção] ‘Reader’s Digest’ é de 2004. O António [Zambujo] e eu somos amigos, ele conhecia-a e pediu-me para a gravar. Agora eu decidi ser eu próprio a interpretá-la. A melodia e harmonia são as mesmas, mas dou uma outra interpretação”, contou.

“Capitão Fantástico”, “Baile dos Sem-Ninguém”, “Rosa da minha rua”, “Sete passos (Carolina)”, são outros dos temas do álbum que abre com o tema “Os maridos das outras”.

O álbum estará disponível em quatro edições diferentes: em CD tradicional com 11 temas, numa edição especial CD/DVD, numa digital com 11 temas e uma exclusiva do sítio iTunes com 12 temas, entre eles a versão em ukelele de “Os Maridos das Outras”.

Miguel Araújo está ligado à música há mais de dez anos, sendo o principal compositor de Os Azeitonas, cujas composições assina como “Miguel AJ”, e participa ainda na dupla “Mendes” que faz com João Só.

Recentemente, a convite de Nuno Markl, compôs a banda sonora do espetáculo “Como desenhar mulheres, motas e cavalos”, que Nuno Markl e Miguel Araújo apresentaram na Aula Magna, em Lisboa, no passado dia 18 fevereiro e que domingo será apresentado no Teatro Rivoli, no Porto, que é convidado especial Marlon.

 

Retirado de Sapo Música



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Letra

 

Um respirar, um escutar
Suave brisa de verão
A tua ausência, a tua falta
Me dá razão pra sentir
Essa saudade de ti

 

Oh oh ooohh

 

Uma balada, uma serenata
Frases soltas ou emparelhadas
Um verso alegre para descrever
Esses momentos de recordar
A pessoa que és tu

 

Refrão


És tu que me dás tempos assim
Tu ohh ohhh ohh
Em que não sou eu quem cuida de mim
Mas és tu ooh ohh
Lembro de ti, lembro de ti oh ohh ohh
Nunca pensei que a falta de alguém me fizesse tão bem

 

Uma balada, uma serenata
Frases soltas ou emparelhadas
Um verso alegre para descrever
Esses momentos de recordar
A pessoa que és tu

 

Refrão 2x

 

Oh oh oh oh oh oh ohhh



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Os Diabo na Cruz abriram a casa, em Nova Oeiras, onde tocam faça sol ou chuva, ao DN. Ensaiaram à sombra das árvores da vivenda dos irmãos Pinheiro, os responsáveis pelas percussões da banda.

 

 

No espaço amplo repleto de flores, árvores e arbustos, pensaram e compuseram as músicas do álbum editado no mês passado " Roque Popular". Agora estão numa fase mais acústica, como afirma Jorge Cruz.

 

Antes de partirem para os dois próximos concertos, dia 23 de maio no Ritz Clube, em Lisboa e no próximo mês, em Praga, República Checa, receberam o DN no local onde, além de prepararem os próximos espetáculos, também descontraem.

 

Sob um sol abrasador, Jorge Cruz, o líder dos Diabo na Cruz, explicou como misturam a música tradicional com a linguagem do rock. Falou do espaço, da sala e do jardim de ensaio. Palavras ditas ao som da "Bomba Canção" tocada para o DN em versão acústica.

 

Retirado do DN



publicado por olhar para o mundo às 13:50 | link do post | comentar

 

Letra

 

Sinceramente 
não te prives de tomar o meu lugar 
o que é meu é meu 
sei que não és capaz de me agarrar 

Vem, não vamos continuar 
arrastar as coisas de bar em bar 
copos e filosofia 
e tu com a puta da mania 

Para ser honesto, não vejo nada, não sinto nada 
e tudo resto é uma parte de acabar 
por te dizer na cara como és inútil 
como é tão fácil dizer o certo para te agradar 
e a tua laia diz-lhes que saiam, 
que se recolham porque eu vou chegar 
e a essa escumalha, diz-lhes que venham 
para o meu lugar 

tu não consegues sequer levantar o braço 
julgas-te aço 
decide lá em que compasso me queres matar 

Recolhe os putos 
nós vimos brutos 
reluz o síndrome 
e a vontade de te espancar 
somos enxutos e demasiado barbudos 
para te alegrar 

E a tua laia diz-lhes que saiam 
e a essa escumalha diz-lhes que venham 

tu não consegues sequer levantar o braço 
julgas-te aço 
decide lá em que compasso me queres matar



publicado por olhar para o mundo às 08:45 | link do post | comentar

Domingo, 20 de Maio de 2012

Carnegie Hall aplaudiu de pé Maria João Pires

Carnegie Hall, emblemática sala de espetáculos de Nova Iorque, encheu na noite de sexta feira para ouvir a orquestra de Philadelphia conduzida pelo maestro Charles Dutoit, e ovacionou de pé a pianista portuguesa Maria João Pires.

 

A interpretação do 2.º Concerto para piano e orquestra de Frédéric Chopin valeu a Maria João Pires a maior ovação da noite da orquestra de Philadelphia no Carnegie Hall, tendo sido chamada ao palco do grande auditório Isaac Stern por três vezes, perante a insistência do público.

 

Quebrando o "protocolo" de palco, o maestro dirigiu-se à pianista e abraçou-a de forma efusiva logo após a interpretação.

 

A pianista informou o Carnegie Hall de não indisponibilidade para prestar declarações à imprensa, alegando compromissos de agenda.

 

A interpretação de Maria João Pires teve lugar depois da Abertura "Ruslan e Ludmilla", do compositor russo Mikhail Glinka.

 

A noite encerrou com o bailado "Daphnis et Chloé", do francês Maurice Ravel, com o grupo coral de Philadelphia.

 

Fundada em 1900, a Orquestra de Filadélfia é uma das "cinco maiores" norte-americanas, com as de Nova Iorque, Chicago, Boston e Cleveland, contando entre os seus diretores artísticos e musicais maestros como Leopold Stokowski, Eugene Ormandy ou, mais recentemente, Riccardo Muti e Christoph Eschenbach.

 

Maria João Pires substituiu o pianista italiano Maurizio Pollini, que teve de cancelar o concerto por motivos de saúde.

 

Pollini e Pires destacaram-se entre os principais pianistas surgidos nos anos de 1970, em particular na interpretação de Mozart e de compositores do Romantismo, como Franz Schubert ou Frédéric Chopin, como destaca a orquestra norte-americana.

 

O programa do Carnegie apresenta a pianista portuguesa como uma das mais destacadas intérpretes da sua geração, que "continua a impressionar o público com a integridade irrepreensível, eloquência e vitalidade da sua arte".

 

Este ano, a pianista tem participado em recitais de música de câmara com o violoncelista brasileiro António Meneses. E tem vindo a tocar com algumas das principais orquestras europeias e maestros como Bernard Haitink, Claudio Abbado e Riccardo Chailly.

 

A sua próxima gravação a ser editada, como habitualmente pela Deutsche Gramophon, será de dois concertos de Mozart conduzidos pelo maestro Claudio Abbado, prevista para o outono deste ano.

 

Noticia do JN



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Letra

 

a minha varanda 
é sempre o amor quem manda 
Tem o mar e o horizonte 
E até a cidade abranda 

Na minha varanda 
Troquei segredos com a lua 
Descobri novas estrelas 
Brilhantes do céu à rua 

Na minha varanda 
Eu tentei esta canção 
Que nunca fica pronta 
E precisa de um refrão 

Na minha varanda é sempre o amor quem manda 

Na minha varanda 
Prometo às madrugadas 
Novas vidas novos sonhos 
E moderar as noitadas 

Na minha varanda 
Oiço o canto dos pardais 
Lembram-me sempre a sorrir 
Que não há dias iguais 

Na minha varanda 
Eu tentei esta canção 
Que nunca fica pronta 
E precisa de um refrão 

Na minha varanda é sempre o amor quem manda 

Na minha varanda 
dá p'ra ver o por-do-sol 
Que pousa sempre no mar 
E faz do mundo o meu lençol



publicado por olhar para o mundo às 17:14 | link do post | comentar

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