Terça-feira, 24 de Abril de 2012

 

letra

 

Todas as horas são breves,

Todos os dias são horas,

Todo o amor que me deves

Aumenta quando demoras.

 

Vejo as sombras do desejo

Que tenho por te encontrar,

Em cada noite há um beijo

Que nunca te posso dar.

 

Na brisa da tarde calma,

Onde nasce a Primavera,

Nasce a dor na minha alma

P’ra viver à tua espera.

 

Sou do monte, sou da serra

E os teus olhos são do mar,

È tão longe a minha terra,

Que não te posso alcançar.

 

Quando chegares a sorrir

Não me tragas compaixão

Depois terás de partir,

Partir o meu coração.

 

(Letra de 'Todas as horas são breves', da autoria de Helder Moutinho)



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Segunda-feira, 23 de Abril de 2012

Carlos do Carmo recebe Chave da Cidade de Santiago do Cacém

 

Amanhã, 24 de Abril, Carlos do Carmo actua na Quinta do Chafariz, em Santiago do Cacém, pelas 21:30. O concerto acontece no âmbito das comemorações do 38º aniversário do 25 de Abril. 
 
Paralelamente, Carlos do Carmo vai receber a Chave da Cidade das mãos do Presidente da Câmara Municipal, Vítor Proença. De acordo com o próprio, a homenagem visa o"reconhecimento do município a um homem de Abril que ao longo da sua vida sempre defendeu os valores da liberdade e da democracia".
 
Esta é a terceira vez que o Município atribui a Chave da Cidade: primeiro fê-lo à Associação 25 de Abril e depois ao ex-Presidente da República, Jorge Sampaio

 

Retirado de HardMúsica



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letra

 

Cavalo de Corrida

 Uhf

 

Agora é que a corrida estoirou, e os animais se lançam num esforço
Agora é que todos eles aplaudem, a violência em jogo
Agora é que eles picam os cavalos, violando todas as leis
Agora é que els passam ao assalto e fazem-no por qualquer preço

Agora, agora, agora, agora, tu és um cavalo de corrida, eh

Agora é que a vida passa num flash e o paraíso é além
Agora é que o filme deste massacre é a rotina Zé Ninguém
Agora é que perdeste o juízo, a jogar esta cartada
Agora é que galopas já ferido, procurando abrir passagem

Agora, agora, agora, agora tu és um cavalo de corrida, eh

Agora, agora, agora, agora tu és um cavalo de corrida
Agora, agora, agora, agora tu és um cavalo de corrida, eh



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Letra
Balada Do Outono 
Zeca Afonso 

Aguas
E pedras do rio
Meu sono vazio
Nao vao
Acordar
Aguas
Das fontes
calai
O ribeiras chorai
Que eu nao volto
A cantar
Rios que vao dar ao mar
Deixem meus olhos secar
Aguas
Das fontes calai
O ribeiras chorai
Que eu nao volto
A cantar
Aguas

Do rio correndo
Poentes morrendo
P'ras bandas do mar
Aguas
Das fontes calai
O ribeiras chorai
Que eu nao volto
A cantar
Rios que vao dar ao mar
Deixem meus olhos secar
Aguas
Das fontes calai
O ribeiras chorai
Que eu nao volto
A cantar


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O cantor Paulo de Carvalho interpretará o tema "E Depois do Adeus" na Assembleia da República, em Lisboa, no âmbito das comemorações do 25 de abril. No dia 26 será recordada a memória de José Afonso, 25 anos depois da sua morte, com o concerto evocativo "CantAR Zeca Afonso"

 

Primeira senha da revolução, lançada por João Paulo Diniz aos microfones do Rádio Clube Português, às 22.55, do dia 24 de abril, a canção "E Depois de Adeus" será interpretada por Paulo de Carvalho na quarta-feira na Sala das Sessões da Assembleia da República na sessão solene que assinala o 38.º aniversário da revolução dos cravos.

 

Depois dos discursos serão projetadas imagens fotografias inéditas do dia 25 de abril de 1974, do espólio de Miranda Castela. Depois disso é a vez de Paulo de Carvalho cantar "E Depois do Adeus", tema que venceu o Festival da Canção nesse ano.A sessão solene terá início às 10.00 e contará com intervenções de todos os grupos parlamentares representados no Parlamento, da presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, e do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.

 

No final da sessão solene, o Grupo Coral Etnográfico Coop de Grândola irá interpretar a canção "Grândola Vila Morena", de Zeca Afonso, que foi a segunda senha para a continuação das operações militares de Abril.

 

Pela primeira vez, a partir das 14:30 a presidente da Assembleia da República abrirá as portas do público do Palácio de São Bento, num "gesto simbólico que sublinha a importância do Parlamento como a casa da democracia e de todos os portugueses", segundo comunicado da Assembleia da República.

 

Durante toda a tarde, haverá visitas guiadas e livres ao Palácio de São Bento e um atelier lúdico-pedagógico para os mais novos que, sob o lema "Dar forma à Liberdade", permitirá a construção de esculturas de papel.

 

Ao final do dia, o Grupo de Violinos "Os Paganinus", do Conservatório Regional de Setúbal, atuará na Sala do Senado.

 

Já no dia 26 de abril, cerca das 21:45, será recordada a memória de José Afonso, 25 anos depois da sua morte, com o concerto evocativo "CantAR Zeca Afonso", que contará com a participação do coro da Assembleia da República.

 

 

 

Retirado de DN



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letra
Letra e música: José Mário Branco

Eu vi este povo a lutar
Para a sua exploração acabar
Sete rios de multidão
Que levavam História na mão

Sobre as águas calmas
Um vulcão de fogo
Toda a terra treme
Nas vozes deste povo

Mesmo no silêncio
Sabemos cantar
Povo por extenso
É unidade popular

Somos sete rios
Rios de certeza
Vamos lá cantando
No fragor da correnteza

Eu vi este povo a lutar
Para a sua exploração acabar
Sete rios de multidão
Que levavam História na mão

A fruta está podre
Já não se remenda
Só bem cozidinha
No lume da contenda

Nós queremos trabalho
E casa decente
E carne do talho
E pão para toda a gente

Ai, meus ricos filhos
Tantos nove meses
Saem do meu ventre
Para a pança dos burgueses

Eu vi este povo a lutar
Para a sua exploração acabar
Sete rios de multidão
Que levavam História na mão

Alça meu menino
Vê se te arrebitas
Que este peixe podre
Só é bom para os parasitas

Só a nosso mando
É que há liberdade
Vamos lá lutando
P’ra mudar a sociedade

Bandeira vermelha
Bem alevantada
Ai minha senhora
Que linda desfilada

Eu vi este povo a lutar
Para a sua exploração acabar
Sete rios de multidão
Que levavam História na mão




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Domingo, 22 de Abril de 2012

 

Zeca Afonso reeditado e lançado pela Orfeu

 

 

 

A Orfeu, editora discográfica, vai lançar a reedição de 12 álbuns de Zeca Afonso, autor de “Grândola Vila Morena”.

 

Aqueles
Aqueles que ficaram
(Em toda a parte todo o mundo tem)
Em sonhos me visitaram
Traz outro amigo também

 

(Traz um amigo também de Zeca Afonso)

 

A partir de dia 09 de Abril até Março e Abril de 2013, 12 CD´S do cantor José Afonso mais conhecido como Zeca Afonso vão ser reeditados e lançados pela Orfeu, editora discográfica de Arnaldo Trindade. 


Os dois primeiros álbuns são: “Cantares de Andarilho” de 1968 e “Contos Velhos Rumos Novos” de 1969 que foram lançados no dia 09 de Abril.

Os onze discos serão em versão digital e contaram com textos que irão contextualizar o momento em que foram feitos. Música e história irão estar lado a lado. A digitalização dos álbuns pertence a António Pinheiro da Silva. 


Zeca Afonso, cantor e compositor português dos anos 70, marcou toda uma geração com a sua música. 


Morreu com esclerose múltipla, contudo sempre teve um papel muito activo e até mesmo fundamental e decisivo no combate à opressão através do canto e da poesia.

 

"Semeio palavras na música. Não tenho pretensões de dar a estas minhas deambulações pela música popular qualquer outro rótulo. Faço apenas canções. A canção insere-se sempre dentro de um processo. A sua eficácia depende do processo em que se insere. A sua importância depende da vastidão desse processo".

 

No próximo mês de Maio irão ser lançados três álbuns: “Traz Outo Amigo Também”, de 1970, “Cantigas de Maio”, de 1971 e “Eu vou ser Como Toupeira” de 1972.

 

Traz Outro Amigo Também de 1970 é uma das muitas frases de Zeca Afonso. Os poemas são mais complexos e o “suporte musical torna-se menos expurgado”. 

Cantigas de Maio saiu no Natal de 1971. Era um novo Zeca que estava presente. Ainda com Bóris a acompanhá-lo mas agora com música mais inovadora de José Mário. Este álbum marcou o ponto alto da carreira do cantor.

Para terminar o mês de Maio temos Eu Vou ser como Toupeira que conta com a presença de António Quadro e Fernando Pessoa marcando o Natal de 1972. 

 

Via HardMúsica



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Letra

 

Como se a Terra corresse 
Inteirinha atrás de mim 
O medo ronda-me os sentidos 
Por abaixo da minha pele 
Ao esgueirar-se viscoso 
Escorre pegajoso 
E sai 
Pelos meus poros 
Pelos meus ais 
Ele penetra-me nos ossos 
Ao derramar-se sedento 
Nas entranhas sinuosas 
Entre as vísceras mordendo 
Salta e espalha-se no ar 
Vai e volta 
Delirante 
Tão delirante 
É como um sonho acordado 
Esse vulto besuntado 
A revolver-se no lodo 
A deslizar de uma larva 
Emergindo lá no fundo 
Tenho medo ó medo 
Leva tudo é tudo teu 
Mas deixa-me ir 

Arrasta-me à côncava do fundo 
Do grande lago da noite 
Cruzando as grades de fogo 
Entre o Céu e o Inferno 
Até à boca escancarada 
Esfaimada 
Atrás de mim 
Atrás de mim 
É como um sonho acordado 
Esses olhos no escuro 
Das carpideiras viúvas 
Pelo pai assassinado 
Desventrado por seu filho 
Que possuiu lascivo 
A sua própria mãe 
E sua amante 

Meu amor quando eu morrer 
Ó linda 
Veste a mais garrida saia 
Se eu vou morrer no mar alto 
Ó linda 
E eu quero ver-te na praia 
Mas afasta-me essas vozes 
Linda 

Tens medo dos vivos 
E dos mortos decepados 
Pelos pés e pelas mãos 
E p´lo pescoço e pelos peitos 
Até ao fio do lombo 
Como te tremem as carnes 
Fernão Mendes



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Portugal entre os piores do mundo em vendas de música

Portugal teve em 2011 um dos piores registos de vendas de música, entre todos os países que integram a Federação Internacional da Indústria Discográfica (IFPI), disse hoje à agência Lusa o director-geral da Associação Fonográfica Portuguesa, Eduardo Simões.

 

No que toca a vendas de música em formato físico, maioritariamente composto por CD ou DVD musicais, Portugal registou no ano passado uma quebra de 34,4 por cento, o que faz com que o país tenha dos piores resultados em todo o mundo, só superado pela Grécia.

 

Em 2011 as editoras venderam às lojas de música cerca de 4,4 milhões de CD e cerca de 451 mil DVD musicais, segundo dados fornecidos à Lusa pela Associação Fonográfica Portuguesa (AFP).

 

Numa década, a facturação do mercado nacional português recuou mais de 80 por cento.

 

O cenário de «quebras brutais», pela descida consecutiva na facturação das editoras discográficas em Portugal, é preocupante, disse Eduardo Simões, mas o que se acentua é a discrepância em relação a outros países e «a ausência de medidas que protejam o sector».

 

A principal causa apontada por Eduardo Simões para esta quebra acentuada é a pirataria digital - a partilha e o descarregamento ilegal de ficheiros de música na Internet - e a falta de regulamentação legal nesta matéria.

 

A isto acrescenta-se a perda de poder de compra do consumidor, a tendência dos artistas se autoproduzirem em termos discográficos e um mercado digital legal que está «num estado embrionário inaceitável face ao desenvolvimento tecnológico» no país, como referiu o relatório da IFPI de Março passado.

 

«Se juntarmos o mercado pequeno com os problemas de crescimento negativo que tem tido nos últimos dez anos, isso afasta qualquer investidor para estar presente no mercado português e isso é que pode ter consequências dramáticas em termos culturais», alertou o director-geral.

 

Apesar dos maus resultados e da «crise profundíssima do mercado nacional», como descreveu Eduardo Simões, os portugueses estão a comprar mais música portuguesa do que estrangeira, representando desde 2010 cerca de 35 por cento do bolo total de vendas.

 

Uma das razões destes valores é a introdução de quotas de difusão de música portuguesa na rádio. «No total, a quota de música portuguesa é maior e esse é um dos poucos indicadores positivos», disse.

 

A AFP representa as maiores editoras discográficas a trabalhar em Portugal, como a Sony, a EMI ou a Universal.

 

As editoras independentes, pela qual têm saído nos últimos meses vários álbuns de música portuguesa, como a Pataca Discos, a Meifumado, Mbari e Lovers&Lollypops, representam entre cinco a seis por cento do mercado total.

 

Via Sol



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Letra

 

E parecia aquele Tejo 
este rio doirado 
parecia até que tu vinhas 
comigo a meu lado 
ou seria das flores 
e das matas cheirosas 
das madressilvas dos frutos 
das ervas babosas 

E pareciam campinas 
vales tão estendidos 
pareciam mesmo os teus braços 
que me abraçam cingidos 
ou seria das silvas 
do gengibre do benjoim 
do cheiro daquela chuva 
dos cacimbos enfim 
porque haveria de ter 
saudades tuas 
ao longo de um claro rio 
de água doce 

E parecia verão 
no imenso arvoredo 
parecia até que dizias 
qualquer coisa em segredo 
ou seria dos dias 
muito quedos 
sem fim 
das noites 
muito melhor 
assombradas 
assim 
porque haveria de ter 
saudades tuas 
ao longo de um claro rio 
de água doce 





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Sábado, 21 de Abril de 2012
António Zambujo será homenageado em Beja

A Câmara de Beja aprovou a proposta deste ano de atribuição de 17 medalhas municipais a personalidades e instituições do concelho, incluindo a Medalha de Honra do Município ao fadista António Zambujo, natural da cidade.

 

«A proposta de atribuição da Medalha de Honra a António Zambujo, um filho da terra, deve-se ao sucesso que tem tido e por ter, sobretudo nos últimos tempos, elevado o nome de Beja pelo mundo inteiro», explicou hoje à Lusa o vereador da Câmara de Beja, Miguel Góis.

 

Além da condecoração prevista para António Zambujo, a proposta, que foi aprovada na última reunião da Câmara de Beja, prevê a atribuição de 16 medalhas de mérito.

 

Onze das medalhas propostas, como a prevista atribuir a António Zambujo, foram aprovados por unanimidade dos quatro eleitos do executivo PS e dos três vereadores da oposição CDU e seis por maioria dos socialistas.

 

Segundo Miguel Góis, a proposta de atribuição das medalhas vai ser votada na próxima reunião da Assembleia Municipal de Beja, marcada para 26 de Abril, e as condecorações que forem aprovadas serão entregues no feriado municipal, a 17 de Maio.

 

Entre as 16 medalhas de mérito sugeridas na proposta contam-se nove de mérito social, cinco de mérito artístico e cultural e duas de mérito económico.

 

Os médicos Francisco Poupinha das Neves, Manuel Lourenço Serrano e Rui Sousa Santos, o advogado Celso Almeida e o funcionário público João Camacho Barriga, a título póstumo, a Fundação Joaquim Honório Raposo, o Centro Paroquial do Salvador, o Externato António Sérgio e o Centro de Acolhimento Buganvília são os nomes propostos para receberem as medalhas de mérito social.

 

O Museu Regional Rainha D. Leonor, a banda Virgem Suta, o músico Paulo Elias Ribeiro e as rádios Pax e Voz da Planície são os nomes propostos para receberem as medalhas de mérito artístico e cultural.

 

A deputada do Parlamento Europeu e antiga ministra da Ciência e do Ensino Superior Maria da Graça Carvalho e a papelaria e livraria Estudantina são os nomes propostos para receberem as medalhas de mérito económico.

 

Retirado do Sol



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Letra

 

Meu amor adeus 
Tem cuidado 
Se a dor é um espinho 
Que espeta sozinho 
Do outro lado 
Meu bem desvairado 
Tão aflito 
Se a dor é um dó 
Que desfaz o nó 
E desata um grito 
Um mau olhado 
Um mal pecado 
E a saudade é uma espera 
É uma aflição 
Se é Primavera 
É um fim de Outono 
Um tempo morno 
É quase Verão 
Em pleno Inverno 
É um abandono 
Porque não me vês 
Maresia 
Se a dor é um ciúme 
Que espalha um perfume 
Que me agonia 
Vem me ver amor 
De mansinho 
Se a dor é um mar 
Louco a transbordar 
Noutro caminho 
Quase a espraiar 
Quase a afundar 
E a saudade é uma espera 
É uma aflição 
Se é Primavera 
É um fim de Outono 
Um tempo morno 
É quase Verão 
Em pleno Inverno 
É um abandono



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25 de Abril em Oeiras

Em Oeiras, as celebrações do 38º aniversário do 25 de Abril estendem-se por dois dias, constando do programa, a par da cerimónia oficial, a entrega de fogos municipais a famílias do concelho, o espectáculo “Memorial” e uma exposição alusiva ao Marquês de Pombal.
 
Dia 24, às 20:30, tem lugar, no Auditório Municipal Eunice Muñoz, a Cerimónia Oficial, com intervenções dos presidentes da Câmara Municipal de Oeiras, Isaltino Morais e da Assembleia Municipal, Domingos Pereira dos Santos. A cerimónia inclui ainda uma homenagem a ex-autarcas do Concelho e uma intervenção sobre o 25 de Abril enquanto Encontro de Gerações, pelo jornalista José Carlos Vasconcelos e a cientista Sofia Duarte (galardoada com o prémio europeu Cientista Iminente 2012).
 
Já por volta das 23:00, o espectáculo “Memorial”, um novo projecto musical que junta Fernando Tordo, Carlos Mendes e Filipa Pais, uma voz inconfundível que pertence a uma nova geração de cantores. A entrada é livre, mediante a lotação da sala.
 
No próprio dia 25 de Abril, as comemorações começam às 09:00, com o tradicional Hastear das Bandeiras, em frente aos paços do Concelho.
 
A meio da manhã proceder-se-á à entrega dos fogos de habitação municipal, no Edifício Atrium, local onde será inaugurada, de seguida, a exposição “Quinta do Recreio dos Marqueses de Pombal”.

 

Retirado do Hardmúsica



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Letra

 

Letra

 

Tem mil anos uma história
De viver a navegar
Há mil anos de memórias a contar
Ai, cidade á beira-mar
Azul

Se os mares são só sete
Há mais terra do que mar...
Voltarei amor com a força da maré
Ai, cidade à beira-mar
Ao sul

Hoje
Num vento do norte
Fogo de outra sorte
Sigo para o sul
Sete mares
(2x)

Foram tantas as tormentas
Que tivemos de enfrentar...
Chegarei amor na volta da maré
Ai, troquei-te por um mar
Ao sul

Hoje
Num vento do norte
Fogo de outra sorte
Sigo para o sul
Sete mares



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Fado Violado
A partir da tradição, viajando pela Península Ibérica, estes músicos transformam e recriam o Fado dando-lhe a densidade e as cores do Flamenco, mas sem nunca quem ouve achar-se longe da branca, mágica, viajante e melancólica Lisboa.

Este grupo surgiu em Sevilla no ano de 2008, quando Ana Pinhal (voz) e Francisco Almeida (guitarra espanhola), à época residindo naquela cidade a fim de aprenderem Flamenco, foram convidados por um par de bailarinos de Tango argentino a montar um pequeno espectáculo onde se pretendia que o Fado fosse bailado à luz dessa arte Argentina. Uma vez que Ana e Francisco, possuíam no momento um repertório fadista ainda muito restrito, viram-se obrigados a ampliá-lo rapidamente. Como a linguagem de ambos estava já bastante contaminada pela forma e conteúdos flamencos, no resultado não seria de esperar outra coisa que não a reinterpretação de fados tão bem conhecidos com o ritmo, a energia e a cor flamenca.

Nos anos que se seguiram estes dois músicos, a par, do curso de Flamenco que acabariam por completar no ano de 2010, seguiram actuando, muitas das vezes na companhia de outros músicos, tais como Joseph Maria António (viola da gamba), ou David Baltazar (contra-baixo). É no ano de 2009, que conhecem Marta Chasqueira (bailaora), e que com ela e Bruno Pardo (dança contemporânea), montam um espectáculo designado, "El Fado, O Flamenco", onde mais uma vez o Fado é alvo de transformações, ou adaptações à prática do Flamenco. Da montagem deste espectáculo resultam uma nova ampliação de repertório, e a reafirmação do carácter Flamenco e simultaneamente Fadista que este grupo já havia demonstrado possuir.
Ana Pinhal – voz
Francisco Almeida - Guitarra Espanhola
David Baltazar - Contrabaixo

sábado, 21 Abril 2012

21h30
Orfeão do Porto
Praça da Batalha, nº 123
Porto

Entrada: 5 euros com oferta de bebida


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letra

 

Meu amor adeus 
Tem cuidado 
Se a dor é um espinho 
Que espeta sozinho 
Do outro lado 
Meu bem desvairado 
Tão aflito 
Se a dor é um dó 
Que desfaz o nó 
E desata um grito 
Um mau olhado 
Um mal pecado 
E a saudade é uma espera 
É uma aflição 
Se é Primavera 
É um fim de Outono 
Um tempo morno 
É quase Verão 
Em pleno Inverno 
É um abandono 
Porque não me vês 
Maresia 
Se a dor é um ciúme 
Que espalha um perfume 
Que me agonia 
Vem me ver amor 
De mansinho 
Se a dor é um mar 
Louco a transbordar 
Noutro caminho 
Quase a espraiar 
Quase a afundar 
E a saudade é uma espera 
É uma aflição 
Se é Primavera 
É um fim de Outono 
Um tempo morno 
É quase Verão 
Em pleno Inverno 
É um abandono



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Sexta-feira, 20 de Abril de 2012

Wraygunn de regresso à estrada

Após a edição do novo álbum «L'Art Brut», de quatro muito bem sucedidos espetáculos de apresentação em Lisboa, Coimbra, Tondela e Porto, da entrada direta para número 3 do top nacional de vendas e de uma mini digressão de 4 datas em França, os Wraygunn apresentam agora as novas canções numa digressão de teatros.

 

Os primeiros espetáculos em abril prometem muita agitação – afinal os Wraygunn já não faziam espetáculos desde 2009.

 

Fundados em 1999 por Paulo Furtado, os Wraygunn editaram três álbuns que marcaram a primeira década deste século, entre 2001 e 2007.

 

«Soul Jam» (2001), o seu primeiro longa-duração, apresenta um som único entre nós, alicerçado no Rock'n'Roll mas carregado de referências de música negra, nomedamente Soul, Funk e Hip Hop.

 

«Eclesiastes 1.11» (2004) apresenta algumas alterações no line-up da banda que se virão a revelar decisivas. Recheado de grandes canções, marca a chegada aos Wraygunn de Raquel Ralha e Selma Uamusse, aprofunda a relação da banda com os elementos chave da cultura negra norte-americana, desta vez o Gospel e os Blues cruzados com mestria com o músculo do melhor Rock'n'Roll, e abre-lhes as portas do mercado francês com vendas superiores a 10 mil unidades e o apoio entusiástico da critica gaulesa estando entre os melhores discos do ano para publicações de referência como a Inrockuptibles ou a Rock & Folk.

 

«Shangri-La», o seu terceiro álbum, chega às lojas em 2007, consolidando os Wraygunn como uma das mais importantes bandas nacionais da sua geração.

 

Unanimemente considerado o melhor disco desse ano pela crítica nacional, «Shangri-La» está mais uma vez impregnado de Soul e Funk, mas está também inundado de electrónica analógica e de muito groove Disco, sem nunca deixar de ser fiel à forte personalidade da banda, herdeira do mais irreverente e iconoclasta Rock'n'Roll e mostra-nos uns Wraygunn ao nível do que melhor se faz em qualquer parte do mundo, como confirma o estatuto de cabeça de cartaz que conquista em território francês.

 

2012 marca o regresso dos Wraygunn aos discos, depois de um intervalo maior do que o habitual, devido ao facto de Paulo Furtado ter estado a trabalhar na obra-prima de Legendary Tiger man«Femina».

 

Produzido por Nelson Carvalho e Paulo Furtado, «L'Art Brut» retoma o caminho dos anteriores discos dos Wraygunn: a constante renovação do legado do Rock’n’Roll através da exploração da sua relação com a mais profunda música negra norte-americana, numa atitude que, sem nunca ser revivalista, bebe no passado para apontar o futuro, e da qual resulta um som próprio embora universal, intemporal e perfeitamente identificável.

«Don’t you wanna dance» é o primeiro single a ser extraído de «L'Art Brut». Uma canção deliciosa de um grupo que nunca desistiu de deixar a sua marca na última década da mais moderna e esclarecida música feita em Portugal.

 

Datas dos espetáculos


20/04 – Arcos de Valdevez – Casa das Artes – 21h30

27/04 – Guimarães – São Mamede CAE – 23h30

28/04 – Ílhavo – Centro Cultural – 21h30

Os bilhetes estão à venda nas salas de espetáculos.

 

Videoclip de «Don't You Wanna Dance»:


Retirado de SapoMúsica



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Letra

 

Oohhhhh
Let's dance
Let's go to africa
Dale

Songula
Songula
Songula
Baby, baby, baby

Yo, yo, yo, yo
Let's go to africa
(dançar kuduro)
Let's go to africa

Yo, yo, yo, yo
Let's go to africa
Dançar kuduro
Baby, baby, baby

Vem cá
Entrar na dança
Vamos dançar sem parar
Dale

Vem cá
O ritmo chama
Espalha magia
No ar

Vem dançar kuduro
Só tu sabes kuduro
A noite inteira
E não vai chegar

Não vais ficar parado
Vem dançar a meu lado
Eu do teu lado
E vamos cantar

Yo, yo, yo, yo
Let's go to africa
Let's go to africa

Yo, yo, yo, yo
Let's go to africa
Dançar kuduro
Quebrar kuduro

Yo, yo, yo, yo
Let's go to africa
Let's go to africa

Yo, yo, yo, yo
Let's go to africa
Dançar kuduro
Baby, baby, baby

Não dá
Ficar parado
Vamos todos dar a mão
Dale

Não dá
É o pecado
Não dançar
Este refrão

Vem dançar kuduro
Só tu sabes kuduro
A noite inteira
E não vai chegar

Não vais ficar parado
Vem dançar a meu lado
Eu do teu lado
E vamos cantar

Yo, yo, yo, yo
Let's go to africa
Let's go to africa

Yo, yo, yo, yo
Let's go to africa
Dançar kuduro
Quebrar kuduro

Yo, yo, yo, yo
Let's go to africa
Let's go to africa

Yo, yo, yo, yo
Let's go to africa
Dançar kuduro
Baby, baby, baby

Oohhhhh
Let's dance
Let's go to africa
Dale

Songula
Songula
Songula
Baby, baby, baby

Welcome to the party
Let's go dance all night
Put your hands up
And make me feel so nice

La fiesta es... kuduro
Bailar con... kuduro
Everybody on the house
Come on dance all night

Yo, yo, yo, yo
Let's go to africa
Let's go to africa

Yo, yo, yo, yo
Let's go to africa
Dançar kuduro
Quebrar kuduro

Yo, yo, yo, yo
Let's go to africa
Let's go to africa

Yo, yo, yo, yo
Let's go to africa
Dançar kuduro
Baby, baby, baby



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Letra

 

O comboio malandro passa 
passa sempre c´oa força dele 
u-u hi-hi te-que-tem te-que-tem 
nas janelas muita gente 
ah boa viagée adeus homée 
n´ganas bonitas 
quintandeiras de lenço encarnado 
levam cana no Luanda p´ra vender 
u-u hi-hi 
aquele vagon de grades tem bois 
mu mu mu 
tem outro igual 
com este dos bois 
leva gente muita gente como eu 
cheio de poeira 
gente triste como os bois 
gente que vai no contrato

tem bois que morre no viagée 
mas preto não morre 
canta como é criança 
mulondé iakessoa! 
uadibalée uadibalée uadibalée 
esse comboio malandro 
sozinho na estrada de ferro passa 
passa sem respeito 
u-u hi-hi 
com muito fumo no trás 
tem-que-tem tem-que-tem

Comboio malandro 
o fogo que sai no corpo dele 
vai no capim e queima 
vai nas casas dos preto e queima 
esse comboio malandro 
já queimou meu milho

Se na lavra do milho 
tem pacaças 
eu faço armadilha no chão 
se na lavra tem Kiombos 
eu tiro espingarda de Kimbundo 
e mato neles!

Mas se vai lá fogo 
de comboio malandro deixa 
só fica fumo 
muito fumo mesmo...

Mas espera só 
quando esse comboio malandro descarrilar 
e os branco chamar os preto 
p´ra empurrar 
eu vou... mas não empurro

Nem com o chicote 
finjo só que faço força 
comboio malandro 
você vai ver só o castigo 
vai dormir mesmo no meio do caminho!



publicado por olhar para o mundo às 17:55 | link do post | comentar

“Out of the Blue”, jazz no Bairro Alto Hotel

 

O Duo de Jazz, com  Paulo Gaspar, no clarinete, e Filipe Duarte, na guitarra vai estar a partir das 22:00 no café Bar do Bairro Alto Hotel e improvisar, aquilo que é a génese do jazz, e trazer ao público melodias “Out of the Blue”.

 

Será uma viagem, que este duo de jazz propõe ao público, por percursos que atravessam o jazz de New Orleans, tradicional, passando ao Swing, estendendo-se aos clássicos do bebop e do jazz mais moderno, e inevitavelmente lembrando Mario Laginha entre os nomes do jazz em Portugal.

 

Paulo Gaspar e Filipe Duarte estrearam-se há dois anos, num contexto de musica brasileira, diz a nota de imprensa, e a partir daí a decisão de explorar diversos estilos musicais no contexto do jazz e das musicas improvisadas .

 

Retirado de HardMúsica



publicado por olhar para o mundo às 12:05 | link do post | comentar

 

letra

 

O comboio malandro passa 
passa sempre c´oa força dele 
u-u hi-hi te-que-tem te-que-tem 
nas janelas muita gente 
ah boa viagée adeus homée 
n´ganas bonitas 
quintandeiras de lenço encarnado 
levam cana no Luanda p´ra vender 
u-u hi-hi 
aquele vagon de grades tem bois 
mu mu mu 
tem outro igual 
com este dos bois 
leva gente muita gente como eu 
cheio de poeira 
gente triste como os bois 
gente que vai no contrato

tem bois que morre no viagée 
mas preto não morre 
canta como é criança 
mulondé iakessoa! 
uadibalée uadibalée uadibalée 
esse comboio malandro 
sozinho na estrada de ferro passa 
passa sem respeito 
u-u hi-hi 
com muito fumo no trás 
tem-que-tem tem-que-tem

Comboio malandro 
o fogo que sai no corpo dele 
vai no capim e queima 
vai nas casas dos preto e queima 
esse comboio malandro 
já queimou meu milho

Se na lavra do milho 
tem pacaças 
eu faço armadilha no chão 
se na lavra tem Kiombos 
eu tiro espingarda de Kimbundo 
e mato neles!

Mas se vai lá fogo 
de comboio malandro deixa 
só fica fumo 
muito fumo mesmo...

Mas espera só 
quando esse comboio malandro descarrilar 
e os branco chamar os preto 
p´ra empurrar 
eu vou... mas não empurro

Nem com o chicote 
finjo só que faço força 
comboio malandro 
você vai ver só o castigo 
vai dormir mesmo no meio do caminho!

 

 



publicado por olhar para o mundo às 08:52 | link do post | comentar

Quinta-feira, 19 de Abril de 2012

Lissabon apresentam disco de estreia, «If it’s only just a dream»

Os Lissabon são quatro. Um rapaz e uma rapariga. Outra rapariga e um rapaz. Formados em meados de 2010, a banda é constituída por Pedro Lourenço e Inês Vicente (dos extintos You Should Go Ahead), Soraia Simão e Garcês (ex Slimmy).

 

Para esta nova etapa na carreira dos músicos, a banda propõe um indie rock muito bem composto e estruturado, utilizando a versão convencional de voz, guitarra, baixo, bateria e teclados.

 

Após o lançamento do seu EP de apresentação homónimo, muito bem recebido pela crítica em geral, os Lissaboniniciaram uma nova fase criativa, fechando-se na sua sala de ensaios a compor as restantes músicas que fazem parte do disco de estreia, «If it’s only just a dream» com data de lançamento prevista para 23 de abril.

 

A festa de lançamento está agendada para hoje, 19 de abril, a partir das 22h00, no Cabeleireiro Metrostudios, no Chiado, com um showcase em que a banda apresentará alguns dos temas que fazem parte do alinhamento do disco na presença de alguns convidados especiais.

 

Ao vivo, os Lissabon apresentam-se com uma sonoridade bem conseguida, deambulando entre psicadélico dos anos 70, os synths do anos 80, e a pop mais contemporânea que nos vai chegando da Europa.

 

Fruto da larga experiência dos músicos, a banda revela uma maturidade consciente na contenção e peso que entrega aos temas, dando prioridade à simplificação dos processos de composição, abrindo um espaço lógico a cada instrumento evitando atropelos e sobreposições de sons.

 

Videoclip de «Wake Up»


 

Retirado de Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 23:53 | link do post | comentar

 

 

Toques do Caramulo

 

 

“Toques do Caramulo” às portas da capital!

 

concerto ao vivo no próximo sábado 21 Abril, 21h30

Centro Cultural Malaposta
Olival Basto – Odivelas
http://www.malaposta.pt/
Metro: Senhor Roubado (linha amarela)


http://www.dorfeu.pt/toquesdocaramulo
https://www.facebook.com/toquesdocaramulo

A digressão do álbum “Retoques” prossegue em 2012, com concerto de Toques do Caramulo no próximo sábado, 21 Abril, pelas 21h30, no Centro Cultural Malaposta. Nova oportunidade para conhecer (ou ouvir de novo) as dinâmicas recriações musicais da tradição serrana do concelho de Águeda através dos Toques do Caramulo.



http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/
http://www.facebook.com/dOrfeuAC



publicado por olhar para o mundo às 21:19 | link do post | comentar

 

letra

 

Nasce um novo dia
E o sol no fundo azul sorria
Pena, que as nuvens estejam a tapar

 

Eu sou assim por dentro
Eu sou cinzento
Sem mudar

 

E não acho que valha a pena tentar

 

Ai, como é bom ter a certeza
De que se eu saltar, tu saltas também

Ai ai ai, como é bom ter a certeza
De que se eu saltar, tu saltas também

 

Roda roda roda a Terra


Vira o céu
Sei quem és, mas quem sou eu
Pra quando um pouco de paz

 

E a vida começou
Mas sozinho é que eu não vou
Porque eu não sou capaz

 

E não acho que valha a pena tentar

 

Ai, como é bom ter a certeza
De que se eu saltar, tu saltas também
Ai ai ai, como é bom ter a certeza
De que se eu saltar, tu saltas também

 

Ah, como é bom ter a certeza
De que se eu saltar, tu saltas também
Ai ai ai, como é bom ter a certeza


De que se eu saltar, tu saltas também (x2)

 

Tu saltas também,
Tu saltas também,
Tu saltas também



publicado por olhar para o mundo às 17:08 | link do post | comentar

Mazgani e Kumpania Algazarra pedem ajuda aos fãs para fazer novos álbuns

O músico Sharyhar Mazgani e o grupo Kumpania Algazarra pediram ajuda aos fãs para preparar novos álbuns, a editar de forma independente, como alternativa à crise que atravessa o mercado discográfico português.


Sharyhar Mazgani, músico de origem iraniana radicado em Portugal, precisa de cinco mil euros como complemento a um orçamento para gravar o terceiro álbum de originais, que contará com produtor e convidados internacionais, explicou o "manager" Nuno Saraiva à agência Lusa.

 

Como Mazgani quer voltar a editar em nome próprio, decidiu recorrer ao "crowdfunding", um modelo de angariação de verbas através da Internet no qual pessoas anónimas doam dinheiro para um determinado projeto.

 

"Este modelo de financiamento está muito divulgado lá fora, mas por cá não tem sido muito utilizado. Se conseguirmos os cinco mil euros, creio que será um recorde", disse Nuno Saraiva, referindo que o processo começou na segunda-feira e terminará a 4 de maio.

 

Mazgani irá gravar o novo álbum fora de Portugal e esta opção tem a ver com "uma vontade de ir ao encontro das suas referências" musicais, afirmou o "manager", sem adiantar qualquer nome associado ao projeto, que será editado depois do verão.

 

Nuno Saraiva justificou aquela opção de Mazgani "na ausência [de investimento] das editoras tradicionais". "A crise da indústria discográfica é um problema de raiz, porque o modelo de negócio está ultrapassado e as editoras recusam-se a reconhecer o problema", justificou o responsável. A Internet veio dar um "empurrão" aos artistas que pretendem vias alternativas de divulgação, promoção e venda da música que fazem e aproximação da sua comunidade de fãs.

 

O grupo português Kumpania Algazarra optou pelo mesmo processo, porque está a preparar o segundo álbum de originais e precisa de 3.600 euros para o finalizar. Até ao momento conseguiu que os fãs contribuissem com 600 euros, disse Pedro Pereira, um dos músicos, à agência Lusa.

O grupo, que se inspira na música festiva dos balcãs e na folk, soma cerca de sete mil fãs no Facebook e bastava que metade contribuisse com um euro para atingir os objetivos.

 

"Está tudo a mudar por causa da música digital e notamos que, nas lojas, é muito difícil vender os discos. Conseguimos vender mais em concertos ou ações de rua", disse Pedro Pereira a propósito das estratégias que a banda adotou - tal como muitas outras - quando tem que escolher o caminho independente.

 

Pedro Pereira nem quer colocar a questão do grupo não conseguir reunir as verbas suficientes para terminar o disco. Contam editá-lo entre maio e junho, mas os fãs que contribuirem serão os primeiros a recebê-lo como recompensa pela ajuda.

 

Recentemente os You Can't Win Charlie Brown, que editaram o álbum de estreia pela editora independente Pataca Discos, pediram ajuda aos fãs, em troca de um EP gratuito, e deram um concerto quase esgotado em Lisboa para angariar verbas para uma deslocação ao festival South by Southwest, nos Estados Unidos.

 

Já em 2010, o músico britânico Lloyd Cole recorreu aos fãs também para gravar o álbum "Broken Record". Na altura disse à agência Lusa que a opção tiinha que ser essa, senão, "como dizia Darwin, é a extinção". Lloyd Cole convidou um milhar de fãs a doarem 35 euros, para receberem em troca uma edição especial do álbum.


"O que aconteceu foi uma questão de fé para que o meu álbum não fosse uma coisa terrível. Não sinto que eles [os fãs] tivessem dado alguma coisa, mas sim confiaram em mim e fico muito reconhecido por isso", afirmou Lloyd Cole.

 

Via Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 12:18 | link do post | comentar

Letra
Vamos brincar à caridadezinha
Festa, canasta e boa comidinha
Vamos brincar à caridadezinha

A senhora de não sei quem
Que é de todos e de mais alguém
Passa a tarde descansada
Mastigando a torrada
Com muita pena do pobre
Coitada

Vamos brincar à caridadezinha
Festa, canasta e boa comidinha
Vamos brincar à caridadezinha

Neste mundo de instituição
Cataloga-se até o coração
Paga botas e merenda
Rouba muito mas dá prenda
E ao peito terá
Uma comenda

Vamos brincar à caridadezinha
Festa, canasta e boa comidinha
Vamos brincar à caridadezinha

O pobre no seu penar
Habitua-se a rastejar
E no campo ou na cidade
Faz da sua infelicidade
Alvo para os desportistas
Da caridade

Vamos brincar à caridadezinha
Festa, canasta e boa comidinha
Vamos brincar à caridadezinha

E nós que queremos ser irmãos
Mas nunca sujamos as mãos
É uma vida decente
Não passeio ou aguardente
O que é justo
E há-que dar a toda a gente

Não vamos brincar à caridadezinha
Festa, canasta é falsa intençãozinha
Não vamos brincar à caridadezinha
Não vamos brincar à caridadezinha
Não vamos brincar à caridadezinha


publicado por olhar para o mundo às 11:40 | link do post | comentar




Hino dedicado à causa "Zero Desperdício" com música de João Gil e letra de Tim e em que participam: Ana Bacalhau, Anabela, Anjos, António Pinto Basto, Adriana, Ana Sofia Varela, Armando Teixeira, Boss AC, Camané, Carlos Mendes, Carlos Martins, Chullage, Cristina Branco, Cuca Roseta, Fernando Cunha, Fernando Girão, Fernando Tordo, Gomo, Janita Salomé, João Pedro Pais, Jorge Palma, João Gil, Kátia Guerreiro, Lara Li, Lúcia Moniz, Luís Represas, Luísa Sobral, Manuel João Vieira, Mafalda Veiga, Miguel Gameiro, Miguel Pité, Nuno Norte, Olavo Bilac, Paula Teixeira, Paulo de Carvalho, Pedro Laginha, Pedro Puppe, Ricardo Quintas, Ricardo Ribeiro, Rita Guerra, Roberto Leal, Rui Veloso, Salvador Taborda, Sara Tavares, Sérgio Godinho, Susana Félix, Tiago Bettencourt, Tim, Tito Paris, Vitorino, Zé Manel.


publicado por olhar para o mundo às 11:36 | link do post | comentar

 

Letra

 

Dai-me forças para curtir este som (4x)

Checka só skillas

Quando eu entro no escuro

O chão acende-se aos quadrados tipo disco puro

Eu sou camaleao há muita música que aturo

E quando eu gosto, eu danço, eu não me armo em duro

Juro que eu quase não me encosto ao balcão, a não ser

Para pedir e aí marco o ritmo com a mão, um dedo levanta

O outro bate no tampão, um marca a tarola, o outro marca o timbalão

Então

À noite à porta estão os homens de fato

Grandes armários com a pequenez de um rato

Não sabem ser educados têm falta de tacto

Mas comigo tropeçam tipo Abrunhosa no palco

Eu sou educado em qualquer sítio ou lado e estou cansado de falar até ficar

Irritado

Meu rato rafeiro roeste a rolha ao rei errado

Rejeito reinar na Rússia porque eu reino em qualquer lado

(Hook)

Dai-me forças para curtir este som

Dai-me forças para curtir este som (4x)

Siga para bingo, hoje tenho bigode à ringo

Não luto mas estou no ringue

Os clubes lutam maningue.tipo

Querem lotação, sem condição

Cartaz sem rotação como é que querem que o dinheiro pingue. Dito

Isto vou avante pesquiso na noite eu

Encaro cenários escuros como breu

Finalmente encontro uma pista com o meu som

E melhor, para entrar nao tenho que mudar de tom

Então Zagazagazam, zagazam zagaza!

Entro com a ira de Zeus e com o clarão de RA!

Sou intemporal como o epá da olá, tu querias um wack mc

Bazou, não está cá

O sub manda baixos quentes como um edredon

Para mim são uma cura do tipo do Benuron

Não sei dançar mas finjo que tenho um dom

E peço aos deuses dai-me forças para curtir este som!

(Hook)



publicado por olhar para o mundo às 08:02 | link do post | comentar

Quarta-feira, 18 de Abril de 2012

“Primavera da Vida” um concerto pela Vida

A RTP1 culminando um dia dedicado à problemática da leucemia e suas consequências sociais e emocionais, transmite em directo do Pavilhão Atlântico, pelas 21:30, o concerto “Primavera da Vida”.

 

Com apresentação de Catarina Furtado estarão em palco nesta festa de solidariedade e de alerta nomes sonantes da música portuguesa como Camané, Luís Represas, Rui Veloso, João Gil, Carminho, Boss AC, Nancy Vieira e Paulo Flores, que terão a acompanhá-los a Orquestra Filarmonia das Beiras. A receita desta operação reverte integralmente para APCL.
 
“Solidários até à Medula” e “Primavera da Vida” têm como objectivo apelar à doação de medula óssea, fundamental no combate à Leucemia.

 

Retirado de HardMúsica



publicado por olhar para o mundo às 20:39 | link do post | comentar

 

letra

 

Não encontrei a letra desta música



publicado por olhar para o mundo às 17:59 | link do post | comentar

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email
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