Domingo, 5 de Fevereiro de 2012

A quinta emissão em directo de “A Voz de Portugal” foi sinónimo de surpresa na hora do anúncio das eliminações e da crescente importância da popularidade e do mediatismo dos candidatos.

 

Perante 900 pessoas em estúdio (quando a lotação máxima era de 800), dezasseis concorrentes subiram ao palco para interpretar um repertório repleto de grandes clássicos da música internacional e nacional. “Voulez Vous”, dos Abba, “She”, de Elvis Costello, “Time After Time”, de Cindy Lauper e Javier Colon, ou “Todo o Tempo do Mundo”, de Rui Veloso, foram alguns dos temas que compuseram desde actuações mais enérgicas a mais emotivas.

 

De lamentar são algumas das saídas, não só pelas prestações dos concorrentes em causa esta noite, mas pelas grandes vozes que têm. Vasco Duarte (Anjos), Teresa Santos (Mia Rose), Marisa Almeida (Rui Reininho) e Sandrine Orsini (Paulo Gonzo) foram os quatro elementos menos votados pelo público.

 

A expulsão de Vasco fez com que todos os mentores se levantassem para se despedir dele. A de Sandrine fez com que todo o estúdio se levantasse para a aplaudir.

 

A surpresa que foi para muitos a eliminação destes dois concorrentes é, na opinião dos Anjos, de simples explicação: “nem sempre o que se vê nas redes sociais é transporto para a realidade; são importantes ferramentas, mas nem sempre o que lá vemos se traduz em votações reais”, explicaram ao Hardmusica os irmãos Rosado, que consideraram que o programa perdeu “dois grandes artistas” com a saída de Vasco e Sandrine.

 

Paulo Gonzo disse ter sido “uma injustiça” a saída de Sandrine e referiu ainda estar “completamente convencido de que [esta] iria ser salva pelo público” quando salvou Bianca Adrião, que, na sua opinião, esteve melhor, ainda que por pouco, em termos técnicos.

 

No entanto, a candidata disse saber que ia ser expulsa a partir do momento em que não foi salva pelo mentor, precisamente “não ser dos concorrentes com maior popularidade” e por “não andar a angariar votos”.

 

Para além de Teresa e Marisa terem realçado a popularidade dos seus colegas de equipa contra os quais competiam, também Vasco Duarte disse ter noção de que “nem todos os que apoiam no facebook votam” e que por isso não ficou totalmente surpreendido por ter sido um dos menos votados. Mas o agora antigo concorrente de “A Voz de Portugal” já têm planos para um futuro próximo, que os seus mentores prometeram acompanhar de perto: lançar um EP com a sua banda de originais, “Ossos do Ofício”, com a esperança de vir a ser a aposta de uma qualquer discográfica.

 

Quanto ao mesmo assunto, Rui Reininho enfatizou que se sente cada vez mais “a diferença entre a recompensa daqueles que trabalham e daqueles que simplesmente têm mais pessoas a votar neles.”


O vocalista dos GNR – que, segundo o mesmo, não irão lançar um novo disco em 2012 porque “não há público para o comprar” e limitar-se-ão a criar “duas ou três novas canções” - é o mentor que têm uma atitude mais irreverente nos directos. Ao Hardmusica explicou a sua postura dizendo que “seria redundante estar a mencionar os aspectos técnicos que outros mentores já mencionam” e que, por isso, deixa esse género de apreciações para os ensaios: “as pessoas em casa não querem isso; na televisão querem entretenimento e é isso que lhes dou.”


O Hardmusica falou ainda, após terminada a gala, com Kiko, que, juntamente com Isabel Campelo, forma a dupla de “vocal coaches” (treinadores de voz, se traduzirmos à letra) dos concorrentes do concurso da RTP.“Todos têm tido uma grande evolução e têm feito um esforço para apreender as dicas que lhes têm sido dadas”, disse, acrescentando que a maior dificuldade que tem enfrentado é o tempo, sendo que o ideal seria poder fazer “um trabalho mais longo” em vez de terem somente uma semana para treinar.

 

Sobre a questão levantada na semana anterior quanto aos mentores terem acesso às votações do público antes do momento de salvamento, Piet-Hien, produtor do programa, respondeu hoje que “cada mentor faz com essa informação o que quiser, pode usá-la ou ignorá-la”. O mesmo não quis dizer, por enquanto, quem são os concorrentes que, ao longo de todas as galas, têm obtido mais votos, mas garantiu que “o facebook é um bom indicador da popularidade de cada um”.


Após uma gala onde, mais do que em qualquer outra até à data, se falou, nos bastidores, da importância de se ser popular, Mia Rose deixou “um apelo à consciência das pessoas em casa para votarem em quem de facto cantou melhor e não em quem esteve mais bonito.”

 

Retirado de HardMúsica



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Letra

 

Ainda bem que é verdade
Ainda bem que é mentira
A acupunctura em Odemira
Ainda bem que há quem viva
Em Odeceixe
E se peide à vontade
Na Rua Espinha de Peixe
Eu bem sei a Cergal a Super Bock
A volta ao mundo pelo Cabo de S. Roque
Em Abril àguas mil
Ponto final
Ainda bem que é para breve
O festival
Ainda bem que amanhã
É a ciclorama
E o campeonato do mundo no primeiro programa
Ainda bem que apostei no totobola
Todos os dias são santos, Dona Aurora 

 

Tema - A Acupunctura em Odemira (José Afonso e Fausto Bordalo Dias)

Álbum - Enquanto Há Força (1978) de José Afonso



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Sábado, 4 de Fevereiro de 2012

 

Letra

 

Já arranjei muito bem
Tudo quanto convém
P'ra praia levar
O pente, o espelho, o baton
E o creme muito bom
P'ra me bronzear
Tenho o meu rádio portátil
E o bikini encarnado
Também está no meu rol
E como é bom de ver
Não podia esquecer
Os meus óculos de sol 

Refrão:
Que levo p'ra chorar uuuuhuh
Sem ninguém ver
P'ra não dar uuuuhuh
A perceber
P'ra ocultar uuuuhuh
O meu sofrer
Pois eu sei que te hei-de encontrar
Talvez deitado à beira-mar
Com outra lado
E eu vou passar
A tarde a chorar 

Já pensei não sair
Mas aonde é que eu hei-de ir
Com este calor?
O que é que eu hei-de fazer
P'ra não ter que te ver
Com o teu novo amor?
Ver-te-ei com certeza
Mas eu peço à tristeza
Um pouco de controle
E pelo sim pelo não
Eu vou ter sempre à mão os meus óculos de sol 

Vou chorar
Uuuuh uh
Vou sofrer
Uuuuh uh
Vou chorar
Uuuuh uh



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Letra

 

É mistério
O assunto é sério
Nunca andei por aqui
Nunca a vi
O teu beijo é cru
Dizes tu que só te tenho enganado
Amor, foi de manhã que fugiu o meu nariz
O meu nariz é safado, (1ª esse sim / 2ª aldrabão)
E tem pecado, eu bem sei
Esconde-se atrás do bigode
Se pode, pode e sacode para o chão a sua culpa


Agora presta atenção
A tua santa assunção
Está garantida
Mas não te esqueças não não
Que eu já fiquei de plantão
E tu partida
Partida em três corações
O meu e o teu nos colchões
E outro atrevido
Se o meu nariz já desceu
Ao (1ª quente / 2ª doce) inferno
Olha, o teu anda esquecido



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Pedro Esteves lança álbum de estreia “Mais um Dia”

 

 

 

“Mais um Dia” marca a estreia de Pedro Esteves no universo dos cantautores portugueses. 

O trabalho nasceu da admiração e respeito sentido pelo cancioneiro popular no trabalho dos músicos portugueses. 

Ouvindo e recriando à guitarra as canções de consagrados cantautores e cantando com humor, ironia ou delicadeza o desejo, o desencanto e a esperança de pessoas comuns nas suas relações quotidianas aumentou-se o reportório e abriu-se caminho para o seu primeiro trabalho discográfico. 

Quem edita é a renascida Orfeu que foi casa de artistas como Vitorino, Zeca Afonso ou Sérgio Godinho, grandes influências no trabalho de Pedro Esteves. Com a sua voz quente e o seu discurso rápido sentimos também um certo “tropicalismo” nas suas músicas importado directamente do Brasil de Chico Buarque. 

Para ver e ouvir “Vista Curta vista estreita” no projecto A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria, clique aqui

 

Via HardMúsica



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Letra

 

O Prometido é Devido

 Rui Veloso 

 

Naquele trilho secreto
Com palavras santo e senha
Eu fui língua e tu dialecto
Eu fui lume e tu foste lenha

Fomos guerras e alianças
Tratados de paz e péssangas
Fomos sardas pele e tranças
Popeline seda e ganga

Recordo aquele acordo
Bem claro e assumido
Eu trepava um eucalipto
E tu tiravas o vestido

Dessa vez tu não cumpriste
E faltaste ao prometido
Eu fiquei sentido e triste
Olha que isso não se faz

Disseste que se eu fosse audaz
Tu tiravas o vestido 
O prometido é devido

Rompi eu as minhas calças
Esfolei mãos e joelhos
E tu reduziste o acordo
A um montão de cacos velhos

Eu que vinha de tão longe
(do outro lado da rua)
Fazia o que tu quisesses
Só para te poder ver nua

Quero já os almanaques
Do fantasma e do patinhas
Os falcões e os mandrakes
Tão cedo não terás novas minhas




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Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012
Comprem o CD. Vale a pena. O lucro integral do Cd/ Livro reverte para "Ajuda-me a Ajudar!" www.ajudameaajudar.org

 

Letra

 

Sei que estou só e gelo entre as folhagens
Nenhuma gruta me pode proteger
Como um laço deslaça-se o meu ser
E nos meus olhos morrem as paisagens.

Desligo da minha alma a melodia
Que inventei no ar. Tombo das imagens
Como um pássaro morto das folhagens
Tombando se desfaz na terra fria.

Sophia de Mello Breyner Andresen



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O grupo atua a 23 de fevereiro, pelas 22h, no hall do cinema São Jorge, garantindo «uma noite de rock descarado» com entrada livre para todos «os destemidos» de acordo com nota enviada à imprensa.

 

Os Lacraus vão apresentar o seu álbum de estreia, «Os Lacraus encaram o lobo», que tal como explicaram em entrevista ao SAPO Música aquando do lançamento do disco,é um disco rock feito de guitarras e letras «in your face», onde a gravidade e a graça andam de mãos dadas.

Para este concerto, o grupo convidou alguns amigos como é o caso de Os Pontos Negros e Samuel Úria & as Velhas Glórias, prometendo «revelar outros depois».

 

A entrada para este espetáculo é livre para todos, «especialmente para os que queiram ficar em cima do acontecimento» e «os cuidados médicos não serão recusados a ninguém», garante a banda.

 

Via Sapo Música



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Comprem o CD. Vale a pena. O lucro integral do Cd/ Livro reverte para "Ajuda-me a Ajudar!" www.ajudameaajudar.org
Letra

Minha laranja amarga e doce

Meu poema feito de gomos de saudade

Minha pena pesada e leve

Secreta e pura

Minha passagem para o breve

Breve instante da loucura

Minha ousadia, meu galope, minha rédia,

Meu potro doido, minha chama,

Minha réstia de luz intensa, de voz aberta

Minha denúncia do que pensa

Do que sente a gente certa

Em ti respiro, em ti eu provo

Por ti consigo esta força que de novo

Em ti persigo, em ti percorro

Cavalo à solta pela margem do teu corpo

Minha alegria, minha amargura,

Minha coragem de correr contra a ternura

Minha laranja amarga e doce

Minha espada, meu poema feito de dois gumes

Tudo ou nada

Por ti renego, por ti aceito

Este corcel que não sussego

À desfilada no meu peito

Por isso digo canção castigo

Amêndoa, travo, corpo, alma

Amante, amigo

Por isso canto, por isso digo

Alpendre, casa, cama, arca do meu trigo

Minha alegria, minha amargura

Minha coragem de correr contra a ternura

Minha ousadia, minha aventura

Minha coragem de correr contra a ternura (2x)



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Julie and the Carjackers em Guimarães

 

Depois de uma muito aclamada actuação no Festival Vodafone Mexefest, os Julie and the Carjackers vêm actuar à Capital Europeia da Cultura 2012, em Guimarães para apresentar o seu álbum de estreia "Parasol".

 

Com concerto marcado para o próximo Sábado, dia 04 de Fevereiro, às 00:00, no Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor, este irá receber as harmonias misteriosas do indie-pop com nuances do mais inesperado exotismo, que percorrem os 9 temas que compõem o álbum de estreia da banda de João Correia e Bruno Pernadas.

 

De "Wait by The Telephone" a "Mr Williams", da ternura ao humor cândido ou cruel, este álbum é um puzzle magnífico onde tudo se encaixa.

 

Será acompanhado, ao vivo, por Inês Sousa (voz e percussões), Margarida Campelo (voz, piano e teclados), Nuno Lucas (baixo e contrabaixo) e António V. Dias (bateria e voz).

 

Via HardMúsica



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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2012

Rodrigo Saraiva programa agenda de fevereiro da Baixa-Chiado PT Bluestation

 

«Partilha» é o tema proposto pelo ator Rodrigo Saraivapara a agenda deste mês na Baixa-Chiado PT Bluestation. Em fevereiro vai ser possível assistir a concertos, espetáculos de dança, teatro, malabarismo e stand-up comedy, e participar em sessões de tai chi chuan, biodança ou yoga do riso, entre muitas outras atividades. Mantendo o desafio «Um evento por dia, 365 dias por ano», a animação vai continuar na Baixa-Chiado PT Bluestation. Todos os eventos são de entrada livre.

 

«Sempre me questionei acerca dos doces sabores de um sorriso devolvido. Que espécie estranha de prazer é esta? Porque me regozijo sempre que «dou»? Quem sou quando o faço? Quem és quando o recebes?» questiona Rodrigo Saraiva, a propósito do tema que escolheu para programar esta agenda: «Partilha». Conhecido do grande público pela sua participação nas séries televisivas «Médico de Família» e «Morangos com Açúcar», entre outras, Rodrigo Saraiva integra atualmente a companhia de teatro Diz Teresa Cinzenta.

 

Conheça abaixo algumas das ações de música que o ator programou para a Baixa-Chiado PT Bluestation:

 

Sexta-feira, dia 3 (21h-22h): Palco instantâneo - The Macaques: Na primeira sexta-feira do mês, há concerto dos The Macaques, a banda de João Moreira, criador e argumentista do divertido «O Programa do Aleixo», apresentado pelo «Cão de Coimbra» Bruno Aleixo, na SIC Radical. Temas como «É Bairrada» ou «Ana Bacalhau» fazem parte do repertório desta banda da editora Papagaio Cantor, que define a sua música como «rock ciclónico».

 

Sexta-feira, dia 10 (21h – 22h): Palco instantâneo - Alex D'Alva Teixeira: Alex D'Alva Teixeira, mentor do projeto musical homónimo e baixista dos Cast A Fire, lançou este ano, em colaboração com outros músicos, um conjunto de canções a que chamou «Mixtape». Em 2012, editará o seu primeiro disco.

 

Quarta-feira, dia 15 (17 – 18h): Concerto de Adriana Queiroz: «Tempo» é um projeto musical que se debruça sobre a música francófona, revisitando alguns dos seus cantautores mais representativos, como Ferré, Trenet, Brel, Barbara, Vian e Gainsbourg, entre outros. Venha ouvi-los na voz de Adriana Queiroz.

 

Sexta-feira, dia 17 (21h – 22h): Palco Instantâneo - Katharsis: Na segunda sexta-feira do mês, o palco instantâneo é dos Katharsis, uma banda de world music que congrega sons e vibrações dos quatro cantos do mundo, misturando influências do country ao celta, do árabe ao flamenco e do reggae ao ska. O ritmo é frenético, provocador e indignado.

 

Terça-feira, dia 21 (18h – 19h): Palco instantâneo - Brass Wires Orchestra: No penúltimo dia do mês, o palco instantâneo volta à Baixa-Chiado PT Bluestation, desta vez, com os Brass Wires Orchestra, uma banda« indie-folk-rock-non-variety-band» que, como os próprios dizem, tem como principal objetivo «divulgar o conceito de carga máxima! E de vez em quando tocar umas músicas...».

 

Sexta-feira, dia 24 (21h – 22h): Palco instantâneo - Macacos do Chinês: Na última sexta-feira do mês, o palco instantâneo é dos Macacos do Chinês, uma banda de rap fundada em 2007 que se caracteriza como «um projecto dinâmico, descontraído e sem presunções».

 

Os restantes dias dias são ocupados por uma enorme variedade de atividades, como aulas de Tai Chi Chuan, espetáculos de dança contemporânea e de «stand up comedy», teatro, cinema e até, no dia 12, a possibilidade de agarrar num megafone e dizer o que lhe vai na alma.

 

Consulte aqui a programação completa

 

Via Sapo Música



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Bem Melhor 12200074

Doismileoito 

 

tudo correu mal adeus
espero por ti lá em casa
nada mais irá mudar
se eu mandar isto não acaba

por que é que eu insisto em tê-la para mim 
é pior bem pior
diz-me o porquê e a solução para dor que eu senti

bem melhor

sei vê-lo nos olhos eu sei ver
sei vê-lo em ti
bem melhor

sei vê-lo nos olhos eu sei ver
sei vê-lo em ti
bem melhor

somos um dois a pensar 
e o dois em um que é só desejo em mim 
eu passo o tempo sem matar
mas bato e sigo em sadomaso

por que é que eu insisto em tê-la para mim
é pior bem pior
diz-me o porquê e a solução para dor que eu senti

bem melhor

sei vê-lo nos olhos eu sei ver 
sei vê-lo em ti
bem melhor

sei vê-lo nos olhos eu sei ver
sei vê-lo em ti
bem melhor

sei vê-lo nos olhos eu sei ver
sei vê-lo em ti
bem melhor

sei vê-lo nos olhos eu sei ver
sei vê-lo em ti
bem melhor 





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David Fonseca lança dois álbuns em 2012: primeiro registo chega já em março

 

David Fonseca regressa às edições este ano com “Seasons” – um projeto que pressupõe a edição de dois álbuns durante 2012.

 

A primeira parte de “Seasons”, intitulada “Rising”, chega às lojas a 21 de março. Seis meses depois, a 21 de setembro, é lançado “Falling”, a segunda parte do projeto.

 

“Com um conceito inovador, ‘Seasons’ relatar-nos-á um ano na vida do cantor através das suas canções, associando o calendário às novas composições e levando-nos até março de 2013”, pode ler-se no site oficial do músico, sobre o projeto.

 

What Life Is For, co-produzido por Nelson Carvalho, é o primeiro avanço da nova aventura discográfica de David Fonseca e será revelado já na próxima segunda-feira, dia 6 de fevereiro. Participam no tema, onde David Fonseca reforça sonoridades rock e eletrónicas, Sérgio Nascimento (na bateria), Nuno Simões (no baixo), Francisca Cortesão (nos coros) e Rui Maia, dos X-Wife, nos teclados.

 

“O desafio é totalmente novo para mim e talvez por isso esteja tão entusiasmado com todo o projeto. A ideia: um ano de vivências e observações pessoais transformadas em canções, um retrato musical dos dias que marcaram esse trajeto numa espécie de calendário/diário musical. Uma caneta no papel a fazer a sua viagem sem interrupções, limitações, filtros ou planos, avançando os dias até ao final do seu objetivo. A minha história contada cronologicamente, em regime de livro aberto, durante um ano”, explica David Fonseca, em comunicado.

 

Ainda de acordo com o comunicado, também em 2012 serão disponibilizadas algumas canções em formato digital, bem como será desenvolvido um conjunto de ações e apresentações inéditas no mercado discográfico.

 

Via Sapo Música



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“Alma”, o novo álbum da fadista Carminho, é apresentado no dia 02 de Março em Sintra, no Centro Olga Cadaval e chega ao mercado três dias depois, informou a editora discográfica.

 

Além da edição tradicional em CD, o álbum, com a chancela da EMI Music Portugal, será publicado em edição digital e numa edição especial com 17 temas que inclui um DVD com o registo do concerto “Carminho no Lux”, realizado por João Botelho.

 

Os dois temas extra da edição especial são “Poema Original”, letra e música de Diogo Clemente, e “Praia Nua”, letra de António Calém e música de Helena Moreira Viana (Fado Lenitivo).

 

Tal como no álbum de estreia, “Fado”, Carminho assina um tema, “Folha” que interpreta na melodia do Fado Proença, de Júlio Proença.

 

O álbum, produzido por Diogo Clemente, que produziu o mais recente álbum de Mariza, “Fado Tradicional”, integra um total de 15 temas, alguns de repertórios de outros intérpretes, nomeadamente Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Amália Rodrigues, Maria Amélia Proença e Fernanda Maria.

 

Entre as composições inéditas conta-se uma de Diogo Clemente, “Bom Dia, Amor (carta Maria José)", sobre Fernando Pessoa, uma outra de Mário Pacheco, para “Talvez”, letra de Vasco Graça Moura, e Vitorino assina a letra e música do “Fado Adeus”.

 

Diogo Clemente assina ainda a letra de “Ruas”, que a fadista gravou no Fado dos Sonhos, de Joaquim Frederico de Brito.

 

“Impressão Digital”, de António Gedeão, no Fado Helena, de Miguel Ramos, e “Disse-te adeus”, de Manuela de Freitas, na Marcha do Raul Pinto, são outros temas incluídos no CD.

 

Neste álbum a fadista, distinguida já com um Prémio Amália Revelação, em 2005, é acompanha por uma panóplia de músicos, nomeadamente Bernardo Couto, José Manuel Neto, Ângelo Freire, Luís Guerreiro e Mário Pacheco, na guitarra portuguesa, Diogo Clemente na viola e guitarra nylon, Marino de Freitas, no baixo acústico, Mário Franco, no contrabaixo, Ruben Alves, ao piano, e Quiné, na percussão.

 

A fadista, que gravou o “Fado das Queixas”, de Joaquim Frederico de Brito e Carlos Rocha, conta também com um ensemble de cordas constituído por Antonio Figueiredo e Katarina Majewska (violinos), Cecile Pays (viola de arco) e Daniela Gonçalves (violoncelo).

 

O álbum abre com “Lágrimas do céu”, de Carlos Conde na melodia do Fado Cravo de Alfredo Marceneiro. 


Outro “poeta popular” do fado que marcou a escrita fadista nas décadas de 1940 a 1960, escolhido por Carminho, é João Linhares Barbosa, falecido há 44 anos, de quem canta “Malva Rosa” e “Cabeça de vento”.

 

Entre outros temas repescados de repertórios de fadistas, cite-se “À beira do cais”, de Maria Amélia Proença, um tema assinado por António José e Manuel Viegas, “Saudades do Brasil em Portugal”, de Vinicius de Moraes que Amália Rodrigues também gravou, “As pedras da minha rua”, da dupla Eduardo Damas/Manuel Paião, uma criação de Fernanda Maria, e ainda "Meu namorado", de Chico Buarque e Edu Lobo.

 

“Alma” é o segundo álbum da carreira de Carminho, sucedendo a “Fado”, de 2009, e depois de ter gravado um dueto com Pablo Alborán que alcançou o primerio lugar no top de vendas espanhol e também no nacional.

 

Via HardMúsica



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Letra

 

Conta Contigo

 Doismileoito 

 

Sempre assim fui
E depois?
Qual é o mal que tem?
O teu mundo rui
Não me dói porque o meu também
Se cais,
Não esperes minha mão
Com azar,
Ainda te empurro para trás

* Refrão *
E nem de mim podes dispor
Conta contigo e cura a dor
E ao pores-te a pé vais ser maior

O que tem de ser há de ser
E o que foi são marcas
Que dão para ler
Basta ver quando as disfarças
Se estás
Numa guerra e és dos bons
Ou vais
Até ao fim ou vens sem paz

* Refrão *
E nem de mim podes dispor
Conta contigo e cura a dor
E ao pores-te a pé vais ser maior

Com ferros
Em vez de ossos
Vais ter netos
E não gatos
Esquece a raiva
Varre os cacos
P'ra já tens-te a ti

E só de ti podes dispor
Conta contigo e cura a dor
Tu nem de mim podes dispor
Conta contigo e cura a dor
e ao pores-te a pé vais ser maior



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Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012

 

Letra

 


Eu sou boa demais para ti, eu sei 
És menos, eu sou mais, és mal e eu bem 
Eu sou uma rosa em flor e tu o espinho que ela tem 
Tu és a minha dor, pior não há 

Não és homem para mim 
Eu mereço muito mais 
Não és homem para mim 
Eu mereço bem melhor 
Não és homem para mim 
Se não ouves os meus ais 
E só a ti tens amor 

Não és homem para mim 
Eu preciso muito mais 
Não és homem para mim 
Tu não me dás o que tens 
Só tens amor por ti 
Não és homem para mim 
Nem és homem para ninguém 

Eu soa boa demais para ti, eu sei 
Não somos nada iguais 
Tu não dás e eu dei 
Apenas vês em mim 
Uma fonte de prazer 
Prazer que eu fingi 
Muitas vezes , também ter 

Não és homem para mim 
Eu mereço muito mais 
Não és homem para mim 
Eu mereço bem melhor 
Não és homem para mim 
Se não ouves os meus ais 
E só a ti tens amor 

Não és homem para mim 
Eu preciso muito mais 
Não és homem para mim 
Tu não me dás o que tens 
Só tens amor por ti 
Não és homem para mim 
Nem és homem para ninguém 



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Letra

 

"O tempo parou, deste lado do eu.

O seu estado instável, deixava-me frágil.

...até agora.

 

Lá fora, o (homem-)medo reina em cada canto.

Por encanto, aqui sinto-me Alice no mundo da fantasia.

 

Ode à Inocência... aqui ... lembro-me de tudo o que fazia ...um mundo de fantasia!

 

(Pensava que sim, que era o que eu queria)

Será que era tudo o que eu queria ?"



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Paulo de Carvalho leva voz e piano às Caldas da Rainha e Estremoz

 

No ano em que comemora os seus 50 anos de carreira, Paulo de Carvalho apresenta um recital alternativo «Paulo de Carvalho & Victor Zamora: Uma voz, um piano».


Juntando muitos dos seus temas mais populares, como «E Depois do Adeus», «Prelúdio (Mãe Negra)», «Os Meninos de Huambo» ou «Nini dos Meus 15 Anos», com outras canções da sua vida, Paulo de Carvalho junta-se ao pianista cubanoVictor Zamora, seu amigo de alguns anos, num recital intimista que lhe permite um maior contacto com o público, cantando e contando algumas estórias de vida.

 

Em 1974 Paulo de Carvalho venceu o Festival RTP da Canção com o tema «E depois do adeus», que serviria de primeira senha para a saída das tropas na madrugada do 25 de abril de 1974, que determinou a queda da ditadura.

 

Integrado no grupo Os Amigos, do qual, entre outros, faziam também parte Helena Isabel e Ana Bola, Paulo de Carvalho voltou a vencer o festival, em 1977, com a canção «Portugal no Coração».

 

Fazendo uma retrospetiva da carreira, Paulo de Carvalho afirmou à Lusa que tem mudado por opção. «Vamos mudando através dos anos e tenho feito muito para mudar para melhor, espero eu… e a diversos níveis, tanto profissional como pessoal», disse.

 

«As pessoas não podem hoje ouvir o mesmo Paulo de Carvalho de há dez anos, quanto mais de há 20 ou 30. Há outra carga emocional e afetiva, e eu sou outra pessoa, tenho consciência disso, e fiz muito por isso», sentenciou.

 

Referindo-se à sua música, Paulo de Carvalho descartou o «ir em modas pois estas são passageiras» e afirmou que tem «pesquisado muito mais as raízes da cultura musical portuguesa, a partir do fado», que definiu como «étnico-urbana».

 

«As modas são efémeras e se eu, numa ou noutra altura, até por desejo de mudança, pude ter tentado acompanhar as modas, cada vez mais faço uma pesquisa pelas raízes da música portuguesa, a partir do fado», sublinhou.

 

Para o autor, «prateleiras à parte», assume-se como «cantor de música ligeira - ou antes música séria, e outra que se faz para rir, e eu só me rio».

 

Paulo de Carvalho, 65 anos, começou a sua carreira fazendo parte de grupos de música rock, nomeadamente os Sheiks, que fez grande sucesso na década de 1960.

 

O ano passado, em julho, o intérprete editou o primeiro DVD da sua carreira, que regista o concerto realizado em 2009, no Museu do Oriente, em Lisboa.

 

Além do espetáculo com o qual encerrou a digressão «Do Amor», o DVD inclui um documentário biográfico de autoria de Maria João Gama e Rui Capitão, com testemunhos de colegas, amigos e filhos.

 

À agência Lusa o cantor afirmou que projeta celebrar o cinquentenário artístico «com um conjunto de atuações no país, não só no litoral e nas grandes cidades, mas nos muitos e excelentes auditórios e teatros que o país tem e onde estão também pessoas».

 

Data: 04 fevereiro 2012, 21h30

Local: Grande Auditório do Centro Cultural e de Congressos da Caldas da Rainha

Preço único: 12,00€

 

Data: 11 fevereiro 2012, 21h30

Local: Teatro Bernardim Ribeiro em Estremoz

 

Preços:

Plateia e 1º Balcão: 15,00€

Camarotes e Frisas: 12,50€

2º Balcão: 10,00€

 

Via Sapo Música




publicado por olhar para o mundo às 16:15 | link do post | comentar

 

Letra

 

Oh I miss the kiss of treachery
The shameless kiss of vanity
The soft and the black and the velvety
Up tight against the side of me
And mouth and eyes and heart all bleed
And run in thickening streams of greed
As bit by bit it starts the need
To just let go
My party piece

Oh I miss the kiss of treachery
The aching kiss before I feed
The stench of a love for a younger meat
And the sound that it makes
When it cuts in deep
The holding up on bended knees
The addiction of duplicities
As bit by bit it starts the need
To just let go
My party piece

But I never said I would stay to the end
So I leave you with babies and hoping for frequency
Screaming like this in the hope of the secrecy
Screaming me over and over and over
I leave you with photographs
Pictures of trickery
Stains on the carpet and
Stains on the scenery
Songs about happiness murmured in dreams
When we both us knew
How the ending would be...

So it's all come back round to breaking apart again
Breaking apart like I'm made up of glass again
Making it up behind my back again
Holding my breath for the fear of sleep again
Holding it up behind my head again
Cut in deep to the heart of the bone again
Round and round and round
And it's coming apart again
Over and over and over

Now that I know that I'm breaking to pieces
I'll pull out my heart
And I'll feed it to anyone
Crying for sympathy
Crocodiles cry for the love of the crowd
And the three cheers from everyone
Dropping through sky
Through the glass of the roof
Through the roof of your mouth
Through the mouth of your eye
Through the eye of the needle
It's easier for me to get closer to heaven
Than ever feel whole again

I never said I would stay to the end
I knew I would leave you with babies and everything
Screaming like this in the hole of sincerity
Screaming me over and over and over
I leave you with photographs
Pictures of trickery
Stains on the carpet and
Stains on the memory
Songs about happiness murmured in dreams
When we both of us knew
How the end always is

How the end always is...



publicado por olhar para o mundo às 08:01 | link do post | comentar

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