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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

Letra

 

Escrevi teu nome no vento
Convencido que o escrevia
Na folha dum esquecimento
Que no vento se perdia

Ao vê-lo seguir envolto
Na poeira do caminho
Julguei meu coração solto
Dos elos do teu carinho

Em vez de ir longe levá-lo
Longe, onde o tempo o desfaça
Fica contente a gritá-lo
Onde passa e a quem passa

Pobre de mim, não pensava
Que tal e qual como eu
O vento se apaixonava
Por esse nome que é teu

E quando o vento se agita
Agita-se o meu tormento
Quero esquecer-te, acredita
Mas cada vez há mais vento

 

 

«Depois de 'Smile', álbum de 2010, com o qual Maria Anadonse tornou a cantora nacional com mais discos de jazz tradicional editados, os novos desafios passaram este ano pela gravação de um álbum do Maria Anadon Latin Quartet e ainda o projecto “Recantos da Alma”, construído em torno de canções de autores de expressão portuguesa, de Sérgio Godinho a Zeca Afonso, de Paulo de Carvalho a António Chainho, de consagrados como Chico Buarque a novos talentos como Valter Rolo e Célia Cabral.

 

 

Recantos da Alma – Ciclo de Autores de Expressão Portuguesa” reflete as memórias de Maria Anadon no campo da música, nomeadamente de letras com que a cantora se identifica.

 

 

No concerto de Maria Anadon, integrado no programa municipal “Noites da Baía”, a cantora antevê uma grande proximidade com o público numa interação que promete explorar por inteiro os “Recantos da Alma”.»

 

 

Maria Anadon - Voz

 

Valter Rolo - Piano

 

José Canha – Contrabaixo

 

Vicky Marques – Bateria

 

Celina da Piedade – Acordeão

 

 

Ingressos:

7,5€ por pessoa - 10 € euros por casal

 

 

 

Fonte e informações:

http://www.mun-setubal.pt/

www.facebook.com/mariaanadonjazz 

 

Retirado de Regitrus

 

Letra

 

Chorava por te não ver
Por te ver eu choro agora
Mas choro só por querer
Querer ver-te a toda a hora

 

Passa o tempo de corrida
Quando falas e eu te escuto
Nas horas da nossa vida
Cada hora é um minuto

 

Quando estás ao pé de mim
Sinto-me dona do mundo
Mas o tempo é tão ruim
Tem cada hora um segundo

 

Deixa-te estar a meu lado
E não mais te vás embora
Para meu coração coitado
Viver na vida uma hora

No passado dia 31 de Outubro, o Trovante subiu ao palco do Coliseu dos Recreios para celebrarem os 35 anos de carreira, num espactáculo que marcou pela positiva.

Os oito músicos do Trovante receberão a medalha de mérito municipal de ouro da autarquia na quinta-feira às 12:00 no salão nobre dos Paços do Concelho com as presenças do presidente da Câmara Municipal, António Costa, e da vereadora da cultura, Catarina Vaz Pinto.

O Trovante, "um grupo de miudos que se juntou em 1976 em torno da música", terminou em 1990, data do lançamento do álbum "Um destes dias", mas os seus membros voltaram a reunir-se várias vezes nos últimos anos para concertos.

Foi no dia 31 de Outubro de 1991 com o álbum "Um destes dias", que o grupo deu o seu último concerto, e curiosamente no Coliseu dos Recreios. Essa data foi lembrada por Luis Represas dizendo "somos, talvez, o livro de memórias de nós próprios que é muito bom de abrir de vez em quando. Chegámos a pensar não o abrir mais mas ainda bem que o fizemos".

 

O grupo voltou a juntar-se quando celebraram as bodas de prata, num concerto no Pavilhão Atlântico, apadrinhado por Jorge Sampaio, na altura Presidente da República. Represas referiu-se ao ex-presidente como um "amigo profundo da música portuguesa que nunca se recusou a sentar numa cadeira onde houvesse artistas portugueses".

 

 

Ler tudo )

 

 

Via HardMúsica

 

Letra

 

Diz-me agora o teu nome
se já dissemos que sim
pelo olhar que demora
porque me olhas assim
porque me rondas assim

Toda a luz da avenida
se desdobra em paixão
magias de druida
plo teu toque de mão
soam ventos amenos
plos mares morenos
do meu coração

Espelhando as vitrinas
da cidade sem fim
tu surgiste divina
porque me abeiras assim
porque me tocas assim
e trocámos pendentes
velhas palavras tontas
com sotaque diferentes
nossa prosa está pronta
dobrando esquinas e gretas
plo caminho das letras
que tudo o resto não conta

E lá fomos audazes
por passeios tardios
vadiando o asfalto
cruzando outras pontes
de mares que são rios
e num bar fora de horas
se eu chorar perdoa
ó meu bem é que eu canto
por dentro sonhando
que estou em Lisboa

Dizes-me então que sou teu
que tu és toda pra mim
que me pões no apogeu
porque me abraças assim
porque me beijas assim
por esta noite adiante
se tu me pedes enfim
num céu de anúncios brilhantes
vamos casar em Berlim
à luz vã dos faróis
são de seda os lençóis
porque me amas assim

01 Nov, 2011

Mia Rose- SERÁ

Letra

 

Quero ser o mundo em pessoa
Ficar na história para sempre
Sorrir e ser amado como Lisboa
Será? Será?


Quero ter a fé que me protege
Lutar para marcar uma diferença na guerra
Ajudar os corações de quem se perde
Será? Será?


Estes são os meus sonhos
E estas são as razoes que me levam a amar a vida
Doar uma razão e não deixar de acreditar da fé que me guia
E um dia serei o orgulho de outra vida

Quero viajar o mundo inteiro
Conhecer e respeitar outras culturas do mundo
Ser a luz no escuro só com isqueiro
Será? Será?
Estes são os meus sonhos
E estas são as razoes que me levam a amar a vida
E doar uma razão e não deixar de acreditar da fé que me guia
E um dia serei o orgulho e outra vida
Isto é o meu sonho
Isto é a razão que me leva a amar a vida 
Doar uma razão e não deixar de acreditar da fé que me guia
E um dia serei o orgulho e outra vida 

Letra
Diz-me agora o teu nome
se já dissemos que sim
pelo olhar que demora
porque me olhas assim
porque me rondas assim

Toda a luz da avenida
se desdobra em paixão
magias de druida
plo teu toque de mão
soam ventos amenos
plos mares morenos
do meu coração

Espelhando as vitrinas
da cidade sem fim
tu surgiste divina
porque me abeiras assim
porque me tocas assim
e trocámos pendentes
velhas palavras tontas
com sotaque diferentes
nossa prosa está pronta
dobrando esquinas e gretas
plo caminho das letras
que tudo o resto não conta

E lá fomos audazes
por passeios tardios
vadiando o asfalto
cruzando outras pontes
de mares que são rios
e num bar fora de horas
se eu chorar perdoa
ó meu bem é que eu canto
por dentro sonhando
que estou em Lisboa

Dizes-me então que sou teu
que tu és toda pra mim
que me pões no apogeu
porque me abraças assim
porque me beijas assim
por esta noite adiante
se tu me pedes enfim
num céu de anúncios brilhantes
vamos casar em Berlim
à luz vã dos faróis
são de seda os lençóis
porque me amas assim

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email

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