Que outra cidade, levantada sobre o mar A beira-rio acabou por se elevar Entre dois braços de água Um de sal outro de nada Agua doce água salgada Aguas que abraçam Lisboa É em Lisboa que o Tejo Chega ao mar É em Lisboa que o mar azul recebe o rio É essa brisa que no faz Promessas de viagem Brisa fresca que reclama Nas nossas almas ausentes Saudade, cidade Do sal do mar Moro em Lisboa E entrei, pequei Saudade, cidade Do sal do mar Moro em Lisboa E entrei, peguei Moro em Lisboa (x3) Entrei, pequei...
A Associação José Afonso com o apoio da Câmara Municipal de Setúbal, leva a efeito, dia 1 de Outubro de 2011, às 21:00 horas no Salão Nobre da Câmara Municipal, um Concerto de Amílcar Vasques Dias sobre a obra de JOSÉ AFONSO.
Amílcar Vasques Dias, completou estudos superiores de Piano e Composição, nos Conservatórios de Música do Porto e de Braga. A sua música tem sido tocada na Europa e na América, nomeadamente em festivais de música contemporânea: Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), June in Buffalo (EUA), Cantigas do Maio (Seixal), S. Paulo (Brasil), Manchester (UK), Capuchos 97 (CCB-Lisboa) e Encontros do Alentejo de Música do Séc. XX (Évora).
Foi docente de Composição, Orquestração, Música Electroacústica, Análise, Formação Auditiva e Harmonia ao Teclado nas Escolas Superiores de Música de Lisboa e do Porto, e nas Universidades de Aveiro e de Évora.
A entrada é livre.
Associação José Afonso Rua Damão 26 - 28 2900-340 Setúbal
Já no dia 4 de Outubro, pelas 21:30, sobe ao palco do Auditório Municipal o Grupo Seara Nova, iniciando deste modo a programação do Mês de Outubro que será dedicado à Música
O Grupo Seara Nova, de Viana do Alentejo, vai interpretar algumas das músicas alentejanas mais conhecidas, como “Ó Rama Ó Que Linda Rama”, “Ceifeira”, “Aurora” ou “Canta o Melro”.
No mesmo local, e a 15 de Outubro, pelas 21:30, a Companhia de Dança Contemporânea de Évora apresenta “2 Boxe”, uma peça concebida, dirigida e coreografada por Nélia Pinheiro.
Trata-se de uma peça para dois bailarinos, Gonçalo Lobato e Elina Campos, resulta de um trabalho de estudo e exploração cénica sobre os modos de vida e os comportamentos sociais da geração pós-25 de Abril.
O grupo de música tradicional portuguesa Alento do Alentejo, de Vila Viçosa, actua no dia 22 de Outubro, pelas 21:30, também no Auditório Municipal.
É um grupo constituído por oito membros que pretende promover os temas que revelam a cultura musical portuguesa, como as rapsódias alentejanas, saias e viras, ao som de instrumentos típicos como o adufe, bombo, bandolim, acordeão, entre outros.
O Auditório Municipal, pelas 21:30 de 29 de Outubro, recebe o Quarteto de Guitarras de Évora, constituído por professores do Conservatório Regional de Évora – Eborae Musica.
Este quarteto é formado pelos músicos Nilton Esteves, José Farinha, João Macedo e António Caeiro, e resulta do gosto partilhado pela música de conjunto para guitarra.
O concerto de encerramento do Outubro Mês da Música realiza-se no dia 30 de Outubro, pelas 17:00, no Auditório Municipal, com a actuação do Coro Polifónico e da Banda da Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense.
Esta iniciativa integra também concertos ao ar livre em todas as freguesias com artistas do concelho.
Este Outubro Mês da Música vai passar por Monsaraz – Largo D. Nuno Álvares Pereira , a 02 de Outubro, Reguengos de Monsaraz – Praça da Liberdade, a 09 de Outubro, S. Pedro do Corval – Jardim Público, 16 de Outubro, Campinho – Largo Bernardino José Cruz, a 23 de Outubro e S. Marcos do Campo – Largo da Igreja, a 30 de Outubro.
Durante o Outubro Mês da Música pode assistir gratuitamente aos espectáculos referidos.
São de pernas os teus passos São de braços os abraços E de dedos são os laços Que nos enfeitam as mãos
Quem te vê nunca se esquece Da razão que me estremece Da noite que me entontece Dedos, laços e abraços da noite que me acontece; Com as pernas dos teus passos
São de beijos os espaços Que aproximam nossos lábios E são de silêncios sábios Dedos, laços e abraços
E caminho até é lua Sem descanso nem cansaços São de braços os abraços Passos livres nos meus passos
Já sou quem tu queres que eu seja: tenho emprego e uma vida normal. Mas quando acordo e não sei quem eu sou, quem que tornei eu começo a bater mal ... O teu bem faz-me tão mal.
Já me enquadro na tua estrutura, não ofendo a tua moral, Mas quando me impões o " teu bem" e eu ainda o sinto aquém, o teu bem faz-me tão mal, O teu bem faz-me tão mal
- Olá! - Olá! - Estás a comer alguma coisa? - Estou! - Gostas muito de algodão? - Gosto! - Queres ouvir uma historia que eu conheço sobre o algodão doce? - Quero.
Açúcar com açúcar faz um mundo que cresce nos teus olhos sem saber que é Universo novo, nuvem névoa e é para comer, e é para comer, algodão doce quem eu quero, mas olha bem para dentro desse Mundo vê lá se vês pessoas a passar, se nós quisermos todos, se nós quisermos todos, o Mundo pode ser uma canção pra se cantar...
O Mundo é uma bola de algodão que está na nossa mão e fica bem melhor se tu sorris. O Mundo é uma bola de algodão que está na nossa mão que está na nossa mão fazer feliz.
O mundo é uma bola de algodão que está na nossa mão e fica bem melhor se tu sorris. O Mundo é uma bola de algodão que está na nossa mão que está na nossa mão fazer feliz.
Não sujes o nariz com o teu Mundo a tua nuvem doce de brincar é leve como um pássaro assustado que quer voar, que quer voar algodão doce é vento a andar. - Eu já olhei para dentro do meu mundo. - O que é que viste? - Só vi teias de açúcar a brilhar. - ahahahahaha - Se nós quisermos todos. - Se nós quisermos todos, o mundo pode ser uma canção para se cantar... o Mundo é uma bola de algodão que está na nossa mão e fica bem melhor se tu sorris. O Mundo é uma bola de algodão que está na nossa mão que está na nossa mão fazer feliz. O Mundo é uma bola de algodão que está na nossa mão e fica bem melhor se tu sorris. O Mundo é uma bola de algodão que está na nossa mão que está na nossa mão fazer feliz.
biubiubiubiubiu...
O Mundo é uma bola de algodão que está na nossa mão e fica bem melhor se tu sorris. O Mundo é uma bola de algodão que está na nossa mão que está na nossa mão fazer feliz. O Mundo é uma bola de algodão que está na nossa mão que fica bem melhor se tu sorris. O Mundo é uma bola de algodão que está na nossa mão que está na nossa mão...»
21h45 “La Voix est Libre”, Bernard Massuir (Bélgica) Se há, em 10 edições, artista que mais e melhor encarna o espírito artístico deste festival, ele é... Bernard Massuir. O belga esteve em três edições e sempre o público orelhudo se rendeu. Adepto do nada nas mãos (ou quase), Bernard Massuir apresenta um delirante recital vocal a solo, vagueando entre o humor musical e um delicioso minimalismo. “La Voix est Libre” é o novo trabalho de Massuir, aquele com que abre a 10ª edição do também seu Festival O Gesto Orelhudo!
23h30 “Concerto em Ri Maior”, Cia. dos Palhaços (Brasil) Uma hilariante comédia musical de dois palhaços. Wilson, palhaço maestro russo, e Sarrafo, o seu fiel amigo e tradutor, tentam apresentar um concerto musical, por entre mirabolantes peripécias, que se sucedem com a cúmplice participação do público. Estreia absoluta em Portugal.
Quarta 5 Outubro
21h30 “A Côr da Língua”, Trigo Limpo Teatro ACERT Companheiros da aventura orelhuda desde o início, o Trigo Limpo apresenta “A Côr da Língua”, um brilhante espectáculo que percorre a lusofonia. José Rui Martins e um naipe de grandes músicos, conseguem que a força da palavra nos embale pela miscigenação das diferentes culturas, fazendo da Língua Portuguesa um idioma sem dono e, por vezes, indomável. O humor e ironia dos textos, a sagacidade das palavras, tudo está lá, na cor da língua. Uma língua de muitas cores, a nossa.
23h00 Oskar & Strudel (Suíça, Austrália) O regresso de uma parelha fenomenal. A habilidade e a comédia sublime de Oskar coincidem com o virtuosismo musical e o encanto irresistível de Strudel. As suas actuações envolvem o público numa paródia em que a vida e a comédia são a mesma coisa, misturando circo contemporâneo, teatro de rua e música ao vivo.
Quinta 6 Outubro
21h30 The MozART group (Polónia) Fenómeno de popularidade à escala planetária, The MozART group apresenta-se pela primeira vez em Portugal. Este virtuoso quarteto de cordas, de sólida formação clássica, apresenta a música erudita de uma forma criativa, cómica e muito original, brincando com a formalidade sóbria dos grandes concertos. Uma diversão musical para fazer rir toda uma plateia, literalmente transformada pela arte, tomada pela música!
23h00 “Punk Filarmónico”, Fanfarra Kaustika A pequena e irredutível aldeia de Casal d’Álvaro é a capital do punk filarmónico, estilo que a Fanfarra Kaustika celebriza. A vontade de criar (o kaus, quem sabe?) fez surgir este colectivo endiabrado. São músicos de boa cepa que espalham o espírito kaustiko, convergência de várias influências no eixo filarmónico-balcânico. Uma festa contagiante!
Sexta 7 Outubro
21h45 "Barbieri", Teatro Necessario (Itália) Depois do aclamado “Clown in Libertá”, finalmente chegará ao público orelhudo o novo espectáculo destes incríveis italianos. Capazes de impressionar ainda mais, em Barbieri recria-se a sociedade de outrora, em que a barbearia era o centro de ideias, palavras e músicas. Fazendo do tempo de espera ocasião de peripécias, os três musicómicos aspirantes a barbeiros fazem as acrobacias musicais mais inimagináveis à volta de uma cadeira de barbeiro. O Gesto Orelhudo não podia passar sem Barbieri!
23h30 Gadjo (Espanha, França, Reino Unido, EUA, Argentina) O concerto dos Gadjo, uma espécie de banda nómada e circense, vai resultar num grande fim-de-noite na antiga Junta do Vinhos. Uma miscelânia de nacionalidades em cima do palco, para uma festa absoluta dentro e fora dele! Vêm de Barcelona, mas tocam música do Gadjistan, nação imaginária que resulta das influências culturais destes músicos, num delicioso e energético cocktail multicultural.
Sábado 8 Outubro
21h30 “Auricular Di.vinus Safari”, Artelier? Outra das companhias que regressa, agora para celebrar a 10ª edição com um espectáculo exclusivo e interactivo no espaço exterior da antiga Junta dos Vinhos. Onde outrora se criava vinho e agora se bebe arte. Baco e Orfeu juntos. O personagem Ted Costa será o mestre de cerimónias de um percurso guiado por instantâneos sonoros e visuais. As antigas cubas serão labirinto para a participação sensorial do público orelhudo.
22h15 “Mal-empregados”, d’Orfeu Estreia absoluta da nova criação d’Orfeu. E logo no palco que a inspirou: o Festival O Gesto Orelhudo. Mal-empregados é um espectáculo pseudo-sério, pseudo-cómico, absurdo qb e tendencialmente minimal. Dois actores-músicos, aparência por decifrar - farão o quê? -, desafiam-se, revezam-se, fartam-se, tentam sempre outra coisa. Tanto pode resultar como não. Uma caricatura irónica dos especialistas em polivalência. Para se chegar a uma conclusão: mal-empregados!
23h30 Quempallou (Galiza) Encerrado o 10º Festival O Gesto Orelhudo, a noite na Junta dos Vinhos prossegue com a música de uma das referências da música folk galega, no âmbito do circuito luso-galaico “OuTonalidades 2011”. Cada concerto dos Quempallou é uma festa e ninguém vai ficar indiferente!
Tudo tão certinho, é tudo tão controlado Saia curta justa e cinto a dar Tanta ideia boa debaixo do penteado E essa branca toda a destoar
És uma gaja diferente, não és como a gente Que a grama está muito cara Metes, mete anfetaminas, que já não és fina E para atordoar a alma qualquer coisa dá
Ai que tristeza coitadinha Andas enganada, mais uma linha Vá ninguém dá por nada Atravancado, salto alto me obriga a ser tão boa Dá-me cabo da narina
Vais aligeirando bem a coisa Creme anti-olheiras, guronsan e fio dental O corpo que dói é só por dentro E a prisão de ventre até se aguenta menos mal
És uma gaja diferente, não és como a gente Que a grama está muito cara Metes, mete anfetaminas, que já não és fina E para atordoar a alma qualquer coisa dá
Ai que tristeza coitadinha Andas enganada, mais uma linha Vá ninguém dá por nada Atravancado, salto alto me obriga a ser tão boa Dá-me cabo da narina
Não sei se te embalo ou se te ajudo E mesmo quando te estou a ajudar, este vazio De crer tudo para nós, é impossível ser só dois Quando és tão mimada
Saboroso só na cama vale Aquilo que não vale para o resto o que é preciso Ainda não te disse que te amo tanto tanto E que sou tão mimada
Dizes que sou fria Estou só embriagada Nem sequer sofria Nem sou apaixonada Ao que parece, sou só demais para ti
Dizes que eu sou frio Estás bem equivocada Sempre aqui ao lado E tu nem dás por nada Ao que parece, sou perfeito para ti
Tudo tão certinho, é tudo tão controlado Saia curta justa e cinto a dar Tanta ideia boa debaixo do penteado E essa branca toda a destoar
És uma gaja diferente, não és como a gente Que a grama está muito cara Metes, mete anfetaminas, que já não és fina E para atordoar a alma qualquer coisa dá
Ai que tristeza coitadinha Andas enganada, mais uma linha Vá ninguém dá por nada Atravancado, salto alto me obriga a ser tão boa Dá-me cabo da narina
OSintra Misty de 2011, a decorrer de 13 a 23 de outubro no Centro Cultural Olga Cadaval, trará diversas novidades, estreias em solo português de novos projetos tanto nacionais como internacionais, bem como uma mostra de cinema dedicado à música e uma série de outras iniciativas pensadas para, uma vez mais, colocar a música no centro das atenções.
Festival assumidamente alternativo na forma como programa o seu cartaz, o Sintra Misty volta a explorar a arte eternamente renovada da escrita de canções.
Entre os destaques deste ano, sublinhe-se, por exemplo, a presença de Stuart A. Staples, vocalista dos Tindersticks, que apresenta a solo pela primeira vez em mais de cinco anos, trazendo na bagagem canções que elevaram a sua voz até ao estatuto de culto, mas também novas criações que aí terão estreia absoluta.
Ou também a atuação dos Dead Combo, que apresentarão no Sintra Misty o do seu mais recente projecto,«Lisboa Mulata». Ou ainda o espetáculo intimista de John Grant, acompanhado apenas por um teclista, a apresentar o álbum «Queen of Denmark», considerado pela revista «Mojo» como o melhor do ano.
Saiba mais sobre o cartaz e programa do Sintra Misty no site oficial.
Cinema no Sintra Misty
As Misty Sessions da edição 2011 do Festival Sintra Misty, que tomará conta do Centro Cultural Olga Cadaval entre 13 e 23 de de outubro, prestam este ano homenagem à ponte tantas vezes atravessada entre a música e a sétima arte com uma série de exibições de filmes que exploram essa ligação.
Estas Misty Sessions vão incluir exibições, por exemplo, do filme «Joy Division», um documentário premiado que inclui depoimentos dos membros sobreviventes da banda e imagens inéditas do grupo de Ian Curtis e que tem argumento do grande jornalista britânico Jon Savage e é dirigido por Grant Gee.
Outro documentário integrado nesta mostra é «Dream of Life» que Steven Sebring concebeu como um íntimo retrato dessa portentosa artista que é Patti Smith. Um documentário fundamental para se compreender uma das mais importantes artistas das últimas décadas. Peter Gabriel é outra das lendas vivas que surge nestas Misty Sessions por via da exibição do seu filme concerto «New Blood» que o mostra em palco frente a uma orquestra e que é simplesmente arrebatador.
Também há ficção nas Misty Sessions: «I’m Still Here», o aclamado filme de Casey Affleck com Joaquin Phoenixque conta a suposta transformação de um actor de Hollywood em estrela rap de recorte singular, pensado como um documentário mas que na verdade é uma reflexão sobre os mecanismos do star system; outro filme que recebeu aplausos, «9 Songs» com um argumento que mostra bandas como os Black Rebel Motorcycle Club e Primal Scream em palco; ou «De Tanto Bater o Meu Coração Parou», de Jacques Audiard, sobre a música como linguagem universal.
A última adição às Misty Sessions vem pela mão de um dos cabeças de cartaz do festival, The Legendary Tigerman, homem de talentos reconhecidos não apenas com uma guitarra na mão, mas também com uma câmara de Super 8.
À programação é assim acrescentado uma série de material ligado ao universo explorado em«Femina», o aclamado álbum que Legendary Tigerman editou em 2009: são 10 curtas com figuras como Ásia Argento,Rita Redshoes ou Peaches como protagonistas e ainda um «road movie» de uma hora, parte de um corpo de trabalho já exibido em vários festivais internacionais.
Eis o cartaz completo das Misty Sessions:
- Dia 14, às 19:00 – Peter Gabriel New Blood (estreia) - Dia 15, às 18:30 – I’m Still Here - Dia 16, às 18:30 – De Tanto Bater o Meu Coração Parou - Dia 21, às 19:00 – Patti Smith Dream Of life - Dia 22, às 18:30 – 9 Songs - Dia 23, às 16:00 – Curtas de The Legendary Tigerman e «On The Road To Femina» - Dia 23, às 18:30 – Joy Division
«José Duarte leva ao Clube Literário do Porto (CLP), na Alfândega, um curso livre de jazz, à semelhança do seu programa 5 Minutos de Jazz, na Antena 1.»
"Jazz: Audições comentadas com José Duarte" no CLP destina-se ao público em geral (não é necessário possuir qualquer habilitação musical) e vai-se realizar todas as sextas-feiras, ao longo de seis meses, das 18h00 Às 19h30, a começar já no próximo 7 de Outubro.
As sessões orientadas pelo Jazzé (como é tradicionalmente conhecido) vão contar também com a participação de músicos de jazz convidados. Semanalmente, via e-mail ou disponibilizadas no blogue oficial das sessões - http://jazzcomjoseduarte.wordpress.com - e na livraria do CLP, os participantes do curso receberão os sumários com nomes de composições, de instrumentistas e outras informações igualmente importantes para as sessões.
No final do curso, será atribuído um certificado de frequência do Jazz: audição comentada, assinado pela direcção do CLP e por José Duarte, que prova que o respectivo assistente frequentou o curso.»
Público: Público em geral (não é necessária formação musical)
Datas: De Outubro de 2011 a Março de 2012
Horário: Todas as sextas-feiras, das 18h00 às 19h30
Local: Clube Literário do Porto
PROGRAMA
Audição comentada I Outubro a Dezembro 2011
Os Instrumentos Audição comentada II Janeiro a Março 2012
Os Melhores
Inscrições: no Clube Literário do Porto
Contactos: clubeliterario@fla.pt ou 22 208 92 28
Mensalidade: 50€ preço normal, 40€ preço com desconto (estudantes, aposentados e alunos de Música do CLP)
Quando for grande vou ser, quero ser um realejo Ter um pedaço de terra, fogo que salta ao braseiro Dormir no fundo da serra, quero ser um realejo
Carteiro em bicicleta leva recados de amor Vem o sono com a música ao som do... do realejo
Quando for grande vou ser, quero ser um realejo Ter um burro viola e cão, chamar a Dança dos Sapos Correr com a bola na mão, quero ser um realejo
Quando for grande vou ser, quero ser um realejo Colher amêndoa em telhados, dar banana às andorinhas Dobrar o cabo do Mundo, quero ser um realejo
Carteiro em bicicleta leva recados de amor Vem o sono com a música ao som do... realejo Carteiro em bicicleta leva recados de amor Vem o sono com a música ao som do... realejo
Quando for grande vou ser, quero ser um realejo Ter um burro burro viola e cão, chamar a Dança dos Sapos Correr com a bola na mão, quero ser um realejo
Carteiro em bicicleta leva recados de amor Vem o sono com a música ao som do... realejo Carteiro em bicicleta leva recados de amor Vem o sono com a música ao som do... realejo
Andas aí a partir corações como quem parte um baralho de cartas cartas de amor escrevi-te eu tantas às tantas, aos poucos às tantas, aos poucos eu fui percebendo às tantas eu lá fui tacteando às cegas eu lá fui conseguindo às cegas eu lá fui abrindo os olhos
E nos teus olhos como espelhos partidos quis inventar uma outra narrativa até que um ai me chegou aos ouvidos e era só eu a vogar à deriva e um animal sempre foge do fogo e eu mal gritei: fogo! mal eu gritei: água! que morro de sede achei-me encostado à parede gritando: Livrai-me da sede! e o mar inteiro entrou na minha casa
E nos teus olhos inundados do mar eu naveguei contra minha vontade mas deixa lá, que este barco a viajar há-de chegar à gare da sua cidade e ao desembarque a terra será mais firme há quem afirme há quem assegure que é depois da vida que a gente encontra a paz prometida por mim marquei-lhe encontro na vida marquei-lhe encontro ao fim da tempestade
Da tempestade, o que se teve em comum é aquilo que nos separa depois e os barcos passam a ser um e um onde uma vez quiseram quase ser dois e a tempestade deixa o mar encrespado por isso cuidado mesmo muito cuidado que é frágil o pano que veste as velas do desengano que nos empurra em novo oceano frágil e resistente ao mesmo tempo
Mas isto é um canto e não um lamento já disse o que sinto agora façamos o ponto e mudemos de assunto sim?
Andas aí a partir corações como quem parte um baralho de cartas cartas de amor escrevi-te eu tantas às tantas, aos poucos às tantas, aos poucos eu fui percebendo às tantas eu lá fui tacteando às cegas eu lá fui conseguindo às cegas eu lá fui abrindo os olhos
E nos teus olhos como espelhos partidos quis inventar uma outra narrativa até que um ai me chegou aos ouvidos e era só eu a vogar à deriva e um animal sempre foge do fogo e eu mal gritei: fogo! mal eu gritei: água! que morro de sede achei-me encostado à parede gritando: Livrai-me da sede! e o mar inteiro entrou na minha casa
E nos teus olhos inundados do mar eu naveguei contra minha vontade mas deixa lá, que este barco a viajar há-de chegar à gare da sua cidade e ao desembarque a terra será mais firme há quem afirme há quem assegure que é depois da vida que a gente encontra a paz prometida por mim marquei-lhe encontro na vida marquei-lhe encontro ao fim da tempestade
Da tempestade, o que se teve em comum é aquilo que nos separa depois e os barcos passam a ser um e um onde uma vez quiseram quase ser dois e a tempestade deixa o mar encrespado por isso cuidado mesmo muito cuidado que é frágil o pano que veste as velas do desengano que nos empurra em novo oceano frágil e resistente ao mesmo tempo
Mas isto é um canto e não um lamento já disse o que sinto agora façamos o ponto e mudemos de assunto sim?
Ao 4º álbum de originais os Dead Combo tocam uma Lisboa mestiça, popular, que dança, ora morna ora viva.
Esta «Lisboa Mulata» só vai sair para a rua dia 3 de outubro mas o Music Box garantiu o avanço do novo álbum de uma das mais influentes e reconhecidas bandas nacionais e entre os dias 26 de setembro e 2 de outubro, apenas os utilizadores do serviço poderão ouvir as músicas de «Lisboa Mulata», aqui.
Para compor o álbum que vai direto à alma, Pedro Gonçalves e Tó Trips rodearam-se de amigos, com destaque para as colaborações do norte-americano Marc Ribot, Camané,Sérgio Godinho e Alexandre Frazão este disco promete pôr Lisboa e o resto do país a dar às ancas com esta «Lisboa Mulata», desenfreada de chinelo no pé!
São os Dead Combo de volta às músicas sem muitos arranjos, diretos à alma e, neste caso, com o volume no máximo para acordar os vizinhos!
Dia 3 de outubro, Tó Trips e Pedro Gonçalves serão ainda editores convidados do SAPO Música onde falarão deste novo álbum, das suas principais influências, dos seus gostos e desgostos musicais, deixando ainda algumas recomendações
Agenda de espetáculos:
Dia 8 Out - Moita
Dia 14 Out - Hard Club / Sala 2
Dia 15 Out - Sintra Misty
Dia 19 Out - Praga / sala PALACAKROPOLIS
Dia 20 Out - Bucareste / sala CLUBUL TARANULUI
Dia 22 Out - Braga / Teatro Circo
O Music Box é o serviço de música do Grupo PT (MEO, SAPO, TMN) que possibilita o acesso a um catálogo de milhões de músicas em qualquer altura e em qualquer lugar. Está disponível no computador, telefone e televisão com uma única conta e sem publicidade associada. Os utilizadores podem ouvir e partilhar música, construir Playlists, beneficiar de exclusivos e conhecer as novidades do mundo discográfico.
Ela Era Só Mais Uma Classificados Ela era só mais uma Como tantas outras mais Tinha dois palmos d cintura, reais Ela era de mil cores Era de todos os lugares Era presa inevitável, de olhares
Tinha a luz da madrugada E a sombra do dia Trazia fogo na pele macia Dança na luz da espada fria Dá mais um sinal de ti Do teu espaço vazio Da tua imensidão Do teu desejo frio A tua mão...
Tinha medo do silêncio E a mania de cantar Tinha na voz um segredo, por revelar Tinha um olhar provocante E um andar colegial Era pedra preciosa, de sal
Tinha a luz da madrugada E a sombra do dia Trazia fogo na pele macia Dança na luz da espada fria Dá mais um sinal de ti Do teu espaço vacio Da tua imensidão Do teu desejo frio A tua mão...
"Agora não quero saber, O que me fez chegar aqui. Apostei para ganhar, E acabei perdido em ti. Agora não quero dizer, Que só em ti me reconheço, Mas por um abraço teu, Pagava qualquer preço. Porque eu não sei ficar, Longe de ti, Eu já não sei, O que há para além de ti. Se te inventei, Ou descobri. Desarmaste-me num golpe, Já rendido baixei armas. Atiraste à queima-roupa, Quis voar nas tuas asas. E se eu ficar, Viciado em ti, É só... Porque eu não sei ficar, Longe de ti. Eu já não sei, O que há para além de ti. Se te inventei, Ou descobri."
«A fadista Helena Sarmento é uma das convidadas das “Noites de São Bento”, iniciativa que decorre na Casa de Amália (hoje Museu Amália Rodrigues e sede da Fundação com o seu nome), em Lisboa, actuando no próximo dia 23, às 21.30 horas.
«Estou muito feliz e sensibilizada com o convite que me foi dirigido por Vítor Duarte Marceneiro. É um privilégio cantar num local tão emblemático, imbuído do espírito da referência maior do Fado, e uma honra, ser destinatária de tal convite», diz Helena Sarmento.O evento, organizado pela Associação dos Comerciantes da Rua de São Bento e que conta com o apoio da Fundação Amália Rodrigues, está agendado para os dias 22, 23 e 24 de Setembro. No primeiro dia actuarão Ana Filipa César e Miguel Ramos; no segundo dia, Helena Sarmento e João Paulo; no último, Carolina Tavares e Vítor Duarte Marceneiro. O acompanhamento musical, no dia 23, ficará a cargo de Luís Ribeiro e Jaime Martins. «É, como imaginam, uma grande emoção estar incluída no cartaz desta iniciativa e ter a oportunidade de cantar à janela da Diva do Fado», reforça Helena Sarmento, cujo reportório para esta noite especial incluirá temas do seu recente e primeiro álbum, Fado Azul, entre os quais se encontra um dos temas imortalizados por Amália: “Caldeirada (Poluição)”.Durante as três “Noites de S. Bento”, para além do comércio se encontrar aberto até às 24 horas, haverá várias actividades e supresas para os visitantes.
No Casino Estoril e em Santarém
Helena Sarmento tem, ainda, três espéctáculos agendados: um no dia 4 de Outubro, no Casino Estoril; outro no dia 22 do mesmo mês, no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém; pelo meio, actuará em Penedono, no dia 8.
Tanto no Casino Estoril como no Teatro Sá da Bandeira, o convidado especial da jovem fadista é Vítor Duarte Marceneiro. “Admiro imenso o Vítor. Como fadista, como pessoa, e pela forma como honra o nome que transporta, nome esse que é uma das maneiras mais belas de dizer a palavra fado», explica Helena Sarmento. A autora de Fado Azul, seu primeiro disco, conta com a presença de todos aqueles que apreciam fado, nestes dias de Outono que prometem...encantar.»
A Sara Gonçalves , uma algarvia que protagoniza o projecto “Sara Gonçalves & Os Alma”, vai estar pelas 22:00 do dia 24 de Setembro, no Auditório Municipal de Portimão para apresentar o seu espectáculo “Com o Fado na Alma”.
Sara Gonçalves faz parte da nova geração de fadistas e tem-se distinguido por um estilo muito próprio de interpretar a chamada canção nacional, aliando ao tradicionalismo melodias com sonoridades carregadas de destino e saudade.
A fadista será pelos “Alma”ou seja Carlos Amarelinho, Ricardo Carvalho, Laurentiu Zapciroiu, Rui Martins e Diogo Carvalho, os elementos que compõem este projecto.
Os bilhetes custam 8 euros, com 50 por cento de desconto para portadores do Passaporte Sénior e do Cartão Jovem, podendo ser adquiridos na bilheteira do Auditório Municipal de Portimão no próprio dia do espectáculo, entre as 14:00 e as 22:00.
Try Again Lucia Moniz TRY AGAIN letra: Nuno Bettencourt música: Nuno Bettencourt
One look - you know that you've fallen She knocks you over You say this is it Perfect - straight from a movie He says all the right things You know he's the one Next time around try again Next time around try again
Weeks pass it's still kind a perfect My heart's removed now I gave it to you Passion - you constantly move me Further and further Reaching my soul Next time around try again Next time around try again
Tonight - plans for a movie You call me to cancel Girls going dancing Sundays our romantic picnics Turn into football Boys will be boys now Months pass - knowing you love me I take you forever Together for granted Next time around try again Next time around try again
Home late - you wont even kiss me The eyes of my angel Accuse me i'm guilty Follow me - to my friends house Hide cause we're dying Jealusy is cancer Next time around try again Next time around try again Next time around try again
You never give any space or time To breath... Try again Sometimes i wish you'd leave me alone And get away from me... Try again I can't believe you'd say these things if You're in love with me... Try again I never thought you'd ever say those awful Things to me... again
Oh no - the roses i gave you Are suddenly fading Along with your love Who cares - the credits are rolling Love's just a movie There's always an end Love's... What it is... It just is Love's... What it is... It just is
A apresentação ao vivo do novo álbum de Jorge Palma está agendada para 27 de Outubro (Foto: Sara Matos/arquivo)
Os fãs de Jorge Palma no Facebook foram os primeiros a ouvir o tema de apresentação de Com Todo Respeito, o novo álbum do compositor, que chega às lojas a 24 de Outubro. A canção, Página em branco, pode ser ouvido naquela rede social desde ontem.
Quatro anos separam este trabalho de originais do seu antecessor, o comercialmente bem sucedido Voo Nocturno. Jorge Palma reconhece um bloqueio criativo no novo single, mas de muito menor duração: “Tenho uma página em branco e uma guitarra na mão/ Ando nisto há quatro dias e não me sai a canção”.
Os Demitidos, a banda que acompanha o músico desde Norte (2004), também estão de volta. Com Todo Respeito conta, de resto, com Cristina Branco, Carlos Barreto, Carlos Bica, Bruno Vasconcelos e Vicente Palma como convidados. Carlos Tê e José Luis Peixoto contribuem com uma letra cada. Flak é o produtor.
Com Todo Respeito é editado a 24 de Outubro, com o selo da EMI Music Portugal. O concerto de apresentação do álbum acontece poucos dias depois, a 27, no espaço TMN Ao Vivo, em Lisboa.
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