Terça-feira, 19 de Julho de 2011

 

Letra

 

São os tectos que servem para ser maior,

maior interior, nas paisagens da terra proclamo o amor,

o amor que te dou, apuro os sentidos, registo na pele,

no sangue que flui, na cabeça que queria poder dominar,

elefantes azuis.

 

Diz-me o que sou, diz-me o que sou.

 

As palavras que surgem das nuvens,

anseiam contar sentimentos que vêm ao ritmo

do tempo a passar,

não sei o que sentes, não sei como fazes,

 

se consegues esquecer, tens uma chance nas notas que tocam,

vais ter que dizer.



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Letra

 

Em tempos fui feliz.
Em tempos fui
um rapaz tão afável.

Em tempos fui —
mas isso foi antes
de descrer de tudo.

(Foi muito antes
de descrer
de tudo.)

Em tempos foi feliz.
Em tempos foi
uma rapariga adorável.

Em tempos foi —
mas isso foi antes
de desistir de si.

(Foi muito antes
de desistir
de si.)

Em tempos fomos felizes.
Em tempos fomos
criaturas tão prestáveis.

Em tempos fomos —
mas isso foi antes
de sairmos ao mundo.

(Foi muito antes
de sairmos
ao mundo.)



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Segunda-feira, 18 de Julho de 2011
Cuca Roseta

Cascais CooljazzFest oferece uma experiência ímpar para as noites de Verão: concertos de grandes intérpretes realizados ao ar livre em Cascais, na atmosfera singular de locais onde a natureza e a arquitetura se complementam.

Nos dias 22 e 23 de Julho, sempre no cenário natural do Parque Palmela, vamos poder ver mais dois espetáculos memoráveis que incluem nomes como Cuca Roseta, Ana Moura, Tiago Bettencourt, Maria Schneider e a Orquestra de Jazz de Matosinhos.

22 de Julho – 21h30 - Cuca Roseta e convidados: Ana Moura e Tiago Bettencourt

Foi no passado mês de Março que finalmente foi editado o tão aguardado álbum de estreia de Cuca Roseta com a assinatura de produção deGustavo Santaolalla – um dos mais prestigiados e conceituados produtores do mundo - detentor de dois Óscares para Melhor Banda Sonora («Babel» e «Brokeback Mountain») e vários Grammys. Este trabalho, em nome próprio, resume a história de alguém que embora já tenha participado numa banda marcante da música portuguesa, os Toranja, sempre soube que era no fado que iria encontrar o seu caminho.

Cuca Roseta soube esperar e um dia, num encontro fortuito (alguns dirão predestinado) com o músico, compositor e produtor argentino Gustavo Santaolalla, nasceu este «caso de amor musical». A aposta de Gustavo Santaolalla em Cuca Roseta prestigia o Fado e a sua universalidade, pois segundo o produtor ela é «a mais incrível voz que já ouviu».

Dia 22 de Julho, o Parque de Palmela acolhe Cuca Roseta que à sua maneira e como só ela sabe, vai interpretar fados do seu disco de estreia que vão desde a «Rua do Capelão» ou «Marcha de Santo António», a temas de sua autoria como «Homem Português» ou «Nos Teus Braços» bem como aos seus convidados, Ana Moura e Tiago Bettencourt, que certamente tornarão a noite ainda mais inesquecível.

23 de Julho – 21h - Maria Schneider dirige a Orquestra Jazz de Matosinhos - 1ª parte com Luis Barrigas Trio

Nascida no Minnesota a 27 de Novembro de 1960, Maria Schneider mudou-se para Nova Iorque em 1985 após ter terminado os estudos na Faculdade do Minnesota, na Universidade de Miami e na Eastman School of Music.

Com Gil Evans, integrou dois importantes projectos, os filmes a «Cor do Dinheiro» e «Absolute Beginners» e, durante o ano de 1993, formou o ensemble Maria Schneider Jazz Orchestra com o qual se apresentou em inúmeras salas pelo mundo e pisou os palcos de muitos Festivais de Jazz.

O seu álbum de 2004, «Concert Garden» foi vencedor de um Grammy Award na categoria de primeiro álbum exclusivamente vendido pela internet e a Associação de Jornalistas de Jazz nomeou-o para a categoria de melhor álbum do ano e Maria Schneider como melhor compositora e arranjadora. Em 2007, é editado o seu mais recente trabalho «Sky Blue» galardoado com o Grammy de melhor composição instrumental no tema «Cerulean Skyes».

Com o cenário do Parque Palmela como fundo, Maria Schneider vai apresentar o seu repertório e dirigir a magnífica Orquestra Jazz de Matosinhos, que por sua vez vai ter como convidados o 1º trompete do Village Vanguard Orchestra – Nick Marchione e o guitarrista André Fernandes e João Paulo Esteves da Silva, que neste concerto vai tocar acordeão.

Retirado de Sapo Música



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Letra
Há uma voz de sempre, 
Que chama por mim. 
Para que eu lembre, 
Que a noite tem fim. 

Ainda procuro, 
Por quem não esqueci. 
Em nome de um sonho, 
Em nome de ti. 

Procuro à noite, 
Um sinal de ti. 
Espero à noite, 
Por quem não esqueci. 

Eu peço à noite, 
Um sinal de ti. 
Quem eu não esqueci... 

Por sinais perdidos, 
Espero em vão. 
Por tempos antigos, 
Por uma canção. 

Ainda procuro, 
Por quem não esqueci. 
Por quem já não volta, 
Por quem eu perdi. 

Procuro à noite, 
Um sinal de ti. 
Espero à noite, 
Por quem não esqueci. 

Eu peço à noite, 
Um sinal de ti. 
Eu nunca esqueci...




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Letra

Que bonita é a Maria, que bonita

Que graça a Maria tem

Como ela no cabelo põe a fita

Como ela, não a sabe pôr ninguém;

Tão bonita no cabelo aquela fita!

 

Mal morre a noite

Ainda não nasceu o dia

Já da fonte vem Maria

Lá vem Maria

Lata d'água na cabeça

Ai, Maria! Ai, Maria!

 

Quando desce, mal a manhã se avizinha

Mil olhos a vão seguindo;

Quando sobe, quase fechada a tardinha

De mil bocas a Maria vai ouvindo:

"Pobrezinha, mas tem porte de rainha!"

 

Mal morre a noite

Ainda não nasceu o dia

Já da fonte vem Maria

Lá vem Maria

Lata d'água na cabeça

Ai, Maria! Ai, Maria!

 

Ai, Maria! Ai, Maria!

Ai, Maria! Ai, Maria!

Ai, Maria! Ai, Maria!

Ai, Maria! Ai, Maria!



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Domingo, 17 de Julho de 2011
Letra
Há uma voz de sempre
Que chama por mim
Para que eu lembre
Que a noite tem fim

Ainda procuro,
Por quem ñ esqueci
Em nome de um sonho,
Em nome de ti

Refrão
Procuro à noite, um sinal de ti
Espero à noite, por quem não esqueci
Eu peço à noite, um sinal de ti
Por quem eu não esqueci

Por sinais perdidos
Espero envão
Por tempos antigos, por uma canção
Ainda procuro, por quem não esqueci
Por quem já não volta, por quem eu perdi

Refrão (2vezes)


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Sábado, 16 de Julho de 2011
Letra
sem saudades na lembrança 
eu disse adeus 
à terrinha e mais ao lar 
ai! ai! ai! 

levo na alma a luz da esperança 
e fé em deus 
parto a rir e a cantar 
ai! ai! ai! 

despedi-me das ovelhas 
do meu cão, das casas velhas 
do lugar onde nasci 
ai! ai! ai! 

não me importo de ir à toa 
que o meu sonho é ver lisboa 
mais o mar que eu nunca vi 


[refrão] 
adeus, ó terra 
adeus linda serra 
de neve a brilhar 
adeus, aldeia 
que eu levo na ideia 
não mais cá voltar 

diz que a sorte das pessoas, sempre ouvi 
vem do nome que elas têm 
ai! ai! ai! 
coisas más ou coisas boas, sempre ouvi 
e comigo calha bem 
ai! ai! ai! 

eu no monte era papoila 
mesmo a graça de moçoila 
que no campo anda a lidar 
ai! ai! ai! 


mas o nome bem dizia 
como sou também maria 
tinha que ir p´ró pé do mar


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Letra

 

E assim vem o anoitecer,
Devagar sem ninguém ver,
Imagino o que serei,
Vejo o rio adormecer,
Ouço o eco dos sorrisos,
Pelos cafés entardecidos,
No reflexo ao contrário
Da cidade em aquário…

 

Foi nesta paisagem calma
Como o fundo da tua alma
Que sinto o mundo acontecer
Já não quero nem saber
Se sonho uma tarde igual
Nesta Lisboa tropical…
Nesta Lisboa tropical...

 

Vou contando uma lenda,
A cada luz que se acenda
De fantasmas e ruelas,
De valsas e caravelas,
Nunca paro a caminhada
Pelas janelas ilustradas,
Não volto a esperar por ti,
Cidade eterna, e eu aqui

 

E a certeza que tudo é certo,
Porque a vida é tão perto,
Sinto o mundo acontecer
Já não quero nem saber
Se sonho uma tarde igual
Nesta Lisboa tropical...
Nesta Lisboa tropical...
Nesta Lisboa tropical...
Nesta Lisboa tropical...
Nesta Lisboa tropical...
Nesta Lisboa tropical...
Nesta Lisboa tropical...
Nesta Lisboa tropical...



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Sexta-feira, 15 de Julho de 2011

MOVE.AR - FESTIVAL DE ARTES DE RUA DE SETÚBAL

 

Move.AR – Festival de Artes de Rua de Setúbal anima a cidade

 

Pintura facial, malabarismo, modelagem de balões, espectáculos de pirofaga, instalações, estátuas vivas, artesanato urbano, teatro de rua, oficinas para crianças, actividades para bebés, entre muitas outras acções que o Festival de Artes de Rua de Setúbal – Move.AR proporciona a todos os públicos. O Festival é organizado pelo Teatro do Elefante e decorre até dia 17 de Julho, com programação durante todo o dia em vários locais da cidade.

 

No festival são apresentados múltiplos modos de articulação entre as diversas formas de Arte. Deste modo promove-se a intervenção artística de qualidade em espaços acessíveis a todos, estimulando as múltiplas formas de colaboração entre as actividades artísticas, as indústrias do lazer e os agentes económicos e turísticos locais, em geral.

 

No fim de semana que marca o final do primeiro período do Festival, que regressa entre os dias 8 e 19 de Agosto, destaca-se a Oficina de Percussão, dinamizada por Bruno Cintra do Agora Teatro. Esta Oficina dirige-se a crianças a partir dos 4 anos, na qual são explorados os ritmos tradicionais individualmente e em conjunto, bem como os próprios instrumentos.Acompanhando a música ao vivo de uma gaita de foles, a oficina decorre no dia 14 de Julho, pelas 17 horas, no Parque Urbano de Albarquel, com inscrição para os contactos da Companhia. A par da oficina mantêm-se actividades todas as manhãs na Placa Central da Avenida Luísa Todi, como a pintura facial, a modelagem de balões, entre outros. Entre as 10.30h e as 13h, aproximadamente, este espaço é animado e proporciona um conjunto de acções, com participação gratuita para todos, bem como todas as informações sobre o Festival.

 

O  festival é organizado pelo Teatro do Elefante, uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura - DGArtes, e apoiado pela Câmara Municipal de Setúbal e Made In Café|Kids. Todas as informações podem ser cedidas pelos contactos do Teatro do Elefante, elefante@teatrodoelefante.net, 927 751 881 e 916 887 596.

 



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Letra

 

Ás vezes é tarde, embora pareça cedo
Por isso te escondes e tens tanto medo
Tens de sair para voltar para voltar a entrar

Foste político e também foste rasga
Cheio de sorrisos também disseste Basta!
Tiveste as cartas que havia para jogar

E se tudo te parece fora do sítio
Se tudo te é estranho e tão esquisito
Se um grito não te chega para te mudar de lugar
Tens de sair para voltar para voltar a entrar
Tens de sair para voltar para voltar a entrar
Tens de sair para voltar para voltar a entrar

Deixei de ser quem era
Voltei a ser quem sou
Agora vivo numa outra esfera
Á espera daquilo que o tempo me reservou

No mar hotel fiz reserva
Um quarto com vista para o céu
Primeira fila para um universo
Da insignificância do que eu sou

E se tudo te parece fora do sítio
Se tudo te é estranho e tão esquisito
Se um grito não te chega para te mudar de lugar
Tens de sair para voltar para voltar a entrar
Tens de sair para voltar para voltar a entrar
Tens de sair para voltar para voltar a entrar

E se tudo te parece fora do sítio
Se tudo te é estranho e tão esquisito
Se um grito não te chega para te mudar de lugar
Tens de sair para voltar para voltar a entrar
Tens de sair para voltar para voltar a entrar
Tens de sair para voltar para voltar a entrar

Tu tens de sair



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Quinta-feira, 14 de Julho de 2011

Começa hoje, com Manu Chao, a 9.ª edição do Festival Marés Vivas, em Vila Nova de Gaia. Até sábado, o recinto montado em Cabedelo recebe ainda Xutos & Pontapés, Moby, Skunk Anansie e Mika.

 

Vila Nova de Gaia acolhe mais uma edição do "maior festival de música do Norte", como apelida a organização, que espera este ano confirmar o sucesso de anos anteriores. Manu Chao, Natiruts, Moby, Skunk Anansie, Mika, The Cranberries e Tindersticks são alguns dos nomes internacionais encarregues de animar as hostes. Xutos & Pontapés, Anaquim, Expensive Soul, Mendes e João Só, Aurea e Azeitonas são alguns dos portugueses que têm também presença confirmada.

 

Para se deslocarem até Cabedelo, local do recinto, aconselha-se aos festivaleiros que utilizem transportes públicos assistidos pela CP, Espírito Santo Metro do Porto (disponível entre as 06h00 e a 1h00). A organização garante também parques de estacionamento gratuitos nas zonas envolventes ao recinto. Os ingressos diários custam 25 euros, já os passes de três dias sobem para 50 euros.

 

O dia de hoje conta no palco principal com Pitt Broken (18h30), Anaquim (19h30), Natiruts (22h00), Xutos e Pontapés (23h30) e Manu Chao La Ventura (1h00).

 

Na sexta-feira o programa tem confirmados Mendes e João Só (18h30), Classificados (19h30), Expensive Soul (22h00), Skunk Anansie (23h30) e Moby (1h00)

 

Mia Rose (18h00), Azeitonas (19h00), Áurea (20h30), Tindersticks (22h00), The Cranberries (23h30) e Mika (1h00) encerrarem o festival.

 

Via Público



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Letra
Se sou tinta
Tu és tela
Se sou chuva 
És aguarela
Se sou sal
És branca areia
Se sou mar 
És maré cheia
Se sou céu
És nuvem nele
Se sou estrela
És de encantar
Se sou noite
És luz para ela
Se sou dia 
És o luar

Sou a voz 
Do coração
Numa carta
Aberta ao mundo
Sou o espelho
D`emoção
Do teu olhar
Profundo
Sou um todo
Num instante
Corpo dado
Em jeito amante
Sou o tempo
Que não passa
Quando a saudade 
Me abraça

Beija o mar
O vento e a lua
Sou um sol
Em neve nua
Em todas as ruas 
Do amor
Serás meu
E eu serei tua


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Letra

Ela diz que eu fui caso muito sério
Mas eu só sei que há algo nisso de anormal
Havia un tempo, um olhar, um sorrir, um començo
Mas agora tudo perdeu seu brilho

 

Na minha vida só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro, uma aventura sem igual


Linda, linda, esta balada que te dou
Linda, linda, esta balada que te dou

 

Podem até pensar que eu sou um pouco triste
Mas não há nenhum mal em ser assim
Pois tudo fica mesmo quando se acaba
Um romance, uma paixão ou um caminho

 

Na minha vida só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro, uma aventura sem igual


Linda, linda, esta balada que te dou
Linda, linda, esta balada que te dou

 

Quis escrever a mais bela canção que há no mundo
Olhando para trás p'ra nos ver
Foi quando ouvi uma voz cantando baixinho
Esta balada que vinha de longe

 

Na minha vida só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro, uma aventura sem igual

 

Na minha vida só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro, uma aventura sem igual


Linda, linda, esta balada que te dou
Linda, linda, esta balada que te dou



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Letra
Ela diz que eu fui um caso muito sério
Mas eu só sei que algo nisso é normal
Havia um tempo, um olhar, um sorriso, um começo
Mas agora tudo perdeu o seu brilho

Na minha vida só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro, uma aventura sem igual...

Linda é linda esta balada que te dou (2x)

Podem até pensar que eu sou um pouco triste
Mas não há nenhum mal em ser assim
Pois tudo fica mesmo quando se acaba
Um romance, uma paixão, um caminho...

Na minha vida só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro, uma aventura sem igual...

Linda é linda esta balada que te dou (2x)

Quis escrever a mais bela canção que há no mundo
Olhando para trás p'ra nos ver
Foi quando ouvi uma voz cantando baixinho
Esta balada que vinha de longe

Na minha vida só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro, uma aventura sem igual...
Na minha vida só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro, uma aventura sem igual...

Linda é linda esta balada que te dou
Linda é linda esta balada que vos dou


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Quarta-feira, 13 de Julho de 2011
Festival dos Oceanos

 

 

Festival dos Oceanos anima as ruas de Lisboa já a partir do dia 30 de Julho e até 13 de Agosto, com uma série de iniciativas de acesso gratuito que incluem concertos, exposições, teatro de rua, museus abertos à noite e muitas outras actividades interactivas, dirigidas a públicos de todas as idades.

 

Na sua oitava edição, esta iniciativa do Turismo de Lisboa dá um destaque especial ao Fado, no ano em que é apresentada a candidatura a Património Cultural da Humanidade.

 

A artista britânica Joss Stone dá as boas-vindas a duas semanas de animação cultural, no concerto de abertura do Festival dos Oceanos, que se realiza a 30 de Julho, na Praça do Comércio, e que conta com um dueto inédito com a aclamada cantora portuguesa Sara Tavares. A primeira parte do espectáculo está a cargo da banda nacional X-Wife e os sons do seu mais recente trabalho«Infectious Affectional».

 

O fado, convidado de honra desta festa, sobe a palco no Pátio da Galé, para quatro concertos que integram a iniciativa «O Fado convida…». Ana MouraMaria Ana BoboneAna Varela e António Zambuja, expressam a canção de Lisboa em dueto com artistas oriundos de diferentes pontos do globo, da Índia ao Brasil.

 

Este é, também, o momento certo para lisboetas e turistas conhecerem os museus da cidade fora de horas, gratuitamente, com a iniciativa «Museus à Noite» que, este ano, integra mais de duas dezenas de espaços culturais.

 

Os espectáculos de rua Waterwall e Muaré, a instalação «Universo de Luz» e a exposição da National Geographic, que marca o regresso do Festival dos Oceanos a Belém, dão a conhecer as vertentes temáticas deste evento: a Universalidade, a Sustentabilidade e o Entretenimento.

E para quem deseja conhecer os segredos do grande mar português, o antigo bacalhoeiro Santa Maria Manuela atraca na Marina do Parque das Nações, de 5 a 7 de Agosto, para partilhar com o público técnicas relacionadas com a navegação de uma grande embarcação e alguns dos resultados da expedição científica SMM/ MarPro 2011.

 

A iniciativa conta com a colaboração da Pascoal, empresa parceira do Festival dos Oceanos, que torna possível a participação deste mítico veleiro no evento, enquadrada na expedição científica SMM/MarPro 2011, que junta universidades espanholas e portuguesas com o objectivo de monitorizar o mar português pela sua importante diversidade de espécies de cetáceos, aves e outros animais e espécies marinhas.

 

Para os mais novos, a animação está garantida no Clube Pequenos Descobridores, localizado na Caravela Vera Cruz, aportada na Marina do Parque das Nações. A pensar neles, o Festival dos Oceanos apresenta, também, a sua mascote – uma curiosa gaivota, cujo nome, escolhido pelo público, será revelado em breve.

 

A Festa dos Oceanos é uma iniciativa reconhecida nacional e internacionalmente, que é já uma marca da cidade de Lisboa, atraindo uma média de 350 mil pessoas em cada edição, cumprindo, assim, o objectivo de combater a sazonalidade e aumentar o fluxo de turistas em Lisboa, durante o mês de Agosto.

 

Mais informações no site oficial do evento. 

 

Via Sapo Música

 

 



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Letra
"Olha, olha esta luzinha
Ao teu lado a brilhar
Assim nunca está escuro
E nem ficas sozinha
Que luzinha tão lindinha
Acompanha a menina

Olha, olha esta luzinha
Ao teu lado a brilhar
Assim nunca está escuro
E nem ficas sozinha
Ao bebé chamaste Zé
E ao ursinho Antoninho
Antes que chegue o soninho
O que é que lhe vamos chamar

Olha, olha esta luzinha
Ao teu lado a brilhar
Acompanha a menina

Olha, olha esta luzinha
Ao teu lado a brilhar

Assim nunca está escuro
E nem ficas sozinha
Luzinha tão lindinha
Acompanha a menina

Olha, olha esta luzinha
Ao teu lado a brilhar

Devia ter um nome
Ai, que nome
Que nome lhe vamos dar
Era tão bom ter um nome
Que nome lhe vamos dar
Antes que chegue o soninho
O que é que lhe vamos chamar
Olha, olha esta luzinha..."



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Terça-feira, 12 de Julho de 2011

Canções de embalar num mundo imaginário de Nuno Rodrigues

“Pelo meio escrevi uns fados para a Ana Moura, dois ou três, mas dado o êxito das primeiras 'Canções de Embalar' que continuam a sair e a ser um fenómeno de mercado, lancei-me neste projecto”, disse o músico e compositor.

Com Nuno Rodrigues nestes dois CD estão José Peixoto, responsável pelos arranjos musicais, e nomes como Rui Veloso, Luís Represas, Teresa Salgueiro, Mafalda Veiga, Filipa Pais, Dany Silva, Luanda Cozetti, e seu lado, sobressai a estreia de Teresa Macedo.

À Lusa, Nuno Rodrigues sublinhou “o cuidado posto por cada um dos participantes que foram muito atentivos em cada tema que interpretaram, e a magia que lhe colocou o José Peixoto”. A música é de Nuno Rodrigues que assina ainda seis letras, as restantes são de Miguel Cardoso (cinco) e de Marta Elias (duas). A edição é da CNM.

Referindo-se a este regresso ao imaginário infantil, Nuno Rodrigues afirmou: “A minha ternura está sempre a ser reciclada” e citou a sua experiência pessoal, “pai de filhos de 41, 31, de 16 e de 09 anos”, além dos netos que já tem.

“Continuo a ser muito miúdo com a idade que tenho, e as crianças e os adultos precisam de ser embalados e só nos faz bem partilhar o mundo imaginário das crianças”, argumentou. Estes dois discos, que saem segunda-feira, surgem separadamente no mercado, sendo aqueles que Nuno Rodrigues afirmou ter mais a ver consigo “pois são mais acústicos”.

Um CD destina-se a “Canções de embalar de noite” e é totalmente constituído por temas em que a harpa de Ana Isabel Dias domina, sendo exclusivamente instrumental.

“Este disco não foi planeado de início, mas dada a sua entrega, o seu envolvimento e a magia que proporcionava, acabámos por a convidar para fazer um disco completo. Até porque foi um instrumento que me encantou e o desempenho dela [Ana Isabel Dias] é fabuloso”, contou.

Outro CD destina-se às “Canções de embalar de dia” e nele surgem as canções com palavras: “A Rita gosta de batata frita”, “O cavalo do Gonçalo”, “O menino vai ao colo”, “Adriana Lia (Olhos Cor do Mar)", “Mundo imaginário”, esta última que dá título ao projeto.

O radialista António Macedo afirma que este é “um disco bonito, porque é superior e ternurentamente cantado”.

Nuno Rodrigues, 61 anos, estreou-se nas lides musicais com o EP “Barca de Flores” (1969). Participou num Festival RTP da Canção com Daphne e, depois das canções que compôs (com António Avelar de Pinho) para a Banda do Casaco, “nada voltou a ser como antes”, atesta António Macedo que sublinha o seu trabalho com “cantoras como a extraordinária Né Ladeiras ou a surpreendente e inultrapassável Gabriela Schaff” que “nunca cantaram tão bem como quando cantaram canções do Nuno [Rodrigues]". Nuno Rodrigues é o autor da Banda do Casaco, mas também de “Telepatia”, de Lara Li, “Alibábá”, das Doce, ou “Eu Só Quero“, de Schaff.

Entre 1978 e 1983 foi A&R (Artistas e Reportório) na discográfica Valentim de Carvalho, em 1984 assumiu a direcção da editora Transmédia, que duraria quatro anos, seguindo um percurso próprio desenhando uma linha editorial independente fazendo sair discos de José Afonso, Júlio Pereira, Fernando Tordo, Luís Cília, Né Ladeiras ou os trabalhos de estreia dos Peste & Sida, Tarântula, António Emiliano e Shis/José Peixoto.

Na década de 1990 lançou no projecto que hoje o ocupa, a CNM (Companhia Nacional de Música) em que alia a distribuição à edição, como acontecera com a Transmédia, mas ao lado do catálogo nacional com nomes como Joana Amendoeira, Ricardo Ribeiro, João Braga, Gonçalo Salgueiro. Representa em Portugal etiquetas estrangeiras, em especial da área da música clássica.

 

Via HardMúsica



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Letra

Yô, S-A-U-D-A-D-E,
O Melo disse "Já chega",
Eu sei, desculpa mas é,
Que eu não consigo deixar de relembrar o passado,
Pa conseguir avançar,
Pa conseguir alcançar
A lua, as estrelas, talvez o Ibério de Chi-Ar (?),
Ok, agora foi geek,
E dou graças à BD porque hoje eu tenho aquele clique,
Imagino como se vê,
Lia bué DC, Image e Marvel,
Hoje em dia eu leio o Metro,
Pró resto não há papel,
Sabe bem como mel,
Ou cortas logo com limão,
Pode ser agridoce, ou só agri recordação,
Desbloco blocos antigos, faço novos abrigos,
Posso dizer que passei a ser imune a certos perigos,
E inimigos, concisos, concretos em certos aspectos,
Certos, mas sempre com a mania que são buéda
espertos,
E lembro afectos, e lembro bem,
Quando não fiz nada por mim, tentei fazer por alguém,
Isto é verdade ..
Se tu não vês, não percebes que a saudade só existe em
português ..
Existe mais em português

Tu não vês, tu não vês .. ?
Que a saudade existe mais em português ?
Tu não vês, tu não vês .. ?
Que a saudade existe mais em português ?
Tu não vês, tu não vês .. ?
Que a saudade existe mais em português ?
Tu não vês, tu não vês .. ?
Que a saudade só existe em português ..

Saudade vem do latim, influência de "saudar",
Saúdo logo aquilo que dela tenho para dar,
Recordações, histórias, situações e memórias,
Músicas, filmes, fotos, risos e paranóias,
Eu não comia smarties, eu comia pintarolas,
Eastpak era zero, Monte Campo reinava as escolas !
Depois das aulas,
Eu nunca fui muito baldas,
Fui expulso de algumas salas, levei recados pra casa,
Daqueles que ninguém se rala,
Seguia logo pelas escadas, o people chega em camadas,
Eram dias, eram tardes,eram noites bem passadas,
E são noites, e são tardes, e são dias bem passados,
Hoje em dia são lembrados, reciclados, rebuscados,
Mas nunca são repetidos, imitados ou forçados ..
E o meu meio envolvente sente um grupo consistente,
Como um povo que se estende, saem uns, entra mais
gente,
E não me é indiferente que sapatos eu calço,
Com eles andei, vi e vivi mais que um precalço,
Através deles, milito e delimito o meu espaço,
Eu cago nos maus momentos, e os bons eu realço,
Tenho saudades do presente e do passado, eu juro,
E à noite, momento puro no escuro eu não descuro,
De pensar que até já tenho saudades do meu futuro..
Saudades do meu futuro..

Tu não vês, tu não vês .. ?
Que a saudade existe mais em português ?
Tu não vês, tu não vês .. ?
Que a saudade existe mais em português ?
Tu não vês, tu não vês .. ?
Que a saudade existe mais em português ?
Tu não vês, tu não vês .. ?
Que a saudade só existe em português ..

Mais do que a ideia,
Gosto de deixar fluir,
Mais do que sentir,
Gosto da palavra,
E a forma como se entrelaça, com um sentimento de
pertença,
Convidando o tempo para uma dança,
Gosto como a música nos leva para longe, sem sair do
lugar,
E sentir que se eleva, lá do alto onde os vejos,
Conhecem a distância que nos separa,
E quanto pesa o desejo, de voltar, de saudadiar,
Quero tocar onde dizes que dói,
Preciso de descobrir, essa saudade que torce e mói,
Alimenta, ou nos destrói..

Tu não vês, tu não vês .. ?
Que a saudade existe mais em português ?
Tu não vês, tu não vês .. ?
Que a saudade existe mais em português ?
Tu não vês, tu não vês .. ?
Que a saudade existe mais em português ?
Tu não vês, tu não vês .. ?
Que a saudade só existe em português ..



publicado por olhar para o mundo às 22:19 | link do post | comentar

Letra
Amélia dos olhos doces, 
Quem é que te trouxe grávida de esperança? 
Um gosto de flor na boca, 
Na pele e na roupa, perfumes de França 

[refrão] 
Cabelos cor-de-viúva, 
Cabelos de chuva, sapatos de tiras, 
E pois, quantas vezes, 
Não queres e não amas 
Os homens que dormem, 
Os homens que dormem contigo na cama 

Amélia dos olhos doces, 
Quem dera que fosses apenas mulher 
Amélia dos olhos doces, 
Se ao menos tivesses direito a viver 

[refrão] 

Amélia gaivota, amante, poeta, 
Rosa de café 
Amélia gaiata, do bairro da lata, 
Do Cais do Sodré 

Tens um nome de navio, 
Teu corpo é um rio onde a sede corre 
Olhos doces, quem diria, 
Que o amor nascia onde Amélia morre 

[refrão]


publicado por olhar para o mundo às 17:23 | link do post | comentar

Letra
Chamava-se Nini
Vestia de organdi
E dançava (dançava)
Dançava só pra mim
Uma dança sem fim
E eu olhava (olhava)

E desde então se lembro o seu olhar
É só pra recordar
Que lá no baile não havia outro igual
E eu ia para o bar
Beber e suspirar
Pensar que tanto amor ainda acabava mal

Batia o coração mais forte que a canção
E eu dançava (dançava)
Sentia uma aflição
Dizer que sim, que não
E eu dançava (dançava)

E desde então se lembro o seu olhar
É só pra recordar
Os quinze anos e o meu primeiro amor
Foi tempo de crescer
Foi tempo de aprender
Toda a ternura que tem o primeiro amor
Foi tempo de crescer
Foi tempo de aprender
Que a vida passa
Mas um homem se recorda sempre assim
Nini dançava só pra mim

E desde então se lembro o seu olhar
É só pra recordar
Os quinze anos e o meu primeiro amor
Foi tempo de crescer
Foi tempo de aprender
Toda a ternura que tem o primeiro amor
Foi tempo de crescer
Foi tempo de aprender
Que a vida passa
Mas um homem se recorda, é sempre assim
Nini dançava só pra mim


publicado por olhar para o mundo às 08:20 | link do post | comentar

Segunda-feira, 11 de Julho de 2011
Michael Bolton vai gravar dueto com Rita Guerra
O cantor norte-americano Michael Bolton vai gravar nas próximas semanas um dueto com a cantora portuguesa Rita Guerra, que será incluído na reedição de um álbum de parcerias, disse à Lusa fonte da editora Sony.

O músico actuou no domingo em Lisboa, em conjunto com o saxofonista Kenny G., e no concerto convidou Rita Guerra para interpretar as canções 'Over the Rainbow' e 'To make you make you feel my love'.

 

Na terça-feira o cantor e Kenny G. atuam no Coliseu do Porto e, como 'Michael Bolton gostou da parceria com Rita Guerra, decidiu convidá-la para atuar também no Porto', onde interpretarão, em dueto, três temas, disse a mesma fonte.

 

Nas próximas semanas, Michael Bolton e Rita Guerra irão gravar em estúdio uma versão de 'Over the rainbow', que será incluída numa reedição, marcada para depois do verão, da coletânea 'Gems - The Duets Collection'.

 

Esta colectânea foi editada em Junho passado pelo cantor de baladas românticas.

 

O mesmo dueto será incluído no próximo álbum de Rita Guerra.



publicado por olhar para o mundo às 22:13 | link do post | comentar

Letra
Que negra sina, ver-me assim
Que sorte vil e degradante
Ai que saudade eu sinto em mim
Do meu viver de estudante

Nesse fugaz tempo de amor
Que de um rapaz é o melhor
Era um audaz conquistador
Das raparigas

De capa ao ar, cabeça ao léu
Só para amar vivia eu
Sem me ralar
E tudo mais eram cantigas

Nenhuma delas me prendeu
Deixá-las eu era canja
Até ao dia em que apareceu
Essa traidora da franja

Sempre a tenir, sem um tostão
Batina a abrir, por um rasgão
Botas a rir
Um bengalão e ar descarado

A vadiar com outros mais
E a dançar nos arraiais
P'ra namorar, beber, folgar
Cantar o fado

Recordo agora com saudade
Os calhamaços que eu lia
Os professores da faculdade
E a mesa de anatomia

Invoco em mim
Recordações que não têm fim
Dessas lições frente ao jardim
No velho campo de Santana

Aulas que eu dava
E se estudasse ainda estava
Nessa classe a que eu faltava
Sete dias por semana

O fado é toda a minha fé
Embala, encanta e enebria
Pois chega a ser bonito até
Na rádio telefonia

Quanto é tocado com calor
Bem ao cuidado e a rigor
É belo o fado
Ninguém há quem lhe resista

É a canção mais popular
Tem emoção faz-nos vibrar
E eis a razão
De eu ser Doutor e ser Fadista 


publicado por olhar para o mundo às 17:12 | link do post | comentar

Letra
I still have both hands over old photographs 
To remind me of the laughter, and tears 
Times we made love, are more than enough, 
To count them on my souvenirs 

But the one thing I had, I'm missing most, 
Is the one thing I can't seem to find 

I thought you would leave your heart with me 
And that part of you is all I need 
And someday you'd reappear, 
'Cause you knew you left it here 
The only place it could ever be 
I thought I could watch you walk away 
Knowing somewhere down the road you'd say: 
'It was all a big mistake, it was more than you could take', 
I thought you would leave your heart with me... 

I was sure you were mine, just a matter of time 
Until I heard your knock at my door 
But I'm facing the facts, you're not coming back, 
'Cause there's nothing to come back here for 

All that I know, I can't keep on living a lie, 
Oh, but darling... I can't hide the truth 

I thought you would leave your heart with me 
And that part of you is all I need 
And someday you'd reappear, 
'Cause you knew you left it here 
The only place it could ever be 

And if I only knew, what I know now, 
I would have never let you go, I'd still be holding on somehow... 

I thought I could watch you walk away 
Knowing somewhere down the road you'd say: 
'It was all a big mistake, it was more than you could take', 
I thought you would leave your heart with me... 

I thought you would leave your heart with me...


publicado por olhar para o mundo às 08:03 | link do post | comentar

Domingo, 10 de Julho de 2011

Festival das Artes em Coimbra!

 

A Fundação Inês de Castro, instituição particular de direito privado com sede em Coimbra, na Quinta das Lágrimas, organiza a 3ª edição do Festival das Artes, lançado em 2009, este ano sobre o tema “Paixões”. Trata-se de um Festival de Verão que se desenrola ao ar livre no anfiteatro “ Colina de Camões”, na Quinta das Lágrimas, galardoado em 2008 com o Prémio Nacional de Arquitectura Paisagística.

 

O Festival das Artes reafirma a sua ambição de se tornar uma referência a nível nacional e internacional no âmbito dos festivais de Verão ao ar livre, não esquecendo a intenção de vir a constituir-se como uma âncora de turismo cultural que ajude a promoção de Coimbra.

 

O certame irá contar com as seguintes actuações:

Idades da Paixão
Schostakovich-Ensemble
17 de Julho, Domingo, 21h00
Anfiteatro Colina de Camões

 

Uma Ousada Paixão
Cordis
18 de Julho, 2ª feira 21h30
Anfiteatro Colina de Camões

 

Sopros de Paixão
Orquestra do Conservatório
18 de Julho, 2ª feira 19h00
Anfiteatro Colina de Camões

 

Piano, Chopin, Minhas Paixões
Dang Thai Son
22 de Julho, 6ª feira, 21h00
Anfiteatro Colina de Camões

 

Serenas Paixões
Cesário Costa
23 de Julho, Sábado 21h00
Anfiteatro Colina de Camões

 

Ritmos e Cores da Paixão
Maria Schneider
24 de Julho, Domingo 21h00
Anfiteatro Colina de Camões

 

Via Palco Principal



publicado por olhar para o mundo às 22:56 | link do post | comentar

O compositor e percussionista venceu o Prémio Gulbenkian da Arte, no valor de 50 mil euros

 

"Um instrumentista de génio" foi como o júri do Prémio Gulbenkian da Arte definiu Pedro Carneiro, justificando a sua escolha. O compositor e percussionista venceu o prémio no valor de 50 mil euros.

O júri, composto por João Marques Pinto, José Gil, Raquel Henriques da Silva, Salwa Castelo-Branco e Jorge Silva Melo, distinguiu a excepcional carreira de Pedro Carneiro, "reconhecido mundialmente como um dos mais importantes percussionistas da actualidade, sublinhando a originalidade de ter escolhido um instrumento pouco comum, a marimba."

Reconhecido na área, Pedro Carneiro é também chefe de orquestra, sendo convidado regularmente para tocar com algumas das mais prestigiadas orquestras e instrumentistas mundiais e para interpretar peças de compositores como Steve Reich, Sofia Gubaidulina e Peter Lieberson.

Ao longo da sua carreira, tocou, em estreia absoluta, mais de uma centena de obras e a conta na sua discografia com trabalhos a solo, música de câmara e concertos.

Em 2004, Pedro Carneiro recebeu um "Choc de la Musique", com a monografia de Iannis Xenakis, considerada uma obra de referência pela crítica especializada.

Pedro Carneiro é co-fundador, director artístico e maestro titular da Orquestra de Câmara Portuguesa e ainda coordenador do programa de mestrados em percussão na Escola Superior de Música de Lisboa.

O compositor sucede assim a Pedro Costa, Vera Montero e Cristina Reis, distinguida no ano passado.

Os Prémios Gulbenkian foram instituídos por ocasião do 50º aniversário da Fundação correspondendo às quatro áreas estatuárias estabelecidas no seu testamento, que são as esferas de actuação da Fundação - Arte, Beneficência, Ciência e Educação.

O compositor foi o primeiro nome a ser anunciado na sério de Prémios Gulbenkian que além da arte, premeiam ainda nomes da edução, da ciência, da beneficência e do internacional, este último destinado a distinguir acções na área do diálogo intercultural, interétnico ou inter-religioso.

 

Via Público



publicado por olhar para o mundo às 21:45 | link do post | comentar

Letra
A princípio é simples anda-se sozinho
passa-se nas ruas bem devagarinho
está-se bem no silêncio e no borborinho
bebe-se as certezas num copo de vinho
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

Pouco a pouco o passo faz-se vagabundo
dá-se a volta ao medo e dá-se a volta ao mundo
diz-se do passado que está moribundo
bebe-se o alento num copo sem fundo
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

E é então que amigos nos oferecem leito
entra-se cansado e sai-se refeito
luta-se por tudo o que se leva a peito
bebe-se e come-se se alguém nos diz bom proveito
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

Depois vem cansaços e o corpo frequeja
molha-se para dentro e já pouco sobeja
pede-se o descanso por curto que seja
apagam-se duvidas num mar de cerveja
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

E enfim duma escolha faz-se um desafio
enfrenta-se a vida de fio a pavio
navega-se sem mar sem vela ou navio
bebe-se a coragem até dum copo vazio
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

Entretanto o tempo fez cinza da brasa
outra maré cheia virá da maré vaza
nasce um novo dia e no braço outra asa
brinda-se aos amores com o vinho da casa
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida 



publicado por olhar para o mundo às 12:33 | link do post | comentar

Sábado, 9 de Julho de 2011
Letra
Ó laurindinha 
Vem à janela 
Ver o teu amor 
Ai ai ai que vai para a guerra 

Se ele vai para a guerra 
Deixai-o ir 
Ele é rapaz novo 
Ai ai ai ele torna a vir 

Ele torna a vir 
Se Deus quiser 
Ainda vem a tempo 
Ai ai ai de arranjar mulher 


publicado por olhar para o mundo às 17:59 | link do post | comentar

Letra
Parava no café quando eu lá estava
Na voz tinha o talento dos pedintes
Entre um cigarro e outro lá cravava
a bica, ao melhor dos seus ouvintes

As mãos e o olhar da mesma cor
Cinzenta como a roupa que trazia
Um gesto que podia ser de amor
Sorria, e ao partir agradecia

[Refrão]
São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar
Se a Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar

Um dia numa sala do quarteto
Passou um filme lá do hospital
Onde o esquecido filmado no gueto
Entrava como artista principal

Compramos a entrada p'ra sessão
Pra ver tal personagem no écran
O rosto maltratado era a razão
De ele não aparecer pela manhã

[refrão]

Mudamos muita vez de calendário
Como o café mudou de freguesia
Deixamos de tributo a quem lá pára
Um louco a fazer-lhe companhia

E sempre a mesma posse o mesmo olhar
De quem não mede os dias que vagueam
Sentado la continua a cravar
Beijinhos as meninas que passeiam.

[refrão]


publicado por olhar para o mundo às 12:28 | link do post | comentar

Sexta-feira, 8 de Julho de 2011
Letra
Pele encarquilhada carapinha branca
Gandôla de renda caindo na anca
Embalando o berço do filho do sinhô
Que há pouco tempo a sinhá ganhou

Era assim que mãe preta fazia
criava todo o branco com muita alegria
Porém lá na sanzala o seu pretinho apanhava
Mãe preta mais uma lágrima enxugava

Mãe preta, mãe preta

Enquanto a chibata batia no seu amor
Mãe preta embalava o filho branco do sinhô


publicado por olhar para o mundo às 17:56 | link do post | comentar

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