Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

Letra
Estava difícil combinar um café, mas desta vez lá foi
Talvez possamos falar do que já lá vai que as vezes ainda dói
Da coragem esquecida que já se perdeu
quem deixou por dizer foste tu ou fui eu
da lembrança guardada num canto qualquer
da palavra apagada por não se entender
e dizer-te num gesto mais enternecido
Sabes, eu também ando um bocado perdido.

Vou preparar-te um jantar, concerteza vou ser original
E vou escolher-te um bom vinho. Tu sabes, nunca me saí mal
Vou falar-te das voltas que a vida trocou
Das verdades que o tempo já entrelaçou
Entre sonhos queimados lançados ao vento
Entre a cor de um sorriso e o tom de um lamento
E dizer-te de um sopro empurrado pela sorte
Sabes, eu também ando um bocado sem norte

Olha, não fiz sobremesa. Deixa lá, fica para a outra vez
Vamos deixar mais um copo a falar dos quês e dos porquês
Uma historia que nos apeteça lembrar
Um episódio que nunca nos deu para contar
Um segredo guardado p’lo cair do pano
Um encontro marcado no cais do engano
E dizer-te na hora em que a voz fraquejar
Sabes, eu também me apetece chorar

E vou chamar um táxi. É hora p’ra te levar a casa
Era suposto um de nos nesta altura ficar com a alma em brasa
Mas a vida é assim, não aconteceu
Pouco importa dizer, foste tu ou fui eu
O que importa é o abraço que estava por dar
Há-de haver uma próxima e mais um jantar e
E dizer-te a sorrir já passa das três
Dorme bem, quem sabe … um dia talvez.

 

"Deus, Pátria e Família" é o título do novo álbum de B Fachada, disponível para download gratuito através do site da Mbari, a editora do músico nascido em Cascais em 1985.

 

Já não "Há Festa na Moradia", como no álbum de Verão 2010 de B Fachada. As orgias na piscina do poder e a Joana Transmontana com requebro africano daquele que era álbum duro sónica e liricamente, mas de uma exuberância contagiante, deram lugar, um ano depois, a um jorro zangado, directo e visceral. "Deus, Pátria e Família" é o título do novo álbum de B Fachada, disponível para download gratuito através do site da Mbari, a editora do músico nascido em Cascais em 1985.

Uma suite de 20 minutos, guiada por piano e percussão de clube fumarento perdido entre latinidades europeias e sul americanas, com sintetizadores viajando pelo lado bom do prog e uma voz que tem o seguinte a dizer sobre o hoje deste país deprimido que foi recentemente a eleições: "Portugal está para acabar / É deixar o cabrão morrer / Sem a pátria para cantar / Sobra um mundo para viver // Chegam flores do estrangeiro / Já escolhemos o coveiro / Por mim é para queimar / Mas não quero exagerar".

Depois de "É Pra Meninos", o álbum para crianças que desmontava com carinho e recomendável iconoclastia os clichés do género, Fachada lança um disco com sabor a manifesto. Desalinhado e sem papas na língua, como é natural ao seu autor. B Fachada a pôr-se na boca do lobo. Ao "Deus, Pátria e Família" que é marca de outros tempos, responde com sentido de independência. Será o único ponto em que concordam os que vêm elogiando o timing e o tom do lançamento e os que vêm nele uma provocação de mau gosto. Canta então Fachada: "Eu não sei português / E que se foda Portugal / Eu canto em fachadês / A minha língua paternal".


À edição online, seguir-se-á brevemente o lançamento em formato físico, ainda não agendado.

 

Via Público

Letra
Sei de alguém
Por demais envergonhado
Que por ser tão desajeitado
Nunca foi capaz de falar

Só que hoje
Viu o tempo que perdeu
Sabes esse alguém sou eu
E agora eu vou-te contar

Sabes lá
O que é que eu tenho passado
Estou sempre a fazer-te sinais
E tu não me tens ligado

E aqui estou eu
A ver o tempo a passar
A ver se chega o tempo
De haver tempo para te falar

Eu não sei
O que é que te hei-de dar
Nem te sei 
Inventar frases bonitas

Mas aprendi uma ontem
Só que já me esqueci
Então olha gosto muito de ti

Podes crer
Que à noite o sono é ligeiro
Fico á espera o dia inteiro
Para poder desabafar

Mas como sempre
Chega a hora da verdade
E falta-me o á vontade
Acabo por me calar

Falta-me jeito
Ponho-me a escrever e rasgo
Cada vez a tremer mais
E ás vezes até me engasgo

Nada a fazer
É por isso que eu te conto
É tarde para não dizer
Digo como sei e pronto

Eu não sei
O que é que te hei-de dar
Nem te sei 
Inventar frases bonitas


Mas aprendi uma ontem
Só que já me esqueci
Então olha gosto muito de ti

Letra
Se sou tinta
Tu és tela
Se sou chuva 
És aguarela
Se sou sal
És branca areia
Se sou mar 
És maré cheia
Se sou céu
És nuvem nele
Se sou estrela
És de encantar
Se sou noite
És luz para ela
Se sou dia 
És o luar

Sou a voz 
Do coração
Numa carta
Aberta ao mundo
Sou o espelho
D`emoção
Do teu olhar
Profundo
Sou um todo
Num instante
Corpo dado
Em jeito amante
Sou o tempo
Que não passa
Quando a saudade 
Me abraça

Beija o mar
O vento e a lua
Sou um sol
Em neve nua
Em todas as ruas 
Do amor
Serás meu
E eu serei tua

Bass-Off apresentam álbum de estreia em Lisboa e no Porto

 

A banda portuguesa Bass-Off vai lançar o seu álbum de estreia durante o próximo mês. “Ohmónimo” - o título do registo - conta com nove faixas, entre as quais o single Whatever.


“Ohmónimo” vai ser apresentado no Porto e em Lisboa, nos dias 2 e 21 de Julho, respectivamente. Na capital, o concerto decorre no Music Box; já na invicta o espectáculo terá lugar no bar Plano B.

Os bilhetes para os concertos já se encontram à venda nos locais habituais, com o preço de €5 (Porto) ou €6 (Lisboa).

O grupo, oriundo de Caldas da Rainha, venceu o concurso MTV/ Levi’s 501 Live Unbuttoned, no Festival Termómetro, em 2008. Os guitarristas Joe e Né e o baterista Nuno constituem os Bass-Off.

Confere aqui o vídeo da música Whatever dos Bass-Off:

 




Melanie Antunes 

 

Retirado de Palco Principal

 

 

 

Letra

 

Ai quem me der ter um homem muito brasa
Para meter na mala e levar para casa
Ai quem me der ter um homem muito brasa
Para meter na mala e levar para casa

Uma brasa que me faça
A menage que me arrasa
Uma brasa que é uma graça
Na despesa lá de casa

Uma brasa que não massa
Uma brasa sempre brasa
Que me sorri e me abraça
Quando eu entro e saio de casa

Ai quem me der ter um homem muito brasa
Para meter na mala e levar para casa
Ai quem me der ter um homem muito brasa
Para meter na mala e levar para casa

13ª edição do MusiCaldas chega em Julho

 

Projecto desenvolvido pelo Conservatório de Caldas da Rainha, o Festival MusiCaldas comemora este ano a sua 13ª edição e tem contado desde o início com o apoio do Ministério da Cultura e da Autarquia.

 

Em 2011, o MusiCaldas volta a realizar-se nas Caldas da Rainha durante o mês de Julho, marcando o reencontro anual da cidade com o seu principal Festival de Música.

 

De 9 a 23 de Julho, a 13ª edição do MusiCaldas será palco para grandes nomes da música erudita, jazz e músicas do mundo. Sem esquecer a sua vertente pedagógica dirigida aos estudantes e profissionais da música, esta edição apresenta surpresas através de novas actividades para todos os amadores e amantes de música, pequenos e graúdos.

 

Mesmo não querendo ainda desvendar muito sobre o cartaz deste ano, Aurélien Lino, director artístico do festival, afirma que esta edição será mais forte, virada para a cidade e aproveitando os excelentes palcos e riqueza natural de que dispõe:

 

«O meu desafio será conseguir uma crescente visibilidade e afluência ao nosso Festival através de novas propostas, tentando captar novos públicos sem desvirtuar a essência deste evento com mais de uma década de existência. Tratando-se de um festival, faz sentido falarmos de uma grande festa cultural, com argumentos suficientes que justifiquem a deslocação até às Caldas da Rainha!».

 

Atividades já confirmadas do MusiCaldas'11:

 

- Concertos com reconhecidos artistas nacionais e internacionais da música erudita, jazz e músicas do mundo.

- 16º Curso de Verão Jovens Músicos
- Ateliês de Música para Crianças
- Workshop de Danças
- Música para Bebés
- Formação de Professores
- Conferências, jam sessions e masterclasses.

 

O concerto de apresentação do festival tem lugar já no dia 25 de Junho e está a cargo da consagrada cantora jazz Maria Anadon, que surge como madrinha do Musicaldas através do seu novo projeto Latin Jazz Quartet. O espetáculo terá lugar no Grande Auditório do Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha (CCC), pelas 21h30.

 

Para este concerto especial, Maria Anadon faz-se acompanhar de Victor Zamora (piano), Nelson Cascais(contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria) para um concerto vibrante, com a energia que caracteriza este género musical.

 

Para mais informações, consulte o site oficial.

 

Retirado de Sapo Música

Letra
"Yoo
Ela diz que me adora quando a noite vai a meio
Eu sinto-me melhor pessoa, menos fraco, feio
Passa o dedo na rasta com a mão bem suave
Encosta o lábio no ouvido e diz-me: queres que a
lave?
Vamos
para o chuveiro e ela flui com a água,
Lava-me a cabeça, a alma e qualquer réstia de mágoa
Diz que o meu amor lhe dá um certo calor na barriga
É aí que eu sei que quero ser para sempre aquele
nigga
Que lhe mete a rir, rir, quando eu lhe faço vir
Da terra até à lua mano, é sempre a subir...
E somos grandes, gigantes com dez metros de altura
Falamos vinte línguas, dialectos da Ternura
Tipo...

[Refrão:]
Uhhh, uhhh!
Yeah, yeah!
Faz, faz!
bébé (2x)

Água morna em pele quente poro aberto não perfura
a minha alma já tá nua e eu faço-lhe uma jura, jura
Para sempre teu depois da noite volvida
Um segundo ao teu lado já preenche uma vida
O conceito de tempo não entra na sensação
Aquilo que vivemos tá gravado no coração
Segura na minha mão e continua a canção
É a melhor que já ouvi reinventaste a paixão
Ela diz que me adora quando o dia vai a meio
O copo passa de meio vazio para meio cheio
A palavra ganha vida e fala à minha frente
Sigo calmo atrás dela deixo crescer a semente
E Diz-me:

[Refrão:]
Uhhh, uhhh!
Yeah, yeah!
Faz, faz!
bébé(4x)

Em cada beijo há uma frase, em cada frase há um
Verso
Em cada verso há um lado do lado inverso
De uma história que assombra a memória
Da leveza irrisória de uma conquista notória
Faço V de vitória, porque hoje eu sou rei
Ao lado da rainha com que sempre sempre sonhei
Foi por isto que esperei, em cada noite que amei
Ou pensei que amei porque é agora que eu sei
A razão da palavra consagrada
Que tanta gente dá à toa em troca de quase nada
Ela não tá espantada, pelo contrário, relaxada
Revê-se na expressão da expressão enamorada
E diz-me:

[Refrão:]
Uhhh, uhhh!
Yeah, yeah!
Faz, faz!
bébé (10x)"

uhhh, uhhh!
yeah,yeah!

Letra
Eu preciso de sentir aquele toque feminino, imagino
Que me possas entender erradamente então declino
Qualquer intenção que não a de trocar uma impressão
Opinião, informação, e, quem sabe, emoção?
Hora e meia de concerto e tou meio estourado
Preciso dum cigarro, sentar um bocado:
Fica do meu lado porque eu tou interessado
Em quase tudo menos sexo sem significado, então
"Vem fazer de conta" e acredita em mim...
Podemos falar do Manel, ou das canções do Jobim
Hoje eu tou memo assim, com uma carência sem fim
E quero saber tudo de ti, timtim por timtim
Vou trocar de roupa dá-me só um minuto
Queres um bom vinho tinto ou um champanhe bruto?
Já caguei no duto, tou seguro, resoluto
E a vida deve ser levada com olhar de puto

Fácil fácil brincadeira de criança
Eu tava preso e tu pagaste-me a fiança
O toque é certo, equilibra a balança
Lança lança lança a tua dança
Nós não temos que, mas podemos se
Dá-me tempo para que te mostre quem sou
O toque acusou fez-se música e cantou
Para te mostrar quem sou

Perigosamente perto, absolutamente certo
O teu sorriso brilha e deixa-me liberto
Pega na minha mão, vou-te tirar a pressão,
Nunca durmo na primeira noite, haja ou não tesão
Por isso baza à minha casa, só para um pouco de,
Nós não temos que, mas podemos se...
Pausamos na descontra com som ou tv
Eu tenho fox na cabo stand up em dvd
Quê quê quê, sorriso duvidoso?
Não tenho habilidade para coro manhoso
Só covinha na bochecha e olhar curioso
Charme de trapalhão, tu és doce eu sou guloso
Eu dou-te tick tick, tu dás-me tock tock
Embala slick rick e leva-me a reboque
Eu não sou payboy, rude boy, bad boy,
Pura e simplesmente posso vir a ser o teu boy

Fácil fácil brincadeira de criança
Eu tava preso e tu pagaste-me a fiança
O toque é certo, equilibra a balança
Lança lança lança a tua dança
Nós não temos que, mas podemos se
Dá-me tempo para que te mostre quem sou
O toque acusou fez-se música e cantou
Para te mostrar quem sou

Temos empatia, quem sabe se um dia
A nossa simetria não acaba em sinfonia
Falo com o Massena nós temos boa cena
Dedico-te um poema vamos ganhar um ema
Longe de perfeito digamos que tenho jeito
Para director de casting e o teu timing é perfeito
Dás-me toque-de-caixa e eu fico em sentido
A tua voz encaixa directo no ouvido
É poesia em movimento no terceiro andamento
Dum concerto em Sol maior, para tocar em casamento

Fácil fácil brincadeira de criança
Eu tava preso e tu pagaste-me a fiança
O toque é certo, equilibra a balança
Lança lança lança a tua dança
Nós não temos que, mas podemos se
Dá-me tempo para que te mostre quem sou
O toque acusou fez-se música e cantou
Para te mostrar quem sou

Nós não temos que, mas podemos se
Dá-me tempo para que te mostre quem sou
O toque acusou fez-se música e cantou
Para te mostrar quem sou

Letra
Atitude positiva, underground ho,
Quem sente sente até ao fim e sente o nosso som,
Hip hop do mais puro, a partir tudo,
Reconhece puto tem muita pica e conteúdo,
Não faças confusão e recua,
O projecto está na minha rua e não na tua,
Eu represento o que tenho e o que tenho represento,
É certo como a chuva em dezembro,
Lembra qualquer um que lutei para estar aqui,
O mesmo de sempre continuará sempre aqui,
Longe da inveja e perto de quem merece,
O sítio do costume não vale a pena dizer o resto,
Come on.

2x
Toda a gente que tá na casa põe a mão no ar,
Mundo secreto tá na casa põe a mão no ar,
Toda a gente que tá na casa põe a mão no ar,
Hip hop tá na casa põe a mão no ar.

Era tão bom quando éramos só nós,
Hip hop agora é moda, tipo ir passear pra foz,
Já não há rodas de brake, há rodas de damas soltas,
A ouvir a candy shop e a ficar loucas
E a cultura pela qual me apaixonei,
Era people, writer, mc e um dj
Só vejo o plin, plin
Rap, desenhos e aparato,
Mano isso nunca foi hip hop, já tou farto,
Farto de ir a festas e ver coreografias aprendidas no ginásio, e no skull em dois dias.
Desculpe a agressividade,
Mas tenho saudade de ir ao hard club ver hip hop de verdade,

2x
Toda a gente que tá na casa põe a mão no ar,
Mundo secreto tá na casa põe a mão no ar,
Toda a gente que tá na casa põe a mão no ar,
Hip hop tá na casa põe a mão no ar.

Yo puts este é o nosso novo som na zona,
Grande como ele é vê lá se apanhas essa onda,
Tá tudo a rular este som não vai parar,
Agora quem me entende temos muito para te dar,
Por isso queres fazer barulho faz barulho grita agora,
Mete a mão no ar solta deita o rebelde cá para fora,
Com a nossa criação para a nossa geração,
A nova produção esta nossa versão,
O nosso som está aí representamos diferente,
Confiamos na atitude de ser o mesmo de sempre,
Continuamos à frente, a produção da novidade,
Hip hop faz parte do nosso bilhete de identidade,
Ponho o beat lá em cima, sente esta faixa,
Puxa o conteúdo fecha os olhos e relaxa,
Isto é o princípio daquilo que vem aí,
Até o próximo episódio ficamos por aqui.


4x
Toda a gente que tá na casa põe a mão no ar,
Mundo secreto tá na casa põe a mão no ar,
Toda a gente que tá na casa põe a mão no ar,
Hip hop tá na casa põe a mão no ar.
Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email