Ouçam Ouçam E o vento mudou Ela não voltou As aves partiram As folhas caíram
Ela quis viver E o mundo correr Prometeu voltar Se o vento mudar
E o vento mudou E ela não voltou Sei que ela mentiu P'ra sempre fugiu Vento por favor Traz-me o seu amor Vê que eu vou morrer Sem não mais a ter
Nuvens tenham dó Que eu estou tão só Batam-lhe à janela Chorem sobre ela E as nuvens choraram E quando voltaram Soube que mentira P'ra sempre fugira Nuvens por favor Cubram minha dor Já que eu vou morrer Sem não mais a ter
Ouçam Ouçam E o vento mudou Ela não voltou As aves partiram As folhas caíram Ela quis viver E o mundo correr Prometeu voltar Se o vento mudar E o vento mudou E ela não voltou Sei que ela mentiu P'ra sempre fugiu Vento por favor Traz-me o seu amor Vê que eu vou morrer Sem não mais a ter Nuvens tenham dó Que eu estou tão só Batam-lhe à janela Chorem sobre ela E as nuvens choraram E quando voltaram Soube que mentira P'ra sempre fugira Nuvens por favor Cubram minha dor Já que eu vou morrer Sem não mais a ter Ouçam Ouçam ouçam Ouçam ouçam
Tu estás livre e eu estou livre e há uma noite para passar porque não vamos unidos porque não vamos ficar na aventura dos senti - dos
tu estás só e eu mais só estou que tu tens o meu olhar tens a minha mão aberta à espera de se fechar nessa tua mão deser- ta
vem que o amor não é o tempo nem é o tempo que o faz vem que o amor é o momento eu que eu me dou em que te dás tu que buscas companhia e eu que busco quem quiser ser o fim desta energia ser um corpo de prazer ser o fim de mais um di - a
tu continuas à espera do melhor que já não vem e a esperança fio encontrada antes de ti por alguém e eu sou melhor que na - da refrão (3x)
Tu estás livre e eu estou livre e há uma noite para passar porque não vamos unidos porque não vamos ficar na aventura dos senti - dos
tu estás só e eu mais só estou que tu tens o meu olhar tens a minha mão aberta à espera de se fechar nessa tua mão deser- ta
vem que o amor não é o tempo nem é o tempo que o faz vem que o amor é o momento eu que eu me dou em que te dás tu que buscas companhia e eu que busco quem quiser ser o fim desta energia ser um corpo de prazer ser o fim de mais um di - a
tu continuas à espera do melhor que já não vem e a esperança fio encontrada antes de ti por alguém e eu sou melhor que na - da refrão (3x)
Já se encontra nas lojas o novo trabalho do jovem quarteto Prana, "Trapo Trapézio".
Trata-se de um disco com onze temas que foi gravado no Verão de 2010 nos estudios da Valentim de Carvalho sob a direcção de Nelson Carvalho.
Neste novo trabalho, os Prana "mostram simultaneamente o seu lado mais dançante e o mais negro, numa coreografia sonora cujo tema é e reflecte a Vida".
Para a banda "os 11 temas que constituem o álbum surgem como capítulos que marcaram a vida de uma personagem, desde a irreverência da juventude, passando pela lâmina agridoce do amor, acabando numa espiral descendente em direcção ao fundo do próprio ser, até ao inevitável fim".
O primeiro single chama-se Etanol. E "é com este gatilho que os prana se fazem à estrada", referem.
"Algures no meio de um emaranhado de pessoas, lugares, escolhas, decisões e consequências que fazem do Mundo a imprevisível e agridoce casa que temos para viver, conhecem-se, como peças do acaso, o João e o Miguel", afirmam.
A banda afirmou que "com pouco mais em comum que a Amizade e a paixão pela música, esses dois rapazes descobrem algo que não esperavam no simples prazer dumas guitarradas saciadas a cerveja e iluminadas pelas noites de Verão".
Explicaram que "esse 'algo', na altura irracional, transformou-se numa procura, e eis que, do aparente nada, surge uma terceira peça, o Diogo, que veio consolidar ritmicamente os devaneios melódicos dos outros dois".
Por fim, "a procura deu lugar à vontade de transformar a amizade em família. A essa jovem família na casa dos 24 anos, deram o nome de Prana".
"E daí começaram a nascer as canções. E das canções saltaram para os concertos, dos concertos para os concursos e dos concursos para mais canções. Mas, tal como uma peça inacabada, faltava-lhes ainda a delicadeza dos detalhes e a providência não se fez esperar. Saltando do público que os acompanhava para cima do palco, veio a Ana e com ela o piano, que fluiu e preencheu todos os espaços vazios e irregulares de que padeciam as canções de Prana", afirmaram.
O "1" - o primeiro EP da banda - foi gravado nos estúdios da Numérica em Paços de Brandão, produzido por João Nuno contendo 5 temas originais, em 2008.
"A partir daí - e como que uma faísca num rastilho de pólvora - os Prana retomaram a estrada e os concertos, mas desta feita, um pouco por todo o país", remataram.
O precurso da banda passou por locais como a Latada em Coimbra, as Fnac, no Termómetro da Antena 3, entre outros.
O quarteto "nunca esqueceu a composição de temas novos, temas esses cuja sonoridade boémia e circense resultou da experiência que iam adquirindo em palco, das vivências e da descontraída leveza com que sorviam a vida".
No fundo da avenida Bebendo um capilé Quarenta graus à sombra Nas mesas do café E aquela rapariga Eu já não sei o que dizer O que fazer O que dizer O que fazer
Aihaiah Mediterrâneo agosto Em pleno verão Aihaiah O sol a pino e eu faço Uma revolução Aihaiah
Parte um navio Desce a maré Vejo o céu vermelho Tomara que estivesse a arder E aquela rapariga Eu já não sei o que dizer O que fazer O que dizer O que fazer
Aihaiah Mediterrâneo agosto Em pleno verão Aihaiah O sol a pino e eu faço Uma revolução Aihaiah
Eu só te quero a ti Eu só te quero para mim Agosto aqui para mim Só ter um fim É ter-te a ti Só para mim Agosto aqui Só para mim
Porque te quero assim Porque te quero assim nao sei Porque te quero pra mim Nem sei se gostas de mim nao sei Nem sei as vezes sim as vezes nao.
Porque te que te quero assim Porque te quero assim na mao Quando te quero pra mim As vezes digo que sim mas nao Nao sei as vezes sim as vezes nao.
Quando o pecado mora ao lado A vida sempre ganha outra emoção E nos dizendo que o inferno Cabe todo na palavra solidao
E é por isso que eu Eu preciso de ti E é por isso que eu Te quero tanto Remédio santo pra mim.
A vida é um bazar Quem nao se vende nao quer comprar Ja nao ha nada a fazer Ja so nos resta pedir rezar Por ti por mim e pelo o que ha de ser Que o que for será e o que for será
As vezes viver faz mal Mas os teus beijos pra mim sao mel Veneno droga de amor Remédio santo pra esta vida E pao e tao cruel e matandou
Quando o pecado mora ao lado A vida sempre ganha outra emoção E nos dizendo que o inferno Cabe todo na palavra solidao
E é por isso que eu Eu preciso de ti E é por isso que eu Te quero tanto Remédio santo pra mim.
Música para-popular portuguesa com esteróides? Swingabilly? Ié-Ié Tuga? Punkvalsa? Skanetismo (ska+cançonetismo)? Tango-western ou música para baile de finalistas?
Com Os Eléctricos todas estas categorias valem, pois sintetizam a sua missão: animar crianças, jovens, adultos e idosos (com e sem bengalas, agulhas de crochet e baralhos de cartas).
Neste primeiro álbum d’Os Eléctricos, editado pela Sony Music e produzido por Miguel Castro, o grupo evoca o charme alfacinha dançante e poético dos anos 40 e segue à aventura Rock’n’Rolante dos 50s.
Entrelaçando estilos e estéticas, Os Eléctricos revivem de um modo totalmente reinventado temas de Francisco José – "Olhos Castanhos", Beatriz Costa – "A Agulha e o Deda"l, Vicente da Câmara – "Tranças Pretas", Mirita Casimiro – "Canção da Papoila", Elvis Presley – "Suspicious Minds", Natércia Barreto – "Óculos de Sol", e acrescentam ainda as suas canções originais bem inspiradas nos dias eldorados dessa música tão popular e nostalgicamente urbana: "Anda Um Cupido A Voar", "Se Não Aprendes A Dançar Este IéIé", "Love Me Tender à Beira do Mar", "Cantiga da Lua Azul" (com a participação do ilustre e destemido Coro Infantil de St.º Amaro de Oeiras) e "A Boite do Estoril" (que conta com a gentil colaboração desse baluarte do Norte que é Rui Reininho).
Os Eléctricos nasceram em Lisboa, em Fevereiro de 2010. A formação é composta pelos seguintes elementos: Nuno Faria (contrabaixo), Maria João Silva (voz), Miguel Castro (guitarra), Luis Gaspar (bateria) e André Lentilhas (banjo e guitarra dobro).
O álbum de estreia d´Os Eléctricos chega a 4 de Julho.
Tu estás livre e eu estou livre E há uma noite para passar Porque não vamos unidos Porque não vamos ficar Na aventura dos sentidos Tu estás só e eu mais só estou Que tu tens o meu olhar Tens a minha mão aberta À espera de se fechar Nessa tua mão deserta
Refrão: Vem que o amor Nem é o tempo Que o faz Vem que o amor É o momento Eu que eu me dou Em que te dás
Tu que buscas companhia E eu que busco quem quiser Ser o fim desta energia Ser um corpo de prazer Ser o fim de mais um dia Tu continuas à espera Do melhor que já não vem E a esperança fio encontrada Antes de ti por alguém E eu sou melhor que nada
"quantas horas de viagem na alegria de te ver quanta falta de coragem tanta coisa por dizer e acabamos a esconder vá-se lá saber porquê nestas coisas do querer os sinais são para quem os lê
dá-me uma dança, faz-me acreditar uma lembrança p'ra eu levar que eu tenho sempre vontade de voltar e te dizer se ainda der p'ra disfarçar ensina-me a dançar
faz de conta que o poente acontece a qualquer hora quando a noite se faz quente e um beijo se demora já o frio se foi embora ao tocar da tua mão que há-de ser de nós?agora faz sentido, sim ou não?"
Estava difícil combinar um café, mas desta vez lá foi Talvez possamos falar do que já lá vai que as vezes ainda dói Da coragem esquecida que já se perdeu quem deixou por dizer foste tu ou fui eu da lembrança guardada num canto qualquer da palavra apagada por não se entender e dizer-te num gesto mais enternecido Sabes, eu também ando um bocado perdido.
Vou preparar-te um jantar, concerteza vou ser original E vou escolher-te um bom vinho. Tu sabes, nunca me saí mal Vou falar-te das voltas que a vida trocou Das verdades que o tempo já entrelaçou Entre sonhos queimados lançados ao vento Entre a cor de um sorriso e o tom de um lamento E dizer-te de um sopro empurrado pela sorte Sabes, eu também ando um bocado sem norte
Olha, não fiz sobremesa. Deixa lá, fica para a outra vez Vamos deixar mais um copo a falar dos quês e dos porquês Uma historia que nos apeteça lembrar Um episódio que nunca nos deu para contar Um segredo guardado p’lo cair do pano Um encontro marcado no cais do engano E dizer-te na hora em que a voz fraquejar Sabes, eu também me apetece chorar
E vou chamar um táxi. É hora p’ra te levar a casa Era suposto um de nos nesta altura ficar com a alma em brasa Mas a vida é assim, não aconteceu Pouco importa dizer, foste tu ou fui eu O que importa é o abraço que estava por dar Há-de haver uma próxima e mais um jantar e E dizer-te a sorrir já passa das três Dorme bem, quem sabe … um dia talvez.
"Deus, Pátria e Família" é o título do novo álbum de B Fachada, disponível para download gratuito através do site da Mbari, a editora do músico nascido em Cascais em 1985.
Já não "Há Festa na Moradia", como no álbum de Verão 2010 de B Fachada. As orgias na piscina do poder e a Joana Transmontana com requebro africano daquele que era álbum duro sónica e liricamente, mas de uma exuberância contagiante, deram lugar, um ano depois, a um jorro zangado, directo e visceral. "Deus, Pátria e Família" é o título do novo álbum de B Fachada, disponível para download gratuito através do site da Mbari, a editora do músico nascido em Cascais em 1985.
Uma suite de 20 minutos, guiada por piano e percussão de clube fumarento perdido entre latinidades europeias e sul americanas, com sintetizadores viajando pelo lado bom do prog e uma voz que tem o seguinte a dizer sobre o hoje deste país deprimido que foi recentemente a eleições: "Portugal está para acabar / É deixar o cabrão morrer / Sem a pátria para cantar / Sobra um mundo para viver // Chegam flores do estrangeiro / Já escolhemos o coveiro / Por mim é para queimar / Mas não quero exagerar".
Depois de "É Pra Meninos", o álbum para crianças que desmontava com carinho e recomendável iconoclastia os clichés do género, Fachada lança um disco com sabor a manifesto. Desalinhado e sem papas na língua, como é natural ao seu autor. B Fachada a pôr-se na boca do lobo. Ao "Deus, Pátria e Família" que é marca de outros tempos, responde com sentido de independência. Será o único ponto em que concordam os que vêm elogiando o timing e o tom do lançamento e os que vêm nele uma provocação de mau gosto. Canta então Fachada: "Eu não sei português / E que se foda Portugal / Eu canto em fachadês / A minha língua paternal".
À edição online, seguir-se-á brevemente o lançamento em formato físico, ainda não agendado.
Se sou tinta Tu és tela Se sou chuva És aguarela Se sou sal És branca areia Se sou mar És maré cheia Se sou céu És nuvem nele Se sou estrela És de encantar Se sou noite És luz para ela Se sou dia És o luar
Sou a voz Do coração Numa carta Aberta ao mundo Sou o espelho D`emoção Do teu olhar Profundo Sou um todo Num instante Corpo dado Em jeito amante Sou o tempo Que não passa Quando a saudade Me abraça
Beija o mar O vento e a lua Sou um sol Em neve nua Em todas as ruas Do amor Serás meu E eu serei tua
A banda portuguesa Bass-Off vai lançar o seu álbum de estreia durante o próximo mês. “Ohmónimo” - o título do registo - conta com nove faixas, entre as quais o single Whatever.
“Ohmónimo” vai ser apresentado no Porto e em Lisboa, nos dias 2 e 21 de Julho, respectivamente. Na capital, o concerto decorre no Music Box; já na invicta o espectáculo terá lugar no bar Plano B.
Os bilhetes para os concertos já se encontram à venda nos locais habituais, com o preço de €5 (Porto) ou €6 (Lisboa).
O grupo, oriundo de Caldas da Rainha, venceu o concurso MTV/ Levi’s 501 Live Unbuttoned, no Festival Termómetro, em 2008. Os guitarristas Joe e Né e o baterista Nuno constituem os Bass-Off.
Confere aqui o vídeo da música Whatever dos Bass-Off:
Ai quem me der ter um homem muito brasa Para meter na mala e levar para casa Ai quem me der ter um homem muito brasa Para meter na mala e levar para casa
Uma brasa que me faça A menage que me arrasa Uma brasa que é uma graça Na despesa lá de casa
Uma brasa que não massa Uma brasa sempre brasa Que me sorri e me abraça Quando eu entro e saio de casa
Ai quem me der ter um homem muito brasa Para meter na mala e levar para casa Ai quem me der ter um homem muito brasa Para meter na mala e levar para casa
Projecto desenvolvido pelo Conservatório de Caldas da Rainha, o Festival MusiCaldas comemora este ano a sua 13ª edição e tem contado desde o início com o apoio do Ministério da Cultura e da Autarquia.
Em 2011, o MusiCaldas volta a realizar-se nas Caldas da Rainha durante o mês de Julho, marcando o reencontro anual da cidade com o seu principal Festival de Música.
De 9 a 23 de Julho, a 13ª edição do MusiCaldas será palco para grandes nomes da música erudita, jazz e músicas do mundo. Sem esquecer a sua vertente pedagógica dirigida aos estudantes e profissionais da música, esta edição apresenta surpresas através de novas actividades para todos os amadores e amantes de música, pequenos e graúdos.
Mesmo não querendo ainda desvendar muito sobre o cartaz deste ano, Aurélien Lino, director artístico do festival, afirma que esta edição será mais forte, virada para a cidade e aproveitando os excelentes palcos e riqueza natural de que dispõe:
«O meu desafio será conseguir uma crescente visibilidade e afluência ao nosso Festival através de novas propostas, tentando captar novos públicos sem desvirtuar a essência deste evento com mais de uma década de existência. Tratando-se de um festival, faz sentido falarmos de uma grande festa cultural, com argumentos suficientes que justifiquem a deslocação até às Caldas da Rainha!».
Atividades já confirmadas do MusiCaldas'11:
- Concertos com reconhecidos artistas nacionais e internacionais da música erudita, jazz e músicas do mundo.
- 16º Curso de Verão Jovens Músicos - Ateliês de Música para Crianças - Workshop de Danças - Música para Bebés - Formação de Professores - Conferências, jam sessions e masterclasses.
O concerto de apresentação do festival tem lugar já no dia 25 de Junho e está a cargo da consagrada cantora jazz Maria Anadon, que surge como madrinha do Musicaldas através do seu novo projeto Latin Jazz Quartet. O espetáculo terá lugar no Grande Auditório do Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha (CCC), pelas 21h30.
Para este concerto especial, Maria Anadon faz-se acompanhar de Victor Zamora (piano), Nelson Cascais(contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria) para um concerto vibrante, com a energia que caracteriza este género musical.
"Yoo Ela diz que me adora quando a noite vai a meio Eu sinto-me melhor pessoa, menos fraco, feio Passa o dedo na rasta com a mão bem suave Encosta o lábio no ouvido e diz-me: queres que a lave? Vamos para o chuveiro e ela flui com a água, Lava-me a cabeça, a alma e qualquer réstia de mágoa Diz que o meu amor lhe dá um certo calor na barriga É aí que eu sei que quero ser para sempre aquele nigga Que lhe mete a rir, rir, quando eu lhe faço vir Da terra até à lua mano, é sempre a subir... E somos grandes, gigantes com dez metros de altura Falamos vinte línguas, dialectos da Ternura Tipo...
Água morna em pele quente poro aberto não perfura a minha alma já tá nua e eu faço-lhe uma jura, jura Para sempre teu depois da noite volvida Um segundo ao teu lado já preenche uma vida O conceito de tempo não entra na sensação Aquilo que vivemos tá gravado no coração Segura na minha mão e continua a canção É a melhor que já ouvi reinventaste a paixão Ela diz que me adora quando o dia vai a meio O copo passa de meio vazio para meio cheio A palavra ganha vida e fala à minha frente Sigo calmo atrás dela deixo crescer a semente E Diz-me:
Em cada beijo há uma frase, em cada frase há um Verso Em cada verso há um lado do lado inverso De uma história que assombra a memória Da leveza irrisória de uma conquista notória Faço V de vitória, porque hoje eu sou rei Ao lado da rainha com que sempre sempre sonhei Foi por isto que esperei, em cada noite que amei Ou pensei que amei porque é agora que eu sei A razão da palavra consagrada Que tanta gente dá à toa em troca de quase nada Ela não tá espantada, pelo contrário, relaxada Revê-se na expressão da expressão enamorada E diz-me:
Eu preciso de sentir aquele toque feminino, imagino Que me possas entender erradamente então declino Qualquer intenção que não a de trocar uma impressão Opinião, informação, e, quem sabe, emoção? Hora e meia de concerto e tou meio estourado Preciso dum cigarro, sentar um bocado: Fica do meu lado porque eu tou interessado Em quase tudo menos sexo sem significado, então "Vem fazer de conta" e acredita em mim... Podemos falar do Manel, ou das canções do Jobim Hoje eu tou memo assim, com uma carência sem fim E quero saber tudo de ti, timtim por timtim Vou trocar de roupa dá-me só um minuto Queres um bom vinho tinto ou um champanhe bruto? Já caguei no duto, tou seguro, resoluto E a vida deve ser levada com olhar de puto
Fácil fácil brincadeira de criança Eu tava preso e tu pagaste-me a fiança O toque é certo, equilibra a balança Lança lança lança a tua dança Nós não temos que, mas podemos se Dá-me tempo para que te mostre quem sou O toque acusou fez-se música e cantou Para te mostrar quem sou
Perigosamente perto, absolutamente certo O teu sorriso brilha e deixa-me liberto Pega na minha mão, vou-te tirar a pressão, Nunca durmo na primeira noite, haja ou não tesão Por isso baza à minha casa, só para um pouco de, Nós não temos que, mas podemos se... Pausamos na descontra com som ou tv Eu tenho fox na cabo stand up em dvd Quê quê quê, sorriso duvidoso? Não tenho habilidade para coro manhoso Só covinha na bochecha e olhar curioso Charme de trapalhão, tu és doce eu sou guloso Eu dou-te tick tick, tu dás-me tock tock Embala slick rick e leva-me a reboque Eu não sou payboy, rude boy, bad boy, Pura e simplesmente posso vir a ser o teu boy
Fácil fácil brincadeira de criança Eu tava preso e tu pagaste-me a fiança O toque é certo, equilibra a balança Lança lança lança a tua dança Nós não temos que, mas podemos se Dá-me tempo para que te mostre quem sou O toque acusou fez-se música e cantou Para te mostrar quem sou
Temos empatia, quem sabe se um dia A nossa simetria não acaba em sinfonia Falo com o Massena nós temos boa cena Dedico-te um poema vamos ganhar um ema Longe de perfeito digamos que tenho jeito Para director de casting e o teu timing é perfeito Dás-me toque-de-caixa e eu fico em sentido A tua voz encaixa directo no ouvido É poesia em movimento no terceiro andamento Dum concerto em Sol maior, para tocar em casamento
Fácil fácil brincadeira de criança Eu tava preso e tu pagaste-me a fiança O toque é certo, equilibra a balança Lança lança lança a tua dança Nós não temos que, mas podemos se Dá-me tempo para que te mostre quem sou O toque acusou fez-se música e cantou Para te mostrar quem sou
Nós não temos que, mas podemos se Dá-me tempo para que te mostre quem sou O toque acusou fez-se música e cantou Para te mostrar quem sou
Atitude positiva, underground ho, Quem sente sente até ao fim e sente o nosso som, Hip hop do mais puro, a partir tudo, Reconhece puto tem muita pica e conteúdo, Não faças confusão e recua, O projecto está na minha rua e não na tua, Eu represento o que tenho e o que tenho represento, É certo como a chuva em dezembro, Lembra qualquer um que lutei para estar aqui, O mesmo de sempre continuará sempre aqui, Longe da inveja e perto de quem merece, O sítio do costume não vale a pena dizer o resto, Come on.
2x Toda a gente que tá na casa põe a mão no ar, Mundo secreto tá na casa põe a mão no ar, Toda a gente que tá na casa põe a mão no ar, Hip hop tá na casa põe a mão no ar.
Era tão bom quando éramos só nós, Hip hop agora é moda, tipo ir passear pra foz, Já não há rodas de brake, há rodas de damas soltas, A ouvir a candy shop e a ficar loucas E a cultura pela qual me apaixonei, Era people, writer, mc e um dj Só vejo o plin, plin Rap, desenhos e aparato, Mano isso nunca foi hip hop, já tou farto, Farto de ir a festas e ver coreografias aprendidas no ginásio, e no skull em dois dias. Desculpe a agressividade, Mas tenho saudade de ir ao hard club ver hip hop de verdade,
2x Toda a gente que tá na casa põe a mão no ar, Mundo secreto tá na casa põe a mão no ar, Toda a gente que tá na casa põe a mão no ar, Hip hop tá na casa põe a mão no ar.
Yo puts este é o nosso novo som na zona, Grande como ele é vê lá se apanhas essa onda, Tá tudo a rular este som não vai parar, Agora quem me entende temos muito para te dar, Por isso queres fazer barulho faz barulho grita agora, Mete a mão no ar solta deita o rebelde cá para fora, Com a nossa criação para a nossa geração, A nova produção esta nossa versão, O nosso som está aí representamos diferente, Confiamos na atitude de ser o mesmo de sempre, Continuamos à frente, a produção da novidade, Hip hop faz parte do nosso bilhete de identidade, Ponho o beat lá em cima, sente esta faixa, Puxa o conteúdo fecha os olhos e relaxa, Isto é o princípio daquilo que vem aí, Até o próximo episódio ficamos por aqui.
4x Toda a gente que tá na casa põe a mão no ar, Mundo secreto tá na casa põe a mão no ar, Toda a gente que tá na casa põe a mão no ar, Hip hop tá na casa põe a mão no ar.
A banda francesa de reggae Dub. Inc. é a cabeça de cartaz do Energie Music Vilar de Mouros, um festival hoje apresentado como «sexy e cool» que se realizará a 21 de Agosto, naquela freguesia de Caminha.
Segundo Miguel Rendeiro, produtor do evento, pelos quatro palcos instalados no recinto que já serviu para o mítico festival de Vilar de Mouros passarão 50 bandas e projectos musicais, que, a partir das 15 horas, assegurarão 18 horas non stop de concertos.
O festival está orçado em 400 mil euros e os bilhetes, à venda a partir de hoje, podem ser adquiridos por 15 euros.
«Além de sexy e cool, este será um festival low cost, porque estamos em época de poupança», referiu, em conferência de imprensa.
Além dos Dub. Inc. pelo palco principal passarão também nomes como MANDY (dupla alemã de dj), Who Made Who, igualmente da Alemanha, os Pow Pow Movement (ainda do mesmo país) e os portugueses Buraka Som Sistema.
No palco Electrónica, o destaque vai para os dj alemães Michael Mayer, Steve Bug, Dixon e Henrik Schwarz.
Haverá ainda o palco Novas Tendências, em que pontuará o drum and bass, como nomes como Benga & MC Youngman e «dois dos maiores dj do mundo»: Andy C & MC GQ e DJ Hype & MC Daddy Earl.
O Palco Tributo Vilar de Mouros será dedicado «a pessoas mais velhas», com bandas que permitirão recordar momentos e artistas daquele mítico festival.
«A história está naquele recinto», disse Miguel Rendeiro.
Por este palco passarão, entre outros, os Let There Be Rock e os Bordel.
«O que se pretende é uma festa com impacto nacional e que passe mesmo as fronteiras, levando de novo grandes vibrações àquele recinto», disse ainda o produtor, sublinhando que o festival «é para continuar nos próximos anos».
Na conferência de imprensa marcou também presença o vereador da Cultura na Câmara de Caminha, Paulo Pereira, que sublinhou que este evento «não vem substituir» o Festival de Música de Vilar de Mouros, que já não se realiza desde 2006.
«O Festival de Vilar de Mouros tem uma identidade própria», afirmou o autarca, escusando-se, no entanto, a pronunciar-se sobre o futuro.
«Seria uma falta de respeito falar de outros eventos quando estamos a promover este», justificou.
Já para Miguel Rendeiro, o Festival de Vilar de Mouros «acabou».
«Foi um marco desta região, mas para nós acabou. Teve o seu tempo, mas agora estamos a fazer um novo festival, não há qualquer colagem ao antigo», disse.
Não dei por começar mas aconteceu como da primeira vez baby isto sou eu (sou eu)
era só olhar batia perfeito gelas como o mar como tar sem jeito
tentei mudar-te um pouco mas agora sei que não devia
tentei mostrar-te o louco que sou por ti desde esse dia
oooh oooh
não me deixes mais nesta situação quero tar contigo perder a noção
que o amor é rápido (yeeeah) sádico (uuuh) às vezes é trágico (yeeeah)
mágico é má-gi-co (x8)
podia dizer que fiquei sem chão e o que tu me deste foi uma lição
acredito ter aquilo que queres mas depois de teres aí não desesperes
tentei mudar-te um pouco mas agora sei que não devia
tentei mostrar-te o louco que sou por ti desde esse dia
oooh oooh
não me deixes mais nesta situação quero tar contigo pra ter a noção
e o amor é rápido (yeeeah) sádico (uuuh) às vezes é trágico (yeeeah)
mágico é má-gi-co (x8)
yo é de loucos o que sinto por ti sinto falta de ti desejava tanto que 'tivesses aqui e me desses o devido valor porque acredito que a vida não é nada sem amor não, sei que não sou perfeito nem nada que se pareça mas eu respeito o que vai na tua cabeça que te gramo, que te adoro, que te amo que te quero, que te venero, que te sinto, que te espero. não me deixes mais nesta posição nada é em vão tudo tem a sua explicação e eu sei a minha quando te vejo, falo, toco, arrepio na espinha e agora vai ser tudo de bom quero ver a tua cara quando ouvires este som ah e vou tentar ser mais coração mole vou ligar-te para irmos ver o pôr do sol e o amor é rápido
sádico às vezes é trágico mágico é má-gi-co (x8) é rápido é má-gi-co
Neste novo disco, o colectivo trabalha sobre o cancioneiro medieval galaico-português, ao mesmo tempo que recupera a sua essência melódica, os sons acústicos, as mudanças de ritmo que fazem com que o folk celta passe do romantismo ao baile, e recria os elementos poéticos, lendas e metáforas que utiliza para definir a sua forma de sentir a música e a vida.
“Este é mais um passo na trajectória desta formação que leva a cultura galega pelo mundo fora há já 25 anos e que é uma referência internacional da música celta”, pode ler-se em comunicado.
Ser poeta é ser mais alto, é ser maior Do que os homens! Morder como quem beija! É ser mendigo e dar como quem seja Rei do Reino de Áquem e de Além Dor!
É ter de mil desejos o esplendor E não saber sequer que se deseja! É ter cá dentro um astro que flameja, É ter garras e asas de condor!
É ter fome, é ter sede de Infinito! Por elmo, as manhas de oiro e de cetim... É condensar o mundo num só grito!
E é amar-te, assim, perdidamente... É seres alma, e sangue, e vida em mim E dize-lo cantando a toda a gente!
O grupo vai voltar a reunir-se este Verão, para uma digressão que pretende assinalar os 35 anos sobre o nascimento da banda.
A tour, a decorrer durante os meses de Agosto e Setembro, termina com dois concertos nos Coliseus de Lisboa e Porto.
Recorde-se que os Trovante já se tinham juntado em 1999, para um concerto no Pavilhão Atlântico; em 2006, para um espectáculo no Campo Pequeno; e em 2010, para uma actuação do Rock In Rio Lisboa.
Integram a formação actual dos Trovante Luís Represas, João Gil, Manuel Faria, João Nuno Represas, Artur Costa, Fernando Júdice, José Salgueiro e José Martins.
E será com sonoridades portuguesas que o "Festival do Mediterrâneo'11” (MED) de Loulé, verá a luz do ...luar já na quarta feira, 22 de Junho, com as vozes de Lula Pena e de António Zambujo, que abrem a oitava edição do MED nos palcos do Castelo e da Cerca.
Para quinta feira, 23 de Junho está prevista a actuação da banda de Coimbra Sean Riley & The Slowriders, para as 21:45 no Palco Cerca.
Luísa Sobral, cantora e compositora actuará também no Palco Cerca pelas 21:45 de sexta feira 24 de Junho, e para sexta feira mas no Palco Castelo espera-se a participação dos Pinto Ferreira que pelas 23:30 apresentarão os seus Elogio da Estupidez e Violinos no Telhado.
O grupo Afro-Cubism, com músicos de Cuba e do Mali, preencherá o último dia do Festival Mediterrâneo, sábado, 25 de Junho num concerto no Palco Matriz, que entrará pela madrugada de domingo.
Para este ano e para a noite de abertura, na quarta feira, o MED decidiu alternar as sonoridades portuguesas com sonoridades próximas como é o caso do músico Marrokan, que actua pelas 21:45 no Palco Castelo e dos espanhóis Muchachito Bombo Infierno, que sobem ao Palco Cerca pela meia-noite, para misturar rumba catalã, reggae e rock.
Na quinta feira, 23 de Junho, pelas 22:45, é a altura de vermos e ouvirmos no Palco Matriz sons da Nigéria com a banda de Lagos Seun Anikulapo Kuti & Egypt 80, que funde afro-beat, jazz e hip-hop.
Os ritmos dos Balcãs, misturados com funk, twist, turbofolk e techno, chegam ao MED também na quinta-feira, com o espectáculo do esloveno Roberto Pesut que devido à sua excentricidade é conhecido como “Madonna eslovena”, actua no Palco Cerca, pela meia noite
Neste festival Loulé vai ainda ter oportunidade de ouvir, no sábado, 25 de Junho, o quarteto ucraniano DakhaBrakha, com música folk ucraniana misturada com sonoridades de todo o mundo, e a banda George Clinton & Parliament Funkadelic, que actua na sexta-feira, pelas 22:45, no Palco Matriz.
Para além do programa musical, durante os dias do MED, o centro histórico de Loulé tem à disposição dos visitantes gastronomia típica do Algarve, artesanato, exposições, numa alternativa aos espectáculos musicais espalhados pelos sete palcos do Festival.
O bilhete diário para o MED custa 12 euros e o passe para os quatro dias, custa 40 euros.
Não queiras gostar de mim Sem que eu te peça Nem me dês nada que ao fim Eu não mereça Vê se me deitas depois Culpas no rosto Isto é sincero Porque não quero dar-te um desgosto
De quem eu gosto Nem às paredes confesso E até aposto Que não gosto de ninguém Podes rogar, podes chorar, podes sorrir também De quem eu gosto Nem às paredes confesso
Quem sabe se te esqueci Ou se te quero Quem sabe até se é por ti Por quem eu espero Se gosto ou não afinal Isso é comigo Mesmo que penses que me convences Nada te digo
o tempo, subitamente solto pelas ruas e pelos dias,
como a onda de uma tempestade a arrastar o mundo,
mostra-me o quanto te amei antes de te conhecer. eram os teus olhos, labirintos de água, terra, fogo, ar, que eu amava quando imaginava que amava. era a tua. a tua voz que dizia as palavras da vida. era o teu rosto. era a tua pele. antes de te conhecer, existias nas árvores e nos montes e nas nuvens que olhava ao fim da tarde. muito longe de mim, dentro de mim, eras tu a claridade.
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