Domingo, 22 de Maio de 2011

 

Letra

 

Sim, o amor é vão
É certo e sabido
Mas então (porque não) porque sopra ao ouvido
O sopro do coração
Se o amor é vão
Mera dor
Mero gozo
Sorvedouro caprichoso

No sopro do coração...
No sopro do coração...

Mas nisto o vento sopra doido
E o que foi do corpo num turbilhão
Sopra doido
E o que foi do corpo alado nas asas do turbilhão
Nisto já nem de ar precisas
Só meras brisas, 
Raras
Raras
Raras

Corto em dois limão
Chego ao ouvido
Ao frescor
Ao barulho
Á acidez do mergulho

No sangue do coração
Pulsar em vão
É bem dele
É bem isso
E apesar disso eriça a pele

No sopro do coração...
No sopro do coração...

Mas nisto o vento sopra doido
E o que foi do corpo num turbilhão
Sopra doido
E o que foi do corpo alado nas asas do turbilhão
Nisto já nem de ar precisas
Só meras brisas, 
Raras
Raras
Raras

No sopro do coração...

Sim, o amor é vão
Todo o amor é vão
Mas nisto o vento sopra doido
E o que foi do corpo num turbilhão
Sopra doido
E o que foi do corpo alado nas asas do turbilhão
Nisto já nem de ar precisas
Só meras brisas raras

Sopra doido
E o que foi do corpo alado nas asas do turbilhão
Nisto já nem de ar precisas

Só meras brisas raras,
Raras
Brisas Raras



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Clã actuam nos festivais de verão

 

Os Clã têm concerto marcado para o dia 2 de Julho, dia em que actuaria Mariza, e os Amor Electro actuam a 1 de Julho

 

As duas bandas portuguesas são as novas confirmações no cartaz do festival lisboeta Delta Tejo. Os Clã têm concerto marcado para o dia 2 de Julho no palco principal, dia em que actuaria Mariza, e os Amor Electro actuam no palco secundário a 1 de Julho.

 

A organização do festival, Música no Coração, explicou que por indicação médica, Mariza, que está grávida, teve que cancelar todos os seus concertos agendados para os próximos meses e por isso as duas bandas portuguesas foram anunciadas como as substitutas da fadista portuguesa.

 

O cartaz sofreu ainda outra alteração, passando o concerto dos Virgem Suta com Manuela Azevedo para o dia 1 de Julho e não dia 3 como inicialmente foi anunciado.

 

Estes nomes juntam-se assim aos já confirmados Sean Paul, Nelly Furtado, Yuri da Cunha, GNR e a Banda Sinfónica da GNR, Nouvelle Vague, Zeca Sempre, Paulo Praça, Maya Cool, Aurea, Asa, Lúcia Moniz, Rodrigo Maranhão, Orquestra Contemporânea de Olinda, Djavan, Parangolé, Maria Gadú, Expensive Soul, Matias Damásio e Ferro Gaita.

 

A 5ª edição do festival Delta Tejo, no Alto da Ajuda, em Lisboa, acontece entre os dias 1 e 3 de Julho. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais e têm o preço de 30 euros (um dia) e 48 euros (três dias).

 

A Música no Coração anunciou ainda novos nomes para o Festival TMN Sudoeste. Os dEUS, os Choc Quib Town, os Clã e Axwell são os novos nomes do cartaz.

 

Pelo Palco Jogos Santa Casa Planeta Sudoeste passam no dia 5 de Agosto os portugueses Clã e os belgas dEUS e no dia 6 é a vez dos colombianos Choc Quib Town.

 

A recepção ao campista deste ano estará a cargo do sueco Axwell, no dia 3 de Agosto.

 

O Sudoeste TMN regressa à Herdade da Casa Branca, na Zambujeira do Mar, de 3 a 7 de Agosto. Os bilhetes para a edição 2011 do festival Sudoeste TMN custam entre os 48 euros (diário) e 90 euros (quatro dias).

 

Via Ipsilon



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Letra
Se a chama chega,
E ninguém chega à chama
Do que vale arder?
Se o barco parte sem velas,
De que serve a maré?

Não se mostra o trajecto
A quem parte para se perder
Não se dá boleia
A quem precisa de ir a pé

E é como quando pensas que estás a chegar
E não deste um passo

Onde eu estou, nada mais pode crescer
Eu sou assim, uma fénix a arder
São só os meus erros, é toda a minha culpa
E é todo o meu cansaço

Hoje até o ar anda cansado
Preciso de um enigma
P'ra pôr fim ao torpor
Não sei o que me deu, não costumo estar assim
Desco a rua que passa, rente à boca do mundo

Sinto a vida que passa
E os rumores que circulam na boca do mundo

Onde eu estou, nada mais pode crescer
Eu sou assim, uma fénix a arder
São só os meus erros, é toda a minha culpa
E é tudo o que faço
E é todo o meu cansaço

Por fim, por fim...

Onde eu estou, nada mais pode crescer
Eu sou assim, uma fénix a arder

Onde eu estou, nada mais pode crescer
Eu sou assim, uma fénix a arder
São só os meus erros, é toda a minha culpa
É tudo o que faço
E é todo o meu cansaço

E é tudo o que faço
E é todo o meu cansaço

Por fim, por fim...

Sinto a vida que passa
Na boca do mundo, não se sabe quem é quem...




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Sábado, 21 de Maio de 2011

 

 

Letra

 

Saiu decidida para a rua
Com a carteira castanha
E o saia-casaco escuro
Tantos anos tantas noites
Sem sequer uma loucura

Ele saiu sem dizer nada
Talvez fosse ao teatro chino
Vai regressar de madrugada
E acordá-la cheio de vinho

Tantos anos tantas noites
Sem nunca sentir a paixão
Foram já as bodas de prata
Comemoradas em solidão

Pôs um pouco de baton
E um leve toque de pintura
Tirou do cabelo o travessão
E devolveu ao rosto a candura

Saiu para a rua insegura
Vageou sem direcção
Sorriu a um homem com tremura
E sentiu escorrer do coração
A humidade quente da loucura




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O Cinema São Jorge, em Lisboa, é o local de arranque da digressão nacional de Luísa Sobral. Agendado para dia 19 de Maio , o concerto inaugural serve de apresentação ao álbum de estreia, intitulado «The Cherry on My Cake».



São já muitas as datas agendadas, e muitas outras por anunciar, que servem de mote para Luísa Sobral subir a palco e revelar o seu primeiro disco. Totalmente composto por si (excepto «Saiu à Rua», autoria de Rui Veloso), «The Cherry on My Cake» tem sido um dos discos mais comentados nas redes sociais e media portugueses.

«Not There Yet» foi o avanço escolhido para o disco e o vídeo da música ultrapassou já as 70 mil visualizações no youtube. A canção consta da banda-sonora da telenovela «Remédio Santo» (TVI).

«The Cherry on My Cake» começa também a ter reconhecimento internacional. Em Espanha o disco encontra-se nas bancas desde 10 de Maio.

Digressão nacional:

19-Mai Lisboa Cinema São Jorge
04-Jun Vila Nova de Gaia Auditório Municipal
24-Jun Loulé Festival MED
01-Jul Caldas da Rainha Centro Cultural e de Congressos
09-Jul Ílhavo Centro Cultural
20-Jul Tavira Praça Municipal
29-Jul Cascais Hipodromo Manuel Possolo - COOLJAZZFEST
Via Santos da Casa


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Letra

 

Saiu decidida para a rua
Com a carteira castanha
E o saia-casaco escuro
Tantos anos tantas noites
Sem sequer uma loucura

Ele saiu sem dizer nada
Talvez fosse ao teatro chino
Vai regressar de madrugada
E acordá-la cheio de vinho

Tantos anos tantas noites
Sem nunca sentir a paixão
Foram já as bodas de prata
Comemoradas em solidão

Pôs um pouco de baton
E um leve toque de pintura
Tirou do cabelo o travessão
E devolveu ao rosto a candura

Saiu para a rua insegura
Vageou sem direcção
Sorriu a um homem com tremura
E sentiu escorrer do coração
A humidade quente da loucura

Esta letra é a da versão do Rui Veloso, tentarei actualizar com a da Luísa



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Sexta-feira, 20 de Maio de 2011
Letra

Tiveste gente de muita coragem 
E acreditaste na tua mensagem 
Foste ganhando terreno 
E foste perdendo a memória 

Já tinhas meio mundo na mão 
Quiseste impor a tua religião 
E acabaste por perder a liberdade 
A caminho da glória 

Ai, Portugal, Portugal 
De que é que tu estás à espera? 
Tens um pé numa galera 
E outro no fundo do mar 
Ai, Portugal, Portugal 
Enquanto ficares à espera 
Ninguém te pode ajudar 

Tiveste muita carta para bater 
Quem joga deve aprender a perder 
Que a sorte nunca vem só 
Quando bate à nossa porta 

Esbanjaste muita vida nas apostas 
E agora trazes o desgosto às costas 
Não se pode estar direito 
Quando se tem a espinha torta 

Ai, Portugal, Portugal 
De que é que tu estás à espera? 
Tens um pé numa galera 
E outro no fundo do mar 
Ai, Portugal, Portugal 
Enquanto ficares à espera 
Ninguém te pode ajudar 

Fizeste cegos de quem olhos tinha 
Quiseste pôr toda a gente na linha 
Trocaste a alma e o coração 
Pela ponta das tuas lanças 

Difamaste quem verdades dizia 
Confundiste amor com pornografia 
E depois perdeste o gosto 
De brincar com as tuas crianças 

Ai, Portugal, Portugal 
De que é que tu estás à espera? 
Tens um pé numa galera 
E outro no fundo do mar 
Ai, Portugal, Portugal 
Enquanto ficares à espera 
Ninguém te pode ajudar 

Ai, Portugal, Portugal 
De que é que tu estás à espera? 
Tens um pé numa galera 
E outro no fundo do mar 
Ai, Portugal, Portugal 
Enquanto ficares à espera 
Ninguém te pode ajudar



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Luísa Sobral no São Jorge

 

O Cinema São Jorge, em Lisboa, é o local de arranque da digressão nacional de Luísa Sobral.


Agendado para dia 19 de Maio , o concerto inaugural serve de apresentação ao álbum de estreia, intitulado «The Cherry on My Cake».

São já muitas as datas agendadas, e muitas outras por anunciar, que servem de mote para Luísa Sobral subir a palco e revelar o seu primeiro disco. Totalmente composto por si (excepto «Saiu à Rua», autoria de Rui Veloso), «The Cherry on My Cake» tem sido um dos discos mais comentados nas redes sociais e media portugueses .

«Not There Yet» foi o avanço escolhido para o disco e o vídeo da música ultrapassou já as 70 mil visualizações no youtube. A canção consta da banda-sonora da telenovela«Remédio Santo» (TVI).

«The Cherry on My Cake» começa também a ter reconhecimento internacional. Em Espanha o disco encontra-se nas bancas desde 10 de Maio.

 

Via Cultura online



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Letra

Parado e atento à raiva do silêncio 
de um relógio partido e gasto pelo tempo 
estava um velho sentado no banco de um jardim
a recordar fragmentos do passado 

na telefonia tocava uma velha canção 
e um jovem cantor falava da solidão 
que sabes tu do canto de estar só assim 
só e abandonado como o velho do jardim? 

o olhar triste e cansado procurando alguém 
e a gente passa ao seu lado a olhá-lo com desdém 
sabes eu acho que todos fogem de ti pra não ver 
a imagem da solidão que irão viver 
quando forem como tu 
um velho sentado num jardim

passam os dias e sentes que és um perdedor 
já não consegues saber o que tem ou não valor 
o teu caminho parece estar mesmo a chegar ao fim 
pra dares lugar a outro no teu banco do jardim 

o olhar triste e cansado procurando alguém 
e a gente passa ao seu lado a olhá-lo com desdém 
sabes eu acho que todos fogem de ti pra não ver 
a imagem da solidão que irão viver 
quando forem como tu 
um resto de tudo o que existiu 
quando forem como tu 
um velho sentado num jardim



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Quinta-feira, 19 de Maio de 2011

Festival do Amor em Beja

 

 

Pelo evento, que pretende, segundo comunicado, “abraçar e celebrar o amor nas suas mais variadas vertentes”, passarão também os Azeitonas, os Irmãos Catita e Morango Tango.

Além dos concertos, o Festival do Amor contará também com exposições, conferências, workshops, teatro, dança, literatura, feira e animação de rua.

Os concertos de Lúcia MonizJosé Cid e António Zambujo são pagos (o bilhete custa €10), sendo que os restantes têm entrada gratuita.

Confere a programação completa do Festival do Amor:

 

Quarta-feira, 1 de Junho

10h00: Abertura da Feira do Amor (barraquinha dos beijos, bijuteria, cartomancia, florista, livros, produtos eróticos, chocolates, velas e cartas, flores de sabonete, flor de lótus, massagens, ginjinha e tasquinhas com comida afrodisíaca)
10h00: Teatro “A História da Carochinha”, na Sala Estúdio do Teatro Municipal Pax Julia
10h00: Exposição “Mariana Alcoforado – exposição bibliográfica”
11h00: Workshop Yoga para crianças, no Jardim Público
11h30: Teatro “A História da Carochinha”, na Sala Estúdio do Teatro Municipal Pax Julia
14h30: Teatro “A História da Carochinha”, na Sala Estúdio do Teatro Municipal Pax Julia
15h00: Workshop Chocolates artesanais, no Jardim Público
16h00: Teatro “A História da Carochinha”, na Sala Estúdio do Teatro Municipal Pax Julia
16h00: Jornadas de Amor “ Educar como forma de amar”, na Cafetaria do Teatro Municipal Pax Julia
18h00: Workshop Massagem de Relaxamento I, no Beja Parque Hotel
18h00: Workshop Comida Afrodisíaca, com Chef José Júlio Vintém, no Beja Parque Hotel
19h00: Fórum “E agora quando as crianças nos perguntam sobre sexo, o que vamos dizer…?”
21h30: Espectáculo com José Cid, no Auditório do Teatro Municipal Pax Julia
23h00: Espectáculo com Virgem Suta, na Praça da República

 

Quinta-feira, 2 de Junho

10h00: Feira do Amor
10h30: Workshop Arranjos Florais, no Beja Parque Hotel
11h00: Exposição “Mariana Alcoforado – exposição bibliográfica”
14h30: Teatro “A História da Carochinha”, na Sala Estúdio do Teatro Municipal Pax Julia (outras sessões às 16h00 e 21h30)
15h00: Workshop Dança Sensual, na Casa da Cultura
15h00: Workshop massagem Craniana, no Beja Parque Hotel
16h00: Jornadas de Amor “ Outras formas de amar”, na Cafetaria do Teatro Municipal Pax Julia
18h00: Apresentação da reedição do livro “As Cartas de Mariana Alcoforado”, com ilustrações de Susa Monteiro
18h00: Massagem de Relaxamento II, no Beja Parque Hotel
18h00: Workshop de Comida Afrodisíaca, com chef António Nobre, na Pousada de S. Francisco
21h30: Tunas Académicas, na Praça da República
21h30: Teatro “Arte ao Quadrado – Amor na Adolescência”, no Auditório do Teatro Municipal Pax Julia
23h00: Morango Tango, na Praça da República
23h00: Teatro “Os Monólogos da Marijuana”, por A Kind of Black Box, com Tobias Monteiro, Paulo Duarte Ribeiro e João Craveiro, no Auditório do Teatro Municipal Pax Julia
00h30: Irmãos Sambuca, na Praça da República

 

Sexta-feira, 3 de Junho

10h00: Feira do Amor
15h00: Workshop Ritual Tântrico, no Beja Parque Hotel
16h00: Jornadas de Amor “ Amores Séniores”, na Cafetaria do Teatro Municipal Pax Julia
18h00: Workshop Massagem Tui Na, no Beja Parque Hotel
18h00: Workshop comida afrodisíaca com Chef Margarida Cabaça, assistida por Rui Porto Nunes, no Beja Parque Hotel
19h00: Apresentação do Livro “No dia em que fugimos tu não estavas em casa” de Fernando Alvim, na Sala Estúdio do Teatro Municipal Pax Julia
21h30: Teatro “A História da Carochinha”, na Sala Estúdio do Teatro Municipal Pax Julia
21h30: Espectáculo com Lúcia Moniz, no Auditório do Teatro Municipal Pax Julia
23h00: Irmãos Catita, na Praça da República
00h30: Sexy Party, com DJ Fernando Alvim e Dj Rocky G, com presença de Rui Porto Nunes, Sandra Barata Belo e outros convidados, no Castelo de Beja

 

Sábado, 4 de Junho

10h00: Feira do Amor
10h00: Workshop Hatha Yoga, no Jardim Público
11h00: Chocolates Artesanais, na Pousada de S. Francisco
15h00: Workshop Massagem Tailandesa, no Beja Parque Hotel
15h00: Workshop Arte do Burlesco, na Casa da Cultura
15h00: Apresentação do Livro “Ponto Q”, de Vânia Beliz, na Sala Estúdio do Teatro Municipal Pax Julia
16h00: Teatro “A História da Carochinha”, na Sala Estúdio do Teatro Municipal Pax Julia
16h00: Jornadas de Amor “ Amores Virtuais”, na Cafetaria do Teatro Municipal Pax Julia
17h00: Workshop Cake Design – cup cakes, no Beja Parque Hotel
17h30: Workshop Strip Tease I, na Casa da Cultura
18h00: Workshop Tai-Chi, no Jardim Público
19h00: Teatro “A Paixão de Mariana Alcoforado”, no Museu Regional de Beja
19h00: Live Cooking com Chef Chakall, assistido por Rui Porto Nunes, na Praça da República
21h00: Workshop danças latinas, na Praça da República
21h30: Espectáculo com António Zambujo e convidados (Miguel Araújo Jorge, Ricardo Cruz e João Salsedo), no Auditório do Teatro Municipal Pax Julia
23h00: Espectáculo com Jorge Palma, na Praça da República
00h15: Love Party com DJ Sunlize e DJ’s convidados, no Castelo de Beja

 

 

 

Domingo, 5 de Junho

10h00: Feira do Amor (barraquinha dos beijos, bijuteria, cartomancia, florista, livros, produtos eróticos, chocolates, velas e cartas, flores de sabonete, flor de lótus, massagens, ginjinha e tasquinhas)
10h00: Workshop Yoga em dupla, no Jardim público
11h00: Workshop Dança do Ventre, na Casa da Cultura
11h00: Workshop Cake Design Erótico, no Beja Parque Hotel
11h00: Exposição “Mariana Alcoforado – exposição bibliográfica”, no Museu Regional de Beja
15h00: Workshop de Reiki, no Beja Parque Hotel
15h00: Workshop Dança do Varão, na Casa da Cultura
16h00: Teatro “Orpheu & Euridice”, no Auditório do Teatro Municipal Pax Julia
17h00: Homenagem ao artista plástico António Inverno
17h30: Workshop Strip Tease II, na Casa da Cultura
18h00: Workshop de Reflexologia, no Beja Parque Hotel
18h00: Teatro “A Paixão de Mariana Alcoforado”, no Museu Regional de Beja

 

Via Palco principal



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Letra

 

Ela sorriu 
E ele foi a trás
Ela despiu-o 
E ela o satisfaz
Passa a noite 
Passa o tempo devagar
Já é dia já é hora de voltar

Aqui ao luar 
Ao pé de ti 
Ao pé do mar 
Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Aqui ao luar 
Ao pé de ti 
Ao pé do mar 
Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Ela sorriu 
E ele foi a trás
Ela despiu-o 
E ela o satisfaz
Passa a noite 
Passa o tempo devagar
Já é dia já é hora de voltar

Aqui ao luar 
Ao pé de ti 
Ao pé do mar 
Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Aqui ao luar 
Ao pé de ti 
Ao pé do mar 
Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Aqui ao luar 
Ao pé de ti 
Ao pé do mar 
Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Aqui ao luar 
Ao pé de ti 
Ao pé do mar 
Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Só o sonho fica 
Só ele pode ficar

Só o sonho fica 
Só ele pode ficar



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É já amanhã, com os concertos de Dead Combo e a Royal Orquestra das Caveiras e da Lisbon Underground Music Ensemble, que arranca a edição inaugural do CCBeat – um novo festival contemporâneo, com uma programação alternativa - espelho das novas tendências urbanas-, a decorrer de 19 a 21 de Maio, no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém.

 

ccbeat

 

Pelo evento, que apresenta um concerto duplo por dia, passarão também Kaki King e Aurea, cujas actuações estão agendadas para 20 de Maio, e Diabo na Cruz e Linda Martini, que passam pelo certame no sábado, 21 de Maio.

Todos os concertos têm início às 21h00.

 

Ainda à venda, os bilhetes para o CCBeat custam entre €15 e €18 (ingresso diário), €25 e €30 (passe para dois dias), e €35 e €40 (passe para os três dias).

 

Sobre Lisbon Underground Music Ensemble


LUME é um coletivo de quinze músicos com backgrounds e experiências diversas nos campos do jazz, pop, rock, música clássica, contemporânea e improvisada.
Assumindo referências muito diversas, que vão do Funk à música textural, do boogie woogie a ambientes impressionistas, o grupo procura aliar de forma sinérgica elementos de escrita com factores de improvisação, num contexto que se pretende esteticamente eclético e formalmente especulativo na confrontação de estruturas e idiomas diversos.
O projecto é liderado pelo compositor Marco Barroso que leva a cabo o trabalho de direcção e composição.

 

Sobre Dead Combo e a Royal Orquestra das Caveiras


Os Dead Combo são Tó Trips e Pedro Gonçalves. Formaram-se em 2003 a convite de Henrique Amaro, da Antena 3, para a gravação de uma faixa, incluída no CD de homenagem ao génio da guitarra Portuguesa Carlos Paredes, “Movimentos Perpétuos - Música para Carlos Paredes”. Encarnam duas personagens que poderiam ter saído de uma BD: um gato pingado e um gangster.
O grupo lançou já cinco álbuns, três dos quais galardoados com "Álbum do Ano" e "Álbum da Década" em Portugal. O álbum de estreia, “Vol.1”, foi recebido como "uma lufada de ar fresco" no meio musical. “Lusitânia Playboys”, o terceiro álbum de estúdio, foi lançado em 2008 e foi eleito "Álbum da Década" pelo Expresso.

 

Sobre Kaki King


A cantora e guitarrista Kaki King passou a última década a reunir elogios da crítica e a admiração de fãs. Não só é a primeira mulher nomeada "Guitar God" pela revista Rolling Stone, como recebeu uma nomeação para Globo de Ouro pela sua contribuição para a banda sonora do filme de Sean Penn,” Into the Wild”, de 2007. Naquele mesmo ano, King apareceu no filme “August Rush – O Som do Coração” como guitarrista protagonista no álbum dos Foo Fighters, premiado com Grammy – “Echoes, Silence, Patience & Grace”, tendo feito as aberturas dos seus concertos na Austrália. Agora, no início da década, Kaki King atinge um novo patamar com o seu novo álbum – “Junior”.

 

Sobre Aurea


Aurea já é considerada por muitos a voz nacional revelação de 2010, estando mesmo nomeada para os Globos de Ouro da SIC, na categoria “Revelação do Ano”. Depois de vários showcases nas FNAC e até um dueto do tema Love me Tender com Elvis Presley (aprovado pela família do mesmo e incluído no álbum Viva Elvis, editado no final de 2010), Aurea já deu início às actuações pelos palcos nacionais, com uma garra e voz únicas que a caracterizam – apesar dos seus 23 anos -, acompanhada por uma banda de conceituados músicos no nosso panorama musical. 
Aurea tomou de assalto as ondas hertzianas nacionais com o single de estreia Busy (For Me), que faz parte do alinhamento do seu álbum de estreia, homónimo, que chegou às lojas em Setembro 2010. Tanto Busy (For Me) como o disco Aurea estiveram várias vezes em n.º 1 do iTunes (Portugal).

 

Sobre Diabo na Cruz

 

Depois de ter tido um projeto a solo em 2002, Jorge Cruz formou os Diabo na Cruz em 2008. Nesse mesmo ano lançaram o seu EP e, pouco tempo depois, o LP de estreia chamado “Virou!”. Os Diabo na Cruz são considerados uma “super-banda” já que dela fazem parte excelentes músicos portugueses: B Fachada, Jõao Gil, Bernardo Barata (Real Combo Lisbonense e Feromona), João Pinheiro (Tv Rural) e o vocalista Jorge Cruz.
A imprensa rendeu-se ao primeiro trabalho da banda. A Time Out Lisboa referiu-se ao disco como “a coisa mais fascinante que por cá se escutou desde os Humanos”. O crítico António Pires definiu-o como “a união definitiva e quase perfeita do melhor rock com a tradição portuguesa”.


Os Diabo na Cruz são também conhecidos pelas suas enérgicas actuações ao vivo.

 

Sobre Linda Martini


O início data de 2003. Quase todos os membros passaram por bandas de punk-rock e hardcore antes de se juntarem para fazerem os Linda Martini.
Em 2005 lançam uma maquete homónima de quatro temas, que rapidamente é difundida em pequenos concertos e via Internet – muito por culpa do fenómeno Myspace.com. Pouco tempo depois, é nesse mesmo espaço de partilha que a recém-criada editora Naked os descobre e leva à edição do EP “Linda Martini”. O álbum de estreia, “Olhos de Mongol”, foi editado em Outubro de 2006, recebendo um bom feedback por parte da crítica. Na primeira semana em que foi disponibilizado no Myspace da banda, o single Cronófago foi escutado por mais de 5 mil pessoas.
Em Novembro de 2010 os Linda Martini apresentaram o novo álbum, “Casa Ocupada”, que imediatamente tomou os top de vendas.

Confere aqui o cartaz completo do CCBeat:

 

19 de Maio 
Dead Combo e a Royal Orquestra das Caveiras 
Lisbon Underground Music Ensemble

 

20 de Maio 
Kaki King 
Aurea

 

21 de Maio 
Diabo na Cruz 
Linda Martini 

 

 

Sara Novais 

 

Via Palco Principal

 



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Letra
Aqui estás tu, jovem atento
acordado neste fim de século
à espera de um lugar
difícil de encontrar
no canudo vive a esperança.

Atrás das luzes em vertigem
ao medo da noite decente
que tens que conquistar
tu tens de conquistar


Ai estes são os filhos da nação
adultos para sempre
ansiosos por saber
se a cruz é salvação

Pões as cenas sem nada para temer
velho cúmplice da decisão 
presa é uma ordem
que não podes quebrar,
o desfacinado ofício da vitória

A fúria de um monólogo
que insiste em partilhar
mas não entendes porquê
mas não entendes porquê


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Quarta-feira, 18 de Maio de 2011

Norberto Lobo

 

Primeiro um disco de palha, depois um disco de madeira, agora um disco de cimento e tijolos. Ninguém deita deita abaixo "Fala Mansa", terceiro álbum de Norberto Lobo. Não é a típica chegada à maturidade séria, é antes o acesso ao maravilhamento por via de uma guitarra

Um cachimbo e uma legenda: "Isto não é um cachimbo". René Magritte, 1929. Uma guitarra e uma inscrição: "Esta máquina mata fascistas". Woody Guthrie, 1940. Olhar para uma coisa e ver para além dela. Ou, pelo menos, tentar estrafegar impiedosamente a ideia fechada que temos sobre algo. Quando um músico como Fred Frith sobe ao palco, diz-nos Norberto Lobo, "senta-se e dá um concerto em que é inacreditável o que ele faz com uma guitarra e poucos pedais". "É uma máquina de fazer sons e ele toca-a como tal", acrescenta. "Uma guitarra que não é uma guitarra". Norberto Lobo sobre Fred Frith, 2011.

O concerto a solo de Frith a que Norberto assistiu tornou-se um reservatório de inspiração a que o músico recorre frequentemente. Foi em Maio de 2010, na sala La Carène, em Brest, que passaram pelo mesmo palco do festival Sonore, e aquilo que Norberto sorveu das mãos de Frith ainda hoje lhe serve de ensinamento. Também a guitarra do português incha a cada disco, as madeiras parecem dar de si, deformam-lhe as curvas e deixam circular pelas frestas uma música que transcende cada vez mais o próprio instrumento. Cada vez mais, Norberto Lobo toca guitarra porque toca guitarra. Assim como podia tocar outra coisa qualquer. "Fala Mansa", terceiro álbum, é um murro na mesa que impõe essa verdade - se as mãos de Norberto acabassem num piano, ele seria um iluminado homem do jazz; assim, é um guitarrista sem lugar, cuja abordagem ao instrumento é comparável à de Jack Rose e de John Fahey, mas também à guitarra portuguesa de Carlos Paredes.

Norberto Lobo gosta de resgatar à algibeira uma citação de John Fahey em que este dizia que o seu objectivo era hipnotizar as pessoas. Este Lobo bom não acredita em nirvanas em cima do palco, "porque se não uma pessoa estava em transcendência permanente e isso era um bocado cansativo". Prefere a versão de que a música, praticada num contínuo, se aproxima da poesia. "Fala Mansa" é, à sua maneira, uma elevação da música ao estado poético, uma sequência de tons e cores sem palavras, aceitando unicamente um murmúrio vocal indecifrável que parece um fantasma de Chet Baker a assombrar magnificamente o tema título.

Quando se lhe tira a guitarra das mãos, as palavras também parecem atrapalhar Norberto Lobo. Como aquela velha ideia indígena de que uma fotografia pode roubar a alma. Falar, discutir a música, parece ler-se no rosto de Norberto, emagrece o mistério da criação. Luz a mais queima, fere as canções.

 

 

 

Via Ipsilon 

 

 

 



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Letra

 

Ó laurindinha
Vem à janela
Ver o teu amor
Ai ai ai que ele vai para a guerra

Se ele vai para a guerra
Deixai-o ir
Ele é rapaz novo
Ai ai ai ele torna a vir

Ele torna a vir
Se Deus quiser
Ainda vem a tempo
Ai ai ai de arranjar mulher

 



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Letra

 

Mais um dia na cidade
Eu não sei nada de ti
Ainda não vi o teu milagresobre mim
Eu nem ouso sentir esperança
Estou tão longe do que é bom
Não te tenho nesta dança, neste tom

Mas se te vejo, adriana
Se te vejo, adriana
Eu quero ir, eu quero ir, eu quero ir, eu quero ir
atrás de ti...

Eu quero ver-te no meu espelho
Intimidar-te com o olhar
E
confessar-te que foste eleita para eu me dar
Vá vem dormir para os meus braços
Que eu vou mostrar-te o que é o amor
Se eu não vencer
quem vence a prova do teu rigor

Mas se te vejo, adriana
Se te vejo, adriana
Eu quero ir, eu quero ir, eu quero ir, eu quero ir
atrás de ti...


Mais um dia na cidade
E ainda não sei nada de ti
Mas é tão bom ter o teu nome aqui
aqui...
aqui...
aqui..
eu estou aqui

 



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Terça-feira, 17 de Maio de 2011
Iniciativa inédita para promover a candidatura do Fado a Património da Humanidade da Unesco
Iniciativa inédita para promover a candidatura do Fado a Património da Humanidade da Unesco (DR)
O fadista Camané vai apresentar esta quarta-feira um concerto inédito e exclusivo na página do Facebook da Candidatura do Fado a Património da Humanidade.

O concerto, marcado para as 21 horas, pretende assinalar o fim da exposição que esteve patente entre Fevereiro e Maio no Museu do Fado. Para a ocasião, Camané preparou um reportório diferente do que habitualmente apresenta.

“Memória”, a actuação que o fadista criou em especial para a ocasião, revisitará fados antigos de vultos como Alfredo Marceneiro, Carlos do Carmo, Maria Teresa de Noronha, Lucília do Carmo e Carlos Ramos.

Esta foi a forma que Camané encontrou para apoiar a Candidatura do Fado a Património da Humanidade, da Unesco, uma iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa, que conta com o apoio da Alto Patrocínio da Presidência da Republica.

A candidatura do Fado a Património da Humanidade foi oficializada no final do mês de Janeiro, numa cerimónia realizada no Teatro São Luiz em Lisboa. Desde aí que são vários os fadistas portugueses que têm apoiado e divulgado esta iniciativa.

A página onde o concerto vai ser transmitido pode ser vista aqui.

 

Via Público



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Letra

 

Nada te espanta, nada te encanta
Nada te tomba ou te levanta
Sem passar dentro de ti
Nada te gera, nada te espera
Nao ha outono nem primavera
Sem que o sintas a surgir

Tu és a escala
A mao que embala
Tomas bem conta de ti
Tu és a escala
A mao que embala
Tens um rumo a seguir

E nada te atrasa, nada te arrasa
Nem que no ceu percas uma asa
Vais pegar de novo em ti
Nada te usa, nada te escusa
Mesmo se o mundo inteiro te acusa
So tu sabes pra onde ir

Tu és a escala
A mao que embala
Tomas bem conta de ti
Tu és a escala
A mao que embala
Tens um rumo a seguir eh eh

E nada te esmaga, nada te acaba
Nada te encolhe, nada te alarga
Nada te tenta, nada te inventa
Nada te pesa, nada te aguenta
Nada te falha, nada te empurra
Nada se ri enquanto te esmurra
Nada te esfria, nada te guia
Nada te ofende ou te desvia 
Nada te pára, nada te pára
Nada te pára, nada te pára
Nadaa....
Nada te pára, nada te pára
Nada te pára
Nada.. 

 



publicado por olhar para o mundo às 17:00 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Paz, eu quero paz
Já me cansei de ser a última a saber de ti
Se todo mundo sabe quem te faz chegar mais tarde
Eu já cansei de imaginar você com ela
Diz pra mim se vale a pena, amor
A gente ria tanto desses nossos desencontros
Mas você passou do ponto e agora eu já não sei mais...

Eu quero paz
Quero dançar com outro par pra variar, amor
Não dá mais pra fingir que ainda não vi
As cicatrizes que ela fez
Se desta vez ela é senhora deste amor
Pois vá embora, por favor
Que não demora pra essa dor... sangrar

 



publicado por olhar para o mundo às 08:50 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

No alentejo eu trabalho
cultivando a dura terra,
vou fumando o meu cigarro,
vou cumprindo o meu horário
lançando a semente á terra.

É tão grande o Alentejo,
tanta terra abandonada!...
A terra é que dá o pão,
para bem desta nação
devia ser cultivada.

Tem sido sempre esquecido,
á margem, ao sul do Tejo,
há gente desempregada.
TAnta terra abandonada,
é tão grande o Alentejo!

 



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Segunda-feira, 16 de Maio de 2011
1.º Festival de Fado de Madrid

 

 

 

O 1.º Festival de Fado de Madrid, que se realiza entre os dias 17 e 19 de Junho, promete ser um grande acontecimento cultural em Espanha e a maior mostra de fado a nível internacional, mas acima de tudo um tributo ao Fado, o maior expoente da cultura portuguesa e candidato a Património da Unesco.

 

Como um evento que pretende transmitir uma imagem global e profunda do Fado, o 1.º Festival de Fado de Madrid vai contar com concertos, de Carminho, Cuca Roseta e Carlos do Carmo, exposições, conferências, filmes, gastronomia e um workshop de guitarra portuguesa por Mário Pacheco.

 

Via Dn



publicado por olhar para o mundo às 22:14 | link do post | comentar

 

Letra

 

Vou de costas mas vou indo,
Onde há quem desça eu vou subindo,
O meu casaco de pele,
O meu Porsche vermelho,
Se eu puxar de papel
Já não me sinto tão velho.
Hum, estou bem!
Se os outros vão eu vou também,
Gosto que me vejam
O decote em janela,
Aprendi esta pose,
Já tenho um pé na novela.

Olha bem pr’a mim,
Já viste alguém assim?
Não há ninguém tão bom
E nada me vai deter,

Vou dar o salto,
Vou ser o Rei do Bairro Alto!
Vou dar o salto,
Vou ser o Rei do Bairro Alto!

Entro de lado no Porto inteiro,
Conheço o dono e o porteiro.
Tenho um vestido de malha,
E um olhar que não falha,
Vi na revista do cabeleireiro.
Hum, vou a pé!
Levo a guitarra e o djambé,
Se há coisa que me oprime
É não ter um Moleskine,
Filosofia de rodapé.

Olha bem pr’a mim,
Já viste alguém assim?
Não há ninguém tão bom
E nada me vai deter,

Vou dar o salto,
Vou ser o Rei do Bairro Alto!
Vou dar o salto,
Vou ser o Rei do Bairro Alto!


Ah, espelho meu!
Eu na terra e o sol no céu,
Vou dormir ao som da fama,
Este país é por mim que chama.

Vou dar o salto,
Vou ser o Rei do Bairro Alto!
Vou dar o salto,
Vou ser o Rei do Bairro Alto!

 



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publicado por olhar para o mundo às 08:35 | link do post | comentar

Concurso Luísa Todi em Setúbal<br>Perto de 50 cantores participam na próxima edição

Perto de 50 cantores participam, entre 20 e 28 de Junho, na próxima edição do Concurso Nacional de Canto Luísa Todi, prova setubalense destinada a promover jovens em início de carreira e novos valores na área do lirismo.

A prova bienal, organizada pela Câmara Municipal de Setúbal, conta com 49 inscrições e decorre no Salão Nobre dos Paços do Concelho, local que acolhe, a 25 de Junho, a gala final, com a actuação de todos os premiados. Realiza-se ainda um espectáculo de encerramento, no dia 28, no Teatro Nacional de S. Carlos, integrando a temporada “Festival ao Largo”, promovido naquela sala cultural de Lisboa.

O concurso distingue os melhores cantores masculinos e femininos, com os primeiros classificados a receberem, cada um, cinco mil euros.

O segundo e o terceiro classificados recebem, respectivamente, quatro mil e três mil euros.

O vencedor do Prémio “Bocage”, de estímulo a uma jovem promessa, recebe 1500 euros, o mesmo valor a entregar ao cantor galardoado com o Prémio “Interpretação Obra Portuguesa”.

Também com 1500 euros é distinguida a cantora nomeada para o Prémio “Ana Lagoa” – Melhor Interpretação Feminina de ária de ópera.

O concurso, criado em 1990 por José Carlos Xavier, já serviu de impulsionador para as carreiras de vários cantores líricos, como da soprano Elisabete Matos, vencedora em 1991, e actualmente uma das principais vozes femininas portuguesas neste género artístico.

O júri da prova é presidido pelo musicólogo e director artístico João Pereira Bastos, antigo director do Teatro Nacional de S. Carlos, da Antena 2 e do Festival Internacional de Música de Macau.

 

Via Rostos



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Domingo, 15 de Maio de 2011

 

 

 

 

Letra

 

O amor separar-nos-á
o amor separar-nos-á
o amor separar-nos-á
o amor separar-nos-á

Há um rio Tejo
Entre aquilo o que eu quero
e o que tu queres dar 
Há um rio Tejo
Entre o sexo e o nexo
e o amor.

Estares assim calada,
é o mesmo que dizeres que o sol
só serve para queimar
só serve para queimar


O rio é Tejo é Azul
O teu nome escrito é Azul
O teu labio no meu é azul(x2)

E o que sangrou,
caíu ao chão.
O nosso amor,
morreu no chão
Mas o lugar
fica azul.

Há um rio Tejo
Entre aquilo que eu quero
e que tu queres dar
Há um rio Tejo
Entre o sexo,
e o nexo-amor.

Estares assim calada,
é o mesmo que dizeres que o sol
só serve para queimar
só serve para queimar (pra me queimar)
Pra me queimar
Pra me queimar
Pra me queimar
Pra me queimar!Pra me queimar!Pra me queimar!Pra me queimar!Pra me queimar!



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sábado, 14 de Maio de 2011

 

Os lábios

 

 

Os Lábios já foram outras coisas, nomeadamente The Profilers, oriundos de Sintra, e que em 2008 venceu o Festival de Música Moderna de Corroios. Neste tempo os ritmos eram outros funky, jazz e até bossa nova; agora é rock em português com mensagens já previsíveis, oiça-se “Está Tudo ligado”.

 

“Morde-me a alma”, título do álbum, tem qualidades, nota-se que a banda está mais solta e às influências nacionais juntam-se as dos The Strokes e Árcade Fire. A crítica áspera das letras, oiça-se “E o sol está do meu lado”, merece a chance de se ouvir esta banda portuguesa de quatro rapazes – Eurico Silvestre, Louco, Sérgio Fonseca e Temo Dias – e uma vocalista, San de Palma. Porque me lembrei agora dos Roquivarios?

Nota mais para a masterização de Jorge Cervantes e para a mistura de Nelson Carvalho. Miguel Ângelo, esse mesmo dos Delfins, é o produtor.

 

Todas as músicas são da banda e a maioria das letras de San com  ajudas em algumas canções, nomeadamente de Eurico e inspirads em poemas de Leonel de Jesus e uma outra a partir de um poema de Janette. No total compôem o álbum dez temas.

 

Há dois temas em inglês, ou ants um em francês e inglês, "Paris Boy", e outro totalmente em inglês, num piscar de olho ao mercado anglo-saxónico.

 

Via HardMusica 

 

 

 

 

 



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Letra

 

Flutuo, consigo deslindar o meu gosto sem esforço
Balanço é o que a maré me dá e eu não contesto
O meu destino está fora de mim e eu aceito
Sou eu despida de medos e culpas, confesso

Hoje eu vou fingir que não vou voltar
Despeço-me do que mais quero
Só para não te ouvir dizer que as coisas vão mudar
amanhã

Flutuo, consigo deslindar o meu gosto sem esforço
Balanço é o que a maré me dá e eu não contesto
Amanhã, pensar nisso sempre me dá mais jeito
Fazer de mim pretérito mais que perfeito

Hoje eu vou fingir que não vou voltar
Despeço-me do que mais quero
Só para não te ouvir dizer que as coisas vão mudar
amanhã, amanhã

Hoje eu vou fugir para não me dar a vontade de ser tua
Só para não me ouvir dizer que as coisas vão mudar
amanhã, amanhã, amanhã
Flutuo

 



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Letra

 

Sentimento ingénuo deixa a bomba rebentar

Quanto mais pensares assim, mais eu vou desconfiar

Deixo o tempo passar, tento chamar-te a atenção

Deixei de acreditar, depois de uma explicação


O lado eterno da imaginação

A ingenuidade é pura ilusão 

NUNCA MAIS EU SEI DE COR


Decadência, espero nunca ter de lá voltar

Quanto mais o tempo passa, mais eu me vou afastar

Longe vão os tempos em que eu nunca mais tentei 

Conseguir ser o melhor, foi aquilo que eu sonhei 


O sentimento é imaginação

Poemas versos são pura ilusão 

NÃO TE DEIXES ENGANAR


O sentimento é imaginação 

Poemas Versos são pura ilusão 

NÃO TE DEIXES ENGANAR


Enquanto eu espero pelo que há-de vir 

O pensamento esta longe de partir 

A sorte chega não vou procurar 

A voz é marcha, para quem pensa em ditar

Aquilo que eu não sei 


O sentimento e imaginação 

Promessas feitas são pura ilusão 


NUNCA MAIS EU VOU FICAR AQUIIIIIIIIIIII

NUNCA MAIS EU VOU FICAR AQUIIIIII

NUNCA MAIS EU VOU FICAR...

 

 



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Letra

 

Bebo o vinho do teu corpo

Devagar como se a boca

Fosse uma flor onde o tempo

Desenha um mapa da vida

 

Corre o vinho do teu corpo

Nos lençóis da madrugada

E há carícias debruçadas

À janela do silêncio

 

Bebo o vinho do teu corpo

Bebo até morrer de sede

Bebo o vinho do teu corpo

Bebo até morrer de sede

 

E provo o vinho do teu corpo

Gota a gota e beijo a beijo

Como quem recolhe o sonho

De entre os dedos de um sorriso

 

Corre o vinho do teu corpo

Nos regatos do luar

Que hão-de vir desaguar

Mansamente nos meus braços

 

Bebo o vinho do teu corpo

Bebo até morrer de sede

Bebo o vinho do teu corpo

Bebo até morrer de sede

 

Bebo o vinho do teu corpo

Devagar e quase a medo

Na surpresa dos segredos

Copos cheios de prazer

 

Bebo o vinho do teu corpo

Bebo até morrer de sede

Bebo o vinho do teu corpo

Bebo até morrer de sede

 

Gota a gota beijo a beijo

 



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