Terça-feira, 19 de Abril de 2011

 

 

Letra (Em Mirandês)

 

Fraile cornudo
Hecha-te al baile
Que te quiero ber beilar
Saltar i brincar

I andar por l aire

 

Esta ye la tonadica de l fraile

 

Busca cumpanha
Que te quiero ber beilar
Saltar i brincar
I andar por l aire

 

Deixa-la sola
Que la quiero ber beilar
Saltar i brincar
I andar por l Aire

 

 



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Jorge Palma e Deolinda nas comemorações do 25 de Abril
 
Jorge Palma e Deolinda sobem ao palco da Praça 1.º de Maio, no Seixal, no domingo, a partir das 22h00, no âmbito das comemorações do 25 de Abril daquele município.
 

Terá também lugar o habitual espectáculo de fogo-de-artifício sobre a baía no intervalo das duas actuações.

 

O espectáculo integra o programa de comemorações do 37.º Aniversário do 25 Abril que o Município do Seixal preparou para este mês.

 

Via SOL



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Letra

 

Eu não sei bem quem tu és
Sei que gosto dos teus pés
Do teu olhar atrevido

Tu baralhas-me a razão
Invades-me o coração
E eu ando um pouco perdido

Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
Que ter toda a fama do mundo

Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
Que todo o dinheiro do mundo

Adivinha onde eu cheguei
Desde o tempo em que roubei a tua privacidade
Fiz de ti lírio quebrado
Fera de gesto acossado, vendi a tua ansiedade

Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
Que ter toda a fama do mundo

Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
Que todo o dinheiro do mundo

E agora que estamos sós, vamos ser apenas nós
Dar a volta ao argumento
Vamos fugir em segredo
Sumir por entre o enredo, soltar o cabelo ao vento

Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
Que ter toda a fama do mundo

Troco tudo por um beijo
Mais vale morder um desejo
Que todo o dinheiro de mundo

 



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Segunda-feira, 18 de Abril de 2011

 

 

 

Letra

 

Ser poeta é ser mais alto,é ser maior
do que os homens, morder como quem beija
É ser mendigo e dar como seja
É ser rei do reino de aquém e de além dor

É ter de mil desejos o explendor
E não saber sequer que se deseja
É ter ca dentro um astro que flameja
É ter garras e asas de condor...

É ter fome, é ter sede de infinito
Por essas manhãs d'ouro e de cetim
É condensar o mundo num só grito...

E é amar-te assim, perdidamente
É seres alma e sangue e vida em mim
E dizê-lo cantando, a toda a gente...

 



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Colecção de discos com 188 fados apresentada em Lisboa

 

 

Uma coleção de 24 CD com 188 fados interpretados por cerca de 100 cantores é apresentada hoje no Museu do Fado, em Lisboa, pelo seu responsável, o estudioso José Manuel Osório.
 

«Fados do Fado», com a chancela da Movieplay Portuguesa, lista de A a Z os fadistas desde a década de 1930 à actualidade em 18 discos, dedicando seis a temáticas específicas: «Guitarradas», «Desgarradas», «Fado no Cinema», «Fado e os Teatros», «Fado Humorístico» e «Velha Guarda».

 

A actual colecção partiu de uma outra editada em 1998, mas traz novidades «e muitos dos fados aqui registados não existiam ainda em CD», disse José Manuel Osório.

 

O especialista salientou que cada fado tem uma ficha com data de gravação, autores, acompanhadores, tipo de fado ou o nome pelo qual é referenciado no meio fadista e a etiqueta discográfica para a qual se gravou originalmente.

 

Entre os vários nomes seleccionados encontra-se Amália Rodrigues, Alfredo Marceneiro, Fernanda Maria, Estela Alves, Maria Teresa de Noronha, Hermínia Silva, Fernando Maurício, Berta Cardoso, António Rocha, Mariana Silva, José Coelho e os guitarristas Alcino Frazão, António Chaínho, Acácio Gomes, Francisco Carvalhinho e Raul Nery.

 

A sessão conta com a participação de Anita Guerreiro, que está representada na colecção com os fados «Os Beijos Também cansam», «Encontro (Ao Fim da Tarde)», «Coração não Batas Tanto» e «A Tristeza dos Teus Olhos».

 

A fadista será acompanhada à guitarra portuguesa por António Parreira e à viola por Guilherme Carvalhais.

 

Via Sol



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Letra

 

De que noite demorada
Ou de que breve manhã
Vieste tu, feiticeira
De nuvens deslumbrada?

De que sonho feito mar
Ou de que mar não sonhado
Vieste tu, feiticeira
Aninhar-te ao meu lado?

De que fogo renascido
Ou de que lume apagado
Vieste tu, feiticeira
Segredar-me ao ouvido?

De que fontes, de que águas
De que chão, de que horizontes
De que neves, de que fráguas
De que sedes, de que montes
De que norte, de que lida
De que desertos de morte
Vieste tu, feiticeira
Inundar-me de vida...?

De que noche demorada
O de que breve mañana
Llegaste tu, hechicera
De nubes deslumbrada?

De que sueño hecho mar
O de que mar no soñado
Viniste tu, hechicera,
Anillarte a mi lado?

De que fuego renacido
O de que lumbre apagada
Viniste tu, hechicera
A segrediarme al oído?

De que fuente, de que agua
De que suelo y horizonte
De que nieves, de que fraguas
De que sedes, de que montes
De que norte, de que lidia
De que desierto de muerte
Viniste tu, hechicera
A inundarme de vida...?

De que fontes, de que águas
De que chão, de que horizontes
De que neves, de que fráguas
De que sedes, de que montes
De que norte, de que lida
De que desertos de morte
Vieste tu, feiticeira
Inundar-me de vida...?

 



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Domingo, 17 de Abril de 2011

Mariza convida Rui Veloso, Tito Paris, Carminho e Ricardo Ribeiro

 

O Casino Lisboa vai assinalar o seu quinto aniversário com uma festa no dia 19 de Abril, incluindo um encontro às 22:30 subordinado à temática «5 Anos, 5 Grandes Artistas».

 

O concerto «Mariza convida» vai trazer ao palco os convidados Rui Veloso, Tito Paris, Carminho e Ricardo Ribeiro.

Antes, será a vez da banda residente, os Voodoo Marmelade, que actuarão com um reportório especial, ajustado e coerente com o concerto de Mariza e dos seus convidados que se lhe segue.

O mesmo acontecerá com o DJ Pedro Ricciardi que, depois da meia-noite, completará a festa de aniversário com um portfólio de gravações.

Paralelamente, a mostra «Casino Lisboa 2006 / 2011 – Retrospectiva de 5 Anos de Actividade», que também integra o programa de aniversário, poderá ser visitada entre 21 de Abril e 22 de Maio.

O concerto a cinco elementos, que se realiza no palco central do Arena Lounge, é de entrada gratuita.

 

Retirado de Cultura Online



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Letra

 

Noites sem ti
Onde me perco
Procuro por mim
Na paixão do incerto

E saber que me amas mas mesmo assim
Basta pra ti dizeres que sim
Mesmo quando eu vou
Gostares de mim 
Pelo que eu sou

(refrão)
Deixa-me olhar
Deixa-me perguntar
Se gostas de mim nas noites 
Que eu passo sem ti
x2

Sempre que eu te vejo perco-me na luz da noite
E sempre que eu te beijo fico sem medo do som
Noites sem ti onde me perco
Procuro por mim na paixão do incerto

E saber que me amas mas mesmo assim
Basta pra ti dizeres que sim
Mesmo quando eu vou
Gostares de mim pelo que eu sou

Refrãox6


 



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Letra

 

Trocámos lágrimas e paixão
Como foi que te perdi? 
Um momento de ilusão 
Fiquei longe de ti 

As noites em branco
O negro do dia 
Desejo ardente 
A cama fria 

Longe de ti
Já não posso viver assim 
O vazio que há em mim 
Sinto que estou perto 
Do fim 

A tristeza no olhar
A dor dentro de mim 
A vontade de chorar 
Ninguém sofre assim 

As noites em branco
O negro do dia 
Desejo ardente 
A cama fria 

Longe de ti
Já não posso viver assim 
O vazio que há em mim 
Sinto que estou perto... 


Longe de ti
Já não posso viver assim 
O vazio que há em mim 
Sinto que estou perto
Do fim. 

Longe de ti...
Longe de ti... 
Longe de ti... 
(repete4x)


 



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Sábado, 16 de Abril de 2011
 
João Monge estreia-se na escrita para teatro, sem esquecer a música. Inspirado em Alfredo Marceneiro, criou um espectáculo com Maria João Luís e Manuela Azevedo

"E quem és tu para destruir este mundo só meu? Quem és tu para acreditares em mim e me falares de esperança?" Maria Sem é uma mulher que sente e vive muitas coisas. Evoca paixões, desilusões, desamores, encantos e desencantos. "Fala com um grande sabedoria de quem aprendeu com o que viveu e acha que as coisas valem a pena ser vividas. Fala com grande orgulho, até, do sofrimento de que foi protagonista e tem, apesar de tudo, esperança no futuro", explica Manuela Azevedo.

"A Lua de Maria Sem" é um espectáculo escrito por João Monge e interpretado por Maria João Luís, que acumula a função de encenadora, e Manuela Azevedo, vocalista dos Clã, que estreia hoje no Teatro Municipal de São Luiz, Lisboa, e fica em cena até domingo.

Esta é a primeira peça escrita por João Monge, letrista de bandas como Trovante ou Ala dos Namorados ou artistas como Rui Veloso e Camané, entre muitos outros. Inspirado nos fados de Alfredo Marceneiro, Monge escreveu a história de Maria Sem e as letras para as composições deixadas pelo fadista. Os arranjos têm o dedo de José Peixoto. 

Durante uma hora, Maria João Luís é Maria Sem, cujo pai lhe deixou a lua de herança. Manuela Azevedo também é Maria Sem. Uma diz as palavras, a outra canta-as: "Sempre gostei muito dos textos do Monge. Quando ele me falou deste projecto, das pessoas envolvidas e a partir do que era feito, fiquei muito contente, muito entregue ao projecto. E para mim o fado sempre foi o Marceneiro, a Hermínia Silva, o fado da viela, da rua, profundo. O Marceneiro transporta-nos, pelo menos a mim e à minha geração, a um universo mais povo, mais carne viva", conta Maria João Luís.

Já para Manuela Azevedo, o "sim" não surgiu logo, apesar de se ter apaixonado pelo texto: "Fiquei com receio de não ser capaz de entrar nesse universo do fado do Marceneiro. Mas o facto de os fados terem letras do Monge, um território onde me senti identificada e à vontade, e com a releitura que o Peixoto fez desses arranjos, achei que não ia ter esse peso de estar a interpretar uma coisa com a força, a história e a tradição que o fado tem."

Maria João Luís e Manuela Azevedo nunca se tinham encontrado. As apresentações foram feitas numa pequena reunião logística pré-espectáculo. A empatia foi instantânea: "Há um grande entendimento e confiança mútua. Eu sinto isso, mesmo nos momentos em que estava mais aflita, mais insegura, sentia da parte da Manuela uma disponibilidade e confiança que me davam muita força também para acreditar", explica Maria João Luís.

Encarnar personagens é o dia--a-dia da actriz. Mas para a cantora não é assim tão diferente: "Temos canções que têm mulheres que deixam os homens a babar e durante os três minutos da canção posso imaginar-me assim, com 1,80 m, poderosíssima. Esse exercício de interpretação é uma coisa que já vou desenvolvendo com os Clã. Aqui é pedido com uma consistência maior, até porque é a mesma personagem durante o tempo todo da peça."

Em palco, as duas mulheres estão vestidas de forma masculina. A ideia é de Maria João Luís: "Pensei como é que podemos fazer com que estas duas mulheres sejam anjos, como é que podemos fazê-las almas em vez de corpo? Ou punha umas asinhas, o que seria um bocadinho estranho, ou então tirava-lhes o género, quase, a feminilidade. Uma coisa que fosse assexuada, uma androginia que me interessa explorar. E está lá, no texto, essa alma acima do género."
 


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Letra

 

Acabou-se a sorte
Começou o meu azar
Não cumpri a minha parte
Agora tenho que ir trabalhar
Acabou-se a boa vida
É preciso lutar
Já não tenho mais oportunidades
Vou recomeçar
Vou começar uma vida nova
Ainda há tempo para mudar
Qualquer dia estou com os pés para a cova
E não quero acreditar
NSolão sei se meDoreço
Esta Solvida de Docão
Tudo o que Solvejo tem um Dopreço
E eu não Retenho um tostão
Será que mereço
Nunca fiz mal a ninguém
Estou perdido não tenho nada
Vou chamar a minha mãe
Sei que a vida não dura sempre
tempo passa devagar
Tenho tempo para rir
Tenho tempo para chorar
Voltas e voltas
E que grande confusão
Um homem anda aqui à toa
Nem sinto os pés no chão
Não sei se mereço
Esta vida de cão
Tudo o que vejo tem um preço
E eu não tenho um tostão
Será que mereço
Nunca fiz mal a ninguém
Estou perdido não tenho nada
Vou chamar a minha mãe

 



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Letra

 

Andam lá sem descansar, 
Nas montanhas a lutar
Iluminam todo o mar 
De Timor

Nas montanhas sem dormir 
Uma luz a resistir
Arde sem se apagar 
Em Timor

Andorinha de asa negra 
Se o teu voo lá passar
Faz chegar um grande abraço, 
Dá saudades a Timor

Eles não podem escrever, 
Porque vão a combater
Vão de manhã defender 
A Timor

As crianças a chorar, 
Não as posso consolar
Que eu nunca cheguei a ver 
A Timor

Andorinha de asa negra 
Vem ouvir o meu cantar
Ai que dor rasga o meu peito 
Sem noticias de Timor

Nunca mais hei-de voltar 
Já não posso lá voltar
À idade de lembrar 
A Timor

Estam lá a descansar 
Nas montanhas a lutar
Iluminam todo o mar 
De Timor

Andorinha de asa negra 
Vem ouvir o meu cantar
Ai que dor rasga o meu peito 
Sem noticias de Timor

Andorinha de asa negra 
Se o teu voo lá passar
Faz chegar um grande abraço, 
Dá saudades a Timor

 



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Sexta-feira, 15 de Abril de 2011

 

 

Letra

 

Lavam-se os olhos nega-se o beijo
do labirinto escolhe-se o mar
no cais deserto fica o desejo
da terra quente por conquistar

Nobre soldado que vens senhor
por sobre as asas do teu dragão
beijas os corpos no chão queimado
nunca serás o nosso perdão

Ai Timor 
calam-se as vozes 
dos teus avós
Ai Timor
se outros calam
cantemos nós

Salgas de ventres que não tiveste
ceifando os filhos que não são teus
nobre soldado nunca sonhaste
ver uma espada na mão de Deus

Da cruz se faz uma lança em chamas
que sangra o céu no sol do meio dia
do meio dos corpos a mesma lama
leito final onde o amor nascia

Ai Timor 
calam-se as vozes 
dos teus avós
Ai Timor
se outros calam
cantemos nós

 



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Dias da Música abre com orquestra checa a tocar peça de Freitas Branco
 
A orquestra Filarmónica de Brno (República Checa) abre hoje os Dias da Música, que até domingo incluem mais de 66 concertos no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, com peças compostas entre 1833 e 1945.
 

Pela primeira vez o concerto inaugural da iniciativa integra uma peça de um compositor português, o poema sinfónico Paraísos Artificiais (1910), de Luís de Freitas Branco.

 

A orquestra checa, dirigida por Leos Svárovski, interpretará ainda a Sinfonia n.º9, Do Novo Mundo, de Antonin Dvorák e Rhapsody in Blue, de George Gershwin. Será solista o pianista português Jorge Moyano.

 

Ao longo dos próximos dois dias serão interpretadas peças de seis compositores nacionais, ficando de fora, do período escolhido, Francisco Lacerda, lamentou o presidente da Fundação CCB, António Mega Ferreira.

 

O responsável referiu que o facto se deveu «a circunstâncias várias» e «até porque nem sempre os músicos nacionais incluem no seu repertório compositores portugueses».

 

Além de Luís de Freitas Branco serão interpretadas obras de António Fragoso, Joly Braga Santos, Armando José Fernandes, Vianna da Motta, Fernando Lopes-Graça e ainda temas de Armandinho e Pedro Jóia.

 

Os Dias da Música incluem na edição deste ano tango, jazz, ragtime, blues e música tradicional javanesa, ao lado da criação de tradição ocidental com compositores europeus e também americanos.

 

No período escolhido, de 1883, quando morreu Richard Wagner, a 1945, quando terminou a II Grande Guerra, «assiste-se a uma perda do monopólio europeu da tradição musical ocidental, e ao deslocamento do eixo da produção musical ocidental da Europa para algures no meio do oceano Atlântico, entre a Europa e as Américas do Norte e do Sul», considera Mega Ferreira.

 

Nestes dois dias de música será possível ouvir compositores menos habituais nas salas de concerto portuguesas como Federico Mompou, Pavel Haas, Erick Korngolg, ou Paul Bowles ao lado de autores de jazz, ragtime e tango como Carlos Gardel, Astor Piazzola, Duke Ellington, Count Basie e Jimmie Lunceford.

 

Paralelamente, na sala Amália Rodrigues do CCB, apresentam-se várias escolas de música numa parceria com o Ministério da Educação, estando previstos seis concertos.

 

A programação integra ainda concertos para bebés, «clube de jazz para miúdos», oficinas de música e de criação musical e conversas com músicos, entre outras iniciativas.

 

Via SOL



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Letra

 

I see a tree
I see a house
I see children playing
Going inside and out

I see sunflowers 
everywhere 
And a big scarecrow 
with a hat on his head

And I'm not there yet
But someday I'll be
And i'm not there yet
But we'll see

Will you ask me
To go inside
Will you hold me and dance
Will you lay down by my side
Be there forever 'till we die

And you're not there yet
But someday you'll be
And you're not there yet
But we'll see

Will we have a sunday picnic
Will the boys wear blue and the girls wear pink
Will we travel around the world
Will we make everybody watch our family slideshows

But we're not there yet
But someday we'll be
And we're not there yet
But we'll see
And we're not there yet
Maybe we'll never ever be
And we're not there yet
But we'll see

 



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Quinta-feira, 14 de Abril de 2011

 

Letra

 

Dás-me a vontade
Dás-me o ouvido
De arrancar músicas ao ar

Na tempestade
Madeira e vidro
Saberão como não quebrar

As chamas trinco
No gelo ardido
São formas multiplas de te amar

Depois dos 5
O sexto sentido
Saberá tudo entrelaçar

É por tudo o que em nós corre
Que se vive e que se morre
(repetir 2 vezes)

Meu sangue sinto
Que à terra desce
E no teu corpo o seu lugar

Dentro do instinto
Tudo o que cresce
É forma boa de se amar

É por tudo o que em nós corre
Que se vive e que se morre
(repetir 4 vezes)

Eu toco, eu fujo, eu volto, eu passo
Giro nos meus seis sentidos
Eu desço à terra e subo ao espaço
Agarrado aos seis sentidos
(repetir 2 vezes)

 



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Guitarrista português Nuno Ferreira lança álbum de originais

 

 

'Viagens a preto e branco' é o nome do novo álbum de Nuno Ferreira, guitarrista português que, depois de já ter feito um pouco de tudo no mundo da música, aposta agora num trabalho de originais.
 

O álbum tem vindo a ser apresentado nas lojas Fnac de Lisboa e já está à venda em vários pontos do país. Este projecto resulta das«vivências pessoais e profissionais» do músico nos últimos anos e nele podemos encontrar diferentes estilos de música«desde o rock a sonoridades mais acústicas e com influências étnicas de world music», como se pode ler no site oficial do autor.

 

Tocou em programas televisivos, toca em bares, dá aulas de guitarra e é membro de bandas fixas de alguns cantores portugueses. Participam neste projecto nomes como Sertório Calado, Pedro Vaz, Paulo Brissos, João Sanguinheira, Tiago Machado, John Sawicki e Warren Richardson dos Stomp, entre outros.

 

«Se tivéssemos de o definir enquanto guitarrista, diríamos que Nuno Ferreira é um rocker. Mas, de facto, versatilidade e capacidade de improvisação para rapidamente conseguir atingir o que lhe é pedido em cada tipo de trabalho são as características que melhor o definem», refere a biografia oficial.

 

Via SOL

 

 

 

 

 



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Letra

 

Disseram-me um dia, Rita põe-te em guarda
Aviso-te, a vida é dura, põe-te em guarda
Cerra os dois punhos e andou, põe-te em guarda
Eu disse adeus à desdita
E lancei mãos à aventura
E ainda aqui está quem falou

 

Galguei caminhos de ferro (põe-te em guarda)
Palmilhei ruas à fome (põe-te em guarda)
Dormi em bancos à chuva (põe-te em guarda)
E a solidão não erre
Se ao chamá-la o seu nome
Me vai que nem uma luva

 

Andei com homens de faca (põe-te em guarda)
Vivi com homens safados (põe-te em guarda)
Morei com homens de briga (põe-te em guarda)

Uns acabaram de maca
E outros ainda mais deitados


O coveiro que o diga

O coveiro que o diga
Quantas vezes se apoiou na enxada
E o coração que o conte
Quantas vezes já bateu p´ra nada

 

E um dia de tanto andar (põe-te em guarda)
Eu vi-me exausta e exangue (põe-te em guarda)
Entre um berço e um caixão (põe-te em guarda)
Mas quem tratou de me amar
Soube estancar o meu sangue
E soube erguer-me do chão

 

Veio a fama e veio a glória (põe-te em guarda)
Passaram-me de ombro em ombro (põe-te em guarda)
Encheram-me de flores o quarto (põe-te em guarda)
Mas é sempre a mesma história
Depois do primeiro assombro
Logo o corpo fica farto

 

 



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Quarta-feira, 13 de Abril de 2011

 

 

Letra

 

Vieram profetas
vieram doutores
santos milagreiros, poetas, cantores
cada qual com um discurso diferente
p'ra curar a vida da gente
p'ra curar a vida da gente
e a gente parada fez orelhas moucas
que com falas dessas as esperanças são poucas
mas quando o Barnabé cá chegou
toda a gente arribou
toda a gente arribou

Que é que tem o Barnabé que é diferente dos outros?

Vieram peritos 
em habilidades
dizer que a fortuna nasce nas cidades
e que só ganha quem concorrer
e quem vai ser, quem vai ser
quem vai ganhar, vai vencer?
e a gente parada fez orelhas moucas
que com falas dessas as esperanças são poucas
mas quando o Barnabé cá chegou
toda a gente ganhou
toda a gente ganhou

Que é que tem o Barnabé que é diferente dos outros?

Vieram comerciantes 
vender sabonetes
danças regionais, televisões, rabanetes
em suaves prestações mensais
quem dá mais, quem dá mais?
quem dá mais, quem dá mais?
e a gente parada fez orelhas moucas
que com falas dessas as esperanças são poucas
mas quando o Barnabé cá chegou
quem tinha ouvidos ouviu
quem tinha pernas dançou

Que é que tem o Barnabé que é diferente dos outros?

 



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"The Cherry on my Cake” álbum de apresentação de Luísa Sobral

“Billie Holliday é uma referência marcante para mim, mas nos Estados Unidos acabamos por absorver muita coisa. Toquei com músicos franceses, colombianos, brasileiros e naturalmente norte-americanos, e é natural que tudo isto se reflicta na minha composição”, disse Luísa Sobral.


Luísa Sobral concorreu a um concurso televisivo para novos talentos, aos 16 anos, não ganhou, mas tinha uma certeza, fazer música, nomeadamente jazz, e decidiu partir para os Estados Unidos.
“A ida para Boston foi uma decisão clara do que queria fazer, e Berklee [College of Music] fazia todo o sentido se queria aprofundar a linguagem do jazz. Eu queria aperfeiçoar a minha arte”, disse.
“Em Berklee aprende-se a linguagem do jazz, a ouvirmos e a aprender, notando que este ou aquele músico fez determinada coisa, ou o tipo de ‘swing’. Aprende-se essencialmente a linguagem para comunicar com os outros músicos”, referiu.


Entretanto, passou por Lisboa e apresentou-se em 2009 no Festival Super Bock em Stock, gravou um EP e o primeiro álbum que é editado pela Universal Music.


Para este álbum aproveitou músicas do EP e composições nas quais trabalhava desde o 2.º ano em Berklee.

Luísa Sobral é a autora de 12 dos 13 temas – 10 em inglês e três em português –, que constituem o álbum, tendi salientado à Lusa o “excelente papel do arranjador”, o colombiano Juan Andrés.


“Saiu para a rua” de Carlos Tê e Rui Veloso, é o único tema que não é de sua autoria. Referindo-se aos outros dois em português, “Xico” e “O Engraxador”, Luísa afirmou que gosta de fazer “letras de certa forma cómicas e sarcásticas”.


Quanto ao seu estilo de composição e interpretação afirmou: “Sou muito na linha do Chet Baker, sou mais da escola ‘old style’”.


Entre as treze canções que afirmou gostar muito, há favoritas como “Not There Yet”, “After All”, “I Would Love To” e “Clementine”, esta última, emociona-a “até ás lágrimas”.


“’Clementine’ tem um bocadinho de Tim Burton, e é o nome da protagonista do filme ‘Eternal Sunshine of the Spotless Mind’ [de Michel Gondry, 2004] com Jim Carrey, e gosto do nome como ele é pronunciado em inglês”, afirmou.


Editado “The Cherry on my Cake”, Luísa Sobral planeia fazer a digressão pelas FNAC e na primeira semana de Maio apresentá-lo num concerto a marcar em Lisboa.


“Por agora estou aqui, quero dedicar-me a Portugal, tocar em vários auditórios. O próximo passo será a Europa, e com muita calma os Estados Unidos”, afirmou.

 

Retirado de HardMusica

 

 

 

 



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Letra

 

Partiste sem dizer adeus nem nada
Fingiste a culpa era toda minha
Disseste que eu tinha a vida estragada
E eu gritei-te da escada que fosses morrer sozinha


Voltaste e nem desculpa pediste
Perguntaste porque é que eu tinha chorado
Não respondi, mas quando vi que sorriste
Eu disse que estava triste porque tu tinhas voltado

 

Zangada esvaziaste o meu armário
E em nada ficou meu disco preferido
De raiva rasguei o teu diário, virei teu saco ao contrário, dei-te cabo do vestido
Queimaste o meu jantar favorito
Deixaste o meu champanhe azedar
E quando cozinhei o periquito para abafar o teu grito, eu comecei a cantar...

 

Fumavas e eu nem suportava o cheiro
Teimavas em me acender um cigarro
E quando tu me ofereceste um isqueiro
Atirei-te com o cinzeiro, escondi as chaves do carro
Não queria que visses televisão em dia de jogos de Portugal
Torcias contra a nossa selecção, se eu via um filme de acção tu mudavas de canal

 

Tu querias que eu fosse contigo ao bar
Só ias se eu não entrasse contigo
Sai-a para não ter de te aturar, tu ficavas a dançar com o meu melhor amigo
Gozavas porque eu não queria beber

Ralhavas ao ver-me de grão na asa
Eu ia a festa sem te dizer, nunca cheguei a saber, se tu ficavas em casa

 

Tu deste ao porteiro roupa minha
Soubeste que lhe dera o teu roupão
Eu dei o teu anel á vizinha pela estima que lhe tinha
Ofereceste-lhe o meu cão
Foste lendo o teu romance de amor
Sabendo que eu não gostava da historia
No dia de o mandares para o editor, fui ao teu computador
Apaguei-o da memoria.


Se cozinhavas eu jantava sempre fora
Juravas que eu havia de paga-las
Aqui na rua dizias-me a toda a hora que quando eu me fui embora
Tu ficaste-me com as malas
Depois desses anos infernais
Os dois éramos caso arrumado
Achando que também era de mais
Juramos para nunca mais, foi cada um para seu lado.

 

No escuro tu insiste que eu não presto
Eu juro que falta a parte melhor
O beijo acaba com o teu protesto, amanha conto-te o resto
Boa noite meu amor!

 

 

 



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Terça-feira, 12 de Abril de 2011

António Pinho Vargas

 

Um dos compositores e músicos mais importantes do Portugal pós-25 de Abril, António Pinho Vargas, apresenta um duplo espectáculo no Museu do Oriente, a 16 e 17 de Abril, às 21h30 e 18h00, respectivamente, durante o qual revisita o seu vasto repertório para piano.

Figura chave da música contemporânea portuguesa e pioneiro da improvisação e do jazz em português, Pinho Vargas tinha como projecto antigo revisitar este repertório através de concertos a solo, nos quais utiliza algum desse material bem como zonas de improvisação livre.

Da sua discografia constam a gravação de oito discos de jazz como pianista/compositor, incluindo os dois álbuns duplos Solo (2008) e Solo II (2009), que obtiveram uma excelente recepção crítica. Editou, ainda, quatro discos monográficos com algumas das suas obras, compôs quatro óperas, uma oratória, nove peças para orquestra, oito obras para ensemble, 18 obras de câmara, sete obras para solistas e música para cinco filmes.

Das óperas, destaque para Édipo, Tragédia de Saber (1996) Os Dias Levantados (1998) e Outro Fim (2008), os quartetos de cordas Monodia, quasi un Requiem (1993) e Movimentos do subsolo (2008), as obras para orquestra Acting Out (1998), A Impaciência de Mahler (2000), Graffiti [just forms] (2006), Six Portraits of Pain, para violoncelo solo e ensemble (2005), Um Discurso de Thomas Bernhard, para narrador e orquestra (2007) e, mais recentemente, uma Suite para violoncelo solo e Movimentos do Subsolo (Quarteto de Cordas nº 2) em 2008.

Compositor, músico e ensaísta, António Pinho Vargas é licenciado em História, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e tem o Curso Superior de Piano, do Conservatório do Porto, e o Mestrado de Composição, do Conservatório de Roterdão, na Holanda.

Actualmente, lecciona Composição na Escola Superior de Música de Lisboa e é investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, onde completou o doutoramento em Sociologia da Cultura, em 2010.

 

Retirado de Música Total

 

 

 

 



publicado por olhar para o mundo às 21:10 | link do post | comentar | ver comentários (1)

 

 

Letra

 

A lenda de uma cigana
Adormecida ao relento
Que perdeu a caravana
Por seguir o pensamento
Tem dias que anda pairando
Nos rumos do mundo
Tem dias que anda rolando
Nas presas do tempo
Diz a lenda que a cigana
Pelo caminho onde viera
O xaile tinha perdido
E um vagabundo o trouxera
Sacudindo o pó e as mágoas
Como se a cor acordasse
Num abraço dançou com ela
Antes que o vento a roubasse
Só o vento nos roda a saia
Só o vento nos faz dançar
Nos confunde os passos na areia
Muda o rumo às águas do mar
No silêncio mal se ouviam
Dançar descalços na areia
Numa noite quase fria
Estava a lua quase cheia
E pra rasgarem o escuro
Ou fugir à solidão
Ataram corpos cansados
Na sombra vaga do chão
Quando o sol entorna o dia
Ficara o xaile esquecido
E os passos da cigana
Já o vento tinha escondido
Ficou só o vagabundo
Resgatando uma ilusão
Com a alma amordaçada
Na palma da mão
Só o vento nos roda a saia
Só o vento nos faz dançar
Nos confunde os passos na areia
Muda o rumo às águas do mar. 

 



publicado por olhar para o mundo às 17:32 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

O teu amor quando palpita
verdade seja dita
põe rastilho no meu peito
trinta batidas num só beijo
sem defeito.

 

Feito tac e tic
o teu amor rebenta o dique
feito tic e tac
o teu amor passa ao ataque
feito tac e tic
o teu amor rebenta o dique
feito tic e tac
eu à defesa ele ao ataque
e toca e foge e toca e foge
é uma bomba relógio

 

O teu amor quando palpita
verdade seja dita
faz-me atrasar os ponteiros
como a ostra esconde a pérola
aos viveiros.

 

Feito tac e tic
pérola solta-se a pique
feito tic e tac
faz-me o coração um baque
feito tac e tic
pérola solta-se a pique
feito tic e tac
faz-me o corpo todo um baque
e toca e foge e toca e foge
é uma bomba relógio

 

 



publicado por olhar para o mundo às 08:28 | link do post | comentar

 

 

 

Miguel Gameiro, apresenta, no dia 30 de Abril, às 21h30, no Cine Teatro S. João, em Palmela, o seu disco de estreia a solo, "A Porta ao Lado", lançado em 2010.

 

Depois de um ano em que "deu abraços" um pouco por todo o pais, Miguel Gameiro, apresenta, agora, as onze canções que fazem parte deste novo trabalho, assumidamente intimista.

 

Miguel Gameiro iniciou-se na música em 1992, com 18 anos, como um dos fundadores dos Pólo Norte. Em 1994, editou o primeiro álbum do grupo, "Expedição" (disco de ouro) e, no mesmo ano, foi convidado por Paulo Pedro Gonçalves (Heróis do Mar) a integrar o projecto "Ovelha Negra". Em 1996, depois de dois anos em concertos sucessivos por todo o país, os Pólo Norte editaram "Aprender a ser Feliz" (disco de ouro). Em 1999, gravaram o seu terceiro álbum, "Longe" e, em 2000, o grupo sentiu-se preparado para a gravação de um disco ao vivo, na Aula Magna, para celebrar os inúmeros concertos realizados pela banda. Em 2002, Miguel Gameiro rumou a Madrid para a gravação de "Jogo da Vida" e em 2003 integrou o projecto "Portugal a Cantar", que homenageava as grandes canções portuguesas dos anos 80 e 90. "Deixa o Mundo Girar" surge em 2005 e, em 2008, é gravado aquele que seria o disco de celebração de 15 anos de carreira  - "Pólo Norte 15 anos" - que reúne os êxitos mais marcantes do grupo e dois originais, "Asa Livre" e "Jeito de Ser".

 

Cine Teatro S. João

Palmela

 

Entrada: 12 € Plateia | 8 € Balcão

Bilheteira com horário alargado: Dias 26 a 29  - 13h00/19h00 e dia 30 - 15h00/21h30

Informações e Reservas: 212 336 630 | http://miguelgameiro.com/

Co-produção: Produtores Associados e Câmara Municipal de Palmela

 

Retirado de Cultura de Borla

 

 


 



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Segunda-feira, 11 de Abril de 2011

Aldina Duarte no Afrobeat

 

Lisboa Capital República Popular é o festival de música de intervenção que regressa à discoteca Musicbox, Cais Sodré, entre quinta-feira e sábado.

 

Fado, afrobeat e rock são alguns dos géneros musicais que estão ao serviço de uma canção de intervenção e farão parte do festival Lisboa Capital República Popular, que acontece esta semana no Musicbox, em Lisboa.

 

Pelo terceiro ano consecutivo, aquele espaço organiza uma série de concertos, entre quinta-feira e sábado, em torno dos ideais de Abril adaptados ao atual cenário português, com "veteranos e novos valores", refere o Musicbox.

 

Este ano foram convidados a fadista Aldina Duarte, que tem novo álbum a caminho, o músico e realizador açoriano Zeca Medeiros, que lançou em 2010 o disco "Fados, Fantasmas e Folias", e Manuel Freire, ligado ao canto de intervenção desde os anos 1970.

 

A eles juntam-se ainda os Rádio Macau, os Golpes, na companhia de Rui Pregal da Cunha (ex-Heróis do Mar), o hip hop dos Dealema, os Cacique 97, banda afrobeat luso-africana, e o grupo de "spoken word" Social Smokers, com JP Simões como convidado.

 

Além de Zeca Medeiros, a música tradicional portuguesa marcará presença também com os Velha Gaiteira, projeto de Paul (Castelo Branco) em torno da gaita-de-foles transmontana e das percussões da Beira Baixa.

Três concertos por noite

Serão três concertos por noite aos quais se junta a edição de um jornal este ano dedicado ao tema "liberdade de expressão".

Lisboa Capital República Popular recupera o nome de quatro jornais vespertinos, entretanto desaparecidos, que eram apregoados pelos ardinas nas ruas de Lisboa e que são hoje símbolos de uma época.

 

Sérgio Godinho, Vitorino e Janita Salomé, Sam the Kid, José Mário Branco, Camané, B Fachada, Samuel Úria e Brigada Victor Jara foram convidados das duas edições anteriores

 

Via Expresso



publicado por olhar para o mundo às 21:24 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Madre, anoche en las trincheras
Entre el fuego y la metralla
Vi un enemigo correr
La noche estaba cerada,
La apunté con mi fusil
Y al tiempo que disparaba
Una luz iluminó
El rostro que yo mataba
Clavó su mirada en mi
Con sus ojos ya vacios 
Madre, sabes quien maté?
Aquél soldado enemigo
Era mi amigo José
Compañero de la escuela
Con quien tanto yo jugué
De soldados y trincheras

Hoy el fuego era verdad
Y mi amigo ya se entierra
Madre, yo quiero morir
Estoy harto de esta guerra
Y si vuelvo a escribir
Talvez lo haga del cielo
Donde encontraré a José
Y jugaremos de nuevo

Madre, sabes quien maté?
Aquél soldado enemigo
Era mi amigo José
Compañero de la escuela
Con quien tanto yo jugué
De soldados y trincheras
Madre, sabes quien maté?
Aquél soldado enemigo
Era mi amigo José

 



publicado por olhar para o mundo às 17:05 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

auuuuuuuuuuuuuuu

"no one can love me the way that you do
yeah, i was the captain of my own ship of fools
i fled to the ocean, i aimed for the stars
so your face was a light that kept me saved from the dark
so i say please, say please

girl you see me smiling
girl i'm singing words of joy to the world
between the lines it's hidden in the smile
can't you hear a cry for love

i jumped to the water, i swam to the shore
turned up at your doorstep, i slept on your floor
i woke up in panic, i dreamt you were gone
you're gone, you're gone
i stood there in silence with the damaged i've done
but now it's done, it's done so

girl you see me smiling
girl i'm singing words of joy to the world
between the lines it's hidden in the smile
can't you hear a cry for love

i'll keep on smiling
girl i'll keep on playing my songs to the world
between the lines it's hidden in the smile
can't you hear a cry for love

a cry for love

a cry for love

a cry for love

girl you see me smiling
girl i'm singing words of joy to the world
between the lines it's hidden in the smile
can't you hear a cry for love

I'll keep on smiling
girl i'll keep on playing my songs to the world
between the lines it's hidden in the smile
can't you hear a cry for love

can't you see the smile
can't you hear a cry for love

it's hidden in the smile
can't you hear a cry for love"

auuuuuuuuuuuuuuu

 



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Domingo, 10 de Abril de 2011

 

Letra

 

So where did you go?
I wanna hear your voice again
This It's another time, It's another place, It's another scene

Where can I find?
That little hope inside your heart
May I have the chance to break all the fears I've built up in your mind

Can you remember what you said?
Cuz I have those words inside my head
Now I can hear my song

This is the road you want to take
There's some kind of things there you must break with
I know it's not:
Your Heart, can't go without chant

So what do you know?
About a life you never lived
Don't you know too much to forgive yourself for something you can give

I guess you should go
And live behind uncertain dreams
Don't you plain the world, Listen to your heart, Life is quite it seems

Can you remember what you said?
Cuz I have those words inside my head
Now I can hear my song

This is the road you want to take
There's some kind of things there you must break with
I know it's not:
Your Heart, can't go without chant

So where did you go?
I wanna hear your voice again
It's another time, It's another place, It's another scene

And where can I find?
That little hope inside your heart
May I have the chance to break all the fears I've built up in your mind



publicado por olhar para o mundo às 15:09 | link do post | comentar

"Um músico não pode deixar de estudar"

 

Cantora de 27 anos, chegou a considerar o jornalismo, mas dedicou-se ao jazz, tendo estudado no Conservatório de Amesterdão.

 

Ainda mal tinha largado as fraldas e já era notório que Joana tinha sido prendada com uma bela voz, que exercitava com gosto repetindo os cantares alentejanos que os pais lhe ensinavam. E, pouco depois de ter deixado de ser analfabeta, logo começou a escrever poemas. Juntando a boa voz com o gosto pelo canto e o prazer da escrita, talvez estivesse escrito nas estrelas que Joana Espadinha, 27 anos, se iria licenciar em jazz no Conservatório de Amesterdão e daria o nome a um quinteto.

 

Filha mais velha do matrimónio entre dois alentejanos (ela de Serpa, ele da Vidigueira), que se conheceram no Liceu de Beja mas só começaram a namorar em Lisboa, onde cursaram História, Joana cresceu em Cascais numa família com queda para a música - o irmão é guitarrista de jazz e a irmã toca piano clássico.

 

Aos 12 anos vemo-la no coro dos Pequenos Cantores do Estoril. Quatro Verões mais tarde já está a liderar os Mind Astray, uma banda de covers, formada na Secundária de Cascais, com um repertório que se baseava em êxitos dos Cranberries, Bryan Adams e por aí adiante... Sheryl Crow e Ben Harper eram dois dos seus cantores favoritos.

 

Hesitou muito quando chegou a altura de escolher o curso. Era apaixonada por música e pela escrita. Encarou ser jornalista. Ainda que um bocado contrariada, deixou-se convencer pelo argumento de que muitos jornalistas eram juristas, e matriculou-se em Direito.

 

Foi uma enorme chatice. "Toda a gente me conhecia por estar sempre a adormecer nas aulas", conta Joana, que, por altura do 3.º ano, começou a acumular as aulas de Direito com as de canto, na escola do Hot Club, prometendo aos pais que isso não iria pesar mais no orçamento familiar.

Durante os três anos em que estudou jazz no Hot Club, pagou as propinas com o dinheiro poupado das prendas de anos e Natal, mas também com a voz - actuava no Coro SOS, que abrilhantava casamentos e conferia uma solenidade a enterros ("nos funerais não cobrávamos cachet"), e, pela mão do baterista Gualdino Barros, começou a cantar em público um reportório de standards celebrizados por Billie Holiday, Carmen McRae, etc.

 

Já sabia perfeitamente o que queria fazer quando acabou Direito, em 2006, e não se deixou convencer das vantagens em, pelo sim pelo não, fazer o estágio de advocacia. Decidiu ir estudar jazz no Conservatório de Amesterdão com a mesma determinação com que insistiu em encomendar o magret de pato, apesar de ter sido aconselhada a optar pelas costeletas de borrego pela chefe de mesa do Rossio, o restaurante do último andar do Altis Avenida.

 

"Guiar com muita atenção à música pode ser perigoso", gracejou Joana, quando comentávamos que a maioria das pessoas raramente consome a música como actividade exclusiva, mas sim como banda sonora, quando está a estudar, comer, ler, trabalhar ou conduzir - no carro, ela gosta de ouvir a Europa-Lisboa e a Marginal.

 

Na escolha de Amesterdão pesou não só a boa reputação do seu Conservatório, mas também o dinheiro. Senão teria preferido a Manhattan School of Music. Durante os quatro anos em que viveu em Amesterdão, foi praticamente auto-suficiente - o praticamente justifica-se pelo facto de a mãe lhe ter pago algumas viagens a Portugal. Joana beneficiou da generosidade do Estado holandês (que oferece aos trabalhadores um cartão para os transportes públicos e uma bolsa mensal de 250 euros), não desperdiçava uma hipótese de ganhar dinheiro a cantar, e trabalhou em restaurantes - num argentino (em que só lhe davam frango para comer) e num mexicano (galo, pois ela não gosta de comida picante).

 

A conversa ia boa, mas teve de ser interrompida, pois às 15.30 Joana tinha de dar uma aula de Canto a Oeiras. Em Julho do ano passado, quando regressou de Amesterdão, foi dizendo que sim a tudo e acabou a dar por ela professora em quatro escolas (Hot Club, Crescendo Musical, Interartes e Centro Musical de Cascais). "Gosto de dar aulas, mas não posso dedicar-lhes tanto tempo. Um músico profissional não pode deixar de estudar senão estagna", concluiu Joana, uma música que toca voz - ou, se preferirem a expressão feliz de Bernardo Moreira, toca garganta

 

Retirado do DN

 

 

 

 



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