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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

The Gift actuam em Nova Iorque em Junho - vídeo

 

 

Os portugueses The Gift atuam em Nova Iorque a 14 de junho, no The Bowery Ballroom, em concerto de apresentação do álbum "Explode", recentemente editado.

 

O espetáculo da banda de Alcobaça foi anunciado na rede social Facebook, e os músicos querem fazer deste regresso a Nova Iorque, cinco anos depois do último concerto na cidade norte-americana, uma "grande festa".

 

A 07 de Maio, a banda atua em Madrid, no Teatro Circo Price, e regressa depois a Portugal, onde tem agendado um concerto na Queima das Fitas de Coimbra, a 12 de maio.

 

Depois do regresso dos EUA, o grupo atua no festival Super Bock Super Rock, a 15 de julho, partilhando palco com nomes como Portishead, Arcade Fire, The Strokes e Arctic Monkeys.

 

Os The Gift, que surgiram em Alcobaça em 1994, integram os irmãos Nuno e John Gonçalves, Sónia Tavares e Miguel Ribeiro.

 

O grupo editou em março o álbum "Explode", quarto trabalho de originais e primeiro em sete anos, depois do duplo "AM-FM" e do projeto Amália Hoje, no qual estiveram envolvidos Nuno Gonçalves e a vocalista, Sónia Tavares.

 

O álbum foi gravado em Madrid, onde o compositor Nuno Gonçalves vive atualmente, e foi apresentado ao vivo em Lisboa em cinco concertos no Teatro Tivoli.

 

Retirado do Ionline

 

 

 

Letra

 

Escutando no vento
Tua voz secreta
Que me sopra por dentro
Deixe-me ser só ser

No teu colo eu me entrego
Para que me nutras
E me envolvas
Deixa-me ser só ser

Um ponto de luz
Que me seduz
Aceso na alma

Um ponto de luz
Que me conduz
Aceso na alma

Por trás dessa nuvem
Ardendo no céu
O fogo do sol rai
Eternamente quente
Liberta-me a mente
Liberta-me a mente

Um ponto de luz
Que me seduz
Aceso na alma

Um ponto de luz
Que me seduz
Aceso na alma

 

Clã gravam 'Disco Voador' para crianças

 

 

Os portugueses Clã entraram pela primeira vez no universo dos mais novos e gravaram o álbum 'Disco Voador' a pensar nas crianças enquanto espectadoras atentas e que gostam de ser desafiadas pela música.

Apesar do repertório pop rock dos Clã convocar habitualmente espectadores entre as crianças, «Disco Voador», a editar na terça-feira, assinala a estreia «quase inevitável» do grupo neste campo, mas sem facilitismos nem para a música nem para o público.

 

«O facto de em Portugal não haver assim tanta oferta quanto isso fez-nos pensar que podíamos algum dia experimentar fazer um projecto para miúdos», disse a vocalista dos Clã, Manuela Azevedo, à agência Lusa.

 

«Disco Voador» tem canções compostas pelos Clã a partir de letras da escritora Regina Guimarães.

 

«Musicalmente não íamos fazer música mais simples ou mais leve só porque era para miúdos. Tínhamos que os levar a sério como ouvintes, por isso íamos dar-lhes tudo o que sabemos», disse a cantora.

 

Os «supernovos», como chamou Manuela Azevedo, são os protagonistas das canções que falam da amizade, dos amores da adolescência e de coisas que não são politicamente corretas, como «comer chocolates».

 

Regina Guimarães «não é nada maternalista, leva-os a sério, desafia-os com conceitos esquisitos, com histórias estranhas e personagens que viram tudo do avesso. Não tem medo das palavras e das ideias», sublinhou.

 

Há canções que são «puro divertimento», como «Curta-metragem», outras que são um «exercício fonético divertido», como o «Chocolatando», e ainda outras que celebram «os amores», como «Embeiçados», uma espécie de «ode aos feios», porque «ser feio ou ter a boca torta não é impedimento para ser amado».

 

«Disco Voador» surgiu de uma encomenda do projecto «Estaleiro» de Vila do Conde, onde as canções já foram apresentadas ao vivo, tanto em palco como em escolas.

 

Aliás, a proximidade com os mais novos no ambiente escolar foi uma das premissas do grupo para este disco.

 

«[Queremos] articular a ida a uma cidade com visitas às escolas, com oficinas ou com sessões extra só para grupos escolares. Apesar de ter havido um trabalho de desenvolver uma programação cultural ainda há muito a fazer em relação ao que se pode levar aos miúdos e à formação do público jovem», disse Manuela Azevedo.

 

Para os Clã, que já existem há 18 anos, «Disco Voador» é também um processo de descoberta tão ou mais importante como para os «supernovos».

 

«Este disco não tem o peso de ser o sucessor de `Cintura´ [o álbum anterior], deixou-nos livres para fazer muitas coisas, recorrer a diferentes de instrumentos, formas de compor e de arranjar. Libertou-nos para descobrir outras coisas sobre o que é fazer canções. Foi um voo interessante de descoberta», disse Manuela Azevedo.

 

«Disco Voador» será apresentado ao vivo no dia 30 no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, e a 04 de Maio na Casa da Música, no Porto.

 

Retirado do SOL

 

 

Letra

 

Uma espécie de céu
Um pedaço de mar
Uma mão que doeu
Um dia devagar
Um Domingo perfeito
Uma toalha no chão
Um caminho cansado
Um traço de avião
Uma sombra sozinha
Uma luz inquieta
Um desvio na rua
Uma voz de poeta
Uma garrafa vazia
Um cinzeiro apagado
Um hotel numa esquina
Um sono acordado
um secreto adeus
Um café a fechar
Um aviso na porta
Um bilhete no ar
Uma praça aberta
Uma rua perdida
Uma noite encantada
Para o resto da vida

(Refrão)
Pedes-me um momento
Agarras as palavras
Escondes-te no tempo 
Porque o tempo tem asas
Levas a cidade
Solta me o cabelo
Perdes-te comigo
Porque o mundo é o momento
(repete)

Uma estrada infinita
Um anuncio discreto
Uma curva fechada
Um poema deserto
Uma cidade distante
Um vestido molhado
Uma chuva divina
Um desejo apertado
Uma noite esquecida
Uma praia qualquer
Um suspiro escondido
Numa pele de mulher
Um encontro em segredo
Uma duna ancorada
Dois corpos despidos
Abraçados no nada
Uma estrela cadente
Um olhar que se afasta
Um choro escondido
Quando um beijo não basta
Um semáforo aberto
Um adeus para sempre
Uma ferida que dói
Não por fora, por dentro

 

 

Letra

Saint Vincent! Land so beautiful,
With joyful hearts we pledge to thee
Our loyalty and love, and vow
To keep you ever free.

Whate'er the future brings,
Our faith will see us through.
May peace reign from shore to shore,
And God bless and keep us true.

Hairoun! Our fair and blessed Isle,
Your mountains high, so clear and green,
Are home to me, though I may stray,
A haven, calm, serene.

Our little sister islands are
Those gems, the lovely Grenadines,
Upon their seas and golden sands
The sunshine ever beams.

 

 

Letra

 

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade

 

Zeca Afonso

 

25 de Abril mais que nunca

 

 

 

 

Letra

 

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade

 

Zeca Afonso

 

25 de Abril mais que nunca

 

 

 

Letra

 

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade

 

Zeca Afonso

 

 

 

 

Letra

 

Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.
Em silêncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder.
Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci.
E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor
Que aprendi.
De novo vieste em flor
Te desfolhei...
E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós.

 

 

 

Letra

 

Quantas vezes vais olhar para trás 
Estás preso a um passado que pesou 
Quantas vezes vais ser tu capaz 
Fazer sair quem por engano entrou

Abre a tua porta, não tenhas medo 
Tens um mundo inteiro à espera para entrar 
De sorriso no rosto talvez o segredo 
Alguém que te quer falar

Olha em frente e diz-me aquilo que vês 
Reflexos de quem conheces bem 
Ouve essa voz é a tua voz 
Dá-lhe atenção e a razão que tem

Abre a tua porta, não tenhas medo 
Tens um mundo inteiro à espera para entrar 
De sorriso no rosto talvez o segredo 
Alguém que te quer falar

Deixa o mundo girar para o lado que quer 
Não o podes parar nem tens nada a perder 
Estás de passagem 
Não o leves a mal se te manda avançar 
Talvez seja um sinal que não podes parar 
Estás de passagem

Vai aonde queres 
Sê quem tu quiseres 
Estende a tua mão 
A quem vier por bem

Abre a tua porta, não tenhas medo 
Tens um mundo inteiro à espera para entrar 
De sorriso no rosto talvez o segredo 
Alguém que te quer falar

Deixa o mundo girar para o lado que quer 
Não o podes parar nem tens nada a perder 
Estás de passagem 
Não o leves a mal se te manda avançar 
Talvez seja um sinal que não podes parar 
Estás de passagem

Deixa o mundo girar para o lado que quer 
Não o podes parar nem tens nada a perder 
Estás de passagem 
Não o leves a mal se te manda avançar 
Talvez seja um sinal que não o podes parar 
Estás de passagem, só de passagem, estou de passagem
Para outro lugar

 

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