Terça-feira, 15 de Março de 2011
Os Virgem Suta vão percorrer Portugal de lés a lés com o apoio da Rádio Comercial, com datas confirmadas até Outubro. Vamos oferecer convites duplos para todos os concertos - é só ficar atento à sua rádio.
 

 
 
A história dos Virgem Suta não é a história normal das bandas de hoje em dia. Não foram descobertos através do Myspace, não fizeram uso das autoestradas da informação para conquistar os milhares de fãs com que poderíamos abrilhantar esta nota. Valeram-se de duas guitarras, da voz e da quase `ousadia¿ de uma mão cheia de canções e, sem exageros líricos, as suas autoestradas foram outras. Perderam a conta às vezes que fizeram o País de Sul a Norte e de Norte a Sul. Mais uma vez, não o fizeram como as bandas normais, a tocar em todas as aldeias e terriolas onde os quisessem a actuar. Não! Habituem-se. Em Suta é um estado exagerado de estar, de viver, de pensar. Eles eram virgens no mundo da música e quiseram demorar o tempo que fosse necessário para se considerarem prontos. Conseguiram-no e brindam-nos com um belíssimo álbum de estreia. Ah! É preciso dizer que os Virgem Suta residem em Beja. E aí o tempo, é relativo. Aliás, foi lá que os Virgem Suta protagonizaram um grande Concerto Mais Pequeno do Mundo com a Rádio Comercial, em Dezembro de 2010. Agora, fique atento à sua Rádio Comercial para ganhar convites para todos os concertos da digressão.


VIRGEM SUTA TOUR

 

 

4 DE MARÇO 

CINE TEATRO

TOMAR, PT, PORTUGAL


10 DE MARÇO 

TEATRO CAMPO ALEGRE
PORTO, PT, PORTUGAL


2 DE ABRIL 

EVENTO PRIVADO
ÉVORA, PT, PORTUGAL


8 DE ABRIL 

FÓRUM CULTURAL JMF
MOITA, PT, PORTUGAL


9 DE ABRIL 

CAE
SINES, PT, PORTUGAL


24 DE ABRIL 

FIAPE
ESTREMOZ, PT, PORTUGAL


30 DE ABRIL 
VILA NOVA DE SÃO BENTO
SERPA, PT, PORTUGAL

1 DE JUNHO 
VIRGEM SUTA
BEJA, PT, PORTUGAl

3 DE JUNHO 
VILA DE REI
CASTELO BRANCO, PT, PORTUGAL


10 DE JUNHO 
VIRGEM SUTA
ABRANTES, PT, PORTUGAL


11 DE JUNHO 
CASTELEIRO
SABUGAL, PT, PORTUGAL


17 DE JULHO 
VIRGEM SUTA
CINFÃES DO DOURO, PT, PORTUGAL


12 DE AGOSTO 
VIRGEM SUTA
GOUVEIA, PT, PORTUGAL


13 DE AGOSTO 
VIRGEM SUTA
BATALHA, PT, PORTUGAL


8 DE OUTUBRO 
CINE TEATRO
MÉRTOLA, PT, PORTUGAL

 

Via Rádio Comercial



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Segunda-feira, 14 de Março de 2011

Sábado passado, dia da gigantesca manifestação em Portugal da chamada "Geração à rasca", os Deolinda protagonizaram um momento de grande emoção e intensos aplausos durante e após a interpretação da canção "Parva que sou" , num concerto em Ferrol, na Galiza.

Face à impossibilidade física de estarem presentes, Ana Bacalhau quis dedicar a canção estreada há mês e meio, no Coliseu do Porto, "a todas as pessoas que hoje (sábado) expressaram o seu descontentamento nas ruas do nosso país, Portugal".

Perante uma assistência entusiasmada e conquistada, Ana Bacalhau, numa das raras ocasiões em que o grupo decidiu ir mais longe na explicação do conteúdo político e social de um tema do qual de imediato se apoderaram milhares de jovens portugueses, referiu que se fala ali de "alguém muito desencantado com o seu trabalho, com a insegurança na sua vida".

Atentado à dignidade

Alguém que "sente quase um atentado à sua dignidade não fazer planos, tal a instabilidade que sente", prosseguiu Ana Bacalhau.

Sempre pontuada por aplausos, a intervenção da vocalista dos Deolinda fala ainda de uma personagem que acaba "a dizer que não pode mais, que vai fazer alguma coisa pela sua vida e vai tomar a ação nas suas mãos".

Numa referência direta aos acontecimentos do dia, Ana Bacalhau aproveitou para recordar que naquele sábado milhares e milhares de pessoas expressaram o seu descontentamento nas ruas "por estarem nas condições desta personagem".

Galegos sintonizados

O público galego vibrou com a introdução à canção, vibrou durante a interpretação e, no final, era percetível a emoção de uma assistência que, mesmo se não percebeu todo o conteúdo da letra, seguramente terá compreendido o essencial.

Até porque, como disse ainda Ana Bacalhau, a canção era cantada a pedido, porque também na Galiza muitos jovens se identificam com a mensagem contida no tema "Parva que sou". 

 

 


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Letra

 

Era a tarde mais longa de todas as tardes

Que me acontecia

Eu esperava por ti, tu não vinhas

Tardavas e eu entardecia

Era tarde, tão tarde, que a boca,

Tardando-lhe o beijo, mordia

Quando à boca da noite surgiste

Na tarde tal rosa tardia

Quando nós nos olhamos tardamos no beijo

Que a boca pedia

E na tarde ficamos unidos ardendo na luz

Que morria

Em nós dois nessa tarde em que tanto

Tardaste o sol amanhecia

Era tarde demais para haver outra noite,

Para haver outro dia. (Refrão)

Meu amor, meu amor

Minha estrela da tarde

Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde.

Meu amor, meu amor

Eu não tenho a certeza

Se tu és a alegria ou se és a tristeza.

Meu amor, meu amor

Eu não tenho a certeza.

Foi a noite mais bela de todas as noites

Que me aconteceram

Dos noturnos silêncios que à noite

De aromas e beijos se encheram

Foi a noite em que os nossos dois

Corpos cansados não adormeceram

E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram.

 

 



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Letra

 

Pela janela mal fechada
Entra já a luz do dia
Morre a sombra desejada
Numa esperança fugidia
Foi uma noite sem sono
Entre saliva e suor
Com um travo de abandono
E gosto a outro sabor
Dizes-me até amanhã
Que tem de ser que te vais
Porque amanhã sabes bem
É sempre longe demais
Acendo mais um cigarro
Invento mil ideais
Só que amanhã sei-o bem
É sempre longe demais
Pela janela mal fechada
Chega a hora do cansaço
Vai-se o tempo desfiando
Em anéis de fumo baço


 



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Letra

 

Minha laranja amarga e doce

Meu poema feito de gomos de saudade

Minha pena pesada e leve

Secreta e pura

Minha passagem para o breve

Breve instante da loucura

Minha ousadia, meu galope, minha rédia,

Meu potro doido, minha chama,

Minha réstia de luz intensa, de voz aberta

Minha denúncia do que pensa

Do que sente a gente certa

Em ti respiro, em ti eu provo

Por ti consigo esta força que de novo

Em ti persigo, em ti percorro

Cavalo à solta pela margem do teu corpo

Minha alegria, minha amargura,

Minha coragem de correr contra a ternura

Minha laranja amarga e doce

Minha espada, meu poema feito de dois gumes

Tudo ou nada

Por ti renego, por ti aceito

Este corcel que não sussego

À desfilada no meu peito

Por isso digo canção castigo

Amêndoa, travo, corpo, alma

Amante, amigo

Por isso canto, por isso digo

Alpendre, casa, cama, arca do meu trigo

Minha alegria, minha amargura

Minha coragem de correr contra a ternura

Minha ousadia, minha aventura

Minha coragem de correr contra a ternura (2x)

 

 



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Domingo, 13 de Março de 2011

 

 

Letra

 

Apaga todas as palavras
As palavras ocas
Que trocamos à toa
Que escaparam das nossas bocas

 

Que atiramos ao ar
E cairam no chão
Que dissemos em vão
Apaga as palavras

 

Não apagues o amor
Deixa-o arder à vontade
Não apagues o amor
Esse fogo sem idade
Não apagues o amor
Deixa-o arder a vontade
Que nos venha queimar
Não apagues o amor

 

O amor é fogo que arde

Sem se ver...
Quanto mais se tenta apagá-lo
Mais se acende outra vez

 

Não apagues o amor
Deixa-o arder à vontade
Não apagues o amor
Esse fogo sem idade
Não apagues o amor


Deixa-o arder a vontade
Que nos venha queimar
Não apagues o amor



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Letra

 

Se uma gaivota viesse,
trazer-me o céu de Lisboa,
num desenho que fizesse.

Nesse céu onde o olhar,
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.

Que perfeito coração,
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia,
perfeito o meu coração

Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro.

A contar-me o que inventásse,
se um olhar de novo brilho,
no meu olhar se enlasasse.

Que perfeito coração,
morreria no meu peito,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde perfeito,
bateu o meu coração.

Que perfeito coração,
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia,
perfeito o meu coração.

Que perfeito coração,
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia,
perfeito o meu coração.

Perfeito o meu coração.

Perfeito o meu coração

 



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Letra

 

Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar, 
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar, 
que mundo tão parvo 
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘casinha dos pais’, 
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar 
e ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou!
E fico a pensar, 
que mundo tão parvo 
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’ 
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’ 
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo 
onde para ser escravo é preciso estudar.

 



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  • Deolinda
    Ciclo Festival: Festival do Estudante 2011
  • Local: Feira Internacional de Lisboa (FIL)
  • Data: 19-03-2011
  • Hora: 21h00
  • Preço: EUR 10,00
  • Telefone: 707234234
  • Morada: Rua do Bojador - Parque das Nações
  • Concelho: Lisboa
  • Distrito: Lisboa
  • Site: http://www.myspace.com/deolindalisboa

Deolinda é um projecto lisboeta formado em 2006 por quatro jovens músicos com experiências musicais diversas. Através do cruzamento de diferentes linguagens, procura recriar uma sonoridade de cariz popular que sirva de base às suas composições originais.

Neste concerto apresentam o seu segundo disco de originais "Dois Selos e Um Carimbo" (2010). O Deolinda são Ana Bacalhau (voz), José Pedro Leitão (contrabaixo), Luís José Martins (guitarra clássica) e Pedro da Silva Martins (guitarra clássica) encarnam a Deolinda.



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Letra

 

Ai eu já pensei mandar pintar o céu
Em tons de azul, pra ser original
Só depois notei que azul já ele é
Houve alguém que teve ideia igual

Eu não sei se hei-de fugir
Ou morder o anzol
Já não há nada de novo aqui
Debaixo do sol

Já me persegui por becos e ruelas
De horror, caminhos sem saída
Até que me perdi sozinha sem saber
De que cor vou pintar a minha vida

Eu não sei se hei-de fugir
Ou morder o anzol
Já não há nada de novo aqui
Debaixo do sol

Eu não sei se hei-de fugir
Ou morder o anzol
Já não há nada de novo aqui
Debaixo do sol

 



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Sábado, 12 de Março de 2011

 

 

Letra

 

Ontem apenas
Fomos a voz sufocada
Dum povo a dizer não quero;
Fomos os bobos-do-rei
Mastigando desespero.

Ontem apenas
Fomos o povo a chorar
Na sarjeta dos que, à força,
Ultrajaram e venderam
Esta terra, hoje nossa.

Uma gaivota voava, voava,
Asas de vento,
Coração de mar.
Como ela, somos livres,
Somos livres de voar.

Uma papoila crescia, crescia,
Grito vermelho
Num campo qualquer.
Como ela somos livres,
Somos livres de crescer.

Uma criança dizia, dizia
"quando for grande
Não vou combater".
Como ela, somos livres,
Somos livres de dizer.

Somos um povo que cerra fileiras,
Parte à conquista
Do pão e da paz.
Somos livres, somos livres,
Não voltaremos atrás.

 



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Letra

 

Todas as manhãs o sol espelha
Bate nas lentes escuras
O sangue jorra de esquelha
Na pala das ditaduras

Continente grita de dor
Rebenta pelas costuras
A morte,o medo e o terror
São dias feitos agruras

Do Paraguai a Porto Rico
Salvador ás Honduras
Da Bolívia à Guatemala
Argentina ao Chile

[refrão]
Latina ' América
Latina ' América
Latina ' América
Latina ' América

Descem das montanhas
Para pôr fim a essa sina
Que te rebenta as entranhas
Capacete em cada esquina

Todas as manhãs o sol espelha
Bate nas lentes escuras
O sangue jorra de esguelha
Na pala das ditaduras

Do Paraguai a Porto Rico
Salvador às Honduras
Da Bolivia à Guatemala
Argentina ao Chile

 

 

 



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Ana Moura em Montreal
 
A fadista Ana Moura é uma das cabeças de cartaz da próxima edição de Verão do Festival Internacional de Jazz de Montreal, que decorrerá de 25 de Junho a 4 de Julho.
 

Naquele que é conhecido como o maior festival de jazz do mundo, a actuação de Ana Moura está programada para o último dia, 4 de Julho, no teatro Maisonneuve, segundo anuncia a organização na sua página de Internet.

 

Via SOL

 

 

 

 

 



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Letra

 

E como tudo o que é coisa que promete 
A gente vê como uma chiclete 
Que se prova, mastiga e deita fora, sem demora 
Como esta música é produto acabado 
Da sociedade de consumo imediato 
Como tudo o que se promete nesta vida, chiclete 

Chiclete, aua aua aua aua aua ah! 
aua aua aua aua aua ah! (chiclete) 

E nesta altura e com muita inquietação 
Faço um reparo e quero abrir uma excepção 
Um casse-tete nunca será não, chiclete 

Pra que tudo continue sem parar 
Fundamental levar a vida a dançar 
Nesta vida que tanto promete, chiclete 

Chiclete, aua aua aua aua aua ah! 
aua aua aua aua aua ah! (chiclete) 

E como tudo o que é coisa que promete 
A gente vê como uma chiclete 
Que se prova, mastiga e deita fora, sem demora 
Como esta música é produto acabado 
Da sociedade de consumo imediato 
Como tudo o que se promete nesta vida, chiclete 

Chiclete, aua aua aua aua aua ah! 
aua aua aua aua aua ah! (chiclete) 

Chiclete 
chiclete (x4) 

Chiclete (prova) 
Chiclete (mastiga) 
Chiclete (deita fora) 
Chiclete (sem demora) (x...) 

(...chi-chi-chi, chi-chi-chi, chiclete) 

 



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Sexta-feira, 11 de Março de 2011

 

 

Letra

 

Se esta rua, Se esta rua
Se esta rua fosse minha
Eu mandava-a, Eu mandava-a
Eu mandava-a ladrilhar

Com pedrinha de Rubi
Só Para o meu amor passar

Lá porque és feia tem calma
Nao te faltam seduções
Mais vale ser linda de alma
Do que linda de feições

Ai o amor, o amor
O amor é como a lua
Ora cresce
Ora mingua

Que bom ser pequenino
Ter pai ter mãe ter avós
Ter esperança no destino
E ter quem goste de nós

Ai é tao bom ser pequenino

 



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Há gente interessada em todo o tipo de música. E se em vez de um concerto no SDB, optasse pela Praça Barão da Batalha e viesse até a Abrantes ao I Encontro de Tunas de Abrantes?´

 

No dia 19 de Março de 2011

 

 

Alternativa mais alternativa é impossível. 

 

Retirado de Free Pass for Parody



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Letra

 

 Mermaind Song

 The Gift

 

She´s got a mermaid heart
She lives between two seas
Singing beauty melodies
Makes her nest inside of me

Mermaids they never lie
Draw smiles upon blue skies
Burn all beauty magazines
Blow bad thoughts like a vaccine

At the end we all want the same
Eternal Life and throne proclaim
Exploding Love the Kingdoms come
This King is just a mermaid son




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Df u know who i am s luiz

 

O próximo fim de semana para David Fonseca bem que se poderia intitular de "Crazy Weekend" tal vai a ser a dinâmica de apresentações de "U Know Who I Am - one man, a thousand instruments and a Polaroid" pelo país.

 

No dia 11, sexta feira, o Cine-Teatro Paraíso em Tomar irá receber o concerto a solo que David Fonseca concebeu para este Inverno. No dia seguinte, a 12, será o público do Cine-Teatro de Torres Vedras a viver as emoções de "U Know Who I Am". Depois, a 13 e 14, David Fonseca ruma a Norte, à cidade do Porto, para 4 sessões muito especiais que terão lugar na Casa da Música.

 

Desde a sua estreia em Dezembro passado em Lisboa, que os fãs portuenses reclamavam a passagem de "U Know Who I Am - one man, a thousand instruments and a Polaroid" pela sua cidade. Anunciadas no mês passado, as 2 sessões iniciais para a tarde e noite de dia 13, rapidamente esgotaram obrigando à realização de duas sessões extra no dia 14, segunda feira, neste caso ao final da tarde (19H00) e noite (22H30), entretanto também esgotadas.

 

Aliás, a itenerância deste espectáculo pelo país tem sido efectuada em salas completamente lotadas e adivinha-se que até ao final deste mês todas as apresentações se efectuem no mesmo registo, faltando apenas alguns bilhetes para os restantes concertos.

 

Uma parte siginificativa deste sucesso tem-se devido à presença maciça dos membros do Amazing Cats Club, a comunidade online criada por David Fonseca em torno do sua actividade. Os "Amazing Cats"  beneficiam de descontos e condições exclusivas na aquisição de bilhetes (vê AQUI).

 

"U Know Who I Am - one man, a thousand instruments and a Polaroid", um espectáculo a não perder!

 

Retirado de David Fonseca



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Letra

 

Anda comigo ver os aviões levantar voo
A rasgar as nuvens
Rasgar o céu

Anda comigo ao porto de leixões ver os navios
a levantar ferro
a rasgar o mar

Um dia eu ganho a lotaria
Ou faço uma magia
(mas que eu morra aqui)
Mulher tu sabes o quanto eu te amo,
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti

Anda comigo ver os automóveis à avenida
A rasgar nas curvas
A queimar pneus

Um dia vamos ver os foguetões levantar voo
A rasgar as núvens
A rasgar o céu...

Um dia eu ganho o totobola
Ou pego na pistola
Mas que eu morra que aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à lua
Nem que eu roube a lua,
Só para ti
Um dia eu ganho o totobola
Ou pego na pistola
Mas que eu morra que aqui
Mulher tu sabes o quanto eu te amo
O quanto eu gosto de ti
E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à América
Nem que eu leve a América até ti

 



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Quinta-feira, 10 de Março de 2011

 

Letra

 

Só pra dizer que te Amo,
Nem sempre encontro o melhor termo,
Nem sempre escolho o melhor modo.

Devia ser como no cinema,
A língua inglesa fica sempre bem
E nunca atraiçoa ninguém.

O teu mundo está tão perto do meu
E o que digo está tão longe,
Como o mar está do céu.

Só pra dizer que te Amo
Não sei porquê este embaraço
Que mais parece que só te estimo.

E até no momento em que digo que não quero
E o que sinto por ti são coisas confusas
E até parece que estou a mentir,
As palavras custam a sair,
Não digo o que estou a sentir,
Digo o contrário do que estou a sentir.

O teu mundo está tão perto do meu
E o que digo está tão longe,
Como o mar está do céu. 

E é tão difícil dizer amor,
É bem melhor dizê-lo a cantar.
Por isso esta noite, fiz esta canção,
Para resolver o meu problema de expressão,
Pra ficar mais perto, bem mais de perto.
Ficar mais perto, bem mais de perto.



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Os Clã lançam novo álbum de originais
 

Banda vai apresentar ao vivo o novo álbum de originais, que será editado a 16 de Abril.

 

Depois do álbum Cintura, de 2007, os Clã preparam-se para lançar no próximo mês um novo álbum de originais, intitulado Disco Voador. Este trabalho é inspirado no universo infanto-juvenil e será apresentado em dois concertos. No dia 30 de Abril apresentam-se no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, enquanto que a 4 de Maio têm concerto marcado na Casa da Música, no Porto.

 

Segundo Regina Guimarães, que regularmente compõe para os Clã, este novo Disco Voador é "integralmente composto por canções originais, lúdicas e irreverentes, cheias de história de crianças e para crianças", apesar de se destinar "descaradamente a todos os públicos".

 

No CCB o concerto começa às 21.00 e o preço dos bilhetes varia entre os 12,50 euros e 27,50 euros. Já no Porto as entradas têm o preço único de 20 euros e o espectáculo começa às 21.30.

 

 


 

 

Via DN

 



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Letra

 

Quando passas na minha rua
Como um anjo que flutua
Os teus pés, nunca pisam no chão

E a cada passo teu
Sem saber, eu troco o meu
Como se pisasses o meu coração
E até as flores do jardim
Mudam de cor, ao ver-te assim

Eu já não posso mais conter
Esta ansiedade de te ver

Quem és tu ...
Quem és tu ... Miuuuda
Nesse sobressalto, Nesse salto alto
Quem és tu ... Miuuuda
Que me atormentas, em câmara lenta
Quem és tu ... miuuuda
Miúda quem és ...

Há certos momentos em que eu acho
Que não passas de um golpe baixo
Fantasia, de um pobre coração
Cá vou eu de sentinela
Por-me a espreita, na janela
Nem sequer, sei se existes ou não
E ate os velhos do jardim
Mudam de tom ao ver-te assim

Eu já não posso mais conter
Esta ansiedade de te ver

Quem és tu ... miúda
Quem és tu ... Miuuuda
Nesse sobressalto, Nesse salto alto
Quem és tu ... Miuuuda
Que me atormentas, em câmara lenta
Quem és tu ... miuuuda

Quem és tu ... Miuuuda
Miúda quem és .... Miuuuda
Miúda quem és tu ... Miuuuda
Miúda quem és ... Miuuuuda
Miúda, quem és tu ... Miuuuuda
Miúda, Miuuda ... Miuuuuda

 



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Letra

 

Ele era um cavalheiro
Todo ele transpirava elegância
Ela era gata borralheira
Tivera que limpar a sua infância

Ele velejava no verão
E esquiava no inverno
Ela trabalhava ao balcão
De um qualquer estabelecimento moderno

Ele gostava de reluzir em si
O estilo da capital
Ela já não conseguia distinguir as cores
Da bandeira nacional

Ele tinha entre os seus títulos
Uma futura ordem do infante
Ela achava o levantar do dedo mindinho
Algo deselegante

Mas ele um dia curvou-se a seus pés

E ela passou a ocupar o tempo
A descobrir o que era a cultura
E ele confinou-se aos seus aposentos
E descobriu a costura

Ela quis poder entender o universo
E começou a ler Platão
E ele resolveu perceber o que era a justiça
Em frente à televisão

A ele de nada lhe valeu a aparência
Nem a casa no largo do rato
Porque ela sabia que era cinderela
E enganou-o com um sapato

Ele que um dia fora príncipe
Agora rendia-se à evidência
Com mulheres que calçam o quarenta
É melhor revelar prudência

Hoje ele ainda beija os seus pés

 



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Letra

 

Infelizmente não encontreia  letra desta música

 



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Quarta-feira, 9 de Março de 2011

 

 

 

Letra

 

Quando eu nascer vou ser do bem
Quando eu quiser vou ser alguém
Vou me libertar largando o chão
Para poder subir ao meu verão

Então, meu bem, vou ser alguém
(3X)

Quando eu nascer vais ver meu bem
Quem me encontrar vai querer sorrir
Quem me descobrir vai querer ficar
Vou fazer feliz o mundo vão

Então, meu bem, vou ser alguém
(3X)

Meu sopro aquece a água fria
Meu nome para abraçar o dia
Maria Clementina

Então, meu bem, vou ser alguém
(3X)

 

 



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Letra

Vou andar
Sozinha pela rua
Vou andar
E vou chamar-me tua

Vou andar
Nua sem vestir o medo
De te amar

Vou andar
Esse caminho longo
Que me leva a percorrer
O teu corpo

E não vou correr
Parar nunca te perder
Desse caminho

Refrão:
Vou andar
E nunca vou correr
Para não te perder
Não te perder
Vou andar
E nunca vou correr
Para não te perder
Não te perder
Perder
Perder

Vou andar
No vento da marginal
Vou andar
E vou sentir-me igual

Aqueles que andam
pelas ruas e estradas
Em contramão
Contra o medo

Refrão(2x):
Vou andar
E nunca vou correr
Para não te perder
Não te perder
Vou andar
E nunca vou correr
Para não te perder
Não te perder
Perder
Perder

Vou andar
Sozinha pela rua
Vou andar
E vou chamar-me tua

Vou andar
Nua sem vestir o medo
De te amar

 



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Letra

 

Talvez um dia de água fria
Talvez mais um cigarro só
Talvez veja nascer o dia
Talvez nem dês por que saí

 

Que já saí
Que já me pus a andar
Sem sequer te acordar
Que já sumi
Como o fumo no ar
Sem tu veres

 

Que mais queres tu saber
Nunca ouviste dizer
Que quem diz o que sente
Não mente

 

Talvez na tua fantasia
Talvez no teu sonho acordado
Quem sabe fosse amanhã o dia
De ouvir violinos no telhado

 

Talvez um gesto apaixonado
Te dê ideias, ilusões
Nós dois não vai a nenhum lado
Nós dois cada um dos seus botões


O amor e a paixão
Não tem nada a ver
Um arde sem se ver
O outro não

 

Talvez na tua fantasia
Talvez no teu sonho acordado
Quem sabe fosse amanhã o dia

De ouvir violinos no telhado

 



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Adriana
 
A cantora, compositora e letrista Adriana afirmou à Lusa que o novo álbum, O Que Tinha de Ser, que chega ao mercado segunda-feira, «é acentuadamente mais jazz e world music».

Neste segundo álbum Adriana interpreta pela primeira vez temas que não são de sua autoria, nomeadamente, O que tinha de ser(Vinicius de Morais/Tom Jobim), que dá o título ao álbum e que interpreta a capella, e Acércate más (Osvaldo Farrés).

Todos os restantes nove temas são de sua autoria, cabendo-lhe ainda a responsabilidade pelos arranjos, direcção musical e produção.

Referindo-se à canção de Jobim e Vinicius, Adriana afirmou que é uma das que gostaria ter escrito, e que tentou gravá-la com acompanhamento instrumental, mas optou por um registo a capella«por fazer mais sentido e porque fica mais forte».

«A canção é perfeita e linda de morrer, tinha de fazer justiça à canção e com todas as minhas entranhas, forças e emoções interpretá-la a capella, pois fazia mais sentido para mim», acrescentou.

A opção por temas escritos por terceiros é «outro tipo de satisfação musical e estas são duas canções com as quais me identifico muito», disse a cantora.

Quanto aos temas de sua autoria, afirmou: «As canções vieram de tudo o que eu vivi, de tudo o que eu sou. É mais vida vivida, reflecte o que eu fui apreendendo».

«A temática amorosa está mais presente [que no anterior CD], mas eu sou só o mensageiro», referiu.

A cantora e compositora afirmou que evoluiu muito desde Adriana(2000), o álbum de estreia.

«O que Tinha de Ser aproxima-se muito mais da minha arte e do que sou agora», acrescentou.

Adriana ambiciona que o álbum «chegue o mais longe possível, nomeadamente ao estrangeiro», onde conta vir a actuar.

O álbum será apresentado ao vivo no dia 17 de Março no Auditório do Montepio, em Lisboa. No dia 1 de Maio actuará no palco do Centro Cultural de Belém, sendo ponto de partida para uma digressão nacional.

Adriana conviveu desde cedo com o universo do jazz, é filha do crítico e divulgador José Duarte, estudou música em Lisboa e aos 18 anos rumou para Boston, nos Estados Unidos, onde estudou no Berklee College.

Adriana decidiu estudar fora de Portugal, porque aquela escola e os Estados Unidos reuniam condições essenciais para o percurso que queria fazer na música: «Havia muitas nacionalidades, muitos géneros de músicos», explicou

 

Retirado de: SOL



publicado por olhar para o mundo às 14:16 | link do post | comentar

 

 

 

Letra

 

Eu sou tão bom a falar das vidas dos outros
Há sempre um conselho a dar p'rás vidas dos outros
Nada é eterno e se aguentarmos todo o mal tem fim
É fácil ter calma quando a alma não me dói a mim
Eu sou tão bom a tornar todo o mal inerte
Se é aos outros que lhes custa que o passado aperte
Mas quando a inquietude vem toda para o meu lado
Deita-se, desnuda e não desgruda até me ter vergado

É tão simples quando estou de fora
A ver passar as nuvens pelo ar
Aplaudir, rever-me e concluir
Que eu também já lá estive e...
Já soube ultrapassar
Só a mim é que ninguém me entende
E a minha dor não tem como acabar
Ai quão melhor era acordar um dia
E ter as vidas dos outros todas em meu lugar

As vidas dos outros nunca me soam mal
Veêm problemas no que é no fundo normal
Ai se eles soubessem como é viver assim
As vidas dos outros são tão simples para mim

Eu sou tão bom a falar das vidas dos outros
Sempre me sei comportar nas vidas dos outros
Volta, revolta, o melhor está para vir
Solta tudo agora, não demora, tornas a sorrir
Eu são tou bom a apagar qualquer mau momento
Se é aos outros que lhes bate à porta o sofrimento
Mexe, remexe, alguma coisa hás-de encontrar
A solução é procurar

Eu sou tão bom a falar
Eu sou tão bom a cantar
Eu sou tão bom a contar as vidas dos outros
Eu sou tão bom a falar
Eu sou tão bom a curar
Tudo menos o meu próprio mal

As vidas dos outros nunca me soam mal
Veêm problemas no que é no fundo normal
Ai se eles soubessem como é viver assim
As vidas dos outros são tão simples para mim

 



publicado por olhar para o mundo às 08:15 | link do post | comentar

Terça-feira, 8 de Março de 2011

 

 

Letra

 

Como se colhe uma mulher?
Nem sempre é touro p’ra colher
E o matador que há em mim
Não bandarilha num jardim.
Ser pegador tão floreado
Não faz que eu seja bom forcado.
Se da plateia vêm flores
A cada "Olé" eu sinto dores.
Foi-se esta veia assassina
Veio a Maria Clementina.

Como se apanha um coração
Sem dar o nosso por caução?
O caçador que há em mim
Não se deixa abater assim
Mas p’lo disparo sem certeza
Ricocheteia a Natureza.
Se da culatra vêm flores
Eu digo ais mas não de dores.
Um tiro errado não se ensina;
Veio a Maria Clementina.

Como se cala uma cantiga
Sem trautear quanto isso obriga?
O surdo-mudo que há em mim
Já ouve o anunciado fim.
De tão cinzenta previsão
Alaranjou-se-me a intenção.
Se te amordaço e dás-me flores
Que me castiguem justas dores.
Foi-se esta predatória sina;
Veio a Maria Clementina.

 



publicado por olhar para o mundo às 22:23 | link do post | comentar

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