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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

 

Do disco 7

 

Letra

 

Só por um momento, na curva da estrada
falas-me de ti, do rumo que tarda
é hora de escolher, e p’ra ti é tudo ou nada

És filha do mundo, com vontade de mudar
......rompes o silêncio, à prova de bala
dás-me a tua voz, que nunca se cala
já não te queixas de mim,
mas nada nasce no fim

Onde está a revolução, eu já não te posso valer
descontas no tempo, um estado de graça
beco com saída, fogo que não passa
amanhã longe daqui,
serei eu que te perdi
Mas tu

Vai e sê feliz
não olhes para trás (deixa lá)
vai e sê feliz

E só + 1 vez, só de 1 vez
vai e sê feliz por mim, sê feliz por ti

Vai e sê feliz
Vai e sê feliz

letra João Portela

 

 

 

Letra

 

Só mais uma volta
Só mais uma volta a mim
Só mais uma volta desta ninguém vai cair
Só mais uma vez que vês que ninguém está aqui
Queres só mais uma volta desta ninguém vai cair

 

Tempo frio afasta o tempo que nos afastou
Primavera lança o laço que nos amarrou
Tempo quente dá vontade de não resistir
Queres só mais uma volta desta ninguém vai cair

 

Ainda te sinto a seguir o rasto que deixo a correr
ainda penso em ti… pensa em mim, mas só mais uma vez.

 

Diz-me ao que queres jogar que eu vou querer também
diz-me quanto queres de mim para te sentires bem
não te vejo bem ao longe não sei distinguir
Queres só mais uma volta e desta ninguém vai cair

 

Ainda te sinto a seguir o rasto que deixo a correr
ainda penso em ti… pensa em mim, mas só mais uma vez.

 

diz-me quanto tens de honesto quanto tens de bom
diz-me quantas provas queres diz-me quanto sou
Já não sinto nada dentro não sei perceber…
Vai só mais uma volta, desta ninguém vai dizer.

 

 

 

Letra

 

Foi como entrar, foi como arder!
Para ti nem foi viver!
Foi mudar o mundo sem pensar em mim!

Mas o tempo até passou,
e és o que ele me ensinou:
uma chaga p'ra lembrar que há um fim!

Diz sem querer poupar meu corpo:
"Eu já não sei quem te abraçou."
Diz que eu não senti teu corpo sobre o meu!
Quando eu cair eu espero ao menos que olhes para trás!
Diz que nao te afastas de algo que é também teu!

Não vai haver um novo amor,
tao capaz e tao maior,
para mim será melhor assim!
Vê como eu quero e vou tentar,
sem matar o nosso amor,
não achar que o mundo é feito para nós...

Foi como entrar, foi como arder!
Para ti nem foi viver!
Foi mudar o mundo sem pensar em mim!

Mas o tempo até passou,
e és o que ele me ensinou:
uma chaga p'ra lembrar que há um fim!

Uma chaga p'ra lembrar que há um fim...

 

 

 

Letra

 

olá
sempre apanhaste o tal comboio
eu já perdi dois ou tres
entre o ócio e as esquinas
ganhei o vicio da estrada
neste outra encruzilhada
talvez agora a coisa dé
o passado foi á história
cá estamos nós outra vez

conheço a tua cara
mas não sei o teu nome
escrevo já aqui
nao sei o qué arroba ponto com
eu vou-te reencontrar
noutro bar de estação
ou talvez quando perder mais um avião
o barco vai de saida
tu estás tão bronzeada
é tão bom ver-te assim
ardendo tão queimada

eu quero reencontrar-te
noutra esquina qualquer
sem saber o teu nome
se ainda és mulher
quero reconhecer-te
e beber um café
dizer-te de onde venho
e perguntar-te porque
sorrir-te cá do fundo
e subir os degraus
eu quero dar-te um beijo
a cinquenta e tal graus (2x)

sempre apanhaste o tal comboio
eu já perdi dois ou tres
entre o osseo e as esquinas
ganhei o vicio da estrada
neste outra encruzilhada
talvez agora a coisa dé
o passado foi á história
cá estamos nós outra vez
cá estamos nós outra vez...


 

 

 

Letra

 

Ouvi dizer que o nosso amor acabou.
Pois eu não tive a noção do seu fim!
Pelo que eu já tentei,
Eu não vou vê-lo em mim:
Se eu não tive a noção de ver nascer um homem.
E ao que eu vejo,
Tudo foi para ti
Uma estúpida canção que só eu ouvi!
E eu fiquei com tanto para dar!
E agora
Não vais achar nada bem
Que eu pague a conta em raiva!
E pudesse eu pagar de outra forma!
Ouvi dizer que o mundo acaba amanhã,
E eu tinha tantos planos pra depois!
Fui eu quem virou as páginas
Na pressa de chegar até nós;
Sem tirar das palavras seu cruel sentido!
Sobre a razão estar cega:
Resta-me apenas uma razão,
Um dia vais ser tu
E um homem como tu;
Como eu não fui;
Um dia vou-te ouvir dizer:
E pudesse eu pagar de outra forma!
Sei que um dia vais dizer:
E pudesse eu pagar de outra forma!
A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!
Ora amarga! ora doce!
Pra nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura!

 

 

Cristina Branco em Concerto

 

 

O Teatro São Luiz, em Lisboa, recebe dia 31 de Março o concerto «Não há só tangos em Paris», do último álbum da cantora Cristina Branco.

 

O concerto contará com a participação de todos os músicos envolvidos na gravação em estúdio: João Paulo Esteves da Silva, no piano; Bernardo Couto, na guitarra portuguesa; Carlos Manuel Proença, na viola; Bernardo Moreira, no contrabaixo; e Ricardo Dias, no acordeão.

 

Mário Laginha estará presente como músico convidado, sendo autor de uma das músicas do disco.

 

Antes da actuação, a artista vai estar em Estarreja dia 26 de Março para protagonizar um concerto no Cine-Teatro local.

Depois do São Luiz, a cantora apresenta o seu novo trabalho no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém (1 de Abril), seguindo-se o Centro Cultural de Paredes de Coura (8 de Abril).

 

Está agendada uma digressão de 18 concertos que passará pela Escandinávia, Holanda e França. 

 

Retirado de Diário Digital

 

 

 

 

 

 

Letra

 

Se eu largar 
Eu sinto a sua falta
Se eu agarro ela perde a côr
Ela não é dos meus dedos
É dos meus medos
E faço-me passar por uma flor

Tento imaginar o que ela diz
Á espera de aprender

Á face da rua existe a lua
Mas não é tua
Á margem da estrada não há nada
Mas já te agrada

Tu és o teu mundo
Tu és o teu fundo
Tu és o teu poço
És o teu pior almoço

És a pulga na balança
És a mãe dessa criança
És o mal
És o bem
És o dia que não vem

Agora pára de fazer sentido
Não vês que assim estás 
A pisar fora da estrada
Vê se agora páras de fazer sentido de uma vez
Não vês que nada te dirá mais do que nos diz nada

Vê que o meu coração ainda salta
Quer e julga ser 
Capaz
Não o faça por meus medos
Faça nos dedos
Eu fico para ver o que ele faz
Sem imaginar o que eu não 
Fiz
Á espera de viver

Á face da chama existe a fama
Mas não te ama
Á margem do nada não há estrada
Já não te agrada

Tu és o teu preço
És a tua glória
Tu és o teu medo
És a parte má da história

Vê que o sol ainda brilha
Ainda tem por onde arder
Não é mau
Não é bom
São razões para viver


Agora pára de fazer sentido
Não vês que assim estás 
A pisar fora da estrada
Vê se agora páras de fazer sentido de uma vez
Não vês que nada te dirá mais do que nos diz NADA

Se eu largar
Vou sentir a sua falta 
Se eu largar
Vou sentir a sua falta 
Se eu largar

Tu és tu sempre que tu és
És mesmo tu quando pensas que és outra coisa
E tu pensas que não mas tu és mesmo bom a ser sempre quem és

Daí o teu motivo ser 
Inapagável
Daí o teu desejo ser 
Incontornável
O prazer é tão maleável
Daí o seu valor ser inestimável

(A razão de existir um poeta é . . .)


 

 

Letra

 

A morte saiu à rua num dia assim
Naquele lugar sem nome para qualquer fim
Uma gota rubra sobre a calçada cai
E um rio de sangue de um peito aberto sai

O vento que dá nas canas do canavial
E a foice duma ceifeira de Portugal
E o som da bigorna como um clarim do céu
Vão dizendo em toda a parte o Pintor morreu

Teu sangue, Pintor, reclama outra morte igual
Só olho por olho e dente por dente vale
À lei assassina, à morte que te matou
Teu corpo pertence à terra que te abraçou

Aqui te afirmamos dente por dente assim
Que um dia rirá melhor quem rirá por fim
Na curva da estrada à covas feitas no chão
E em todas florirão rosas de uma nação

 

'A Luta é Alegria' já tem videoclip oficial

 

 

Depois de terem ganho o Festival da Canção com 'A Luta é Alegria' e despertado grande polémica por todo o país, os Homens da Luta lançam agora o videoclip oficial da canção.
 

O grupo humorístico constituído por Falâncio e Jel (Neto), já era conhecido do público pela participação no programa Vai tudo Abaixo da SIC Radical e pelas suas músicas de intervenção. No entanto, foi com a vitória no Festival da Canção deste ano que a dupla deu mais que falar.

Foram os mais votados mas dividiram opiniões quando foram anunciados vencedores do Festival da Canção 2011 e representantes de Portugal no Festival da Eurovisão, na Alemanha.

 

Apesar de toda a controvérsia, A luta é alegria já atingiu os 20.000 downloads e os intérpretes apostaram em utilizar o facebook, onde já contam com 270 mil fãs, para lançar o videoclip da canção (curiosamente, a mesma rede social onde foi criado um grupo intitulado 'Petição contra Homens da Luta na Eurovisão').

 

Com imagens inéditas da manifestação da Geração à Rasca, realizada no passado dia 12 de Março, o vídeo da canção já conotada como «revolucionária» estará disponível a partir de hoje no facebook oficial dos Homens da Luta.

 

Retirado de SOL

 

 

 

 

 

 

 

 Letra

 

Quando a corja topa da janela 
O que faz falta 
Quando o pão que comes sabe a merda 
O que faz falta 
O que faz falta é avisar a malta 
O que faz falta 
O que faz falta é avisar a malta 
O que faz falta 
Quando nunca a noite foi dormida 
O que faz falta 
Quando a raiva nunca foi vencida 
O que faz falta 
O que faz falta é animar a malta 
O que faz falta 
O que faz falta é acordar a malta 
O que faz falta 
Quando nunca a infância teve infância 
O que faz falta 
Quando sabes que vai haver dança 
O que faz falta 
O que faz falta é animar a malta 
O que faz falta 
O que faz falta é empurrar a malta 
O que faz falta 
Quando um cão te morde a canela 
O que faz falta 
Quando a esquina há sempre uma cabeça 
O que faz falta 
O que faz falta é animar a malta 
O que faz falta 
O que faz falta é empurrar a malta 
O que faz falta 
Quando um homem dorme na valeta 
O que faz falta 
Quando dizem que isto é tudo treta 
O que faz falta 
O que faz falta é agitar a malta 
O que faz falta 
O que faz falta é libertar a malta 
O que faz falta 
Se o patrão não vai com duas loas 
O que faz falta 
Se o fascista conspira na sombra 
O que faz falta 
O que faz falta é avisar a malta 
O que faz falta 
O que faz falta é dar poder a malta 
O que faz falta

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