Terça-feira, 22 de Março de 2011

 

 

Letra

 

A Esfera

 Pedro Khima


Por sinal
essa esfera que, me tentava sem me olhar
Nada mais era do que um som que me levava a tentar
Fugir de ti
Sair de ti

Uma vez mais
Sem saber porque
Desistira de dizer
Nada mais, quero mais
Senão for assim
Esconde esse sorriso que me faz querer matar por mais
Mais, mais, quero mais, mais, mais.
Por isso esconde esse sorriso que me faz querer matar por mais.

Só assim da para mim conseguir que nao doa mais
Que me deixes ir
Que me libertes de ti
Que nao me faças sentir
Eu nao quero cair
nao me posso entregar
Sem que percebas que nao podes julgar
E eu quero tentar poder acreditar
Que o aperto ca dentro um dia vai acabar
O monstro em mim nao ira sucumbir
Nao desfalece por nao conseguir
que olhes para mim, que me faças existir

Por isso esconde esse sorriso que me faz querer matar por mais...

mais mais, 
quero mais
mais, mais

Por isso esconde esse sorriso que me faz querer matar por mais.

mais, mais 
quero mais
mais,mais

por isso esconde esse sorriso que me faz queres matar por mais.

 



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Letra

 

Sei que sabes que sim
E que para mim
És o mundo lá fora
Não há nada a fazer
Nem nada a dizer
Aqui e agora

Deixa à volta o mundo
Vai ser o que o tempo entender
Nem tu tens de o dizer
Só tens de o sentir
Se Sabes que Sim
e que para mim
És o mundo lá fora

Olha para mim
Se estiveres a fim
Falamos depois
A qualquer hora

Olha para mim
Tudo tem um fim
Vemo-nos depois

Sei que és parte de mim
Estarás sempre aqui
Sei que não demoras
Não há nada a fazer
Nem nada a dizer
Aqui e agora

Deixa à volta o mundo
Vai ser o que o tempo entender
Nem tu tens de o dizer
Só tens de o sentir
Se Sabes que Sim
e que para mim
És o mundo lá fora

Olha para mim
Se estiveres a fim
Falamos depois
A qualquer hora

Olha para mim
Tudo tem um fim
Vemo-nos depois

Olha para mim
Se estiveres a fim
Falamos depois
A qualquer hora

Olha para mim
Tudo tem um fim
Vemo-nos depois
Vemo-nos depois

 



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Letra

 

Caminhando vi luz que embala
Sentir que escapa ao olhar
Forte percorri nova estrada 
em trilhos por semear

Querer dominar destino oculto
Momento por decifrar
Vida que adormece, em longo luto
Quimeras por alcançar

Querer agarrar ondas de loucura
Num momento sem pensar
Ilusão de mais de longe perdura
Mão que urge curar

Voz que entoa paz profunda
Clama em se descobrir
Grita pra revelar segredos a perseguir

Teias que tecem tons escuros
Para me aprisionar
Grito pra libertar demónios
Livre pensar

Despertando um sol que emane
Luz no meu jardim
Sentinela nua e crua
Chama por mim

Libertando amarra turva
De um silêncio tal
Emergir pra sempre duma sombra infernal

Vir de um sono profundo
O mundo agarrar
Querer desvendar futuro
Duvidar

Caminhando vi luz que embala
Sentir que escapa ao olhar
Forte percorri mar que leva a trilhos por semear

Caminhando vi luz que embala
Sentir que escapa ao olhar
Mapa onde encontrei cor divina 
De prantos a sussurrar.

 



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Dazkarieh

 

Pela linguagem intercontinental dos Dazkarieh também passa o "Ruído do Silêncio". É este o nome do novo álbum do grupo, que motiva a presente digressão. Em Portugal, ela começa no Porto, a 25 de Março, seguindo depois para Caldas da Rainha (26), Tondela (1 de Abril), Torres Vedras (2), Almada (7), Castelo Branco (8), Portalegre (9), Lisboa (13) e Coimbra (14)."Ruído do Silêncio", que chega aos escaparates dias antes do primeiro destes concertos, é já o quinto álbum da discografia, depois de "Dazkarieh I" (2002), Espanta Espíritos (2004), "Incógnita Alquimia" (2006) e "Hemisférios" (2009).

 

Com mais de dez anos de carreira, os Dazkarieh podem ser definidos como um passaporte transformado em música, pelas referências aos sons de vários pontos do globo (cujos palcos têm visitado), mas também por proporcionarem uma viagem no tempo, com partida na raiz tradicional e porto de chegada nos ouvidos de hoje.

 

S.Pe. (PÚBLICO)

 
 

707100021
Porto, Hard Club - Praça do Infante, 95 - Mercado Ferreira Borges
Dia 25-03-2011
Sexta às 22h30
€8.
Na Sala 2. Apresentação de "Ruído do Silêncio".
http://www.dazkarieh.com

 

Retirado de Guia do Lazer



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Segunda-feira, 21 de Março de 2011

 

 

Letra

 

Um Resto De Tudo João Pedro Pais


Desce p'la avenida, a lua nua.. 
e vagando à sorte dormita nas ruas..
Faz-se de esquecida, minha e tua
Deixando um rasto, que nos apazigua.

Entra pela vitrina, surrealista
Faz malabarismo a ilusionista.
Ilumina o céu, que nos devora,
Já se sente o frio, está na hora, de irmos embora

 

Sou um ser que odeias mas que gostas de amar,
Como um barco perdido, a deriva do mar
A vida que levas de novo outra vez
Um mundo que gira sempre a teus pés.

Sou a palavra amiga, que gostas de ouvir,
A sombra esquecida que te viu partir,
A noite vadia, que queres conhecer, 
Sou mais um dos homens que te nega e da prazer.

Sou a voz da tua alma que te faz levitar,
O átrio da escada para tu te sentares,
Sou as cartas rasgadas que tu não lês
A tua verdade, mostrando quem és.

Sou um ser que odeias mas que gostas de amar,
Como um barco perdido, a deriva do mar
A vida que levas de novo outra vez
Um mundo que gira sempre a teus pés.

Sou a palavra amiga, que gostas de ouvir,
A sombra esquecida que te viu partir
A noite vadia, que queres conhecer, 
Sou mais um dos homens que te nega e da prazer.

A voz de tua alma que te faz levitar,
O átrio da escada para tu te sentares,
Sou as cartas rasgadas que tu não lês
A tua verdade, mostrando quem és.

 



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«O próximo espectáculo é no próximo dia 26 de Março na Inglaterra, onde João Pedro Paiss e apresentará na sala The Apex, na cidade de Bury St Edmunds.

 

Em Abril, o músico português toca no Cineteatro Caracas, em Oliveira de Azeméis, no dia 9, e no Teatro Municipal de Almada, a 16, já esgotado. Ambos os espectáculos serão em formato acústico, num novo conceito intitulado “Improviso”, onde as canções são apresentadas com diferentes roupagens e de uma forma mais intimista.

 

Desde a estreia em disco, em 1997, que João Pedro Pais é acarinhado e respeitado pelo público que o acompanha desde então. A recente conquista do disco de ouro com “O Coliseu” foi mais um exemplo deste reconhecimento.»

 

 

 

26 Março – Inglaterra, Bury St Edmunds – The Apex – 20h00 - entrada paga

 

9 Abril – Oliveira de Azeméis – Cineteatro Caracas – 21h30 – entrada paga

 

16 Abril – Almada – Teatro Municipal de Almada – 21h30 – entrada paga *esgotado

 

 

 

Fonte e mais informações:

www.joaopedropais.com

www.facebook.com/joaopedropais

Oficina da Ilusão 

 

 

 

 

Retirado de Registrus

 



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Letra

 

Lábios Que Beijei 

António Zambujo


Lábios que beijei
Mãos que eu afaguei
Numa noite de luar assim


O mar na solidão bramia
E o vento a soluçar pedia
Que fosses sincera para mim


Nada tu ouviste
E logo partiste
Para os braços de outro amor


Eu fiquei chorando
Minha mágoa cantando
Sou a estátua perenal da dor


Passo os dias soluçando com meu pinho
Carpindo a minha dor, sozinho
Sem esperanças de vê-la jamais


Deus, tem compaixão deste infeliz
Por que sofrer assim?
Compadecei-vos dos meus ais


Tua imagem permanece imaculada
Em minha retina cansada
De chorar por teu amor


Lábios que beijei
Mãos que eu afaguei
Volta, dá lenitivo à minha dor


 



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Letra

 

Leva-me contigo

 Duarte Rosado

 


Olho para tudo e tudo me faz chorar
Deixas-me mudo já não posso mais falar
Sei que estás confusa mas isso é normal
Para mim és uma musa, alguém muito especial
Já não te vejo há um dia para mim pareceu-me um mês
Já te disse o que sentia agora é a tua vez
Deixa-me voar quero sair daqui
Quero estar no teu lugar queria-te ter só a ti

Em ti estou seguro daqui não vou sair
Nem que atravesse o muro com o risco de cair
Não me largues mais eu não te quero perder
Tens de voltar ao cais que eu sem ti não sei viver
Já senti a plenitude não importa o que tinha feito
Eras a minha virtude nunca foste o meu defeito
Digo-te o que sinto não pareces entender
É verdade eu não minto tenho mesmo que te ver

Leva-me contigo na palma da tua mão
Que eu já não consigo pisar mais este chão
Leva-me para longe que eu não consigo andar
Quero estar contigo teu mundo é meu lugar
Acabaram-se as palavras que saíam de ti
Estivesses onde estavas eu sentia-te em mim
Abraça-me uma vez e outra a seguir
Abraços já são três já te estou a sentir

Não te quero enganar sentia-me tão bem
Quero-te olhar eu sem ti não sou ninguém
Podes prender-me em ti podes voltar a gostar
Diz-me o que é que fiz que eu tento mudar
Não suporto ver-te assim tu sentes-te culpada
Ponho a culpa em mim acho que foste pressionada
Tenta perceber não te sintas mal
Tenho que dizer que tudo em ti é especial
Uma pagina rasgada e arrancada pelo vento
Não penso em mais nada não me sais do pensamento
Estás em todo o lado nas paredes e no mar
Não quero ficar parado não te quero largar
Passa a noite e o dia sem que os sinta a passar
Tudo o que eu queria era o tempo a parar
Ficava sozinho talvez a pensar demais
Mas talvez é um caminho para atingir meus ideais

Leva-me contigo na palma da tua mão
Que eu ja não consigo pisar mais este chão
Leva-me para longe que eu não consigo andar
Quero estar contigo o teu mundo é meu lugar
Acabaram-se as palavras que saíam de ti
Estivesses onde estavas eu sentia-te em mim
Abraça-me uma vez e outra a seguir
Abraços já são três já te estou a sentir 

Leva-me contigo na palma da tua mão
Que eu já não consigo pisar mais este chão
Leva-me para longe que eu não consigo andar
Quero estar contigo o teu mundo é meu lugar
Acabaram-se as palavras que saíam de ti
Estivesses onde estavas eu sentia-te em mim
Abraça-me uma vez e outra a seguir
Abraços já são três já te estou a sentir

 



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António Zambujo dá concerto inaugural do FMM Sines 2011


 

O músico português António Zambujo dará o concerto inaugural do FMM Sines – Festival Músicas do Mundo 2011, no dia 22 de Julho, no Castelo de Sines.

Nascido em Beja, em 1975, António Zambujo cresceu a ouvir o cante alentejano, cuja harmonia, cadência e tempo são uma das suas principais influências.

Estudante de clarinete no Conservatório Regional do Baixo Alentejo, ainda pequeno apaixona-se pelo fado, que o leva a Alfama, onde Mário Pacheco lhe abre a porta para cantar no “Clube do Fado”. Mais tarde cantará noutra casa de fado mítica de Lisboa, “Senhor Vinho”.

Grava o seu primeiro disco, “O mesmo fado”, em 2002, com marcada influência alentejana, que continua a fazer-se sentir em “Por meu cante”, de 2004, o seu segundo álbum.

Em 2006, vence o prémio Amália Rodrigues (atribuído pela Fundação Amália Rodrigues) na categoria de “Melhor Intérprete Masculino de Fado”.

O seu terceiro disco, “Outro Sentido”, é editado em 2007. Em 2008, este trabalho é levado pela editora Harmonia Mundi aos mercados da Europa e do EUA e revela-se decisivo para o seu conhecimento pelo público internacional, chegando ao 3.º lugar de vendas na Fnac francesa e multiplicando as presenças em palcos fora de Portugal.

O Brasil, onde “Outro Sentido” é editado pela editora MPB com participações de vários artistas locais, torna-se um dos países que o ouve com mais atenção. Caetano Veloso escreve no seu blog: «Quero ouvir mais, mais vezes, mais fundo (…) É de arrepiar e fazer chorar». Um dos seus concertos de 2009 naquele país é eleito pelo jornal O Globo como um dos 10 Melhores Concertos Internacionais do Ano.

Em 2010, é lançado o seu quarto disco, “Guia”, onde são interpretados originais de compositores e letristas nacionais e brasileiros. O disco é muito bem recebido pelo público e pela crítica e António Zambujo é escolhido para abrir o palco do prestigiado Copenhagen Concert Center na Womex 2010.

“Guia” é, como já tinha sido “Outro Sentido”, considerado Top of the World Album pela revista Songlines e a imprensa portuguesa (Público, Blitz, Jornal de Letras) coloca-o entre os cinco primeiros lugares nas escolhas de melhor disco de 2010.

Depois de Vitorino e Janita Salomé com o Grupo de Cantadores de Redondo o terem feito em 2010, tem a honra de abrir a programação do FMM Sines 2011 num concerto vespertino, de entrada livre.

 

 
Retirado de FMM

 



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Domingo, 20 de Março de 2011

 

 

Letra

 

Mentira João Pedro Pais
Dá-me vontade de te ter a meu lado
Vendo-te a olhar para mim
Sei que estou apaixonado
Mas não posso ficar assim

Deitado num rochedo canto para ti
Como um pássaro livre que voa sem fim
Porque é que a vida nos trama?
Quando alguém se ama
Ter de partir e não poder sorrir

Porque é que choras?
Porque é que dizes o meu nome?
Sem nunca me poderes tocar

Tenho saudades de te ver
Vontade de te abraçar
Sozinho tocando uma guitarra junto ao mar
Recordo-me de ti
Imagino o porquê
A tua cara a flutuar

Porque é que a vida nos fascina
Tantas vezes nos domina
Acreditar que no amor nao se sente a dor
Mas é Mentira, Mentira, Mentira, Mentira, Mentira...

Tenho saudades de te ver
Vontade de te abraçar
Sozinho tocando uma guitarra junto ao mar
Recordo-me de ti
Imagino o porquê
A tua cara a flutuar

Porque é que a vida nos fascina
Tantas vezes nos domina
Acreditar que no amor nao se sente a dor
Mas é Mentira, Mentira, Mentira, Mentira, Mentira...


 



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Saio porta fora
E vou por ai pelos caminhos,
A noite devora, cruzam-se homens sozinhos;
Noites serradas,
Guerras triviais,
Portas fechadas, palavras infernais.

(Refrão)
E ao ver-te Lisboa, Lisboa,
Perder, o Bairro da Madragoa

Ruas e Vielas,
Musgo nos telhados
Oheh, oh, oh
Velhos á janela,
Lembram tempos passados
Rádios acesos,
Um homem sem vez
Oheh oh, oh
Afoga as tristezas, num copo de três

(Refrão)
E ao ver-te Lisboa, Lisboa
Perder o Bairro da Madragoa

Mulheres de rua,
Histórias de atrofiar
Noites de lua,
Segredos por desvendar,
Sentir.te no escuro,
Olhar-te nua e crua,
Rodeado de um muro de gente que não recua.

(Refrão)
E ao ver-te Lisboa, Lisboa
Perder o Bairro da Madragoa

 



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Sábado, 19 de Março de 2011

 

 

Tu estás livre e eu estou livre
e há uma noite para passar
porque não vamos unidos
porque não vamos ficar
na aventura dos senti - dos

tu estás só e eu mais só estou
que tu tens o meu olhar
tens a minha mão aberta
à espera de se fechar
nessa tua mão deser- ta

vem que o amor
não é o tempo
nem é o tempo
que o faz
vem que o amor
é o momento
eu que eu me dou
em que te dás
tu que buscas companhia
e eu que busco quem quiser
ser o fim desta energia
ser um corpo de prazer
ser o fim de mais um di - a

tu continuas à espera
do melhor que já não vem
e a esperança fio encontrada
antes de ti por alguém
e eu sou melhor que na - da
refrão (3x)

 



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"Os Lábios"
 

O álbum de estreia d'Os Lábios vai chamar-se "Morde-me a alma" e irá para as lojas a 2 de Maio.

 

Estão agendados os primeiros concertos da digressão promocional d'Os Lábios para o disco "Morde-me a alma". Nos próximos meses a banda vai passar por várias cidades do Norte ao Sul de Portugal, naquela que será a primeira fase da tour de apresentação do seu álbum de estreia.

 

Com excepção para o evento de lançamento oficial do disco, que coincidirá com a data de edição e cujos detalhes o colectivo de Sintra promete revelar durante os próximos dias, os concertos já marcados vão acontecer em espaços fechados como auditórios e cafés concerto ou clubes. O primeiro será já dia 26 de Março no cineteatro do G.C. de Corroios, onde são banda convidada para encerrar a terceira sessão da XVI edição do Festival de Música Moderna, concurso que ganharam em 2008, ainda como The Profilers.

 

 


 

 

Via DN

 

 



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Letra
Há alturas na vida
Em que se sente o pior
Como que uma saída
Refúgio na dôr

E ao olhar para trás
Pensar no que aconteceu
O que se vê não apraz
Não gritou mas escondeu

E salta a fúria em nós
Rebenta o ser mais calado
Querer puxar pela voz
Mostrar que está revoltado

À espera o tempo a passar
A desesperar
Ganhar a coragem de gritar e gritar

E é nestas alturas
Sou eu mesmo que o digo
Repensamos na falta
Que nos faz um amigo

Alguém que nos mostre a luz
E nos estenda uma mão
Diga que a vida não é cruz
Olhar para trás pedir perdão

E salta a fúria em nós
Rebenta o ser mais calado
Querer puxar pela voz
Mostrar que está revoltado

À espera o tempo a passar
A desesperar
Ganhar a a coragem de gritar e gritar

 

 

 



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Sexta-feira, 18 de Março de 2011

 

 

Letra

 

"Balada do desajeitado"

Sei de alguém
Por demais envergonhado
Que por ser tão desajeitado
Nunca foi capaz de falar

Só que hoje
Viu o tempo que perdeu
Sabes esse alguém sou eu
E agora eu vou-te contar

Sabes lá
O que é que eu tenho passado
Estou sempre a fazer-te sinais
E tu não me tens ligado

E aqui estou eu
A ver o tempo a passar
A ver se chega o tempo
De haver tempo para te falar

Eu não sei
O que é que te hei-de dar
Nem te sei 
Inventar frases bonitas

Mas aprendi uma ontem
Só que já me esqueci
Então olha gosto muito de ti

Podes crer
Que à noite o sono é ligeiro
Fico á espera o dia inteiro
Para poder desabafar

Mas como sempre
Chega a hora da verdade
E falta-me o á vontade
Acabo por me calar

Falta-me jeito
Ponho-me a escrever e rasgo
Cada vez a tremer mais
E ás vezes até me engasgo

Nada a fazer
É por isso que eu te conto
É tarde para não dizer
Digo como sei e pronto

Eu não sei
O que é que te hei-de dar
Nem te sei 
Inventar frases bonitas


Mas aprendi uma ontem
Só que já me esqueci
Então olha gosto muito de ti


 



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The Gift, concertos

 

Os fãs dos Gift não têm feito outra coisa senão suspirar... Por um novo trabalho. Ainda não chegou aos escaparates, mas já circula online pelo preço certo: o que o fã quiser dar. E assim "Explode" novamente a banda de Alcobaça. Ao vivo, as atmosferas digitais actualizam-se no Teatro Tivoli, em Lisboa, dias 17, 18, 19, 25 e 26 de Março.

 

"Explode" traz consigo a promessa de ser um álbum capaz de inaugurar uma nova fase no trajecto dos Gift. É essa, pelo menos, a crença da banda. Mesmo para quem não comprou o disco online, na página oficial, as conclusões podem começar a ser tiradas com base no single de avanço, "RGB". Aponta para um registo mais cru, mas nem por isso foge totalmente aos arranjos em camadas.

 

O último álbum lançado pelos Gift foi "Fácil de Entender", um disco ao vivo em que as canções encontravam novos formatos, novos arranjos, novas vidas. O registo surgiu como um verdadeiro "best of" da música produzida pela banda de Sónia Tavares. Pegava em clássicos como "My lovely mirror" ou "Ok! Do you want something simple?" (de "Vinyl", 1998), em bandas sonoras como "Five minutes of everything" ou "Front of" (de "Film", 2001) e em sintonizações como "Music" ou "Driving you slow" ("AM-FM", 2004). Incluía também dois inéditos: "Nice and Sweet" e "645".

 

213572025
Lisboa, Teatro Tivoli - Av. Liberdade, 182
De 17-03-2011 a 26-03-2011
Quinta a sábado às 21h30 (dias 17, 18, 19, 25 e 26)
€20 a €30.
Apresentação de "Explode". Espectáculo de dia 25 com interpretação em língua gestual portuguesa e audiodescrição.
http://www.thegift.pt

 

 

Retirado do Público



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Letra

 

Andar, nesta estrada, por caminhos incertos,
Tão longe e tão perto do que eu quero ser,
Cantar, uma balada, de sonhos despertos,
De braços abertos para te conhecer

Mas na verdade
Estou aqui pra te sentir,
Para te ver a sorrir.

Estou aprender a ser feliz,
Aquilo que eu vou ser ninguém me diz.
A guitarra que só toca por amor,
Não acalma o desejo, nem a dor.

Bem vês, companheira, eu parto sozinho,
Percorro o destino às vezes sem querer.
Talvez, também queira, cantar-te baixinho,
Dar-te o meu carinho e tudo esquecer.

Mas na verdade
Estou aqui pra te sentir,
Para te ver a sorrir.

Estou aprender a ser feliz,
Aquilo que eu vou ser ninguém me diz.
A guitarra que só toca por amor,
Não acalma o desejo, nem a dor.

INSTRUMENTAL

Estou aprender a ser feliz,
Aquilo que eu vou ser ninguém me diz.
A guitarra que só toca por amor,
Não acalma o desejo, nem a dor.

Estou aprender a ser feliz,
Aquilo que eu vou ser ninguém me diz.
A guitarra que só toca por amor,
Não acalma o desejo, nem a dor.

Estou aprender a ser feliz,
Aquilo que eu vou ser ninguém me diz.

Estou aprender a ser feliz.
.


 



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Quinta-feira, 17 de Março de 2011

 

 

Letra

 

É Verdade 

Terrakota


Só lês A Bola, Múmia é peça d'Antiguidade? Tás dopado! 
Vês documentários, pensas (que) tudo é verdade? Tás dopado! 
O noticiário parece ter objectividade? Tás dopado! 
O imigrante é o tumor da sociedade? 
Mwadié, 'tás quase a apanhar overdose! 
Vai então no médico antes que não fazes paragem cardíaca! 

[CHORUS] 
É verdade, juro, passou na televisão 
Uma galinha engripada contaminou o Adão. 
É verdade, juro, ouvi ontem na rádio 
O parente avariou, saiu a correr nu do estádio. 
É verdade, juro, li ontem no jornal, 
Bondaram o bandido, um islamista radical 
É verdade, juro, passei a ser otário 
Já não falo com os meus irmãos, arranjei um amigo imaginário. 

Bem-vindos ao século dos junkies da informação 
Estamos todos dopados, não temos sequer opção, 
Não procuras, ela te encontra e te aplica a injecção 
(A mistela actua sem dares conta, molda-te o gosto e a opinião) 

Senta, saboreia a sensação 
Tenta controlar a tentação, meu irmão, 
De pegar no controlo remoto 
Tem novela e desporto 
Tempo para o teu canuko? Isso é que não! 

Pensa, não leva só injecção 
Essa cabeça, não é p'ra decoração. 
A máquina fala connosco e até nos dá lição 
Nos diz quem é deus, o bom, o mau e o vilão. 

[CHORUS] 
É verdade, juro, passou na televisão 
Uma galinha engripada contaminou o Adão. 
É verdade, juro, ouvi ontem na rádio 
O parente avariou, saiu a correr nu do estádio. 
É verdade, juro, li ontem no jornal, 
Bondaram o bandido, um islamista radical 
É verdade, juro, passei a ser otário 
Já não falo com os meus irmãos, arranjei um amigo imaginário. 

Equipas de psicólogos estudam os hábitos 
Jalão, bwé de códigos, entulham os gráficos 
E se acusas os media de anti-didácticos 
Te chutam um vídeo de tanques aquáticos. 

Quem quer saber? Esses dreds são solitários. 
Não têm TV? São rebeldes minoritários. 
Atletas ordinários em corridas sem salários 
Mega-solidários são marginalizados. 
É um negócio, movimenta milhões e como tal 
Filantropia e amor ao próximo são fingimento social. 
Há todo um mundo obscuro atrás do segredo profissional 
E um cariz tendencioso em todo o artigo imparcial. 

Não é paranóia, é a lógica do capital 
Não conheces a história, não surpreende, é normal. 
Nenhuma empresa confessa o seu registo criminal 
(E esta empresa é que nos fez a actualidade mundial) 

E se tentas investigá-los, descobres que algo cheira mal. 
Se pensas denunciá-los, ou levá-los a tribunal? 
Xê mano! Eles te mandam no hospital! 
Xê mano! Eles preparam tô funeral! 

[CHORUS] 
É verdade, juro, passou na televisão 
Uma galinha engripada contaminou o Adão. 
É verdade, juro, ouvi ontem na rádio 
O parente avariou, saiu a correr nu do estádio. 
É verdade, juro, li ontem no jornal, 
Bondaram o bandido, um islamista radical 
É verdade, juro, passei a ser otário 
Já não falo com os meus irmãos, arranjei um amigo imaginário.


 



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Ana Moura está nomeada na categoria de melhor artista do ano 2010
 
A fadista portuguesa está nomeada na categoria de melhor artista do ano, enquanto os portugueses Terrakota distinguem-se na categoria de melhor grupo do ano nos prémios Songlines Music Awards 2011, promovidos pela revista britânica “Songlines”.
 
Ana Moura está nomeada na categoria de melhor artista do ano 2010 (Mafalda Melo)

Ana Moura está nomeada com o seu mais recente trabalho, o álbum “Leva-me aos Fados”, competindo agora com Femi Kuti, Youssou N’Dour e Cheikh Lô (Burkina Fasso).

Cheikh Lô está nomeado pelo álbum “Jamm on World Circuit”, Femi Kuti por “Africa for Africa on Wrasse” e Youssou N’Dour por “Dakar-Kingston on Universal”.

Os Terrakota, grupo que mistura várias sonoridades, da música africana ao reggae, estão nomeados com o álbum “World Massala on Ojo Musica”, ao lado dos Bellowhead, dos Hanggai e do duo Lepistö & Lehti.

A revista britânica “Songlines”, dedicada à world music, pretende distinguir os melhores projectos de cada ano nesta área da música, atribuindo prémios em quatro categorias: melhor artista, grupo, colaboração multi-cultural e grupo revelação. Os nomeados são votados pelo público e os vencedores seleccionados pela equipa editorial da revista.

Em 2010, na segunda edição dos Prémios Songlines, os Deolinda venceram na categoria de revelação, com o álbum “Canção ao Lado”, para o qual estavam ainda nomeados “Invisible System”, “Speed Caravan” e “Mamer”.

Este ano, na categoria revelação estão nomeados os The Creole Choir of Cuba, Raghu Dixit, Syriana e Tamikrest. Para o prémio de melhor colaboração multicultural os nomeados são: AfroCubism, Ballaké Sissoko & Vincent Segal, Kronos Quartet with Alim & Fargana Qasimov and Homayun Sakhi e Vishwa Mohan Bhatt & Matt Malley.

No dia 21 de Março, a “Songlines” vai pôr à venda um CD com todas as músicas nomeadas. Os vencedores vão ser anunciados depois na edição de Junho.

 

Via Público

 



publicado por olhar para o mundo às 21:39 | link do post | comentar

 

 

 

Letra

 

Ainda me lembro
Quando tinha a tua idade
Corria pelas ruas
E não percebi

São esses tempos
Que nos deixam mais saudades
Os melhores momentos
Que eu já vivi

Se eu voltasse atrás
Por minha vontade
Trocava alguns anos desta vida
Por um só dia na tua idade

As noites passadas
À volta de uma fogueira
As histórias contadas
Em tom de brincadeira

Promessas eternas
E segredos que guardava
Os amigos que fazia
Por onde passava

Se eu voltasse atrás
Por minha vontade
Trocava alguns anos desta vida
Por um só dia na tua idade

 



publicado por olhar para o mundo às 17:56 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Já tenho a alma incinerada p’lo medo 
Já tenho o espírito meio globalizado 
E há tanta coisa complicada combinada em segredo 
Que a gente quer-se virar e não sabe p’ra que lado 

Dizem que o mundo anda doido 
Mais doido anda quem o faz 
Diz que disse mas não disse 
E anda tudo ao abandono 
Quem não acreditar é só espreitar 
P’lo buraco da camada do ozono 

Não dêem cabo do mundo ainda cá temos muito a fazer 
Não dêem cabo do mundo se não como é que se há-de cá viver 

É só atritos e detritos na alma 
Terra quente, guerra fria, ambiente em cuidados 
São marcadas as cimeiras da calma 
Cessar fogo, fogo posto, mil acordos falhados 

Quem te manda sapateiro tocar tão mal rabecão 
Hemisférios divididos, não se apaga o lume 
És igual ou diferente, és mouro ou cristão 
Tio Sam, então... salamalecum 
Não dêem cabo do mundo... 

E as ribeiras a correrem aflitas 
São descargas e descargas e ninguém faz caso 
Frases feitas e desfeitas, muitas coisas ditas 
E se algumas foram escritas foi só por acaso 

Cada um faz o que quer e ninguém faz o que devia 
Mina anti-pessoal, fome triste sina 
A ajuda humanitária chega qualquer dia 
Foi comprada em Israel, vendida na Palestina. 

Não dêem cabo do mundo...

 



publicado por olhar para o mundo às 08:15 | link do post | comentar

 

 

 

Letra

 

Dá-me um abraço que seja forte

E me conforte a cada canto

Não digas nada que o nada é tanto

E eu não me importo

 

Dá-me um abraço fica por perto

Neste aperto tão pouco espaço

Não quero mais nada, só o silêncio

Do teu abraço

 

Já me perdi sem rumo certo

Já me venci pelo cansaço

E estando longe, estive tão perto

Do teu abraço

 

Dá-me um abraço que me desperte

E me aperte sem me apertar

Que eu já estou perto abre os teus braços

Quando eu chegar

 

É nesse abraço que eu descanso

Esse espaço que me sossega

E quando possas dá-me outro abraço

Só um não chega

 

 

 



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Quarta-feira, 16 de Março de 2011

 

 

Letra

 

Andava eu atrás dela
Como um príncipe atrás da Cinderela
Distraído bati num lampião
Dei um pontapé
E disse um palavrão
Mas porque é que eu estou aqui
Vou mas é pra casa pôr-me a estudar
Ela nem olha para mim
Ou então finge não olhar

Estou na Lua
Não me chateis 
Que eu agora estou na Lua
E em breve vou chegar ao céu
Onde tu estás toda nua só c'um véu

Estou na Lua
Não me chateis 
Que eu agora estou na Lua
E em breve vou chegar ao céu
Onde tu estás nuinha só c'um véu
só c'um véu

Lá continuei eu atrás da minha amada
Como um cavaleiro que defende a espada
Ao virar da esquina entrou num restaurante
Tinha um emprego muito importante
Olhei para a vitrine a ver se estava belo
Passei as mãos pelo cabelo
Sacudo a camisa rota no cotovelo
Preparei-me para entrar

Estou na Lua
Não me chateis 
Que eu agora estou na Lua
E em breve vou chegar ao céu
Onde tu estás toda nua só c'um véu

Estou na Lua
Não me chateis 
Que eu agora estou na Lua
E em breve vou chegar ao céu
Onde tu estás nuinha só c'um véu
só c'um véu
só c'um véu

Estou na Lua
Não me chateis 
Que eu agora estou na Lua
E em breve vou chegar ao céu
Onde tu estás toda nua só c'um véu
só c'um véu 
só c'um véu

 



publicado por olhar para o mundo às 17:31 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Tenho um vasinho de rosas à janela
Que ela trouxe consigo
Quando as vejo tão formosas,
Lembro-me dela
lembro-me dela ao postigo

Lembro-me dela ao postigo,
tão mimosa
E agora põe-se à janela
Os cabelos cor de trigo, não há rosa...
Não há rosa como ela

Não há rosa como ela na cidade
Nem nos campos donde vim
Agora põe-se à janela com vaidade
À noite à espera de mim

Lembro-me dela ao postigo
E agora põe-se à janela
É só isto que vos digo:
Não há rosa como ela

 



publicado por olhar para o mundo às 17:03 | link do post | comentar

Ricardo Rocha no Maria Matos
 

O guitarrista actua no dia 29 de Março no teatro lisboeta, às 22.00, num espectáculo em que reúne todas as 17 composições originais da sua obra a solo.

 

Um dos grandes executantes contemporâneos da guitarra portuguesa, Ricardo Rocha, apresenta no Teatro Maria Matos (Lisboa) o espectáculo intitulado 'Luminismo', uma recapitulação da sua carreira em nome próprio, que remonta a 'Voluptuária', de 2003.

 

Nascido em 1974, o guitarrista é neto de Fontes Rocha, histórico do fado ao lado de Amália e mestre da guitarra portuguesa. Trilhando um caminho na música que já lhe valeu comparações a Carlos Paredes ou Pedro Caldeira Cabral, Ricardo Rocha, apesar de já ter manifestado a sua relutância em relação a uma carreira na música (e lamentado as "limitações" da guitarra em termos sonoros), revelou-se um dos grandes compositores e intérpretes da guitarra portuguesa.

 

No dia 28 de Março, o guitarrista vai oferecer um raro panorama sobre a sua singular carreira, às 22 horas. Os bilhetes custam 12 euros, ou 6 euros para estudantes ou crianças.

 

Retirado do DN

 

 


 

 

 



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Letra

 

Uma flor 
Uma pequena flor 
Que eu colhi 
Só a pensar
Em ti (x2)

Eu bem sei 
Que fui longe demais

Também sei
Que eu não farei jamais

Uma flor 
Uma pequena flor 
Que eu colhi 
Só, só a pensar
Em ti 

Eu bem sei 
Que fui longe demais

Também sei
Que eu não farei jamais


 



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Terça-feira, 15 de Março de 2011

 

 

Letra

 

Esta noite eu quero cantar,
Dançar e voar, 
Uô, uô
E..
Quero ver luzes, muitas 
Quero ser um pássaro, 
Uô, uô, uô, uã,

Quero ver os peixes a bailar 
E as ideias a gritar
Quero voar para, até ver,
O mar pegar fogo
E tipo, incendiar, 
Até a luz, a luz me cercar
E eu voltar pró meu lugar.

Esta noite eu quero cantar 
Dançar e voar 
Uô, uô
E...
Quero ver luzes muitas 
Quero ser um pássaro 
Uô, uô, uô, uã,

Quero ver os peixes a bailar 
E as ideias a gritar
Quero voar para, até ver, 
O mar pegar fogo
E tipo, incendiar, 
Até a luz, a luz me cercar
E eu voltar pró meu lugar.

(vocalizos)

Quero ver os peixes a bailar 
e as ideias a gritar,
Quero voar para, até ver, 
o mar pegar fogo
E tipo, incendiar, 
até a luz, a luz me cercar
E eu voltar pro meu lugar.

 



publicado por olhar para o mundo às 18:11 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

THE SINGLES

 

Forget these bars now, you´re getting shy
Leave all those tracks back, they only lie

Go feed those haters, they fancy bad rhymes
They like the small things, so they may shine
What’s missing out now? What more to write?
So I’m a wise guy, I think to myself
I’ll shut my mouth now and set up this dance again

There’s no excuse now
You’ll be yourself somehow

Anything you do
Anywhere you go
Anywhere

They´ll raise your head down, they feel alive
It’s never enough for them

They said I can change their lives
So why can’t I change mine?

They dream about my life
But I don´t dream
At night

It´s just a paper cut and my head is now so strong
I´m not afraid anymore
If you come back right through that door
But you are never quick enough to forget
It´s just a paper cut

And then the wannabes,
They´re paper cuts to me

It´s just a paper cut and my head is now so strong
I´m not afraid anymore
If you come back right through that door
But you are never quick enough to forget
It´s just a paper cut

Sunny beauty ballads, trashy crazy words
Funny rainbow colours and ironic songs

What about the spring
Spring for spring
Will it be?

Face now your world

I can do whatever I need
Can find from where I belong
Can sing as much as I breathe

It’s time to get it done
And I know you love enough
The future is still to come
Take each day one by one
You don´t need to feel

Guilty needs shows everything that you´ve got
This pointed gun shouts at your head again
Still remember what you forgot
And everything that made you stop
I don´t know what will cross your way
Maybe the lights of New York

Needed guilt shows everything you forgot
This pointed gun shouts at your heart again
I still remember why you have stopped
Was the light of old New York
I don´t know how you´ll cross this way
It’s better to show what you´ve got

What about those ballads and those crazy words
What about the colours and ironic songs
Dream about the spring
Things will change
Flowers will rise
Your personal prize
Just open your eyes
Keep moving and discover, there are pretty things about your life

Born in a small town
Bad movies once a week
Two TV channels, no remote, begging for Twin Peaks

A bunch of lunatics
Good hearts in crazy heads
They’ve lost their hope, they were just grown men in our Neverland

And during Christmas eve
The world was sharing gifts
We didn’t care, we were listening to good riffs

A borrowed walkman
The cheapest tape on it
Disintegration in repeat, the best trip I can get

Romance the 80’s, we dance the 90’s
The last 10 years they passed so fast, I kind of miss them

Best parties ever
Our heroes on the stage
Coloured lights, glamour nights, was the neon age

A perfect night for me
Much more than ecstasy
We can sweat, we can jump, You can be so free

The kids in blogs now
And all their stupid hypes
They lack the know how
The whole world in their hands
Except the taste, to write the text
Nobody understands!

Why copy Talking Heads and paste the Radiohead?
Why not discover The Full Sentence of the Pigeonhed

Ten voices spring reverb
Few bars with crazy noise
But at the end, we ‘re all a shadow of The Beach Boys

I miss the elegance
It’s hard, but still exists
Rufus, you are on the top of my list

I’m feeling fresh now
Can see what’s right and wrong
Stop it now
I just did a 12 minute song

 

 



publicado por olhar para o mundo às 13:56 | link do post | comentar

 
Os portugueses The Gift vão tocar na íntegra o álbum 'Explode' nos concertos que têm marcados nesta semana e na próxima no Teatro Tivoli, em Lisboa, resultado de um trabalho de ruptura na vida da banda de Alcobaça.

«Esgotámos as fichas todas neste disco, não queremos nem nos vemos a fazer mais uma digressão em Portugal, a cantar as mesmas canções de sempre para o mesmo tipo de pessoas. Queremos mais», disse Nuno Gonçalves, um dos músicos dos Gift, à agência Lusa.

A banda estará de quinta-feira a sábado no Teatro Tivoli com um espectáculo centrado no novo álbum e repetirá a dose na semana seguinte, nos dias 25 e 26, dada a procura de bilhetes.

Esta semana sairá também a versão física do disco, depois de ter sido disponibilizada pela Internet para quem quisesse ter o disco antecipadamente.

 

Foram cerca de 2.000 pessoas que tiveram acesso em primeira mão ao disco e cerca de metade dispôs-se a pagar pelas músicas novas, numa média de nove euros por cada exemplar de Explode, disse Nuno Gonçalves.

Explode é o primeiro disco dos Gift em sete anos, depois do duploAM-FM e do projecto Amália Hoje, no qual estiveram envolvidos Nuno Gonçalves e a vocalista, Sónia Tavares.

 

O álbum foi gravado em Madrid, onde Nuno Gonçalves vive actualmente, e começou a ser pensado há mais de dois anos.

«Na altura, na reunião que tivemos para falar sobre um novo álbum eu queria um disco que fosse de ruptura, mais orgânico, onde fossemos para um sítio específico que não nas mesmas paredes onde gravamos o `AM-FM´», explicou o músico.

A maioria das composições são de Nuno Gonçalves, que vê também alargada a participação vocal, em parceria com Sónia Tavares.

As onze novas canções fazem de Explode«um disco mais electrizante, mais adulto, mais colorido, não tão nostálgico, mais esclarecido em termos de letras, são as melhores dos Gift», descreveu.

 

A banda queria que ao disco estivesse associada uma ideia de vivacidade, atitude positiva e também de inovação.

Há um ano estiveram na Índia a participar no Holi Festival, a norte de Nova Deli, onde as pessoas se cobrem de cores garridas. Daí que as imagens promocionais mostrem os quatro músicos nesse ambiente do festival.

 

«Queremos ser inovadores e fazer as coisas que nos dão na cabeça», explicou Nuno Gonçalves.

Por isso é que, por exemplo, rumaram aos Estados Unidos para convidar dois atores de Hollywood - Isabel Lucas e Lukas Haas - a gravarem um teledisco para Made for you, o tema que fecha o novo álbum.

 

«Com este disco tivemos a mesma intenção, intensidade e dedicação que tivemos no primeiro disco dos Gift e tivemos a mesma entrega com se fosse o último», sublinhou o músico.

 

Depois de Lisboa, o disco será apresentado a 7 de Maio em Madrid, no Teatro Circo Price.

Os The Gift, que surgiram em Alcobaça em 1994, integram os irmãos Nuno e John Gonçalves, Sónia Tavares e Miguel Ribeiro.

 

Via SOL



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Letra

 

Há algo de senil em mim
Que já não me deixa lembrar
Há quanto tempo foi o fim
não sei cheguei a começar

Mas sei que foi sempre assim
Mais olhos que barriga
Mais sono que fadiga
Há sempre tempo para parar
Saber se vale a pena
Ou ficou por fazer


Refrão:

É só contar até 3 (1...2...3)
Vou nascer outra vez
Fechar os olhos (1...2...3)
Vou nascer outra vez
Respirar bem fundo (1...2...3)
Vou nascer outra vez
Começar de novo (1...2...3)
Vou nascer outra vez


Nunca foi boa escolha
Ficar à espera para ver
Por mais que a gente sofra
Um dia havemos de morrer

Mas sei que foi sempre assim
Mais garganta que vontade
Mais treta que verdade
Há sempre tempo para pensar
Mudar alguma coisa
Ou me parto a loiça


Refrão:

É só contar até 3 (1...2...3)
Vou nascer outra vez
Fechar os olhos (1...2...3)
Vou nascer outra vez
Respirar bem fundo (1...2...3)
Vou nascer outra vez
Começar de novo (1...2...3)
Vou nascer outra vez

Refrão:

É só contar até 3 (1...2...3)
Vou nascer outra vez
Fechar os olhos (1...2...3)
Vou nascer outra vez
Respirar bem fundo (1...2...3)
Vou nascer outra vez
Começar de novo (1...2...3)
Vou nascer outra vez

Refrão:

É só contar até 3 (1...2...3)
Vou nascer outra vez
Fechar os olhos (1...2...3)
Vou nascer outra vez
Respirar bem fundo (1...2...3)
Vou nascer outra vez
Começar de novo...

 



publicado por olhar para o mundo às 08:06 | link do post | comentar

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