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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

 

Letra
Quem vem e atravessa o rio
Junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende ate ao mar

Quem te vê ao vir da ponte
és cascata, são-joanina
dirigida sobre um monte
no meio da neblina.

Por ruelas e calçadas
da Ribeira até à Foz
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.

E esse teu ar grave e sério
dum rosto e cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria

[refrão]
Ver-te assim abandonada
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento

E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa

 

 

 

 

Letra

 

A culpa não, não é do sol, se o meu corpo se queimar
A culpa não, não é do sol, se o meu corpo se queimar

A culpa é da vontade, que eu tenho de te abraçar

A culpa não, não é da praia, se o meu corpo se ferir
A culpa não, não é da praia, se o meu corpo se ferir

A culpa é da vontade, que tenho de te sentir

A culpa é da vontade, que vive dentro de mim, 
e só morre com a idade, com a idade do meu fim..
A culpa é da vontade..

A culpa não, não é do mar, se o meu olhar se perder
A culpa não, não é do mar, se o meu olhar se perder

A culpa é da vontade, que tenho de te ver,

A culpa não, não é do vento, se a minha voz se calar
A culpa não, não é do vento, se a minha voz se calar
A culpa é do lamento que sufoca o meu cantar

A culpa é da vontade, que vive dentro de mim, 
e só morre com a idade, com a idade do meu fim..

A culpa é da vontade, que vive dentro de mim,
 e só morre com a idade, com a idade do meu fim..

A culpa é da vontade
A culpa é da vontade
A culpa é da vontade
A culpa é da vontade

Image and video hosting by TinyPic

Uma manhã como a de hoje em que a chuva tinha finalmente cessado. Chegada ao local de trabalho, todos ostentavam tristeza. Percebi então que o nosso Zeca nos tinha deixado. O último concerto no coliseu revelava-o debilitado pela doença, mas com uma vontade férrea que tão bem o caracterizava. Só alguém de quem se gosta e cuja presença ficará como património cultural tem direito a ser tratado por diminutivo. É bom evocar datas que trazem sorrisos, mas também não se pode relegar para o esquecimento esta figura marcante. Completam-se hoje 24 anos sobre a sua morte relativa, pois a música continua a ser ouvida e – atrever-me-ia a arriscar – para sempre, mesmo em pequenos detalhes como a belíssima casa de Belmonte onde viveu e que só há dias tive o prazer de admirar.

Traz outro amigo também

No comboio descendente

Foto: página de imprensa de Pedro Laranjeira

 

Retirado de Dias que voam

 

 


 

 

 
Letra
 
Quando dormes
E te esqueces
O que ves
Tu quem és
Quando eu voltar
O que vais dizer?
Vou sentar no meu lugar

Adeus
Nao afastes os teus olhos dos meus
Isolar para sempre este tempo
É tudo o que tenho para dar

Quando acordas
Porque quem chamas tu?
Vou esperar
Eu vou ficar
Nos teus braços
Eu vou conseguir fixar
O teu ar
A tua surpresa

Adeus
Não afastes os teus olhos dos meus
Eu vou agarrar este tempo
E nunca mais largar

Adeus
Não afastes os teus braços dos meus
Vou ficar para sempre neste tempo
Eu vou, vou conseguir para-lo
Vou conseguir para-lo

Vou conseguir

Adeus
Não afastes os teus olhos dos meus
Vou ficar para sempre neste tempo
Eu vou conseguir para-lo
Eu vou conseguir guarda-lo
Eu vou conseguir ficar

 

Os Noidz vão dar um concerto na Aula Magna, em Lisboa, esta sexta-feira, e o IOL Música oferece-te a oportunidade de ganhares bilhetes para o espectáculo, bem como CDs e merchandising da banda portuguesa.

Para seres um dos vencedores, terás apenas de responder acertadamente às seguintes perguntas:

1. Quais os nomes dos alter-egos dos cinco elementos que formam os Noidz?

2. Quem é o autor do tema original do novo vídeo dos Noidz?


Envia as respostas, juntamente com o teu nome completo e número de Bilhete de Identidade/Cartão de Cidadão, através de comentário a este artigo.

NOTA: Os comentários não serão publicados de forma a proteger a privacidade dos participantes.

Os 10 primeiros a responderem acertadamente às questões ganham um «Pack Noidz» composto pelos seguintes prémios:

- 1 entrada dupla (válida para duas pessoas) para o concerto na Aula Magna
- 1 CD single «Trance Metal Age»
- 1 banda-desenhada Noidz
- 1 t-shirt Noidz

Todos prémios serão entregues aos respectivos vencedores na noite do concerto, à entrada da Aula Magna, mediante apresentação do Bilhete de Identidade/Cartão de Cidadão.

O passatempo termina às 23h59 do dia 23 de Fevereiro.

Atenção que o concurso é no site da IOL, Aqui

 

 

 

 

 Via IOL

 

letra

 

Recebi o teu bilhete
Para ir ter ao jardim
A tua caixa de segredos
Queres abri-la para mim

E tu não vais fraquejar
Ninguém vai saber de nada
Juro não me vou gabar
A minha boca é sagrada

De estar mesmo atrás de ti
Ver-te da minha carteira
Sei de cor o teu cabelo
Sei o shampoo a que cheira

Já não como já não durmo
E eu caia se te minto
Haverá gente informada
Se é amor isto que eu sinto

Refrão:
Quero o meu primeiro beijo
Não quero ficar impune
E dizer-te cara a cara
Muito mais é o que nos une
Que aquilo que nos separa

Promete lá outro encontro
Foi tão fugaz que nem deu
Para ver como era o fogo
Que a tua boca prometeu

Pensava que a tua lingua
Sabia a flor do jasmim
Sabe a chiclete de mentol
E eu gosto dela assim

Refrão:
Quero o meu primeiro beijo
Não quero ficar impune
E dizer-te cara a cara
Muito mais é o que nos une
Que aquilo que nos separa

 

Letra

 

In this little town
cars they don't slow down
The lonely people here
They throw lonely stares
Into their lonely hearts

I watch the traffic lights
I drift on Christmas nights
I wanna set it straight
I wanna make it right
But girl you're so far away

Oh, hold still for a moment and I'll find you
I'm so close, I'm just a small step behind you girl
And I could hold you if you just stood still

I jaywalk through this town
I drop leaves on the ground
But lonely people here
Just gaze their eyes on air
And miss the autumn roar
I roam through traffic lights
I fade through Christmas nights
I wanna set it straight
I wanna make it right

 

Os The Gift lançaram um novo disco, composto por 11 canções, que (tal como fizeram os Radiohead) pode ser descarregado online por qualquer preço.

 

“Até ao dia 27 de Fevereiro poderá adquirir as onze canções que compõem o novo disco. O preço? Dê o que achar justo. Dê o que puder dar. Dê aquilo que quiser dar...”, lê-se no site da banda (ao clicar no botão de registo, o preço exemplificativo é de 9,99 euros).

As 11 canções serão entregues ao longo de 11 dias. Em cada dia é enviado um e-mail com um link para o ficheiro que pode ser descarregado.

A mensagem acrescenta que ainda não há uma data de lançamento para uma versão convencional do disco.

A banda lembra ainda que tem concertos anunciados para Lisboa (17, 18 e 19 de Março) e Madrid (7 de Maio) e que criou o The Gift Experience Pack, com o objectivo “trazer pessoas [de] fora da capital aos espectáculos”. O pacote inclui bilhetes duplos para o concerto, a viagem de comboio e estadia num hotel de quatro estrelas.

 

Via Público

 

 

 

 

 

 

Letra

 

(Refrão)
pararara parararara pararara parararara pararara
pararara

Quando eu era pequenino
Quando eu era pequenino
Acabado de nascer
Acabado de nascer
Ainda mal abria os olhos
Ainda mal abria os olhos
Já eram para te ver
Já eram para te ver

(Refrão)
pararara parararara pararara parararara pararara
pararara (bis)

Quando eu já for velhinho
Quando eu já for velhinho
Acabado de morrer
Acabado de morrer
Olha bem para os meus olhos
Olha bem para os meus olhos
Sem vida hão de te ver
Sem vida hão de te ver

(Refrão)
pararara parararara pararara parararara pararara
pararara (bis)

Tuturututurotro Tuturoro pam pam pam pam pam pam
Quando eu era pequenino
Quando eu era pequenino
Acabado de nascer
Acabado de nascer
Ainda mal abria os olhos
Ainda mal abria os olhos
Já eram para te ver
Já eram para re ver

(Refrão)
(Refrão)
pararara parararara pararara parararara pararara
pararara (bis 3x)

 

 

 

 

Letra

 

Tu eras aquela
Que eu mais queria
P'ra me dar algum conforto e companhia
Era só contigo que eu, sonhava andar
P'ra todo o lado e até quem sabe
Talvez casar
Ai o que eu passei
Só por te amar
A saliva que eu gastei para te mudar
Mas esse teu mundo era mais forte do que eu
E nem com a força da música ele se moveu

(refrão)

Mesmo sabendo que não gostavas
Empenhei o meu anel de rubi
P'ra te levar ao concerto
Que havia no rivóli

E era só a ti
Que eu mais queria
Ao meu lado no concerto nesse dia
Juntos no escuro de mão dada a ouvir
Aquela música maluca sempre a subir
Mas tu não ficas-te nem meia hora
Não fizeste um esforço para gostar e foste embora
Contigo aprendi uma grande lição
Não se ama alguém que não ouve a mesma canção

(refrão)

Mesmo sabendo que não gostavas
Empenhei o meu anel de rubi
P'ra te levar ao concerto
Que havia no rivóli

Foi nesse dia que percebi
Nada mais por nós havia a fazer
A minha paixão por ti era um lume
Que não tinha mais lanha por onde arder

(refrão)

Mesmo sabendo que não gostavas
Empenhei o meu anel de rubi
P'ra te levar ao concerto
Que havia no rivóli

 

 

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envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email