Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

A tua pequena dor 
quase nem se quer te doi
é só um ligeiro ardor 
que nao mata 
mas que mói.

É uma dor pequenina
quase como se não fosse
e como uma tangerina
tem um sumo agridoce.

De onde vem essa dor
se a causa não se ve
se não é por desamor
então e uma dor de que.

Não esponhas essa dor 
e preciosa e so tua
não a mostres tem pudor
e um lado oculto da lua.

Não e vicio nem costume
deve ser inquietação 
nao há nada que a arrume 
Dentro do teu coração.

Talver seja a dor de ser
só a sente quem a tem
ou sera a dor de medo 
a dor de ir mais além.

Certo e ser a dor de quem 
nao se da por satisfeito
nao a mates guarda bem
guardada no fungo do peito.

 

 

 

 

Letra

 

I choose to hide
But I look for you all the time
I choose to run
But I'm begging for you to come
I wanna break
But I know that you can take
I stay a while
To be sure that you're by my side
Oh, oh

Don't look at me, just look inside
'Cause I can go through
Tell me, are you goin' tired
Of what I don't do
I wanna see, I wanna fight
'Cause I don't feel scared
Honey, if you care

I choose to find
Things that you left behind
I choose to stare
But I can take you anywhere
I wanna stay
But my soul leaves you anyway
Can close the door
And love, could you give me more

Don't look at me, just look inside
'Cause I can go through
Tell me, are you goin' tired
Of what I don't do
I wanna see, I wanna fight
'Cause I don't feel scared
Honey, if you care

Choose love, choose love, love
Choose love, choose love, oh

Don't wanna hear, I wanna fight
'Cause this time I won't be wrong
And I can waste this precious time
Asking where do I belong
So let me know your love is real
'Cause this time you won't control
Tell me please, what do you feel
Do I have to save your soul

Choose love, choose love, love
Choose love, choose love
Choose love, choose love, love
Choose love, choose love
Choose love, choose love, love
Choose love, choose love
Choose love, choose love, love
Choose love, choose love
Choose love, choose love, love
Choose love, choose love
Choose love, choose love, love
Choose love, choose love 

 

Nuno Malo

 

O compositor algarvio Nuno Malo, actualmente a viver em Los Angeles, foi eleito o compositor revelação do ano nos Estados Unidos, anunciou hoje a Associação Internacional de Críticos de Música para Cinema.

 

Nuno Malo, autor de várias bandas sonoras para filmes, era candidato em duas categorias, compositor revelação e melhor banda sonora num filme dramático, na sétima edição dos prémios, atribuídos pela associação que distingue as melhores bandas sonoras e composições no mundo do cinema. 

A banda sonora de "Amália - O Filme", de Carlos Coelho da Silva, para o qual compôs vinte temas orquestrais interpretados pela Filarmónica de Budapeste valeu-lhe a distinção de compositor revelação, deixando para trás os nomeados os Daft Punk, Óscar Araujo, Arnau Bataller e Herbert Gronemeyer.

Na categoria de melhor banda sonora num filme dramático, o prémio foi para a banda sonora de "O Discurso do Rei, do compositor Alexandre Desplat.

Nascido na Madeira em 1977, Nuno Malo estudou composição para cinema em Los Angeles e é autor de várias bandas sonoras de filmes portugueses, entre os quais "Assalto ao Santa Maria", de Francisco Manso, "Contraluz", de Fernando Fragata, "O Julgamento" e "A Arte de Roubar", ambos de Leonel Vieira, "Filme da Treta", de José Sacramento, e "A Mulher Polícia", de Joaquim Sapinho.

"A Profecia Celestina" (2006), de Armando Mastroianni, e "The Lost and Found Family" (2009), de Barnet Bain, foram duas produções internacionais para as quais compôs a música original.

A Associação Internacional de Críticos de Música para Cinema foi criada no final dos anos 1990 e integra jornalistas de rádio, televisão, imprensa e meios online que escrevem sobre composições para cinema e televisão.  

 

 

 Retirado do Público

 

Letra

 

Tenho à janela
Uma velha cornucópia
Cheia de alfazema
E orquídeas da etiópia

Tenho um transistor ao pé da cama
Com sons de harpas e oboés
E cantigas de outras terras
Que percorri de lés-a-lés

Tenho uma lamparina
Que trouxe das arábias
Para te amar à luz do azeite
Num kama-sutra de noites sábias

Tenho junto ao psyché
Um grande cachimbo d'água
Que sentados no canapé
Fumamos ao cair da mágoa

Tenho um astrolábio
Que me deram beduínos
Para medir no firmamento
Os teus olhos astralinos

Vem vem à minha casa
Rebolar na cama e no jardim
Acender a ignomínia
E a má língua do código pasquim
Que nos condena numa alínea
A ter sexo de querubim

 

 

 

 

 

Letra

 

There's a place where lovers go
To cry their troubles away
And they call it Lonesome Town
Where the broken heart stays

You can buy a dream or two
To last you all through the years
And the only price you pay
Is a heart full of tears

Going down to Lonesome Town
Where the broken hearts stay
Going down to Lonesome Town
To cry my troubles away

In the town of broken dreams
The streets are filled with regret
Maybe down in Lonesome Town
I can learn to forget
Maybe down in Lonesome Town
I can learn to forget
 

 

 

 

Letra

 

Pára de chorar
E dizer que nunca mais vais ser feliz
Não há ninguém a conspirar
Para fazer destinos
Negros de raiz
Pára de chorar
Não ligues a quem diz
Que há nos astros o poder
De marcar alguém
Só por prazer
Por isso pára de chorar
Carrega no batom
Abusa do verniz
Põe os pontos nos Is
Nem Deus tem o dom 
De escolher quem vai ser feliz

Pára de sorrir
E exibir a tua felicidade
Só por leviandade
Se pode sorrir assim
Num estado de graça 
Que até ofende quem passa
Como se não haja queda
No Universo
E a vida seja moeda 
Sem reverso
Por isso pára de sorrir
Não abuses dessa hora
Ela pode atrair 
A inveja do mundo
Tu não perdes pela demora
E a seguir tudo se evapora

 

 

 

Letra
Roendo uma laranja na falésia
Olhando o mundo azul à minha frente,
Ouvindo um rouxinol nas redondezas,
No calmo improviso do poente

Em baixo fogos trémulos nas tendas
Ao largo as águas brilham como prata
E a brisa vai contando velhas lendas
De portos e baías de piratas

Havia um pessegueiro na ilha
Plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem que por amor se matou novo
Aqui, no lugar de Porto Côvo

A lua já desceu sobre esta paz
E reina sobre todo este luzeiro
Á volta toda a vida se compraz
Enquanto um sargo assa no brazeiro

Ao longe a cidadela de um navio
Acende-se no mar como um desejo
Por trás de mim o bafo do destino
Devolve-me à lembrança do Alentejo

Havia um pessegueiro na ilha
Plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem que por amor se matou novo
Aqui, no lugar de Porto Côvo

Roendo uma laranja na falésia
Olhando à minha frente o azul escuro
Podia ser um peixe na maré
Nadando sem passado nem futuro

Havia um pessegueiro na ilha
Plantado por um Vizir de Odemira
Que dizem que por amor se matou novo
Aqui, no lugar de Porto Côvo

 

 

B Fachada

 

No dia 2 Abril apresentará dois espectáculos em formato trio, com Martim no contrabaixo, Mariana na bateria e uma convidada já confirmada, Francisca Cortesão, que participa na música "Primeiro dia". O concerto destina-se a famílias e realiza-se no âmbito do Projecto Educativo do Teatro Maria de Matos, com o intuito de fazer com que as crianças se sentem à volta dos músicos em palco: terão a duração de meia hora.

No dia 3, haverá um concerto para o público em geral.

O cantor de 25 anos inspirou-se nos seus tempos de infância e adolescência para este disco que contém um registo aparentemente para os mais novos, mas que apresenta letras com grande carga irónica.

 

Via Público

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Letra

 

Deixa tocar-te a pele
Ler nos poros tudo o que és
Como numa folha de papel
Onde crias tudo o que não vês
Deixa entrelaçar os dedos
Nos teu cabelos de querumbim
Desvendar os teus segredos
Saber se és igual a mim.

Quem és tu? De onde vens?
Tens duas asas como eu
Tens corpo e alma e também tens
Encontro marcado no céu
Deixa beijar-te a boca
A casa onde a tua língua poisa
Pra saber se esta coisa louca
Nos sabe aos dois à mesma coisa

Quem és tu? De onde vens?
Tens duas asas como eu
Tens corpo e alma 
E também tens encontro marcado no céu

Quem és tu? De onde vens?
Tens duas asas como eu
Tens corpo e alma e também tens 
Encontro marcado no céu
Deixa beijar-te a boca
A casa onde a tua língua poisa
Pra saber se esta coisa louca
Nos sabe aos dois à mesma coisa

Quem és tu? De onde vens?
Tens duas asas como eu
Tens corpo e alma e também tens 
Encontro marcado no céu.

 

 

 

 

 

 

Letra

 

A culpa não, não é do Sol
Se o meu corpo se queimar
A culpa não, não é do Sol
Se o meu corpo se queimar
A culpa é da vontade
Que eu tenho de te abraçar

A culpa não, não é da praia
Se o meu corpo se ferir
A culpa não, não é da praia
Se o meu corpo se ferir
A culpa é da vontade
Que tenho de te sentir

A culpa é da vontade
Que vive dentro de mim
E só morre com a idade
Com a idade do meu fim
A culpa é da vontade

A culpa não, não é do mar
Se o meu olhar se perder
A culpa não, não é do mar
Se o meu olhar se perder
A culpa é da vontade 
Que eu tenho de te ver

A culpa não, não é do vento 
Se a minha voz se calar
A culpa não, não é do vento 
Se a minha voz se calar
A culpa é do lamento
Que sufoca o meu cantar

A culpa é da vontade
Que vive dentro de mim
E só morre com a idade
Com a idade do meu fim
A culpa é da vontade

 

 

Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email