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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

O'culto da Ajuda  • art music centre • because sound matters •

20 de Janeiro • 21h30 

HEXAPHONIE

ERNESTO RODRIGUES viola
MARIA DO MAR violino
GUILHERME RODRIGUES violoncelo
MIGUEL MIRA violoncelo
HUGO ANTUNES contrabaixo
ALVARO ROSSO contrabaixo

 

21 de Janeiro • 21h30 

ARMANDO TEIXEIRA | MIGUEL LEIRIA PEREIRA

Armando Teixeira - Sintetizadores Analógicos • Miguel Leiria Pereira - Contrabaixo

Duo que confronta um certo universo da música electrónica com ponto de partida num dos sintetizadores analógicos pioneiros, o Buchla, com um outro universo seu paralelo, o de um Contrabaixo, acústico, mas algumas vezes também processado. Armando Teixeira e Miguel Leiria Pereira re-visitam materiais que foram explorados por compositores e músicos do século XX, tentando através da improvisação livre prestar homenagem à era do Experimental, Conceptual e Avant Garde, que desde sempre fascinou os dois músicos.

 
 

22 de Janeiro • 17h30 

JOSEP-MARIA BALANYÀ | ULRICH MITZLAFF

Josep-Maria Balanyà - piano • Ulrich Mitzlaff - violoncelo

O pianista catalão Josep-Maria Balanyà, que conta com inúmeras colaborações com os mais aclamados músicos incluindo Joachim Kühn, vai encontrar-se novamente com o violoncelista Ulrich Mitzlaff depois de terem tocados juntos na peça de Américo Rodrigues “Como um Relâmpago” no final dos anos 90. Desta vez será em duo, uma formação que nos faz imediatamente lembrar o contexto clássico. Mas este é apenas o aspecto formal. Estes músicos irão apresentar uma viagem sonora que incorpora muitos elementos da improvisação livre em interacção com sonoridades típicas da música contemporânea erudita e do free jazz. Para Josep-Maria Balanyà o piano não é apenas um instrumento de teclas, tal como para Ulrich Mitzlaff o violoncelo não é um instrumento só de cordas – na perspectiva de ambos os seus instrumentos são corpos sonoros globais em todos os seus aspectos e modo de tocá-los. Interpretados de tal forma, os eventos sónicos criados não têm limites. Técnicas estendidas, preparações com objectos, tudo está integrado no discurso musical das invenções sónicas, apresentadas no momento com a precondição de deixá-las acontecer.
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