
O Festival AngraRock começa hoje à noite em Angra do Heroísmo, nos Açores, com um cartaz diversificado de nove espetáculos, do rock à música electrónica, num formato reduzido a dois dias que terminará com os GNR em palco.
"O AngraRock é um festival de cidade, com características muito próprias, diferente daqueles que se fazem em sítios mais afastados dos centros, com cartazes mais alternativos", afirmou Hélio Vieira, da AzorWaves, empresa que organiza o evento em parceria com a empresa municipal Culturangra.
Nesse sentido, salientou que o festival "segue uma linha diversificada" para abranger o maior número de pessoas possível, já que "o mercado na ilha é limitado e não se pode especializar demasiado".
Hélio Vieira recordou que inicialmente "o festival surgiu conotado com a música rock", mas frisou que atualmente "é um festival de música em geral, não é um festival só de rock".
Depois de um ano de interregno, o AngraRock surge agora com um formato reduzido a dois dias para os quais estão agendados nove concertos, que abrangem tipos de música que "vão do pop, ao rock, passando pela música electrónica".
O 11.º AngraRock, com um orçamento de 75.000 euros, apresenta também a novidade de ser a primeira vez que é paga a entrada no Recinto do Bailão, custando os bilhetes 10 euros para os dois dias, o que, segundo Hélio Vieira significa "um euro por concerto".
Retirado do DN
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