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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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Festival volta a Vilar de Mouros com 50 bandas e 18 horas seguidas de concertos
A banda francesa de reggae Dub. Inc. é a cabeça de cartaz do Energie Music Vilar de Mouros, um festival hoje apresentado como «sexy e cool» que se realizará a 21 de Agosto, naquela freguesia de Caminha.

Segundo Miguel Rendeiro, produtor do evento, pelos quatro palcos instalados no recinto que já serviu para o mítico festival de Vilar de Mouros passarão 50 bandas e projectos musicais, que, a partir das 15 horas, assegurarão 18 horas non stop de concertos.

 

O festival está orçado em 400 mil euros e os bilhetes, à venda a partir de hoje, podem ser adquiridos por 15 euros.

 

«Além de sexy e cool, este será um festival low cost, porque estamos em época de poupança», referiu, em conferência de imprensa.

 

Além dos Dub. Inc. pelo palco principal passarão também nomes como MANDY (dupla alemã de dj), Who Made Who, igualmente da Alemanha, os Pow Pow Movement (ainda do mesmo país) e os portugueses Buraka Som Sistema.

 

No palco Electrónica, o destaque vai para os dj alemães Michael Mayer, Steve Bug, Dixon e Henrik Schwarz.

 

Haverá ainda o palco Novas Tendências, em que pontuará o drum and bass, como nomes como Benga & MC Youngman e «dois dos maiores dj do mundo»: Andy C & MC GQ e DJ Hype & MC Daddy Earl.

 

O Palco Tributo Vilar de Mouros será dedicado «a pessoas mais velhas», com bandas que permitirão recordar momentos e artistas daquele mítico festival.

 

«A história está naquele recinto», disse Miguel Rendeiro.

 

Por este palco passarão, entre outros, os Let There Be Rock e os Bordel.

 

«O que se pretende é uma festa com impacto nacional e que passe mesmo as fronteiras, levando de novo grandes vibrações àquele recinto», disse ainda o produtor, sublinhando que o festival «é para continuar nos próximos anos».

 

Na conferência de imprensa marcou também presença o vereador da Cultura na Câmara de Caminha, Paulo Pereira, que sublinhou que este evento «não vem substituir» o Festival de Música de Vilar de Mouros, que já não se realiza desde 2006.

 

«O Festival de Vilar de Mouros tem uma identidade própria», afirmou o autarca, escusando-se, no entanto, a pronunciar-se sobre o futuro.

 

«Seria uma falta de respeito falar de outros eventos quando estamos a promover este», justificou.

 

Já para Miguel Rendeiro, o Festival de Vilar de Mouros «acabou».

 

«Foi um marco desta região, mas para nós acabou. Teve o seu tempo, mas agora estamos a fazer um novo festival, não há qualquer colagem ao antigo», disse.

 

Via Sol

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