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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Lá vem a Sandra com seu ar madrugador

colar direito e o anel do seu amor

trás  pró vestido com sapato colorido

de tamanho reduzido a passarela é corredor

 

telepoteco é o barulho que ela faz

sempre bonita e vistosa até de trás

tem a cadeira de madeira em alcatifa

pro labor não se borrifo uma menina que é um ás

 

o seu Francisco com compasso apressado

lança um sorriso escondido mas rasgado

gosta da Sandra e faz um visto com a caneta

no processo em pirueta bate no senhor do lado

 

são duas peças da paisagem alfacinha

que me põe sorriso aberta a  cantar qualquer coisinha

pode ser choro depois samba até à bossa

falo jaz e talvez possa estar ao lado e ser vizinha

 

pode ser choro depois samba até à bossa

falo jaz e talvez possa estar ao lado e ser vizinha

 

Lá vem a Sandra com seu ar encantador

decote novo e um perfume sedutor

é tão vaidosa curiosa e caprichosa

roda a saia muito airosa até parece um beja flor

 

o seu António pisco o olho demorado

e cai redondo como um gato de telhado

pediu ao Santo pra levar a Sandra ao campo

do castelo até Monsanto e ela nem olha pró lado

 

 

são duas peças da paisagem alfacinha

que me põe sorriso aberta a  cantar qualquer coisinha

pode ser choro depois samba até à bossa

falo jaz e talvez possa estar ao lado e ser vizinha

 

pode ser choro depois samba até à bossa

falo jaz e talvez possa estar ao lado e ser vizinha

 

 

 

 

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