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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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António Zambujo


ANTÓNIO ZAMBUJO DESVENDA «LISBOA 22:38»

A PARTIR DE SEGUNDA-FEIRA, ÁLBUM AO VIVO PODE SER OUVIDO EM EXCLUSIVO NO SPOTIFY!

«LISBOA 22:38» CHEGA ÀS LOJAS DIA 18 DE NOVEMBRO

 

Foi uma noite inesquecível: em Dezembro de 2012, António Zambujo estreou-se num dos mais emblemáticos palcos nacionais, o Coliseu dos Recreios. No dia 18 de Novembro, esse triunfo tornado serão musical ficará, para sempre, registado para a posteridade, com a edição de «Lisboa 22:38». No entanto, a partir da próxima segunda-feira, dia 11, e até dia 17, «Lisboa 22:38» vai estar disponível, em streaming e em exclusivo, no Spotify.

 

«Em 2007, comecei um artigo sobre António Zambujo com a frase “Se João Gilberto cantasse fado, seria mais ou menos assim”, e graças a Caetano Veloso, que recuperou essa ideia num texto entusiástico, o conceito de “fado bossa nova” aplicado a Zambujo ganhou uma inesperada amplitude», recorda João Miguel Tavares, no texto que acompanha «Lisboa 22:38». «É certo que não se pode dizer que antes dele o fado fosse apenas triste e amargo. Afinal, o Corrido é uma das suas formas estruturantes, e não lhe falta alegria. Mas pode dizer-se que António Zambujo é o primeiro a cantá-lo com uma profunda doçura e uma elegante suavidade, que ninguém antes se lembrara de lhe imprimir», continua.


São estes atributos que surgem em evidência em «Quinto», o álbum de António Zambujo que chegou à marca da Platina, aplaudido em todo o mundo e ponto de partida à noite que «Lisboa 22:38» regista. Mas o concerto não se limitou ao seu mais recente disco. «Como sábio e bom alentejano que é, António Zambujo não confunde o melodioso com o meloso. Ele não alambica paixões nem simplifica sentimentos – antes varia caminhos e multiplica triangulações, promovendo encontros improváveis: o fado com a MPB e com a morna; o cavaquinho de Jon Luz com a guitarra portuguesa de Bernardo Couto e o clarinete de José Miguel Conde; compositores como Maria do Rosário Pedreira e João Monge ao lado de Pedro da Silva Martins ou Miguel Araújo, mestres no cruzamento de amor e humor, através dos quais o fado se transfigura em pequenos contos do quotidiano», descreve, ainda, Tavares.

 

Com edição da Universal Portugal, «Lisboa 22:38» vai estar disponível em dois formatos – CD e CD+DVD –, a partir de dia 18 de Novembro. E, se dúvidas houvesse, neste registo ao vivo, confirmar-se algo que todos já sabem: que António Zambujo é um fadista ímpar. Nas palavras de João Miguel Tavares, é «como se, diante da habitual tragédia fadista, António Zambujo recusasse soçobrar à fatalidade, sussurrando-nos ao ouvido: “Se a morte é certa, que tal dar uma voltinha na minha lambreta enquanto ela não chega?” E nós vamos, claro, acabando a noite na sala ao lado, entre gemidos de prazer. Às 22.38 de dia 7 de Dezembro de 2012, essa sala chamou-se Coliseu dos Recreios. A partir de agora e deste disco, a sala é a de cada um»

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