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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Sei quase tudo o que tens para me dizer 
Que o mundo é curvo e tu tens de saber: 
Toda a razão é feita para dar 
O teu desejo é mudar. 

E a vida é bela, e os sonhos crescem, e tu tens asas: 
Para voar; Para te dar. 

O mar é azul e a tua paz é igual ti. 
Tu tens o brilho e tens que cuidar de ti. 
Na tua mão corre a vontade 
Tu despes o amor e trazes a saudade – ade. 

E a vida é bela, e os sonhos crescem, e tu tens asas: 
Para voar; Para te dar. 

À deriva aqui estou, 
cortaram-me as asas 
não vou levantar voo. 
Mas sei quem sou. 
Planar no alto, 
sonho é dito, 
não sei bem se o mundo é meu. 
Eu toco no relógio o tempo é teu. 
O tempo está escasso 
e eu mesmo ali sei eu. 
Na falésia, céu no alto, 
o vento a passar, 
e eu aqui pronto para saltar. 

Não tenhas medo de existir, o mundo só quer encontrar 
um novo tempo de saber, aquilo que tens para dar. 

E a vida é bela, e os sonhos crescem, e tu tens asas: 
Para voar; Para te dar. 

O salto foi dado, 
fiquei pasmado, 
asas abertas, 
planei por todo lado. 
Não há quem me agarre. 
Falta aqui, 
horizonte à vista, até o infinito, 
e não há quem me agarre. 
Falta aqui, 
horizonte à vista, até o infinito, 
e acho que está visto. 
Agarra em mim 
porque mesmo sem asas dei a volta por cima. 
Mesmo sem asas dei a volta por cima. 
Mesmo sem asas dei a volta por cima.

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