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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também


"Terra da Luz" é o novo disco de Mafalda Arnauth

A fadista Mafalda Arnauth lança o seu novo disco, “Terra da Luz”.

 

Acerca deste novo trabalho, a fadista revelou ao Jornal Hardmúsica que “ao fim de três anos sem gravar, é um disco que ganha uma importância muito grande, e acaba por se concretizar num disco de prazer, um disco muito pessoal, quase todo ele de composições minhas, portanto voltei a criar, voltei a compor e precisava que ele tivesse uma nova roupagem, portanto isso é que eu acho que vai ser a grande novidade”.

 

A Luz e o Fado são elementos indissociáveis na carreira de Mafalda Arnauth. Quando lançou o seu primeiro álbum, em 1999, abriu a caminho a uma nova geração de fadistas, que viriam a dar ao Fado uma espécie de segunda vida, deslumbrante.

 

Seis discos depois, Mafalda Arnauth regressa em força ao seu estatuto de compositora. Sem renegar o seu habitat primeiro, impôs agora à sua veia criativa a urgência de não se compartimentar em qualquer espartilho.

 

Tudo nasceu de uma enorme vontade de voltar a escrever canções. Depois veio o convite ao produtor, Tiago Machado, para em estúdio criarem uma sonoridade diferente. 


Estava assim iniciada esta aventura variada em termos melódicos e instrumentais, oferecendo a estes 12 novos temas que resultam de um enorme impulso de positividade.

 

Hoje em dia falamos muito da musica popular portuguesa, eu penso que se aproxima qualquer coisa ai, mas penso que estamos a criar qualquer coisa muito pessoal” revelou-nos Mafalda Arnauth.

 

“Terra da Luz” marca sem dúvida uma evolução: é um disco que a cantora reconhece como obrigatório, “não é um disco de fado”, apesar de “o fado acabar por estar sempre presente na voz, acaba por estar presente em elementos como a guitarra portuguesa e acaba por estar presente na alma e na forma de interpretar, altera-se subtilmente mas não se transforma”.

 

Nele cabem “De Nós em Nó”, cantado em dueto com Hélder Moutinho, um convite que Mafalda não quis deixar de fazer a uma das pessoas mais importantes na sua carreira e “Fado”, uma versão do tema dos Heróis do Mar.

 

Se todos os discos de Mafalda Arnauth podem ser considerados autobiográficos, este transmite essa ideia de forma mais consistente e madura.

As expectativas em relação ao disco são grandes por parte da fadista que não esconde um forte brilho nos olhos. “É algo natural às pessoas esse brilho, se bem que hoje em dia está limitado, de forma que estamos cada vez com menos programas de televisão, estamos cada vez mais com uso das redes sociais, estamos cada vez com menos possibilidade de ter um contacto visual a não ser pelos vídeos e videoclipes, e eu gostaria que este disco tivesse essa possibilidade  nos palcos ou aqui nos mecanismos que vamos inventar aqui como videoclipes onde queremos partilhar com as pessoas algo um bocadinho mais real e portanto a expectativa deste disco é chegar às pessoas com algo novo e estar disponível para lhes revelar o que é que isso significa” disse.

 

Eu acho que nunca fui uma artista fadista e neste momento sinto que este disco é algo de muito pessoal, de muita particularidade que é capaz de não chocar, pois é algo que vim criando e por outro lado é um disco que me volta a aproximar das pessoas” completou a fadista.

“Partiu de Madrugada", com autoria de Nuno Figueiredo, é o single que apresenta “Terra da Luz”


Retirado do HardMúsica

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