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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

O fadista António Mourão, de 78 anos, faleceu esta noite na Casa do Artista, em Lisboa, disse hoje à Lusa fonte da instituição.


Conhecido pelo tema "Oh tempo volta p'ra trás',  afastou-se do mundo artístico nos anos 90.

 

As causas da morte de António Mourão, nome artístico de António Manuel Dias Pequerrucho, não foram divulgadas.

 

António Mourão, que morreu hoje de madrugada na Casa do Artista, Lisboa, nasceu no Montijo a 05 de Junho de 1935 e ganhou notoriedade em 1965 quando gravou o tema "Oh tempo volta p'ra trás".

 

A voz de António Mourão começou a ser notada durante o Serviço Militar Obrigatório, quando principiou a cantar como amador em casas de fado em Lisboa.

 

Em 1964, foi contratado para a Parreirinha de Alfama, casa típica de fados de Argentina Santos, onde se estreou como profissional.

 

Depois da Pareirinha de Alfama, foi contratado pelo fadista Sérgio para atuar na casa de fados Viela, em Lisboa, altura em que o seu nome é já muito rodado na Emissora Nacional.

 

Em 1965, o cantor ganhou notoriedade quando na revista "E viva o velho", no Teatro Maria Vitória, interpretou "Oh tempo volta p'ra trás".

 

RCA, Valentim de Carvalho e Movieplay foram editoras para as quais António Mourão gravou.Com letra de Manuel Paião e música de Eduardo Damas, gravou este tema 1965 que se tornou num dos grandes êxitos de música ligeira.

 

"É sempre sucesso" (1968), "Folclore das províncias" (1970), "Meu amor, meu amor" (1971), "Se quiseres ouvir cantar" (1973), "Canto e Recanto" (1980) e "Oh razão da minha vida" (1987) são alguns dos trabalhos gravados por António Mourão.

 

O cantor foi um dos primeiros portugueses a gravar sucessos de Amália Rodrigues, nomeadamente "Maria Lisboa", com letra de David Mourão-Ferreira e música de Alain Oulman .

 

"Não há fado sem verdade" (1989) foi o último trabalho gravado por António Mourão, nome artístico de António Manuel Dias Pequerrucho, após o que o artista fez uma digressão pelo estrangeiro para cantar para as comunidades portuguesas.

 

Pouco tempo depois retirou-se da vida artística e do convívio social.

 

Uma das facetas menos conhecida de António Mourão é a de autor, tendo escrito algumas letras que interpretou, nomeadamente "Aquilo que canto é fado", com música do maestro Ferrer Trindade.

 

 

Retirado do Sol

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