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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

O amor é um labirinto cativeiro de um desejo,

hei-de cantar o que sinto de cada vez que te vejo,
desaforo, atropelo, que o amor é uma ilusão,
será sonho ou pesadelo traiçoeiro alçapão.
Quando eu te vejo sei que sou palhaço pobre mas nunca palhaço rico.
Quando eu te vejo sei que sou um protelário que de tudo eu abdico.


É que eu gosto tanto de ti que até me prejudico.
É que eu gosto tanto de ti que até me prejudico.


O amor é um desafio, uma doce escaramuça,
é vertigem, arrepio, é uma montanha russa,
talvez escada rolante a subir ao paraíso,
ou mergulho delirante nas marés do prejuízo.
Quando eu te vejo rosa de tantos espinhos, tantos que até me pico.
Quando eu te vejo fico todo afogueado, mais pareço um maçarico.


É que eu gosto tanto de ti que até me prejudico.
É que eu gosto tanto de ti que até me prejudico.


Vai ó seta do cupido sangrar um cravo vermelho, 
do cantor doido varrido que faz da voz um espelho.
Este fado tão grotesco da paixão que é sempre cega, 
será um filme burlesco ou uma tragédia grega?
Quando eu te vejo fico meio atoleimado, fico com os olho em bico.
Quando eu te vejo meio atordoado, quase me dá um fanico.


É que eu gosto tanto de ti que até me prejudico.
É que eu gosto tanto de ti que até me prejudico.

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