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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Não deixei de ser quem era, e tudo é novo
Por morrer uma andorinha, sem amor
Não acaba a primavera, diz o povo

Como vês não estou mudado, felizmente
E nem sequer descontente, ou derrotado
Conservo o mesmo presente, do passado
E guardo o mesmo passado, bem presente

Eu já estava habituado a este fado
A que não fosses sincera em teu amor
Por isso eu não fico à espera dos amores
De uma ilusão que eu não tinha e nem renovo
Se deixaste de ser minha, minha dor
Não deixei de ser quem era e tdo é novo

Vivo a vida como dantes, a cantar
Não tenho menos nem mais do que ja tinha
E os dias passam iguais, pra nao voltar
Aos dias que vão distantes de seres minha

Horas, minutos, instantes, desta vida
Seguem a ordem austera com rigor
Ninguem se agarre à quimera sem valor
Do que o destino encaminha e não é novo
Pois por morrer uma andorinha sem amor
Não acaba a primavera diz o povo

Do álbum "Fado É Amor". 4.NOV.2013. www.facebook.com/carlosdocarmofado

"Por Morrer Uma Andorinha"
Letra: Joaquim Frederico de Brito e Américo Tavares dos Santos
Versículos: Judite Leal
Música: Fado Menor (com Versículo)

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