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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Não sei se é de nós, se é de mim
Não sei se foi do tempo, se te perdi
Dizem que o tempo leva; ele não te leva a ti
E eu que já lhe pedi, que já lhe pedi

Não sei se te pintei, ou se esperei por ti um dia
Nem sei se imaginei amor em ti, na minha utopia
Dizem que a mente esquece; ela gravou-te em nostalgia
E eu que já lhe disse, que não queria

Mente-me com os olhos, que eu acredito em ti
Mente-me com os olhos, que eu acredito em ti
Mente-me com os olhos, que eu acredito em ti
E mato a sede, na ilusão de gostares de mim; 
De gostares de mim

Eu sei que te esperei, que te chamei nas horas vagas
E que até implorei quando disseste que não voltavas
Dizem que o orgulho esquece a razão de tanta mágoa
Mas o meu esmorece por tua causa

Ouvi alguém chamar o teu nome, sei e apercebi
Ganho mais ar nos pulmões, são sensações que fingem não ver
Dizem que quem partir acaba por desaparecer
Mas hoje passas por mim e eu sinto a terra tremer!

Mente-me com os olhos, que eu acredito em ti
Mente-me com os olhos, que eu acredito em ti
Mente-me com os olhos, que eu acredito em ti
E mato a sede, na ilusão de gostares de mim;
De gostares de mim

Mato a sede, eu mato a sede
Na ilusão eu mato a sede
Mente-me que eu mato a sede, na ilusão de gostares de mim
Que eu mato a sede, na ilusão de gostares de mim


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