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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

Letra

 

Silêncio é de ouro, mas só
Dourado muro
Se interrompe a tua voz.

Silêncio é de ouro, mas só
Aperitivo
Se é prelúdio à tua voz.

Nem sempre o som cantado
Nos leva a qualquer lado,
Nem sempre a Voz sinatrará (não, não, não);
Nem sempre é refrão .

Silêncio é de ouro, mas só
Cera de ouvido
Que o tesouro é a tua voz.

Silêncio é de ouro, mas só
Lingote austero
Quando auguro ouvir-te a voz.
Que nunca me afecte a surdez (Não! Não! Não! Não! Não!).

Nem sempre a voz que lemos
Nos leva aonde queremos (cremos);
Nem sempre me audiobookarei (não, não, não).
Faz-me a narração.

Silêncio, que agora vou
Esperar sentado
Pelo bocado dessa voz.

Silêncio, que não se vai
Cantar o fado.
Venha o brado dessa voz.
Que nunca te afecte a mudez (Não! Não! Não! Não! Não!).

Samuel Úria: voz, guitarra de 12 cordas, banjo, baixo
Tomás Cunha Ferreira: omnichord
Filipe Sousa: guitarra slide, coros
Miguel Sousa: coros

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