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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

 

A RESPOSTA É SEMPRE NÃO

Janelas fechadas, paisagens para sufocar,
horizontes distantes feitos de nenhum lugar,
tamanho de um tempo esquecido de estar aqui,
dias longos, inteiros, fantasmas vazios de ti.

Esta morte cinzenta à deriva no espaço,
este vácuo informe, com a forma do cansaço.

E continuo sem continuar,
prossigo sem avançar,
no centro do labirinto,
perdido no que sinto.

Ao longo da estrada, onde foi que me entreguei?
Onde fiquei só, sem saber o que não sei?
Esta tempestade não apaga o incêndio que avança.

Ao longo da estrada, onde me entreguei?
Onde fiquei só, sem saber o que não sei?
Esta tempestade, incêndio que avança,
escuridão sem luz; toda a dor sem esperança.

Esta idade caída, vida no chão,
pergunta sem resposta ou de resposta sempre não.

José Luis Peixoto

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