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A Música Portuguesa

Em terras Em todas as fronteiras Seja bem vindo quem vier por bem Se alguém houver que não queira Trá-lo contigo também

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Tekilla

“Eu gosto de arriscar, gosto de sentir que trago algo de novo”, começa por dizer Tekilla sobre o seu novo álbum, ‘Erro Perfeito’, um trabalho onde “tomou as rédeas a 100%” com o objetivo de criar “uma obra de arte”.


Com dois álbuns em carteira, ‘Tekillogia’ (2004) e ‘A Preview’ (2009), Tekilla apresenta o seu novo trabalho ‘Erro Perfeito’, onde conta com a participação de New Max, Sam The Kid, Nigga Poison, Virgul, entre outros.

 

“Eu devo ser das pessoas provavelmente mais exigentes e enquanto não vir que aquilo me está a satisfazer a 100%, não vai sair”, começa por explicar o MC, justificando a demora deste trabalho, ao qual se dedicou de corpo e alma com o propósito de trazer a público algo que fosse Tekilla em toda a linha.

 

“Eu sei o que quero, sabia de que sonoridade estava à procura, sabia com que artistas queria trabalhar. Quis tomar conta do assunto todo. Pelo menos sei que não é produto adulterado”, diz o MC, salientando que desde o início a sua preocupação foi “trazer algo de novo” à indústria musical.

 

É assim que surge “Erro Perfeito”, um álbum com 17 temas, várias participações especiais, e um MC  que esteve envolvido em todos os detalhes que compõe este trabalho, desde as letras, às misturas, passando pela aparência do álbum.

 

“Requer alguma disciplina abdicares de algumas coisas e dizer: ok, durante estes meses menos saídas, menos festas, menos apresentações, menos festivais. Quero estar todos os dias de manhã no estúdio a ouvir a mistura final do álbum e ver se é isso que realmente eu quero”, assume Tekilla.

 

Até agora o feedback tem sido muito positivo, pelo que o MC graceja ao dizer que se sente ‘um bocado loiro de olhos verdes’.

 

Tekilla caracteriza-se como um “um egoísta terrível” a nível musical, sempre seguro do caminho que deseja seguir nos seus trabalhos, mas assume que é preciso saber ouvir e ele próprio alterou diversos aspetos deste 'Erro' para o tornar mais 'Perfeito'.

 

“Quero fazer uma obra de arte, não quero fazer só mais um álbum”, conclui Tekilla, salientando a importância daqueles que o acompanharam neste processo.

 

“Gasto mais, pago mais,  mas quando eu olho para o meu filho (disco) vou dizer: ah meu puto é isso mesmo!”, diz Tekilla com um sorriso no rosto e a certeza de que “Erro Perfeito” é mais um testemunho de que “o rap cada vez está mais forte e nunca esteve tão vivo, tão relevante.”

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