Segunda-feira, 27.01.14
Letra
A 13 de Maio 
Na Cova da Íria 
Apareceu brilhando 
A Virgem Maria


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Letra

 

Querida pequenina
És o sol
Que me ilumina
Tens a luz
Que me fascina
Onde estás?

Passa tempo passa
Cai fundo
No esquecimento
Não oiças
O meu lamento
Onde estás?

Onde estás?



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Terça-feira, 21.01.14

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música



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Terça-feira, 14.01.14

Xutos & Pontapés celebram 35 anos com «Puro», retrato do que são

 

Os Xutos & Pontapés lançam o álbum "Puro", na segunda-feira, dia em que cumprem 35 anos. "Somos nós próprios. É puro, não tivemos outras intenções senão louvar aquilo que somos", afirmou o vocalista, Tim, à agência Lusa.

 

Há 35 anos, quando deram um curto concerto de estreia nos Alunos de Apolo, em Lisboa, os Xutos & Pontapés não tinham uma legião de fãs - "tínhamos amigos" - e estavam longe de saber que se tornariam numa das mais resistentes bandas do rock português.

 

Sem saudosismos, em dia de aniversário lançam um novo registo (disponível em streaming no music box desde dia 7) que tem a marca identitária da banda - o baixo dominante de Tim, os solos de guitarra elétrica de João Cabeleira -, com letras que "são um reflexo do que se passa atualmente".

 

"Às vezes perguntamos o que andamos aqui a fazer. Quando chega a altura de fazer as músicas, de escrever, de fazer aquilo que sabemos fazer, essa referência fica ultrapassada. (...) Quem ouvir o trabalho e quem conhecer os Xutos vai descobrir uma série de coisas - umas [são] referência, outras, novidades, mas permitiram que este disco fosse mais além e novo para nós", afirmou Tim.

 

Mais de metade do disco é, segundo o guitarrista Zé Pedro, "muito reflexo de tudo o que se está a passar atualmente". Isso ouve-se, por exemplo, em "O milagre de Fátima", no qual Tim diz "Que se cante o fado/ que se louve a saudade/ este país quer mais futebol/ que nada se passe/ a não ser a fome/ e que o país por fim/ apodreça".

 

 

Já "Ligações diretas", uma das últimas letras a ser composta, faz referência explícita ao corte de energia elétrica, em novembro, no bairro do Lagarteiro, no Porto: "Quanto mais têm mais querem de mim/ como o gasóleo tudo pode subir/ só o teu salário continua a descer/ tu não crês em ligações diretas/ olha aqui estas feridas abertas/ por onde escorreu o nosso dinheiro/ e se derreteu um futuro inteiro/ tu, morrer de fome e de frio primeiro/ aqui no bairro do Lagarteiro". "Aquela história é o resumo de uma série de acontecimentos que têm vindo a acumular-se, a caracterizar a situação atual. (...) Nós ouvimos o que se passou com eles e não gostámos", afirmaram os dois músicos.

 

"Puro" será apresentado ao vivo ao longo deste ano, com o primeiro concerto a acontecer a 7 de março, no Meo Arena, em Lisboa: "Vai ser brutal. Vai ser uma comemoração, mas um grande concerto, que é o que gostamos de fazer", disseram.

 

Apesar do aniversário os fazer olhar para o passado, Zé Pedro referiu que nenhum dos músicos é nostálgico. "Estamos sempre naquela: Hoje é que é bom e amanhã vai ser melhor. Isso é que é uma grande vantagem, estarmos há tanto tempo todos juntos a compor e a trabalhar, a tocar. E é sempre com esse espírito. Desde que se parta com esta base, as coisas vão para a frente, como está demonstrado neste disco; a maneira como encarámos os temas e como o disco soa. O objetivo de fazer melhor do que fizemos ontem", resumiu Zé Pedro.

 

A 13 de janeiro, próxima segunda-feira, assinalam-se os 35 anos desde que os Xutos & Pontapés Rock'n'Roll Band - foi assim que se apresentaram - atuaram na festa nos Alunos de Apolo, em Lisboa, que serviu de despedida dos Faíscas, de Pedro Ayres Magalhães.

 

Além da edição do álbum, como vão assinalar o aniversário? "Temos feito sempre diferente, nas festas de anos, e este ano o Tim lembrou-se: 'Porque nao ir jantar ao estrangeiro? Então escolhemos Londres como objetivo", disseram.

 

Retirado do Sapo Música



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Domingo, 12.01.14

 

Letra

 

Tu também (há 10 000 anos atrás)

Há dez mil anos atrás
a areia da praia
já cá estava
mas o instinto foi fatal
dei contigo no metro
estação marquês de pombal
entre aquele mar de gente
que fluía cabisbaixo
tu imovél, uma rocha
com o mar a passar por baixo

cara a cara, frente a frente
a imagem começa a girar
os teus olhos de repente
parecem da cor do mar
da cor do mar quando a tarde cai
da cor do mar quando a noite vem
daquela cor que só o mar tem
o mar e tu também

eu pra li atrapalhado
a lutar contra a corrente
lá consegui ficar parado
a sorrir com todos os dentes
há quanto tempo não te via
ao tempo que te deixei para trás
tu sorriste e respondeste
há dez mil anos atrás!

eu sozinho
e tu também!

Letra: Tim
Música: Xutos & Pontapés



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Terça-feira, 23.07.13

Xutos & Pontapés no encerramento da Feira de Agosto em Grândola

A banda portuguesa Xutos & Pontapés encerra os espetáculos noturnos da Feira de Agosto deste ano, que acontece entre 21 e 26 do próximo mês, em Grândola, onde também atua o brasileiro Gabriel o Pensador.


A inauguração, no dia 21, do palco principal da centenária Feira de Agosto, Turismo e Ambiente cabe a José Perdigão, que apresenta as músicas do seu mais recente álbum, “Sons Ibéricos”, e conta com a participação especial de José Cid.

 

Na noite seguinte, cerca de 60 músicos da banda da Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense (SMFOG), também conhecida por Música Velha, dão um espetáculo que junta temas clássicos, interpretados por uma soprano, e ligeiros, com adaptações de músicas pop/rock.

 

O espetáculo de sexta-feira leva a Grândola Richie Campbell e a The 911 Band, com um repertório reggae e soul que passará obrigatoriamente por temas do disco “Focused”, lançado no final do ano passado.

 

O rapper brasileiro Gabriel o Pensador, cujo álbum mais recente, “Sem Crise”, chegou a Portugal em abril, anima o palco principal na noite de sábado, onde são esperados os novos temas, mas também mais antigos, como “Lôra Burra” ou “2345Meia78”.

 

No domingo, a proposta da Câmara Municipal de Grândola, que promove o certame, é um festival de folclore.

 

A edição de 2013 da Feira de Agosto é encerrada, no dia 26, com o concerto de Xutos & Pontapés, que contam já 34 anos de existência e uma lista extensa de êxitos, entre os quais “Não sou o único”, “Contentores”, “A minha casinha” e “À minha maneira”.

 

Nos seis dias do evento, há espaço também para feira franca, expositores, zonas de artesanato e de tasquinhas, um festival hípico e tourada.

 

Segundo a organização, o evento atraiu, no ano passado, mais de 100 mil visitantes ao Parque de Feiras e Exposições de Grândola.

 

Retirado do Sapo Música



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Domingo, 02.06.13
Xutos & Pontapés actuam pela primeira vez em Londres
Os Xutos & Pontapés, o mais antigo grupo rock português em actividade, vai actuar em Junho em Londres, uma estreia no Reino Unido em 34 anos de carreira, foi hoje anunciado.

O grupo, que prepara a edição de um novo álbum, tocará a 29 de Junho na O2 Academy Brixton, localizada numa zona "conhecida como 'Little Portugal', aí residindo cerca de 120 mil portugueses", referem os promotores, a ZdM Euroshow e o jornal Hora H, em nota de imprensa.

 

Ainda antes de actuarem em Londres, os Xutos & Pontapés tocam a 22 de Junho no Estádio do Restelo, em Lisboa, no festival Portugal ao Vivo.

 

A banda tem estado a trabalhar em temas novos, para o álbum sucessor de "Xutos & Pontapés", de 2009, num ano em que Kalú, o baterista, se estreou a solo, e em que Tim, baixista e vocalista, se voltou a juntar aos Resistência, que regressaram em 2012 aos palcos.

 

Os Xutos & Pontapés têm 34 anos de existência, desde que actuaram pela primeira vez ao vivo, a 13 de Janeiro de 1979, nos Alunos de Apolo, em Lisboa, sendo autores de êxitos de rock em português como "Homem do leme", "Contentores", "Não sou o único", "Chuva dissolvente" e a versão do tema "A minha casinha".

 

Do grupo fazem parte Zé Pedro, Tim, Kalu, João Cabeleira e Gui, condecorados em 2004 com o grau de comendador da Ordem do Mérito, pelo antigo Presidente da República Jorge Sampaio.

 

Retirado do Sol



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Terça-feira, 05.02.13

Xutos, Resistência, The Gift e Pedro Abrunhosa nos 20 anos do «Portugal ao vivo»

Xutos & Pontapés, Resistência e Pedro Abrunhosa são alguns dos artistas que integrarão, em junho, em Lisboa, os concertos comemorativos dos vinte anos do "Portugal ao Vivo", espetáculo de celebração da música portuguesa, foi hoje anunciado.


No Estádio do Restelo irão atuar The Gift, Pedro Abrunhosa e Miguel Araújo (dia 21 de junho), Xutos & Pontapés, Resistência e Sétima Legião (dia 22 de junho), embora a organização adiante que mais artistas se juntarão aos concertos.

 

A ideia é assinalar os 20 anos de uma iniciativa realizada pela primeira vez em 1993, com a atuação de várias bandas portuguesas no estádio José Alvalade, em Lisboa, que na altura era uma "proeza praticamente só ao alcance de artistas de renome internacional".

 

Os Xutos & Pontapés, Resistência e Sétima Legião atuaram em 1993, nessa edição do Portugal ao Vivo, que contou também, por exemplo, com Madredeus e Delfins.

 

Os The Gift só se formaram em 1994, ano em que também saiu o primeiro álbum de Pedro Abrunhosa, intitulado "Viagens".

 

Miguel Araújo, que tem carreira a solo e integra os Azeitonas, também não tinha na altura editado qualquer registo discográfico.

 

Retirado do Sapo Música



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Quarta-feira, 26.12.12

 

 

letra

 

Eu senti-me um pouco
Tonto
Sem saber o que fazer
Talvez fosse a tua
Imagem
Talvez fosse por
Querer

Ao certo abriste-me a
Porta
Mas eu não queria entrar
Só queria uma miragem
Só queria naufragar

Faz tanto tempo
Tanto tempo
E eu não esqueci

E tu chegaste tão perto
Que te apertei no meu peito
Já não era uma miragem
Era a serio eras Tu
Era a serio eras Tu

Faz tanto tempo
Tanto tempo




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Sábado, 01.12.12
X
Xutos&Pontapés estreiam temas novos em fim de digressão

O grupo rock português Xutos & Pontapés vai estrear dois temas novos nos concertos em Dezembro, em Lisboa, que fecham a digressão deste ano, semanas antes de celebrarem 34 anos, disse o guitarrista Zé Pedro à agência Lusa.

 

A banda protagonizará, nos dias 8 e 9 de Dezembro, no Campo Pequeno, rock português para todas as idades: o primeiro é à noite e o segundo, à tarde, uma matiné a pensar nas famílias.

 

Os concertos, os últimos que os Xutos & Pontapés dão este ano, fazem parte de uma digressão iniciada em Fevereiro, no Estádio do Dragão, no Porto, centrada no álbum Cerco, de 1985, que inclui temas como Homem do leme e Conta-me histórias.

 

"Foi um ano muito bom para os Xutos, apesar da crise. Tivemos menos concertos do que o esperado, mas não nos podemos queixar", disse Zé Pedro.

 

O guitarrista recordou, por exemplo, a passagem pelo festival Sudoeste, na Zambujeira do Mar, e os dois concertos no Rock in Rio Lisboa: um repartido com a banda rock brasileira Titãs e outro em nome próprio, antes da actuação de Bruce Springsteen.

 

No Campo Pequeno, a banda experimentará dois temas inéditos - um em cada dia, tendo um deles o título provisório Cordas e correntes -, porque tem estado em estúdio a preparar um novo álbum, a gravar em 2013.

 

"Estamos a preparar o disco novo suavemente, até porque o Kalu vai ter o disco dele a solo, o Tim acabou de lançar também e está com os Resistência. Temos uma série de músicas em cima da mesa, mas estamos a guardar para 2013", explicou.

 

A primeira parte dos dois concertos em Lisboa é assegurada pela banda portuguesa Capitão Fausto.

 

Os Xutos & Pontapés estão à beira de celebrar 34 anos de existência, desde que actuaram pela primeira vez ao vivo, a 13 de Janeiro de 1979, nos Alunos de Apolo, em Lisboa.

 

Do grupo, cujo último álbum de originais, homónimo, data de 2009, fazem parte Zé Pedro, Tim, Kalu, João Cabeleira e Gui.

 

Retirado do Sol



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Terça-feira, 31.07.12

 

 

Letra

 

É amanha dia 1º de Agosto 
E tudo em mim é um fogo posto 
Sacola ás costas, cantante na mão 
Enterro os pés no calor do chão 
É tanto o sol pelo caminho 
Que vendo um, não me sinto sózinho 
Todos os anos, em praias diferentes 
Se buscam corpos sedosos e quentes 

Adoro ver a praia dourada 
O estranho brilho da areia molhada 
Mergulho verde nas ondas do mar 
Procuro o fundo pra lhe tocar 
Estendido ao sol, sem nada dizer 
Sorriso aberto de puro prazer



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Sexta-feira, 09.03.12
 The Ting Tings, Nicolas Jaar e Xutos & Pontapés actuam no Sudoeste

Os The Ting Tings actuam no dia 4 de Agosto (DR)

 

Os britânicos The Ting Tings, o norte-americano Nicolas Jaar e os portugueses Xutos & Pontapés são as mais recentes confirmações para o Festival Sudoeste TMN, que se realiza entre os dias 1 e 5 de Agosto, na Zambujeira do Mar, anunciou esta sexta-feira a promotora Música no Coração.

 

Este é assim o regresso dos The Ting Tings a Portugal, depois de em 2009 terem passado pelo festival Optimus Alive. À Zambujeira do Mar, a banda vem apresentar o seu último trabalho, o álbum “Sounds From Nowheresville”, que saiu para as lojas há cerca de duas semanas. A dupla Jules de Martino e Katie White actua no dia 4 de Agosto. Também de regresso está Nicolas Jaar, que ainda em Janeiro se apresentou no Lux, em Lisboa. O autor de "Space Is Only Noise", álbum de estreia que fez furor entre a crítica, poderá trazer novidades em Agosto. Nicolas Jaar sobe ao palco no dia 3.

No dia de The Ting Tings actuam também os Xutos & Pontapés. Esta é a segunda confirmação da banda de Tim e Zé Pedro num festival, depois de terem sido confirmados no Rock in Rio Lisboa.

Estes nomes juntam-se assim aos já confirmados Ben Harper, Example, Martin Solveig, Richie Campbell, Fat Freddy's Drop, Two Door Cinema Club e The Twelves.

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais e têm o preço de 95 euros, para os dias todos. O campismo, grátis para portadores do passe geral, abre no dia 28 de Julho. O preço dos bilhetes de um dia ainda não é conhecido.

 

Via Público



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Quarta-feira, 07.12.11

Letra

 

DO
Eu perdi o DO da minha viola
Da minha viola eu perdi o DO
DORMIR é muito bom, é muito bom – bis
È bom camarada, é bom camarada
È bom, é bom, é bom bis
É bom!
DO, RE
Eu perdi o RE da minha viola
Da minha viola eu perdi o RE
REMAR é muito bom, é muito bom – bis
È bom camarada, é bom camarada
È bom, é bom, é bom bis
É bom!
DO, RE, MI
Eu perdi o MI da minha viola
Da minha viola eu perdi o MI
MIAR é muito bom, é muito bom – bis
È bom camarada, é bom camarada
È bom, é bom, é bom bis
É bom!
DO, RE, MI, FA
Eu perdi o FA da minha viola
Da minha viola eu perdi o FA
FALAR é muito bom, é muito bom – bis
È bom camarada, é bom camarada
È bom, é bom, é bom bis
É bom!
DO, RE, MI, FA, SOL
Eu perdi o SOL da minha viola
Da minha viola eu perdi o SOL
SONHAR é muito bom, é muito bom – bis
È bom camarada, é bom camarada
È bom, é bom, é bom bis
É bom!
DO, RE, MI, FA, SOL, LA
Eu perdi o LA da minha viola
Da minha viola eu perdi o LA
LAVAR é muito bom, é muito bom – bis
È bom camarada, é bom camarada
È bom, é bom, é bom bis
É bom!
DO, RE, MI, FA, SOL, LA, SI
Eu perdi o SI da minha viola
Da minha viola eu perdi o SI
SILÊNCIO é muito bom, é muito bom – bis
È bom camarada, é bom camarada
È bom, é bom, é bom bis



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Domingo, 21.08.11
Letra
Quer eu queira quer não queira 
Esta cidade 
Há-de ser uma fronteira 
E a verdade 
Cada vez menos 
Cada vez menos 
Verdadeira 

Quer eu queira 
Quer não queira 
No meio desta liberdade 
Filhos da puta 
Sem razão 
E sem sentido 
No meio da rua 
Nua crua e bruta 
Eu luto sempre do outro lado da luta 

A polícia já tem o meu nome 
Minha foto está no ficheiro 
Porque eu não me rendo 
porque eu não me vendo 
Nem por ideais 
Nem por dinheiro 
E como eu sou e quero ser sempre assim 
Um rio que corre sem princípio nem fim 
O poder podre dos homens normais 
Está a tentar dar cabo de mim 
Cabo de mim


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Sábado, 20.08.11
Letra

O nosso amor de sempre
Brilhará, p'ra sempre
Ai, meu amor
O que eu já chorei por ti
Mas sempre
P'ra sempre
Vou gostar de ti

Juro, meu amor que sempre
Voltarei, p'ra sempre
Ai, meu amor
O que eu já chorei por ti
Mas sempre
P'ra sempre
Gostarei de ti

Ai, meu amor
O que eu já chorei por ti
Mas sempre
P'ra sempre
Vou gostar de ti



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Sexta-feira, 19.08.11
Letra
Aqui estou eu
Sou uma folha de papel vazia
Pequenas coisas
Pequenos pontos, vão-me mostrando o caminho

(Refrão:)
Ás vezes aqui faz frio,
Ás vezes eu fico imóvel,
Pairando no vazio
Ás vezes aqui faz frio

Sei que me esperas
Não sei se vou lá chegar
Tenho coisas pra fazer
Tenho vidas para acompanhar

(Refrão:)
às vezes lá faz mais frio,
às vezes eu fico imovel,
Pairando no vazio
perfeito vazio
às vezes faz lá mais frio

Bem vindos à minha casa
Ao meu lar mais profundo
Onde eu saio por vezes
A conquistar o mundo

às vezes tu tens mais frio
às vezes eu fico imovel
Pairando no vazio
No perfeito vazio
às vezes lá faz mais frio

O teu peito vazio...




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Quinta-feira, 18.08.11
Letra
Marés doces, utopia
Sonhos e maré vazia
Caranguejo persistente
Fuça no lodo
E a gente
Passa apressada adiante
Só pensando na vazante
Que leva o barco prá foz 
Ouve-se do cais uma voz
Perguntar se temos nós
A certeza de voltar
Porque com tanta destreza
Nos esquecemos sobre a mesa
Das cartas de marear ...

Tantas vezes, tantos dias
Por causa de temosia
Nós perdemos a vontade
De ouvir outra verdade
De deixar entrar o ar
Só pensando em acabar
Mesmo que fiquemos sós

Ouve-se do cais uma voz
Perguntar se temos nós
A certeza de voltar
Porque com tanta destreza
Nos esquecemos sobre a mesa
Das cartas de marear...


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Quarta-feira, 17.08.11
Letra
"Onde Vais?"
Perguntas tu, 
Ainda meio a dormir.
"Não sei bem"
Respondo eu, 
Sem saber o que vestir.

"Porque sais?,
Ainda é cedo, 
E tu não sabes mentir."
"Nem eu sei,
Só sei que fica tarde 
E eu tenho de ir."

Bem depois,
De estar na rua, 
Instalou-se uma dor
Por nós dois,
Talvez sair 
Tivesse sido o melhor...

Se assim foi,
Então porque me sinto a morrer de amor?

Tenho a noite 
A atravessar
Doi-me não ir, 
Mas não me deixas voltar...

Se gosto de ti,
Se gostas de mim,
Se isto não chega
Tens o Mundo ao contrário.

O Mundo ao contrário

Tenho a noite 
A atravessar
Doi-me não ir, 
Mas não me deixas voltar...

Se gosto de ti,
Se gostas de mim,
Se isto não chega
Tens o Mundo ao contrário.



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Terça-feira, 16.08.11

 

Letra

 

Todos os dias te vejo
Todas as noites te quero
E vou procurando um
Sinal em ti
Que me faça rir 
Eu espero e nunca mais vem

Vou tirando fotocópias
E vou pensando em ti
Vou advinhando 
Todos os desejos 
E todos os beijos
Que temos para trocar 

De tanto querer
De tanto gostar
De tanto te amar
Eu nao te quero perder

Ai se ele cai
Vai-se partir
Meu coração
Vai-se partir

Todos os dias te tenho
Todas as noites te abraço
Vou aproveitando
Tudo o que tu tens
Tudo o que me dás
Nem consigo acreditar

Meu amor
Se isto é só 
Um sonho bom
Eu nao quero acordar

De tanto querer
De tanto gostar
De tanto te amar
Eu nao te quero perder

Ai se ele cai
Vai-se partir
Meu coração
Vai-se partir



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Segunda-feira, 15.08.11

 

 

Letra

 

Com mãos de veludo,
negras como a noite
Tu deste-me tudo
e eu parti...

Um homem trabalha
no outro lado do rio,
com as suas duas mãos
repara o navio

Tá sozinho e triste,
mas tem de aguentar, 
já falta tão pouco
para poder voltar

(Refrão)
Vai ficar tudo bem, isso eu sei (2x)
Quando o sol se juntar ao mar
e eu te voltar a beijar.
Só mais uma vez, só mais uma vez
só mais uma, só mais esta vez

Com um adeus começa
outro dia igual
Ficou a promesa,
escondida no lençol

Negras como a noite,
vindas de outra terra
as mãos de veludo,
estão á sua espera.

 



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Domingo, 14.08.11
Letra

 

Neons vazios num excesso de consumo
Derramam cores pelas pedras do passeio
A cidade passa por nós adormecida
Esgotam-se as drogas p'ra sarar a grande ferida

Gritos mudos chamando a atenção
P'ra vida que se joga sem nenhuma razão

E o coração aperta-se e o estômago sobe à boca
Aquecem-nos os ouvidos com uma canção rouca
E o perigo é grande e a tensão enorme
Afinam-se os nervos até que tudo acorde

Gritos mudos chamando a atenção
P'ra vida que se joga sem nenhuma razão

E a noite avança, e esgotam-se as forças
Secam como o vinho que enchia as taças
E pára-se o carro num baldio qualquer
E juntam-se as bocas até morrer

Gritos mudos chamando a atenção
P'ra vida que se joga com toda a razão



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Sábado, 13.08.11
Letra
Mares convulsos, ressacas estranhas
Cruzam-te a alma de verde escuro
As ondas que te empurram
As vagas que te esmagam
Contra tudo lutas
Contra tudo falhas

Todas as tuas explosões
Redundam em silêncio
Nada me diz

Berras às bestas
Que te sufocam
Em abraços viscosos
Cheios de pavor
Esse frio surdo
O frio que te envolve
Nasce na fonte
Na fonte da dor

Remar remar
Forçar a corrente
Ao mar, ao mar
Que mata a gente




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Sexta-feira, 12.08.11
Letra
Viver a vida sempre preocupado
Passar o tempo sem ir a nenhum lado
Deixa-me seco, eu vivo esgotado
Tendo prazeres em dias alternados

E ando sempre vivendo estados
E por vezes bem desamparados
Rebusco os cantos, nem sempre recheados
Eu faço as coisas tão desnorteado

Mas em dias por vezes espaçados
Vêm-me à cabeça pontos desfocados
Desse mundo sempre agitado
Possível sonho todo bem rodado
E na TV,produtos embalados
Entram em nós, bem camuflados
Como é que eu fico, eu fico engasgado
Com o novo mundo mesmo ali ao lado

Está mesmo ali ao lado

E eu vou ter que sair, e eu vou ter que partir
Finalmente vais ver
O que é que iria ser, o que é que eu iria ter

N'América
N'América


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Quinta-feira, 11.08.11
Letra
Adeus vida atinada 
Dos horários e das bichas 
E das gripes do inverno 
E do suor do verão 
Adeus vida atinada 

Adeus às práias 
Cheias de gente 
E um beijo p`ra quem fica 

Adeus vida atinada 
Ter de dormir sete horas por dia 
Ir para o trabalho e ainda é de noite 
Sempre o mesmo a todas as horas 
Adeus vida atinada 
Das mil maneiras de passar fome 

Adeus às práias 
Cheias de gente 
E um beijo p`ra quem fica 

Mudar de roupa, saldar o cabelo 
Dormir no carro, todo nu em pelo 
Dizer que hoje o dia está perfeito 
Pôr óculos de sol a torto e a direito 
Pois hoje vou pegar na guitarra 
É hoje que eu me faço à estrada 

Olá ó vida malvada 

Escorrega e desliza 
Nessa estrada de vento 
Sempre, sempre, sempre 

Adeus às práias 
Cheias de gente 
E um beijo p`ra quem fica



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Quarta-feira, 10.08.11

 

 

Letra

 

Em qualquer dia 
a qualquer hora 
vou estoirar 
p'ra sempre 
mas entretanto 
enquanto tu duras 
tu poes-me 
tao quente 
Ja sei que vou arder na tua fogueira 
mas sera sempre sempre a minha maneira 
e as forã§as que me empurram 
e os murros que me esmurram 
so me farao lutar 
a minha maneira 
Por esta estrada 
por este caminho a noite 
de sempre 
de queda em queda 
passo a passo 
vou andando 
p'ra frente 
Ja sei que vou arder na tua fogueira 
mas sera sempre sempre a minha maneira 
e as forã§as que me empurram 
e os murros que me esmurram 
so me farao lutar 
a minha maneira

 



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Terça-feira, 09.08.11

 

 

Letra

 

Pensas que eu sou um caso isolado
Não sou o único a olhar o céu
A ver os sonhos partirem 
Há espera que algo aconteça

A despejar a minha raiva
A viver as emoções
A desejar o que nao tive
Agarrado às tentações

E quando as nuvens partirem
O céu azul ficará
E quando trevas se abrirem
Vais ver o sol brilhará
vais ver o sol brilhará

Não, não sou o único 
Eu não sou o único 
Não sou o único a olhar o céu 

Pensas que eu sou um caso isolado
Não sou o único a olhar o céu
a ouvir os conselhos dos outros
E sempre a cair nos buracos
A desejar o que não tive
Agarrado ao que não tenho

Não, não sou o único
Não sou o único a olhar o céu

E quando as nuvens partirem
O céu azul ficará
E quando as trevas se abrirem
Vais ver o sol brilhará
vais ver o sol brilhará

Não, não sou o único
Eu não sou o único
Não sou o único a olhar o céu


 



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Segunda-feira, 08.08.11
Letra
A vida vai torta
Jamais se indireita
O azar persegue
Esconde-se á espreita

Nunca dei um passo
Que fosse o correcto
Eu nunca fiz nada 
Que batesse certo 

Refrão:
Enquanto esperava no fundo da rua
Pensava em ti e em que sorte era tua 
Quero-te tanto...(quero-te tanto)
Quero-te tanto...(quero-te tanto)

Do modo que a vida
È um circo de feras
E os entretantos
São as minhas esperas

Nunca dei um passo 
Que fosse o correcto
Eu nunca fiz nada
Que batesse certo

Refrão:
Enquando esperava no fundo da rua
Pensava em ti e em que sorte era a tua
Quero-te tanto...(quero-te tanto)
Quero-te tanto...(quero-te tanto)

...(momento instrumental)...


publicado por olhar para o mundo às 12:49 | link do post | comentar

Domingo, 07.08.11
Letra
Entre a chuva dissolvente
no meu caminho de casa
dou comigo na corrente
desta gente que se arrasta.
Metro, túnel, confusão,
quente suor vespertino
mergulho na multidão,
no dia-a-dia sem destino.

Putos que crescem sem se ver
basta pô-los em frente à televisão
hão-de um dia se esquecer
rasgar retratos, largar-me a mão.
Hão-de um dia se esquecer,
como eu quando cresci.
Será que ainda te lembras
do que fizeram por ti?

E o que foi feito de ti?
E o que foi feito de mim?
E o que foi feito de ti?
Já me lembrei, já me esqueci...

Quando te livrares do peso
desse amor que não entendes,
vais sentir uma outra força
como que uma falta imensa.
E quando deres por ti
entre a chuva dissolvente,
és o pai de uma criança
no seu caminho de casa.

E o que foi feito de ti?
E o que foi feito de mim?
E o que foi feito de ti?
Já me lembrei...
Já me lembrei, já me esqueci...


publicado por olhar para o mundo às 12:47 | link do post | comentar

Sábado, 06.08.11
Letra
O sol desce para Monsanto
Enquanto a noite cai
Adormeceu entretanto
Já saiu a namorada

Aguardou este momento
Sabe que a hora é sagrada
Nem é tarde nem é cedo
Era a que estava marcada

Vai por cima do roupeiro
Acha a caixa arrumada
Sopra o pó abre-lhe o fecho
Dá com ela descansada

Descansada está a arma
No pano adormecida
Tão perfeita tão gelada
Própria p'ra te roubar a vida

E enquanto a noite cai
O que é que ele vai ser

Trancou a porta de casa
Desceu decididamente
Aspirou o ar da rua
Fundiu-se no mar de gente

Via arma e apanhei-a
Dei com o corpo no barranco
Já nasceu a lua cheia
Desceu o sol em Monsanto

E enquanto a noite cai
O que é que ele vai ser


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Sexta-feira, 05.08.11
Letra
Mãe tenho ciúmes do pai
Quando se deita contigo Mãe
E te chupa as tetas
E te esborracha os seios
E se monta em ti
E se vem depois. Mãe
Mãe eu não suporto o pai
Mãe vou dar cabo do pai
Quando ele diz Mãe
Gosta de mim Mãe
Quando ele diz Mãe
Gosta de ti Mãe
Quando ele diz Mãe
Que nos ama aos dois

E depois bate sem fim

Eu vim cá para fora
Toda a gente chora
Toda a gente berra
Foste tu
Foste tu

Mãe
eu já matei o pai
Mãe
Foi uma morte sem dor
Agora sou só eu Mãe
Agora és só tu Mãe
Agora somos só dois
E depois, e depois
Mãe
Morreste também
Mãe
Traíste-me assim
Agora sou só eu Mãe
E procurei o fim Mãe

Eu vim cá para fora
Toda a gente chora
Toda a gente berra
Foste tu
Foste tu


publicado por olhar para o mundo às 12:44 | link do post | comentar


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