Quinta-feira, 22.12.16

 

Letra

 

Podia haver uma luz em cada mesa
E uma família em cada casa
Jesus em Dezembro, aqui na Terra
Podia ser Natal e não ser farsa.

A história certa é
Natal de porta aberta
A ceia servida é a vida
Do Criador

Podia ser notícia o fim da Amargura
Que divide os homens por trás dos canhões
A fome e a miséria servem a loucura
Que forja profetas e divide as nações.

A história certa é
Natal de porta aberta
A ceia servida é a vida
Do Criador

Podia ser verdade o tom e o discurso
Desse velho actor falando aos fiéis
Mas nada se passa na noite do mundo
Máscaras de dor, pequenos papéis

A história certa é
Natal de porta aberta
A ceia servida é a vida
Do Criador

A história certa é
Natal de porta aberta
Podia ser Natal...

 

Letra e música: António Manuel Ribeiro
Intérpretes: António Manuel Ribeiro e Miguel Ângelo (1995)

Musica incluída no álbum "Sierra Maestra" de António Manuel Ribeiro.

 



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Segunda-feira, 19.09.16

UHF_Sinfonico_featured-376x288.jpg

 

 

Na sequência da 9.ª edição do prestigiado Festival da Orquestra Nacional de jovens, na Figueira da Foz, no passado mês de julho, apresenta-se em repetição um concerto marcante na história dos UHF e da ONj – Orquestra Nacional de Jovens.

No palco do Grande Auditório do Centro de Artes e Espetáculos apresentaram-se juntos, pela primeira vez, para um concerto que agora se recria em Setúbal, no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Música.

Sob direção do maestro Cristiano Silva, diretor artístico do Festival ONj, a banda liderada por António Manuel Ribeiro recorda temas dos UHF que marcaram gerações e com sonoridades nunca antes ouvidas.

“Cavalos de Corrida”, “Rua do Carmo”, “Menina que Estás à Janela” são alguns dos temas interpretados.

 

Retirado de Forum Luisa Tody



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Quarta-feira, 16.03.16

uhf.jpg

 

 

9 de abril, 21h30, AMAC

 

Concerto com UHF

 

O Auditório Municipal Augusto Cabrita recebe, no dia 9 de abril, pelas 21h30, o Concerto com UHF.

 

A data de 18 de Novembro de 1978 é considerada o dia 1 dos UHF. Nessa noite realizaram o primeiro concerto a sério na discoteca Brown’s, em Lisboa, juntamente com os Faíscas, de Pedro Ayres Magalhães, e Aqui d’el Rock.

Dizem os factos, contudo, que o primeiro concerto terá acontecido uns dias antes, talvez uma semana, no bar É, aos Capuchos em Lisboa, com os mesmos Faíscas e o radialista António Sérgio na assistência.

 

Na primavera do ano seguinte gravam o primeiro disco, o EP Jorge Morreu, para uma pequena editora de Lisboa, Metro Som, sem sucesso comercial e escasso reconhecimento público; António Sérgio confessa-se entusiasta do som underground dos UHF.

A reputação do grupo consolida-se em múltiplos concertos, primeiro na área da Grande Lisboa e depois descobrindo o país. Chegam, com essa experiência de palco, ao gigante Valentim de Carvalho, que edita em 1980 o seminal Cavalos de Corrida. Juntamente com Chico Fininho, de Rui Veloso, fundam o movimento musical que ficará conhecido como rock português.

 

Os UHF rondam em Outubro de 2015 a fantástica soma de 1.700 concertos em Portugal e no mundo, e já venderam mais de um milhão de discos, cassetes e DVD. Estão representados em mais de 100 colectâneas com outros artistas, incluindo Estados Unidos e Brasil.

 

A 30 de Outubro, os UHF editaram o duplo CD O Melhor de 300 Canções, a sua primeira colectânea global, que reúne 35 clássicos e 2 originais.

 

Formação: António Manuel Ribeiro (voz), António Côrte-Real (guitarra), Luís ‘Cebola’ Simões (baixo) e Ivan Cristiano (bateria).

 

 

Faixa Etária – M/6

Duração  – aprox. 75 min.

Ingresso  – 10,00 €

 

Venda de ingressos:

Bilheteira AMAC – 21 206 82 30 | Horário: 3ª a domingo, das 14h00 às 20h00

Posto de Turismo – 21 206 82 87 | Horário: 3ª a sábado, das 9h30 às 13h00 e das 14h30 às 18h00

 

CMB 2016-03-15



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Terça-feira, 19.01.16

uhf.jpg

 
O espectáculo “O Melhor de 300 Canções”
 
Saiu a 30 de Outubro do ano passado a colectânea de carreira dos UHF “O Melhor de 300 Canções”, um repertório que começa em 1979 com “Jorge Morreu”, e segue até 2015 com o inédito “Soube Sempre Que Eras Tu”.

São 35 sucessos de carreira e dois inéditos que revelam gravações originais, regravações de clássicos, takes ao vivo e canções nunca antes editadas no formato digital. Este duplo CD mostra dois universos do som dos UHF: “O Rock” e “O Roll”.

“Puseste o Diabo Em Mim”, original de 1984 agora regravado, é já um vídeo de sucesso na plataforma Youtube, com realização de Zé Pinheiro.

Em 2016, o espectáculo “O Melhor de 300 Canções” retrata ao vivo os sucessos de uma carreira.
 
Música
23 Jan.| 21:30H | 12,5€
 
 
Morada:
Cineteatro Municipal D. João V
Largo da Igreja
Damaia - Freguesia de Águas Livres
2720-295 Amadora
GPS: N38.746029º, W9.218823º


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Segunda-feira, 28.12.15

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Saiu a 30 de Outubro a colectânea de carreira dos UHF “O Melhor de 300 Canções”, um repertório que começa em 1979 com “Jorge Morreu”, e segue até 2015 com o inédito “Soube Sempre Que Eras Tu”.


São 35 sucessos de carreira e dois inéditos que revelam gravações originais, regravações de clássicos, takes ao vivo e canções nunca antes editadas no formato digital. Este duplo CD mostra dois universos do som dos UHF: “O Rock” e “O Roll”.


“Puseste o Diabo Em Mim”, original de 1984 agora regravado, é já um vídeo de sucesso na plataforma Youtube, com realização de Zé Pinheiro.


Em 2016, o espectáculo “O Melhor de 300 Canções” retrata ao vivo os sucessos de uma carreira.

 

Música
23 Jan.| 21:30H | 12,5€



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Segunda-feira, 05.10.15

 

Letra

 

Chegaste com a luz
Que traz a primavera
Silhueta que seduz
Quando nada se espera.
Entraste no abrigo
Onde a vida me guarda
Um beijo e um sorriso
Tocaste a minha alma
A minha alma.

Mas só gosto de ti
Haja o que houver
Será sempre assim
Venha quem vier.

Tomaste conta de mim
E do meu coração
Mulher que um dia vi
Perdida de paixão.

Sei que por ti esperei
Mil anos de vidas
Amor que encontrei
Nada é impossível
Impossível.

Mas só gosto de ti
Haja o que houver
Será sempre assim
Venha quem vier.

Yeah, Yeah, Yeah, Yeah, Yeah!

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Segunda-feira, 17.08.15

 

 

Letra

 

Dá-me abrigo por esta noite
dá-me abrigo por esta noite
procuro conforto no teu cobertor
a noite prepara jogos de amor
febre que sobe e acende a fogueira

Dói-me cá dentro, ao certo não sei
dói-me cá dentro, ao certo não sei
dói-me o inferno da minha arte
dói-me o silêncio da tua carne
feito sossego nas minhas mãos
é quente o silêncio das tuas mãos.

Dá-me um bilhete pro inferno

São línguas de fogo que entram no corpo
são línguas de fogo que entram no corpo
são noites de assombro e descoberta
em busca da vida estou de passagem

Parto contigo na minha bagagem
Parto sozinho pra longa viagem.(3x)

Dá-me um bilhete pro inferno

 



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Sábado, 04.07.15

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Segunda-feira, 29.06.15

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Terça-feira, 03.03.15

 

Letra

 

Quero gostar de ti
Sem saber porquê.
Sentir o que senti
A primeira vez.

Sem fazer perguntas
Apenas desfrutar.
Duas vidas juntas
Unidas para amar.

REFRÃO
Viver para te ver
De manhã ao acordar.
O coração a bater
Para te abraçar.

Falo as palavras
Só os olhos a brilhar.
Secreta é a fala
Sonhos a vibrar.

REFRÃO
Viver para te ver
De manhã ao acordar
O coração a bater
Para te abraçar

Ah ah, ah ah, ah ah ah ah ah…
Ah ah, ah ah, ah ah ah ah ah…

Solo

Viver para te ver
De manhã ao acordar
O coração a bater
Para te abraçar

Viver para te ver
De manhã ao acordar
O coração a bater
Para te abraçar


Ah ah, ah ah, ah ah ah ah ah…
Ah ah, ah ah, ah ah ah ah ah…
Ah ah, ah ah, ah ah ah ah ah…

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sexta-feira, 27.02.15

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sexta-feira, 25.04.14

 

Letra

 

Era de noite e levaram
Era de noite e levaram
quem nesta cama dormia
nela dormia, nela dormia.

Sua boca amordaçaram
Sua boca amordaçaram
com panos de seda fria
de seda fria, de seda fria.

Era de noite e roubaram
Era de noite e roubaram
o que nesta casa havia
na casa havia, na casa havia.

Só corvos negros ficaram
Só corvos negros ficaram
dentro da casa vazia
casa vazia, casa vazia.

Rosa branca rosa fria
Rosa branca rosa fria
na boca da madrugada
da madrugada, da madrugada.

Hei-de plantar-te um dia
Hei-de plantar-te um dia
sobre o meu peito queimada
na madrugada, na madrugada.



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Quarta-feira, 23.04.14

 

Letra

 

Continuo a ler livros
À procura de sinais
Elevando o instinto
E as falhas mortais.

 

Procurando à volta
O que fizeste de ti
Lembro o chuto na bola
A cabeça que parti.

 

Velha escola de madeira
Quando os dias eram longos
Deu lugar a uma feira
Alcatrão sobre escombros.

 

As melhores raparigas
Que é feito delas
Casamento e intrigas
Um cigarro à janela.

 

Os amigos de farra
Ressacando noite dentro
Cada um em sua casa
Ler o Expresso em silêncio.

 

Uns aflitos na carreira
Outros presos, dependentes
Vão correndo pela areia.
Domingueiros ofegantes.

 

É a saga de uma vida
Como a vida de milhões
É a história que fica
Alguns anos depois.

 

Velhos amigos onde estais
Oiço os gritos que soltais
Velhos amigos onde estais
Oiço os gritos que soltais.

 

UHF - "Velhos Amigos (onde estais)"
Album: "69 STEREO" - 1996



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Sábado, 07.09.13

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música



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Sexta-feira, 06.09.13

 

Letra

 

Artifícios engenhosos
Vozes altas de mais
Pecadilhos religiosos
Uma corte de chacais

Uma valsa, uma dança
Toda a Terra é santa.

Vejo crentes em Deus
De joelhos a orar
Árabes contra judeus
E uma terra por altar.

Uma valsa, uma dança
Toda a Terra é santa.

Cercados por fiéis
Tão fiéis e tão cretinos
Vejo homens, irmãos cruéis
Conferindo inimigos.

Uma valsa, uma dança
Toda a Terra é santa.

Dança, dança, dança, dança, dança
Reza, reza, reza, reza, reza
Esta valsa falsa que tresanda
E torna homens de Deus em feras.

(2001)

UHF - Canções Prometidas (volume 1), 2007



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Segunda-feira, 02.09.13

 

Letra

 

Estou cansado, pá
Cansado e parado por dentro
Sem vontade de escolher um rumo
Sem vontade de fugir
Sem vontade de ficar
Parei por dentro de mim
Olho à volta e desconheço o sítio
As pessoas, a fala, os movimentos
A tristeza perfilada por horários
Este odor miserável que nos envolve
Como se nada acontecesse
E tudo corresse nos eixos.
Estou cansado destes filhos da puta que vejo passar
Idiotas convencidos
Que um dia um voto lançou pela TV
E se acham a desempenhar uma tarefa magnífica.
Com requinte de filhos da puta
Sabem justificar a corrupção
O deserto das ideias
Os projectos avulso para coisa nenhuma
A sua gentil reforma e as regalias
Esses idiotas que se sentam frente-a-frente no ecrã
À hora do jantar para vomitar
O escabeche de um bolo de palavras sem sentido
Filhos da puta porque se eternizam
Se levam a sério
E nos esmigalham o crânio com as suas banalidades:
O sôtor, vai-me desculpar
O que eu quero é mandá-los cagar
Para um campo de refugiados qualquer
Vê-los de Marlboro entre os dedos a passear o esqueleto
Entre os esqueletos
Naquela mistura de cheiros e cólicas que sufoca
Apenas e só -- sufoca.

Estou cansado
Cansado da rotina
Desta mentira que é a vida
Servida respeitosamente
Com ferrete
Obediente
Obediente.

Estou cansado de viver neste mesmo pequeno país que devoram
Escudados pelas desculpas mais miseráveis
Este charco bafiento onde eles pastam
Gordos que engordam
Ricos que amealham sem parar
Idiotas que gritam
Paneleiros que se agitam de dedo no ar
Filhos da puta a dar a dar
Enquanto dá a teta da vaca do Estado
Nada sabem de história
Nada sabem porque nada lêem além
Da primeira página da Bola
O Notícias a correr
E o Expresso, porque sim!
Nada sabem das ideias do homem
Da democracia
Atenas e Roma
Os Tribunos e as portas abertas
E a ética e o diálogo que inventaram o governo do povo pelo povo
Apenas guardam o circo e amansam as feras
Dão de comer à família até à diarreia
Aceitam a absolvição
E lavam as manápulas na água benta da convivência sã
Desde que todos se sustentem na sustentação do sistema
Contratualizem (oh neologismo) o gado miúdo
Enfatizem o discurso da culpa alheia
Pela esquizofrenia politicamente correcta:
Quando gritam, até parece que se levam a sério
Mas ao fundo, na sacristia de São Bento
O guião escrito é seguido pelas sombras vigentes. 

Estou cansado
Cansado da rotina
Desta mentira que é a vida
Servida respeitosamente
Com ferrete
Obediente
Obediente.

Estou farto de abrir a porta de casa e nada estoirar como na televisão
Não era lá longe, era aqui mesmo
Barricadas, armas, pedradas, convulsão
Nada, não há nada
Os borregos, as ovelhas e os cabrões seguem no carreiro
Como se nada lhes tocasse -- e não toca
A não ser quando o cinto aperta
Mas em vez da guerra
Fazem contas para manter a fachada:
Ah carneirada, vossos mandantes conhecem-vos pela coragem e pela devoção na gritaria do futebol a três cores
Pelas vitórias morais de quem voa baixinho
E assume discursos inflamados sem tutano.

Estou cansado
Cansado da rotina
Desta mentira que é a vida
Servida respeitosamente
Com ferrete
Obediente
Obediente.

Estou cansado, pá
Sem arte, sem génio, cansado:
Aqui presente está a ementa e o somatório erróneo do desempenho de uma nação
Um abismo prometido
Camuflado por discursos panfletários:
Morte aos velhos!
Morte aos fracos!
Morte a quem exija decência na causa pública!
Morte a quem lhes chama filhos da puta!
- E essa mãe já morreu de sífilis à porta de um hospital.
Mataram os sonhos
Prenderam o luxo das ideias livres
Empanturraram a juventude de teclados para a felicidade
E as famílias de consumo & consumo
Até ao prometido AVC
Que resolve todas as prestações:
Quem casa com um banco vive divinamente feliz
E tem assistência no divórcio a uma taxa moderada pela putibor.
Estou cansado, pá
Da surdez e da surdina
Desta alegria por porra nenhuma
Medida pelo sorriso de vitória do idiota do lado
Quando te entala na fila e passa à frente
É a glória única de muita gente
Uma vida inteira...

Eleitos, cuidem da oratória...

(António Manuel Ribeiro)

* Baseado no poema "Vernáculo" do livro "O Momento a Seguir", edição Sete Caminhos (2006) -- contém expressões do português vernáculo.

Tema incluído no álbum "A Minha Geração" (2013) - editado em 24/06/2013.



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Quinta-feira, 18.07.13

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música



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Terça-feira, 16.07.13

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música



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Segunda-feira, 15.07.13

 

Letra

 

Manhã de Sol a brilhar 
Sobre o Mar da Palha 
A neblina a roçar 
O espelho das águas. 

Pego-te na mão
Corremos pela Baixa
Pombo a esvoaçar
À nossa passagem.

Subimos ao Castelo
Por ruelas estreitas
Roupa nas janelas
Como bandeiras.

Vamos pelo Rossio 
Conhecer o Chiado 
A Bertrand e a Bénard 
O Pessoa sentado. 

Apetece namorar contigo em Lisboa 
Apetece namorar contigo Lisboa. 

Almoçar numa tasca
Entre livros e trapos
Pataniscas e vinho
No Bairro Alto.

Os teatros e os bares
Os poetas escondidos
Pintores de retratos
Estudantes e mendigos.

Apetece namorar contigo em Lisboa
Apetece namorar contigo Lisboa.

Agostinho à solta 
Velho marginal
Sentado à sombra
No Príncipe Real.

De eléctrico passamos
O jardim da Estrela
Descendo São Bento
Até Alcântara.

Apetece namorar contigo em Lisboa
Apetece namorar contigo Lisboa.

O fado é a história 
Que namora Lisboa
Nos teus braços eu fico
Musa encantadora.

Apetece namorar contigo em Lisboa
Apetece namorar – contigo Lisboa.




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Sábado, 13.07.13

 

 

letra

 

Não enconteri a letra desta música



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Sexta-feira, 12.07.13

 

Letra

 

Sou um tipo sincero


 
Minha vida não tive
Um destino certo
Só a fome e a sede
 
 
De quem vence o deserto
A minha vida faz-se
Um dia de cada vez
Sou uma luz do sol que arde
Água fresca para beber
 
Sou exemplo do que digo
Sou um tipo sincero
Desenhei o meu caminho
Sei cada mistério
 
Minha vida não tem
Um destino certo
Só força de quem
Vivo os dias sem medo
 
Minha vida fácil
De coisas tão simples
A canção que agora nasce
O teu sorriso sublime
 
Sou exemplo do que digo
Sou um tipo sincero
Desenhei o meu caminho
Sei cada mistério
 
Não há sorte nem azar
Por capricho dos deuses
Escolhe o caminho a tomar
Não hesites tantas vezes
 
Sou exemplo do que digo
Sou um tipo sincero
Desenhei o meu caminho
Sei cada mistério


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Quinta-feira, 11.07.13

 

Letra

 

Poisa o teu braço no meu
Ajuda-me a seguir
Ao virar esta esquina
Há um paraíso por descobrir

Não quero que assistas
A esta lenta bebedeira
Porto-me como uma criança faminta
Vem embriagar-te comigo à beira
Ah de um barco, copo de absinto

Mas dança, dança
Dança pra mim
Dança oh oh
Dança pra mim
À noite e esta noite

Chegou o momento de parar a farsa
Estou farto de conduzir esse animal
Sincero dizem, no uso da palavra
Fotografia, página, jornal

Se este for o teu sonho
A brisa do tempo mais secreto
O sonho rasga as entranhas
E os chacais já andam muito perto

Mas dança, dança
Dança pra mim
Dança oh oh
Dança pra mim
À noite e esta noite

O assassino ergueu-se das trevas do sucesso
e conduziu um carro azul por entre círculos de mulheres
E esse, esse assassino eras tu
Roçando o imenso quente prazer de provocar
Esse assassino eras tu, mulher, mulher, mulher, mulher

Do meu encanto

Quero o meu nome ou o teu nome
Quero o meu nome ou o teu nome

À noite e esta noite.

Mas dança, dança
Dança pra mim
Dança oh oh
Dança pra mim
À noite e esta noite



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música



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Domingo, 02.06.13

 

Letra

 

Diz-me que este verão foi mentira
Nada disto está a acontecer
Sarajevo, um alvo nas miras
E os polícias do mundo estão a ver

Jugoslávia bonita
Filha da Europa
Fronteiras malditas
Que o ódio devora
Sarajevo, Sarajevo.

É no centro do velho continente
Que a matança das raças se consome
Esse homem de pé deve morrer
No terreiro da caça só o medo se move.

Jugoslávia bonita
Filha da Europa
Fronteiras malditas
Que o ódio devora
Sarajevo, Sarajevo.

Sarajevo não tem fim
A vergonha está isenta
Assim apodrece um país
No palco deste planeta.

Jugoslávia bonita
Filha da Europa
Fronteiras malditas
Que o ódio devora
Sarajevo, Sarajevo.

O pior dos animais anda à solta
A vingança nos olhos ancestrais
Solução final que se retoma
Hitler à mesa dos chacais.

Jugoslávia bonita
Filha da Europa
Fronteiras malditas
Que o ódio devora
Sarajevo, Sarajevo
.





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Quinta-feira, 02.05.13

 

Letra

 

Rua do Carmo, rua do Carmo
Mulheres bonitas, subindo o Chiado
Mulheres alheias, presas ás montras,
Alguns aleijados em hora de ponta

Refrão

Olha como é, a Rua do Carmo
Olha como é, a Rua do Carmo 
Jurás com a saia, do Bairro Alto
Putos estendidos, travando o passo
Onde o comércio, cativa turistas
Quem come com os olhos, ja enche a barriga

Refrão (4x)

Soprando a vida, passa estudantes
Gingando as ancas, lábios ardentes
Subindo com pressa, abrindo passagem
Chocamos de frente, seguimos viagem

Refrão (4x)

Yeh, yeh, yeh
Ioah




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Terça-feira, 11.09.12

UHF continuam a percorrer o país com os clássicos (renovados) de sempre

Os UHF andam a percorrer o país com os seus clássicos de sempre num formato mais intimista. A banda apostou recentemente em «Ao Norte Unplugged», disco que motivou a digressão. Amadora e Lisboa são os próximos destinos do grupo.


O novo álbum foi gravado no Teatro Cinema de Fafe, em novembro de 2011, e mostra uma roupagem mais minimalista de vários temas produzidos pelos UHF ao longo dos 34 anos de carreira, como "Cavalos de Corrida" ou "Matas-me Com o Teu Olhar".

 

A sala esgotou com duas semanas de antecedência, pelo que um novo concerto foi marcado para o dia seguinte e os dois acabaram por entrar no registo digital.

 

Este disco ao vivo, o quarto na vida dos UHF, é uma celebração ao norte e a todos os fãs anónimos que entraram para a "grande família" que o tempo e as canções ofereceram ao grupo, afirma a promotora.

 

Já são conhecidos os locais dos próximos concertos de apresentação do novo disco da banda, centrados sobretudo na região da Grande Lisboa. Assim, Amadora acolhe o espetáculo da banda natural de Almada no dia 15 de setembro, no âmbito das festas da cidade, e, a 27 do mesmo mês, sobem ao palco do Teatro do Bairro, em Lisboa. 

 

Noticia do Sapo Música



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Domingo, 08.07.12

 

letra

 

Ele andava por aí
como tu e eu andamos 
queimando o cigarro,
queimando os nervos. 

Nevoeiro no cérebro
num bailado de fantasmas
entre o frio e o zelo
e a importância dos notáveis.

Jorge Morreu (x2)

Ele tinha a tua cara
Ele tinha a minha cara
Ele era ninguém
que a vida desafiava

Jorge um dia passou
à frente da ventania
entuando o refrão
e uma velha melodia

Jorge morreu (x2)

Jorge (x2)
Onde estás?(x2)

Quem te matou?(x2)

Deixou a cidade,
subiu à montanha 
entrando na paisagem
onde um homem se amanha.

Jorge parou
os ponteiros da vida
mergulhando os olhos
no mar de água fria

Jorge morreu (x2)



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Letra


Não encontrei a letra desta música


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