Sexta-feira, 16.09.16

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O tema "Maria" é uma história de amor lançada por Bezegol, com a participação especial de Rui Veloso.

 

Depois de divulgar o quinto álbum, Bezegol escreveu e produziu o novo tema "Maria", com Rui Veloso como artista convidado.

 

O músico interventivo, que tem como objetivo "fugir à norma", não gosta de ser rotulado com um único estilo musical, alternando entre o "reagge" e o "hip hop". Ao lançar este tema, Bezegol continua a explorar várias sonoridades.

"Maria" conta com um teledisco gravado em estúdio e encontra-se disponível para venda digital em todo o mundo.

 

Retirado do Jornal de Noticias





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Quinta-feira, 15.09.16

 

Letra

 

Letra e Musica: Bezegol

 

De tanto te amar Maria
Pus a vida do avesso
Estavas tão perto do fim


E eu vivia o começo
O teu plano era diferente
E deixou-me enfeitiçado
Dizem que quem ama é cego
E eu não vi que era o meu lado
Por gostar de ti Maria
Não olhei ao sofrimento
E não quis lembrar o dia
Que falhaste ao juramento
Por ti enfrentei o mundo
Enrolado no teu dedo
Condenado a amor profundo
Encobrindo o teu segredo
Eu lembro-me de ti
Por quem me apaixonei
Para onde foste eu não vi
Nem sei quando deixei
Queria-te ter aqui
Mas sei que não consigo
Fazer voltar atrás
Fazer do tempo amigo
Vou seguindo minha estrela
Firme vou no meu caminho
A bagagem vai pesada
Mas eu carrego sozinho
Foi dica a tua experiência
Mas não quero olhar para trás
Agarro-me às partes boas
E sigo a iludir as más
Eu lembro-me de ti
Por quem me apaixonei
Para onde foste eu não vi
Nem sei quando deixei
Queria-te ter aqui
Mas sei que não consigo
Fazer voltar atrás
Fazer do tempo amigo
Eu lembro-me de ti
Por quem me apaixonei
Para onde foste eu não vi
Nem sei quando deixei
Queria-te ter aqui
Mas sei que não consigo
Fazer voltar atrás
Fazer do tempo amigo
Eu lembro-me de ti
Por quem me apaixonei
Para onde foste eu não vi
Nem sei quando deixei
Queria-te ter aqui
Mas sei que não consigo
Fazer voltar atrás
Fazer do tempo amigo
Eu lembro-me de ti
Por quem me apaixonei
Para onde foste eu não vi
Nem sei quando deixei
Queria-te ter aqui
Mas sei que não consigo
Fazer voltar atrás
Fazer do tempo amigo
Eu lembro-me de ti

 



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Segunda-feira, 12.09.16

 

Letra

 

(R. Veloso / Carlos Tê)

 

Dizem que as mulheres
Se querem prendadas
Frágeis e discretas
Meio enviezadas
De falas indirectas
Quase imaculadas

Ágeis e arrumadas
De peito bem feito
Sensatas coradas
Mexidas no leito
Com luzes apagadas
Perto do perfeito
Conto de fadas

Desfolhe o malmequer
Você quer a mulher
Que não faça nada
Do que lhe disser

Você teme a mulher
Que fuma português suave
Bebe água lisa
Só ao sair da cave
E quando está na sua
Anula a gazua
E deita fora a chave

Porque você é
Um português suave
Gosta de quem nega
De quem só se entrega
Ao fim de muito entrave
E depois o relega
Para o porão da cave

(Refrão)

Dizem que as mulheres
Se querem fogosas
Cheias de ciladas
Loucas e picantes
Mas nunca como esposas
Sempre como amantes

Você devia querê-las
Só inquietantes
Sem poder prevê-las
Porque você é
Um português suave
Se forem iguais a si
É um caso muito grave

Desfolhe o malmequer
Você quer a mulher que lhe faça aquilo
Que você nem sonha querer

 



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Segunda-feira, 02.05.16

 

Letra

 

Fui ao baile da paróquia
Por alturas do Sao Pedro
Levei a minha lambreta
E o meu velho blusao negro.

Pus calcas americanas
Cocadas e muito justas
Calcei botas alentejanas
E cosi um dragao nas costas.

Punham só Gianni Morandi
Nelson Ned e Marissol
Fui ter com o disco-joca
E encomendei rock and roll.

Fui ao baile da paróquia
La prós lados de Valbom...
Fui ao baile da paróquia
La prós lados de Valbom...

Fui buscar a paroquiana
mais bela da diocese
Era tao pura e singela
Que até dava catequese.

Ensinei-lhe a dancar shake
Pus a pista em alvoroco
Quando fomos dancar slow
A bela nao me deu roco

Puxei-lhe o braco com forca
Fiz uma cena de macho
Estavam la os irmaos dela
Levei um arraial de facho.

Fui ao baile da paróquia
La prós lados de Valbom...
Fui ao baile da paróquia
La prós lados de Valbom...

Vim de la feito num oito
Com a poupa esfrangalhada
E nao me valeu de nada
Dizer que era baterista
Ja ninguém tem respeito
Pelos excessos de um artista!

Fui ao baile da paróquia
La prós lados de Valbom...
Fui ao baile da paróquia
La prós lados de Valbom...

 



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Domingo, 01.05.16

 

Letra

 

Arménio era um trolha d'areosa
Que tinha um par de olhinhos azuis
Que quando me fixavam no baile
Me punham, indefesa e tão nervosa

Arménio, tenho nas minhas gavetas
Aerogramas, cheios de erros de ortografia
Perfumados entre as minhas meias pretas
Aquelas que te punham, em estado de euforia

Arménio, fui a tua madrinha de guerra
Rezei por ti, longas novenas sem fim
Pra voltares, inteirinho e sem mandelas
Mas ficaste por lá perdido no caminho

Arménio, quantos sonhos e boleros
Prometeste, que me levavas a lisboa
Em junho, no dia dos meus anos
Bem sabes que a memória, é um atributo que tenho

 



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Letra

 

Puede ser
que me vuelva a enamorar
y también que me pueda equivocar.
rezaré porque esta vez tenga más suerte
y después de sufrir tanto y tan fuerte,
quisiera dios...
Otra vez
tropecé con obsesiones
de volver disfrazadas de canciones;
buscaré un remedio más rotundo
que ofrecer mil poemas de un segundo.
y quiera dios...
... que un chispazo de emoción
prenda fuego al corazón
inesperadamente.
Puede ser
que me vuelvas a encontrar
y también que me quieras engañar,
pero sé que tu olvido me hizo fuerte
y al volver a la idea de perderte,
pido a dios...
..que un chispazo de emoción
prenda fuego al corazón
inesperadamente.

 



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Sexta-feira, 04.12.15

 

Letra

 

Isabel ama josé
De quem teve julião
Que ainda mal se pôs em pé
E largou os pais da mão

Foi para lá de paris
Onde assentou arraiais
Conheceu lá beatriz
Que tinha largado os pais

Casaram numa semana
À hora da matiné
E tiveram juliana
A flor dos champs-élysées

Numa terra mais distante
Mariana apaixonou-se
Por joão que era manante
Foi o vento que o trouxe

Destes dois nasceu miguel
Mas o sangue não perdoa
Fez um barco de papel
E fez-se ao mar em lisboa

Deu à ilha dos amores
Que fica quase no céu
E encontrou-se com dolores
E assim nasceu romeu

É terra
É céu
Se os dois estão de feição
Ninguém pára o coração

Quem tem o nome romeu
O destino não engana
Há-de encontrar o que é seu
E casar com juliana

Ela partiu de paris
Ele foi a ver se a via
Para um final feliz
Diferente do shakespeare

Encontraram-se na estrela
Já faz hoje uma semana
É o amor de uma novela
De romeu e juliana

É terra
É céu
Se os dois estão de feição
Ninguém pára o coração

 



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Domingo, 14.06.15

 

Trasladação de Eusébio vai contar com homenagens de Rui Veloso e Dulce Pontes

 

A cerimónia de trasladação dos restos mortais do futebolista Eusébio vai ter atuações musicais por Rui Veloso e Dulce Pontes, anunciou hoje a Presidente da Assembleia da República, em comunicado.

O cortejo fúnebre de 3 de julho vai ter início às 15h15, com a saída da urna do antigo internacional português do cemitério do Lumiar em direção ao Seminário da Luz, onde vai decorrer uma missa privada.

Estádio da Luz, Campo Grande, praça Marquês de Pombal e alto do Parque Eduardo VII são os pontos seguintes antes de passagens pela sede da Federação Portuguesa de Futebol, Assembleia da República e, finalmente, a chegada ao Panteão Nacional, na Graça, previsivelmente pelas 19h00.

Dulce Pontes vai cantar "A Portuguesa" e o também antigo jogador de Benfica e da seleção portuguesa António Simões fará um elogio fúnebre. A presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, e o Presidente da República, Cavaco Silva, também vão discursar, seguindo-se duas canções interpretadas por Rui Veloso.

Cavaco Silva, Assunção Esteves e o primeiro-ministro, Passos Coelho, irão depois assinar o "termo de sepultura", por volta das 20h00, ouvindo-se novamente o hino nacional, executado pela banda da Guarda Nacional Republicana.

Na Assembleia da República vai estar patente a exposição "Portugal Eusébio", coorganizada pelo parlamento e o museu do Benfica Cosme Damião, entre 24 de junho e 31 de julho.

O projeto de resolução para conceder honras de Panteão Nacional a Eusébio da Silva Ferreira foi subscrito por todos os grupos parlamentares e aprovado por unanimidade, em 20 de fevereiro, cerca de um ano depois da sua morte.



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Quarta-feira, 06.05.15

 

 

Letra

 

Ela não entra no café sozinha
Tem um bloqueio um modo de ser
Ela tem um receio do que possam dizer
Que alguém lhe passou quando era menina
E como coisas boas nunca ninguém ensina
Ela cora por tudo e por nada

Conceição

Olhos nos olhos olhos no chão
Qualquer coisa a embaraça
Essa conceição
Não sei que lhe faça
E é uma pena que aquele corpo
É todo lume lenha de arder
Mesmo a pedir mão de mexer ...
O amor enviou-me, sou seu missionário
Vim mudar a tua sina
Arejar o teu coração
Guardado em naftalina

Conceição

 



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Segunda-feira, 06.04.15

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

 



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Segunda-feira, 28.07.14

Rui Veloso abre ciclo “Grandes Concertos do Casino Estoril”

O músico Rui Veloso abre hoje o ciclo “Grandes Concertos do Casino Estoril”, que se realiza todas as quintas-feiras até 11 de setembro. Rui Veloso atua acompanhado pelos músicos Alexandre Manaia e Berg, apresentando um alinhamento que inclui, entre outras, as canções “Porto Covo”, “Porto Sentido”, “Não Há Estrelas no Céu”, “O Prometido é Devido” e “Lado Lunar”, segundo a mesma fonte.

 

Os oito concertos previstos, sempre às 22h30, têm lugar no Lounge D do casino, e propõem “uma programação musical eclética” que tem como alvo “um público heterogéneo”, segundo a organização. “Alguns dos melhores intérpretes nacionais apresentam composições inéditas e revivem grandes êxitos”, acrescenta.

 

A Rui Veloso segue-se os Clã que tocam no dia 31 de julho seguindo-se Pedro Abrunhosa, no dia 7 de agosto, com o Comité Caviar, Miguel Gameiro no dia 14, Ana Moura, no dia 21, e a fechar o mês Paulo Gonzo, que atua no dia 28.

 

Tiago Bettencourt abre o mês de setembro, atuando no dia 4, e Richie Campbell encerra o ciclo no dia 11, apresentando o seu mais recente álbum, “Focused”, saído em dezembro passado.

 

Retirado do Sapo Música

 



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Quarta-feira, 30.04.14

 

Letra

 

 

Benvinda sejas
À grande casa solar
A este tempo finisecular
Hoje é o teu dia de estreia
Olha à volta tens a casa cheia
Há estrelas e rios na plateia

 

Tudo isto é teu
Aquém e além do horizonte
A brisa que afaga o amieiro
E a água na fonte
Benvinda sejas, maria
Benvinda sejas, maria

 

Por ti as águias velam
No cimo dos montes
E a lua rege
O orfeão das marés
À noite os poetas
Decifram os lunários
Para ver se conseguem
Descobrir quem és

 

Tudo isto é teu
A terra é tua serventia
Mas vais ter de lutar
Por ela e por ti em cada dia
Benvinda sejas, Maria
Benvinda sejas, Maria



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Domingo, 06.04.14

Rui Veloso no Rock in Rio-Lisboa com Lenine e Angelique Kidjo

Rui Veloso vai atuar no Palco Mundo com Angelique Kidjo e Lenine como convidados, no mesmo dia em que os Rolling Stones são cabeça de cartaz.

 

Nesta noite de festa do 10º aniversário do Rock in Rio-Lisboa, o Palco Mundo recebe uma atuação inédita em que Portugal, Brasil e África se unem através da música. Este concerto junta o Pai do Rock Português, Rui Veloso, o ritmo de Angelique e a modernidade da voz de Lenine.

 

Rui Veloso já atuou várias vezes no Rock in Rio, desde a 1ª edição em Lisboa, na qual tocou a solo e em dueto com Gilberto Gil, onde intrepertaram o tema “Imagine”. Rui também esteve presente nas edições de 2006 e 2012 do Rock in Rio-Lisboa. Nesta última, atuou com Erasmo Carlo no Palco Sunset. O artista português atuou também no Palco Sunset do Rock in Rio no Rio de Janeiro ao lado de Ed Motta, em 2011.

 

Depois de celebrar 30 anos de carreira na edição do Rock in Rio no Rio de Janeiro em 2013, o brasileiro Lenine, vem estrear-se na Cidade do Rock Lisboeta nesta edição dos 10 anos do Rock in Rio-Lisboa. O cantor, compositor, produtor e escritor brasileiro, já atuou por diversas vezes em Portugal, tendo conquistado o público português com a sua abordagem inovadora e criativa, que mistura sonoridades que vão do pop ao rock, samba e eletrónica. Com dez CD’s lançados, além de dois projetos especiais e inúmeras participações em álbuns de outros artistas, Lenine é considerado um dos maiores talentos da Música Popular Brasileira.

 

A cantora, compositora, actriz, dançarina e produtora, Angelique Kidjo, também sobe pela primeira vez ao Palco Mundo do Rock in Rio-Lisboa, depois de ter atuado no Palco Sunset no Rio de Janeiro em 2013. O seu novo álbum, “Eve”, foi muito bem recebido pela crítica internacional. O jornal The New York Times recentemente elogiou o talento, a originalidade e a forte ligação às raízes africanas que estão sempre presentes, nomeadamente, neste último trabalho, que “celebra o potencial e a força das mulheres no contexto africano”. Ao longo da sua carreira já editou dez álbuns e tem duetos com grandes nomes como Peter Gabriel, Joss Stone e John Legend. Em 2008, a artista ganhou o Grammy para "Melhor Álbum de World Music Contemporâneo".

 

 

 

Retirado do Sapo Música



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Domingo, 16.02.14

Rui Veloso actua em Macau nos quarenta anos do 25 de Abril

Rui Veloso será a atracção das comemorações em Macau dos 40 anos do 25 de Abril num espectáculo cuja organização pertence à Casa de Portugal e à Fundação Oriente
A fonte da Casa de Portugal terá ainda dito à agência Lusa que Rui Veloso actuará em Macau a 25 de Abril no grande auditório do centro cultural local, num espectáculo que integra um conjunto de actividades culturais organizadas pela Casa de Portugal que, no concerto do cantor português, se associa à Fundação Oriente.

Rui Veloso, de 56 anos, nascido em Lisboa, saltou para a ribalta da música em 1980 com o álbum "Ar de rock".A partir de então somam-se os êxitos, nomeadamente, "Chico Fininho", "Não há estrelas no céu", "Sei de uma camponesa", "Rapariguinha do shopping", "Porto Sentido", "A Paixão (segundo Nicolau da Viola)" e "Porto Covo".

Ao longo da carreira editou mais de uma dezena de álbuns de originais e gravados ao vivo.
retirado do Sapo Música


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Segunda-feira, 03.02.14

 

Letra

 

Quanto vale o teu sorriso 
Teu siso
Juízo da vida
Essa coisa escondida
Que me faz viajar 

Quanto vale o teu consolo
Teu colo
Descolo prà lua
Essa coisa só tua
Para me azucrinar

Quanto vale a tua voz
Todos nós
Somos sós de paixão
Até ver o clarão
O mistério do dia

Quanto vale o teu afecto
Directo
Alfabeto do ser
E depois sem querer
Ter o dom da alegria

Dá-me luta, dá-me alento
Qualquer coisa pra lembrar

Dá-me o braço, o antebraço
E se eu puder abusar
Desse teu olhar fatal
Dá-me a honra desta dança
Põe-me tonto
Estou em ponto
Quase pronto, por sinal
Porque sabes, afinal
Sou de confiança

Quanto vale a visita
Bonita
Interdita de azar
E tornar a voltar
Só por satisfação

Quanto vale o teu sorriso
Teu siso
Preciso de ver
Acho que vai valer
Todo o meu coração


João Monge / rui Veloso



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Quarta-feira, 29.01.14

Rui Veloso apresenta-se em formato trio nos Coliseus do Porto e Lisboa

Rui Veloso leva o seu mais recente espetáculo, em formato trio, ao Porto e a Lisboa em março.

 

O músico sobe ao palco do Coliseu do Porto no dia 28, atuando no Coliseu dos Recreios no dia seguinte.

 

Na companhia dos músicos Alexandre Manaia e Berg, Rui Veloso irá apresentar, “num formato intimista e de grande cumplicidade entre músicos e público, os seus grandes êxitos e outros temas que há muito não sobem ao palco”.

 

Os bilhetes, já à venda nos locais habituais, custam entre €20 e €40.

 

Retirado de Palco Principal



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Sexta-feira, 03.01.14

 

 

Letra

 

Enquanto a cidade inteira vai digerindo o seu jantar
E todas as ruas e praças se lavam com essência de luar
Enquanto as estátuas famosas bebem brandies e aveledas
E as tílias se entreolham meigamente nas alamedas

Vou guardando as margens
Velando os lírios do jardim

Enquanto a meia-noite encerra mais uma sessão
E o senso-comum ressona tranquilo e pesado no colchão
Enquanto a cidade inteira lava os dentes e faz toilete
E os taxistas recolhem as sombras que restam da noite

Vou guardando as margens
Velando os lírios do jardim

Enquanto a luz do promontório ensina a costa ao barqueiro
E arde o rum forte no zimbório e traz lucidez ao faroleiro
Vou pondo malha sobre malha com o labor dum tapeceiro
Palavra, acorde, som, a talha e a devoção dum mestre-oleiro

Vou guardando as margens
Velando os lírios do jardim

Enquanto a cidade inteira vai feliz na sua faina
E o sol boceja na ladeira ao som do martelo e da plaina
Saúdo a bruma e o orvalho e a luz do dia madrugado
Guardo as cartas no baralho meu sono é enfim chegado

Vou guardando as margens
Velando os lírios do jardim



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Quarta-feira, 18.12.13

 

Letra

 

Cresce a noite pelas ruas de Lisboa
E os meninos como eu foram dormir
Só eu fico com o sonho que já voa
Nesta estranha minha forma de sentir

 

Deixo o quarto com passinhos de menina
Num silêncio que respeita o mais sagrado
Quando o brilho dos meus olhos na cortina
Se deleitam ao ouvir cantar o fado

 

Meu amor, vai-te deitar, já é tarde
Diz meu pai sempre que vem perto de mim
Nesse misto de orgulho e de saudade
De quem sente um novo amor no meu jardim

 

E adormeço nos seus braços de guitarra
Doce embalo que renasce a cada dia
Esse sonho de cantar a madrugada
Que foi berço num tasco da Mouraria



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Domingo, 08.12.13

 

Letra

 

Gingando pela rua
Ao som do lou reed
Sempre na sua
Sempre cheio de speed
Segue o seu caminho

Com merda na algibeira
O chico fininho
O freak da cantareira

Chico fininho
Uuuuuuh uuuuuuh

Aos sss pela rua acima
Depois de mais um shoot nas retretes
Curtindo uma trip de heroína
Sapato bicudo e joanetes

A noite vem já e mal atina
Ele é o maior da cantareira
Patchuli borbulhas e brilhantina
Cólica escorbuto e caganeira

Chico fininho
Uuuuuuh uuuuuuh

Sempre a domar a cena
Fareja a judite em cada esquina
A vida só tem um problema
O ácido com muita estricnina

Da cantareira à baixa
Da baixa à cantareira
Conhece os flipados
Todos de gingeira

Chico fininho
Uuuuuuh uuuuuuh



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Letra

 

Sorriste-me junto ao rio
Quando de febre eu morria
entre delirio palustres
e suores me consumia
eu ardia em fogo lento
quando me deste agasalho
passaste em mim um unguento
muito mais fresco do que orvalho

Redimiste-me nativa
as penas do meu degredo
mantiveste a minha alma viva
por ti voltei a ser ledo
adorei deus em heresia
dei-lhe outra façe sagrada
e a nossa volta no chao
foi crescendo uma erva mestiçada

Deste-me conchas do mar
e um sorriso na boca
e eu nada tinha pra dar
que se comparasse em troca

Dei-te os ferros da razão
dei-te o valor do metal
plo castigo e o perdão
e a gramática do mal
dei-te a dor no cruxifixo
dei-te a cinza do prazer
se não fosse eu era outro
e antes eu do que um qualquer

Dei-te a minha lingua mãe
na tarde desse vagar
o meu bem mais precioso
que eu tinha pra te dar

E esse meu falar antigo
de branco fez-se mulato
um dialecto criolo
um viço novo no mato



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Sexta-feira, 20.09.13

 

Letra

 

Sem plano B, escolhi música para a vida,
Foi como chegar a uma rua sem saída.
A crescer a cada experiência vivida, 
Agarro cada chance que me é concedida!
Fui uma semente, hoje em dia estou na corrida. 
Como arma uso a força da batida. 
Contra a preguiça sou o número 1 da fila, 
Porque Arte é fazer e saber dizer SIGA!
Este ofício não se aprende nos livros,
aprendes em noites que abdicas de copos com os teus amigos.
Como na descontra, no tema "não te estiques",
Vais ter tempo para estar na montra,
primeiro encontra os caminhos... certos!
Não é fácil e directo, não é só saberes rimar,
e achares que és o mais esperto. 
Vai com calma, o futuro é sempre incerto,
se queres crescer aqui mantém-te humilde e atento! 


REFRÃO

Nunca soube o caminho certo a seguir,
Fui escolhido, não dá para fugir.
Não, não dá, não dá para fugir.
Podes dizer o que eu quero ser.
Nunca soube o caminho certo a seguir,
Fui escolhido, não dá para fugir.
Não, não dá, não dá para fugir.
Onde eu estiver…. 


Sente o groove da batida o que manda é a pulsação,
Está na hora de haver preocupação,
Cada vez manda mais a produção,
Achas que sabes tudo mas eu digo-te que não sabes,
Estás a aprender todos os dias.
Para seres genuíno tens de ser humano, aqui não há invencíveis!
Mas há níveis diferentes,
os que fazem por amor e os que vivem dormentes.
Com mentes vazias ou cheias de nada,
Quanto mais querias, maior foi a chapada.
Enquanto te rias era esta obra criada,
agora rio me eu da tua cara
parva, turva, debaixo de água, 
depois de tanta chuva a qualidade ainda é fraca!
Vem com as tuas medidas e o teu mundo quadrado,
Para mim só vale a música e eu estou preparado!! 


REFRÃO

Nunca soube o caminho certo a seguir,
Fui escolhido, não dá para fugir.
Não, não dá, não dá para fugir.
Podes dizer o que eu quero ser.
Nunca soube o caminho certo a seguir,
Fui escolhido, não dá para fugir.
Não, não dá, não dá para fugir.
Onde eu estiver….



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Quarta-feira, 07.08.13

 

Letra

 

Não queiras gostar de mim 
Sem que eu te peça 
Nem me dês nada que ao fim 
Eu não mereça 
Vê se me deitas depois 
Culpas no rosto 
Isto é sincero 
Por que não quero dar-te um desgosto 

De quem eu gosto 
Nem às paredes confesso 
E até aposto 
Que não gosto de ninguém 
Podes sorrir, podes mentir, podes chorar também 
De quem eu gosto 
Nem às paredes confesso 

Quem sabe se te esqueci 
Ou se te quero 
Quem sabe até se é por ti
Por quem eu espero 
Se gosto ou não afinal 
Isso é comigo 
Mesmo que penses que me convences 
Nada te digo




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Quinta-feira, 25.07.13

 

Letra

 

Quem vem e atravessa o rio
Junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende até ao mar

Quem te vê ao vir da ponte
és cascata são-joanina
erigida sobre um monte
no meio da neblina.

Por ruelas e calçadas
da Ribeira até à Foz
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.

E esse teu ar grave e sério
num rosto de cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria

[refrão]
Ver-te assim abandonado
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento

E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa

[refrão]




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Segunda-feira, 03.06.13

«A Bela de Moscovo» ao som do hino soviético com letra de Rui Veloso

No teatro tudo pode acontecer e, em Moscovo, uma prostituta soviética vê-se mergulhada num mundo cruel enquanto sonha viver num país longínquo onde se canta em português, com música de Rui Veloso.


A peça de teatro "A Bela de Moscovo", levada atualmente ao palco pelo Centro Teatral Gogol, de Moscovo, inclui temas como “A Paixão”, de Rui Veloso e Carlos Tê, traduzidos para russo, num trabalho feito por Rinat Valiulin, a pedido da realizadora da peça, Jenia Berkovitch.

 

O tradutor frisou que tinha trabalhado ‘às cegas’, sem saber a intenção da realizadora: "Não sei porque é que ela escolheu a língua portuguesa para as canções". Mas a realizadora tem uma explicação. "As canções têm letra portuguesa, porque se trata de uma língua desconhecida, de um país longínquo e inacessível, como qualquer outro e como era tudo para quem morava, então, neste país dos sovietes, por trás da cortina de ferro", explicou Jenia Berkovitch.

 

A peça baseia-se na obra homónima do conhecido escritor soviético e russo Victor Ierofeev, escrita no início dos anos 80 do século XX, mas só publicada 10 anos depois, devido à resistência da censura comunista. O romance foi depois traduzido para várias línguas, tendo sido publicado em Portugal pela editora Gradiva.

 

A personagem principal, Irina Tarakanova, é uma jovem provinciana que vai para Moscovo para conquistar um lugar, mas vê-se mergulhada no mundo cruel e implacável da prostituição. Durante o decorrer da história, a personagem lança sobre os espetadores uma enxurrada de revelações, numa linguagem dura e inaceitável num país onde se dizia que "o sexo não existe".

 

Irina, papel interpretado pela jovem atriz russa Ekaterina Steblina, divide-se entre o sonho de uma vida de luxo, o desejo de amar e a vontade de salvar a Rússia.

 

O clássico escritor russo Fiodor Dostoevski defendia que "a beleza salvará o mundo", mas a heroína de Ierofeev mostra que não é assim, mesmo considerando-se uma nova Joana d'Arc.

 

Desesperada, Irina refugia-se num mundo irreal, onde interpreta conhecidas canções soviéticas, mas com letra em português: "Três dias felizes", "Lavanda", "Corre o Rio Volga".

 

A única forma de superar o desespero e a loucura é a morte: "Eu, Irina Vladimirovna Tarakanova, também Joana d'Arc, Virgem de Orleães, em parte Maria do Egito, russa, grávida, sem partido... aceito casar-me com o meu noivo querido, Leonardo da Vinci, antigo pintor italiano, atualmente um corpo anónimo e inquieto. O casamento realiza-se no meu apartamento".

 

O espetáculo termina com Irina Tarakanova a interpretar o hino nacional soviético, no qual o texto é substituído pela letra da conhecida canção de Rui Veloso "A Paixão (segundo Nicolau Viola)".

 

Por estranho que pareça, a letra transmite, na cena final, todo o horror da protagonista, forçada pelo regime e pelas circunstâncias a perder o seu bebé (uma filha?) e a sua própria vida, incapaz de mudar nada nela: "Tu eras aquela que eu mais queria (…), mas esse teu mundo era mais forte do que eu...".

 

Retirado do Sapo Música



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Segunda-feira, 06.05.13

Awolnation, Rui Veloso e Buraka Som Sistema nas Festas da Praia 2013, na Terceira

A banda norte-americana Awolnation é cabeça de cartaz das Festas da Praia 2013, que decorrem em agosto na ilha Terceira, nos Açores.


O cartaz musical, apresentado hoje, em conferência de imprensa, na Praia da Vitória, conta ainda com o músico portuense Rui Veloso e com as bandas nacionais Buraka Som Sistema, Kussondulola, Mundo Secreto, Ar de Rock e Tara Perdida.

 

O recinto principal das Festas da Praia abre com uma noite dedicada ao rap, com atuações de oito músicos regionais, marcando também presença a banda RAM, da ilha Terceira.

 

Segundo o presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, Roberto Monteiro, a comparticipação da autarquia nas festas do concelho representa “o maior investimento público na dinamização económica local”. O autarca garantiu, ainda assim, que o orçamento é cumprido com “rigor”, porque “não há hipótese de haver derrapagens”.

 

Roberto Monteiro defendeu que as Festas da Praia são muito “atrativas” para os jovens do arquipélago, salientando, no entanto, que tem aumentado o número de famílias açorianas que optam por passar férias na Praia da Vitória nessa altura do ano, por falta de rendimentos para sair da região.

 

O autarca frisou que o número de famílias que viajou de barco com destino à Praia da Vitória nos dias das festas “duplicou” entre 2010 e 2012, citando números da transportadora marítima Atlânticoline.

 

As Festas da Praia são organizadas, este ano, pela primeira vez, pela Cooperativa Praia Cultural, liderada pela vereador da autarqia Paulo Codorniz, em colaboração com um grupo de voluntários.

 

O orçamento ronda os 650 mil euros, sem contar com a tauromaquia, sendo que a comparticipação da autarquia é de 250 mil euros.

 

O orçamento dos espetáculos pagos representa “a maior fatia” da despesa total, correspondendo a 335 mil euros. No entanto, é também a maior fonte de receita, estimando a organização angariar entre 220 e 230 mil euros.

 

O preço dos ingressos mantém-se igual ao do ano passado, com os passes semanais a 35 euros, os bilhetes diários a 15 e as entradas só a tempo da atuação dos DJ a 10.

 

Em 2012, foram vendidas cerca de 10 mil pulseiras semanais, duas mil diárias e entre duas a três mil para DJs.

 

A par dos espetáculos, as Festas da Praia contam ainda com touradas, cortejos e gastronomia, entre outras atividades.

 

Retirado do Sapo Música



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Domingo, 17.02.13

Rui Veloso junta-se a 30 Seconds to Mars no último dia do Festival Marés Vivas 2013

Rui Veloso é a mais recente confirmação no cartaz do festival Marés Vivas 2013.

 

O músico português, escolhido para apadrinhar esta edição do evento, passa pelo certame a 20 de julho, no mesmo dia em que atuam os anteriormente confirmados 30 Seconds to Mars.

 

Para os dias anteriores, está já confirmada a presença dos Smashing Pumpkins, Bush e James Morrison.

 

O Festival Marés Vivas 2013 regressa ao Cabedelo, em Vila Nova de Gaia, nos dias 18, 19 e 20 de julho. Os bilhetes para o certame custam, até dia 14 de fevereiro, entre €30 (ingresso diário) e €50 (passe três dias). A partir de dia 15 de fevereiro, os passes gerais passam a custar €60.

 

Sara Novais

 

Retirado de Sapo Música



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Segunda-feira, 24.12.12

 

letra

 

Três estrelas de alumínio
A luzir num céu de querosene
Um bêbedo julgando-se césar
Faz um discurso solene

Sombras chinesas nas ruas
Esmeram-se aranhas nas teias
Impacientam-se gazuas
Corre o cavalo nas veias

Há uma luz branca na barraca
Lá dentro uma sagrada família
À porta um velho pneu com terra
Onde cresce uma buganvília

É o presépio de lata
Jingle bells, jingle bells,

Oiçam um choro de criança
Será branca negra ou mulata
Toquem as trompas da esperança
E assentem bem qual a data

A lua leva a boa nova
Aos arrabaldes mais distantes
Avisa os pastores sem tecto
Tristes reis magos errantes
E vem um sol de chapa fina
Subindo a anunciar o dia
Dois anjinhos de cartolina
Vão cantando aleluia

É o presépio de lata
Jingle bells, jingle bells,

Nasceu enfim o menino
Foi posto aqui à falsa fé
A mãe deixou-o sozinho
E o pai não se sabe quem é

É o presépio de lata
Jingle bells, jingle bells



publicado por olhar para o mundo às 08:35 | link do post | comentar

Domingo, 16.12.12

 

 

letra

 

Vou pegar em mim, pôr-me a andar daqui, 
Faço mala e não me vês
Não queres ouvir, não quero falar, tudo o que eu digo é chinês
Foi tudo tão bom, tudo cor de rosa, beijei o chão que pisaste
Leva o coração, meu que já foi teu, o mesmo que despedaçaste

A guitarra vem, para me confortar, o seu toque é meu conselheiro
Dizes vais esquecer mas garanto eu; 
Esqueces tu mas eu vou primeiro
Vou subir à lua, deixar-me lá caladinho a ouvir as estrelas
Sei que cá em baixo há lágrimas mas não vou estar para vê-las

Ai ai ai, ai, ai, ai
Ela deixou-me e eu não sei o que fazer
Ai ai ai, ai, ai, ai
Ela deixou-me e eu assim não sei viver

Vais pedir perdão, 
Vou dizer que não mesmo que lá longe eu te queira
Ninguém vai saber, vou-me confessar à lua minha companheira
Sou quase alguém, sempre quase bem, 
Incompleto não vou mentir

Faltas tu em mim, erro é meu e teu, quem nos vai corrigir?
Vou pedir perdão, vou fugir daqui, dar o coração para adopção
Vou cantar para mim, 
Vou dançar sozinho essas músicas de solidão
Tudo vai passar, vou-me libertar, vou pensar em ti e sorrir
Vou ser como tu, vou olhar em frente, fazer a mala e partir

Ai ai ai, ai, ai, ai
Ela deixou-me e eu não sei o que fazer
Ai ai ai, ai, ai, ai
Ela deixou-me e eu assim não sei viver




publicado por olhar para o mundo às 08:24 | link do post | comentar

Sábado, 15.12.12

 

 

letra

 

Não encontrei a letra desta música



publicado por olhar para o mundo às 08:32 | link do post | comentar

Quarta-feira, 12.12.12

 

 

letra

 

Na cidade dormitório
Onde o sol se põe cinzento
E o bel-canto da cigarra
Jaz mudo sob o cinzento

Quando a noite cai sombria
Com seus ténues lampadários
Luzindo na simetria
Dos novos bairros operários

O meu coração vadia como um lobo solitário
Na tristeza de um subúrbio

Pinto apelos em murais
Esfumo a noite em olheiras
Deslizo na hora do lobo
Sigo o rastro das padeiras

Afio as minhas armas brancas
Nas esquinas de metal
Cravo-as bem fundo nas ancas
Da cintura industrial

O meu coração vadia como um lobo solitário
Na tristeza de um subúrbio

Silva a hora do comboio
Treme na erva o orvalho
Corações da outra banda
Apressam-se para o trabalho

Com olhos mal acordados
Brilho vestido ao contrário
Como peixes alucinados
Às voltas no seu aquário

O meu coração vadia como um lobo solitário
Na tristeza de um subúrbio




publicado por olhar para o mundo às 10:20 | link do post | comentar


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