Segunda-feira, 07.08.17

 

Letra

 

Num repente de emoção
Disparou meu coração
Vi que o teu recado era para mim
É de ti que eu gosto
Não falto ao teu rendez-vous
Seis da tarde, banco de jardim
Pus-me logo a sonhar
Corei só de imaginar
Nós os dois no banco de jardim
Decorei o que dizer
Vesti roupa a condizer
Roubei flores do jardim
A solidão num instante foi a breve ilusão de um amor
Como se esse amor de repente fosse também um bem ao meu dispor
Quantos destinos de cruzam assim
Quantos romances se acendem assim
Ao cair da tarde num banco de jardim
A lua subiu de tom e anoiteceu
Ela nem apareceu
Mais um sonho se desfaz assim
Desfiz a minha ilusão
E gravei um coração
A canivete no banco de jardim
A solidão de repente era a minha canção de langor
Como se o amor, novamente, fosse um estranho, um desertor
Quantos destinos se cruzam assim
Quantos romances chegam ao fim
Ao cair de um sonho num banco de jardim

 



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Letra

 

Em dia de romaria
Desfila o meu vilarejo
Ainda o galo canta o dia 
Já vai na rua o cortejo

O meu pai já está de saída
Vai juntar-se aquele povo 
Tem velhas contas com a vida
A saldar com vinho novo

Por mais duro o serviço
Que a terra peça da gente
Eu não sei por que feitiço
Temos sempre novo alento

A minha mãe, acompanhada
De promessas por pagar
Vai voltar de alma lavada 
E joelhos a sangrar

A minha irmã quis ir sozinha
Saiu mais cedo de casa
Vai voltar de manhãzinha
Com o coração em brasa

Por mais duro o serviço
Que a terra peça da gente
Eu não sei por que feitiço
Temos sempre novo alento

A noite desce o seu pano
No alto deste valado
O sagrado e o profano
Vão dançando lado a lado

Não sou de grandes folias
Não encontrei alma gémea
Há-de haver mais romarias
Das festas de Santa de Eufémia

 

Música do projecto Os da Cidade (Miguel Araújo Jorge, António Zambujo, João Salcedo e Ricardo Cruz), escrita por Miguel Araújo Jorge e editada no disco "Crônicas da Cidade Grande"

 



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Domingo, 06.08.17

 

Letra

 

Aviões no céu a mil
Banda larga em arganil
Argonautas, foguetões
Fogos factuos e neutrões
Nitro super combustão
Consta em santa comba dão
Dão-se destas situações
Milagres, aparições
Dava-se outro caso assim
E tu gostavas de mim

Pode um rebento em Belém
Ser filho mas só da mãe
Multiplicação do pão
O Boavista campeão
Automóveis sem motor
Motociclos a vapor
Se não tem divina mão
E acontece tudo em vão
Dava-se outro acaso assim
E tu gostavas de mim

Lei e ordem no Brasil
Ciberespaço em contumil
Cães em naves espaciais
Microchips em cães normais
Microsondas em Plutão
Dentro da televisão
Situações paranormais
Para nós mais que banais
Não era pedir de mais
E tu gostavas de mim

 

Música e letra de Miguel Araújo com arranjo de João Martins, Mané Fernandes e Nuno Oliveira, mistura e edição áudio Bruno Pereira e João Martins, edição de vídeo e montagem Paulo Bico e João Martins.
Gravado ao vivo no dia 14 de Maio de 2016 no Cine Teatro Alba (Albergaria-a-Velha)

 



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Letra

 

You can dance
You can jive
Having the time of your life
See that girl
Watch that scene
Digging the Dancing Queen

Friday night and the lights are low
Looking out for a place to go
Where they play the right music
Getting in the swing
You come to look for a King

Anybody could be that guy
Night is young and the music's high
With a bit of rock music
Everything is fine
You're in the mood for a dance
And when you get the chance
You are the Dancing Queen
Young and sweet, only seventeen
Dancing Queen
Feel the beat from the tambourine, oh yeah!

You can dance
You can jive
Having the time of your life
See that girl
Watch that scene
Dig in the Dancing Queen

You're a teaser, you turn them on
Leave them burning and then you're gone
Looking out for another, anyone will do
You're in the mood for a dance
And when you get the chance
You are the Dancing Queen
Young and sweet, only seventeen
Dancing Queen
Feel the beat from the tambourine Oh Yeah!

You can dance
You can jive
Having the time of your life
See that girl
Watch that scene
Dig in the Dancing Queen
Dig in the Dancing Queen

 

Original dos ABBA

 



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Quarta-feira, 21.06.17

 

 

Letra

 

94
Misto de etanol
Thc, rock and roll

447
Código secreto
MTV, headbanger's ball

Como Panurgo
Quando avança um
O batalhão vai atrás

Cá pelo burgo
All Dressed in gloom
A mole humana bole a todo o gás

Esconde a rosa
Dentro do coldre
O Axl Rose caiu ao chão

Cai o mito
Último grito
Estatelou-se a minha geração

No Polivalente
Paira o perfume
A erva e Vert Sauvage

Para ser diferente
Há que ser mais um
Listen all of y'all it's sabotage

Os paralelos
Conhecem as solas
Destas Doc Martens de cor

Do Acácio Lello
Já só resta o pó
Que é do Angel Dust dos Faith no More?

Esconde a rosa
Dentro do coldre
O Axl Rose caiu ao chão

Cai o mito
Último grito
Estatelou-se a minha geração

Num suspiro
Ouviu-se um tiro
Quem encurralou o Kurt Cobain?

Deu-me uma traça
Dá-me uma passa
Let me take you down memory lane

 

Letra e música: Miguel Araújo

 



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Quinta-feira, 06.04.17

miguel araujo.jpg

 

 
SEX 07 ABR 21H30

MÚSICA

MIGUEL ARAÚJO

+VIA
 

 

 

AUDITÓRIO |1ª Plateia 20€ | 2ª Plateia 15€ | Balcão 12€


MÚSICA | 90 MIN | M/6


Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração da música portuguesa. Cantor, músico e compositor, deu-se a conhecer nOs Azeitonas, a banda portuense que aos poucos se foi afirmando como um dos mais interessantes fenómenos de culto do panorama nacional. Em Maio de 2012 estreou-se a solo com "Cinco dias e Meio" este álbum foi considerado um dos 10 melhores do ano e Capitão Fantástico foi eleita uma das melhores músicas do ano pela revista Blitz.

O sucessor de "Cinco Dias e Meio", "Crónicas da Cidade Grande", foi lançado em Abril de 2014 e entrou diretamente para o número 1 do top de discos do Itunes e para o top 3 de vendas. Balada Astral, o primeiro single, foi nomeado na categoria de melhor música nos Globos de Ouro.

Tanto "Cinco Dias e Meio" como "Crónicas da Cidade Grande" atingiram a marca de Disco de Ouro, e a edição limitada e numerada de Cidade Grande ao Vivo esgotou. Atualmente, Miguel Araújo encontra-se a trabalhar no sucessor de Crónicas da Cidade Grande.


A primeira parte deste concerto é assegurado por VIA

Nasceu no Porto e chama-se Elvira Brito e Faro, mas todos a tratam por Via. Autodidata na guitarra e no ukelele. Em 2014 e no ano seguinte inicia o seu projeto musical, VIA, numa formação com mais 3 elementos. Ao concorrer ao EDP Live Bands, entre mais de 300 bandas, conseguem chegar à final.
Estava dado o pontapé de saída para o percurso de um projeto que promete dar que falar na música portuguesa, encontra-se a trabalhar em novos temas, que serão incluídos no seu primeiro álbum, a ser lançado no final de 2017. O single de avanço sairá brevemente.


 



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Sexta-feira, 11.11.16

 

Letra

 

"Acalanto"

Letra e música: Miguel Araújo

Se o mundo é bambo,
Rotundo e rombo
Dum escombro, eu rambo hei de voltar

Se a noite insiste
Eterna e triste
Lanterna em riste, hei de voltar

Se o mundo é bala de canhão
Que alguém disparou para o céu
Eu afugento o bicho mau
Enquanto invento algum sentido meu
E digo ao mundo que o mundo é teu

Se um pé te pisa
E passa a perna
E pesam penas por passar

Se o mundo é torto
Incerto e tonto
À hora em ponto hei de voltar

Se o mundo é bola-de-cotão
Que anda aos trambolhões no céu
Eu afugento o bicho-mau
Enquanto invento algum sentido meu
E digo ao mundo que o mundo é teu

 



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Domingo, 02.10.16

 

Letra

 

Eu quero ir p’ra cidade

Já que o campo me aborrece

Que eu lá na cidade tenho

Quem penas por mim padece

Fui colher uma romã

Estava madura no ramo

Fui encontrar no jardim

Aquela mulher que eu amo

Aquela mulher que eu amo

Dê-lhe um aperto de mão

Estava madura no ramo

E o ramo caiu ao chão

 

Tradicional Alentejana

 



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Sábado, 20.08.16

 

Letra

 

_ Canção de embalar ___
Letra / música: Zeca Afonso

Dorme meu menino a estrela d'alva
Já a procurei e não a vi
Se ela não vier de madrugada
Outra que eu souber será p'ra ti

Outra que eu souber na noite escura
Sobre o teu sorriso de encantar
Ouvirás cantando nas alturas
Trovas e cantigas de embalar

Trovas e cantigas muito belas
Afina a garganta meu cantor
Quando a luz se apaga nas janelas
Perde a estrela d'alva o seu fulgor

Perde a estrela d'alva pequenina
Se outra não vier para a render
Dorme qu'inda a noite é uma menina
Deixa-a vir também adormecer

 



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Sexta-feira, 19.08.16

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Secam as camisas
Do bom cidadão
Os letreiros gritam
Toda a informação

Cantam as buzinas
Canções de acordar
Anjos e vampiros
Já se vão deitar

Dobram os sinos por quem já lá vai
Brincam meninos ao colo do pai
Quem cai, quem cai?
No canto do pregão, quem cai?

 



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Quinta-feira, 18.08.16

 

Letra

 

Salomão é feliz
Conta as migalhas do chão
Que um pombo não quis
Junto ao adro da matriz
Só lamenta a ingratidão

Salomão não quer saber
Dos assuntos nacionais
Sem desmerecer
Não discute com pardais
Só lamenta a confusão

Salomão... Tem tempo a perder
E muito para esquecer
E o tempo não passa
E as migalhas do pão
Do chão não passam

Tem um olho sempre a piscar
E saudades da mulher
Diz que volta e meia
Faz-lhe falta o ultramar
E conta os pombos que ali estão

Salomão é feliz
É o joelho que lhe diz
Que o tempo vai mudar
Da mulher e do ultramar
Só lamenta a cicatriz

Salomão... Tem tempo a perder
E muito para esquecer
E o tempo não passa
E as migalhas do pão
Do chão não passam

Tem tempo a perder
E muito para esquecer
E o tempo não passa
E as migalhas do pão
Do chão não passam

 



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Letra

 

Quem vem e atravessa o rio
Junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende ate ao mar

Quem te vê ao vir da ponte
és cascata, são-joanina
dirigida sobre um monte
no meio da neblina.

Por ruelas e calçadas
da Ribeira até à Foz
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.

E esse teu ar grave e sério
dum rosto e cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria

[refrão]
Ver-te assim abandonada
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento

E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa

 



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Quarta-feira, 17.08.16

 

Letra

Like A Rolling Stone
Once upon a time you dressed so fine
You threw the bums a dime in your prime, didn't you?
People'd call, say
"Beware doll, you're bound to fall"
You thought they were all kiddin' you
You used to laugh about
Everybody that was hangin' out
Now you don't talk so loud
Now you don't seem so proud
About having to be scrounging for your next meal

How does it feel
How does it feel
To be without a home
Like a complete unknown
Like a rolling stone?

You've gone to the finest school all right, Miss Lonely
But you know you only used to get juiced in it
And nobody has ever taught you how to live on the street
And now you find out you're gonna have to get used to it
You said you'd never compromise
With the mystery tramp, but now you realize
He's not selling any alibis
As you stare into the vacuum of his eyes
And ask him do you want to make a deal?

How does it feel
How does it feel
To be on your own
With no direction home
Like a complete unknown
Like a rolling stone?

You never turned around
to see the frowns on the jugglers and the clowns
When they all did tricks for you
You never understood that it ain't no good
You shouldn't let other people
get your kicks for you
You used to ride on the chrome horse
with your diplomat
Who carried on his shoulder a Siamese cat
Ain't it hard when you discover that
He really wasn't where it's at
After he took from you everything he could steal

How does it feel
How does it feel
To be on your own
With no direction home
Like a complete unknown
Like a rolling stone?

Princess on the steeple and all the pretty people
They're drinkin', thinkin' that they got it made
Exchanging all kinds of precious gifts and things
But you'd better lift your diamond ring
you'd better pawn it babe
You used to be so amused
At Napoleon in rags
and the language that he used
Go to him now, he calls you, you can't refuse
When you got nothing, you got nothing to lose
You're invisible now
you got no secrets to conceal

How does it feel
How does it feel
To be on your own
With no direction home
Like a complete unknown
Like a rolling stone?
 

 



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Sexta-feira, 22.07.16

zambujo.png

 

 

António Zambujo e Miguel Araújo atuam em Beja no Pax Julia nos dias 27 e 28 de outubro

 

Depois dos Coliseus de Lisboa e Porto, onde atingiu o histórico número de 28 espetáculos num só ano, Beja recebe no Pax Julia este grande espetáculo

 

António Zambujo e Miguel Araújo atuam nos dias 27 e 28 de outubro no auditório do Teatro Municipal Pax Julia, em Beja.

 

Os bilhetes estão à venda online e na bilheteira do Teatro Municipal Pax Julia, de 2ª a 6ª das 14h00 às 18h30 por 20€ na 1ª plateia, 15€ na 2ª plateia e 10€ no balcão.

 

Uma co-produção da Câmara Municipal de Beja, Sons em Trânsito, CerciBeja, Centro de Paralisia Cerebral de Beja, Bombeiros Voluntários de Beja e Rádio Voz da Planície.

 

Um momento histórico a não perder.

 



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Quarta-feira, 29.06.16

 

Letra

 

The man who only live for making money
Lives a life that isn't necessarily sunny,
Likewise the man who works for fame,
There's no guarantee that time won't erase his name
The fact is
The only work that really brings enjoyment
Is the kind that is for girl and boy meant.
Fall in love, you won't regret it.
That's the best work of all, if you can get it.
Holding hands at midnight
'Neath a starry sky

Oh that is nice work if you can get it.
And you can get it, if you try.
Strolling with the one girl
Sighing sigh after sigh,
Oh nice work if you can get it.
And you can get it, if you try.

Just imagine someone
Waiting at the cottage door.
Where two hearts become one,
Who could ask for anything more?

Loving one who loves you,
And then taking that vow,
Nice work if you can get it,
And if you get it

Won't you tell me how?

And you can get it, if you try. [Repeat: x4]

Holding hands at midnight
'Neath a starry sky,
Nice work if you can get it
And you can get it, if you try.
Strolling with the one girl
Sighing sigh after sigh,
Nice work if you can get it
And you can get it, if you try
Who could ask for anything more?

 



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Terça-feira, 14.06.16

 

Letra

 

Aviões no céu a mil
Banda larga em arganil
Argonautas, foguetões
Fogos factuos e neutrões
Nitro super combustão
Consta em santa comba dão
Dão-se destas situações
Milagres, aparições
Dava-se outro caso assim
E tu gostavas de mim

Pode um rebento em Belém
Ser filho mas só da mãe
Multiplicação do pão
O Boavista campeão
Automóveis sem motor
Motociclos a vapor
Se não tem divina mão
E acontece tudo em vão
Dava-se outro acaso assim
E tu gostavas de mim

Lei e ordem no Brasil
Ciberespaço em contumil
Cães em naves espaciais
Microchips em cães normais
Microsondas em Plutão
Dentro da televisão
Situações paranormais
Para nós mais que banais
Não era pedir de mais
E tu gostavas de mim

 



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Quinta-feira, 05.05.16

Cartaz oficial.jpg

 

 

CONCERTO ANUAL DE JAZZ DO CMJ

TERÁ LUGAR NO CINETEATRO ALBA CONCERTO JAZZ’ART COM O COMPOSITOR E INTÉRPRETE MIGUEL ARAÚJO

 

Alunos do Curso Profissional de Instrumentista de Jazz do CMJ sobem ao palco do Cineteatro Alba com o compositor e intérprete Miguel Araújo, no dia 14 de maio, às 21h30. A não perder!

 

“Jazz’Art com Miguel Araújo” é o título do Concerto Anual de Jazz do Conservatório de Música da Jobra (CMJ) que reúne em palco os alunos do Curso Profissional de Instrumentista de Jazz e o compositor e intérprete Miguel Araújo. Esta é a segunda edição do concerto e terá lugar no dia 14 de maio, às 21h30, no Cineteatro Alba.

 

“Este concerto pretende acolher uma variedade de estilos musicais cada vez mais inclusiva das músicas do Mundo. Numa lógica de aproximação ao mercado profissional, os jovens alunos vão partilhar o palco com um grande compositor e intérprete da música portuguesa: Miguel Araújo” conta o Coordenador de Curso, Carlos Mendes.


MIGUEL ARAÚJO


Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração. É hoje considerado um dos grandes nomes da música portuguesa, destacando-se como compositor, letrista, cantor e músico, sendo bem-sucedido em cada uma destas vertentes que compõem a sua multifacetada e eclética carreira.


São já muitas as canções da sua autoria, cantadas por si e por outros (Os Azeitonas, dos quais faz parte, António Zambujo, Ana Moura, Carminho) que fazem parte do espólio das grandes canções populares portuguesas deste século.


Como escreveu o Expresso em 2012, “é notório que Miguel Araújo se tornou um dos melhores fabricantes de canções que o país viu surgir este século”. Dois álbuns editados a solo: “Cinco Dias e Meio” (EMI, 2012) e “Crónicas da Cidade Grande” (Warner Music, 2014)



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Quarta-feira, 06.04.16

 

Letra

 

No rancho fundo
Bem pra lá do fim do mundo
Onde a dor e a saudade
Contam coisas da cidade...
No rancho fundo
De olhar triste e profundo
Um moreno canta as "mágoas"
Tendo os olhos rasos d'água

Pobre moreno
Que de noite no sereno
Espera a lua no terreiro
Tendo um cigarro por companheiro
Sem um aceno
Ele pega na viola
E a lua por esmola
Vem pro quintal desse moreno

No rancho fundo
Bem pra lá do fim do mundo
Nunca mais houve alegria
Nem de noite nem de dia

Os arvoredos
Já não contam mais segredos
E a última palmeira
Já morreu na cordilheira

Os passarinhos
Hibernaram-se nos ninhos
De tão triste esta tristeza
Enche de trevas a natureza

Tudo porque
Só por causa do moreno
Que era grande, hoje é pequeno
Para uma casa de sapê
Se Deus soubesse
Da tristeza lá da serra
Mandaria lá pra cima
Todo o amor que há na terra

Porque o moreno
Vive louco de saudade
Só por causa do veneno
Das mulheres da cidade

Ele que era
O cantor da primavera
E que fez do rancho fundo
O céu maior que tem no mundo

Se uma flor desabrocha
E o sol queima
A montanha vai gelando
Lembra o cheiro da morena

 



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Terça-feira, 12.01.16

miguelaraújo.jpg

 

AMAC, 12 fevereiro

 

Concerto de Miguel Araújo

 

O Auditório Municipal Augusto Cabrita recebe, no dia 12 fevereiro, pelas 21h30, o Concerto de Miguel Araújo.

 

Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração. É hoje considerado um dos grandes nomes da música portuguesa, destacando-se como compositor, letrista, cantor e músico, sendo bem sucedido em cada uma destas vertentes que compõem a sua multifacetada e eclética carreira. São já muitas as canções da sua autoria, cantadas por si e por outros (Os Azeitonas, dos quais faz parte, António Zambujo, Ana Moura, Carminho) que fazem parte do espólio das grandes canções populares portuguesas deste século. Como escreveu o Expresso em 2012, “é notório que Miguel Araújo se tornou um dos melhores fabricantes de canções que o país viu surgir este século”.

 

Tem dois álbuns editados a solo - “Cinco Dias e Meio” (EMI, 2012) e “Crónicas da Cidade Grande” (Warner Music, 2014) – e várias nomeações - Prémios Sociedade Portuguesa de Autores 2102 (melhor canção do ano para “Os Maridos das Outras”); Gala “Melhores do Ano da RTP”; Globos de Ouro 2013 (melhor canção e melhor intérprete individual; Prémios LUX 2012 (“Personalidade Masculina do Ano); Globos de Ouro 2014 (como membro d’Os Azeitonas e autor da canção “Ray-dee-oh”, nomeados para “Melhor Banda” e “Melhor Canção do Ano”); “Cinco Dias e Meio” foi considerado um dos álbuns do ano pela redação da revista Blitz e “Crónicas da Cidade Grande” foi considerado o melhor álbum português no semestre, em junho de 2014, pelos leitores da revista Blitz.

 

Faixa Etária – M/6

Duração  – aprox. 60 min.

Ingressos: Plateia: 12,50€ | Frisas: 10,00€

Bilhetes à venda no AMAC e Posto de Turismo.

CMB 2016-01-11



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Sexta-feira, 31.07.15

zambujoemiguelaraujo.jpg


ANTÓNIO ZAMBUJO

ANTÓNIO ZAMBUJO & MIGUEL ARAÚJO AO VIVO NOS COLISEUS



António Zambujo e Miguel Araújo já esgotaram Coliseus em nome próprio e é bem conhecida a cumplicidade entre os dois, dentro e fora do palco, e com todas as colaborações que têm feito ao longo das suas carreiras.
 
Os Coliseus de Lisboa e do Porto recebem, em Fevereiro, dois concertos únicos em que, apenas com voz e guitarra, os dois artistas vão partilhar com o público canções do seu trabalho, algumas das quais compostas e escritas em conjunto, intercaladas com momentos de conversa. 
Duas noites irrepetíveis e que prometem ficar na memória de todos os que a elas assistirem.
 
 
"Está tudo a falar do Iker Casillas e da Sara Carbonero, e ainda ninguém percebeu que o casal do ano são estes dois.
O Miguel Araújo e o António Zambujo deviam casar-se, dar uma volta ao mundo juntos e tocar para minorias, mas temo bem que optem pelo contrário e encham estes coliseus."
Fernando Alvim
 
"São lendárias as noitadas de cantigas que estes dois indivíduos levam a cabo entre compinchas. Que eles agora queiram partilhar a farra com milhares de convivas e fazer de uma sala venerável e respeitável como o Coliseu um acolhedor tasco, é a definição perfeita do que deve ser serviço público. Bem haja, Ujos (Ara e Zamb)."
Nuno Markl
 
"Há artistas, como Miguel Araújo e António Zambujo, que me deixam surpreendido por reunirem um conjunto de qualidades que, uma a uma, são tão raras. Aquilo que vai acontecer nos Coliseus de Lisboa e do Porto é o encontro destes dois artistas num palco, levando tudo o que os torna únicos na música portuguesa contemporânea. Acredito que esses espetáculos serão recordados por muito tempo. Nesse futuro, com vaidade, alguns vão poder dizer: estive lá."
José Luis Peixoto
 
"Os seus apelidos rimam como uma canção. Se for coincidência, é uma canção do Miguel. Se for destino, do António. O serão na sua companhia far-se-á pois de canções e de conversa entre amigos. E nós à escuta. Sorte de quem compareça para ouvir de perto dois dos mais brilhantes músicos portugueses. Nos Coliseus de Lisboa e do Porto, o encontro de Zambujo e Araújo será poesia, na certa."
Ana Bacalhau
 
"Deus sabe o que faz. António Zambujo e Miguel Araujo são feios como tudo, mas o Divino deu-lhes uma voz inigualável..."
António Raminhos
 
"Dois grandes músicos, dois grandes amigos, nos dois mais emblemáticos palcos da música popular em Portugal com o mesmo espectáculo. Um é do Norte, outro é do Sul, mas encontram-se no centro do amor e da admiração que lhe devotamos: o coração dos portugueses não tem geografia. Os dois Coliseus vão viver um momento único e colossal."
Paulo Cunha e Silva
 
"Não sendo a primeira vez que se encontram em palco, o reencontro de António Zambujo com Miguel Araujo, nos dois coliseus, é a promessa de dois momentos que ninguém quererá perder."
Rui Moreira
 
"Junta-se a Arte com o Talento de a Cantar!"
António Macedo


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Quinta-feira, 19.02.15

 

 

Letra

 

Triunvirato (Samuel Úria)

Dá-me um refrão,
Torre da canção
Onde mora o monge mudo.
Acorde secreto,
Diz-me tudo,
Serei discreto.

Dá-me um chapéu
Que não tape o Céu
Onde a nossa voz caminha.

Homem de preto,
Mostra a linha.
Serei discreto.

Dá-me esse tempo
Para lá da mente
Onde o bom comboio é lento.

Voz do panfleto,
Não lamento,
Serei discreto.

António Zambujo: voz
Miguel Araújo: voz
Samuel Úria: voz, guitarra acústica, banjo, baixo, metalofone
Miriam Macaia: viola de arco
Tiago Esteves Martins: melódica

 



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Sexta-feira, 13.02.15

 

Letra

 

Acredito que depois de morto serei solto.
Para isso não tenho que ser bom,
Tenho que ser sério.
Não contabilizo as boas acções,
Palavra de escuteiro.
Sem contas de cabeça vou marchar pelo Império.

As leis da estoicidade ligam a sirene.
Pedem que abrande o riso,
Tenho que ser sério.
E ao mandarem-me encostar
Não tiram a mão do coldre.
Deixo o carro e vou marchar pelo Império.

O caminho é estreito demais para o meu ego,
Mas para me tornar numa criança
Tenho que ser sério.
Não é a estrada que se alarga,
Sou eu que me apequeno.
A passo de bebé eu vou marchar pelo Império.

Ser imperialista é coisa tida do passado;
Pra me mostrar tão certamente errado
Tenho que ser sério.
E ao queimarem-me a bandeira
Seguram o facho.
Com orgulho inflamado vou marchar pelo Império.

"Faço o bem que quero e o mal que não quero não faço".
Estava a brincar com a verdade
E tenho que ser sério.
A mão à palmatória e à geada
Para ter coração quente.
Sem estrada congelada vou marchar pelo império.

Sei mais da eternidade que do amanhã,
Mas para um futuro risonho
Tenho que ser sério.
Pedir a mão para não perder o pé
E saber pedir perdão.
Com a carga aliviada vou marchar pelo Império.

 



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Quarta-feira, 26.11.14

miguelaraújo.jpg

 

 

Miguel Araújo escolhe Cine-Teatro de Estarreja para preparar concerto no Coliseu


Antes de subir ao palco do Coliseu do Porto, Miguel Araújo e os músicos que o acompanham vão ensaiar no Cine-Teatro de Estarreja. De 26 a 28 de novembro, o músico e compositor portuense preferiu o grande auditório de Estarreja para se preparar para o concerto de estreia na emblemática sala da cidade invicta.

 

Marcado para o próximo dia 29 de novembro, o concerto encontra-se esgotado e insere-se na digressão de apresentação do segundo álbum a solo de Miguel Araújo, “Crónicas da Cidade Grande”, que também já passou no Cine-Teatro de Estarreja em setembro deste ano.

A dinâmica da equipa, organização, conforto no acolhimento e qualidade sonora do espaço são alguns dos motivos que fizeram Miguel Araújo escolher o Cine-Teatro de Estarreja para se preparar para um dos mais importantes momentos na sua carreira de músico.

No Porto, o espetáculo do fundador dos Azeitonas irá contar com as participações de Ana Moura, António Zambujo e Inês Viterbo, com quem Miguel Araújo faz o dueto de “Balada Astral”. “Dona Laura” e “Recantiga” são outros dos temas que se extraem do disco “Cinco Dias e Meio”.

+

http://www.cineteatroestarreja.com
http://www.facebook.com/cinestarreja
http://twitter.com/CTE__



publicado por olhar para o mundo às 12:46 | link do post | comentar

Sexta-feira, 21.11.14

 

Letra

 

Calculei o norte, fiei-me na sorte, dei uma de forte de fui
Contornei os velhos, contra e conselhos, cantos e canteiros fui
Descobri o mundo ao fundo do jardim

Desenhei um mapa, fiz dum pano a capa, fiz planos utópicos
Ao sabor dos ventos e dos mantimentos, em coca-cola e Mentos, fui
Aos confins do mundo, ao fundo do jardim.

Desbravando mato, traçando o trajeto onde aponta o carapim
Piquei-me num cacto, pisei rabo de gato, perdi-me pelo capim

Vi o fim do mundo no portão do fundo, defendi a vida a pau
Fugi dum insecto, pisei um dejeto, passei perto de um lacrau
Foi assim que eu vi do mundo os seus confins

Só me resta a astúcia dum cão de pelúcia enquanto o sol desaparece
E um Action Force que em código morse enviou um SOS
Descobri a custo o fim do mundo assim

Até que um rugido muito enfurecido fez tremer todo o jardim
Será que é ciclone, algum dragão com fome ou bicho muito mais ruim?
Era a voz da minha mãe a perguntar por mim.

 



publicado por olhar para o mundo às 17:54 | link do post | comentar

 

Letra

 

Many's, the time I'v been mistaken
And many times confused
Yes, and often felt forsaken
And certainly misused
But I'm all right, I'm all right
I'm just weary to my bones
Still, you don't expect to be
Bright and bon vivant
So far away from home, so far away from home

And I don't know a soul who's not been battered
I don't have a friend who feels at ease
I don't know a dream that's not been shattered
or driven to its knees
But it's all right, it's all right
We've lived so well so long
Still, when I think of the road

we're traveling on
I wonder what went wrong
I can't help it, I wonder what went wrong

And I dreamed I was dying
And I dreamed that my soul rose unexpectedly
And looking back down at me
Smiled reassunngly
And I dreamed I was flying
And high up above my eyes could clearly see
The Statue of Liberty
Sailing away to sea
And I dreamed I was flying

We come on the ship they call the Mayflower
We come on the ship that sailed the moon
We come in the age's most uncertain hour
and sing an American tune
But it's all right, it's all right
You can't be forever blessed
Still, tomorrow's going to be another working day
And I'm trying to get some rest
That's all I'm trying to get some rest

 



publicado por olhar para o mundo às 08:48 | link do post | comentar

Quarta-feira, 24.09.14

SAB 27 SET 21H30 Miguel Araújo – “Crónicas da Cidade Grande”  Mario Costa bateria Pedro Santos baixo Pedro Romualdo guitarra Diogo Santos teclas Miguel Araújo voz/guitarra Paulo Gravato barítono Paulo Perfeito trombone João Martins sax alto Rui Pedro Silva trompete Bruno Ribeiro vibrafone [MUSICA] 10€ / 8€ (Cartão Amigo e Cartão Sénior) / 5€ (Jovens <30)

 

Casa cheia para receber Miguel Araújo no seu regresso ao Cine-Teatro de Estarreja. O concerto é este sábado, 27 de setembro, às 21h30, e conta com as histórias e personagens do segundo álbum a solo do músico e compositor: “Crónicas da Cidade Grande”.

 

Apontado como um dos mais completos músicos portugueses da nova geração, Miguel Araújo volta a entrar no Cine-Teatro de Estarreja (CTE) perante uma plateia de centenas de espetadores. “Balada Astral”, com Inês Viterbo, single deste último trabalho do contador de histórias portuense, pertence ao alinhamento, bem como “Dona Laura” e muitas outras canções que se juntam a êxitos anteriores, responsáveis por colocar Miguel Araújo numa promissora carreira a solo: “Os Maridos das Outras”, “Fizz Limão”, “Capitão Fantástico”.

Multifacetado, o jovem artista sugere para Estarreja um descontraído concerto de proximidade, não fosse ele músico de palavras irónicas e informais. São “Crónicas da Cidade Grande” transversais ao meio urbano ou rural, compostas por palavras e imagens onde todos cabem. Miguel Araújo é o presente perfeito para o encerramento da edição de 2014 do FESTARREJA - Festa das Artes e da Juventude, que tem animado a cidade nas últimas semanas.

Os bilhetes para o concerto encontram-se à venda e podem ser adquiridos na Bilheteira do CTE, no site da Bilheteira Online, lojas Fnac, CTT e El Corte Inglés. Desconto de 50% para jovens com idade inferior a 30 anos.

 

Concerto com babysitting

 

O serviço de babysitting do Cine-Teatro de Estarreja acolhe crianças entre os 4 e os 10 anos. É gratuito e requer marcação até dois dias úteis antes do evento. O serviço não é garantido caso não existam inscrições dentro do prazo referido. Usufrua do serviço de babysitting e tire o máximo partido do espetáculo.Ficha de inscrição Babysitting

 

SAB 27 SET 21H30
Miguel Araújo – “Crónicas da Cidade Grande”

Mario Costa bateria
Pedro Santos baixo
Pedro Romualdo guitarra
Diogo Santos teclas
Miguel Araújo voz/guitarra
Paulo Gravato barítono
Paulo Perfeito trombone
João Martins sax alto
Rui Pedro Silva trompete
Bruno Ribeiro vibrafone
[MUSICA] 10€ / 8€ (Cartão Amigo e Cartão Sénior) / 5€ (Jovens <30)

 



publicado por olhar para o mundo às 19:42 | link do post | comentar

Sábado, 20.09.14

 

 

Letra

 

vem ser minha mulher
seja o que Deus quiser
vem comigo ao cartório
tratar do acessório

e se o essencial
não cabe no papel
damos dar valor real
ao ouro do anel

vamos pensar a quente
vamos que é para sempre
eu meto o nosso espólio
num carro a gasóleo

e enquanto o sol deixar
há muito para andar
vamos daqui embora
até perder a hora

fugimos à sucapa
até não vir no mapa
baixamos o assento
dormimos ao relento

esse sorriso teu
é a razão do meu
vem ser minha mulher
seja o que Deus quiser



publicado por olhar para o mundo às 08:20 | link do post | comentar

Sexta-feira, 05.09.14

Miguel Araújo apresenta “Crónicas da Cidade Grande”

 

Ficou conhecido como líder d’ Os Azeitonas, mas é a solo que Miguel Araújo regressa ao palco do CTE para mostrar, ao vivo, o seu segundo disco: “Crónicas da Cidade Grande”. Depois de êxitos como “Os Maridos das Outras” chega “Balada Astral”, espelho deste segundo trabalho em nome próprio e com alta rotação nas rádios nacionais.

Cantor, músico e compositor, Miguel Araújo é apontado como um dos artistas mais completos da nova geração da música portuguesa. Com 36 anos, este músico de palavras irónicas e descontraídas, é o presente perfeito para o encerramento da edição de 2014 do FESTARREJA - Festa das Artes e da Juventude, que durante duas semanas vai animar a cidade.


Concerto com babysitting Gratuito. Envie o formulário parabilheteira@cineteatroestarreja.com

 

Sábado, 27 de setembro às 21h30



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Sexta-feira, 04.07.14

 

 

Letra

 

 

Quando os dias eram grandes
E era o tempo da cereja
Atalhávamos caminho
Pelas traseiras da igreja

 

Desafios de rapaz
Eram para levar a sério
Não valia olhar para trás
Ao passar no cemitério

 

Dava para ler na pedra
Os nomes dos falecidos
E os panegíricos finais
Em epitáfios esbatidos

 

“Aqui jaz josé dos santos”
(Não se lia bem a data)
Zés dos santos foram tantos
Para quê toda esta bravata

 

Mais um santo zé ninguém
Jaz contra sua vontade
Há-de ter deixado alguém
Que deixou de ter saudade

 

“Aqui jaz josé dos santos”
(E outras exéquias bonitas)
Zés assim hão-de ser tantos
Que este nunca tem visitas.

 



publicado por olhar para o mundo às 08:29 | link do post | comentar


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