Segunda-feira, 25.09.17

 

Letra

 


Lembras-te de quando ias mudar o mundo
P'ra ensinar-me tudo o que eu quis aprender
Quem sou eu p'ra te lembrar dessas cantigas
Quem sou eu p'ra te salvar do que vier

Eu sou o erro que não podiam prever
Cozinhar-me é juntar fome com a vontade de comer
Eu sou do tempo em que a batida era uma fé
E eu rezava dia e noite por viver

Eu sou o erro que não podiam prever
Cozinhar-me é juntar fome com a vontade de comer
Eu sou do tempo em que a batida era uma fé
E eu rezava dia e noite por viver

Puros querem-me afundar mas putos pedem mais um
Puro verso eu vim mudar o mundo espera lá no teu canto
Isto é p'a quem me inspirou tanto
Se eu canto é porque eu vi alguém tornar-se gigante

Fazendo rimas como querias neste espaço distante
Saudade pura com a loucura em que eu no fato vi pranto
Eu falo desse antro onde tudo o que é loop é tão repetição
Já esqueceste o que era fazer diferente irmão

Bom, eu vou na vibe lentamente
Nessa ride porque os pais, já não fazem o presente
Nigga sai não me agarres, já não é suficiente
Amparaste-te ao passado, 'tás parado no tempo

Amarrado no medo, cansado do mar que há em frente
Eu nado enquanto há sentimento
E se o barco vacilar com o vento
Eu não paro, eu sou o Sado, eu fui errado sempre

Eu sou o erro que não podiam prever
Cozinhar-me é juntar fome com a vontade de comer
Eu sou do tempo em que a batida era uma fé
E eu rezava dia e noite por viver

 

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SOPA D’ALMA AO VIVO, NO AUDITÓRIO CARLOS PAREDES

 

O Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, prepara-se para receber os Sopa d’Alma! No dia 29 de setembro, pelas 22h, todos os caminhos vão dar a Benfica e a um concerto muito especial onde a entrada tem o preço único de 5€.

 

A sonoridade deste projeto é marcada por laivos de instrumentação clássica, rock progressivo e música interventiva, elementos bem patentes nos temas que integram o EP de estreia da dupla: “Hino Vitável – Acto I”. Do registo editado pela Music For All já foram extraídos dois singles – “Rotina” e “Correntes” – e ambos estarão em destaque numa noite que promete despertar a nação portuguesa.

 

Os Sopa d’Alma são um projeto constituído por Fá Pereira (voz e flauta) e Pedro Carneiro (guitarra). Oriundos de Braga, cruzaram-se pela primeira vez numa escola de música da cidade, onde viriam a formar a sua primeira banda de covers em 2007.

Dois anos volvidos, sentiram a vontade de se expressar numa linguagem musical própria e original, formando em conjunto com outros dois amigos o projeto Angúria, cantado em português num registo de rock progressivo. Em 2012 constaram da coletânea “À Sombra de Deus”, que reunia o que de melhor se fazia no fervilhante panorama musical de Braga. O projeto culminaria em 2014 com a elaboração de uma peça musical de 40 minutos organizada em cinco temas, exibida ao público no Theatro Circo, no coração da cidade natal.

Com a mudança de armas e bagagens para Viena, no final desse ano, surgiu também a vontade de materializar novas criações e estados de alma. Foi então que se formou o projeto dos Sopa d’Alma, com o objetivo inicial de conter a ressaca pós-Angúria, apresentando à Áustria versões de fados e clássicos da música em português cantados de forma reconstruída, a dois sons: voz e guitarra. Foi lá que representaram a música portuguesa em feiras e eventos internacionais, fornecendo também a banda sonora a um pequeno café português local, comovendo muitos dos presentes que escutaram aquele tipo de sonoridade pela primeira vez.

Contudo, seria só no final de 2016, já mais esclarecidos e ambiciosos, que voltariam ao formato que crêem ser o seu pináculo criativo: a peça. Para tal, compuseram a primeira parte do relato musical centrado nos temas que os levaram para fora de Portugal, pontuado por apontamentos de instrumentos clássicos e marcado pelas influências de todos os grandes artistas que consomem, desde o rock progressivo à música dita de intervenção.

Sopa d’Alma é, doravante, um projeto com uma clara intenção: biografar musicalmente o caminho de dois parceiros musicais ininterruptos, com intervenção nos ouvintes por universal afinidade com o conteúdo realista, cuja simplicidade na forma só o possa enaltecer.



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Letra

 

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Domingo, 24.09.17

 

Letra

 

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Os “Suspeitos do Costume” apresentam o álbum ”Vol. 1”, em formato digital.

O primeiro single chama-se “A Culpa Morre Solteira”.

 

Os Suspeitos do Costume dizem: “é só um nome e como tal serve apenas para identificar um grupo de 7 amigos, que se juntaram para exorcizar a falta de paciência para aturar certa gente e certos jeitos e extravagantes comportamentos, que têm tornado esta terra numa coisa às vezes quase risível. E é aí que vamos! Com humor e ironia!”

 

Os “Os Suspeitos do Costume” são: Luís Oliveira (compositor, guitarra e voz), Pedro Malaquias (letras e vozes), Nanã Sousa Dias (metais), Simon Wadsworth (metais e teclados), Alexandre Alves (bateria) e Nuno Oliveira (baixo), Joaquim Monte (gravação e mistura).

 

 



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Letra

 

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Moullinex

"Carnival" é o mais recente single de Moullinex, que antecipa "Hypersex", o seu terceiro álbum, nas lojas a 6 de outubro.

O groove irresistível dado pela linha de baixo imparável une-se à excelente interpretação de Shermar, resultando na exaltação de energia positiva que só uma boa canção pode dar.

Embora já tivesse sido responsável pela escrita de músicas de Jarreau Vandal (Soulection) e Satin Jackets (Eskimo), esta foi a primeira vez que Shermar Akili Davis interpretou uma canção em que participa. Tendo-se cruzado com Moullinex, o cantor e compositor da Carolina do Norte (EUA) sentiu que esta era a música pela qual esperava há tanto tempo para cantar.

Moullinex começou por apresentar "Hypersex" com "Open House", "Love Love Love" e
"Work it Out", sendo agora revelado "Carnival". Esta música fala do estado do mundo atual e da mercantilização de cada aspeto das nossas vidas. Nestes dias em que a escuridão domina o mundo, às vezes tudo o que precisamos para sobrevivermos a mais um dia é somente uma grande canção.



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Letra

 

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Já disponível em formato digital o novo single do Professor Jorge “Sementes de Outono”

 

Jorge Courela é músico, educador musical e autor dos livros e álbuns, “As Canções do Professor Jorge “, “Zé Maria Catatua” e “Capitão Miau Miau”, que têm encantado as crianças.

 

“As Canções do Professor Jorge” é um trabalho temático em que as canções acompanham as principais datas festivas e que serão comemoradas pelas escolas.

O Professor Jorge está de regresso  e  para celebrar o Outono traz-nos o tema “Sementes de Outono”.

Farol Música.

 

 



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Letra

 

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Sábado, 23.09.17

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NOVA ARCADA BRAGA BLUES 
de 27 OUT a 03 NOV
 
Pela primeira vez na história, Braga tem um Festival internacional de Blues.

Fruto da paixão de Budda Guedes e Micha Rudowski pelo Blues, o Nova Arcada Braga Blues conta com a programação da editora bracarense Mobydick Records.

Feito em Braga para Braga, este festival pretende ser uma celebração do género, nas suas mais variadas facetas, com uma fortíssima componente de criação de públicos.

De forma a envolver a cidade, o Festival acontecerá em múltiplos locais emblemáticos, e com o apoio indispensável do Nova Arcada Centro Comercial e da Câmara Municipal de Braga.
 
O Festival que culmina com 3 espectáculos imperdíveis no Theatro Circo em dois dias, estende-se por uma semana, tendo início a 27 de Outubro e terminando a 3 de Novembro. Além do centro Comercial Nova Arcada, o Blues marcará presença em alguns dos mais importantes clubes de música ao vivo da cidade de Braga, como o Station Blues, o Pelle e o Setra, e, nos principais cafés centrais : A Brasileira e o Ferreira Capa. Também nas escolas de Música Salão Mozart e Escola de Jazz de Braga.
 

Favorecendo a diversidade e a criação de públicos o festival disponibiliza workshops, entrevistas e concertos.

Devido à natureza ecléctica dos eventos os preços de entrada variam, sendo a maior parte gratuita.


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Letra

 

Parei e olhei para ti
Como que olha o céu
Na pele o perfume perfeito
Feito de um beijo só teu
Num quarto louco
Fomos um só
No melhor que a vida tem
Fica um pouco mais
Só mais um pouco
Tu… ficas-me bem
Tão bem, tão bem
(instrumental)
Dizes “hoje sou tua”
Eu perco as horas e o chão
Deves-me uma dança nua
Eu devo-te uma canção
Deixas-me assim como a primeira vez
É bom gostar de alguém
Tens qualquer coisa de filme francês
Tu, tu ficas-me bem
Tão bem, tão bem, tão bem, tão bem…

 



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Já disponível em formato digital o novo single dos Coração Noir “Fogo Cruzado”

 

Depois do álbum “Jogo de Sombras” editado em formato digital pela Farol Música em  2016, “Fogo Cruzado” é o novo single dos Coração Noir.

 

Coração Noir dizem que “Fogo Cruzado” representa a "luz" de duas pessoas, que quando cruzada de uma forma apaixonada é tão intensa que quase se torna em energia palpável, restando apenas a questão do "e a seguir?" O que existe para lá da paixão ou do amor?



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Letra

 

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Já disponível em formato digital o novo single em dueto de Miguel Gameiro | “Ficas-me Bem feat. Ella nor”

 

O novo trabalho discográfico de Miguel Gameiro irá chamar-se MARIA e será composto por duetos exclusivamente com cantoras. Um álbum que pretende celebrar a Mulher.

O primeiro dueto foi interpretado com Cuca Roseta, “Aquela Canção”.

Miguel Gameiro para o novo tema em dueto convidou Ella nor.

“Ficas-me Bem feat. Ella nor” em formato digital a 22 de Setembro.

 

Farol Música.

 

 



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Letra

 

Desert streets of the city at night
A speeding light flashing my eyes
I'm going faster, miles an hour
I've got my car radio on
 
Some druggy Velvet for company
I've got the sound and I've got the speed
I'm feeling good, I'm going so fine
I'm feeling good and I'll be alright
 
Oh, rolling V.U.
Oh, rolling V.U.
 
Lou sounds so good
When I am going fast
With police on my back
Lou sounds so good
 
I'm gonna go
I'm gonna move slow
I'm gonna go
I'm gonna feel it, alright
 
Oh, rolling V.U.
Oh, rolling V.U.
Oh, rolling V.U.
 
Let me say to you
I'm gonna feel fine
When dreams go high
 
Rolling V.U.
Rolling V.U.

 



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Praça do Comércio | O NOVO DISCO DE JÚLIO PEREIRA

É posto à venda no próximo dia 22 de Setembro o novo trabalho discográfico de Júlio Pereira, intitulado “Praça do Comércio”, apresentado nos formatos LP e CD.

O vinil — com capa em formato gatefold — foi tornado num objecto de arte, sem texto, apenas contendo as ilustrações originais que Carlos Zíngaro criou para todos os temas do álbum. Uma edição limitada a 1.000 exemplares numerados.

Do CD faz parte um livro de 112 páginas (em português e inglês), com textos de Rui Vieira Nery, Manuel Morais, João Luís Oliva e Nuno Cristo, contendo ainda um guia de acordes e partituras.

O instrumento protagonista deste 22º disco de autor é o cavaquinho e onde, pela primeira vez, Júlio Pereira toca o seu parente Madeirense – o braguinha. Nele participam, além dos músicos que habitualmente o acompanham – Miguel Veras e Sandra Martins – vários instrumentistas de que se destacam, o canadiano James Hill (ukulele), José Manuel Neto (guitarra portuguesa), Pedro Jóia (viola) e Norberto Gonçalves da Cruz (bandolim). Colaboram, ainda, com as suas vozes, António Zambujo, Olga Cerpa (Espanha), Chney Wa Gune (Moçambique), Luanda Cozetti e outros.

 

 



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Letra

 

Nós tenemos muitos nabos a cozer nua panela!

Nós tenemos muitos nabos a cozer nua panela
Nun tenemos sal nien unto nien presunto nien bitela

Mirai qu‘alforjas, mirai qu‘alforjas
Uas mais lhargas, outras mais gordas
Uas de lhana, outras de stopa

Ls chocalhos rúgen, rúgen
Ls carneiros alhá ban
An chegando a Ourrieta Cuba
Ls carneiros bulberan

Mirai qu‘alforjas, mirai qu‘alforjas
Uas mais lhargas, outras mais gordas
Uas de lhana, outras de stopa

Roubórun la malguerida
Por arriba de l telhado
Cuida, nun quiero tou cino
Que staba spendurado

Mirai qu‘alforjas, mirai qu‘alforjas
Uas mais lhargas, outras mais gordas
Uas de lhana, outras de stopa

Nós tenemos muitos nabos a cozer nua panela
Nun tenemos sal nien unto nien presunto nien bitela

Mirai qu‘alforjas, mirai qu‘alforjas
Uas mais lhargas, outras mais gordas
Uas de lhana, outras de stopa

I ls chocalhos rúgen, rúgen
Ls carneiros alhá ban
An chegando a Ourrieta Cuba
Ls carneiros bulberan

Bai Pedro bai, al lhugar de la justicia
Di-le a tou amo cumo you te digo a ti
La filha de l Lima, stá nel lhume i pinga
La filha de la Bergada stá nel lhume i bai assada

Pedro, que te falta? Repica la tu gaita
Tenes l pan na tulha l bino na bodega
Tenes la melhor moça que habie nesta tierra
Ciega dun uolho i manca dua perna

Bai Pedro bai, al lhugar de la justicia
Di-le a tou amo cumo you te digo a ti
La filha de l Lima, stá nel lhume i pinga
La filha de la Bergada stá nel lhume i bai assada

Pedro, que te falta? Repica la tu gaita
Tenes l pan na tulha l bino na bodega
Tenes la melhor moça que habie nesta tierra
Ciega dun uolho i manca dua perna



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Sexta-feira, 22.09.17

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SOUL E FUNK ESTA SEXTA NAS RUAS DO PORTO

Esta sexta dia 22 de Setembro os TAF (The Acoustic Foundation) vão lançar o seu disco de estreia nas ruas do Porto. Vão estrear o disco de uma forma bastante original, uma música em cada um dos mais emblemáticos lugares da baixa do Porto.
Esta "arruada Funk" começa na Sé às 13h30 e termina nos Clérigos às 16h00.


Depois às 18h começa a festa Funk com o concerto de apresentação do TAF nos jardim do bar BASE (um verdadeiro oásis no centro da cidade, bem ao lado dos Clérigos). 

O disco "Big Sculpture" esteve em Londres ao cuidado de Mo Hausler, conhecido engenheiro de som que trabalhou com alguns dos mais importantes ou interessantes nomes do universo musical: Björk, One Direction, Bat for Lashes, Everything Everything, Ed Motta, All Saints, Pete Dorothy, Mika, Lily Allen, Procol Harum e Pet Shop Boys. Mo Hausler trabalhou também com autênticas lendas vivas da soul e do funk, como: Chaka Khan, Incognito e The Brand New Heavies. 

O disco de estreia dos TAF "Big Sculture" será distribuído mundialmente pela Altafonte, com exceção para Portugal que será editado pela nova editora discográfica do Porto, a Palace Records (editora especializada em soul, funk e outros ritmos dançáveis).

"Big Sculpture" é um álbum de 10 canções que vivem de uma cativante mescla em perfeita harmonia, entre as sonoridades "retro" e o som fresco da atualidade. 
O single / vídeo de avanço é "Feed My Soul", uma surpreendente canção de forte apelo rítmico apontada ao nosso corpo.

Os TAF são uma das maiores referências do Funk no underground musical português.
São mais do que uma banda, são um coletivo de formação aberta, de músicos e bailarinos (danças urbanas) que têm por missão fazer dançar.
Apelidados pelos seus pares de “Máquina do Funk n´Roll”, os seus concertos são uma experiência sonora onde o groove sedutor nos vicia no movimento. 

A pista está aberta… Let's Funk n' Roll!



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Letra

 

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Letra: Marta Oliveira

Música: Bino Ribeiro/The Acoustic Foundation

 



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Letra

 

When you go far
So as you are
 
Where’d you go?
 
For what you came for?
To know where you are?
 
When you go?
*Go far*
 
Know your falls
Closely on
 
So you know
 
Hollow, empty space
Feeling undone
 
When you go?
*Go far*

 



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Estarrejazz apresenta cartaz de luxo

A voz no Jazz, é o destaque para continuar a escrever em letras douradas: ESTARREJAZZ, que decorre de 5 a 14 de outubro. As portuguesas Cristina BrancoeRita Maria, a sueca Lina Nyberg, a espanhola Mili Vizcaíno, a carioca Paula Morelenbaum em concerto exclusivo, com Ralf Schmide a ascendente Big Band Estarrejazz o saxofonista estarrejense João Mortágua, vencedor do Prémio RTP/Festa do Jazz “Artista do Ano”, garantem uma 12ª edição de luxo, no Cineteatro de Estarreja

 

QUI 05 OUT 21H30

ALMA NUESTRA C/ MILI VIZCAÍNO

Alma Nuestra é um projeto criado pelos dois amigos Victor Zamora e Salvador Sobral, entretanto substituído pela cantora espanhola Mili Vizcaíno,que partilham uma paixão pelos doces sons da América Latina e, em simultâneo, pelo Jazz. Posto isto, chamaram outros dois companheiros e deram origem a um “quarteto de luxo”, reinventando as já bem conhecidas e intemporais canções de Cuba, Argentina e de outras terras sul americanas, tornando-as únicas e pessoais.

SEX 06 OUT 21H30

JOÃO MORTÁGUA

O músico estarrejense João Mortágua, que há bem pouco tempo recebeu o galardão de “artista do ano”, apresenta no segundo dia do Estarrejazz, “MIRRORS”, o seu novo disco, onde se propõe explorar as simetrias enquanto portais para um espaço inter dimensional, em que do seu eixo surgem novas sensações e até novos paradigmas. 

SÁB 07 OUT 21H30

NOA C/ RITA MARIA

NOA é um trio formado por Nuno Costa na guitarra, Óscar Graça nos teclados e André Sousa Machado na bateria, ao qual se vai juntar a camaleónica Rita Maria, voz, num projeto que explora diferentes dimensões e ambientes musicais, privilegiando a interação. Com o jazz e a música improvisada como pano de fundo, o seu repertório inclui temas originais e arranjos de canções do universo musical popular nacional e internacional. Com uma sonoridade elegante, personalidade musical bem vincada e melodias bem delineadas, este projeto procura assim estabelecer uma estética de fusão entre a contemporaneidade da música cosmopolita e a tradição da música improvisada com origem no jazz.  

SÁB 07 OUT 23H00

TOMÁS MARQUES 4TET | AFTERHOURS

TOMÁS MARQUES 4TET Tomás Marques, é um jovem músico estarrejense, membro da Big band Estarrejazz, com grande talento e progressão, que lidera um quarteto resultante do cruzamento entre amigos, cuja música foi o elo de ligação. Fazem parte da nova geração de músicos do painel do Jazz em Portugal e trazem uma fusão entre o Jazz Tradicional e o Moderno. Todos com influências distintas, culminam numa linguagem ímpar, o que acaba por ser o principal cartão-de-visita para este concerto.

 

QUI 12 OUT 21H30

TRIO PAULO BANDEIRA C/ CRISTINA BRANCO

Nesta formação Paulo Bandeira procura um repertório jazzístico, mas com raízes e estéticas europeias. Com João Paulo Esteves da Silva no piano e Bernardo Moreira no contrabaixo, este trio interpreta temas originais dos seus elementos e alguns de outros compositores. Para este concerto estes três músicos convidam a fantástica Cristina Branco, cantora reconhecida internacionalmente.

SEX 13 OUT 21H30

LINA NYBERG BAND

Lina Nyberg nasceu em 1970 em Estocolmo e é uma das mais criativas e inovadoras cantoras de jazz da Suécia. Há cerca de 20 anos que vem a atrair a atenção consistente e generalizada, tendo sido premiada pela Sveriges Radio como “Artista Jazz do ano”. Com vasta experiência no ensino de jazz, atualmente leciona composição e improvisação na Escola Superior de Música de Estocolmo. Com 17 discos editados, a cantora nórdica, é um dos nomes internacionais desta edição do Estarrejazz.

SÁB 14 OUT 21H30

BIG BAND ESTARREJAZZ C/ PAULA MORELENBAUM & RALF SCHMID

Composta por jovens e talentosos músicos estarrejenses e da região, a Big Band Estarrejazz, é o resultado da vertente formativa do Festival Estarrejazz. Com um crescimento consistente desde 2012, tem vindo a dividir o palco com grandes nomes do panorama musical português e é chegado o momento de ter ao seu lado Paula Morelenbaum, a brasileira que trabalhou com Tom Jobim, e Ryuichi Sakamoto. A cantora, junta a doçura melancólica da sua voz e o virtuosismo do pianista e arranjador Ralf Schmid, um dos protagonistas da nova geração do jazz alemão, à mestria musical da BBE, a encerrar a edição 2017 do ESTARREJAZZ, numa noite que se adivinha mágica!

 

SÁB 14 OUT 23H00

DOMINGOS HENRIQUEZ QUARTETO | AFTERHOURS

Quarteto liderado por Domingos Henriquez, também elemento da BBE, segue as influências do jazz de John Coltrane e Miles Davis, mas com uma abordagem moderna, tanto de temas originais dos elementos constituintes do grupo, bem como dos standards de jazz.

 

 

+ INFO

AUDITÓRIO| 6€ | 4€ (CARTÃO AMIGO, CARTÃO SÉNIOR E JOVEM MUNICIPAL)

PASSE GERAL 22,5€ (ACESSO AOS CONCERTOS ESTARREJAZZ NO AUDITÓRIO E AFTER HOURS)

JAZZ| 75 MIN| M/6



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Letra

 

Devias estar à espera que acabasse assim
Já desisti de tudo inclusive de mim
Mas as folhas dos ramos ainda vão cair
E o chão ficar à espera de as receber

Devia estar à espera
Não é diferente do que era
Devias estar contente só porque sim

A areia da praia nunca fica igual
Depois da passagem de um homem normal
Olhando para trás o que é que o homem vê
Apenas pegadas à espera da maré

Devia estar à espera
Não é diferente do que era
Devias estar contente só porque sim

Que a vida não faz sentido
Eu não lhe encontro sentido nenhum
Mas está a acontecer agora
Se não é boa ela melhora

Should be expecting it
given up on everything and myself
Tree leaves will fall
The ground Is waiting to receive them

Should be expecting it
It isn't different than before

The sand on the beach Never stays the same
After the passing of an ordinary man
Looking back all you see are
Footsteps waiting for the tide

Should be expecting it
It isn't different than before

Can't see life's purpose
Can't find in it any sense
And it's happening right now
And if not good it will get better

Letra Pedro Puppe Música Pedro Puppe e OIOAI

 



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Out.Fest de 4 a 7 de outubro abre Mês da Música no Barreiro

 

Outubro é o Mês da Música no Barreiro. O Out.Fest – Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro, de 4 a 7 de outubro, em vários locais do Concelho, assinala o arranque deste Mês repleto de iniciativas com sons harmoniosamente combinados. Toda a programação atualizada do Mês da Música, assim como novidades, pode ser consultada no Sítio Oficial da Câmara Municipal do Barreiro na Internet – www.cm-barreiro.pt – ou na sua página do Facebook – www.facebook.com/municipio.barreiro.

 

«A 14ª edição do OUT.FEST traz ao Barreiro duas dezenas de concertos de música aventureira, surpreendente e desafiante, em espetáculos a realizar em diversos espaços emblemáticos da cidade – um deles a Igreja de Santa Maria, que acolherá o concerto inaugural no dia 4 de outubro: um projeto especial que junta o compositor Jonathan Uliel Saldanha ao Grupo Coral TAB e Coro B-Voice para um espetáculo inédito.

 

Nas restantes noites do festival, destaque para o compositor Charlemagne Palestine (atua dia 5 no Museu Industrial da Baía do Tejo) e para as lendárias bandas Pere Ubu (atuam a 6 no Auditório Municipal Augusto Cabrita) e This Heat (dia 7, na ADAO).

 

O OUT.FEST é um dos dois únicos festivais nacionais a ter atingido a fase final dos European Festival Awards, em 2016 (lado a lado com o Nós Alive), e tem como principais apoios o Ministério da Cultura / Direção-Geral das Artes, a Câmara Municipal do Barreiro, a Baía do Tejo e a Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa. A programação é uma parceria entre as associações culturais OUT.RA e Filho Único.

 

Todas as informações sobre o programa, bilhetes e locais podem ser consultadas em www.outfest.pt»

Fonte: OUT.RA

 

Programa completo:

4 outubro (4ªf)

Igreja de Santa Maria

Jonathan Uliel Saldanha & Coral TAB + Coro B-Voice

 

5 outubro (5ªf)

Museu Industrial da Baía do Tejo

Caterina Barbieri

Charlemagne Palestine

Quarteto de Sei Miguel

 

6 outubro (6ªf)

Auditório Municipal Augusto Cabrita

Pere Ubu (The Moon Unit)

Casa Futuro (Pedro Sousa, Johan Berthling & Gabriel Ferrandini)

Lolina (Inga Copeland)

 

7 outubro (sáb)

ADAO

Bookworms

Nocturnal Emissions

This is not This Heat

Jejuno

Simon Crab

Colectivo Vandalismo

Gyur

Black Dice

DJ Nigga Fox

Putas Bêbadas

Alex Zhang Hungtai, David Maranha & Gabriel Ferrandini

DJ Problemas

 

CMB 2017-09-20



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Letra

 

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Quinta-feira, 21.09.17

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SEX 29 SET 22H00
MÚSICA

GALANDUM GALUNDAINA

OUTONALIDADES
 
 

CAFÉ-CONCERTO 3€ ENTRADA GRATUITA (CARTÃO AMIGO, CARTÃO SÉNIOR E JOVEM MUNICIPAL)


TRADICIONAL |60 MIN| M/6


Galandum Galundaina, considerados os embaixadores da música mirandesa, substituem os Fado Violado na abertura do OUTONALIDADES.


Ao longo dos últimos 20 anos o grupo contribuiu para o estudo, preservação e divulgação da identidade cultural das Terras de Miranda, Nordeste Transmontano. O seu trabalho de investigação e recolha, junto de pessoas mais velhas com conhecimentos rigorosos do legado musical da região, a par da formação académica na área da música, concretizou-se num sentido renovado no modo de entender as sonoridades que desde sempre conheceram. Com a sua música não procuram criar novos significados, mas antes descrever os lugares e a vida; encontrar as raízes que permitem que a cultura se desenvolva. Para Galandum Galundaina a “música não se inventa; reencontra-se”.

 


Paulo Preto voz, sanfona, gaita de fole mirandesa,  dulçaina, flauta pastoril e tamboril, Paulo Meirinhos voz, bombo, rabel, gaita de fole, realejo, garrafa, castanholas, pandeireta, pandeiro mirandês, Alexandre Meirinhos voz, caixa de guerra, bombo, pandeireta, pandeiro mirandês, tamboril, cântaro, almofariz , João Pratas  voz, flauta pastoril , flauta de osso, tamboril , saltério, flauta transversal, bombo, pandeiro mirandês, charrascas


 [espetáculo promovido pelo Cine-Teatro de Estarreja]



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Letra

 

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RITA REDSHOES

HER
 
 

AUDITÓRIO 6€/4€ (C/ DESCONTOS HABITUAIS) | SESSÃO C/ LUGARES MARCADOS (CARTÃO SÉNIOR E JOVEM MUNICIPAL)


POP | 75 MIN | M/4


"A canção nasceu de uma inquietação que foi crescendo à medida que também eu me fui tornando mulher. Senti-me e sinto-me inúmeras vezes, a medir espaços. Senti e sinto muitas vezes que os meus movimentos e voz são ignorados ou arrumados em caixas de preconceitos, por homens, mulheres e por mim mesma. Somos necessariamente diferentes e é isso que torna a vida rica, misteriosa e divertida. É uma canção em desabafo envolta num misto de orgulho e força" - diz Rita Redshoes sobre o novo single. - See more at: https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/50677-rita_redshoes-cine_teatro_de_estarreja/#sthash.EfdVmjQ5.dpuf

"A canção nasceu de uma inquietação que foi crescendo à medida que também eu me fui tornando mulher. Senti-me e sinto-me inúmeras vezes, a medir espaços. Senti e sinto muitas vezes que os meus movimentos e voz são ignorados ou arrumados em caixas de preconceitos, por homens, mulheres e por mim mesma. Somos necessariamente diferentes e é isso que torna a vida rica, misteriosa e divertida. É uma canção em desabafo envolta num misto de orgulho e força" - diz Rita Redshoes sobre o novo single.


Em 2016, Rita Redshoes rumou a Berlim onde gravou o seu quarto álbum de estúdio. O novo registo discográfico, Her, contou com a produção de Victor Van Vugt, produtor do seminal disco de Nick Cave, Murder Ballads e do disco de Beth Orton, Trailer Park, vencedor do prestigiado Mercury Prize. Para além de ser o álbum em que a artista mais instrumentos tocou (piano, omnichord, teclados e guitarra acústica), é também o trabalho em que Rita Redshoes escreve e interpreta, pela primeira vez a solo, três temas em português, um dos quais em coautoria com Pedro da Silva Martins.




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Letra

 

Não encontrei a letra ou os créditos desta música

 



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Letra

 

Abstrato, o nosso amor é abstrato
Não tem nome, não tem cor, é irregular e sem 
formato
É com o teu olhar que vivo, é com o meu olhar 
que mato
Será que recusar-te faz de mim alguém ingrato

Abstrato, o nosso amor é poesia
É um romance falhado, misturado com fantasia
É uma praia vazia, sem areia ou maresia
É a entrada no céu para quem pecou em demasia

Abstrato, é o que chamamos ao nosso amor
Dizes que me odeias mas ainda queres fazer amor
Desligas quando ligo mas no contato diz amor
E quando atendes tens a lata de me dizer, diz 
amor

Abstrato, o nosso amor já foi assim
Até procurares noutro corpo
o que não encontravas em mim
E já não vês contraste em mim
Tu já só vês mais um traste em mim
Eu até te dava o mundo
Mas até ele tem um fim

Abstrato, um amor com porquês
Tento demonstrar mas tu não vês
Abstrato, abstrato
Abstrato, não minto que sinto que és tu
quem eu quero para mim
Abstrato

Abstrato, não tem significado
Devia ter ouvido o significado
Por que no fundo, o fundamental
É que atingiste o meu fundo mental

Abstrato, e sinceramente
Quando queres ser sincera, mentes
E só te esqueces, unicamente
De como única é a minha mente

Abstrato, porque o amor não tem sentido
E ultimamente já nem te tenho sentido
Já nem dizes que me amas ao ouvido
Agora só dizes que me chamas
e que eu não tenho ouvido

Abstrato, como as rimas que eu escrevi p'ra ti
Como as vezes que te disse que te amava e não 
menti
Como as vezes
que não parava de olhar para o teu retrato
O nosso amor é diferente, é abstrato

Abstrato, um amor com porquês
Tento demonstrar mas tu não vês
Abstrato, abstrato
Abstrato, não minto que sinto
que és tu quem eu quero para mim
Abstrato

Abstrato, o nosso amor é complexo
Cada lágrima que escorre é uma discussão sem 
nexo
Que me deixa perplexo como um espelho sem 
reflexo
Como o sonho de um dia viver contigo num anexo
ou num castelo
Isolado da comunidade
Eu sei que andas confusa, é como na idade
Mas não tenhas medo 'tá tudo bem
O nosso amor é abstrato mas eu não conto a 
ninguém

Abstrato, um amor com porquês
Tento demonstrar mas tu não vês
Abstrato, abstrato
Abstrato, não minto que sinto que és tu
quem eu quero para mim
Abstrato

Abstrato, um amor com porquês
Tento demonstrar mas tu não vês
Abstrato, abstrato
Abstrato, não minto que sinto que és tu
quem eu quero para mim
Abstrato

 



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