Sábado, 27.05.17

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Noite de Fados organizada pela Paróquia Nossa Senhora da Consolação de Agualva a 27 de Maio de 2017 a partir das 21h.

Local: Igreja de Santa Maria (Agualva, Cacém)

Fadistas: Liliana Martins e Marcelo Rebelo da Costa
Músicos: Múcio Sá (Guitarra Portuguesa), Tiago Valentim (Viola de Fado) e Diogo Dias (Contrabaixo)

10 FADOS

 

Clique aqui para saber mais!



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Letra

 

A Branca Aurora perdeu o cartão de cidadão
Nunca teve passaporte e não sabe bem a idade
Gosta de sentir o chão a afagar-lhe as plantas dos pés
A Branca Aurora perdeu o cartão de cidadão

A Branca Aurora deu cabo do espelho retrovisor
Acredita que o passado nunca teve grande futuro
E que o futuro está bem mais distante de tudo o que era dantes
A Branca Aurora deu cabo do espelho retrovisor

E se ela dança
Todos os passos em redor são seus
Quando ela balança
Salta do vocabulário a palavra adeus

A Branca Aurora é um manancial de inspiração
Goza com a própria sorte e não tem medo do destino
Se alguém lhe oferece um cocktail ela opta por um molotov
A Branca Aurora é um manancial de inspiração

E se ela dança
Todos os passos em redor são seus
Quando ela balança
Salta do vocabulário a palavra adeus

A Branca Aurora não vive no reino das ilusões
Quando vai ao mercado chega sempre fora de horas
Tira sempre partido daquilo que os outros deitam fora
A Branca Aurora não vive no reino das ilusões

 

Autoria: Jorge Palma
Intérpretes: Cristina Branco (Voz), Ricardo J. Dias (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo), Mário Delgado (dobro)



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Os Supa Squad estão de volta com um tema top, Drop It! Uma colaboração com DJ Derezon, um grande DJ e produtor alemão e Leftside, artista jamaicano que já marcou a sua presença no panorama musical de dancehall e reggae. É impossível ficar indiferente a este som.

Mantendo-se fiéis às raízes, este tema é uma combinação de dancehall e hip-hop que promete não desiludir os fãs.

VÊ O VÍDEO AQUI:

 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Letra e música: Tatanka
Arranjos de cordas: João Salcedo

 



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O Pequeno David e os Sem Soninho preparam-se para neste sábado dia 27 (16h00), transformar o Teatro Sá da Bandeira no epicentro da alegria na cidade do Porto. Com o dia mundial da criança mesmo à porta e com o fenómeno crescente de popularidade desta “verdadeira banda” de música infantil, a venda de bilhetes para ver ao vivo “Rock n’Kids Roll” avança a um ritmo acelerado.

Esta festa cheia de surpresas irá ser gravada para um DVD ao Vivo do Pequeno David e os Sem Soninho.

Rock n’Kids Roll” é o segundo Livro-CD do Pequeno David e os Sem Soninho, com 12 histórias e respetivas músicas, e que conta com as narrações de alguns dos mais emblemáticos artistas nacionais, tais como: Pedro Abrunhosa, Herman José, Lídia Franco e António Raminhos


O Pequeno David e os Sem Soninho são os autores da música "As Marias" que serve de genérico para o programa da manhã de António Raminhos na rádio RFM e nos seus espetáculos ao vivo.


Os bilhetes estão em venda antecipada na Ticketline (7,5€) e com uma promoção familiar em vigor (5€ por bilhete na compra de um pack familiar de 3 bilhetes).



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Letra

 

you can say what you want about me but i dont care
if you care i dont care we are not going anywhere

life is short, can't afford living it without breaking some rules
an advice, think twice, oh/or forget what i just said

i've been spending all my life doing things i like
but i haven't succeeded in one damn thing
so please god make sure that i wont fall
i will try more and more

I can tell you the story of my life
but its full of broken dreams and empty frames
i'm still a drunk, i'm still a punk
and with my friends i realise that i'm a mess

you can say what you want about me but i still dont care
all my fucking life i've been told that i'm shit

i've been spending all my life doing things i like
but i haven't succeeded in one damn thing
so please god make sure that i wont fall
i will try more and more

I can tell you the story of my life
but its full of broken dreams and empty frames
i'm still a drunk, i'm still a punk
and with my friends i realise that i'm a mess

i'll do this on my own
so i can be free
cause i want to be free
Like me or not
i'm all that i've got

 



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Sexta-feira, 26.05.17

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1-2-3 SETEMBRO / PARQUE EDUARDO VII / #JARDIMSONORO
 

A quarta edição do LISB-ON tem mais música, e está cada vez mais forte.

Em 2017, O Lisb-On volta a florir no centro da cidade de Lisboa. A festa mais cool da capitar vai regressar no dia 1, 2 e 3 de Setembro. 

A localização ideal, um jardim idílico no centro da cidade, e a experiência urbana do festival assente num conceito que pretende trazer a festa para a luz do dia ajudou o LISB-ON a distinguir-se e a desenvolver uma personalidade própria em que a diversidade e qualidade da programação musical são palavras de ordem. 

 
 
LINE-UP 2017

De 1 a 3 de setembro, voltamos a pintar Lisboa de verde com as cores do nosso Jardim Sonoro. Enquanto não chegam os três dias de dança incessante, dancem com o cartaz deste ano.
 
LISB-ON KIDS

A pensar nos mais pequenos e nas famílias lisboetas, oferecemos entrada gratuita até aos 14 anos (inclusive), desde que acompanhados com o encarregado de educação. De todos para todos, não há idade mínima para dançar, cantar e respirar no Jardim Sonoro.

 


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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Letra e Música original | Miss Cat e o Rapaz Cão
Catarina Ribeiro | voz
Leonel Mendes | guitarras, bateria, percussão, alguidar de água

 



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Ana Bacalhau

Anuncia álbum de estreia a solo para 20 de Outubro 

Já disponível o vídeo de “Ciúme”, o primeiro single

“Tenho bichos-carapinteiros. Também são carpinteiros, claro, mas, sobretudo, carapinteiros." Ana Bacalhau anunciou hoje a sua estreia a solo, após uma década a dar voz às canções da Deolinda. “Quando era miúda, ouvia os graúdos a apontar-me o excesso de energia e inquietação e, sem perceber nada de carpintaria, convenci-me que o que me diagnosticavam era um caso bicudo de bichos que cara-pintavam.(...) Houve um dia que pediram um palco para si”, diz Ana Bacalhau sobre o chamamento de se lançar em novas direcções, de dar voz a novos autores e às suas próprias composições.

 “Dei ao resultado deste trabalho de cara-pintaria o título de “Nome Próprio”. Para isso, contei com a preciosa ajuda de queridos e talentosos amigos, que entenderam tão bem aquilo que queria dizer.”

O anúncio fez-se com “Ciúme”, um tema composto por Miguel Araújo, estreado hoje nas rádios e com videoclipe a condizer. Realizado por Sérgio Rosário e Igor Fioravanti, com direcção criativa de Joaquim Albergaria, o vídeo replica o conceito de várias Anas Bacalhau a falar entre si, o mesmo que se vê na capa do disco.

 

 

Nome Próprio” teve produção de João Bessa e Ana Bacalhau, foi masterizado nos estúdios de Abbey Road e está disponível, a partir de hoje em pré-venda. Digitalmente, no iTunes, com 5 temas a serem “libertados” até 20 de outubro; na Fnac com desconto e uma edição exclusiva, em cartão e com uma canção extra, “Dama da Noite”, de António Zambujo e João Monge.

Samuel Úria, Jorge Cruz, Nuno Prata, Afonso Cruz, Nuno Figueiredo, Capicua, Márcia, Carlos Guerreiro e Francisca Cortesão são os nomes que constam de “Nome Próprio” e que ajudam Ana Bacalhau a dar voz aos seus bichos-carapinteiros, os mesmos que a levaram também a escrever e compor. As letras “Só Eu” e “Menina Rabina” (ambas com música de Henrique Janeiro) e “Deixo-me Ir”, escrita e composta por Ana Bacalhau são disso exemplo. 

Na gravação do disco, Ana Bacalhau contou com a preciosa mestria de Luís Figueiredo (piano, teclados), Luís Peixoto (cavaquinho,bouzouki, banjo), Zé Pedro Leitão (contrabaixo, baixo), Alexandre Frazão (bateria, percussão), músicos que a acompanharão ao vivo. Em “Ciúme”, o primeiro single agora estreado conta ainda como músicos convidados Mário Delgado (guitarra eléctrica) e Amadeu Magalhães (cavaquinho).

Nome Próprio” assinala, para alegria da sua autêntica legião de fãs, a estreia a solo de uma das mais aclamadas intérpretes portuguesas. Após o lançamento do álbum, Ana Bacalhau transportará estas canções para o palco numa digressão que promete passar por todo o país.



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Letra

Não me das descanso, não
E se eu avanço, tu vais-te perder
Mas hoje apetece tanto
E eu não sei se estás a entender
Que eu, não
Sou tao mau como tu dizes
Sou tao mau como tu dizes
Deixa lá
Diz que é indiferente
Sou eu que estou diferente
Escuta e pede um tempo
Mas só por um momento
Sei o que ela sente
Só não sei se sinto o mesmo
Então baby
Não comeces
Não comeces
Não comeces, não
Então baby
Não comeces
Não comeces
Não comeces, não
Então baby
Não comeces
Não comeces
Não comeces, não
Então baby
Não comeces
Não comeces
Não comeces, não

Posso levar-te a um sítio nosso
Eu levo-te logo á noite
Só os dois, é só hoje
Não tens saudades do meu toque?
Que eu te agarre, que eu te olhe
Como quem sem querer te escolhe
Eu n ao preciso de mapa
Para percorrer o teu corpo
Se estou eu e tu na cama a Lua não está longe
As minhas costas arranhadas
Os teus suspiros
Achas que não temos nada
Mas eu duvido
Mas eu duvido

Diz que é indiferente
Sou eu que estou diferente
Escuta e pede um tempo
Mas só por um momento
Sei o que ela sente
Só não sei se sinto o mesmo
Então baby
Não comeces
Não comeces
Não comeces, não
Então baby
Não comeces
Não comeces
Não comeces, não
Então baby
Não comeces
Não comeces
Não comeces, não
Então baby
Não comeces
Não comeces
Não comeces, não

Queria passar o dia inteiro contigo
A fazer asneiras, por o mundo inteiro
E tua a rires das nossas brincadeiras
E vê-las consumir
Cantar no banho bem juntos
Para toda a gente ouvir
E fico dias para que isto passe
Vamos á Lua
Estou na tua, não é preciso nave
Vamos a qualquer lado
Começamos a viagem
Só paramos em Marte
Chegar ao teu corpo
Como se chegasse a casa
Deitar-te no meu colo
E ser a tua almofada
Aprender novas palavras
E usa-las só contigo
E se for para perder tempo
Só se for por ti

Diz que é indiferente
Sou eu que estou diferente
Escuta e pede um tempo
Mas só por um momento
Sei o que ela sente
Só não sei se sinto o mesmo
Então baby
Não comeces
Não comeces
Não comeces, não
Então baby
Não comeces
Não comeces
Não comeces, não
Então baby
Não comeces
Não comeces
Não comeces, não
Então baby
Não comeces
Não comeces
Não comeces, não

 

 



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Cláudia Leal inicia no mês de Junho a digressão do seu álbum "Quarto Crescente"

 

Cláudia Leal no seu disco de estreia "Quarto Crescente" apresenta fundamentalmente fados tradicionais aos quais se juntam inéditos criados para a singularidade da sua voz. 

Neste álbum Cláudia Leal apresenta-se pela primeira vez não só como autora e compositora com o tema "O Sal Vem da Saudade" mas também como executante de guitarra clássica no fado  "Fado e Lisboa"

 

O álbum “Quarto Crescente” possui uma particularidade inovadora. Em vez de um produtor comum, cada tema tem uma produção própria: ou do compositor ou do músico executante.
 
Para além de contar com a participação de grandes músicos como: 
Pedro Jóia, Rão Kyao, José Manuel Neto, Carlos Manuel Proença, Rogério Ferreira, Rodolfo Godinho, Pedro Henriques, Daniel Pinto e Vicky Marques.
Conta também com os grandes Poetas: António Botto, Mario Rainho, Guilherme Pereira da Rosa, António Calém, José António Sabrosa, Rui Manuel, Fernando Girão, António Laranjeira e Ricardo Maria Louro.
 

A qualidade deste trabalho deve-se também a excelentes compositores tais como, Francisco Carvalhinho, Pedro Joia, Maria Teresa de Noronha,
Fernando Girão, António Sabrosa, Rão Kiao, Rogério Ferreira Rodolfo Godinho e Ricardo Ribeiro.

 

 

 

Primeiras datas da digressão!


2 de Junho -  Auditório Zona Livre  | Vila Real | 21:30h

3 de Junho - Lamego - Teatro Ribeiro Conceição
Bilhete - 10€ |Horas - 21:30h

10 de Junho | Festas de Proença a Nova | 21:00h



12 de Julho
Festas da Charneca de Caparica

06 de Outubro - Arcos de Valdevez
Casa das Artes - 22.00h



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Letra

 

“Whatever Happened To Our Love”
Escrita e Composta por/Written and Composed by Frankie Chavez

 



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Frankie Chavez: Vídeo do single “Whatever Happened to Our Love” estreia hoje

Canção faz parte do álbum “Double or Nothing”, já disponível em todas as  lojas

Depois de “My Religion”, Frankie Chavez estreia hoje um novo vídeo, para o single "Whatever Happened to Our Love", realizado por André Tentúgal. Este é já o segundo single retirado do novo álbum de estúdio de Frankie Chavez, “Double or Nothing”, já disponível nas lojas e nas várias plataformas de streaming.

“Double or Nothing” surge três anos depois de “Heart & Spine” (2014). Este novo álbum é uma verdadeira prova de fogo na qual Frankie Chavez aposta todo o seu potencial num conjunto de canções influenciadas pelo contexto social dos nossos dias.

"Double or Nothing" é, segundo Frankie Chavez, "um álbum de histórias que vão desde a perda ao nascimento, ao andar na estrada, ao tempo que perdemos em coisas fúteis. Fala também de amor e de relações impossíveis. E fala de atentados terroristas e de privação de liberdade."

Frankie Chavez contou com vários colaboradores para este novo álbum, nomeadamente Poli Correia, Benjamin (ambos no single “My Religion”) João Correia e Donovan Bettencourt, que formam a sua banda, e ainda o baterista e produtor Fred Ferreira e o teclista Paulo Borges, que trouxe alguns ambientes mais psicadélicos a estas novas canções.

O álbum conta com o apoio da Antena 3 e será apresentado ao vivo em outubro no Teatro da Trindade, em Lisboa.

 

 



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Letra

 

Well you fill your days with a long schedule
Come time to breathe, you don't even know how
Kids in white T-shirts giving free hugs
In the name of Jesus, the gypsy boy shrugs

Sometimes I feel so lonely
With all this love all around me

Singing is human but the birds do it too
And there's nothing better than waking to the Red Robin's tune
Well the wind blows softly but the waves crash so strong
And it rattles your wind pipes and your voice sings its song

Sometimes I feel so lonely
With all this love all around me

Well you know the feeling when it quenches your thirst
But it's not liquid you're after, it's the air in your lungs
The air is the victim of our need to express
All these feelings inside us that we must get off our chest

Sometimes I feel so lonely
With all this love all around me

 

Written and Performed by TIME FOR T.

 



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Quinta-feira, 25.05.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

“Ciúme”
Letra e Música/Lyrics and Music: Miguel Araújo

 



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Faltou-nos Um Beijo” é o terceiro single dos A.M.A.

Os A.M.A. desafiam a criatividade e trabalham para lançar  uma música por mês.

 
O estilo é viciante e irresistível num universo entre os sintetizadores e as melodias de piano. As letras, retratam essencialmente histórias de amor com as duas vozes em uníssono num timbre único e original. Uma verdadeira viagem pela Eletrónica, Pop, R&B.

 

Uma aposta forte para qualquer SunSet Festival ou indoor.

Mantenham-se atentos aos A.M.A.!

 

 



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Letra

 

Acabou-se a sorte
Começou o meu azar
Não cumpri a minha parte
Agora tenho que ir trabalhar
Acabou-se a boa vida
É preciso lutar
Já não tenho mais oportunidades
Vou recomeçar
Vou começar uma vida nova
Ainda há tempo para mudar
Qualquer dia estou com os pés para a cova
E não quero acreditar
NSolão sei se meDoreço
Esta Solvida de Docão
Tudo o que Solvejo tem um Dopreço
E eu não Retenho um tostão
Será que mereço
Nunca fiz mal a ninguém
Estou perdido não tenho nada
Vou chamar a minha mãe
Sei que a vida não dura sempre
tempo passa devagar
Tenho tempo para rir
Tenho tempo para chorar
Voltas e voltas
E que grande confusão
Um homem anda aqui à toa
Nem sinto os pés no chão
Não sei se mereço
Esta vida de cão
Tudo o que vejo tem um preço
E eu não tenho um tostão
Será que mereço
Nunca fiz mal a ninguém
Estou perdido não tenho nada
Vou chamar a minha mãe

 



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NOVO DISCO "XXV ANOS" | 09 de Junho
 
Ao vivo dia 25 de Maio, Lisboa, Cinema S. Jorge, 21h00
 

"XXV Anos” (Ed. Display) marca o regresso dos Alcoolémia num disco que celebra duas décadas e meia de rock e estrada do grupo de “Não Sei Se Mereço”, e que estará à venda no dia 09 de Junho.

O grupo lançou o convite a uma série de amigos que admiram, para celebrar e revisitar os seus maiores sucessos. Entre as vozes de músicos já consagrados, e novos valores, os Alcoolémia contam com a participação de António Manuel Ribeiro (UHF), Nelson e Sérgio Rosado (Anjos), Carlos Tavares (Grupo de Baile), Nuno Norte, Zeal (Dr. Estranho Amor), Maria João, Vasco Duarte (Ossos do Oficio), Alfredo Costa (Skills and Bunny Crew) e Tiago Estrela (Rock em Stock). Paulo Borges (GNR) está a cargo das teclas.

"XXV Anos" é um álbum de celebração, para os fãs do grupo, e de descoberta para novos públicos.

"Não Sei Se Mereço" é um dos temas revisitados, que conta com a participação de Carlos Tavares (Grupo de Baile) e Nuno Norte, um tema para recordar ou descobrir os "XXV Anos" dos Alccolémia.

No dia 25 de Maio, os Alcoolémia apresentam-se, ao vivo, em Lisboa no Cinema S. Jorge, pelas 21h00.

Preço dos bilhetes: 6€

 

 



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Letra

 

There's a fire in the hallway to your room
You get burnt but you'll be in comfort soon
Get inspired by the gloom, same old chords bouncing around
The corners of your room, of your room

Always waiting for the summertime
Crashing through winter with jazz, cigarettes and wine
When spring comes we're all in bloom
Skies are clear, were howling at the moon

Now you dance to Tuareg songs,
You haven't danced in so long
Now there's a spring in your step
Now there's a song in your head

Always waiting for the summertime
Crashing through winter with jazz, cigarettes and wine
When spring comes we're all in bloom
Skies are clear, were howling at the moon

Always waiting for the summertime
Always waiting for the summertime
Well you can keep on waiting
Always waiting for the summertime
Well you can keep on waiting

credits

from TIME FOR T, released January 20, 2015

 



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Fusões Artísticas no Algarve

 

Imaginar um local idílico, com uma extraordinária beleza natural, patrimonial e paisagística.


Imaginar novos conceitos culturais e artísticos.


Conciliar tudo num festival inovador e torná-lo realidade é o que acontece de 26 a 28 de Maio, na belíssima aldeia de Alte.
 
Durante 3 dias o mote é para a Fusão entre Arte e Artesanato, procurando pontos de confluência e uma genuína convivência entre expressões.
 
Espalhado pelos muitos palcos da aldeia (Fonte Grande, Fonte Pequena, Pólo Museológico, Casa do Povo, Parque de Jogos, Largo José Cavaco Vieira, Horta das Artes, Escola Profissional e Queda do Vigário) o festival promete surpreender por inusitadas parcerias entre artistas e artesãos.
 
Um concerto de música com o som dos artesãos a trabalhar em tempo real em cima de um palco (OrBlua com artesãos), um sonoplasta a sobrepor camadas sobre cantares da serra algarvia (Moçoilas com mEEkAlnUt), um espectáculo de dança onde o bailarino partilha o palco com pescadores (Movimentos no Mar e na Terra), ou uma performance que junta a narração à música e à sonoplastia (Janelas na Aldeia), são alguns dos destaques para esta edição de estreia.

 

Juntam-se ainda vários artistas como os Artesãos da Música, Mauro Amaral, Azinhaga, Filipe Valentim, Cal e António Pires e não faltam actividades para crianças, neste festival adequado para todas as idades, com entrada livre.
 
Dentro do espírito do Fusos, estão patentes 2 exposições, uma de fotografia intitulada "A minha casa, a minha aldeia" com fotografias de Alte tiradas pelas crianças da escola primária de Alte, mostrando a visão que o olhar infantil tem da sua própria aldeia, e Simbis, uma exposição de artes plásticas que resulta de trabalhos a 4 mãos, já que peças criadas por artesãos foram entregues a artistas plásticos para alterarem e criarem novos objectos.
 
Durante o Fusos haverá ainda um ciclo de cinema com a exibição de 3 documentários sobre a cultura algarvia - António Aleixo, na terra acho, na terra deixo (de Carlos Fraga), Quem manda aqui sou eu (de Tiago Pereira) e Terra que nos acolhes (de Carlos Norton).
 
No decorrer do festival os visitantes podem visitar o mercado da pulga (velharias) e de artesanato e participar nas oficinas oferecidas (construção de flautas, trabalho em esparto e gravura).
 
Todo o festival é feito em itinerância e não há sobreposição de horários, para que todos possam assistir a tudo. E o melhor é que o público também participa activamente. Se na abertura do festival os habitantes da aldeia vão construir uma escultura comunitária, no encerramento do festival são os visitantes que a vão pintar. E durante o festival todos podem "tocar" no andarilho de Alte - Escultura sonora que percorre o caminho entre palcos e onde todos podem tocar nos vários instrumentos incorporados.

FUSOS é uma organização da Fungo Azul, inserido no Programa 365 Algarve e conta com o apoio do Município de Loulé, do Museu Municipal de Loulé e da Junta de Freguesia de Alte.



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Letra

 

Foi sem mais nem menos
Que um dia selei a 125 azul
Foi sem mais nem menos
Que me deu para abalar sem destino nenhum
Foi sem graça nem pensando na desgraça
Que eu entrei pelo calor
Sem pendura que a vida já me foi dura
P'ra insistir na companhia
O tempo não me diz nada
Nem o homem da portagem na entrada da auto-estrada
A ponte ficou deserta nem sei mesmo se Lisboa
Não partiu para parte incerta
Viva o espaço que me fica pela frente e não me deixa recuar
Sem paredes, sem ter portas nem janelas
Nem muros para derrubar
Talvez um dia me encontre
Assim talvez me encontre
Curiosamente dou por mim pensando onde isto me vai levar
De uma forma ou outra há-de haver uma hora para a vontade de parar
Só que à frente o bailado do calor vai-me arrastando para o vazio
E com o ar na cara, vou sentindo desafios que nunca ninguém sentiu
Talvez um dia me encontre
Assim talvez me encontre
Entre as dúvidas do que sou e onde quero chegar
Um ponto preto quebra-me a solidão do olhar
Será que existe em mim um passaporte para sonhar
E a fúria de viver é mesmo fúria de acabar
Foi sem mais nem menos
Que um dia selou a 125 azul
Foi sem mais nem menos
Que partiu sem destino nenhum
Foi com esperança sem ligar muita importância àquilo que a vida quer
Foi com força acabar por se encontrar naquilo que ninguém quer
Mas Deus leva os que ama
Só Deus tem os que mais ama

 

Música de João Gil
Letra de Luís Represas:

 



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BLESS THE MESS EDITAM E APRESENTAM EP DE ESTREIA ESTA SEMANA

 

Primeiro surgiu “Never Too Old”, o single que apresentou os Bless The Mess ao mundo. Recentemente fomos apresentados a “Dawn”, segundo tema extraído do EP de estreia. E agora, finalmente, temos acesso total a “Low Blow”, EP Digital composto por cinco faixas, disponível no iTunes, na Amazon, no Google Play e na The Store.


Mas as novidades, felizmente, não ficam por aqui! Já no próximo dia 27, Sábado, a banda portuguesa vai subir ao palco do EKA Palace, em Lisboa, para apresentar ao vivo o EP que hoje editam. Tudo começa pelas 21h30 e os bilhetes têm o preço único de 5€. Esta é mais uma das apostas nacionais da Music For All.

 

Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.

 

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual já editaram dois singles, “Never Too Old” e “Dawn”. Por sua vez “Low Blow” chega agora às principais lojas digitais.



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Letra

 

Quando ela me diz tenho tanta coisa para mostrar
Que é só escolher a hora, o dia e o lugar
Eu fico Crazy, eu fico Crazy
Quando ela me diz que assim não vai dar,
Que precisa de tempo e espaço para pensar
Eu fico Crazy, eu fico Crazy

Baby,
Admito estou confuso
Já não sei se te amo ou se te uso
Já não sei se dou para trás ou se seduzo
Já não sei se te aceito ou se recuso
Por um lado quero-te ao meu lado
Sentir o teu corpo abusado
Sentir o teu cheiro aromado
Sentir a química da qual eu não me farto
Sentir o teu amor sincero nos lençóis do meu quarto
Depois tudo sobe, o clima cresce
Jogo de provocações, só a nossa roupa desce
É intenso, Acho que é isso que nos define
Não mudo de opinião por mais gente que opine
E no fim da loucura que nos consome aos poucos
Voltamos ao mundo dos normais continuando loucos
Perdidos e entregues às nossas promessas
E eu estou tão confuso que já nem me lembro dessas

Refrão:
Quando ela me diz tem tanta coisa para mostrar
Que é só escolher a hora, o dia e o lugar
Eu fico Crazy, eu fico Crazy
Quando ela me diz que assim não vai dar,
Que precisa de tempo e espaço para pensar
Eu fico Crazy, eu fico Crazy

Rap 2:
Imagina só o teu corpo bem junto do meu
Os meus lábios bem juntos do teu pescoço
A descerem bem devagar eu sei que tu gostas não mandes parar Arranhas as costas mandas-me calar
Agarra-te a mim eu não te vou largar
Porque eu sei o que fazer
O meu toque é prazer
Eu sei que não me queres ver
Mas hoje tu vais ceder
Ao teu desejo
Só mais um beijo
E eu juro que não volto mais
Porque viver uma mentira do que a verdade com pontos finais Acabas por voltar, vais
Acabas por pensar, cais
E vem-te à cabeça quem te levantou quando tu não aguentavas mais
Aumento da pulsação
Coração bomba convicção
Pupilas dilatam eu vi que são
Elas que te vêem comigo não sem ti
Senti, (déjà vu)
Vamos voltar aquele dia que tu disseste que encontraste em mim que mais falta fazia

Refrão:
Quando ela me diz tanta coisa para mostrar
Que é só escolher a hora, o dia e o lugar
Eu fico crazy, eu fico crazy
Quando ela me diz que assim não vai dar,
Que precisa de tempo e espaço para pensar
Eu fico crazy, eu fico crazy


Letra: Bernardo Rodrigues
Instrumental: Nuno Ribeiro

 



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Quarta-feira, 24.05.17

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BONS SONS 2017
COM UM CONCERTO "ESPACIAL" ENTRE VÉNUS E MARTE
 

Ele diz que não está velho, que está mais novo do que nunca mas com o dobro da experiência. O nome surpresa do cartaz do BONS SONS é finalmente divulgado e é a cereja no topo do bolo do melhor cartaz da música portuguesa deste Verão.

Em 2017, José Cid vai sentar-se aos comandos da nave espacial que aterra em Cem Soldos para o concerto de celebração do álbum icónico da sua carreira – "10.000 anos depois entre Vénus e Marte". Num registo de rock progressivo, pelo qual é menos conhecido do grande público mas que é aclamado por especialistas e melómanos, Cid transporta-nos numa viagem de ficção científica estelar com notas de alucinação psicadélica.


REVIVER "10.000 ANOS DEPOIS ENTRE VÉNUS E MARTE" NO BONS SONS
O PROG-ROCK DE JOSÉ CID


O álbum lançado em 1978 pela editora Orfeu conta a história de um homem e uma mulher que regressam à Terra após 10.000 anos da autodestruição da humanidade. Viajam através do espaço em direcção ao planeta azul para o repovoar. Na altura não foi imediatamente reconhecida a virtude deste álbum, com vendas a não irem além das 1000 cópias, mas como acontece às obras de génio editadas à frente do seu tempo, foi ganhando o estatuto de álbum de culto tanto em Portugal como além-fronteiras. É este o grande motivo para celebrarmos os quase 40 anos deste álbum com o seu compositor e intérprete original no Festival da Música Portuguesa.

"10.000 anos entre Vénus e Marte" não foi nave que se pilotou sozinha. Na gravação, além do versátil músico, talentoso teclista e reverberante vocalista José Cid, juntaram-se Zé Nabo no baixo e na guitarra, que partilhou com Mike Sergeant, enquanto as baquetas da bateria e a percussão estavam nas mãos criativas de Ramon Galarza.

A sonoridade astral, muito particular desta obra, deve-se ao instrumento musical Mellotron, uma marca constante no rock progressivo e uma característica comum a outras bandas da época como Pink Floyd, Genesis, King Crimson ou Moody Blues. Este instrumento data de uma era pré-sampling musical e dá ao controlador a possibilidade de reproduzir som gravado numa fita de áudio alterando-lhe o tom e ritmo.

O Mellotron empresta também o nome ao Planeta Fantástico, uma das músicas do álbum. O álbum contém ainda os temas "O Último Dia na Terra", "O Caos", "Fuga para o Espaço", o homónimo "10.000 anos depois entre Vénus e Marte" "A partir do Zero", "Memos" e "Vida (Sons do Quotidiano)", este último incluído como faixa bónus no álbum original e já tinha sido editado como EP em 1977.

O espectáculo contará ainda com temas que datam da mesma época como "Onde, Quando, Como, Porquê, Cantamos Pessoas Vivas", uma incursão no rock sinfónico que precedeu o álbum, e também "Vozes do Além" cuja gravação contém poemas de Sophia de Mello Breyner e de Natália Correia. Este tema tem sido prometido para um aguardado álbum, com o mesmo nome, em que José Cid estará a trabalhar, empreendendo um regresso a esta estética musical com o tema da reincarnação e da vida após a morte.


FAZEM AINDA PARTE DO CARTAZ DO BONS SONS 2017

Rodrigo Leão, Orelha Negra, Mão Morta tocam Mutantes S21, Capitão Fausto, Samuel Úria, Paulo Bragança, Virgem Suta, Frankie Chavez, Né Ladeiras, Medeiros/Lucas, Glockenwise, Throes +The Shine, Holy Nothing, The Poppers, Thunder & Co, Manuel Fúria e os Náufragos, Señoritas, Octa Push, Whales, Filipe Sambado, Captain Boy, Marco Luz, Surma, LST - Lisboa String Trio, Joana Barra Vaz, Valter Lobo, Sonoscopia, Les Saint Armand, Sampladélicos, Ana Jezabel e António Torres, Lander&Jonas, Carlota Lagido, Band'olim, Lucía Vives + João Raposo, Moços da Vila, Sanct'Irene, SingularLugar, Filipe Valentim, Moçoilas, Rodrigo Affreixo, Puto Anderson, DJ NinOo e K30 (Firma do Txiga), Groove Salvation, Zé Nuno, Sam U, Beatdizorder e Inês Lamim.



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Letra

 

Nã oencontrei a letra desta música

 

Letra: Gonçalo Guerra
Música: Gonçalo Guerra e Vítor Silva

 



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Júlio Pereira revisita, ao vivo, o seu último disco, Cavaquinho.pt. Acompanhado por Miguel Veras na guitarra, Sandra Martins no violoncelo e Pedro Dias na guitarra portuguesa, nestes espectáculos o som da pequena viola de quatro cordas alia-se aos seus parentes madeirenses e americanos, numa criação de contemporânea mestiçagem. Em palco, resulta numa diversificada viagem por múltiplas paragens sonoras, que não dispensa, até, um piscar de olho ao fado.
 
Júlio Pereira prepara-se para editar um novo trabalho, com data de lançamento prevista para o último trimestre de 2017.
 
JÚLIO PEREIRA | AO VIVO
 

25 de Maio - Coimbra,  Auditório do Conservatório de Música, 21h30

27 de Maio - Tavira, Santo Estevão, Largo da Igreja, 21h30

06 Junho – Lisboa, Teatro da Trindade, Gala CISAC (org. SPA)

10 de Junho - Albergaria-a-Velha, Quinta do Torreão (Festival Pão de Portugal)

25 de Junho – Esporão, 18h00

 
Júlio Pereira site Oficial


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Letra

 

Não encontrei a letra ou os créditos desta música

 



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Afrojack atua nos 20 anos do MEO Sudoeste

DJ e produtor holandês regressa a Portugal a 5 de agosto

Um dos mais populares DJs e produtores da atualidade, Afrojack regressa este verão a Portugal para uma atuação a 5 de agosto nos 20 anos do festival MEO Sudoeste, na Herdade da Casa Branca.

Afrojack volta assim a Portugal numa fase muito produtiva e entusiasmante do seu percurso. O DJ e produtor holandês lançou recentemente o single “Another Life”, uma nova colaboração com David Guetta, com quem forma um duo fenomenal da música de dança atual, responsável, por exemplo, pelo êxito que foi “Titanium (feat. Sia)”. “Another Life” é já um dos grandes sucessos das pistas de dança do momento e conta com a voz da cantautora norte-americana Ester Dean. O vídeo oficial ultrapassou as 7,5 milhões de visualizações em apenas três semanas.

Another Life” sucede-se a “Wave Your Flag”, uma outra aventura recente de Afrojack, que se juntou ao ícone da pop latina Luis Fonsi (o autor do monumental “Despacito”), num single onde a música eletrónica e os ritmos latinos se unem numa receita irresistível, que transmite uma mensagem de tolerância, amor, aceitação e orgulho cultural. O vídeo de “Wave Your Flag” já conquistou mais de 11,5 milhões de visualizações no YouTube/VEVO.

Vencedor de um Grammy, Afrojack tem colaborado com alguns dos maiores nomes da música mundial – com Pitbull e Ne-Yo no single “Give Me Everything”, com David Guetta em “Titanium,” e também com Madonna, Chris Brown, Beyoncé e tantos outros. É presença constante no top da Billboard, tendo no currículo atuações nos maiores festivais do mundo, como Coachella, Ultra, Tomorrowland ou Electric Daisy Carnival.

No MEO Sudoeste, Afrojack junta-se a um cartaz que conta ainda com artistas como Jamiroquai – que lançaram recentemente o álbum de regresso “Automaton” – ou DJ Snake – que apresentará o seu disco de estreia, “Encore”.



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Letra

 

Ai se ela soubesse
Na verdade o que eu quero dela
Não é amor daquele de novela
É dos que aquece e não arrefece (bis)

Ela pensa que eu não penso nela
Traz-me vento diz que vou de vela
Ela tá dentro mas eu tou naquela
De só a querer quando estou com ela
E ela diz que quer mais
Diz que quero também
"kasha tens que assentar, encontrar alguém"
Ela não faz ideia
Ela não faz ideia

Dizes que me tens mas sabes que é mentira
Pensas que és tu que me tens na tua mira
Olha para mim diz-me que não vale a pena
Como é que não vês que assim não tem problema
Não, não

Agora pensa bem
Se não te faço falta
Agora pensa bem
Se não te faço falta
(bis)

Ela diz que eu não sou manso e eu gosto disso
Porque assim eu avanço e ela dá por isso
Alimentar mil outras formas de formar a crise
E pensar em mil maneiras de perder juízo
Pensa bem, pensa babe
Se não me cansas não te deixo
Pedes que te minta eu só peço que me aceites
Se sim tasse bem se não tasse bem também
Jogo direto mas não jogo sujo
Quero-te perto mas não do teu mundo
Ela não faz ideia

Dizes que me tens mas sabes que é mentira
Pensas que és tu que me tens na tua mira
Olha para mim diz-me que não vale a pena
Como é que não vês que assim não tem problema
Não, não

Agora pensa bem
Se não te faço falta
Agora pensa bem
Se não te faço falta
(bis)

Se o prof tá na boda bota fogo
A dama pronta aponta pa onde eu tou
Dá-me a ponta e conta com o meu coro
Ela quer que o meu lábio mude a cor
Junta-se e aperta-me agora
Julga-se esperta mas cora
Eu vou-te contar uma história
Mais logo que eu tou ca turma toda
Hoje vai chover e eu não vejo uma nuvem
Venha o que vier dá-me o num e o mano vem
Conhecer de perto o teu ser
Na base do afeto deu sempre
É que eu nunca me apresso com o tempo
Por isso te peço, tu pensa bem
E antes de eu ir
Quero que saibas que eu não sou de ferro
Nem fico irritado se o mambo não der
Mas digo-te na cara pensa no que queres
Não dá pa evitar então tu

Pensa bem
Se não te faco falta
Agora pensa bem
Se não te faco falta

 

 



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avm.jpg

 

 
 
CARUMA
04 Junho| 21H00 – Marinha Grande (Recinto das Festas)
 
Duarte
15 | 21H30 – Sully  - França 
(http://www.festival-sully.fr/concerts-2017/duarte)
21 | 21H30 – Castelo Branco Homenagem a AMÁLIA

Júlio Pereira
06 | 21H30 - Teatro da Trindade (participação – Gala fim do Congresso CISAC/ SPA)
10 | 21H30 – Albergaria a Velha – Teatro Alba
25 | 18H00 – Esporão

Maria Alice
17 | 21H30 – Auditório do Fórum Cultural no Seixal

Rogério Charraz
23 | 21H30 – Espinho (recinto das Festas)
25 | 21H30 – Évora – Jardim Municipal

Sebastião Antunes (apresentação do novo disco “Singular”)
02 | 21H30 - FNAC Oeiras
04 | 15H00 - Largo 1º de Agosto – Santa Iria de Azoia
11 | 17H00 - FNAC Fórum Almada
18 | 21H00 - FNAC Colombo
24 | 21H30 – Sebastião Antunes & Adufe em Lisboa –Idanha (Festival Salva a Terra)

Peste & Sida
24 | 22H00 – Proença a Nova – Rock Fest - Parque Urbano


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Quer ver a sua banda ou espectáculo divulgados aqui?,
envie um email para: olharparaomundo (arroba) sapo.pt
Se tem alguma letra que eu não tenha encontrado, pode enviar para o mesmo email
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