Segunda-feira, 02.11.15

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"Para Amália" ao vivo no Teatro Aveirense  - 6 de Novembro às 21h30

"O desejo de oferecer uma prenda “Para Amália” foi sentido por Mísia depois de mais de 20 anos de construção de um repertório e uma sonoridade próprios, em cumplicidade com os grandes escritores, poetas e músicos portugueses.


Mísia já havia cantado temas do repertório amaliano, mas sempre pontualmente. Agora trata-se de um álbum duplo, gravado em Lisboa no final de 2014, ano em que se cumpriram os 15 anos da desaparição física de Amália Rodrigues.


“Para Amália” foi construído não só com o repertório amaliano mas também com temas inéditos criados especialmente para este trabalho. O primeiro disco, piano e voz, é constituído por músicas na sua maioria de Alain Oulman mas também de Carlos Gonçalves, Fontes Rocha. Poemas de David Mourão Ferreira, Amália, Afonso Lopes Vieira, Pedro Homem de Mello, etc. O segundo disco, guitarras de Fado, tem um ambiente musical mais tradicional, incluindo Fados muito populares e um tema de folclore. Inclui também textos inéditos de Amélia Muge, Tiago Torres da Silva, Mário Cláudio e Mísia escritos em tributo a Amália Rodrigues.


Como no disco, em concerto, “Para Amália" apresenta-se em formato intimista, piano e voz, e com a formação completa na qual as guitarras se juntam ao piano. Um efeito visual da projecção em loop da jóia preferida de Amália Rodrigues, vai pulsando em várias cores palavras-chave do Fado: destino, voz, saudade, mulher.

'Amália tornou-se eterna e está mais viva do que nunca.' Mísia "

Fonte: Teatro Aveirense

Misty Fest 2015

 

Retirado de Antena 1



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Terça-feira, 20.10.15

 

Letra

 

Tive um coração, perdi-o
Ai quem mo dera encontrar
Preso no lodo dum rio
Ou afogado no mar

Quem me dera ir embora
Ir embora e não voltar
A morte que me namora
Já me pode vir buscar

Tive um coração, perdi-o
Ainda o hei-de encontrar
Preso no lodo dum rio
Ou afogado no mar

 



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Segunda-feira, 19.05.14

Mísia, Carlos do Carmo e Gisela João dão voz ao 4º Festival de Fado de Madrid

Mísia, Carlos do Carmo e Gisela João são os artistas convidados do 4º Festival de Fado de Madrid, que entre 18 e 21 de junho leva a música portuguesa ao público espanhol com concertos, debates e exposições.

 

Depois do êxito das edições anteriores, o certame pretende, este ano, consolidar-se como um dos eventos do calendário madrileno, reunindo o público espanhol não só para três concertos mas para debates sobre o papel cultural do fado, incluindo, este ano, no cinema.

 

Na agenda da edição deste ano está prevista a projeção de filmes, um ciclo de conferências, ateliers e uma exposição representativa do fado.

 

Em termos de concertos o festival arranca a 19 de junho com a atuação de Mísia, que revisitará o reportório de Amália Rodrigues, cantando poemas inéditos escritos para o seu novo projeto de tributo à fadista portuguesa mais conhecida.

 

No dia seguinte é a vez de Gisela João, uma das novas vozes do fado português - que teve grande êxito no seu primeiro álbum, lançado há um ano - e a 21 será a vez de Carlos do Carmo, num concerto que se propõe uma viagem por "50 anos da história da música portuguesa".

 

Segundo os organizadores, Carlos do Carmo terá como convidados no seu concerto Cristina Branco, Marco Rodriguez e Raquel Tavares.

 

Fora dos concertos, a Filmoteca Espanhola acolhe o ciclo de conferência que inclui um debate com Iván Dias sob o tema "Rodando Fados", uma mesa redonda com Diogo Varela Silva, David Ferreira e Cristina Branco e, finalmente, a conferência "O fado encontrou-me um dia: Carminho, Gisela e Camané", com o cineasta João Botelho.

 

A exposição "o fado e o cinema" marca ainda a agenda deste ano.

 

Retirado de Sapo Música



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Sábado, 08.03.14

 

Letra

 

Esas lagrimas son pocas 
No, me pueden conmover 
Tienes que llorarme un rio 
Si me quieres convencer 

Subete aquella montaña 
Y en sus cumbres con valor 
Grita al mundo que te mueres 
Porque te falta mi amor 

Entonces habras pasado por lo que pase 
Te acuerdas cuando te fuiste 
Como suplique 
Ay esas lagrimas son pocas 
No, no me pueden convencer 
Tienes que llorarme un rio 
Y me tendras a tus pies 

Entonces habras pasado por lo que pase 
Te acuerdas cuanto te fuiste 
Como suplique 
Ay esas lagrimas son pocas 
No, no me pueden conmover 
Tienes que llorarme un rio 
Y me tendras a tus pies 



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Quarta-feira, 26.02.14

 

 

Letra

 

 

Sem Saber

sem saber

 porque te amei assim,

 porque chorei por mim,

 sem saber

 com que punhais tu feres,

 magoas mais e
queres

 

 sem saber

 onde é que estás, nem como,

 o que te traz sem rumo, 

sem saber

 se tanto amor devora 

mais do que a dor que chora,

 sem saber 

se vais mudar, se então

 podes voltar ou não

 

sem saber

 se em mim
mudou a vida,

 se em ti ficou perdida

 

 

 sem saber

 da solidão depois

 no coração dos dois

 

sem saber

quanto me
dóis na voz,

 ou se há heróis em nós.




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Quarta-feira, 12.02.14

 

letra

 

Só nós dois é que sabemos 
Quanto nos queremos bem 
Só nós dois é que sabemos 
Só nós dois e mais ninguém 
Só nós dois avaliamos 
Este amor forte e profundo 
Quando o amor acontece 
Não pede licença ao mundo 

Anda, Abraça-me, Beija-me 
Encosta o teu peito ao meu 
Esquece o que vai na rua 
Eu serei tua, tu serás meu 
Que falem não nos interessa 
O mundo não nos importa 
O nosso mundo começa 
Cá dentro da nossa porta 

Só nós dois compreendemos 
O calor dos nossos beijos 
Só nós dois é que sofremos 
As torturas dos desejos 
Vamos viver o presente 
Tal qual a vida nos dá 
O que reserva o futuro 
Só Deus sabe o que será 

Anda, Abraça-me, Beija-me 
Encosta o teu peito ao meu 
Esquece o que vai na rua 
Eu serei tua, tu serás meu 
Que falem não nos interessa 
O mundo não nos importa 
O nosso mundo começa 
Cá dentro da nossa porta 

O nosso mundo começa 
Cá dentro da nossa porta.



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Domingo, 13.10.13

O milagre de Mísia é um disco novo que não é de fado mas do coração

Delikatessen - Café Concerto é o novo álbum de Mísia. Chegou às lojas na semana passada com a ajuda de fãs e de alguns músicos, como Iggy Pop ou The Legendary Tiger Man, que deram vozes a alguns temas.

É no fado que Mísia se distingue mas quem a conhece sabe que não é mulher de uma só área. “Tenho dificuldade em ser una, sou várias”, diz-nos a cantora, que apresentou há dias o seu mais recente trabalho, Delikatessen - Café Concerto. Um álbum onde Mísia partilha a sua música com nomes conhecidos como Iggy Pop, The Legendary Tiger Man, Melech Mechaya ou Dead Combo. Fados, esses, apenas dois entram no disco.

 

Delikatessen - Café Concerto é por isso um trabalho especial. Não só por estas colaborações, como também pela forma como foi feito. Mísia queria trabalhar num novo disco mas deparou-se com as dificuldades que uma crise económica impõe. Sozinha não conseguiria, pelo menos tão cedo, lançar um novo disco e por isso pediu ajuda na sua página do Facebook. A resposta foi surpreendente e o resultado está à vista. O disco chegou às lojas há uma semana.

 

“Vivemos numa grande crise e pensei que se isto continua assim um dia o frigorífico vai estar vazio”, diz a cantora, explicando a ideia original do disco, que define como uma “refeição caótica”, onde podemos saborear algumas das músicas de que mais gosta. “Pensei em comer as minhas canções, ou seja, em fazer um menu das minhas canções que é um bocado como eu como. Eu como de uma maneira impulsiva, posso começar por uma coisa doce e depois comer a sopa”, continua Mísia, que na terça-feira à noite no Restaurante Buenos Aires cantou algumas destas músicas.

 

O que aconteceu, conta Mísia, foi que deu para adopção 13 músicas. “Parece estranho mas limitei-te a perguntar no Facebook quem é que queria adoptar estas canções que iam entrar no disco”, explica. O que Mísia pedia na verdade era que cada pessoa ajudasse na produção de cada canção. “E de repente não faltaram pessoas. É nos momentos de crise que também sobressai o melhor de nós, é por isso que para mim este é um disco com muito coração.”

 

Também os músicos com quem colaborou participaram “generosamente”. “É um milagre”, diz. E talvez por isso Mísia se tenha entregado em Delikatessen - Café Concerto a uma experiência sónica. “Quem ouvir este disco vai perceber que ele é o meu universo. Tenho dificuldade em ser una, sou muitas. Não é preciso escolher entre uma coisa e outra. Prefiro antes uma coisa e mais outra e mais outra.”

 

Daí a diversidade do o álbum, que inclui apenas um inédito – Rasto do infinito, um poema de Tiago Torres da Silva. “Este menu são canções que normalmente não canto”, conta, destacando então os nomes com quem gravou o disco. Com os Melech Mechaya, Mísia já tinha colaborado no passado no disco da banda e por isso “este foi o caminho natural”. O mesmo aconteceu com a brasileira Adriana Calcanhoto. Dos Dead Combo diz-se uma “fã total e incondicional”, o Paulo Furtado, ou The Legendary Tiger Man, foi dos primeiros em quem pensou chamar para o disco. E depois há ainda o mexicano Ramón Vargas e o dinossauro americano Iggy Pop, com quem Mísia gravouChanson D'Hélène, música original do filme de 1970 Les choses de la vie, cantada por Romy Schneider e Michel Piccoli.

 

“Não somos amigos, temos o mesmo agente. Eu propus esta música, que para mim é muito interessante, e ele aceitou”, explica a cantora, para quem o resultado final do disco é muito cinematográfico e kitsch. “Há músicas aqui que descobri por acaso”, conta, exemplificando com Estación de Rossio. “Ia na rua do alecrim e passei numa loja de antiguidades onde vi uma caixa que dizia telegramas. Fui ver o que havia e encontrei alguns telegramas de artistas espanhóis que vinham cá nos anos 50”, recorda Mísia. “Fui ao Google ver algumas daquelas referências e descobri uma cantora que se chama Juanita Ruenca que tinha gravado uma canção muito bonita, a Estación do Rossio[música que pode ser ouvida neste álbum].”

 

Depois desta apresentação, quase em ambiente familiar, Mísia parte para Espanha. Vai apresentar Delikatessen - Café Concerto no dia 18 no El Molino, em Barcelona, um lugar que bem conhece. “Foi onde a minha avó, a minha mãe e eu trabalhámos e por isso, como este trabalho é especial, apeteceu-me voltar às raízes”, explica.

 

Para Portugal ainda não há datas mas está a ser preparada uma digressão que deverá acontecer “no final do ano ou no início do próximo”.

 

 

CLÁUDIA CARVALHO 

 

Retirado do Público



publicado por olhar para o mundo às 19:54 | link do post | comentar

Sábado, 12.10.13

 

Letra

 

Não quero cantar amores,
Amores são passos perdidos.
São frios raios solares,
Verdes garras dos sentidos.


São cavalos corredores
Com asas de ferro e chumbo,
Caídos nas águas fundas.
Não quero cantar amores.


Paraísos proibidos,
Contentamentos injustos,
Feliz adversidade,
Amores são passos perdidos.


São demência dos olhares,
Alegre festa de pranto.
São furor obediente,
São frios raios solares.


Da má sorte defendidos
Os homens de bom juízo
Têm nas mãos prodigiosas
Verdes garras dos sentidos.


Não quero cantar amores
Nem falar dos seus motivos.



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Letra

 

O cha cha cha em Lisboa virou fadista

passou na madragoa

fez-se bairrista

andou nas ruas pela moirama

e fez das suas nos becos de alfama

depois pegou numa guitarra 

e até cantou menor numa barra

 

andou todo emproado pelos salões

depois foi ao mercado ver a rosinha dos limões

 e agora vai-se embora e até chora para ficar por cá

coitado já deu em fado não quer ser cha cha cha

 

O cha cha cha em Lisboa virou fadista

passou na madragoa

fez-se bairrista

andou nas ruas pela moirama

e fez das suas nos becos de alfama

depois pegou numa guitarra 

e até cantou menor numa barra

 

andou todo emproado pelos salões

depois foi ao mercado ver a rosinha dos limões

 e agora vai-se embora e até chora para ficar por cá

coitado já deu em fado não quer ser cha cha cha



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Quarta-feira, 09.10.13

Mísia diz que o seu novo álbum é «um milagre»

Mísia apresenta o seu novo álbum, “Delikatessen - Café Concerto”, como “um menu de canções” que inclui dois fados, e qualifica-o de “um milagre”, graças ao apoio conseguido através do Facebook.


O álbum, que é editado esta semana, inclui apenas um tema inédito, “Rasto do infinito”, de Tiago Torres da Silva e Miguel Ramos, e várias canções, em espanhol, francês e português, entre elas uma homenagem a Tony de Matos, de cujo repertório canta "Só nós dois é que sabemos".

Em declarações à Lusa, Mísia afirmou estar “muito orgulhosa” do álbum, porque ele “significa que em tempos de crise se viu o coração das pessoas, pois foi adotado através do Facebook.

 

“Eu pus este álbum em adoção na minha página do Facebook - https://www.facebook.com/misia.fado?ref=ts&fref=ts -, onde escrevi quem queria adotar uma canção, e disse mesmo, 'preciso de pais e mãe adotivos', e para espanto meu comecei a ter transferências de pessoas que nunca tinha visto para a minha conta bancária, foi uma coisa maravilhosa, e pagou um quarto do disco”, contou.

 

“Eu nunca pensei tanta adesão”, reconheceu a cantora que prefere esta forma de cativação financeira a outras como o “call funding”, que qualificou como “mais impessoal”.

 

Justificando a adesão dos “misianos”, pessoas que seguem atentamente a sua carreira, no apoio à produção do álbum, Mísia afirmou: “as pessoas sabem que eu não minto, que é tudo verdade, faço tudo de forma muito autêntica”. “Este é mesmo um disco da crise, pois até os artistas convidados participaram graciosamente”, disse.

 

Neste álbum em que Mísia recria canções como “Cha, cha, cha em Lisboa” (Artur Rineiro/Ferrer Trindade), registam-se as participações especiais de Iggy Pop, The Legendary Tiger Man, Melech Mechaya, Dead Combo, Ramón Vargas e Adriana Calcanhoto. “Cada um dos convidados resultou de cruzamentos, artistas com os quais partilho universos, de quem gosto, que conheço”, disse.

 

No álbum “só há dois fados, um que canto à Piazzola, o ‘Fado do Ciúme’, do repertório de Amália Rodrigues, e 'Rasto do infinito’ que canto como se fosse música barroca”.

 

O tema "Rasto Infinito” será “o início de uma boa colaboração com Tiago Torres da Silva, que se inspirou num altar com muitos santos que tenho em casa, apesar de ser agnóstica”, contou.

 

Entre os vários temas escolhidos, Mísia destacou o que interpreta com Iggy Pop, “Chanson d’Hélene”, a única canção que adotou. Este tema foi originalmente interpretado por Romy Schneider e Michel Piccoli no filme “Les choses de la vie” (1970).

 

Da área cinematográfica surgem outros temas, como “Agua que nos has de beber” que Sarita Montiel interpretou no filme “La Violetera” (1958).

 

Do alinhamento de “Delikatessen - Café Concerto” faz parte “Estación de Rossio”, canção que Juanita Cuenca interpretou como “atração internacional” na revista “Agora é que são elas”, que esteve em cena no Teatro Capitólio, em Lisboa, em 1953.

 

Referindo-se às escolhas do álbum, Mísia afirmou que projetou “um menu fantástico de canções, que têm um toque bastante kitsch e cinematográfico”

.

Mísia fará a primeira apresentação deste álbum que definiu como “um disco de interior de cabaret, que nasceu num momento de medo da crise, dos resultados da crise”, no dia 18 no El Molino, em Barcelona.

 

Retirado do Sapo Música



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Quinta-feira, 11.04.13

 

Letra

 

Era o amor
Que chegava e partia
Estarmos os dois
Era um calor, que arrefecia
Sem antes nem depois

 

Era um segredo
Sem ninguém para ouvir
Eram enganos e era um medo
A morte a rir

Dos nossos verdes anos

 

No nosso sangue corria
Um vento de sermos sós 
Nascia a noite e era dia
E o dia acabava em nós

 

Foi o tempo que secou
A flor que ainda não era
Como o outono chegou

No lugar da primavera

 



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Segunda-feira, 18.02.13

 

letra

 

Não encontrei a letra desta música



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Sábado, 10.09.11

 

Misia

 

A fadista portuguesa Mísia atua no sábado na Alemanha, no âmbito do Festival «Ruhr Triennale», e na quinta-feira em Itália.

De acordo com um comunicado divulgado pela MDK, citado pela Lusa, o concerto para o festival cultural no Oeste da Alemanha surgiu a convite da artista Christina Pluhar, do agrupamento L`Arpegiatta. O programa constará de «reportório do Barroco Italiano do séc. XVII (Stefano Landi), assim como música de Carlos Paredes e Fado».

Na próxima quinta-feira, Mísia segue para Itália, onde, integrada na «Passione Tour», actuará na Arena Flegrea, em Nápoles.

A fadista teve uma ampla participação no filme «Passione» do realizador ítalo-americano John Turturro, como resultado da gravação da canção napolitana «Era de Maggio» no duplo álbum «Ruas», com o grupo Avion Travel.

A 30 de Setembro, Mísia apresenta na Dinamarca o seu mais recente trabalho, «Senhora da Noite», que será editado em Outubro.

No início do próximo mês, a fadista parte para Nova Iorque, onde irá filmar o primeiro videoclip de um tema de «Senhora da Noite», cuja realização ficará a cargo de Turturro.

 

Via IOL Música

 



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Quinta-feira, 31.03.11
França distingue Mísia com o grau de Oficial da Ordem das Artes e Letras
 
A França entrega na quarta-feira a Ordem das Artes e Letras (grau oficial) à cantora portuguesa Mísia, que considera uma «excelente intérprete».

«Com esta distinção, a França pretende homenagear esta excelente intérprete que contribuiu com uma sonoridade própria para o reconhecimento do Fado dos nossos dias», afirma uma nota da embaixada francesa em Lisboa.

A intérprete de Garras dos Sentidos recebeu, em 2004, na Embaixada portuguesa em Paris, o grau de Cavaleiro desta mesma ordem honorífica, cujas insígnias foram entregues pelo ministro da Cultura francês, Jean-Jacques Aillagon.

Nota da embaixada gaulesa salienta o «estilo único e peculiar»de Mísia que «revolucionou a interpretação tradicional do fado».

«Num momento em que surgem muitas vozes talentosas, Mísia permanece uma figura incontornável, indissociável da cultura e da identidade nacional portuguesas», refere a mesma nota.

Mísia afirmou estar «muito contente e honrada», tanto mais que as insígnias serão entregues em Lisboa.

«Fiquei até muito surpreendida pois ainda há cerca de seis anos recebi o grau de Cavaleiro desta mesma Ordem e sei que há um tempo legal necessário entre cada condecoração», disse.

A fadista, que em Setembro lançará um novo CD, Senhora da Noite, afirmou que «a França está muito atenta aos desenvolvimentos das carreiras dos artistas e sempre se mostrou muito sensível ao fenómeno actual da world music».

No ano passado a fadista recebeu a Medalha de Vermeil da Cidade de Paris, entregue pelo presidente da Câmara, Bertrand Delanoë.

As insígnias de Oficial da Ordem das Artes e Letras serão entregues pelo embaixador de França em Portugal, Pascal Teixeira da Silva, na quarta-feira ao final da tarde no Palácio de Santos, em Lisboa.

A Ordem das Artes e das Letras foi criada em 1957 com o objetivo de distinguir personalidades pelo mérito na criação ou atividade no meio artístico ou literário em França ou no mundo e possui três níveis, por ordem crescente de importância: cavaleiro, oficial e comandante.

Este ano Mísia, além do lançamento do novo álbum totalmente constituído por fados tradicionais com letras escritas por mulheres, irá actuar em Nova Iorque, no âmbito da apresentação do filmePassione, de John Turturro.

A fadista teve uma ampla participação no filme do realizador ítalo-americano, como resultado da gravação da canção napolitana Era de Maggio no duplo álbum Ruas, com o grupo Avion Travel.

Mísia tem agendado ainda uma participação no Festival de Ruhr, na Alemanha, nos dias 09 e 10 de setembro com o agrupamento L'Arpeggiata.

 

 Retirado do SOL

 

 

 

 

 



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Terça-feira, 15.02.11

Mísia regressa esta semana a Paris e ao teatro "Bouffes du Nord ", onde já actuou no passado. A fadista vai apresentar o seu último trabalho, "Senhora da Noite", no histórico local fundado em 1876 e muito célebre nos meios artísticos por ser, desde há 40 anos, a residência parisiense da companhia do conhecido dramaturgo britânico, Peter Brook.

Com a particularidade de os textos dos fados serem todos escritos por mulheres - Agustina Bessa Luís, Hélia Correia, Lídia Jorge, Amália Rodrigues, Amélia Muge e a própria Mísia - "Senhora da Noite" tem arranjos assinados pelo pianista e compositor, Carlos Azevedo.

Nos seis espectáculos em Paris, de amanhã, terça-feira, até domingo, a fadista será acompanhada, além de Carlos Azevedo, por Daniel Pinto (guitarra baixo acústica), Bernardo Couto (guitarra portuguesa), Carlos Manuel Proença (viola de fado), Luís Cunha (violino) e Pedro Sanches (acordeão).

"Fado puro"

 

Bouffes du Nord possui uma sala de espectáculos singular, com uma fabulosa arquitectura de época que mantém, por vontade de quem o dirige, as marcas da passagem dos anos nas imensas paredes, colunas e galerias. Com as bancadas montadas em forma de círculo, envolvendo o palco, assemelha-se a um espaço de circo e a sala adapta-se perfeitamente tanto ao teatro como à música.

É a este templo da cultura parisiense que Mísia regressa agora, dez anos depois de aí ter apresentado "Ritual". "Bouffes du Nord" tem capacidade para acolher 500 espectadores e a fadista vai comemorar, com esta série de concertos, 20 anos de trabalhos discográficos. No comunicado de apresentação dos espectáculos, lê-se que, em "Senhora da Noite", "a cantora regressa ao fado mais puro".

 

Retirado do Expresso

 

 

 

 



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