Sábado, 21.01.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Ai quem te viu e quem te vê
Como eu não te vi ainda
Que teimas em ser num dia sim
E noutro dia não

Conta-me agora o teu sonho
Se te beijei a boca
Se quando te toquei e te abracei
O Sonho enlouqueceu

Mas diz-me agora tudo de uma vez
Se valeu a pena
E aquele beijo que nunca me deste
Valeu a pena?
Ai grita, foge dá-me o que quiseres
Mas faz valer a pena
Invade-me a alma

E agora quando acordares
No teu pensamento
Imagina não te lembrares
Como entrei aí

E se conseguires encontrar, baby
Uma saída
Louca não deixaste que eu ficasse
E ficaste por aqui

Mas diz-me agora tudo de uma vez
Se valeu a pena
E aquele beijo que nunca me deste
Valeu a pena?
Ai grita, foge dá-me o que quiseres
Mas faz valer a pena
Invade-me a alma

 

letra e música de Salmar

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sexta-feira, 20.01.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Álbum Peregrinação
Tema:“Nevoeiro”
(Fernando Pessoa/Dulce Pontes)


Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
Define com perfil e ser
Este fulgor baço da terra
Que é Portugal a entristecer...
Brilho sem luz e sem arder
Como o que o fogo-fátuo encerra.
Ninguém sabe que coisa quer.
Ninguém conhece que alma tem,
Nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Ó Portugal, hoje és nevoeiro... É a hora!


Arranjo: Dulce Pontes
Percussão: Amadeu Magalhães/ Dulce Pontes
Saxofones: Hubert Jan Hubeek
Concertina: Amadeu Magalhães
Piano: Dulce Pontes

 



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Quinta-feira, 19.01.17

 

Letra

 

São torturados os contaminados
Outros milhares morrem queimados
Querem-te converter ao catolicismo
Isto mais parece satanismo

Pai nosso que estás nos céus
Olha cá para baixo
E vê a merda que arranjaste
Pai nosso que estás nos céus
Destruição, cinzas da inquisição

Inquisição, destruição

Rezam os crentes
Lavagens cerebrais
Têm mentes doentes
Atrasados mentais

Inquisição, destruição


Nostragamus 2016

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

“My Religion”
Escrita e Composta por/Written and Composed by Frankie Chavez

 



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Quarta-feira, 18.01.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Música e Letra: José Medeiros

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Letra e Música / Written and composed by: Margarida Pinto and Frederico Pereira

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Terça-feira, 17.01.17

 

Letra

 

ão posso mais
Nem sei
Se quero mais
Também
Não estou em mim
E sinto
Que vem um fim

 

Sei que já não me dói
Porque o que já foi, já foi

Eu não vou
Dizer o que sinto
Se digo, eu minto
Nem sei como estou

Eu não vou
Dizer o que sinto
Se esperam que eu caia, que eu fuja
Eu não vou, não

(Uh, uh, uh, uh!)

Voltar atrás
Por quem
Não é capaz
Sou refém

Sei que já não me dói
Porque o que já foi, já foi

Eu não vou
Dizer o que sinto
Se digo, eu minto
Nem sei como estou

Eu não vou
Dizer o que sinto
Se esperam que eu caia, que eu fuja
Eu não vou, não

(Uh, uh, uh, uh!)

E às vezes é no perigo
Que eu encontro um ponto de abrigo
Tentar ser quem eu não sou, eu não vou!

 

Letra e composição por Paulo Sousa e Isaac Goge

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Música e letra: Diogo Brito e Faro

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

[poem: Fernando Pessoa (1915-1917)​ · music: António Zambujo]

 



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Letra

 

Baby já não consigo estar contigo
Insistes em ligar mas vai estar impedido
Eu começo a gostar de ficar bem sozinho
Já não consigo estar assim contigo

Recebo a mensagem com mau conteúdo
Acabou vou para fora para curtir o mundo
Só faltava essa para bater no cumulo
Pois distancia é nada quando alguém é tudo
Já me cansei de ser teu abrigo
Sentir que para ti só da adquirido
No fundo errei
Ao ter permitido sempre desculpei em vez de ter saindo
A culpa é do amor, figuras tristes atrás do calor
O abraço era teu virou um cobertor
Sozinho na cama sem fins nem favor
Nem te peço favor de voltares
Para vires igual mais vale é ficares
Fazer te mudar sem querer te alterar
Ficas-te magoada e eu tou me a passar

Tou louco por ti mas
Não queres saber de mim não [x2]

Eu eu também não
Isso era o que querias
Shiu coração são só fantasias
Para de vir com esse amor nas batidas
Senão ainda explodes de amor as fatias
Porque ela só dá quando perde as manias
E não se apercebe que amor não são dias
Não digo que há sempre alegrias
Se para ti nunca foi serio então baby dizias
Sem ti só faço asneiras, noites bebedeiras
Lembram me primeiras que acordas em casa de amigos
Não estranhas só estranhas as estranhas acordam mais feias

Baby já não consigo estar contigo
Insistes em ligar mas vai estar impedido
Eu começo a gostar de ficar bem sozinho
Já não consigo estar assim contigo

Eu reparei que tinha sangue de outro homem
Na camisola e não foi a vida que escolhi mas olha
Tou como [?] os amores vão e voltam
Mas quando te esqueço tu voltas sempre
Achas que tou com cara de que ainda vais a tempo
Fazias sem peso hoje eu já sou diferente
Se querias agias consequentemente
Hoje moras ao meu lado ironia passei por ti deixei recado
[?] já rolaram não vai ser como antes
Moradas são pertos, corações distantes
E agora estou tão bem sozinho
Vejo que primeiro quero estar bem comigo
Talvez um dia entendas porque não te ligo
Só bla bla não chega vai estar impedido

Baby já não consigo estar contigo
Insistes em ligar mas vai estar impedido
Eu começo a gostar de ficar bem sozinho
Já não consigo estar assim contigo [x2]

 

Música e Letra: B-leza

 



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Letra

 

MOTHER *
[Poem: Fernando Pessoa (s.d.)​ · Music: Mário Laginha]

Mother, my cheeks are wet.
Let down my hair and kiss
My brow. I seem to forget
Even if I think of this.

Lullaby to me, mother,
Lullaby to me.
I loved and was not loved, mother.
Kiss me and let me be.

Let me sleep as of old, thy hand
On my brow, so calm and so deep,
That I feel't on my soul, my soul fanned
By thy breath on the face of my sleep.

I am but a little ship, mother,
Lost out in the sea.
Lullaby to me, mother,
Lullaby to me.

* Song title adapted from the 1st word of the poem. Original title: «Mother, my cheeks are wet».

 



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Segunda-feira, 16.01.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Letra e música: Carlos Heitor da Fonseca

 



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Letra

 

Música: João Black
Letra: José Luís Gordo

 



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Letra

 

Back

Não tenhas medo de cometer um erro
Porque...errar tem a mesma importância
Que acertar e nunca confundas fracasso
Com a experiência, porque isso...
...isso faz parte

(Refrão)

Eu sabia que embora eu tente
As cenas do passado ninguém muda
Aprendia e ainda hoje aprendo
Com os erros cometidos em loucura
Eu sentia com o passar do tempo
Que cair faz parte da aventura
Eu não queria nem podia
Sentir esta amargura

Zinho

Movido pelo momento em torno do meu pensamento
Espero co' que também foi, também volte co' vento
Só quero que chegue o "tempo" para mostrar que estou diferente
Estou a correr com o passado pronto para seguir em frente
Agora eu tento, fazer de mim um bom exemplo
Nada dura para sempre ao qual eu digo "felizmente"
Vim para ser independente, lutei para nao estar pendente
Com tudo o que me destrói por fora e por dentro


Back

Traçar o meu destino sempre foi objetivo
Livrar-me dessas condutas com 1001 motivos
Aprendo a vencer as lutas depois do primeiro murro
Ou a conduzir prudente depois do primeiro muro
Impulso, que a vida bomba no sangue aquecido
Saber abrandar nas lombas mas em ambos os sentidos
No momento que só pensei, em quem está comigo
Foi o momento que eu tentei, afastar o perigo

Cricial


Eu já fui tão parvo que parecia anedota
Quis ir andar de barco mas fiquei-me na doca
Não fui adotado mas já me senti um orfão
Fiquei 4 anos sem falar com a minha cota
Meu passado não são rosas tu notas nas prosas
Perdi muitas histórias mas nunca memórias
Aprendi a dar voltas sem me trocar nas voltas
Hoje estou com os meus brodas e a fechar-me em copas

Kali

Certa altura mais matura sem agir de forma crua
Eu assumo a minha culpa mesmo já sabendo a tua
Já sem cura mas perdura tu presente na moldura
E não ter a lembrança do que a alma já censura
Desculpa...nesta história sou sujeito
E errar é um predicado que acerto com um certo jeito
Mas respeito esta revolta que tento tirar proveito
E se a vida dá tantas voltas vou gerar ciclos perfeitos

(Refrão)

Eu sabia que embora eu tente
As cenas do passado ninguém muda
Aprendia e ainda hoje aprendo
Com os erros cometidos em loucura
Eu sentia com o passar do tempo
Que cair faz parte da aventura
Eu não queria nem podia
Sentir esta amargura

 



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Domingo, 15.01.17

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Music and Lyrics: Rita Andrade

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sábado, 14.01.17

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sexta-feira, 13.01.17

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

(Refrão x2:)

Blew, de queimar o pneu
De tirar o chapéu
Porque esta cena está heavy
Blew, o caminho é o céu
Difícil como o teu
Mas o baralho está ready

CRICIAL

Eu abuso do abuso quando o beat è poderoso
Assumo que não há sumo para este beat volumoso
Yeah, sou o às de copas que dizem ser misterioso
Segura-me que eu seguro-te, para este povo eu mostro love
Eu digo que não paro mas tentam-me sempre parar
Deixamos tudo bem claro não há como enganar
Mostramos o que é raro a união tá a falar
Passamos a noite em claro porque estamos sempre a brilhar
Eu sempre andei a solo era esse o costume
Mas agora tou noutro modo, o baralho é que assume
Quiseram-me pegar ao colo, e eu segui o meu rumo
Tão novo e puseram-me logo a andar sobre o lume
Tou farto de fracos factos farto de certos fardos
Forçados e bem farpados como escravos sem feriados
E esses pratos têm que ser lavados
Não digas que estás fat senão eu corto-te os hidratos

(Refrão x2:)

Blew, de queimar o pneu
De tirar o chapéu
Porque esta cena está heavy
Blew, o caminho é o céu
Difícil como o teu
Mas o baralho está ready

ZINHO

E se eu estava sentado, hoje eu estou levantado
Mais vale estar no começo do que não ter começado
Por mim rimava calado, no meu mundo bem pausado
O rap alojou na street, eu abanquei mesmo ao lado
Confesso, podem me dar por culpado
Porque eu lhe bati na dica e ele até me olhou de lado
Mas demos duas de treta, saquei duma ou outra peta
Enquanto no beat saltava e eu já ganhava etiqueta
Eu estou, com 4 naipes numa de cimentar bases
Numa de trepar paredes só pra rebentar com fases
O sonho é nosso numa de conjugar frases
E se é pra lutar por isto comigo trago freepass's
(oh shit) Nem cúbico nem nada
Convívio não pára, só porta encostada
E no move, me arrumo e orgulho, no fundo
Que um simples baralho já me ofereceu tudo!

4ASES

(Refrão x2:)

Blew, de queimar o pneu
De tirar o chapéu
Porque esta cena está heavy
Blew, o caminho é o céu
Difícil como o teu
Mas o baralho está ready

 



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