Domingo, 01.05.16

 

Letra

 

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Letra

 

Arménio era um trolha d'areosa
Que tinha um par de olhinhos azuis
Que quando me fixavam no baile
Me punham, indefesa e tão nervosa

Arménio, tenho nas minhas gavetas
Aerogramas, cheios de erros de ortografia
Perfumados entre as minhas meias pretas
Aquelas que te punham, em estado de euforia

Arménio, fui a tua madrinha de guerra
Rezei por ti, longas novenas sem fim
Pra voltares, inteirinho e sem mandelas
Mas ficaste por lá perdido no caminho

Arménio, quantos sonhos e boleros
Prometeste, que me levavas a lisboa
Em junho, no dia dos meus anos
Bem sabes que a memória, é um atributo que tenho

 



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Letra

 

Puede ser
que me vuelva a enamorar
y también que me pueda equivocar.
rezaré porque esta vez tenga más suerte
y después de sufrir tanto y tan fuerte,
quisiera dios...
Otra vez
tropecé con obsesiones
de volver disfrazadas de canciones;
buscaré un remedio más rotundo
que ofrecer mil poemas de un segundo.
y quiera dios...
... que un chispazo de emoción
prenda fuego al corazón
inesperadamente.
Puede ser
que me vuelvas a encontrar
y también que me quieras engañar,
pero sé que tu olvido me hizo fuerte
y al volver a la idea de perderte,
pido a dios...
..que un chispazo de emoción
prenda fuego al corazón
inesperadamente.

 



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Sábado, 30.04.16

 

Letra

 

No Largo da Graça já nasceu o dia
Ouço um passarinho, vou roubar-lhe a melodia
Meu amor de longe ligou
Abençoada alegria


Junto ao miradouro, pombos e estrangeiros
Vão a cirandar como fazem o dia inteiro
Meu amor de longe já vem
Pôs carta no correio


Barcos e gaivotas do Tejo
Vejam o que eu vejo, é o sol que vai brilhar
Meu amor de longe está
Prestes a chegar


Talhado para mim
Mal o conheci, eu achei-o desse modo
Logo pude perceber o fado que ia ter
Por ver nele o fado todo
Chega de tragédias e desgraças
Tudo a tempo passa, não há nada a perder
Meu amor de longe voltou
Só para me ver


Fiz um rol de planos para recebê-lo
Fui pintar as unhas, pôr tranças no cabelo
Meu amor de longe há-de vir
Beijar-me no castelo


Eu a procurá-lo, ele a vir afoito
Carro dos Prazeres, número 28
Meu amor de longe saltou
Iluminou a noite


Vamos celebrar ao Bairro Alto
Madrugada, baile no Cais do Sodré
Meu amor de longe sabe bem
Como é que é


Talhado para mim
Mal o conheci, eu achei-o desse modo
Logo pude perceber o fado que ia ter
Por ver nele o fado todo
Chega de tragédias e desgraças
Tudo a tempo passa, não há nada a perder
Meu amor de longe voltou
Só para me ver

 



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Letra

 

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Letra

 

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Sexta-feira, 29.04.16

 

Letra

 

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Letra

 

Foi por ela que amanhã me vou embora
ontem mesmo hoje e sempre ainda agora
sempre o mesmo em frente ao mar também me cansa
diz Paris, Berlim, Bruxelas quem me alcança
em Lisboa fica o Tejo a ver navios
dos rossios de guitarras à janela
foi por ela que eu já danço a valsa em pontas
que eu passei das minhas contas foi por ela

Foi por ela que eu me enfeito de agasalhos
em vez daquela manga curta colorida
se vais sair minha nação dos cabeçalhos
ainda a tiritar de frio acometida
mas o calor que era dantes também farta
e esvai-se o tropical sentido na lapela
foi por ela que eu vesti fato e gravata
que o sol até nem me faz falta foi por ela

Foi por ela que eu passo coisas graves
e passei passando as passas dos Algarves
com tanto santo milagreiro todo o ano
foi por milagre que eu até nasci profano
e venho assim como um tritão subindo os rios
que dão forma como um Deus ao rosto dela
foi por ela que eu deixei de ser quem era
sem saber o que me espera foi por ela

 



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Letra

 

Saiu pela noite,
Pelas ruas do Porto,
Procurando os seus olhos
Num copo já morto.
Perdeu-se na vida
Encontrou-a na Foz,
Entre o Molhe e a Avenida
Há tanta gente a sós.
E eu e tu somos iguais.
Esconderam palavras
Por trás das palavras,
Disseram amor
Sem se perceberem.
Dançaram na estrada,
No asfalto dos loucos,
Entre o céu e o nada
Foram morrendo aos poucos.
E eu e tu somos iguais.
E pediram-se um beijo,
Uma mão que os agarre,
Parados no tempo,
Para que o tempo não pare.
E eu e tu somos iguais.

E quando perceberam
Que a noite era só deles,
Mataram desejos
E rolaram beijos
Colados ao corpo,
Perdidos no chão.

Então os dois foram um,
E o tempo nenhum
Para o que tinham para se dar,
Põe o teu corpo no meu,
Deixa a noite acabar.

Então de um fez-se dois,
E o tempo depois
Foi tão pouco para viver,
Põe o teu corpo no meu
Sente o meu a amanhecer.

Hei, hei, hei, X 4
Eu e tu somos iguais...

Enrolou um cigarro
Que fumaram a dois,
Revivendo o prazer
Que viria depois.
Beberam olhares,
Lugares de veneno,
Nas paredes do quarto
O mundo é tão pequeno.
E eu e tu somos iguais.
Partiram no carro
A voar na cidade,
Encantados nas luzes,
Despistando a vontade.
Deram-se as mãos,
E os corpos também,
A 200 à hora
Não os vai vencer ninguém.
E eu e tu somos iguais.
E pararam o mundo
Numa rua qualquer,
Num abraço sereno
Sem ninguém perceber...
E eu e tu somos iguais.

E quando perceberam
Que a noite era só deles,
Mataram desejos
E rolaram beijos
Colados ao corpo,
Perdidos no chão.

Refrão

Pedro Abrunhosa - Voz, teclados, loop.
Leanne Carol - Background vocal.
Paulo Pinto - Guitarras acústicas, slide guitar.
Cláudio Souto - Órgão.
João André - Baixo.
Alexandre Frazão - Bateria.
Mr. Cool - Pandeireta.
Ian Humphries - Violino.
Charles Mutter - Violino.
Nic Pendelbury - Viola.
Philip Sheppard - Violoncelo.

 



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Letra

 

Foi por ela que amanhã me vou embora
ontem mesmo hoje e sempre ainda agora
sempre o mesmo em frente ao mar também me cansa
diz Paris, Berlim, Bruxelas quem me alcança
em Lisboa fica o Tejo a ver navios
dos rossios de guitarras à janela
foi por ela que eu já danço a valsa em pontas
que eu passei das minhas contas foi por ela

Foi por ela que eu me enfeito de agasalhos
em vez daquela manga curta colorida
se vais sair minha nação dos cabeçalhos
ainda a tiritar de frio acometida
mas o calor que era dantes também farta
e esvai-se o tropical sentido na lapela
foi por ela que eu vesti fato e gravata
que o sol até nem me faz falta foi por ela

Foi por ela que eu passo coisas graves
e passei passando as passas dos Algarves
com tanto santo milagreiro todo o ano
foi por milagre que eu até nasci profano
e venho assim como um tritão subindo os rios
que dão forma como um Deus ao rosto dela
foi por ela que eu deixei de ser quem era
sem saber o que me espera foi por ela

 



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Quinta-feira, 28.04.16

 

Letra

 

Passo a passo avanças, amargamente,
sobre o mau olhar de sem abrigos.
Sem abrigos que preenchem essa rua
conhecida pela sua amargura.

Sinais por todo lado,
encruzilhando esse teu caminho.
Pára, escuta, sente,
onde só o chão se quebra perante tal gente.

E pensas de dentro para ti
qual a razão, o porquê de estares ali.

Num gesto pouco hábil
apagas o cigarro que nunca te deixou
e ouves: "simples tudo seria,
se apagar o cigarro fosse o problema do teu dia"

Eu sei que gostas,nessas noites mais quentes,
olhar atentamente a cada vulto
que ameaça essa entrada, mas nada nem ninguém
ousa lançar mau olhar nessa tua estrada.

E pensas de dentro para ti
qual a razão, o porquê de estares ali.

Sobre esse mau olhar na rua d'amargura,
desfilas nesse passeio como se a rua fosse tua.
Procurando para ti a razão de estares ali,
procurando nesse passeio o caminho de volta.

Twitter - http://www.twitter.com/silvestreoreal
Bandcamp - http://www.tiagosilvestre.bandcamp.com/
Soundcloud - http://www.soundcloud.com/tiago-silve...

 



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Letra

 

Antigamente este fado
Morria á espera de ti
P’ra nascer na minha voz
Não falava de pecado
E quando te conheci
Passou a falar de nós!
 
Tinha versos distraídos
E nos meus cinco sentidos
Não te sentia distante
No correr de cada hora
A dor da tua demora
Eu sofria a cada instante!

Hoje, vejo-te na rua
Porém sei que não sou tua
Nem tu foste meu um dia!
Mas quando canto este fado
Um grito dilacerado
Minha voz enrouquecia!

Quem me dera que voltasses
E no meu corpo tocasses
Despido de sofrimento
E te pedir que ficasses
P’ra me pedires que cantasse
O nosso Fado Sem Tempo!

 



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Letra

 

Sempre uma questão,
Eu sei que é sempre uma questão
De qualquer coisa,
De tempo, de cansaço ou embaraço,
Ou outro peso qualquer.
E de temer a dor que nele existe,
Cantamos o amor num canto triste
Que embala o coração num jeito de
Não querer bater.

Sempre uma questão,
Eu sei que é sempre uma questão
De qualquer coisa,
De anseios, incertezas ou receios
Que nos fazem desistir.
E de fugir à dor que tanto arrasta,
Fazemos do amor canção madrasta,
Prelúdio de um sono sem sonhos
Fácil de dormir

Se eu acordar já,
Sem chorar,
Sem temer,
Talvez possa esquecer,
Talvez saiba sorrir.
Se eu acordar já,
Sem este ar
Derrotado,
Talvez vença a teu lado
O temor de existir.

Sempre uma questão,
Eu sei que é sempre uma questão
De anseios, incertezas ou receios.
E de fugir à dor que tanto arrasta.
Prelúdio de um sono sem sonhos
Fácil de dormir.

Se eu acordar já,
Sem chorar,
Sem temer,
Talvez possa esquecer,
Talvez saiba sorrir.
Se eu acordar já,
Sem este ar
Derrotado,
Talvez vença a teu lado
O temor de existir.

Mas se eu acordar já,
Sem chorar,
Sem temer,
Talvez possa esquecer,
Talvez tenha outro olhar.
Mas se eu acordar já,
Sem este ar
Derrotado,
Talvez vença a teu lado
O meu medo de amar.

 



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Letra

 

Mesmo nas horas felizes, se as há
Alguma coisa é proibida
Posse impossível, distante, que dá
Sentido diferente à vida

O insaciável que existe na gente
Domina a nossa vontade
Triste final duma crença diferente
Diferente da felicidade

E sem saber até onde, o destino
É ou não o que se quer
Somos a lama, o barro divino
Que cada um julga ser

Na minha voz a cantar, corre o pranto
Dum ser que não se entendeu
E assim procuro encontrar o encanto
Que a vida p’ra mim perdeu

A revoltante maldade duns poucos
Espalha o ódio à sua volta
E faz da terra um inferno de loucos
Onde a razão se revolta

Pois quer se acredite ou não no destino
Todos seremos sem querer
Simples poeira de barro divino
Que cada um julga ser

 

Letra/Lyrics: Álvaro Duarte Simões
Música/Music: Álvaro Duarte Simões

 



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Letra

 

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Quarta-feira, 27.04.16

 

Letra

 

Trouxeste o olhar baço
Entre a tristeza e o cansaço
Dizes tudo aquilo que eu já sei
Errei mas eu também
Não prometi a ninguém
Ser eternamente a solução
Esqueceste a compaixão
Há pouco espaço p'ro perdão
Nem sei como to pedir
Tremeu a tua voz
Oscilar entre o ficar e ir
E a seguir
Tu chamaste-me traidor
Mas nem me importa esse teu dedo acusador
Pois sem rodeios
Sei bem que apontar é feio
Desapontar-te é pior
Perdeu-se o nosso espaço
Agora entregue ao embaraço
Mordeste o lábio, deste um passo atrás
Caminhas contrafeita
Como quem chama e rejeita
No teu jeito inocente de querer paz
Ficámos sem guião
Neste jogo de alevão
Em que se um desistir o outro perde
E eu sinto-me tão mal
Quem em mim a culpa corre e ferve
De nada serve
Tu chamaste-me traidor
Mas nem me importa esse teu dedo acusador
Pois sem rodeios
Sei bem que apontar é feio
Desapontar-te é pior
Tu chamaste-me traidor
Mas nem me importa esse teu dedo acusador
Pois sem rodeios
Sei bem que apontar é feio mas
Desapontar-te é pior
Desapontar-te é pior

 



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Letra

 

Procuro o teu olhar urgente
Como ternura devagar
Como inocência de repente
Distingo a lua do luar

Caminho e corro sem saber
Toda a distância da vida
Quero encontra-te para aprender
Labirintos sem saída

Oh, eu hoje acredito que o mundo
Nasceu para ti
Oh, eu hoje acredito que o mundo
Existe para ti

Tantas planícies na terra
para te dedicar
Os horizontes e o céu
Para te oferecer
Todo o tamanho do mar
Montanhas altas para te dar

Oh, eu hoje acredito que o mundo
Nasceu para ti
Oh, eu hoje acredito que o mundo
Existe para ti

O mundo para ti
Só para ti

 



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Letra

 

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Terça-feira, 26.04.16

 

Letra

 

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Letra

 

Os teus olhos
E os teus olhares
Milhares de tentações
Miúdas são tão mulheres
Seus truques e confusões

E agarram pelos pelos
Boca e cabelo
peitos e poses
E agarra pelas pernas
Certas mulheres
Que como tu levam-me sempre onde querem

Miúdos não resistem aos teus mistérios
Miúdos nunca dizem não
Miúdos como eu sempre tão espertos
Perto de uma mulher, são só miúdos

Pois é
Queriamos ser dois miúdos para sempre
Mas cada dia tenho um aspecto diferente
É não saber ficar triste e contente
Não aprender a sentir frio e o quente ao mesmo tempo
Esforço um sorriso para pegar na tua mão
No paraíso a passear de balão
Deixas-me sem juízo a dedicar-te a canção
Somos nós os dois a flutuar numa bola de sabão
Não sei se muito como começou tudo
Fazes me sentir tão adulto, e acima de tudo
Mas não discuto, deixas-me sem assunto
saber que sou um miúdo faz-me sentir ainda mais puro
querer-te ter sem saber cuidar é
Querer-te ver sem saber olhar
é como um miúdo não te poder jogar
entrar dentro dos teus jogos e deixar-te ganhar

Miúdos não resistem aos teus mistérios
Miúdos nunca dizem não
Miúdos como eu sempre tão espertos
Perto de uma mulher, são só miúdos

Eu quero tanto mas não sei como
Portanto sei mas não quero que ela me tome
Como um miúdo só com esquemas
para ter tempo de antema, invente temas,
faça lemas passa tempo e depois some
O que ela tem eu já sei bem
Eu sou miúdo mas sem recreio
Mas com o receio de como no primeiro beijo
que ela não sente o lampejo que a nossa chama
e se queixe e eu nunca mais a veja

Porque eu sei que ela tá no controlo
E sei o que me deixa louco
Sei qualquer abertura
Será que isto dura será que ela me quer
Ou quer aventura, eu não percebo esta mulher
Ela percebe tudo,
e apesar da mesma idade eu sou só um miúdo

Miúdos não resistem aos teus mistérios
Miúdos nunca dizem não
Miúdos como eu sempre tão espertos
Perto de uma mulher, são só miúdos

 

 



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Letra

 

Mãe, tu estás tão longe de mim
Mãe, sinto que estás a chorar
Não chores a minha ausência
Eu hei-de voltar
Não chores e pensa agora
Que o tempo passa depressa
Pede a Deus que te tire esse tormento
Que te abrande o sofrimento
Desse teu formoso rosto.
Mamãe, não chores
Eu volto , Mãe.

 



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Segunda-feira, 25.04.16

 

Letra

 

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Domingo, 24.04.16

 

Letra

 

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Letra

 

Olá, como é que estás, como é que vais?
Os dias por aqui seguem iguais
E passam sem trazer mais novidades
Há muito que eu não sei nada de ti
Mas pelo coração já percebi
Que ainda guardo aqui muitas saudades

Se tu quiseres podemos tomar
Um copo ou um café para falar
Pôr a conversa em dia um destes dias
Quero saber de ti e do que fazes
Saber se por acaso ainda trazes
Contigo aquele brilho que trazias

Podemos ver um filme no cinema
E dar os dois a mão naquela cena
Ficar assim até aos créditos finais
Podemos ir os dois beber um gin
Dizer que a vida vai assim-assim
Os dias por aqui seguem iguais

Podias pôr aquele teu vestido
Aquele Azul com o ombro descaído
Estampado a padrões orientais
Gostava de levar-te a jantar fora
Por mim podemos ir a qualquer hora
Porque aqui os dias por aqui seguem iguais

Desculpa se o telefone te acordou
Escrevi-te porque o coração mandou
Ele já não podia esperar mais
Eu já ouvi dizer que o tempo cura
Mas sei que a tua falta ainda dura
Os dias por aqui seguem iguais

Não me leves a mal por te escrever
Nem sintas que é preciso responder
É só uma mensagem nada mais
Só escrevo para dizer que ainda te quero
E quando a lua vem ainda te espero
As noites por aqui seguem iguais

Rogério Charraz: voz
Nuno Oliveira: contrabaixo
Carlos Lopes: acordeão
Paulo Loureiro: piano
Edu Miranda: guitarra nylon

Convidadas especiais:
Katia Guerreiro: voz
Marta Pereira da Costa: guitarra portuguesa

 

Letra: José Fialho Gouveia
Música - Rogério Charraz
Álbum - Não tenhas medo do escuro (2016)

 

 



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Letra

 

Heart Brave…
Heart Bright…
Heart saved…
Hard fight…
Can we all fight for it…
But can we all find…

Chorus
Through your eyes in your soul
I believe now that I found hope
In your heart in your soul
I believe now that I found home

A brave heart
That found its way
A bright start, on a lost day…
A heart has been saved
A fight has been lost
Hope has been faith
Pain has been tossed

If we could all fight for it…
We could all find…
A Heart brave…
A Heart bright…
A Heart saved…
A Hard fight…

Through your eyes in your soul
I believe now that I found hope
In your heart in your soul
I believe now that I found a home...

Through your eyes in your soul
I believe now that I found hope
In your heart in your soul
Do you believe now that I found home...

 



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Letra

 

chega a casa tão cansada quando à noite…
ser mãe é duro e dura pouco.
os euros são tão nada
e ela conta-os com a mão dentro do bolso.
só se despe após as oito,
aquilo que é do jantar é do almoço.
se a vida fosse um pouco mais doce… fugia do fosso
até que sente os pontapés dentro do corpo

é quando chega tão cansada e vê:
aquilo que toca não é aquilo que quer.
o que há para lá desta parede
não é para se sonhar sequer
x2

e ela sabe que ele não é homem a sério:
escuta-o bêbedo pelo prédio.
se o ordenado já nem para eles serve…
como servirá para gémeos?
e se um ficar doente?
põe a mão sobre o ventre, jura estar ali para sempre
para eles. por isso diz adeus à casa,
com dois filhos no corpo e uma mão na mala.

pois lá fora há um mundo novo.
pois lá fora há um mundo nosso.
e nós vamos descobri-lo todo.
e ninguém dirá que eu não posso!
x2

 



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