Sábado, 27.08.16

 

Letra

 

Dexâ-m bem kontâ-bu um stória
D-um amor ki nasi oji
Entri um seu ki ka tem stréla
I um rubera só ku pedra…

Tantu stória pa-m kontâ-bu
Di fórsa di sentiméntu
Di kodé d-um rabeládu
K-um mosinhu di Mindélu
D-es amor ki djuntâ-s petu
Pa tudu eternidádi…

Dexâ-m bem kantâ-bu um stória
K-um sértu melankoliâ
Pa-m fla-u kusé k’é sodadi
Di nha kábu k’é ka verdi…

Tantu stória pa-m kantâ-bu
Sobri fidjus di Atlántiku
Kotchi pedra tra aligriâ di ses gronzinhu di téra
Ka parsi lugar na mundu
Más di nós ki Kabu-Verdi…

Dexâ-m bem kantâ-bu um stória
Tantu stória pa-m kantâ-bu
Dexâ-m bem kontâ-bu um stória…..

 



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Sexta-feira, 26.08.16

 

Letra

 

Cruzado é jogo
Trocado é intriga
Dado é cumprido

Faltado é falsia
D´amor é poesia
De Rei é Lei
De Senhor, Ámen

Mal scrito é erro
Bem scrito é arte
Firmado é promessa
Di bô é simplesmente um língua na nha boca
Palavra:

De vivo é vento
De morto é herança
De honra é aval
Às vezes é lamento

De ordi é pa grita
Gritado é força
Às vez é fraqueza
Rimado é beleza
Rumado é blá-blá

Xintido é oraçon
Di bô é simplesmente um língua na nha boca
Palavra:
A favor é argumento
Cantado é finaçon
Titubeado é gaguez
Truncado é mudez

Calado, hmm! Desconfia
De Romeu é Julieta
De Quixote é loucura
De Buda é sapiência
De Fidel, persistência
Di meu podi ser banal
Ma di bô é simplesmente um língua na nha boca

 



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Letra

 

A nossa força vem do poço do sentimento
Jorra os jactos em espirais do conhecimento
Os matadores espirituais vão abrir terreno
Galopamos mais velozes que o pensamento(2x)

Tempestade mental porta fechada
Declaro aberta a sessão de escrita encriptada
Ideias brotam como água de uma fonte
Versos para além das margens da linha do horizonte
5 passaportes destes para outro mundo
Apertem os cintos partimos dentro de 1 segundo
Reina a magia negra nesta terra do real
Somos peritos em espionagem espiritual
Calmos com a força de um desastre natural
Chuva torrencial ciclones no vendaval
Somos uma espécie rara neste reino animal
Que na sociedade equivale a um baixo número percentual
Arquitectos no campo do audiovisual
Versos pragmáticos no seio conflitual
Desce do pedestal e foca o essencial
Independentemente da tua clausula contratual

A nossa força vem do poço do sentimento
Jorra os jactos em espirais do conhecimento
Os matadores espirituais vão abrir terreno
Galopamos mais velozes que o pensamento

Estação espacial
Aterragem mental
A minha actividade cerebral é paranormal
Escrevemos na pele antes que o tempo congele
Dlm tesouro subterrado na neve
5º anjo de taça na mão
Imagino-me a derramar julgamento em destruição
A grande tribulação que eu antevejo
A sobrevoar o campo dos escravos de desejo
Nasci para ser escritor
A minha imaginação é um poço onde extraio o terror
Enveneno-me com tinta traço linhas de dor
Do amor ao veneno do veneno ao amor
Mais profundo que o sono profundo
Um pensamento é um flash um universo um nano-segundo
O teu ritmo cardíaco está fora de tom
Reanimação do microfone ao teu coração

A nossa força vem do poço do sentimento
Jorra os jactos em espirais do conhecimento
Os matadores espirituais vão abrir terreno
Galopamos mais velozes que o pensamento (2x)

Temos a fé inabalável como as 7 marés
Voltamos sempre contra a maré não arredamos pé
Rdc representa a raiva de cristo
E este vendilhões do tempo nunca viram nada disto
Caminhamos por entre a grande tribulação
Até ouvir as mil trompetas do armagedão
Coros de mil vozes assombram esta canção
Mil corvos espalham a praga pela multidão
Estes versos voam longe como os pássaros da morte
Passo a passo criamos um exercito ainda mais forte
Não há nada de banal nestes sentimentos
A nossa obra é imortal através dos tempos
Reconhece os teus mestres ainda vais a tempo
Escondes a emoção vais rebentar por dentro
Não me encontras na manifestação pacifica
Nas mãos de deus sou uma arma de destruição massiva

A nossa força vem do poço do sentimento
Jorra os jactos em espirais do conhecimento
Os matadores espirituais vão abrir terreno
Galopamos mais velozes que o pensamento

O exército do povo é forte como um titã
Para enfrentar face a face leviatã
As batalhas que travamos são por um amanhã
Sem paraísos fiscais dos ministros de satã
Acedemos a outras dimensões como um xamã
Acordamos multidões a música é o talismã
Contra a grande ilusão das montras da ansiedade
Das gigantes catedrais do consumismo da cidade
Colapso económico é inevitável
A jarra foi quebrada a peste é incontrolável
Cavaleiros do apocalipse avançam na esfera
Convertem mortos vivos no exército da fera
Promovem guerra, separação e ganancia
Trazemos paz união fim da ignorância
Por entre nuvens de fumo ciclones e vagas
Os paladinos avançam à frente das massas

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Quinta-feira, 25.08.16

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Quarta-feira, 24.08.16

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Rodeando a cidade, descendo as colinas, saindo dos bosques
Eles aproximam-se!...
É a invasão dos veados! Dos veados com fome!
Se és moça solteira e vives sozinha
Corre lesta, sorrateira, a fechar a porta da cozinha!...
É a invasão dos veados! Dos veados com fome!

 



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Terça-feira, 23.08.16

 

Letra

 

Não sou teu servo
Se não entendem o que escrevo
Não tenho culpa
Marca consulta filho da puta
Chavalo eu dou-te um chapo e fotografo
Dou-te o segundo chapo e fotografo, toma fiz-te um gif animado
Entra na carrinha, é um rapto, és levado ao ponto mais alto do teu fracasso
Dj empurra o gajo montanha abaixo
2º piso escola de esgrima vírgula a vírgula
Triplo 6 tatuado na piça a tinta-da-china
Andamos escondidos no fabrico do sonoro
Mais fodidos, mais ruídos, despedimos otorrinos
Avisa os teus amigos, trazemos explosivos
Somos hardcore como 70 quilos presos nos mamilos
Se eu estiver a mentir ponham o braço no ar
Quem não ouvia dlm, mano, começou a rimar
Um, dois, um, dois, teste som, podes cantar
Mas fala pra piroca que os colhões já estão a gravar.

Trazemos carga emocional demasiado pesada
Como pianos de cauda que caem de altura elevada
Estilo sombrio, como a noite escura da alma
Sente-se o frio da desolação, não há vivalma
São correntes de pensamentos como torrentes de lava
Ninguém nos trava, ninguém nos cala, ó moço cava
A tua cova, ninguém nos dobra é dealema
Na manobra, lançamos-te a nossa anátema
Tinta venenosa que entra via intra-venosa
No sistema, de forma extremamente dolorosa
Ficas congelado, empedernido como gárgula
Usado como lição de moral na nossa fábula
Crápula, nem tentes decalcar a fórmula
Não é nada agradável o estilhaçar da rótula
Nós somos mais que muitos, tu és só uma partícula
Motivo de chacota com essa pose ridícula

Dealema bate mais que coca, a tua cara cora, ficas todos fora
E agora, o que é que vais fazer quando eu for embora?
Rebobino de volta, a voz da revolta
Soltas faíscas em pistas perigosas, precisas de escolta
Nós alastramos por guetos urbanos
Direitos humanos
Enquanto adoras, fazemos obras
Pisamos cobras, não nos dobras, temos manobras
Cavas a tua própria cova a defrontar o pentágono
Esmago, mc's como um maço de tabaco vazio
Tenho substância no compasso, nunca vacilo
Vendidos são atingidos por realidade
5 indivíduos em alta fidelidade
Eu entro, em qualquer bairro ou gueto e nunca cedo
Não tenho medo, tenho respeito pelo meu povo, eu escrevo
Não vale a pena interferirem
Pagam com a pena de vida se insistirem
Não há saída…

Não vale a pena, temos pena no vale
Tudo pentagonal, fractura da coluna vertebral
Lexicalmente, à frente, vocalmente
Liricalmente, sempre, universalmente
Eu junto léxico e disléxico, sem comércio numérico
Lição de inquérito a editoras falidas sem crédito
Tu em débito chama-me inédito, imperfeito, como o pretérito
Na batalha sem medalhas de mérito
Sem porte atlético ou esquelético
(?????) genético, o meu direito é assimétrico
Sou genérico, acessível sem médico
Analgésico, frenético, épico no valor ético
Poético, feto céptico, filho de epiléptico
Tu és patético, corte no paramétrico
Discurso profético, o futuro é hipotético
Hoje chamam-me técnico, galileu ou copérnico

 



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Letra

 

Poucos seriam os que teriam coragem de dar a vida por uma causa perdida
Ainda mais raro são os que tem mérito reconhecido pela sua audácia
Isto é uma menção honrosa a todos aqueles que dedicaram a sua existência à garantia da sobrevivência do próximo

Tinha uma das mãos na arma
A outra na cabeça
Decidiu abandonar a sua própria existência
Tantos anos de luta, labuta,
Anti-depressivos na gaveta em cima de uma pilha de livros, resignado
Sem nenhuma dignidade
Num quarto degradado na baixa da cidade
Poeta visionário com rima sublime
O seu pai tinha sido assassinado pelo regime

Acende um cigarro, sentado,
Ex-combatente no braço tatuado
E pensa, já não vale a pena lutar
Relembra num poema
A sua mãe a olhar no vazio
Dois filhos para criar, a chorar o seu amor não iria voltar
Mas a realidade voltou, a dor apertou o coração e foi então que o gatilho acertou

Chamem me teimoso, obstinado persistente
Caio e levanto-me obcecado resistente
Sinto um certo magnetismo pelo abismo
Cerro os punhos lanço golpes de exorcismo
Os demônios interiores permanecem vivos
Tenho que os manter latentes, adormecidos
Continuo suspenso na ponte do rio sem margens
Com visões de um futuro passado em miragens

Param os relógios são desabas nos pés
Os glaciares degelam sobem as marés
Convicto percorro o meu caminho com fé
Apesar das vozes que sussurram (desiste né)
As multidões rezam a São Judas Tadeu
Eu movo dimensões quando vês o céu (breu?)
Trespassado dor mil sabres no momento derradeiro
Estarei de cabeça erguida sou guerreiro

Contra tudo e contra todos
Contra ventos e marés
Lutas na causa perdida
Sem saberem quem tu és (x2)

O mundo é destruído em direcção ao abismo
Entra na fila alista-te a causa perdida
Esta na hora da revelação
Corvos largam paginas do Apocalipse de São João
Canibalismo incentiva a prosseguição
A humanidade é faminta mastiga-me o coração
o símbolo do homem cravado na testa
Carrego escrituras à procura da besta
As asas de uma ave ainda batem no petróleo
olha um sol engolido no ultimo fôlego
A voz de uma criança ainda chora após a morte
Ainda canta numa igreja destruída na guerra santa
O tempo é um brinquedo adormecido
Brincam com o futuro e limpam lágrimas de medo
Vivemos numa galeria de hipocrisia
Aquecimento global
Somos estátuas de gelo

Ele caminha entre chamas e telhados abatidos
No olhar à esperança de sairmos deste inferno vivos
Na causa daria a sua vida pelo próximo
Soam as sirenes no quartel
Herói anónimo
O único no ultimo piso do edifício
Com uma criança nos braços
Felicidade, sacrifício
Corpo marcado por queimaduras tatuado
Acorda de noite sufocado pelas chamas do passado
Um fardo pesado, um fado embebido em magoa
Muitos partiram antes da primeira linha de água
Quantos voluntários no exercício da função
Ceifados deste mundo pelas chamas da escuridão
Jovens adolescentes bravos combatentes
Saudade e coragem no seio dos seus parentes
Soldado da paz, audaz, anjo na terra parte da cidade em direcção ao pico da serra

Contra tudo e contra todos
Contra ventos e marés
Lutas na causa perdida
Sem saberem quem tu és (x2)

Convicto percorro o meu caminho com fé
Na causa deia a sua vida pelo próximo
Convicto percorro o meu caminho com fé
Sou guerreiro
Herói anónimo

Contra tudo e contra todos
Contra ventos e marés
Lutas na causa perdida
Sem saberem quem tu és (x2)

 



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Segunda-feira, 22.08.16

 

Letra

 

Minha passagem para o breve, breve instante da loucura
E aqui estou à espera, com este destino de dar sombra aos muros
Mas à espera de quê? Que o despenhar no abismo me crie enfim asas?

Maze:
Caminho diariamente no fio da navalha
No limbo entre ser um santo ou um canalha
Conto apenas seis cêntimos no bolso
Mas tenho ideias que podem levar ao calabouço
Enterrado em dívidas e crédito mal parado
Desempregado, contra a parede encurralado
Tou à espera de quê? O que é que vou fazer?
Vou pagar a segurança social ou vou comer?
Estou-me a passar, e nem sequer tenho um filho
Senão já tinha perdido os quatro dentes do ciso
Enlouquecido, como se ameaçassem um ente-querido
Já estou armadilhado, vou é pagando o rastilho
Todos os dias terror espalhado nas retinas
Os semblantes pesados, de ruínas de vidas
Presos na apatia lusa como polidores de esquinas
Escravos do fado, em vez de escrevermos sinas

Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh
No limiar da sanidade
oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh

Fuse:
Eu já pensei no suicídio
Mas só me resta mais um tiro
A última bala vou guardá-la
Para o dia em que perder a fala e o sexto sentido
Ser humano não é ser divino, é doentio
A ambição é a bengala que orienta um morto vivo
Eu enterrei a sanidade, ponho espelhos no meu caixão
Para a minha moral morrer com vaidade
Serei de ferro? Sou a escultura oxidada
Face humana enferrujada porque cospem-me na cara
Eu luto contra a máquina, a máquina que te suga
A máquina que te ocupa como uma felicidade apática
Se eu acordasse sem família mataria em nome da escuridão
A última luz da nossa vida. Não sinto alegria, nem pulsação cardíaca
A vida faz-me luto porque morro todos os dias

Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh
No limiar da sanidade
oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh

Mundo:
Vivia numa fachada em rotura na Avenida da Liberdade
Virada de frente pra Rua do Limiar da Sanidade
Sol posto, 7 da tarde daquele dia maldito
Quarteirão fechado, bófia por tudo quanto era sítio
Atingido, no solo estendido, um amigo de infância
Motivo: relativo a cobrança de substância
Este mano era a ganância, adormeceu na consigna
Sabia que não havia cura nesta profissão maligna
Agora a cozinha da rua possui um novo chefe
Tem mais do que 7 anões à volta da branca de neve
Agarrados roubam a família, roubam a mobília
Desfilam de seringa na orelha e no parque fazem vigília
Estes cafés são asilos para jovens desempregados
Na assembleia: problemas não solucionados
Seremos escravos da vontade, ou escravos do destino?
Dois cravos sob a campa e deixem tocar o hino

Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh
No limiar da sanidade
oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh

Expeão:
Foi por vontade de Deus que eu vivo nesta ansiedade
E todos os pecados são meus nesta cidade
Lá fora tempestade, por dentro um forte sentimento
Na mente, a erosão da sanidade
É a loucura, loucura das massas, crime do colarinho branco
Crianças escandalizadas, órfãos, como cordeiros entre os lobos
Que mamam do peito da loba, na nova Babilónia
Todos marcados com o simbolo da besta na testa
Mal dos governantes, sangue, orgias e festas
É o silêncio dos inocentes, enquanto mentem
Nas televisões com todos os dentes
A maior parte das pensões repleta da nossa gente
Enquanto esses mações nunca os viste lá dentro
Expeão, eu entro com a força de mil
No limiar da sanidade, mas nunca senil

Fuse:
A mente é o aluquete para a caixa de Pandora
A sanidade desvanece até à última gota

Minha passagem para o breve, breve instante da loucura

 



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Letra

 

A nossa força vem do poço do sentimento
Jorra os jactos em espirais do conhecimento
Os matadores espirituais vão abrir terreno
Galopamos mais velozes que o pensamento(2x)

Tempestade mental porta fechada
Declaro aberta a sessão de escrita encriptada
Ideias brotam como água de uma fonte
Versos para além das margens da linha do horizonte
5 passaportes destes para outro mundo
Apertem os cintos partimos dentro de 1 segundo
Reina a magia negra nesta terra do real
Somos peritos em espionagem espiritual
Calmos com a força de um desastre natural
Chuva torrencial ciclones no vendaval
Somos uma espécie rara neste reino animal
Que na sociedade equivale a um baixo número percentual
Arquitectos no campo do audiovisual
Versos pragmáticos no seio conflitual
Desce do pedestal e foca o essencial
Independentemente da tua clausula contratual

A nossa força vem do poço do sentimento
Jorra os jactos em espirais do conhecimento
Os matadores espirituais vão abrir terreno
Galopamos mais velozes que o pensamento

Estação espacial
Aterragem mental
A minha actividade cerebral é paranormal
Escrevemos na pele antes que o tempo congele
Dlm tesouro subterrado na neve
5º anjo de taça na mão
Imagino-me a derramar julgamento em destruição
A grande tribulação que eu antevejo
A sobrevoar o campo dos escravos de desejo
Nasci para ser escritor
A minha imaginação é um poço onde extraio o terror
Enveneno-me com tinta traço linhas de dor
Do amor ao veneno do veneno ao amor
Mais profundo que o sono profundo
Um pensamento é um flash um universo um nano-segundo
O teu ritmo cardíaco está fora de tom
Reanimação do microfone ao teu coração

A nossa força vem do poço do sentimento
Jorra os jactos em espirais do conhecimento
Os matadores espirituais vão abrir terreno
Galopamos mais velozes que o pensamento (2x)

Temos a fé inabalável como as 7 marés
Voltamos sempre contra a maré não arredamos pé
Rdc representa a raiva de cristo
E este vendilhões do tempo nunca viram nada disto
Caminhamos por entre a grande tribulação
Até ouvir as mil trompetas do armagedão
Coros de mil vozes assombram esta canção
Mil corvos espalham a praga pela multidão
Estes versos voam longe como os pássaros da morte
Passo a passo criamos um exercito ainda mais forte
Não há nada de banal nestes sentimentos
A nossa obra é imortal através dos tempos
Reconhece os teus mestres ainda vais a tempo
Escondes a emoção vais rebentar por dentro
Não me encontras na manifestação pacifica
Nas mãos de deus sou uma arma de destruição massiva

A nossa força vem do poço do sentimento
Jorra os jactos em espirais do conhecimento
Os matadores espirituais vão abrir terreno
Galopamos mais velozes que o pensamento

O exército do povo é forte como um titã
Para enfrentar face a face leviatã
As batalhas que travamos são por um amanhã
Sem paraísos fiscais dos ministros de satã
Acedemos a outras dimensões como um xamã
Acordamos multidões a música é o talismã
Contra a grande ilusão das montras da ansiedade
Das gigantes catedrais do consumismo da cidade
Colapso económico é inevitável
A jarra foi quebrada a peste é incontrolável
Cavaleiros do apocalipse avançam na esfera
Convertem mortos vivos no exército da fera
Promovem guerra, separação e ganancia
Trazemos paz união fim da ignorância
Por entre nuvens de fumo ciclones e vagas
Os paladinos avançam à frente das massas

 



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Domingo, 21.08.16

 

Letra

 

Tira a mão dela
Que ela não te quer
P'ra te tocar

Faz pouco dela
Que ela só te fez
P'ra te poupar

Se não te chama
O nome à cama
Então que não se vai apaixonar
Só quer de ti o teu azar

Tira a mão dele
Que é a mão
Que ele te pode recusar

Faz pouco dele
Que ele fez pouco
P'ra te conquistar

Se não te chama
O nome à cama
Então é porque não se vai casar
Lá volta o raio do azar

 



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Letra

 

Bye bye Baião
Bye baile da Anunciação
Enquanto e não
Pediu boleia a um camião

"Bye bye paisão
Vou dar ao mundo uma lição"
Um batalhão
De um só faz a revolução

Foi arejar
Foi ver o mar
Não pensa igual
Nesse aspecto é tal e qual
Tantas assim
Que há por aí
Foram ali dar ao mundo uma lição

Na cabeça pouco mais que os fones
Pouco lhe interessa mais do que os Ramones
É hora de ver quem tem mais cojónes
Se é na língua de Camões ou
Na língua de camónes
Por ela tanto faz
Whatever, tanto faz

Gorilas mentol
Fazem bolas muito rock and roll
Alves Redol
É uma rua com muito pouso sol

A vida é boa
Virando as ruas de Lisboa
Tudo é à tua
Fernando pode ser qualquer pessoa

Foi arejar
Foi ver o mar
Não pensa igual
Nesse aspecto é tal e qual
Tantas assim
Que há por aqui
Foram ali dar ao mundo uma lição

Na cabeça pouco mais que os fones
Pouco lhe interessa mais do que os Ramones
É hora de ver quem tem mais cojónes
Se é na língua de Camões ou
Na língua de camónes
Por ela tanto faz
Whatever, tanto faz

 



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Sábado, 20.08.16

 

Letra

 

Je mets du rouge et du "lipstick"
C'est fantastique
Être en Amérique
Pour faire des chansons
C'est si bon
Un jour je ferais des "flicks"

Travaillant au restaurant
Pas pour longtemps,
Just avant de défiler
Le rouge tapis de Hollywood
C'est la folie
Plus jolie
Que Sophie Marceau
Françoise Hardi
Brigitte Bardot
Carla Bruni
Jalousie!

Tous les hommes vont tomber amoureux de moi
Du caviar, champagne, bijoux, fleurs - ooh, la la!
La plus belle chanteuse.
La magnifique, la merveilleuse
Voilá Louise
Au Showbizz

Showbizz avisou e disse
Que a valisse é feita de sonhos de cartão e ri-se
Sempre que uma dizima me crasha o bizz

Showbizz escorregou-me um pé
Não dei fé que este chão é feito de papel couché
Bamboleio bamba até à matiné

Chá biscoitos e café
Showbiiz, please algum aditivo pra me pôr de pé
Vou com fé,
Rumo à soiré
Promenez
Promete-me que o pano cai
A tempo de eu morrer em pé

Já sou chapa de capa de magazine
Mas por perto enxuta em capa de patine
Desengato a prise
Vou dizendo cheese
A cada betize do showbizz

Sou notícia de ontem no show de amanhã
Antes de cair o pano eu entro e tchan
Faço todo um strip tease
Do meu coração passado a "BaByliss"
P'lo Showbizz

 

 



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Letra

 

_ Canção de embalar ___
Letra / música: Zeca Afonso

Dorme meu menino a estrela d'alva
Já a procurei e não a vi
Se ela não vier de madrugada
Outra que eu souber será p'ra ti

Outra que eu souber na noite escura
Sobre o teu sorriso de encantar
Ouvirás cantando nas alturas
Trovas e cantigas de embalar

Trovas e cantigas muito belas
Afina a garganta meu cantor
Quando a luz se apaga nas janelas
Perde a estrela d'alva o seu fulgor

Perde a estrela d'alva pequenina
Se outra não vier para a render
Dorme qu'inda a noite é uma menina
Deixa-a vir também adormecer

 



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Sexta-feira, 19.08.16

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Secam as camisas
Do bom cidadão
Os letreiros gritam
Toda a informação

Cantam as buzinas
Canções de acordar
Anjos e vampiros
Já se vão deitar

Dobram os sinos por quem já lá vai
Brincam meninos ao colo do pai
Quem cai, quem cai?
No canto do pregão, quem cai?

 



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Quinta-feira, 18.08.16

 

Letra

 

Salomão é feliz
Conta as migalhas do chão
Que um pombo não quis
Junto ao adro da matriz
Só lamenta a ingratidão

Salomão não quer saber
Dos assuntos nacionais
Sem desmerecer
Não discute com pardais
Só lamenta a confusão

Salomão... Tem tempo a perder
E muito para esquecer
E o tempo não passa
E as migalhas do pão
Do chão não passam

Tem um olho sempre a piscar
E saudades da mulher
Diz que volta e meia
Faz-lhe falta o ultramar
E conta os pombos que ali estão

Salomão é feliz
É o joelho que lhe diz
Que o tempo vai mudar
Da mulher e do ultramar
Só lamenta a cicatriz

Salomão... Tem tempo a perder
E muito para esquecer
E o tempo não passa
E as migalhas do pão
Do chão não passam

Tem tempo a perder
E muito para esquecer
E o tempo não passa
E as migalhas do pão
Do chão não passam

 



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Letra

 

Quem vem e atravessa o rio
Junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende ate ao mar

Quem te vê ao vir da ponte
és cascata, são-joanina
dirigida sobre um monte
no meio da neblina.

Por ruelas e calçadas
da Ribeira até à Foz
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.

E esse teu ar grave e sério
dum rosto e cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria

[refrão]
Ver-te assim abandonada
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento

E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa

 



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Quarta-feira, 17.08.16

 

Letra

Like A Rolling Stone
Once upon a time you dressed so fine
You threw the bums a dime in your prime, didn't you?
People'd call, say
"Beware doll, you're bound to fall"
You thought they were all kiddin' you
You used to laugh about
Everybody that was hangin' out
Now you don't talk so loud
Now you don't seem so proud
About having to be scrounging for your next meal

How does it feel
How does it feel
To be without a home
Like a complete unknown
Like a rolling stone?

You've gone to the finest school all right, Miss Lonely
But you know you only used to get juiced in it
And nobody has ever taught you how to live on the street
And now you find out you're gonna have to get used to it
You said you'd never compromise
With the mystery tramp, but now you realize
He's not selling any alibis
As you stare into the vacuum of his eyes
And ask him do you want to make a deal?

How does it feel
How does it feel
To be on your own
With no direction home
Like a complete unknown
Like a rolling stone?

You never turned around
to see the frowns on the jugglers and the clowns
When they all did tricks for you
You never understood that it ain't no good
You shouldn't let other people
get your kicks for you
You used to ride on the chrome horse
with your diplomat
Who carried on his shoulder a Siamese cat
Ain't it hard when you discover that
He really wasn't where it's at
After he took from you everything he could steal

How does it feel
How does it feel
To be on your own
With no direction home
Like a complete unknown
Like a rolling stone?

Princess on the steeple and all the pretty people
They're drinkin', thinkin' that they got it made
Exchanging all kinds of precious gifts and things
But you'd better lift your diamond ring
you'd better pawn it babe
You used to be so amused
At Napoleon in rags
and the language that he used
Go to him now, he calls you, you can't refuse
When you got nothing, you got nothing to lose
You're invisible now
you got no secrets to conceal

How does it feel
How does it feel
To be on your own
With no direction home
Like a complete unknown
Like a rolling stone?
 

 



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Letra

 

Queria saber mais sobre o amor
E as suas mais intrincadas essências
Então fui à procura dessa tal palavra “amor”
E encontrei milhões de ocorrências

Quis saber um pouco mais ti
Do corpo que esse teu perfil encerra
Numa apurada busca depressa concluí
Há muitas mais marias cá na terra

Maria, era assim que eu recebia,
Ora prosa, poesia,
Mil declarações de amor

“Maria”, era como eu respondia,
“queria conhecer-te um dia”
E esse dia não chegou

Triste fui tentar saber de nós
Da fonte de um desejo delicado
E então deparei-me com uma frase só
“a procura teve zero resultados”

O mal só podia estar em mim
O motor de busca pesquisou-me
E ficou logo claro porque te sumiste assim:
Há um tipo no Brasil com o meu nome...

Maria, era assim que eu recebia,
Ora prosa, poesia,
Mil declarações de amor

“Maria”, era como eu respondia,
“queria conhecer-te um dia”
E esse dia não chegou

“Maria”, era como eu respondia,
“queria conhecer-te um dia”
Mas o nosso amor...
crashou.....

 



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Terça-feira, 16.08.16

 

Letra

 

Eu sei, meu bem-querer, que um dia vai faltar
A luz, e vou perder o pé no coração
Não há perda maior, eu sei que vou chorar
Não sei se isso é amor, não sei se isso é perdão

Eu sei que a vida tem um rio para navegar
Barquinho vai e vem e a gente sbe lá
A saudade é a foz, depois, é tanto mar
E só ficamos nós os dois ao Deus-dará

Mas sei meu bem-querer, que perto do final
Ninguém vai prometer sarar a nossa dor
Só quero a tua mão, depois sou imortal
Se não é só perdão, só pode ser amor

 



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Letra

 

No berço que a ilha encerra
Bebo as rimas deste canto
No mar alto desta terra
Nada a razão do meu pranto

Mas no terreiro da vida
O jantar serve de ceia
E mesmo a dor mais sentida
Dá lugar à chamateia

Oh meu bem
Oh chamarrita
Meu alento, vai e vem
Vou embarcar nesta dança
Sapateia, oh meu bem

Se a sapateia não der
Pra acalmar minh´alma inquieta
Estou pro que der e vier
Nas voltas da chamarrita

Chamarrita, sapateia
Eu quero é contradizer
O aperto desta bruma
Que às vezes me quer vencer

 



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Segunda-feira, 15.08.16

 

Letra

 

És musa de beleza sem limites
Permites que o poeta em mim não cesse
Consentes ao oculto aparecer
No tudo que ofereces quando existes

Beleza assim de musa tal qual trazes
Arrebata o tonto olhar de quem avista
E arrisca ter a vida
Por um fio
Mas perco-me num assobio
Porque a vida é dela

És musa de beleza sem limites
Permites que o poeta em mim não cesse
Consentes ao oculto aparecer
No tudo que ofereces quando insistes
Em me inspirar

Aquilo que o teu silêncio explica
O destino traz para mim em labaredas
Veredas
Onde somes da visão
Descompassam o coração
Mas a vida é bela

 



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Letra

 

O nosso amor chega sempre ao fim
tu velhinha com teu ar ruim
e eu velhinho a sair porta fora
mas de manhã algo estranho acontece
tu gaiata vens da catequese
e eu gaiato a correr da escola
mesmo evitando tudo se repete
o encontrão, a queda e a dor no pé
que o teu sorriso sempre me consola

No nosso amor tudo continua
o primeiro beijo e a luz da lua
o casamento e o sol de Janeiro
vem a Joana, a Clara e o Martim
Surge a pituxa, a laica e o bobi
e uma ruga a espreitar ao espelho
com a artrite, a hérnia e a muleta
tu confundes o nome da neta
e eu não sei onde pus o dinheiro

O nosso amor chega sempre aqui
ao instante de eu olhar para ti
com ar de cordeirinho penitente
mas nem te lembras bem o que é que eu fiz
e eu com isto também me esqueci
mas contigo sinto-me contente
penduro o sobretudo no cabide
visto o pijama e junto-me a ti
de sorriso meigo e atrevidamente

Ao teu pé frio, encosto o meu quentinho
e adormecendo lá digo baixinho
eu vivia tudo novamente

 



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Domingo, 14.08.16

 

Letra

 

Keep breathing I'm trying to get some sleep
Stop breathing allow me to repeat
Keep breathing I guess it would disturb
Stop breathing the road is getting long

Maybe I will find you in another place
Maybe I will find you with somebody else

Keep breathing life is hard to play
Stop breathing we haven't find the way
Keep thing this game it makes no sense
Stop breathing

Maybe I will find you in another place
Maybe I will find you with somebody else
The things that they said us
The things that we run from
Though we try to move over
After all that we saw
The stage is clear, the view is soft
But it's so cold, it's worm enough
The game is set, and too much players again,
And here we are, in front of them again

Keep breathing, I'm glad to see you back
Stop breathing I thought we would give up
Keep breathing their eyes will catch our soul
Stop breathing their ears will break our mind
Keep breathing and join the carrousel
Stop breathing pretend a pantomine
Keep breathing today we woke up blue
Stop breathing perhaps we lay down dark
Keep breathing I'm trying to get some sleep
Stop breathing allow me to repeat
Keep breathing and join the carrousel
Stop breathing

And dark, and blue, And dark, and blue,
And dark, and blue, And dark, and blue,
And dark, and blue,
and again, and again, and again,
again, and again, and again,
again,
Maybe I will find you in another place
Maybe I will find you with somebody else
The things that they said us
The things that we run from
Though we try to move over
After all that we saw
The stage is clear, the view is soft
But it's so cold, is warm enough
The game is set, and too much players again,
And here we are, in front of them again

Keep breathing I'm trying to get some sleep
Stop breathing allow me to repeat
Keep breathing this game it makes no sense
Stop breathing
Maybe I will find you in another place
Maybe I will find you with somebody else
The things that they said us
The things that we run from
Though we try to move over
After all that we saw
The stage is clear, the view is soft
But it's so cold, is warm enough
The game is set, and too much players again,
And here we are, in front of them again

 



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Letra

 

A short piece of my life.
77 was the year, where everything starts [Stop!]
I Lived on the top of the street
in a building full of green, Field? Was not that screen [Scream!]
To call my best friend, that lived on the other side,
TV off, Computers on? Bye bye
we found outside a club, where boys can be boys,
like old times No girls at all
All the time I was in school,
we change our friends, we change our clothes
we kiss the girls because we need to,
it’s an ego of a normal boy…

But why at that time, it was strange not to look or act like a normal guy,
songs were made to make me cry,
and we can meet The Smiths at any time of our lives,
cause songs will help you every time, just try to wake up one day rewind,
we were only 17, and then did you wait for the lonely time
just to say like a normal guy, [HI] my bed its empty, you want to try?

We grow as normal nature.
And we still believe that if we try THE BAND can save your life.
can be such an easy thing, just think the kid you were before
Creep was like a bomb. Share the songs with the friends,
he will know your thoughts, he knows your songs, he brings the light you wish,
it’s the cure to yuor lonely time, he’s a Jesus in a genius way.

A lie, at that time it was just a way to put us by the same side,
we were more then 17. At that time a lie means a sacrifice,
everybody knows why,
but we were only… Again out of time, I know why we will say good bye,
everybody knows why and we were almost 21, and then,
still you wait for a lonely time, just to say to a normal guy??? normal guy???
My bed is empty...
Why at that time
it was just a way to put us by the same side, cause we were more then 17
and then, still you wait till the end, to say like a normal guy. goodbye...
A lie, at that time it was just a way to put us by the same side,
cause we were almost 21, and then, still you wait till the end,
to say like a normal guy.
goodbye... and why, why, why, why...

[till fade]

Please, i'm 27 years old

 



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Sábado, 13.08.16

 

Letra

 


[2x]
Look at the mirror
It doesn't know you anymore
It doesn't talk anymore
It doesn't kiss you anymore
You don't know who you are
You just have to know that mirror look
And all, everyone, everything, is too much
For you

And I try
I try
I really try
But everything is too much easy
And all those songs that beat me in my head
It was something like...

[na na na ra ra...]

Look at the mirror
It doesn't know you anymore
It doesn't talk anymore
It doesn't kiss you anymore
You don't know who you are
You just have to know that mirror look
And all, everyone, everything, is too much
For you
And I try
I try
I really try
But everything is too much easy
And all those songs that beat me in my head
It was something like...

[na na na ra ra...]

You don't who you are, you got another mirror look
And all, everyone, everything, is too much
For you
And I try
I try
I really try
But everything is too much easy
And all those songs that beat me in my head
It was something like...

[na na na ra ra...]

Look at the mirror,
You don't know, got to look,
That mirror, but everything is to much for you
And I try I really try,
But everything is too much easy
And I try

 



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Letra

 

I am tired
Everyday the same songs
The same sounds
Produced by the same people
With their same smile tours
Even the strangers are always the same strangers
I would like to tell you something new
I can't cause I'm exactly the same
Nowadays
Does any man or any woman
Does anyone change anything?
Does any man or any woman
Does anyone change anything?
I would like to sing something
Not a love song or a sad song
I would like to make you smile
Because I think you've had enough
Nowadays you've had enough
Nowadays
Does any man or any woman
Does anyone change anything?
Does any man or any woman
Does anyone change anything?
Nowadays
I'm tired
I would like to tell you something new
I can't cause I'm exactly the same
Something new
Does any man or any woman
Does anyone change anything?
Does any man or any woman
Does anyone change anything?
I'm tired
I would like to tell you something new
I can't cause I'm exactly the same
Something new
I'm tired
I... I'm tired
I'm... I'm tired
I'm exactly the same

 



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