Quarta-feira, 26.11.14

 

Letra

 

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Terça-feira, 25.11.14

 

Letra

 

Bicho Escondido
(Letra e Música: João Mota e Pedro Franco)

Bicho escondido sobre a pedra
Sai que no céu já espreita a lua
Vem que o milhafre dorme
Até que a manhã retorne.

Bicho encoberto na erva,
Deixa que o sangue te ferva.
Acorda os teus iguais
Lembra que somos mais.

A noite cai no teu jardim,
Se ouvires alguém cantar
Não deixes de escutar,
Que o tempo vai passar por ti
Sem pedir permissão,
Em falsa lentidão.



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Letra

 

Valquíria
(Letra e Música: João Mota e Pedro Franco)

Na tua boca mil demónios bramam
Laminas cegas e sentenças.
Falta-nos luz para ver o quadro inteiro,
Falta furar o nevoeiro.
Ver o teu ar de valquíria desarmada
Na escassez de um inimigo.
O meu inverno acabou contigo
Quebrou a tua espada.

Sobrou vinho azedo nos teus lábios
E eu dei-te de beber sem restrição
Até que te perdeste do meu rasto
E eu fiquei tão fora de mão.
A noite teceu-te um vestido de apatia
Que o meu peito repudia
E ver o teu ar de valquíria desarmada
Chegar ao fim da estrada,
Chegaste ao fim da estrada.

 



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Segunda-feira, 24.11.14

 

Letra

 

"Eu Não Sei Dizer"O silencio, deixa-me ileso
E que importancia tem?
Se assim, tu ves em mim
Alguem melhor que alguem
Sei que minto, pois o que sinto
Nao é diferente de ti
Nao cedo, este segredo
E fragil e é meuEu nao sei...
Tanto, sobre tanta coisa
Que as vezes tenho medo
De dizer aquelas coisas
Que fazem chorarQuem te disse, coisas tristes
Nao era igual a mim
Sim, eu sei, que choro
Mas eu posso, querer diferente pra tiEu nao sei...
Tanto, sobre tanta coisa
Que as vezes tenho medo
De dizer aquelas coisas
Que fazem chorar
E nao me perguntes nada
Eu nao sei dizer...
 
 
Composição: David Fonseca

 



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Letra

 

Your heart is broken
And you don't seem to mind
I guess it happened
A little too many times, too many times

You tried and you got tired
Those long half-written stories
You held a fire
Right under the snow

They don’t, they don’t
How could they really know?, they don’t
They don’t know how it really feels
They’re just here on holidays
Like dummies filling landscapes
How could they see you cry
Do you remember me?
I was the one that held you through
I held the spotlight when you did that crazy dance
I danced with you, I felt like superstars do
Me and you
We're just like superstars


I was around you
You couldn't really tell
I held you close while
While you drove you just drove into hell, you know

A kind of hurt that binds
A light that loves you blind
And while your feet go
They go deeper in the sand
You wait and drown
You're waving to the crowd that sits
But they don’t know how it really feels
They're just here on holidays
Like dummies filling landscapes
How could they see you cry
Do you remember me?
I was the one that held you through
I held the spotlight when you did that crazy dance with me

Yeah you did that crazy dance
You did that crazy dance for me

Did that crazy dance, did that crazy dance...

'Cause they don't know how it really feels
They’re just here on holidays
Like dummies filling landscapes
How could they see us cry?
Now do you remember me?
I was the one that held you through
I held the spotlight when you did that crazy dance for me
As I danced with you, I felt like superstars do
Me and you
We're just like superstars

Danced with you, just like superstars do
Me and you
We're* just like superstars



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Letra

 

In the dark, dark pit
I saw something moving there
And then fear makes the fire
And one breath in my ear

This wind, temptation.
It just went crawling over me
Darkening nights I couldn't sleep

This fear, temptation.
I'm sure there's something over there
And I feel it could hardly wait
For weak, weak days

In the dark, dark night
I'm afraid of the light
and the single minded dolls
that keep knocking on my door
Growing darker appetit

This wind, temptation.
It just went crawling over there.
It was too much, i had to share

This sweet temptation.
Yes I have cried over you,
but this time I'll just do
what it tells me to.

Temptation,
it just went crawling over me.
Darkening nights I couldn't sleep.
This fear will grow to peace
when everything is done.
Happy like a warm gun,

This sweet temptation,
Oh sweet temptation,
Oh sweet temptation,
Oh sweet, sweet pain

 



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Domingo, 23.11.14

 

Letra

 

ENTRE A ESPADA E A PAREDE

Estás tão perdido agora,
Tens um caminho mas preferes estar fora
Parecia fácil mas os dias não têm rede,
Diz como te sentes entre a espada e a parede.

Entre a espada e a parede.
Um dia o céu,
Noutro dia o chão,
Dizes para ti: "Melhores dias virão".
Um shot, dois shots, nada mata a sede,
Então como te sentes entre a espada e a parede.

Perdeste o tempo de voltar atrás,
Sabes de cor como isso se faz,
Deixas o corpo onde o amor se perde,
E tens tanto à aprender
Entre a espada e a parede
Entre a espada e a parede
É onde o corpo mata a sede,
Entre a espada e a parede.

Uma sala cheia de paredes vazias,
E uivam sirenes, mas isso já não ouvias.
O asfalto grita alto um nome que te persegue,
Diz como te sentes entre a espada e a parede.
Repetes cantigas, tropeças passos de dança,
Apagas o cigarro enquanto a rua balança,
E pedes a alguém que te ame, que te leve,
Então como te sentes entre a espada e a parede.

Perdeste o tempo de voltar atrás,
Sabes de cor como isso se faz,
Deixas o corpo onde o amor se perde,
E tens tanto à aprender
Entre a espada e a parede
Entre a espada e a parede
É onde o corpo mata a sede,
Entre a espada e a parede.

Não conheces quem te abraça
Nem quem te escava o chão,

E tanta gente em fuga a esconder a solidão.
Hoje vais voar na noite como a tua alma pede,
Então como te sentes entre a espada e a parede.

Entre a espada e a parede
Entre a espada e a parede
É onde o corpo mata a sede
Entre a espada e a parede
Entre a espada e a parede
É onde o corpo mata a sede
É onde a vida se perde
Entre a espada e a parede
Ainda sabes o teu nome
É onde o corpo mata a sede
Onde a estrada se perde
É entre a espada e a parede
Onde o corpo mata a sede...

 

Pedro Abrunhosa - 'Entre a Espada e a Parede'. Álbum 'Longe', 2009 - Vídeo Letra | Video lyrics


Letra e música: Pedro Abrunhosa



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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SE HOUVER UM ANJO DA GUARDA

Um homem contou-me
Que da montanha
Se toca o céu,
Que se encontrou ao subi-la
Mas ao descê-la
Se perdeu.
Viu rastos de cobra
E pegadas de leão:
"Esta vida não sobra
Quando se olha só para o chão!"

E tentou fugir do trilho,
Beijou o tempo como a um filho,
Acordou numa alvorada,
Já sem nada pr'a esconder
E então falou assim:

"Se houver
Um Anjo da Guarda
Que me abrace
E se guarde dentro de mim,
É tão só estar só no fim".

Outro homem contou-me
Que da cidade
Se vê o mundo,
Que é tão doce o desejo,
Que nenhum beijo
É profundo.
Viu escadas de ouro
E telhados de rubi,
Pensou que o maior tesouro
É cada qual saber de si.

E tentou fugir da sombra,
Dizer à luz que não se esconda,
Correu as ruas, uma a uma,
Já sem nada pr'a perder
E então gritou assim:

"Se houver
Um Anjo da Guarda,
Que me abrace
E se guarde dentro de mim,
É tão só estar só no fim".
Porque é tão só estar só no fim.

 

Pedro Abrunhosa - 'Se houver um Anjo da Guarda'. Álbum 'Longe', 2009 - Vídeo Letra | Video lyrics

Letra e música: Pedro Abrunhosa

 



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Sábado, 22.11.14

 

Letra

 

I was so lost in my pain, fear was melting my brain,
I was counting the days to insanity, I was afraid to move myself
Afraid to hurt myself, more than I had until that day
Everything I believed in, everything I fought for
Was now underneath my feet and my heart beat
Was so gone, couldn't be felt by anyone
So alone it gave me the creeps
My drugs got me in bed went up to my head And I really don't wanna depend
So I'll stick to

My friends and my friends and my car and my friends
My friends and my cards and my cards and my friends
Martini until the end
Play pool again

Never thought woyuld be like this
No one told me it would be like this
I'm amazed I'm amazed with myself
And my brain and my pain
And my pain and my veins
Are delivering it to my health
My self-confidence was broken while my trust was taken
And it left me with an empty life and this knife
Rests on the middle of me bed, I think in all the things she said
Close my eyes and sleep
All these drugs in my head, it seems I'm already dead
And I really don't want to depend
So I'll stick to ...

My friends and my friends and my car and my friends
My friends and my cards and my cards and my friends
Martini until the end
Play pool again

Can't smoke anymore can't drink anynmore, still I do it, I do it again
Lost everything I had, Far from mum, far from dad
I thank God for my good, good friends
But where's this God that I mention? Where is He right now?
As I die as slowly as I can? All my plans, went down the hole
My life has no goal, and I wonder if this is worth it
But my friends took my hand
Helped me to lift myself again
And that's why I really love

My friends and my friends and my car and my friends
My friends and my cards and my cards and my friends
Martini until the end
Play pool again

 



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Letra

 

This is me with another nervous breakdown
My pressure dropped, this body went with it
Memory fails, I'm feeling claustrophobic
I scream my silent pain in this big plain
There's no one here
Tell me who is there now
Who is there with you

I'm taking no calls unless it's her voice
I'm seeing no one unless it's her
I open the mailbox every hour
Maybe I'll hit the postman
I want to hear some love words
But not it that dyslexic voice
No I won't tear apart for you
But I was given no choice

I guess I was trying to keep me alive
But once I was dead there was nothing to do beside
Picking me up and lying me down
Waiting for some angel
To wake me and say to me

"Hello. Don't be scared. I want you to know, you're not dead."

Kiss me, is this a dream?
Should I believe it?
Please promise to me that I'm not going to get hurt this time.

Am I too good for you, am I just paranoid?
Should I clinical ou should I speak louder?
Maybe I should close my eyes for years
And wait for the strongest feeling
Out of all of the feelings
to raise
from
you.

I guess I was trying to keep me alive
But once I was dead there was nothing to do beside
Picking me up and lying me down
Waiting for some angel
To wake me and say to me

"Hello. Don't be scared. I want you to know, you're not dead."

Kiss me, is this a dream?
Should I believe it?
Please promise to me that I'm not going to get hurt this time.

Am I real? Are you real? Is this real? What's real?
Am I real? Are you real? Is this real?

Tell me, what's real?

 



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Sexta-feira, 21.11.14

 

Letra

 

Calculei o norte, fiei-me na sorte, dei uma de forte de fui
Contornei os velhos, contra e conselhos, cantos e canteiros fui,
Descobri o mundo ao fundo do jardim.Desenhei um mapa, fiz dum pano a capa, fiz planos utópicos
Ao sabor dos ventos e dos mantimentos, em coca-cola e mentos, fui
Aos confins do mundo, ao fundo do jardim.Desbravando mato, traçando o trajeto onde aponta o carapim
Piquei-me num cacto, pisei rabo de gato, perdi-me pelo capimVi o fim do mundo no portão do fundo, defendi a vida a pau
Fugi dum insecto, pisei um dejeto, passei perto de um lacrau
Descobri a custo o fim do mundo assimSó me resta a astúcia dum cão de pelúcia enquanto o sol desaparece
E um Action Force que em código morse enviou um SOS
Foi assim que eu vi do mundo os seus confinsAté que um rugido muito enfurecido fez tremer todo o jardim
Será que é ciclone, algum dragão com fome ou bicho muito mais ruim?
Era a voz da minha mãe a perguntar por mim.
 
 
Letra de Miguel Araújo

 



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Letra

 

Many's, the time I'v been mistaken
And many times confused
Yes, and often felt forsaken
And certainly misused
But I'm all right, I'm all right
I'm just weary to my bones
Still, you don't expect to be
Bright and bon vivant
So far away from home, so far away from home

And I don't know a soul who's not been battered
I don't have a friend who feels at ease
I don't know a dream that's not been shattered
or driven to its knees
But it's all right, it's all right
We've lived so well so long
Still, when I think of the road

we're traveling on
I wonder what went wrong
I can't help it, I wonder what went wrong

And I dreamed I was dying
And I dreamed that my soul rose unexpectedly
And looking back down at me
Smiled reassunngly
And I dreamed I was flying
And high up above my eyes could clearly see
The Statue of Liberty
Sailing away to sea
And I dreamed I was flying

We come on the ship they call the Mayflower
We come on the ship that sailed the moon
We come in the age's most uncertain hour
and sing an American tune
But it's all right, it's all right
You can't be forever blessed
Still, tomorrow's going to be another working day
And I'm trying to get some rest
That's all I'm trying to get some rest

 



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Quinta-feira, 20.11.14

 

Letra

Podia haver uma luz em cada mesa
E uma família em cada casa
Jesus em Dezembro, aqui na Terra
Podia ser Natal e não ser farsa.

A história certa é
Natal de porta aberta
A ceia servida é a vida
Do Criador

Podia ser notícia o fim da Amargura
Que divide os homens por trás dos canhões
A fome e a miséria servem a loucura
Que forja profetas e divide as nações.

A história certa é
Natal de porta aberta
A ceia servida é a vida
Do Criador

Podia ser verdade o tom e o discurso
Desse velho actor falando aos fiéis
Mas nada se passa na noite do mundo
Máscaras de dor, pequenos papéis

A história certa é
Natal de porta aberta
A ceia servida é a vida
Do Criador

A história certa é
Natal de porta aberta
Podia ser Natal...

 

Letra e música: António Manuel Ribeiro
Intérpretes: António Manuel Ribeiro e Miguel Ângelo (1995)

Musica incluída no álbum "Sierra Maestra" de António Manuel Ribeiro.



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Quarta-feira, 19.11.14

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Terça-feira, 18.11.14

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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letra

 

Eu quero marcar um Z dentro do teu decote
Ser o teu Zorro de espada e capote
P'ra te salvar à beirinha do fim
Depois, num volte face vestir os calções
Acreditar de novo nos papões
E adormecer contigo ao pé de mim
Eu quero ser para ti a camisola dez
Ter o Benfica todo nos meus pés
Marcar um ponto na tua atenção
Se assim faltar a festa na tua bancada
Eu faço a minha ultima jogada
E marco um golo com a minha mão
Eu quero passar contigo de braço dado
E a rua toda de olho arregalado
A perguntar como é que conseguiu
Eu puxo da humildade da minha pessoa 
Digo da forma que menos magoa
«Foi fácil. Ela é que pediu!»

 



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Letra

 

Amor Electro - Mar Salgado

Quase perto
Quase até de amor
Quase certo
Já sinto o sabor
Já não durmo
Já nem falo em dor
Que eu desperto
Já vejo o calor

Sei de cor o prazer de voltar
É contigo afinal
Vou perder-me de vez sem pudor
Já vejo amor

Cai neste abraço que é só teu
Que é tão forte o meu desejo
Mar Salgado no meu beijo

Vem, faz de conta que és só meu
De um adeus que não se encontra
Mar Salgado de revolta

Quase perto
Quase a viajar
Mergulho incerto
Pronto a respirar

Sei de cor o prazer de voltar
É contigo afinal
Vou perder-me de vez sem pudor
Já vejo amor

Cai neste abraço que é só teu
Que é tão forte o meu desejo
Mar Salgado no meu beijo

Vem, faz de conta que és só meu
De um adeus que não se encontra
Mar Salgado de revolta

 



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Segunda-feira, 17.11.14

 

Letra

 

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Letra

 

Música feita apenas com vozes, sem recurso a qualquer instrumento, virtual ou não.

Eu vou até ao fim do mundo
Dá-me um só segundo, eu...
Provo que é possível lá chegar
Tudo o que é difícil, quer um sacrifício
Cabe a ti a vontade de o dar
Eu vou até ao fim do mundo
Dá-me um só segundo, eu...
Provo que é possível lá chegar
Tudo o que é difícil, quer um sacrifício
Cabe a ti a vontade de o dar

Eu estava preso nos 14 ao futuro com ambiçoes
De fazer a minha música faltavam condiçoes
Mantive o sonho em segredo só com duas opçoes
Ou me foco no objetivo ou sou carne para canhoes
Comecei por pegar nos fones do Walkman
E o microfone que havia era de falar no MSN
E dei por mim a querer a inteligência nos pés
Mas é a tua vontade que faz aquilo que tu és
E se nao havia meios para atingir os fins
Eu fazia PopFilter's com meias e carapins
A gravar quase sentado por culpa do comprimento
Do fio dos meus fones que nao era suficiente
Velhos tempos e assim mais de um ano
A fazê-lo por gosto pela música que eu Amo
E nunca estive a espera que alguém me desse crédito
Porque sou o primeiro a reconhecer o meu mérito

Eu vou até ao fim do mundo
Dá-me um só segundo, eu...
Provo que é possível lá chegar
Tudo o que é difícil, quer um sacrifício
Cabe a ti a vontade de o dar
Eu vou até ao fim do mundo
Dá-me um só segundo, eu...
Provo que é possível lá chegar
Tudo o que é difícil, quer um sacrifício
Cabe a ti a vontade de o dar

Cheguei a um ponto em que já nao aguentava
A cabeça nao para mas o material nao dava
Focado no objetivo de ir espalhando a palavra
Com duas opçoes: Agia ou Chorava
Defini prioridades pronto para assumir o risco
Vendas sem contrato longe do olhar do fisco
Vasculhei a casa em busca de coisas antigas
Material de som e quatro pares de sapatilhas
Nao rendeu muito mas ganhei o suficiente
Para agora poder dizer que tenho um material decente
Desmotivado por nao ter produtores
Até ver que com a boca eu faço instrumentais melhores
Falta isolar o quarto e fazer dele o meu estúdio
Procurei orçamentos, e fiquei estupido
Mas a mente nao para e durante dois meses
Troquei a tinta por colchoes e cortiça nas paredes

Tal como tu em vao, ja senti a voz rouca
O truque é fazer por amor nunca deixar que ele morra
Se queres um Saxofone e ves que a pasta é pouca
Procura imitá-lo com a boca

Eu vou até ao fim do mundo
Dá-me um só segundo, eu...
Provo que é possível lá chegar
Tudo o que é difícil, quer um sacrifício
Cabe a ti a vontade de o dar
Eu vou até ao fim do mundo
Dá-me um só segundo, eu...
Provo que é possível lá chegar
Tudo o que é difícil, quer um sacrifício
Cabe a ti a vontade de o dar

 



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Letra

 

Rapo a cabeça para arrumar o assunto
Das metas do meu futuro, nesta bola de cristal
Quanto a beleza? já não desço mais fundo
Estou a viver a ternura dos quarenta aos vinte e tal
Olha para mim a disfarçar a calvice
grande assunto para um tema, só mesmo o rap para poder falar disso
"Tas a falar mal do rap bacano, ganha é juizo"
é o meu cabelo e o teu cérebro, também não existe
"Boy manda la um improviso só para ver do que és capaz"
Estou sem paciência para isso, acho que estou a ficar velho
Querem fazer de mim artista, eu só quero ser bom rapaz
E por um sorriso na cara de quem me deu tudo o que tenho
Reis obrigado pelo beat
Talvez nunca o leve a palco, se não encontrar bons músicos
porque entre amigos esta difícil, e a guita vai-se no passe
não me posso dar ao luxo de estar a pagar um anuncio
Nesse dia em que o mundo, já não me quiser ouvir
Sabes que apesar de tudo, eu vou continuar aqui
Prometo que num futuro, tudo o que ouvirás de mim
Podia ser diferente, eu sei, mas
Faço o que me faz sorrir

Sabes que no fim de tudo
toda essa fama e orgulho
vão ficar pelo caminho
e o que foste tanto faz
Pensa só por um segundo
No que deixarás ao mundo
jamais ficaras sozinho
sendo honesto e bom rapaz

Estas a acusar a pressão,
e o teu comportamento insere-se num padrão social
Temes tanto a rejeição que criaste um habitat artificial
e um modus operandi pra poder habita-lo
Repara, querem que eu venha da rua
trate mulheres como trunfos, fale de fumos e drunfos e eu nem fumei se
me perguntares de onde eu venho, como é que o meu som subiu
sou obrigado a dizer: vim do myspace
Olha pra mim a dar facadas no rap
para lhe dar mais profundidade, tipo lucio fontana
Tu tas a ouvir gajos no rap, que o vão envergonhar
quando acabar a puberdade, tipo Hannah Montana
Eu, estou habituado desde o tempo do gameboy
a ter tudo mais tarde, agoro colo em pokemons
E tu? tu não devias viver envergonhado
Por não caber na expectativa dos outros, dá o que podes

 

Voz & letra: L
Instrumental: REIS
Mistura: L
Masterização: REIS [LockDown Studios]

 



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Domingo, 16.11.14

 

letra

 

Niggas matam, assaltam, fazem carros.
Paiam tudo no bairro.
Circulam alucinados.
Cap da Nike, yah.
Shot, Knife, bravo.
Dá para parvo, matam passo a passo, evitando a PSP.
Cruzam a rua, bebem, fumam pula, até doer.
Desaparecem na noite antes da policia aparecer.
São poucos os que pensam no futuro que irão ser.
Putos de um bairro, onde ninguém quer viver.
Jovens que abandonam a escola muito cedo.
Não é fácil ser doutor quando os pais assinam com o dedo.
Eu carrego, e rimo a frustração de um negro.
Nascido, criado, no Ghetto.
Pais analfabetos, desde pequeno que me percebes,
como uma casa e um emprego.
Nos somos missionário desde preto.
Sem o apoio da família, não há cabeça que resista.
Mais tarde ou mais cedo o puto perde-se de vista.
Despista a policia, arrisca a vida por uma nota de mil.
Um tirante dum cachucho, um casado com uma Bill.
Passado várias noites no governo civil,
nasce mais um delinquente juvenil.

A tua mente só é livre se encontrares a tua paz.
Acerdita G, eu continuo a procurar.
Tu podes ter o mundo na tua mão e girar.
Mas nunca, nunca serás feliz rapaz. (x2)

Ainda ontem tu pensavas "Eu sou o homem aranha".
Roubas, matas, paias, ninguém te apanha.
Muitos niggas levam a life do crime na brincadeira.
Teu dia como homem aranha cai na maior teia,
na cadeia.
À espera da visita de um amigo.
Teu amigo ficou no bairro a fumar bula comigo.
A tua dama, mulheres não vivem sem cama.
Esquece essa cabra, pede uma revista emprestada.
Mas nada apaga, a tua solidão.
Nada paga, a liberdade de um irmão.
A humilhação, de gente abandonada.
A frustração, de não poderes fazer nada.
Prometes a ti mesmo, vou mudar quando sair.
Agarrado ao terço, para o pombo não cair.
A roer dias, meses e anos até a porta se abrir.
Mas não acaba G.
As portas cá de fora continuam fechadas.
É o passado, é o cadastro, estampado na nossa cara.
Procuras o emprego, nem do balcão passas.
Arrasta-te negro, eles cortaram-te as asas.
Ajuda a tua mãe, ela 'tá velha e cansada.
Não deixes os teus irmão seguirem as tuas pisadas.
Não culpe os teus amigos pela tua desgraça.
Nem contes com o teu pai, os bêbados não valem nada.
Vida na obra é dura, o corpo não aguenta mais.
A bruxa chora todo o brotha que cai.
A esperança vai, a raiva que volta.
Coração cria ódio, e a cabeça se revolta.
A estupidez, voltar a rua, talvez.
Embriaguez, 0% de lucidez.
Jovens vivem três vezes, tu irias perceber.
O que leva o homem voltar ao crime outra vez.

A tua mente só é livre se encontrares a tua paz.
Acerdita G, eu continuo a procurar.
Tu podes ter o mundo na tua mão e girar.
Mas nunca, nunca serás feliz rapaz.

Quando conheceste a tua dama, lembraste de como ela era?
Cara de criança, corpo de boneca.
Passado dois anos contigo olha para ela.
Soprada, magra, feia, amargurada.
Fazer horas na limpeza para por dinheiro em casa.
Porque o teu não paga, nem a luz e a água.
O filho nos braços, sem leite nem fraldas.
E tu rebentas o salário, em bebedeiras e noitadas.
Eu espero nigga, que nunca apareça um homem no teu caminho.
Alguém que tenha mais cabeça, mais juízo.
Quando tu parares de pensar só no teu umbigo.
O dread já te levou, a tua mulher e o teu filho.
Quando eles forem embora, qual será a tua desculpa?
Bebe mais um copo diz que a dama era uma puta.
Vida continua, cabeça tá confusa.
Aprendemos com os erros, bebemos, mas não esquecemos.
Olha para trás, vê aquilo que perdemos.
As coisas que não fizemos.
Vi meus brothers a bazar, um por um.
Aqueles que morreram, aqueles que foram de Kuzo.
Aqueles que lutam pela vida lá fora com o olho do cu.
Mente, fugindo da praga ou de algum julgamento.
A vida é dura, mas não dura.
Deus livre, os meus brothers das drogas, das ruas.
À algo dentro de nos que nos perturba e destroi.
Ver os teus boys a bazar, é uma coisa que doí.
A gente não esquece, aquele nigga que foi.
Tu podes ir, mas 'tás aqui boy.


A tua mente só é livre se encontrares a tua paz.
Acerdita G, eu continuo a procurar.
Tu podes ter o mundo na tua mão e girar.
Mas nunca, nunca serás feliz rapaz. (x2)



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Sábado, 15.11.14

 

 

Letra

 

I was drunk again, causing accidents.
Oh, you're not a friend.
You're nothing.

I think I should be a little more confident
In myself,
In my skin.

Take me, take me, home.
Take me, take me, home.

'cause I don't stand a chance in these four walls.
And he don't recognise me anymore.
Burned out flames should never re-ignite.
But I thought you might.

Take me, take me, home.
Take me, take me, home.

Now he's moving close,
My heart in my throat.
I won't say a word,
But I think he knows...
That I've hardly slept,
Since the night he left,
His body always kept,
Mine inside of it.
Keep the nightmares out.
Give me mouth to mouth
I can't live without ya,
Take me to your house.

Take me, take me, home.
Take me, take me, home.
Take me, take me, home.

But I thought you might...

Take me, take me, home, home.
Take me, take me, home, home.
Home.

 



publicado por olhar para o mundo às 17:38 | link do post | comentar

 

 

Letra

 

Um dia, quando isso for
Deixar o teu corpo em flor
E se aproximar do fim

Queria partir, sem te ver
Sentir o mundo morrer
Lá longe, dentro de mim

Depois, em vez de esquecer-te
Tornar em sonhos, rever-te
Lá longe, na solidão

De ver-te sozinho assim
Ver-te só dentro de mim
Dentro do meu coração

É que não posso partir
Sem me partir dos teus olhos
Antes do adeus derradeiro

É que partir sem te ver
É duas vezes morrer
De alma e de corpo inteiro (x2)

 



publicado por olhar para o mundo às 08:17 | link do post | comentar

Sexta-feira, 14.11.14

 

 

Letra

 

[Refrão]
Eu preciso de um euro, euro, é tudo o que eu preciso...
Eu preciso de um euro, euro, para comprar um cheese
Eu preciso de um euro, euro, é tudo o que eu preciso...
Já que te dei este som à borla, não me queres dar um euro por isso?

[Sarcasmo]
Acabei a universidade e percebi que tou liso
Devia arranjar trabalho e não vou fazer nada por isso
Quero é viver da chulice, ser um come e dorme
Ir p'a Benidorm e não fazer nenhum até morrer à fome
Nos LazyBeggars.com a mendigar com estilo
Viver à custa dos outros até ficar senil
Tranquilo, dá-me um euro, quero ver o mundo à roda
E já dá p'a um traçadinho no Golfinho e ainda sobra,
E no fim...

Eu preciso de um euro, euro, para o bilhete do quim...
Se não hoje à noite vou dormir aqui no banco do jardim

Sim...
Não me importa se é piedade
Dizer que não é má educação, eu aceito de mão beijada
Nem se trata de necessidade
Mas eu faço quase tudo p'a não ter que fazer nada
É um questão de custo de oportunidade
Então dá-me um euro camarada, eu preciso de um euro

Eu...
Preciso de um euro p'o bilhete de avião
Vou pegar no meu canudo e dar a corda ao tacão
Preciso de outro euro para pagar esta gravação
Que isto do rap é muito giro mas não me rende um tostão
Com o IVA da restauração a subir ao pontapé
Já quase que preciso de um euro p'a pagar o café
Tá complicado Zé e o engraçado no meio disto tudo
É que quando ouvires isto já preciso é de 200 escudos

[Refrão]

[Haka]
C'um euro compro buéda pão, tiro a manteiga ao colega
Que disse leva... Tenho uma alimentação tão completa
Tá-se tão bem na merda, quando a coisa fica feia
Eu compro tabaco de um euro com 12 gramas e meia
Quando a grama tá cara tipo 10 e tou teso
E tenho só tipo 9, dá-me um euro, dou-te um cabeço...
Só quero um euro, é que isso pra mim é tanto
Só ficam a faltar 69 p'o TANB...
Tenho a dívida, vergonha na street
Tipo o teu produtor caso quisesse cobrar
Por essa anormalidade, por esse vómito auditivo
Um preço que ultrapassasse um euro por beat
Com isso pego em papéis e tu fazes o que eu te dei
Fumamos e fazemos um ganda beat que eu samplei
Só preciso do euro que tá na conta tão sozinho, por favor
Dá-me um aério... Sou ganda aviador

Até pagámos um euro pa ter o beat na hora
Tanto guito, antes isso que comprar o i de agora
Quando andei na caridade...
Cada cem cêntimos era um bom bocado de todo meu ordenado
A puta da vida é essa, fica convencido
Ou levo um euro só p'o fino ou fodo logo 4 ou 5
Por isso é que eu nem sou fino e nunca fodo nota
Um euro paga logo o vinho e ganda bagaço no Troica

[Sarcasmo]
Sim...
Não me importa se é piedade
Dizer que não é má educação, eu aceito de mão beijada
Nem se trata de necessidade
Mas eu faço quase tudo p'a não ter que fazer nada
É um questão de custo de oportunidade
Então dá-me um euro camarada, eu preciso de um euro

[Refrão]

 



publicado por olhar para o mundo às 17:16 | link do post | comentar

 

Letra

 

A Ilha

Mundo triste este a que pertenço:
Diverte-se a fazer nascer uma ilha no meio do oceano imenso,
Que por mais que tente abraçar essas gotas salgadas sem cor
Continua seca no interior...
Mesmo quando ao abandono, capaz de gerar vida de vigor
Mas a água nunca o vê como tesouro.
Tenta inundar com ondas esse árido maldito
Como se fosse um tumor que mancha o seu belo infinito...
É a sua própria fronteira,
Ela sabe que é diferente do que a rodeia ainda que não queira...
Tanto mar e ela sozinha mesmo quando não está.
Tanto mar e é um peixe fora do seu habitat.
Mas a ilha sabe que as há como ela,
Separadas por essa cortina intransponível de água que a flagela...
Isolada, resta-lhe olhar para o horizonte, sonhar alto
E esperar que algum barco chegue ao seu arenal...

Mas ninguém chega (Não)
E a ilha vai esperando,
Perdida no seu canto a olhar para o distante...
Mas ninguém chega
E a ilha vai esperando,
Enquanto se afunda lentamente no oceano...

Ninguém chega (Não)
E a ilha vai esperando,
Perdida no seu canto sem sombra de viajante...
Mas ninguém chega
E a ilha vai esperando,
Até que se afunda para sempre no oceano...

 



publicado por olhar para o mundo às 08:12 | link do post | comentar

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a primeira vez que ouvi.. super interessante!!!
Muito obrigado
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