Segunda-feira, 27.06.16

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Domingo, 26.06.16

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sábado, 25.06.16

 

Letra

 

Não encontreia letra desta música

 



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rodrigoleao.jpg

Rodrigo Leão

Oiça as novas canções de Rodrigo Leão & Scott Matthew em primeira mão com pré-venda de “Life is Long”

O tema “Enemies” estará disponível a partir de amanhã como o segundo instant grat

Depois de terem revelado recentemente o single “That’s Life”, Rodrigo Leão e Scott Matthewpreparam-se para, nas próximas semanas, desvendar uma série de novas canções que vão integrar este primeiro álbum conjunto, intitulado “Life is Long” e com lançamento previsto para setembro.

Quem adquirir já este álbum no regime de pré-venda recebe não só o single “That’s Life”, mas a 25 de junho recebe uma nova canção, “Enemies”, um mês depois, a 25 de julho, já pode ouvir em primeira mão outra novidade, o tema “The Fallen”, sucedendo a 25 de agosto “Unnatural Disaster” e a 25 de setembro a última novidade, a canção “Death Defying”.

Esta é, por isso, uma oportunidade única de ouvir antes do álbum chegar às lojas algumas das canções que fazem deste encontro entre Rodrigo LeãoScott Matthew tão especial e único.

Os dois músicos conheceram-se em 2011, quando Scott Matthew aceitou o convite de Rodrigo Leão em participar no álbum “A Montanha Mágica”, tendo então dado voz à canção “Terrible Dawn”. Desde então sucederam-se uma série de outras colaborações, tanto em estúdio como em concertos.

Aliás, aqueles que já os viram juntos em palco sabem o quão ricos estes encontros podem ser, de como a voz doce e profunda de Scott e as melodias e orquestrações encantadoras de Rodrigo Leão se unem na perfeição. Este álbum é mais um passo nesta parceria tão frutuosa.

“Life Is Long” é a história de um encontro improvável que provou ser inevitável, entre um compositor conhecido pelas suas melodias enlevadas e uma voz que as leva ao patamar superior de magia.

Essa magia será vivida novamente em palco, tendo os dois músicos já um concerto marcado para o Coliseu do Porto, a 4 de novembro, no âmbito do Misty Fest

 

 



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Letra

 

Eu tenho o lado esquerdo inferior do corpo meio adormecido
dado um tiro que me foi oferecido, mesmo sem ter merecido,
porque eu não estava a pagar por nada, porque eu não fiz nada de mal
nada aconteceu ao guarda, sê bem vindo a Portugal
onde é crime os maus tratos a animais
mas touradas são legais
como venda de substâncias alteradas, faturadas como sais
retiradas do mercado depois das vítimas mortais
são ideiais que são más ideias
mas todos obedecem à rainha neste enxame de abelhas

Caro amigo , eu não queria ouvir o seu perdão
Caro amigo , nem sequer uma justificação
Deveria eu ter saltado ou puxado travão de mão
teria eu evitado ser alvejado por quem tinha a arma na mão?
é fácil comentar e apontar mesmo sem fundamentação
difícil é parar e imaginar o seu filho na mesma situação

porque é tudo tão frágil na casa do vizinho
na nossa não há fome, só amor e carinho
levem as telhas, venham telhados de vidro
a lua vem, a lua vai e não há um sem estar partido


Caro amigo está a sangrar, vidros plo ar, acabou por se cortar
pede um pano pra se limpar, empunha a arma no ar
carrega no gatilho varias vezes numa de se justificar
que não está a disparar, está travada
mas o que quer isso dizer? que não fui vazado por uma bala?
que a dor que estava a sentir, não era real, estava a encená-la?
Era ilusão o sangue que tinha na minha camisola?

Não!
Isto é só um excerto, a história fica para mais tarde
Deixa a poeira assentar
Deixa o tempo passar para me sentir à vontade
é que para já o pensamento leva-me ao momento e sinto a cabeça girar como os carrosséis na feira popular

Preciso de respirar, da me espaço
Estou numa bolha de ar, prestes a rebentar, a ceder ao cansaço
Os ouvidos tapados pra que eu próprio não oiça
tenho tanta coisa na cabeça e não tenho cabeça pra tanta coisa

É que quem conta um conto acrescenta um pronto
E toda gente sabe
Uma mentira contada mil vezes acaba por se tornar verdade
E o puto que tinha roubado um chocolate no supermercado
Na boca do povo já é membro duma rede de crime organizado

Eu corto a palavra a quem quer palavreado
E não sabe o peso de casa frase
Como quem diz que ganhei respeito com todo o estrilho
Vai dizer isso ao meu pai que quase viu morrer o seu filho

 



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Sexta-feira, 24.06.16

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Como é que é?
Vou-te dar aqui umas dicas para tu fazeres parte do grupo.
É muito simples, se tu quiseres fazer parte de 99% da
nossa sociedade, é isto que tu tens que fazer:

Não estudes, copia e tira negativa
a culpa não é tua, a prof é que não te motiva
pede ajuda a um amigo, usa, abusa, aproveita
não ajudes, inventa uma desculpa e rejeita

Rouba alguém da turma e acusa outro aluno
tu deixa-o ser castigado enquanto tu passas impune
grita com a tua mãe por não teres saldo no telefone
e partilha um vídeo de crianças a passar fome

Tu sê vegetariano, respeita os animais
vai ao circo e à tourada com os pais
tu não votes, critica quem está no poder
e não cozinhes, cospe em quem te fez o comer

Tira uma foto no pinhal, posta #natural
corta um pinheiro para árvore de natal
tu faz questão de dizer que és anti-poluição
agora acaba de fumar e atira a beata para o chão


Fuma, para fazeres parte do grupo
corta o cabelo, para fazeres parte do grupo
veste outra roupa, para fazeres parte do grupo
muda quem és, para fazeres parte do grupo


Vai ao concerto da banda favorita
passa à frente na fila e fala com o vocalista
diz que és seguidor, dás muito valor ,sabes tudo de cor
depois do show saca o álbum para o computador

Odeia chineses por estarem cá empregados
envia uma carta a falar disso aos teus tios imigrados
conhece a mulher dos teus sonhos e namora
diz que a amas mesmo quando andas com outras por fora

Sê contra a adopção homo parental
porque ter duas mães ou dois pais jamais será normal
aponta o dedo quando os vires passar na rua
engravida uma miúda e quando nascer tu não assumas

Vai à igreja, ya tu sê cristão
mas inveja o teu vizinho por ter carro e tu não
odeia quem é melhor que tu, por ser melhor que tu
e condena quem faz exactamente o mesmo que tu

Fuma, para fazeres parte do grupo
Corta o cabelo, para fazeres parte do grupo
Veste outra roupa, para fazeres parte do grupo
Muda quem és, para fazeres parte do grupo

 



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Letra

 

Everytime I try to forget you,
Something breaks inside of me

And I can't understand
Why you always comeback to me
We both know I'm no good
Still I wish I could give you more than this

I wish I could change for you (2x)

Looking back to the times we had
I don't know how I've become in this

And I can't understand
Why you always comeback to me
We both know I'm no good
Still I wish I could give you more than this

I wish I could change for you (4x)

 



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Quinta-feira, 23.06.16

 

Letra

 

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Janelas do meu quarto,
Do meu quarto de um dos milhões do mundo que ninguém sabe quem é
(E se soubessem quem é, o que saberiam?),
Dais para o mistério de uma rua cruzada constantemente por gente,
Para uma rua inacessível a todos os pensamentos,
Real, impossivelmente real, certa, desconhecidamente certa,
Com o mistério das coisas por baixo das pedras e dos seres,
Com a morte a pôr humidade nas paredes e cabelos brancos nos homens,
Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela estrada de nada.

Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
E não tivesse mais irmandade com as coisas
Senão uma despedida, tornando-se esta casa e este lado da rua
A fileira de carruagens de um comboio, e uma partida apitada
De dentro da minha cabeça,
E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger de ossos na ida.

Estou hoje perplexo como quem pensou e achou e esqueceu.
Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
À Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real por fora,
E à sensação de que tudo é sonho, como coisa real por dentro.

Falhei em tudo.
Como não fiz propósito nenhum, talvez tudo fosse nada.
A aprendizagem que me deram,
Desci dela pela janela das traseiras da casa,
Fui até ao campo com grandes propósitos.
Mas lá encontrei só ervas e árvores,
E quando havia gente era igual à outra.
Saio da janela, sento-me numa cadeira. Em que hei-de pensar?

Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso ser tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Génio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho génios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicómios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora génios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chuva, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistámos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordámos e ele é opaco,
Levantámo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido.

(Come chocolates, pequena;
Come chocolates!
Olha que não há mais metafísica no mundo senão chocolates.
Olha que as religiões todas não ensinam mais que a confeitaria.
Come, pequena suja, come!
Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!
Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata, que é de folhas de estanho,
Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida.)

Mas ao menos fica da amargura do que nunca serei
A caligrafia rápida destes versos,
Pórtico partido para o Impossível.
Mas ao menos consagro a mim mesmo um desprezo sem lágrimas,
Nobre ao menos no gesto largo com que atiro
A roupa suja que sou, sem rol, pra o decurso das coisas,
E fico em casa sem camisa.

(Tu, que consolas, que não existes e por isso consolas,
Ou deusa grega, concebida como estátua que fosse viva,
Ou patrícia romana, impossivelmente nobre e nefasta,
Ou princesa de trovadores, gentilíssima e colorida,
Ou marquesa do século dezoito, decotada e longínqua,
Ou cocote célebre do tempo dos nossos pais,
Ou não sei quê moderno - não concebo bem o quê -,
Tudo isso, seja o que for, que sejas, se pode inspirar que inspire!
Meu coração é um balde despejado.
Como os que invocam espíritos invocam espíritos invoco
A mim mesmo e não encontro nada.
Chego à janela e vejo a rua com uma nitidez absoluta.
Vejo as lojas, vejo os passeios, vejo os carros que passam,
Vejo os entes vivos vestidos que se cruzam,
Vejo os cães que também existem,
E tudo isto me pesa como uma condenação ao degredo,
E tudo isto é estrangeiro, como tudo.)

Vivi, estudei, amei, e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.
Olho a cada um os andrajos e as chagas e a mentira,
E penso: talvez nunca vivesses nem estudasses nem amasses nem cresses
(Porque é possível fazer a realidade de tudo isso sem fazer nada disso);
Talvez tenhas existido apenas, como um lagarto a quem cortam o rabo
E que é rabo para aquém do lagarto remexidamente.

Fiz de mim o que não soube,
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime.

Essência musical dos meus versos inúteis,
Quem me dera encontrar-te como coisa que eu fizesse,
E não ficasse sempre defronte da Tabacaria de defronte,
Calcando aos pés a consciência de estar existindo,
Como um tapete em que um bêbado tropeça
Ou um capacho que os ciganos roubaram e não valia nada.

Mas o dono da Tabacaria chegou à porta e ficou à porta.
Olhou-o com o desconforto da cabeça mal voltada
E com o desconforto da alma mal-entendendo.
Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, e eu deixarei versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, e os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta,
E a língua em que foram escritos os versos.
Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu.
Em outros satélites de outros sistemas qualquer coisa como gente
Continuará fazendo coisas como versos e vivendo por baixo de coisas como tabuletas,
Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.

Mas um homem entrou na Tabacaria (para comprar tabaco?),
E a realidade plausível cai de repente em cima de mim.
Semiergo-me enérgico, convencido, humano,
E vou tencionar escrever estes versos em que digo o contrário.

Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los
E saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos.
Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.

Depois deito-me para trás na cadeira
E continuo fumando.
Enquanto o Destino mo conceder, continuarei fumando.

(Se eu casasse com a filha da minha lavadeira
Talvez fosse feliz.)
Visto isto, levanto-me da cadeira. Vou à janela.

O homem saiu da Tabacaria (metendo troco na algibeira das calças?).
Ah, conheço-o: é o Esteves sem metafísica.
(O dono da Tabacaria chegou à porta.)
Como por um instinto divino o Esteves voltou-se e viu-me.
Acenou-me adeus gritei-lhe Adeus ó Esteves!, e o universo
Reconstruiu-se-me sem ideal nem esperança, e o dono da Tabacaria sorriu.

 

“Apoie os Artistas. Se gosta de Música, compre Música.
Descobrir Música pode ser tão bom como ouvi-la, aventure-se.
Porque no fundo a Música não tem tempo, é intemporal.
Não existe Música nova ou velha... apenas boa ou má”

(P. Dias)

 



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Letra

 

We always looked into the skies
But we never prayed for wings to fly
We never blamed ourselves for the things we could not change
We never accepted things without trying our own way

So,

Do you think I never really tried?
Those days are gone but I can't seem to get away
Of all the ghosts that haunt me now,
You're the one that makes me want to stay



Maybe I'm insane but you're the one that makes me feel this way
You know we don't even care about what anyone out there has to say
Words are words and they'll never ever have the power to lead our way, so stay

So,

Do you think we never really tried?
Our days are gone but I can't seem to get away
Of all the ghosts that haunt me now
You're the one that makes me want to stay

 



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Letra

 

Sold My Soul

I was standing in the crossroads
When the devil came to me
I shook his hand and he said
"Tell me what you need"


But if you saw his eyes you'd know how I felt inside


I sold my soul to the devil
But now I regret
I sold my soul to the devil
But I wish I could take it back


I told him my intentions
And he smiled back at me
"Oh, everything that you need,
For your eternity"


But if you saw his smile you'd know how I felt inside


I sold my soul to the devil
But now I regret
I sold my soul to the devil
But I wish I could take it back


Ba-ba-ba-back!


I sold my soul to the devil
But now I regret
I sold my soul to the devil
But I wish I could take it back


I sold my soul to the devil and I want back (x3)

 

Autor: João Jaime Jordán de Urries Serras
Intérprete: No Damn Good

 



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Quarta-feira, 22.06.16

 

Letra

 

Settle down
Please don't go
Stay right here
Where we belong

They can talk
We don't care
Feels so right
To be so wrong

I got it

End of summer
Hearts run slower
I never meant it, I never meant it
I never meant for this to happen
End of summer
Hearts run slower
I Fall right back
Into your arms

Kissing heat
Jealous sun
Steals your light
Kills the mood

Covered by
Ocean waves
They watch us drown into ourselves
(you'll never know how I feel about you)

End of summer
Hearts run slower
I never meant it, I never meant it
I never meant for this to happen
End of summer
Hearts run slower
I fall right back into your arms

I never meant it
I would fall right back into your arms

I never meant it
I would fall right back into your arms

 

 



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Letra

 

De que te vale a transparência
Se primeiro cegas, se primeiro cegas
Se ao menos o transparente
Pudesse ser olhado
Do aqui ao seu passado
Do aqui ao seu passado

De que te vale ser de vidro
Se primeiro quebras, se primeiro quebras
De que te vale toda a seda
Pano ou estofo corrediço
Se te vês sempre em enriço
Se te vês sempre em enriço

De que te vale a humildade
Se primeiro perdes, se primeiro perdes
De que te vale a deferência
Feito dócil demais disso
Se és rasteiro submisso
Se és rasteiro submisso


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Letra

 

Esteja onde estiver,
consegue sempre o que quer
pois ela é boa, boa
Ela tem-te na mão,
tu bem tentas dizer não
só que ela é boa, boa

Ela é boa e sabe que é
Bebe à pala no bar yeah
É difícil negar yeah
Ela gira como o Kamala e o A.G.I.R.
Gira gira de um lado para o outro
Ela sabe, sabe sempre a pouco
Queres mais então eu dou-te
Toma o número mas mano tu ouve

Tu não tens hipótese
Ela parte-te o pescoço
do Rádio-Hotel até ao Bosq
Tu já sabes, já sabes que ela…

Esteja onde estiver,
consegue sempre o que quer
pois ela é boa, boa
Ela tem-te na mão,
tu bem tentas dizer não
só que ela é boa, boa

Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa,
Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa,

Ela é perversa
Não, não quer conversa
Ela só fala, só fala, fala a quem lhe interessa
Ela tem bem mais do que dois dedos de testa
Mais que inteligente ela…Ela é esperta.

Tu não tens hipótese
Ela parte-te o pescoço
do Rádio-Hotel até ao Bosq
Tu já sabes, já sabes que ela…

Esteja onde estiver,
consegue sempre o que quer
pois ela é boa, boa
Ela tem-te na mão,
tu bem tentas dizer não
só que ela é boa, boa

Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa,
Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa,

Por mais que tu tentes negar
Ela é boa, ela é boa
Já fiz mil sons só para te provar
que ela é boa, sim ela é boa

Esteja onde estiver,
consegue sempre o que quer
pois ela é boa, boa
Ela tem-te na mão,
tu bem tentas dizer não
só que ela é boa, boa

Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa,
Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa, hey
Ela é boa,

Pois é Kamala, ela é boa, ela parte-te o pescoço.
Do Rádio-Hotel até ao Bosq, go go go.
A.G.I.R….Ela é boa!!!
GOT IT, GOT IT.

 



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Letra

 

Se é amor, muito mais pode acontecer
Se é amor, baby não jogues tudo a perder
Não é o fim, não é razão para esquecer
Tudo o que vivemos e com tanto para viver
(Hey)
Dizem que tudo tem um fim, mas contigo
Nunca pensei, nunca previ, não imagino
Ter que seguir, e viver de recordações
Lembranças, memorias, uma mistura de emoções que.
Me trazem tanta coisa boa, tanta coisa que
Provam o quanto tu me amas, dá vonta de
De te contar, imaginar como seria se
Tudo fosse como era, por isso peço-te

(Refrão)
Então não vás
Não vai embora
Não sou capaz de esquecer nossa historia
Baby não vás
Não está na hora
Tenho que ouvir de ti, que entre nós não há um fim
Não vai embora

Sempre fui sincero, e sei que vai dar certo
Porque tu e eu, não tem de acabar assim
Eu quero sentir-te perto
Para me sentir completo
Baby não, não diz, que é o fim
Eu já fiz de tudo para te provar
Que se for preciso eu irei mudar
Baby não vai não
Escuta o meu coração yeah

(Refrão)
Então não vás
Não vai embora
Não sou capaz de esquecer nossa historia
Baby não vás
Não está na hora
Tenho que ouvir de ti, que entre nós não há um fim
Não vai embora

Baby como isso aconteceu, o nosso amor agora se perdeu
Já não sei o que posso mais fazer, juro que já não consigo entender
Baby mas há uma volta a dar
O Nosso futuro assim pode mudar
Não choro, agora, imploro
Não vai embora

(Refrão)
Então não vás
Não vai embora
Não sou capaz de esquecer nossa historia
Baby não vás
Não está na hora
Tenho que ouvir de ti, que entre nós não há um fim
Não vai embora

 



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Terça-feira, 21.06.16

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Ao desligar a chamada fico com um sentimento de alívio
sa foda o telefone, estraga o convívio
conversas sem olhares são verdadeiras pra cegos
que não vêm quando os olhos mentem
mas sentem quando tu és impuro
porque o ouvido capta o que a visão esconde no escuro
e eu ou estou maluco ou estou a disfarçar
finjo não ver para poder escutar, não ouvir pra poder olhar
agora até finjo fingir para que pensem que eu não sou de confiar

Eu sou um farsolas no campo minado
rastejando para não ser apanhado no fogo cruzado
meti o pé na poça agora tenho um pé atrás
ver para crer, preciso ter certezas em cima da mesa
no passado fui obrigado a crescer
nada acontece até realmente acontecer, é única certeza
e o que nos une é tão forte como fio
como confiar em ti se até de mim eu desconfio?
promessas, voam como a palavra

vontades mudam com o vento e aqui tá sempre nortada
é que o empurrão que te ajuda no início
vem dos mesmos braços que te empurram para o precipício

Ao cair que seja por mim
se arder na tua figueira, vai ser à minha maneira porque eu agora estou assim mudado
não mudo nem um bocado
e quando tu falas, não respondo, eu não sou mudo, eu é que escolho estar calado
só estou a ser honesto comigo
não abro a boca ao acaso, quando falo é pra ser cumprido
culpa quem me educou, quem me ensinou a ser o que sou
porque disse que a palavra era sagrada e errou
prometes mundos e fundos, não quero o fundo do mundo
quero que escutes e te cales por um segundo

Marcamos um café?
é que no frente a frente muita gente muda o seu comportamento, não é?
e quero ver se cara a cara tens cara de pau
se tiveres, eu sou o gato que não morreu
e dona chica nem se admirou
porque depois de tantos paus o gato ainda não bazou
com eles construiu a casa que lobo mau soprou
naquela noite de inverno em que o inferno se instalou

Mano, não acredites em tudo o que dizem
nem digas aquilo que tu não podes cumprir
um dia vais perceber que aqueles que se contradizem
têm poucos ou nenhum motivo pra sorrir
e lá estou a fazer filmes com um telefonema
serei realizador ou terei algum problema?
há quem diga que é isto a maturidade
aprender com erros do passado
para não cair no mesmo buraco mais tarde
de qualquer maneira eu estou protegido
das palavras disparadas pela boca do bandido
porque eu acredito em mim
só acredito em mim
e naqueles que fazem parte de mim

Não acredites em tudo o que dizem
nem digas aquilo que não podes cumprir
um dia vais perceber, aqueles que se contradizem
têm poucos ou nenhum motivo pra sorrir

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Segunda-feira, 20.06.16

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Domingo, 19.06.16

 

Letra

 

Já vai longe mas ainda sei de cor.
O que contou ontem,
Onde foi anteontem,
Há um ano atrás,
Era o seu rapaz.
Vestido a rigor e a ensaiar
O aceno que lhe devia dar.

Vinha sempre airosa,
Era uma moça tão mimosa.
Bordava o dia inteiro
Por amor não por dinheiro.
Pegou no meu lenço de mão
Alfinetou-lhe uma canção.
Eu corei de tanta cor,
Sou um amante amador.

Não dormi uma semana inteira
A pensar na bordadeira,
No seu vestido de chita.
Como ficava tão bonita.

Mal sabia que nela o amor dura um dia.
Vou voltar, à vida de sempre.

credits

from Ararur, released September 9, 2013
Composer: António Miguel Silva
Lyrics by: Ângela Maria Santos

 



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Letra

 

Podes estar longe de mim
Mas eu sempre ouvi dizer
Que se o amor é verdadeiro
Ele supera e faz-nos ver que
Tudo vale a pena basta querer acreditar
Que a distância é passageira e o tempo nos vai juntar
Porque eu
(Não te esqueço)
Faço tudo o que puder só para te ver a sorrir e eu..
(Te prometo)
Que tudo pode acontecer mas que nunca vou desistir e..
Sei que às vezes é complicado não te ter por perto
Fico um pouco baralhado mas eu
Nem sempre sei o que te dizer
Mas sei que nada nos separa
Isso eu posso prometer

"Refrão"

Um dia longe de ti, sem te ter aqui
Não te conseguindo mostrar
Tudo o que eu sinto em mim
Um amor sem fim
A nossa história por contar

Um dia longe de ti, sem te ter aqui
Não te conseguindo mostrar
Tudo o que eu sinto em mim
Um amor sem fim
Uma vida para partilhar

Eu admito tive medo
Mas agora não consigo imaginar um dia sem te ter aqui
E eu não posso dar-te o mundo
Mas farei o meu melhor
Todo o dia, toda a hora
Sempre ao teu redor
Não sei como é..
Que tu consegues me enfeitiçar
Deixar-me apaixonado
Não sei como é
Que tu consegues ser perfeita
E onde quer que vás, eu estou lá
Sempre aqui para ti
E onde quer que vás, eu vou lá estar
Porque um dia longe é demais..

"Refrão"

Um dia longe de ti, sem te ter aqui
Não te conseguindo mostrar
Tudo o que eu sinto em mim
Um amor sem fim
A nossa história por contar

Um dia longe de ti, sem te ter aqui
Não te conseguindo mostrar
Tudo o que eu sinto em mim
Um amor sem fim
Uma vida para partilhar

 



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Letra

 

Ela é senhora do seu nariz
Ela não liga ao que toda a gente diz
Ela só quer, quer ser feliz
(esta é para as minhas Joanas…)
Ohhh Ohhh
Ela só quer é curtir
Ela só quer é curtir
Ela só quer é curtir
Yeahh
Uhh baby, ela dança nua
Uhh baby, sem nada a provar
Uhh baby, ela dança à chuva
Sem medo de se molhar
Ela sabe bem, sabe bem o que quer
Não deve nada a ninguém
Hoje ela faz o que ela quiser
Ela só quer é dançar – ah ah ah
Ela só quer é esquecer – eh eh eh
Ela só quer é curtir – ih ih ih
E quando a noite acaba, ai ela só quer é repetir
Ela só quer é dançar – ah ah ah
Ela só quer é esquecer – eh eh eh
Ela só quer é curtir – ih ih ih
E quando a noite acaba, ai ela só quer é repetir
Uhh baby, ela abre o jogo
Uhh baby, ela vai ganhar
Uhh baby, ela brinca com o fogo
Sem medo de se queimar
Ela sabe bem, sabe bem o que quer
Não deve nada a ninguém, hoje ela faz o que ela quiser
Ela só quer é dançar – ah ah ah
Ela só quer é esquecer – eh eh eh
Ela só quer é curtir – ih ih ih
E quando a noite acaba, ai ela só quer é repetir
Ela só quer é dançar – ah ah ah
Ela só quer é esquecer – eh eh eh
Ela só quer é curtir – ih ih ih
E quando a noite acaba, ai ela só quer é repetir
Sem parar, sem parar…yeah
Sem parar, sem parar yeah
Ela só quer é curtir
Sem parar, sem parar yeah
Sem parar, sem parar yeah
Ela só quer é curtir
Sem parar, sem parar yeah
Sem parar, sem parar yeah
Ela só quer é curtir
Sem parar, sem parar yeah
Sem parar, sem parar yeah
Ela só quer…
Ela só quer é dançar – ah ah ah
Ela só quer é esquecer – eh eh eh
Ela só quer é curtir – ih ih ih
E quando a noite acaba, ai ela só quer é repetir
Ela só quer é dançar – ah ah ah
Ela só quer é esquecer – eh eh eh
Ela só quer é curtir – ih ih ih
E quando a noite acaba, ai ela só quer é repetir
Ai ela só quer é repetir
Ai ela só quer é repetir
Ai ela só quer é repetir

 



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Sábado, 18.06.16

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontreia letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sexta-feira, 17.06.16

 

Letra

 

Não encontreia letra desta música

 



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