Sexta-feira, 24.10.14

 

Letra

 

Dois lírios sobre a mesa
Uma janela aberta sobre o mar
Trago em mim a certeza
De quem espera p´lo teu voltar

Um cheirinho a café
Fotografias caídas pelo chão
E no ar uma canção
Traz-me uma recordação

Tenho tanto por dizer
Tanto por te contar
Que a vida não chega
Tenho o céu e tenho o mar
E tanto para te dar
Que a vida não chega

Tenho um poema escrito
Guardado num lugar perto do mar
Tenho o olhar no infinito
E suspiro devagar

Tenho tanto por dizer
Tanto por te contar
Que a vida não chega
Tenho o céu e tenho o mar
E tanto para te dar
Que a vida não chega

O tempo aqui parou
Desde que te foste embora
Só a saudade ficou
já não aguento tanta demora

Tenho tanto por dizer
Tanto por te contar
Que a vida não chega
Tenho o céu e tenho o mar
E tanto para te dar
Que a vida não chega

Tenho tanto por dizer
Tanto por te contar
Que a vida não chega
Tenho o céu e tenho o mar
E sei que vou te amar
Para a eternidade…

 



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Quinta-feira, 23.10.14

 

letra

 

O vento leva nas vagas
Asas vibrantes de choro
E é nesse mar que eu moro
Mar-terra sangue nosso
Amar-te mais eu não posso
Meus cabelos de água
Trazem paixão, levam mágoa
Batel de bruma e bravura
Ecoa eterno lamento
Brota vida, sustento.
O mar leva nas vagas
Glória, memória, esplendor
Traz a coragem nas algas
Leva-me a ti, meu amor
Refrão:
Mare nostrum
Sanguis nostrum, anima
Facultatis, magnificat
Mare vivum
Patriæ nostram, potens
Ad æternum, magnificat

 



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Letra

 

Cheia de penas, cheia de penas me deito
E com mais penas,com mais penas me levanto
E no peito já me ficou no meu peito
Esse jeito, o jeito de te querer tanto

Desespero tenho por meu desespero
Dentro de mim, dentro de mim o castigo
Não te quero eu digo que não te quero
E de noite, de noite sonho contigo

Se considero que um dia hei-de morrer
No desespero que tenho de te não ver
O meu xaile, estendo o meu xaile no chão
Estendo o meu xaile e deixo-me adormecer

Se eu soubesse, se eu soubesse que morrendo
Tu me havias,tu me havias de chorar
Por uma lágrima por uma lágrima tua
Que alegria me deixaria matar.

 



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Quarta-feira, 22.10.14

 

letra

 

A quem pertenço?
Ao mundo eu pertenço.
Danço em liberdade,
E sou natureza que canta.
Que canta a tristeza e a saudade.
Não sou tua, não sou minha.
Quem me manda, não me quer.
Deu-me o dom de estar viva.
Deu-me o dom de ser o que eu quiser.
Não pertenço ao meu passado.
Ensinou-me muito o fado.
Não me sinto perdida.
Mesmo sem ti não me sinto perdida.
Sou natureza acordada.
Não pertenço a nada.

 



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letra

 

I wanted to say all the right things,
but I said all the wrong things instead

Much to your surprise,
well i wasn't surprised at all

Oh it's such a beautiful day
on the other side of the world
Oh I feel so young
but my soul is so old

So won't you cut a slice of your life
and hand it to me

Well I don't like Phone Sex
but if we're on Skype I don't mind,
seeing a nipple or two

They say the heart grows fonder with distance
but that wasn't the case with you

Oh it's such a beautiful day
on this side of the world
Oh I am so young
but my soul is so old

 



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Terça-feira, 21.10.14

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

debruçada no parapeito
vestida com um certo desleixo
a sombra a giz desenhada no chão
apenas durmo mal

alguma informação
um mapa mal desenhado
serei suprema
nunca serei nada

todo o teatro inútil
o razoável insucesso
não tenho jeito para estas coisas
nunca devia ter hesitado

meti-me para dentro
roupa interior feia
a menina devia ser fuzilada
juntamente com as suas companheiras

 



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 Letra

 

quero ser amada só por mim
e não por andar enfeitada
ser adorada mesmo assim
careca, nua, descarnada

engano de alma ledo e cego
ó linda inês posta em sossego imortal

com perfumes a presa é facil
com jóias casacos de peles.
gosto do amor quando é difícil
e cheira ao meu hálito reles.

quero ser amada á flor da pele
não quero peles de vison,
amada pelo sabor a mel
a não pela côr do batôn.

engano de alma ledo e cego
ó linda inês posta em sossego imortal

com cabeleira a presa é facil
há quem se esconda atrás dos pêlos
gosto do amor quando é difícil
de ser amada sem cabelos.

quero que me beijem a caveira
e o meu ossinho parietal
que se afoguem na banheira
pelo meu belo occipital

engano de alma lego e cego
ó linda inês posta em sossego imortal

com carne viva a presa é facil
é ordinário e absoleto
gosto do amor quando é dificil
quando me aquecem o esqueleto

quero ser amada pela morte
pelos meus ossos de luar
quero que os cães da minha côrte
passem as noites a ladrar

engano de alma ledo e cego
ó linda inês posta em sossego imortal

sobe aos céus.
sobe aos céus.
sobe aos céus.



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Segunda-feira, 20.10.14

 

letra

 

Do Chiado até ao Cais
São mil anos entre nós
O Pessoa faz de conta
E o Bocage ri de vós

No Camões espero por ti
O Eça em tarde de Abril
Quem me dera ser um sonho
Ver o Tejo em tons de anil

Da Ribeira à 24
Lá foi o caldo entornado
Para acabar a basófia
Veio a bófia do outro lado

Na Estrela esperarei por ti
Numa tarde de Agosto
Quem me dera ser Prazeres
Não me dês nenhum desgosto

Do Rossio até Belém
De São Bento à Conchichina
Muita gente vai e vem
Numa alma feminina

No Marquês eu esperarei
O rotundo não me lendo
No terreiro matarei
O rei que amei em Setembro

Na Estrela esperarei por ti
Numa tarde de Agosto
Quem me dera ser Prazeres
Não me dês nenhum desgosto

 



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Domingo, 19.10.14

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

De manhã cedinho

Eu salto do ninho e vou para a paragem

De bandolete à espera do sete

mas não pela viagem

 

Eu bem que não queria

mas um belo dia eu vi-o passar

E o meu peito que é céptico

por um pica de eléctrico voltou a sonhar

 

Em cada repique

que salta do clique de aquele alicate

De um modo frenético

o peito que é céptico toca a rebate

 

Se eu lhe perguntasse

se tem livre passe para o peito de alguém

Vá-se lá saber talvez eu lhe oblitere o peito também

 

Ninguém acredita o estado em que fica o meu coração

Quando o sete me apanha

Até acho que a senha me salta da mão

Pois na carreira desta vida vão

Mas nada me dá a pica que o pica do sete me dá

 

Que triste fadário e que itinerário tão infeliz

Traçar meu horário com  o de um funcionário de um trem da carris

 

Se o trem descarrila o povo refila e eu fico num sino

Porque um mero trajecto no meu caso concreto é já o destino

 

Ninguém acredita o estado em que fica o meu coração

Quando o sete me apanha

Até acho que a senha me salta da mão

Pois na carreira desta vida vão

Mas nada me dá a pica que o pica do sete me dá

 

Mas nada me dá a pica que o pica do sete me dá

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sábado, 18.10.14

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Sexta-feira, 17.10.14

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Quinta-feira, 16.10.14

 

 

Letra

 

Letra e música: Ana Barroso

 

Esta casa onde moro

Tem janelas transparentes

Delas eu olho pra longe

Vejo cores, vejo gentes

 

Da varanda brotam flores

Pela porta entra o mar

Entra o cheiro da laranja

Acabada de apanhar

 

Nas paredes de cal branca

De alvura sem igual

Escrevo contos sem palavras

Dedo embebido em sal

 

No meu chão ganho raízes

Que me levam até ti

As raízes que são asas

Como Fénix, renasci

 

Nesta casa sem telhado

Entra quem me quiser bem

Entra o calor do meio dia

E a noite, quando vem.

 

Nesta casa tão pequena

Com um pátio encarnado

Há canteiros, filigranas

Um tapete bem bordado

 

Nestes muros escorre a seiva

Que alimenta a tua flor

Esta terra semeaste

Com a luz do teu amor.

 



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Quarta-feira, 15.10.14

 

Letra

diz-me o porquê dessa canção tão triste
que me diz não vir de ninguém
decerto alguma coisa tu pediste a essa voz
que tu não sabes de onde vem

diz-me o porquê dessa canção tão triste
me fazer sentir tão bem
decerto alguma coisa mais te disse a mesma voz
que tu não dizes a ninguém

eu sei que tudo ser em vão é triste
como é triste um homem morrer
pergunta à voz se essa canção existe
e se ela não souber ninguém mais vai saber

diz-me o porquê desta canção tão triste
te fazer sentir tão bem
decerto eu oiço a voz que tu ouviste
talvez tu saibas de onde vem

 



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Terça-feira, 14.10.14

 

Letra

 

Porque é que já não há festas como antigamente,
Gajos a arriscar a pele pelo movimento
Porque a grande maioria, sempre viveu sentado
É mais fácil ficar em casa à espera de ser contratado
Caros conformados a minha missão terminou
Uma década de noites, pra mim o tasco já fechou
Por enquanto! Manos têm que ser autónomos
E colocar o problema em causa a eles próprios
Se fazes parte da cultura, desempenha o teu papel
Dá o teu contributo e mantém-te fiel
Não desperdices tempo com ideias negativas,
Organiza o pormenor vais ver que te optimizas
Concretizas, porque o sonho comanda a vida
Isto é mais que um provérbio é o encontrar da saída
Neste labirinto existencial
Onde o homem vive atormentado, rodeado pelas forças do malSe te dizes parte da cultura, desempenha o teu papel
Dá o teu contributo e mantém-te fiel
Mantém-te fiel, mantém-te fiel
Dá o teu contributo e desempenha o teu papel! (x2)Eu vivo inspirado pelas forças do bem
Nesta sociedade de injustiça, terra de ninguém
Na palma da tua mão reside o futuro
Ser escravo da inércia o diamante que brilha no escuro
Nos dias que correm há muito jovem imaturo
Que arrisca a liberdade em vão só pra provar que é duro
Mas a dureza só revela fraqueza, medo falta de inteligência numa destreza
Tenho obras, projectos, abstractos concretos
Direitos de autor para filhos e netos
Manifestos, protestos, desabafos em versos, liricamente ilustro processos
Dos mais adversos, aos com ascendência relevante
Cada concerto pra mim é sempre o mais importante
Muitos Mc's pegam no microfone
Mas é raro o que dá o litro e é isso que me consome
São chamas que embolem a flora da cultura
Chibos e má língua, a vergonha da rua
Purifico, desinfecto, sem presidir dou o veto
Manos dizem que vimos tarde mas sempre no tempo certo
Transbordo entre batidas como estações de metro
Dos mais versáteis que já escutaste quando interpreto
Tenho muito amor pra dar meu puto, não tenho ódio
Esta saga continua até o próximo episodioSe te dizes parte da cultura, desempenha o teu papel
Dá o teu contributo e mantém-te fiel
Mantém-te fiel, mantém-te fiel
Dá o teu contributo e desempenha o teu papel! (x2)
 

 



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Letra

 

Isto e o Bairro, excitante bairro, distante bairro alucinante
Isto e o Bairro, excitante bairro, distante bairro apaixonante
Isto e o Bairro, excitante bairro esta no sangue na vida apaixonante
Bairro movimentos gajos ficam fora 24 horas no andamento
Bairro excitante bairro corre no sangue a vida e a morte alucinante
Bairro movimentos andamento gajos ficam fora noite dentro

Aqui encontras profetas, poetas
Pensadores revolucionarios como Mario Viegas
Estranha forma de vida aqui por entre as vielas
Isto é o bairro, nao aqui ninguem e piegas
Ei todas as noites temos barricadas
Estrada cortada enquanto afastada bem policiada
Aqui encontras tudo e nao encontras nada
Branca castanha b-boys gois e speedboys
Pitbuls rotweilers e redskins
Ei gunas carros quitados grandes colunas
Fanaticos de futebol ultras de portugal
De cascol na mao ou um taco de basebol
Vejo gajos fora nas ruas que apanham mokas com putas
Fogem da bofia e de carros patrulha
Vejo politicos no jogo no roubo vejo o meu povo
Mas nunca vi ruas pavimentadas a ouro

Refrao
Mano bairro excitante bairro corre no sangue
Na vida apaixonante
Bairro movimentos gajos ficam fora 24 horas no andamento
Bairro excitante bairro corre no sangue a vida e a morte alucinante
Bairro movimentos andamento gajos ficam fora noite dentro

PJ as rusgas os gangues dos andes
As rixas os ninjas saltam das carrinhas a droga o trafico os dealers as filas
O drama a chama que arde nas feridas ma fama
Ei a frustraçao a raiva a mente entordecida
A adolescencia com tendencia suicida
A mae que chora o pai que foi embora a familia dividida
A dor essa nao demora
Nove anos dentro um ano ca fora embora a reinserçao nao quer chegar na hora
Ve as crianças as modas a giga-jogas as lagrimas que jorram pelos olhos fora
Ei os roubos os raptos os assassinatos as gringas usadas perante a brilha na calçada
O limbo o branco o tinto brinco com a 6.35
Isto e o bairro


Refrao
Bairro excitante bairro corre no sangue
Na vida apaixonante
Bairro movimentos gajos ficam fora 24 horas no andamento
Bairro excitante bairro corre no sangue a vida e a morte alucinante
Bairro movimentos andamento gajos ficam fora noite dentro

 



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Segunda-feira, 13.10.14

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Ai, Margarida,

Se eu te desse a minha vida,

Que farias tu com ela?

— Tirava os brincos do prego,

Casava c'um homem cego

E ia morar para a Estrela.

Mas, Margarida,

Se eu te desse a minha vida,

Que diria tua mãe?

— (Ela conhece-me a fundo.)

Que há muito parvo no mundo,

E que eras parvo também.

E, Margarida,

Se eu te desse a minha vida

No sentido de morrer?

— Eu iria ao teu enterro,

Mas achava que era um erro

Querer amar sem viver.

Mas, Margarida,

Se este dar-te a minha vida

Não fosse senão poesia?

— Então, filho, nada feito.

Fica tudo sem efeito.

Nesta casa não se fia.

 

 



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Domingo, 12.10.14

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Não digas nada!
Nem mesmo a verdade
Há tanta suavidade em nada se dizer
E tudo se entender —
Tudo metade
De sentir e de ver...
Não digas nada
Deixa esquecer

Talvez que amanhã
Em outra paisagem
Digas que foi vã
Toda essa viagem
Até onde quis
Ser quem me agrada...
Mas ali fui feliz
Não digas nada.

 



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Sábado, 11.10.14

 

Letra

 


Letra e música: Ana Barroso

 

 

O que é isso do Amor

De que fonte brota?

 

Qual é o momento

Em que a vida muda?

 

Em que o pouco é tanto

Chama numa noite escura

 

Nada mais sabemos

Do que é feito o mundo

 

Porque o nosso mundo

Fica do avesso

 

Entendemos tudo

O valor de um segundo

 

Somos pedra e barro

Barco a vogar

Uma prece muda

Quadro por pintar

 

Nada mais será

Como foi antes

Tu chegaste e eu tão

Fraca de tão forte

Mergulhei

 

No abismo doce

Dos teus braços

No teu regaço de seda

E nunca de lá voltei.

 



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Sexta-feira, 10.10.14

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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Letra

 

Desperto tão longe de ti, do teu olhar

Do teu aroma que me invade e faz cantar

E tenho as respostas, que sempre quis

Os meus sentidos estão despertos, pois sorris…

Os lábiosOs teus lábios

 

A nossa filha, que muito cresceu

Está tão esbelta e tão doce, tipo mel

E é tão bonito, ouvi-la falar

Aguardo o momento de vos tocar…

Nos braços

Nos meus braços

 

Vou pegar assim na tua mão, tocar teu rosto

Ler no mar, nas ondas, a junção de dois destinos

Pisar a areia desta praia inocente, donde vimos

Beijar-te loucamente

 

Lembro o odor intenso de um café

E o teu jeito de pegar na chávena

E tão elegante, desfilas para mim

Um sentimento que explode entra em mim…

No peito

No meu peito

 

Letra e música: Miguel Maat

 



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Letra

 

Inspira, lembra outro tempo

Em veloz segredo, envolto de passado

O vazio atento, trazido pelo vento gelado

 

No tempo da magia assim olhava o céu

Corria livremente pela selva sob um véu

Corpo tatuado, um rosto molhado

 

Uma pluma que cai

 

Perfeita melancolia

Na sombra de um xamã

Latente, adormecida

Escondida na manhã ausente

Revelando o seu segredo

Num totem de serpente

 

Gritos de traição, numa aclamação

Um secreto leito para o perdão imperfeito

Viagem perdida, lenda esquecida

O cacau bebido, entre a fénix renascido

 

No templo da magia assim olhava o céu

Na selva sob um véu

Corpo tatuado, um rosto molhado

 

Letra: Ana Sírius

Música: Miguel Maat

 



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Quinta-feira, 09.10.14

 

Letra

Não encontrei a letra desta música



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Letra

Não encontrei a letra desta música

 



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Quarta-feira, 08.10.14

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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