Sexta-feira, 07.07.17

 

Letra

 

Parava no café quando eu lá estava
Na voz tinha o talento dos pedintes
Entre um cigarro e outro lá cravava a bica
Ao melhor dos seus ouvintes

As mãos e o olhar da mesma cor
Cinzenta como a roupa que trazia
Num gesto que podia ser de amor sorria
E ao partir agradecia

[Refrão]
São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar
Que a Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar

Um dia numa sala do quarteto
Passou um filme lá do hospital
Onde o esquecido filmado no gueto entrava
Como artista principal

Compramos a entrada p'ra sessão
Pra ver tal personagem no écrã
O rosto maltratado era a razão de ele
Não aparecer pela manhã

[refrão]

Mudamos muita vez de calendário
Como o café mudou de freguesia
Deixamos de tributo a quem lá 
Pára um louco 
A fazer-lhe companhia

E sempre a mesma voz o mesmo olhar
De quem não mede os dias que vagueiam
Sentado la continua a cravar beijinhos
Às meninas que passeiam.

[refrão]

 

Música: João Gil
Letra: João Monge

 



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Terça-feira, 04.07.17

 

Letra

 

Vou alimentar a tua sede de querer
Vou acicatar a tua fome de prazer
Vou ao fim do mundo
Vou tocar lá no teu fundo 
Vou fechar o punho e pôr o sangue a ferver
Vou cerrar os dentes e morder o teu saber
Vou ao fim do mundo
Vou gritar lá no teu fundo 
Sou teu
Sou teu 
Sou assim só para quem dá
E só assim faz com que eu vá
Ao fim do mundo
Ao fim e ao cabo do teu ser 
Sou e só apenas uma gota de suor
Sou um claro aceno quando rufa o tambor
Sou o fim do mundo
A contagem ao segundo 
És todo o tempo que me resta à liberdade
És a minha luta que só fala com verdade
És o fim do mundo
À entrada da cidade 
Sou teu
Sou teu 
Sou assim só para quem dá
E só assim faz com que eu vá
Ao fim do mundo
Ao fim e ao cabo do teu ser 
Vou fechar o punho e pôr o sangue a ferver
Vou cerrar os dentes e morder o teu saber
Vou ao fim do mundo
Vou gritar lá no teu fundo

 



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Quinta-feira, 25.05.17

 

Letra

 

Foi sem mais nem menos
Que um dia selei a 125 azul
Foi sem mais nem menos
Que me deu para abalar sem destino nenhum
Foi sem graça nem pensando na desgraça
Que eu entrei pelo calor
Sem pendura que a vida já me foi dura
P'ra insistir na companhia
O tempo não me diz nada
Nem o homem da portagem na entrada da auto-estrada
A ponte ficou deserta nem sei mesmo se Lisboa
Não partiu para parte incerta
Viva o espaço que me fica pela frente e não me deixa recuar
Sem paredes, sem ter portas nem janelas
Nem muros para derrubar
Talvez um dia me encontre
Assim talvez me encontre
Curiosamente dou por mim pensando onde isto me vai levar
De uma forma ou outra há-de haver uma hora para a vontade de parar
Só que à frente o bailado do calor vai-me arrastando para o vazio
E com o ar na cara, vou sentindo desafios que nunca ninguém sentiu
Talvez um dia me encontre
Assim talvez me encontre
Entre as dúvidas do que sou e onde quero chegar
Um ponto preto quebra-me a solidão do olhar
Será que existe em mim um passaporte para sonhar
E a fúria de viver é mesmo fúria de acabar
Foi sem mais nem menos
Que um dia selou a 125 azul
Foi sem mais nem menos
Que partiu sem destino nenhum
Foi com esperança sem ligar muita importância àquilo que a vida quer
Foi com força acabar por se encontrar naquilo que ninguém quer
Mas Deus leva os que ama
Só Deus tem os que mais ama

 

Música de João Gil
Letra de Luís Represas:

 



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Domingo, 21.05.17

 

Letra


Porque é que tudo me acontece contigo?
Porque é que fico alucinado?
Porque é que fico puto à beira do rio,
Se sou maior e vacinado?

Briguei de cobra, cantei de cuco,
Fiz um discurso aos sapais.
Disse o teu nome feito maluco,
Na fala dos animais

Porque é que tudo, tudo,
Mas tudo me acontece?
Quando só me apetece...
Seguir o mapa dos teus sinais.



Porque é que tudo, tudo,
Mas tudo me acontece?
Quando só me apetece...
Ser um presépio contigo ao lado.

Cheirei de rosa, fiz de palmeira,
Rastejei de erva no chão.
Nas tuas pernas fui trepadeira
Até ao teu coração.

Porque é que tudo, tudo,
Mas tudo me acontece?
Quando só me apetece... me apetece...
Ser um presépio contigo ao lado.

 

Musica - João Gil
Letra - João Monge
Voz - João Campos

 



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Quarta-feira, 17.05.17

 

Letra

 

Lembras-me uma marcha de lisboa
Num desfile singular,
Quem disse
Que há horas e momentos p´ra se amar

 

Lembras-me uma enchente de maré
Com uma calma matinal
Quem foi
Quem disse
Que o mar dos olhos também sabe a sal

 

[refrão]

{as memórias são
Como livros escondidos no pó
As lembranças são
Os sorrisos que queremos rever, devagar}


Queria viver tudo numa noite
Sem perder a procurar
O tempo, ou o espaço
Que é indiferente p´ra poder sonhar

 

[refrão]

Quem foi que provocou vontades
E atiçou as tempestades
E amarrou o barco ao cais
Quem foi, que matou o desejo
E arrancou o lábio ao beijo
E amainou os vendavais

[refrão]

 

LETRA: Luís Represas
MÚSICA: João GIl

 



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Quarta-feira, 22.07.15

 

Letra

 

Parava no café quando eu lá estava
Na voz tinha o talento dos pedintes
Entre um cigarro e outro lá cravava a bica
Ao melhor dos seus ouvintes

As mãos e o olhar da mesma cor
Cinzenta como a roupa que trazia
Num gesto que podia ser de amor sorria
E ao partir agradecia

[Refrão]
São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar
Que a Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar

Um dia numa sala do quarteto
Passou um filme lá do hospital
Onde o esquecido filmado no gueto entrava
Como artista principal

Compramos a entrada p'ra sessão
Pra ver tal personagem no écrã
O rosto maltratado era a razão de ele
Não aparecer pela manhã

[refrão]

Mudamos muita vez de calendário
Como o café mudou de freguesia
Deixamos de tributo a quem lá
Pára um louco
A fazer-lhe companhia

E sempre a mesma voz o mesmo olhar
De quem não mede os dias que vagueiam
Sentado la continua a cravar beijinhos
Às meninas que passeiam.

[refrão]

 



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Terça-feira, 18.11.14

 

letra

 

Eu quero marcar um Z dentro do teu decote
Ser o teu Zorro de espada e capote
P'ra te salvar à beirinha do fim
Depois, num volte face vestir os calções
Acreditar de novo nos papões
E adormecer contigo ao pé de mim
Eu quero ser para ti a camisola dez
Ter o Benfica todo nos meus pés
Marcar um ponto na tua atenção
Se assim faltar a festa na tua bancada
Eu faço a minha ultima jogada
E marco um golo com a minha mão
Eu quero passar contigo de braço dado
E a rua toda de olho arregalado
A perguntar como é que conseguiu
Eu puxo da humildade da minha pessoa 
Digo da forma que menos magoa
«Foi fácil. Ela é que pediu!»

 



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Quarta-feira, 23.10.13

João Gil e José Salgueiro querem repetir “junção” musical entre Portugal e China

Um dia depois de atuarem na Fortaleza do Monte no âmbito do Festival Internacional de Música de Macau, os músicos José Salgueiro e João Gil querem voltar a atuar na cidade e procuram projetos de junção musical das culturas portuguesa e chinesa.


Em entrevista à agência Lusa, João Gil garante não ter esquecido a primeira vez que pisou um palco em Macau, no ano de 1986, quando esteve no território integrado no grupo Trovante para as comemorações locais do 10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

 

Vinte anos mais tarde voltou à cidade para, com a Ala dos Namorados e depois de "nove dias de ensaios à séria", tocar com a Orquestra Chinesa de Macau. "Foi muito interessante e fizemos um trabalho maravilhoso", disse o músico que agora liderou o Quinteto Lisboa no espetáculo na Fortaleza do Monte.

 

João Gil considera o Quinteto Lisboa um projeto "único e gratificante" porque "é quase como uma soma das várias experiências tanto da parte do Zé Peixoto e do Fernando Júdice nos Madredeus" como da sua parte tanto nos Trovante como na Ala dos Namorados e que permite "sintetizar" todas essas experiências num só conjunto.

 

Desejoso por voltar a atuar em Macau com a Orquestra Chinesa, João Gil gostaria de regressar com o seu novo projeto: "Missa Brevis".

 

"Agora vejam vocês o que pode acontecer: um encontro de culturas, um encontro de civilizações com o latim em fundo, como se voltássemos a pôr um marco, desta vez não de granito, não de pedra a dizer que chegámos e isto é nosso, mas sim isto (Macau) é um ponto de encontro de tolerância e de comunicação entre os povos", concluiu.

 

Também José Salgueiro, cujo projeto "Aduf" encerrou a noite de domingo na Fortaleza do Monte e chegou a partilhar o palco com o Quinteto Lisboa, quer manter na cidade os adufes gigantes construídos propositadamente para o Festival de Música de Macau.

 

"Eu gostaria muito que este projeto ficasse em Macau. Pelo menos vai ficar por cá estacionado à espera de o poder fazer ou na periferia ou voltar a fazer em Macau", explicou à Lusa o percussionista que pretende "encontrar uma plataforma de trabalho com percussionistas chineses e assim fundir a cultura portuguesa com a cultura chinesa no campo de percussão".

 

Salientando que a música é uma "linguagem universal", José Salgueiro não esconde a paixão pela Ásia e a inspiração japonesa e chinesa para o projeto Aduf. "Este espetáculo é muito inspirado na Ásia, (…) foi feito inspirado não só na forma de tocar do Japão como nos tambores e nos timbres que se usam muito na China e nos instrumentos chineses e eu acho que é perfeitamente possível encontrar aqui uma forma de juntar as duas culturas", concluiu.

 

Retirado do Sapo Música



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Sexta-feira, 26.04.13

 

Letra

 

Há sempre alguém que nos diz: tem cuidado
Há sempre alguém que nos faz pensar um pouco 
Há sempre alguém que nos faz falta
Ahhh, saudade...

Há sempre alguém que nos diz: tem cuidado
Há sempre alguém que nos faz pensar um pouco 
Há sempre alguém que nos faz falta
Ahhh, saudade...

Chegou hoje no correio a notícia
É preciso avisar por esses povos
Que turbulências e ventos se aproximam
Ahhh, cuidado...

Há sempre alguém que nos diz: tem cuidado
Há sempre alguém que nos faz pensar um pouco 
Há sempre alguém que nos faz falta
Ahhh, saudade...

Há sempre alguém que nos diz: tem cuidado
Há sempre alguém que nos faz pensar um pouco 
Há sempre alguém que nos faz falta
Ahhh, saudade...

Foi chão que deu uvas, alguém disse 
Umas porém colhe-se o trigo, faz-se o pão
E se ouvimos os contos de um tinto velho
Ahhh, bebemos a saudade...

Há sempre alguém que nos diz: tem cuidado
Há sempre alguém que nos faz pensar um pouco 
Há sempre alguém que nos faz falta
Ahhh, saudade...

E vem o dia em que dobramos os nossos cabos
Da roca a S. Vicente em boa esperança
E de poder vaguear com as ondas
Ahhh, saudades do futuro...

Há sempre alguém que nos diz: tem cuidado
Há sempre alguém que nos faz pensar um pouco 
Há sempre alguém que nos faz falta
Ahhh, saudade...



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Quinta-feira, 28.06.12
Luis Represas e João Gil abrem concertos de Verão na Serra do Pilar

Os 'Concertos de Verão - Serra do Pilar' arrancam sexta-feira, em Gaia, com a actuação de Luis Represas & João Gil, seguindo-se Echo & The Bunnymen no sábado e Rui Veloso e Manfred Mann no fim-de-semana seguinte.

 

O ciclo de concertos abre com a actuação dos fundadores, nos anos 70, da banda Trovante, que marcou a história da música portuguesa com canções como Perdidamente ou 125 azul, e que se juntaram novamente a propósito dos 35 anos de carreira, para gravarem um disco epónimo.

No sábado, é a vez dos Echo & the Bunnymen pisarem o palco dos Concertos de Verão, resultantes da fusão de duas marcas do Pelouro da Cultura de Gaia, 'Rock às Sextas' e 'Reviver os 70s', que pela voz de Ian McCulloch animarão a noite, nomeadamente com os êxitos Seven Seas e Killing the moon.

 

A banda, que surgiu em Liverpool em 1978 e conquistou o sucesso durante os anos 1980, com álbuns como Heaven up herePorcupine ou Ocean rain, actuou pela primeira vez em Portugal em 1982, em Vilar de Mouros e, em 2009, lançou o álbum The Fountain, mantendo ainda o vocalista original, assim como o guitarrista Will Sergeant.

 

A música regressa no fim-de-semana de 6 e 7 de Julho, com Rui Veloso na sexta-feira, sendo o ciclo de concertos fechado no sábado com a actuação dos londrinos Manfred Mann, cujo pico de sucesso se deu nos anos 1960 e que se materializou, com um repertório musical que vai do jazz aos blues, em temas como Do wha diddy diddyIf you gotta go, go now ou Just like a woman.

 

Apesar De o teclista que deu o nome original à banda já não fazer parte da actual formação, os Manfred Mann contam ainda com muitos elementos dos anos 1960.

 

Os bilhetes para cada concerto, com início às 22h, custam 7,5 euros, sendo que o preço desce para os 5 euros para aqueles que possuírem o Passaporte Cultural de Gaia, o qual pode ser adquirido sem qualquer custo e em qualquer altura, designadamente aquando a aquisição do bilhete.

 

Retirado do Sol



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Quinta-feira, 22.03.12

 

Letra

 

DIZ-ME TUDO 
DIZ-ME TUDO MEU PAI, SOU TEU FILHO
TODOS DIZEM, AGORA É UM SARILHO TENHO DEZOITO, JÁ SOU MAIOR
O QUE VAI SER ?

COMO VAI SER ? 
NÃO É SEGREDO
O QUE VAI SER? JÁ NÃO É TEU.
DEBAIXO DESTE ESCURO CEU

DIZ-ME COISAS DE TI E DA TERRA
SEREI UM SOLDADINHO NESTA GUERRA
ENTRE O MATAR E O MORRER
TEREI DE SOBREVIVER

COMO VAI SER ? 
NÃO É SEGREDO
O QUE VAI SER? JÁ NÃO É TEU.
DEBAIXO DESTE ESCURO CEU

O TEMPO É MEU!
É MINHA A HORA!
É MINHA A VEZ !
É O MOMENTO !

COMO VAI SER ?
COMO É LÁ FORA ? 
DEBAIXO DESTE ESCURO CÉU.

João Gil



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Sexta-feira, 09.03.12

 

Letra

 

QUANDO EU VOLTAR A NASCER

quando eu voltar a nascer
quero ser bonito
ser um traço de rapaz
e se for preciso morrer
tanto faz
para voltar a nascer

quando eu voltar a nascer
quero ser a casa
onde vive o teu olhar 
eu assim já posso entristecer
e chorar
para voltar a nascer

quando eu voltar a nascer
quero ser valsinha
ter o dom da criatura
que dança com a Lua à cintura
tu vais ver
nunca mais danças sozinha

quando eu voltar para ti
quero ser a essência 
de todos os teus sentimentos
mas enquanto eu andar por aqui
paciência
vou tirando apontamentos

João Monge



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Segunda-feira, 28.11.11

Letra

 

No alto daquela serra
no alto daquela serra
está um lenço 
está um lenço a acenar

Está dizendo viva viva
está dizendo viva viva
morra quem
morra quem não sabe amar

Do outro lado do monte
do outro lado do monte
tem meu pai
tem meu pai um castanheiro

Dá castanhas em outubro
dá castanhas em outubro
uvas brancas
uvas brancas em janeiro



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Domingo, 06.11.11

Letra

 

Apenas 1 teu :)
Apenas 1 teu olhar
O código que autorizo
A senha para entrar

Gosto de ti !
Quando és razoável
Gosto de ti !
Volátil e maleável

E só assim é viável
Fazer um sisudo amável
Levo-te a 100
Tu pões-me alerta
Levas-me a bem
Como ninguém

Dá-me o teu sim
Que eu nunca sei dizer não
Dá-me o teu dom
Que eu dou-te o meu coração



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Terça-feira, 25.10.11

Letra

 

Está na hora de ouvires o teu pai 
Puxa para ti essa cadeira 
Cada qual é que escolhe aonde vai
Hora-a-hora e durante a vida inteira

Podes ter uma luta que é só tua
Ou então ir e vir com as marés
Se perderes a direcção da Lua
Olha a sombra que tens colada aos pés

Estou cansado. Aceita o testemunho
Não tenho o teu caminho pra escrever
Tens que ser tu, com o teu próprio punho
Era isso o que te queria dizer

Sou uma metade do que era
Com mais outro tanto de cidade
Vou-me embora que o coração não espera
À procura da mais velha metade



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Segunda-feira, 24.10.11

Letra

 

Eu quero marcar um Z dentro do teu decote
Ser o teu Zorro de espada e capote
P'ra te salvar à beirinha do fim
Depois, num volte face vestir os calções
Acreditar de novo nos papões
E adormecer contigo ao pé de mim
Eu quero ser para ti a camisola dez
Ter o Benfica todo nos meus pés
Marcar um ponto na tua atenção
Se assim faltar a festa na tua bancada
Eu faço a minha ultima jogada
E marco um golo com a minha mão
Eu quero passar contigo de braço dado
E a rua toda de olho arregalado
A perguntar como é que conseguiu
Eu puxo da humildade da minha pessoa 
Digo da forma que menos magoa
«Foi fácil. Ela é que pediu!»



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