Quinta-feira, 21.07.16

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22 julho | sexta-feira
Pátio Dimas, 22h00


Ciclo de Jazz
Sara Serpa & André Matos


A viver em Nova Iorque há cerca de seis anos, a cantora e o guitarrista têm visto o seu trabalho bastante aplaudido pela crítica norte-americana. Além do ‘New York Times’, que descreveu o seu primeiro álbum “Primavera” como “uma pérola pela sua beleza e precisão”, também as revistas ‘The New Yorker’ e ‘Jazz Time’ elogiaram o lado “encantador” do disco e a “cumplicidade estonteante” dos dois músicos.


Organização: CMS

©José Sarmento Matos. André Matos e Sara Serpa. July 2015.



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Quinta-feira, 05.05.16

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CONCERTO ANUAL DE JAZZ DO CMJ

TERÁ LUGAR NO CINETEATRO ALBA CONCERTO JAZZ’ART COM O COMPOSITOR E INTÉRPRETE MIGUEL ARAÚJO

 

Alunos do Curso Profissional de Instrumentista de Jazz do CMJ sobem ao palco do Cineteatro Alba com o compositor e intérprete Miguel Araújo, no dia 14 de maio, às 21h30. A não perder!

 

“Jazz’Art com Miguel Araújo” é o título do Concerto Anual de Jazz do Conservatório de Música da Jobra (CMJ) que reúne em palco os alunos do Curso Profissional de Instrumentista de Jazz e o compositor e intérprete Miguel Araújo. Esta é a segunda edição do concerto e terá lugar no dia 14 de maio, às 21h30, no Cineteatro Alba.

 

“Este concerto pretende acolher uma variedade de estilos musicais cada vez mais inclusiva das músicas do Mundo. Numa lógica de aproximação ao mercado profissional, os jovens alunos vão partilhar o palco com um grande compositor e intérprete da música portuguesa: Miguel Araújo” conta o Coordenador de Curso, Carlos Mendes.


MIGUEL ARAÚJO


Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração. É hoje considerado um dos grandes nomes da música portuguesa, destacando-se como compositor, letrista, cantor e músico, sendo bem-sucedido em cada uma destas vertentes que compõem a sua multifacetada e eclética carreira.


São já muitas as canções da sua autoria, cantadas por si e por outros (Os Azeitonas, dos quais faz parte, António Zambujo, Ana Moura, Carminho) que fazem parte do espólio das grandes canções populares portuguesas deste século.


Como escreveu o Expresso em 2012, “é notório que Miguel Araújo se tornou um dos melhores fabricantes de canções que o país viu surgir este século”. Dois álbuns editados a solo: “Cinco Dias e Meio” (EMI, 2012) e “Crónicas da Cidade Grande” (Warner Music, 2014)



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Sexta-feira, 01.04.16

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ATIVIDADE TERÁ LUGAR NO CENTRO CULTURAL DA BRANCA
WORKSHOP DE ORQUESTRA DE JAZZ 2016


O CMJ está a organizar um Workshop de Orquestra de Jazz, no Centro Cultural da Branca, no dia 9 de abril, orientado pelo Professor e Formador Paulo Perfeito.

O Conservatório de Música da Jobra (CMJ) está a organizar um Workshop de Orquestra de Jazz, orientado pelo Professor Paulo Perfeito, que se vai realizar no dia 9 de abril, das 09h00 às 14h00, no Centro Cultural da Branca. Esta atividade destina-se a jovens entre os 13 e os 20 anos de idade, com ou sem experiência na prática de instrumento ou voz.


No Workshop de Orquestra de Jazz os participantes poderão experimentar os seguintes instrumentos: saxofone, trompete, trombone, piano, vibrafone, guitarra, contrabaixo, baixo elétrico, bateria e voz.


As inscrições podem ser feitas no nosso site ou diretamente nos serviços administrativos do CMJ.

 

Para mais informações contacte-nos através do email secretaria@jobra.pt ou do telefone 234 541 300



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Sexta-feira, 16.10.15

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Estarrejazz’15: Carlos Bica na liderança da segunda parte do festival


O Festival de Jazz de Estarreja continua este fim-de-semana. Sexta e sábado, dias 16 e 17 de outubro, Carlos Bica & Azul, Samuel Lercher Trio e Carlos Azevedo com a Big Band Estarrejazz mantêm acesa a festa do jazz no Cine-Teatro de Estarreja.

 

Portugal, Alemanha e EUA numa só bandeira, pintada de “Azul” e hasteada na música jazz. O trio “Azul” de Carlos Bica é uma importante referência no panorama do jazz contemporâneo europeu, onde o contrabaixista português radicado em Berlim contracena com o guitarrista alemão Frank Möbus e o baterista norte-americano Jim Black. “Things About”, quinto álbum da formação com 20 anos de existência, é mais um bom motivo para Bica, Möbus e Black abrirem a segunda metade do Estarrejazz 2015. Dia 16 de outubro, pelas 21h30, uma sonoridade grandiosa e cheia de personalidade vai cobrir o Cine-Teatro de Estarreja (CTE), numa noite onde o jazz, orgulhoso, triunfa na originalidade e qualidade destes músicos.

Sábado, é a vez da Big Band Estarrejazz voltar ao palco da casa-mãe e ao festival que lhe dá nome. Surgida em 2012, esta orquestra em formação contínua já contracenou com importantes figuras do jazz nacional como Mário Laginha, Maria João e Marta Hugon. Este ano, Carlos Azevedo foi o nome escolhido para ingressar nesta viagem partilhada, terreno que o pianista e compositor atravessa de olhos fechados, não fosse ele o diretor da conceituada Orquestra de Jazz de Matosinhos. Protagonista do movimento jazzístico portuense e fundador da primeira licenciatura em Jazz do país, Carlos Azevedo apresenta-se ao lado da Big Band Estarrejazz, pelas 21h30 de 17 de outubro, com repertório do próprio pianista. A jovem formação dirigida por Pedro Moreira soma mais um nome maior do jazz às suas partilhas musicais.

Samuel Lercher no piano, André Rosinha no contrabaixo e Marcelo Araújo na bateria, carimbados pelo símbolo “Afterhours” do Estarrejazz 2015, preparam dose dupla de concerto. O trio liderado pelo pianista francês residente em Portugal apresenta o disco de estreia “Epílogue” no Saramago Caffé Bar, dia 16, e no espaço Café-Concerto do CTE, dia 17 de outubro, sempre a partir das 23 horas. Jazz e música clássica com um bom toque de groove, Samuel Lercher Trio propõe temas cinematográficos e uma energia contagiante para encerrar a edição de 2015 do Estarrejazz em ambiente de verdadeira celebração.

Estarrejazz 2015

Festival de Jazz de Estarreja

9 > 17 OUT

 

[ programa ]

 

Sex 16 21h30

Trio Azul – Carlos Bica, Frank Möbus e Jim Black

/Auditório CTE

 

Sex 16 23h00

Samuel Lercher Trio “Epílogue”

/Saramago Caffé Bar

 

Sáb 17 21h30

Carlos Azevedo + Big Band Estarrejazz

/Auditório CTE

 

Sáb 17 23h00

Samuel Lercher Trio “Epílogue”

/Café-Concerto CTE

Bilhetes à venda na Bilheteira do CTE, no site da BOL - Bilheteira Online, lojas Fnac, CTT e El Corte Inglés.
A CP - Comboios de Portugal e a Antena 2 apoiam a divulgação do Estarrejazz’15 – Festival de Jazz de Estarreja.


+

http://www.cineteatroestarreja.com
http://www.facebook.com/cinestarreja
http://twitter.com/CTE__



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Quarta-feira, 07.10.15

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Estarrejazz’15: Música jazz em destaque de 9 a 17 de outubro


As folhas libertam-se das árvores e espalham a música jazz pela cidade. De 9 a 17 de outubro, o Estarrejazz’15 volta a privilegiar os nomes do jazz nacional numa festa dedicada à atualidade do género. Pelo 10º ano consecutivo, o Cine-Teatro de Estarreja acolhe o festival oxigenado por 6 formações em 8 concertos.

 

O Estarrejazz’15 – Festival de Jazz de Estarreja divide-se em dois fins de semana plenos de calor musical no Cine-Teatro de Estarreja (CTE). O quarteto liderado pelo saxofonista João Mortágua abre o certame, dia 9, com apresentação de “Janela”, disco de estreia da formação. Avançando um dia no calendário, Pedro Moreira faz-se acompanhar por um plantel de mais quatro músicos – Óscar Graça (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo), Paulo Bandeira (bateria) e o convidado Ricardo Dias (acordeão). “Canções e Outras Memórias” foi o projeto que o saxofonista e compositor escolheu para a 10ª edição do Estarrejazz, baseado em composições que foram criadas para textos de diversos autores e que se apresentam aqui na versão instrumental.

 

No segundo fim de semana do festival, a cortina do CTE abre-se para um nome maior do jazz. Português radicado em Berlim, Carlos Bicaleva o seu trio Azul ao Estarrejazz’15 onde contracena com o guitarrista Frank Möbus e o baterista Jim Black. A assinalar o 20º aniversário desde que se juntaram, presenteiam os espectadores com “Things About”, quinto álbum do trio liderado pelo contrabaixista português, referência incontornável do jazz europeu. A festa não podia terminar sem a aguardada presença da Big Band Estarrejazz. Surgida em 2012 como passo seguinte da vertente formativa do festival, a Big Band Estarrejazz tem contracenado com importantes personalidades como Mário Laginha, Maria João e Marta Hugon, além de se consumar como produto de Estarreja no que ao jazz diz respeito. Este ano é a vez de Carlos Azevedo se unir a esta orquestra formada por jovens músicos da região. O alinhamento viaja pelo repertório original do pianista, nome impulsionador do jazz em Portugal que dirige atualmente a Orquestra Jazz de Matosinhos e foi responsável pelo surgimento da primeira licenciatura em jazz do país.

 

Concertos estendem-se a outros espaços da cidade

 

O Estarrejazz encontra no CTE palco privilegiado e acolhedor desde a 1ª edição. Assente nos objetivos de divulgação e fruição da música jazz, o festival percorre outros espaços da cidade. À semelhança dos anos anteriores, o Café-Concerto do CTE e o Saramago Caffé Bar, localizado no centro urbano, incluem-se no roteiro do Estarrejazz’15 com música Afterhours e jam sessions contagiantes. Estes momentos do programa estão entregues a Otorrino Trio e Samuel Lercher Trio. Os concertos acontecem, respetivamente, nos dias 9 e 16 no Saramago Caffé Bar e nos dias 10 e 17 de outubro no espaço Café-Concerto do CTE.

 

 

Estarrejazz 2015

Festival de Jazz de Estarreja

9 > 17 OUT

 

[ programa ]

 

Sex 09 21h30

João Mortágua Quarteto “Janela”

/Auditório CTE

 

Sex 09 23h00

Otorrino Trio

/Saramago Caffé Bar

 

Sáb 10 21h30

Quarteto Pedro Moreira “Canções e Outras Memórias”

/Auditório CTE

 

Sáb 10 23h00

Otorrino Trio

/Café-Concerto CTE

 

Sex 16 21h30

Trio Azul – Carlos Bica, Frank Möbus e Jim Black

/Auditório CTE

 

Sex 16 23h00

Samuel Lercher Trio “Epílogue”

/Saramago Caffé Bar

 

Sáb 17 21h30

Carlos Azevedo + Big Band Estarrejazz

/Auditório CTE

 

Sáb 17 23h00

Samuel Lercher Trio “Epílogue”

/Café-Concerto CTE

Bilhetes à venda na Bilheteira do CTE, no site da BOL - Bilheteira Online, lojas Fnac, CTT e El Corte Inglés.
A CP - Comboios de Portugal e a Antena 2 apoiam a divulgação do Estarrejazz’15 – Festival de Jazz de Estarreja.


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Sexta-feira, 11.09.15

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Estarreja exporta música jazz

A Big Band Estarrejazz acrescentou mais um degrau ao festival Quebra Jazz, em Coimbra. No passado dia 4 de setembro, a orquestra que carrega o nome de Estarreja estreou-se na divulgação do jazz pelo país.

 



Depois de contracenar com nomes incontornáveis do jazz nacional, como Marta Hugon, Maria João e Mário Laginha, a participação da Big Band Estarrejazz no Quebra Jazz, em pleno centro histórico conimbricense, soma mais um importante ponto ao currículo desta jovem orquestra, fundada em 2012 no âmbito da vertente formativa do Estarrejazz, Festival de Jazz de Estarreja. Com direção de Pedro Moreira, a Big Band viajou pelos intemporais standards de Count Basie, Duke Ellington, Sammy Nestico, entre outros, comprovando que a nova geração está a devolver ao jazz todo o seu sabor.

 

Para Paulo Bandeira, diretor artístico do Estarrejazz e impulsionador desta orquestra formada por 15 jovens músicos do concelho, a Big Band Estarrejazz “é um produto completamente exportável, cabe em qualquer palco e não deve ter preconceitos de nada porque está ao mais alto nível”. O concerto nas escadas do Quebra Costas mostra o reconhecimento do trabalho de qualidade da Big Band, levando este produto artístico de Estarreja para fora dos limites concelhios e dando início a um ciclo de novos concertos ao vivo.


Avizinha-se mais uma edição do festival que lhe dá nome. O Estarrejazz regressa de 9 a 17 de outubro com um programa dedicado ao melhor jazz contemporâneo e onde a Big Band Estarrejazz tem presença obrigatória. “Já está a ser trabalhado o repertório para o Estarrejazz, com composições originais do pianista Carlos Azevedo”, declarou Paulo Bandeira. Depois do festival Quebra Jazz, a Big Band tem os olhos postos no seu próprio festival onde irá partilhar o palco e a pauta com Carlos Azevedo, fundador da primeira Licenciatura de Jazz do país. O concerto está marcado para 17 de outubro, pelas 21h30, no Cine-Teatro de Estarreja.

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Sexta-feira, 15.05.15

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WORKSHOP DE JAZZ, FUNK, ROCK E POP

WORKSHOP DE ORQUESTRA DE JAZZ NO CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DA JOBRA


O Conservatório de Música da Jobra está a organizar um Workshop de Orquestra de Jazz no dia 23 de maio, no Centro Cultural da Branca, destinado a jovens entre os 13 e 18 anos.


O Conservatório de Música da Jobra (CMJ) está a organizar um Workshop de Orquestra de Jazz que terá lugar no Centro Cultural da Branca no dia 23 de maio, das 10h00 às 18h30, destinado a jovens com idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos.


Voz, saxofone, trompete, trombone, vibrafone, piano, guitarra, baixo elétrico, contrabaixo e bateria são os instrumentos do Workshop de Orquestra de Jazz. A inscrição é gratuita!


“Este Workshop é dirigido a jovens que gostem de jazz, funk, rock e pop. Os iniciantes receberão uma pequena formação que lhes permitirá tocar com a Orquestra um repertório introdutório mas interessante. Quanto aos mais avançados poderão fazer trabalho de naipe e ter um papel destacado na orquestra” explica Carlos Mendes, Coordenador Pedagógico do Curso Profissional de Instrumentista de Jazz.


A inscrição para o Workshop de Orquestra de Jazz pode ser feita até ao dia 21 de maio. O formulário está disponível no site do CMJ em www.cmj.pt. A inscrição poderá ainda ser feita através do contacto 234 541 300 ou diretamente no CMJ.



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Sábado, 09.05.15

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Noite de Jazz Solidário

Local: Hot Clube Portugal, Lisboa
Data: 20 Maio, 22h30

 

HAKKEn
João Hasselberg (baixo elétrico, voz)
João Firmino (guitarra elétrica, voz) 
João Pereira (bateria, voz)

Amado / Mira / Lencastre
Rodrigo Amado (saxofone)
Miguel Mira (violoncelo)
João Lencastre (bateria)

No dia 20 de Maio o Hot Clube de Portugal associa-se à comemoração dos 25 Anos da APAV, acolhendo uma noite de jazz solidário. 

 

No histórico clube de jazz irão actuar duas bandas na mesma noite: o trio HAKKEn (com João Hasselberg, João Firmino e João Pereira) e o trio de Rodrigo Amado, Miguel Mira e João Lencastre.

 

O Hot Clube fica localizado na Praça da Alegria nº 48, em Lisboa. A música arranca pelas 22h30 e o valor da entrada (7,5€) reverte para a APAV.



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Terça-feira, 16.09.14

LISBON BLUES FEST | 2º EDIÇÃO |  24 E 25 DE OUTUBRO NO ARMAZÉM F 

 

LISBON BLUES FEST | 2º EDIÇÃO

 

24 E 25 DE OUTUBRO | ARMAZÉM F

 

A organização da segunda edição do Lisbon Blues Fest está a cargo da Fundação Ama Autismo, sendo que a produção será das Trovas Soltas.

Decorrerá nos dias 24 e 25 de Outubro no Armazém F, este ano traz-nos um conceito único.

Desafiamos músicos portugueses de áreas tão diferentes como o Jazz e a musica popular, a “experimentar” o Blues. O repto foi lançado a Maria João e a José Cid que aceitaram de imediato, estes dois surpreendentes concertos conferem desde já a este festival um caracter único e inovador no panorama musical nacional.

Fazem ainda parte do line up do festival algumas das bandas mais conhecidas do Blues europeu e norte-americano.

Não nos podemos esquecer das Jam Sessions que vão acontecer logo a seguir aos concertos.

 

Programa

24 OUTUBRO  | 22:00H

ACIDJAZZ (POR)

VELMA POWELL & BLUEDAYS (EUA/ES)

 

25 OUTUBRO |  22:00H

CHINO & THE BIG BET (ES)

MARIA JOÃO feat BUDDA POWER BLUES (POR)

 

Preços: Bilhete Diário: 20 € | Bilhete Geral: 35 €

Locais de Vendawww.ticketline.sapo.pt | Fnac | Worten | El Corte Inglês | C.C.Dolce Vita | Casino de Lisboa | Galerias Campo Pequeno | Agência Abreu | A.B.E.P. | MMM Ticket e CC Mundicenter | U-Ticketline | CCB |Locais habituais e no recinto a partir de dia 24 de Outubro pelas 19h.

 

www.facebook.com/lisbon.blues.fest



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Quinta-feira, 15.05.14

Casa da Música é palco de jazz no próximo fim de semana

A Casa da Música do Porto é palco das novas tendências de Jazz e da música urbana no próximo fim de semana, recebendo as composições originais dos Bouncelab e a música de Papanosh logo na noite de sexta-feira.

 

SPRING ON! é o palco criado na Casa da Música para nesta primavera apresentar as novas tendências da música urbana, que têm como protagonistas jovens músicos europeus.

 

Entre os dias 16 e 18 de maio serão apresentados projetos com influências da tradição do jazz, ao rock, passando pela música eletrónica ou mesmo às tradições folk, com espaço de sobra para as visões menos ortodoxas.

 

Logo a arrancar esta nova primavera de jazz sobem pelas 23:00 ao palco da Sala 2 da CdM os portugueses Bouncelab – liderados pelo guitarrista Mané Fernandes – cujas “composições fundem partes da tradição do Jazz com hip-hop e certas correntes da música eletrónica”, informa comunicado hoje divulgado.

 

Ao jazz português segue-se o francês, com a música dos Papanosh que já receberam os prémios de melhor grupo e melhor composição no Concurso nacional de jazz de La Défense em Paris.

 

“Imbuída de um espírito transgressor, cruzando a cena underground nova-iorquina dos Lounge Lizards com Bernard Lubat, e trazendo à memória a vivacidade e imaginação da música de Charles Mingus”, a música dos Papanosh parte de uma base escrita, mas é a “improvisação que domina a performance em palco”.

 

Para sábado, pelas 21:00, o espaço está reservado para Eduardo Cardinho & João Barradas Quarteto (Portugal), seguindo-se o Hayden Powell Trio (Noruega).

 

O projeto português é centrado nas “composições originais de Eduardo Cardinho e nas características tímbricas singulares do quarteto que apresenta um jazz pós-bop com grande ênfase no swing e na improvisação”.

 

Já o trompetista Hayden Powell tem-se afirmado “na cena jazzística da Nortuega”, apresentando um “forte sentido melódico e uma sonoridade quente, mas também crua” na sua música que “pode ser introspetiva com traços de blues, ou estender-se à improvisação livre”.

 

O Sprin On! na Casa da Música termina domingo com Marco Santos Quarteto (Portugal) e Marly Marques Quintet (Luxemburgo).

 

Marco Santos vive na Holanda e vem à Casa da Música apresentar o seu novo disco em nome próprio, Ode Portrait, que apresenta “um foco expressivo na melodia, composições sólidas e uma secção rítmica cativante” que leva “o público a viajar por cores e paisagens em constante renovação”.

 

A luxemburguesa Marly Marques, filha de mãe portuguesa e pai angolano, encontrou o jazz em 2012 e iniciou a sua carreira nos mais famosos clubes de jazz de Luxemburgo, o Neumünster Abbey e o Inouïe Hall, assim como no festival Like A Jazz Machine.

 

Retirado Sapo Música



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Quinta-feira, 17.04.14

www.bbbluesfest.com.pt

 

BLUES NIGHT BY BBBF | 03 DE MAIO

 

Warm-up com PUGSLEY BUZZARD E OS TERRAPLANE

 

 Fórum cultural Jose Manuel Figueiredo 

Baixa da Banheira

 

 

Noite de apresentação da III Edição do BB Blues Fest. Revelação do cartaz final e todas as novidades da edição deste ano que decorrerá nos dias 20 a 28 de Junho. Para este warm-up está prometida uma grande noite de Blues.

PUGSLEY BUZZARD

 

O multifacetado pianista Australiano PUGSLEY BUZZARD abre a noite no auditório e promete surpreender tudo e todos. Vencedor de um e World Music Award na categoria Blues/Jazz, os seus espectáculos são excitantes e electrizantes. Com uma poderosa e hipnotizante voz, faz soar o seu piano por ambientes de vaudeville, dark hoodoo blues, rollicking boogie, piano romps, classic R& B, Jazz, Barrelhouse, Boogie e New Orleans funk.

TERRAPLANE
Para terminar a noite em ambiente acústico, Jonny Moscão e João Luz apresentam o seu projecto Terraplane, no espaço Café Concerto.


Bilhetes: 6 euros 

 

BB BLUES FEST | 20 A 28 DE JUNHO

 

O BB Blues Fest é organizado pela Associação BB Blues Portugal em parceria com a CMM e UFBBVA.

 

www.bbbluesfest.com.pt



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Domingo, 09.03.14

Mário Laginha Trio, Fire! e Lean Left no JazzFest em Portalegre

 

Mário Laginha Trio, Fire! e Lean Left são os cabeças-de-cartaz do 11.º Festival Internacional de Jazz de Portalegre (JazzFest), que conta com um orçamento de 35 mil euros, anunciou hoje a organização.

O festival realiza-se entre os dias 20 e 22 deste mês, por iniciativa do Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre (CAEP), espaço tutelado pelo município.

A primeira noite do festival vai ficar marcada pela passagem de Mário Laginha pelo grande auditório do CAEP, acompanhado por Alexandre Frazão, na bateria, e Nelson Cascais, no contrabaixo.

No final do concerto vai ser feita a apresentação do Grupo Vocal do CAEP, um projeto recém-criado, enquanto no espaço de café-concerto vai decorrer um after hours com a participação de Clean Feed DJ Party.

O segundo dia do JazzFest é dedicado ao projeto Fire!, com Mats Gustafsson, Andreas Werliin e Johan Berthling.

O quarteto Lean Left faz a sua estreia no JazzFest no último dia do certame, sendo esta formação composta por Ken Vandermark, saxofonista e clarinetista norte-americano, Paal Nilsen-Love e a dupla Terrie Ex e Andy Moor (do grupo holandês The Ex).

Nos espetáculos after hours, a organização destaca ainda a presença do “bluesman” Samuel James, em dois concertos no espaço café-concerto.

O orçamento do festival ronda os 35 mil euros, verba considerada “aceitável” pelos promotores do certame. “É um orçamento aceitável, dentro dos moldes do ano passado", disse à agência Lusa o diretor do CAEP, Joaquim Ribeiro.

Uma feira do disco, mostra de vinhos e produtos regionais e a oferta de um cd por cada bilhete comprado são outros dos atrativos do festival.

Uma das apostas para a edição deste ano passa pela realização de várias atividades de cariz formativo, tais como oficinas de instrumentos e um concerto comentado, destinadas ao público escolar.

 

retirado do Sapo Música



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Quinta-feira, 16.01.14

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

To A God Unknown" from the album "Whatever It Is You're Seeking, Won't Come In The Form You're Expecting"
Composed by João Hasselberg, Lyrics by Joana Espadinha.
Drawings by Camila Reis

COMING OUT ON OCT. 30TH @ Sintoma Records 2013 www.sintomarecords.com
RELEASE CONCERT ON NOV. 5TH @ HOT CLUBE DE PORTUGAL, 22:30, LISBON

Feat:
Joana Espadinha, vocals
Diogo Duque, trumpet
João Firmino, guitar
Luis Figueiredo, hammond
João Hasselberg, double bass

www.facebook.com/joaohasselbergbass 
www.joaohasselberg.com
www.joaohasselberg.bandcamp.com



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Terça-feira, 07.01.14

Mário Laginha inaugura ciclo «Histórias de Jazz em Portugal» em Guimarães

O pianista Mário Laginha é o primeiro convidado do ciclo de concertos e conversas "Histórias de Jazz em Portugal", que começa na quarta-feira em Guimarães e se prolongará até 2015, repartido com Lisboa.

 

O ciclo foi criado pelo crítico e programador António Curvelo e pelo músico Manuel Jorge Veloso com o objetivo de divulgar "o momento único" que o jazz português está a viver, com várias gerações de músicos no ativo, como disseram os autores à agência Lusa.

 

O primeiro encontro deste ciclo acontece na quarta e quinta-feira no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, com Mário Laginha como convidado central. Na quarta-feira, o pianista estará à conversa com os dois programadores, seguindo-se um concerto com alunos da Escola Superior de Música, Artes e Espetáculos do Porto, que irão tocar apenas repertório de Laginha. No dia seguinte, o debate será com José Nogueira, Luís Cunha e Luís Figueiredo, seguindo-se uma atuação de Mário Laginha.

 

"Histórias de Jazz em Portugal" acontecerá todos os meses intercalado entre Guimarães e Lisboa (no Hot Clube de Portugal) em torno de músicos de diferentes gerações e correntes do jazz. O ponto de partida foi a constatação de se estar "a viver um momento único no jazz em Portugal, porque nunca houve tantos músicos novos com tanta qualidade" e isto "está ligado à descentralização ao nível das escolas de jazz", sublinhou António Curvelo. E depois, "há o contexto geral do país: está tudo a morrer, há muita vontade que morra ainda mais. Há a tentativa de que as pessoas parem", referiu Cuvelo, acrescentado por Manuel Jorge Veloso: "Há um aspeto que nunca foi tao mau de há vinte anos para cá: divulgação nos meios de comunicação social".

 

"Histórias de Jazz em Portugal" irá estender-se até maio de 2015, com interrupções em julho e agosto, contando com um total de uma centena de músicos escolhidos com os mesmos critérios: "Músicos no ativo e profissionais, cruzando gerações, estéticas, funções musicais, malta que tem experiência de produção, maestros".

 

Em fevereiro, o ciclo prossegue em Lisboa com o contrabaixista Zé Eduardo como convidado central, estando previstas ainda as presenças de Bernardo Moreira (antigo contrabaixista e presidente do Hot Clube, Claus Nymark e Mário Delgado.

 

Retirado do Sapo Música



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Segunda-feira, 06.01.14
Mário Laginha Trio no Festival Internacional de Jazz de Portalegre
A edição deste ano do Festival Internacional de Jazz de Portalegre (JazzFest) vai decorrer entre os dias 20 e 22 de Março, estando já confirmada a presença de Mário Laginha Trio, divulgou hoje a organização.

A 11.ª edição do JazzFest conta com um orçamento de 35 mil euros, verba estipulada pelo município, que tutela o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre (CAEP), promotor do festival.

 

"É um orçamento aceitável, dentro dos moldes do ano passado", disse à agência Lusa o director do CAEP, Joaquim Ribeiro.

 

A organização promete divulgar em breve os restantes artistas que vão animar a edição deste ano do JazzFest.

 

Além dos concertos, que vão decorrer no grande auditório do CAEP, o certame vai contar este ano com um after hours dedicado aos Blues no espaço de café.

 

Uma feira do disco e a oferta de um cd por cada bilhete comprado são outros dos atractivos do festival.

 

O CAEP conta este ano com um orçamento de "71 mil euros", além dos 35 mil euros do JazzFest, referiu Joaquim Ribeiro.

 

"Este orçamento de 71 mil euros é o possível por parte da autarquia", acrescentou.

 

À margem do JazzFest, no primeiro trimestre do ano, vão passar pelo CAEP vários espectáculos, destacando-se no dia 11 deste mês, pelas 16:30, o concerto de Reis, pelo Grupo de Cantares de Portalegre.

 

Em Fevereiro, vão passar pelo grande auditório Dina Valério, Camané e Paulo de Carvalho.

 

No espaço Quina das Beatas está agendado, para o dia 31 deste mês, um concerto com a banda de Portalegre "Spinning Sparks.

 

Retirado do Sol



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Terça-feira, 22.10.13

Guimarães Jazz

 

A próxima edição do Guimarães Jazz, que decorre de 7 a 16 de Novembro, vai da tradição de Ron Carter à contemporaneidade de Andrew D'Angelo, com espaço para a tradição europeia e big bands

 

Das propostas clássicas norte-americanas à tradição europeia, passando pelos cruzamentos com os ritmos latinos e a grandeza das big bands. Todos os matizes do jazz vão passar pelos palcos de Guimarães no início do próximo mês, confirmando o festival da cidade como uma das propostas nacionais mais coerentes dentro deste género musical. Ron Carter, Matial Solal e Chano Dominguez são as figuras de alguns dos principais concertos, mas no programa há também espaço para jam sessions, formação e projectos de criação.

 

O programa do Guimarães Jazz, que ontem foi apresentado, é uma viagem permanente entre os Estados Unidos, a Europa e a América Latina. E todos os territórios que nasceram destes cruzamentos. Este festival define-se como "uma ponte" - tal como ontem ilustrou o seu director artístico desde há duas décadas, Ivo Martins - não apenas entre geografias e linguagens jazzísticas, mas também entre propostas. Por isso, entre 7 e 16 de Novembro, há espaço para concertos com músicos "de inegável valor", formação de jovens criadores e o jazz "na sua componente mais genuína" com quase uma dezena de jam sessions em toda a cidade.

 

O festival começa com um exemplo desses encontros, com o pianista espanhol Chano Domínguez. A forma como cruza as linguagens latino-americanas, em especial o flamenco, e o jazz valeu-lhe o elogio da crítica, regressando a Guimarães 18 anos depois da estreia já como artista consagrado. No espectáculo que apresenta (7 de Novembro, 22h), a FDR Big Band, dirigida por Vince Mendoza, vai interpretar algumas das suas principais composições, com Dominguez como solista.

 

No dia seguinte, há outro regresso ao Guimarães Jazz, o do histórico Ron Carter - contrabaixista do segundo quinteto de Miles Davis ao lado de Herbie Hancock, Wayne Shorter e Tony Williams -, que apresenta o seu Golden Stricker Trio, uma das propostas mais clássicas das várias formações com as quais tem desenvolvido a sua carreira, com Russel Malone (guitarra) e Donald Veja (piano).

 

No dia 9, o palco será preenchido pela Newdecaband, liderada por Martial Solal, que faz a sua estreia em Portugal com esta formação de cariz mais orquestral (dez músicos em palco e a voz de Claudia Solal). Por Guimarães passará outro nome histórico do género, o norte-americano Jack Dejohnette (14 de Novembro). Este baterista norte-americano apresenta-se com a sua banda - George Collingan no piano e Jerome Harris no contrabaixo - convidando o multi-instrumentista e compositor Don Byron para o espectáculo.

 

Há outro cruzamento relevante no programa do festival que acontece no dia seguinte, com o pianista norte-americano Kenny Warner e o saxofonista porto-riquenho David Sanchez, que se apresentam em formato quinteto, numa incursão pelas sonoridades latinas e africanas. Como vem sendo habitual, o festival termina com um concerto de uma big band. Desta feita a convidada para o encerramento (16 de Novembro) é a HR Big Band de Frankfurt, dirigida por Kim McNeely e com o guitarrista John Arbercromble como solista.

 

Os principais concertos do festival realizam-se às 22h e os bilhetes custam entre 7,5 e 20 euros, existindo a possibilidade de se adquirir uma assinatura geral para todo o Guimarães Jazz com o preço de 90 euros. O Centro Cultural Vila Flor (CCVF) assume-se como o principal espaço de apresentação dos concertos, mas há propostas noutros espaços da cidade como o espectáculo do trio liderado pelo belga Ivan Paduart, que traz o seu mais recente trabalho discográfico Ibiza à black box da Plataforma das Artes e da Criatividade (PAC), no dia 9, às 17h.

 

"Conjunto de iniciativas"


O festival "deixou de ser um conjunto de concertos para ser um conjunto de iniciativas", valoriza José Bastos, vereador da Cultura da Câmara de Guimarães - que continua a partilhar com a associação cultural Convívio e a cooperativa A Oficina a organização do evento. A intenção é dar um "ambiente de festival a toda a cidade", explica, "contaminando" vários espaços com propostas jazzísticas. Por isso, logo a partir do dia 4 de Novembro, haveráperformances musicais em horário-surpresa em vários espaços comerciais de Guimarães e nas escolas secundárias do concelho.

Durante os dez dias de festival há sempre jam sessions no antigo Cinema São Mamede e no Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura (CAAA), interpretadas por jovens músicos de jazz da região.

 

No café-concerto do Centro Cultural Vila Flor (CCVF) e na sede da associação cultural Convívio, as sessões de improviso estão a cargo de Andrew D'Angelo, Bem Street, Gerald Cleaver e John Egizi. O quarteto será central a vários momentos da programação, apresentando-se em concerto no dia 13 (CCVF, 22h), orientando as oficinas de jazz que decorrem durante todo o evento e dirigindo também o espectáculo que será criado pela Big Band, o Ensemble de Cordas e o coro da Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo, (dia 10, 17h).

 

No mesmo dia, às 22h, na Plataforma das Artes e da Criatividade (PAC), acontece outro dos projectos de criação apoiados pelo festival: o concerto que é fruto da parceria entre o Guimarães Jazz e a editora Tone of a Pitc - TOAP. O jovem saxofonista João Guimarães foi o convidado deste ano, reunindo uma formação inédita de músicos nacionais para, sob a sua direcção, criar um espectáculo exclusivo, que será posteriormente editado em álbum.

 

SAMUEL SILVA 

 

Retirado do Público



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Sexta-feira, 11.10.13

Jazz de todas as latitudes em três dias de festival na Casa da Música

 

Rob Mazurek toca amanhã ao lado do guitarrista dos Tortoise 


Gregory Porter, hoje, é o nome maior de um cartaz que pretende mostrar a diversidade do jazz nas duas salas da Casa da Música


Dez concertos em três dias, repartidos por cinco sessões em duas salas pode parecer uma ementa suficiente para representar o jazz actual. O Outono em Jazz que hoje se inicia na Casa da Música vai no entanto muito além da quantidade de eventos que propõe. A sua natureza é de tal modo ecléctica que de hoje à noite até domingo à hora de jantar haverá soul, blues do Delta do Mississipi, hip-hop, aproximações ao cool do tempo de Miles Davis, um cardápio para um piano que revisita Charlie Parker, DJ, big bands e concertos a solo absoluto, nórdicos e norte-americanos, experimentalistas e canónicos, músicos pós-qualquer coisa ou retro. No Outono em Jazz "não há por opção uma linha estética", assume o director artístico, António Jorge Pacheco.

 

O programa deste evento integrado no Ciclo Jazz Sonae começa com Gregory Porter. Quico, cantor dos Jazz Refugees e professor de canto jazz no Conservatório do Porto, coloca Gregory entre as vozes mais decisivas da actualidade. "Há na sua música a tradição do jazz e do blues, uma ligação às raízes que é feita com energia e com a recusa de um jazz demasiado geométrico", diz. Com apenas três discos, Porter recebe elogios de diferentes quadrantes. Este mês foi capa da influente revista Downbeat, que o apelidou de "poeta da soul".

 

Ainda nessa noite vale a pena passar pela Sala 2 da Casa da Música para ver e ouvir Samuel James e Soweto Kinch. O primeiro a solo com banjo, steel guitare harmónica, numa viagem pelos tons e sons do blues do Delta. Imperdível. Logo depois o jazz urbano, solto e irreverente do britânico Soweto Kinch, ora saxofonista, ora cantor de hip-hop, num concerto que se adivinha intenso e agitado.

 

Amanhã, a European Jazz Orquestra, conduzida pela sueca Ann-Sofi Soderqvist anuncia a solenidade e o colorido de um repertório melódico e algo convencional. Um bom ponto de partida para o que se segue, novamente na Sala 2. Para começar, o guitarrista dos Tortoise junta-se ao trompetista Rob Mazurek para uma sessão na qual o experimentalismo se pode cruzar com a modernidade dos anos 1960 - Mazurek tocou com Pharoah Sanders ou Roscoe Mitchell. Depois segue-se o português Rodrigo Amado num trio com DJ, um baterista e a promessa da atonalidade e de um "groove mutante". Haverá ainda lugar para o intimismo com os noruegueses Elephant 9, que à sua maneira nos trarão as paisagens sonoras do jazz escandinavo outrora abertas por Terje Rypdal ou Jan Garbarek.

 

Domingo ao fim da tarde, de novo na Sala 2, Gregory Houben, um trompetista belga que navega entre Miles e a bossa nova, o português Nelson Cascais e o britânico Django Bates encerram o Outono em Jazz. Cascais, contrabaixista, apresenta-se a liderar um decateto que promete. Bates, pianista, propõe-se revisitar a obra de Charlie Parker com o seu trio. Uma forma de regressar aomainstream neste festival que António Jorge Pacheco, sem nada prometer, pretende reeditar no Outono de 2014.

 

MANUEL CARVALHO 


Retirado do Público



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Quinta-feira, 05.09.13

Lisbon Week recupera a boémia da capital com jazz, funk ou música clássica

Jazz, swing, funk, música clássica, acústica e contemporânea são os sons que vão marcar a edição de 2013 do Lisbon Week, no final de setembro.

Com a colaboração do saxofonista e programador Carlos Martins, o Lisbon Week pretende recuperar a boémia vivida em tempos na Rua das Portas de Santo Antão. De 25 a 28 de setembro, vários espaços da cidade receberão concertos originais, pensados exclusivamente para esta edição.

Dia 25 de setembro, quarta-feira, são as sonoridades clássicas que tomam conta da cidade. A Orquestra Metropolitana de Lisboa, com o apoio da Caixa Geral de Depósitos (CGD), irá apresentar a obra de Aaron Copland, em concerto para Clarinete e Orquestra. Ao reportório desta noite junta-se Igor Stravinsky, com “Suite Pulcinella”. Nuno Silva irá apresentar-se no clarinete e a direção musical é da responsabilidade de Cesário Costa. O espaço escolhido para esta estreia foi o da Sociedade de Geografia de Lisboa. O concerto terá início às 21h30.

Quinta-feira, dia 26 de setembro, a música no Lisbon Week contará com um espetáculo que nasce do desafio de Carlos Martins aos músicos João Barradas (na foto) e Jonas Runa. Esta união irá apresentar um concerto original, que partiu da fusão das sonoridades do acordeão de João Barradas, com os sons eletrónicos de Jonas Runa. A espacialização do som é um dos aspetos fundamentais da nova música improvisada. Esta espacialização criada pela electrónica é a base de uma viagem em que um familiar instrumento acústico revela uma nova personalidade, andróide e futurista. Esta estreia terá lugar no recuperado Teatro Thalia, às 22h00. 

O Palácio da Independência vai receber dia 27 de setembro, pelas 19h00, Filho da Mãe. O projeto a solo de Rui Carvalho define-se por uma só guitarra, que caminha entre um rock nervoso e um classicismo pouco convencional. Esta noite o músico dos If Lucy Fell, agora com alter-ego Filho da Mãe, irá revisitar "Palácio", o seu primeiro longa-duração, um disco marcado pela sonoridade da guitarra em contextos e ambientes diferentes. O artista irá ainda revelar neste concerto íntimo alguns dos novos temas do seu próximo álbum, com estreia agendada para o final deste ano.

Numa série de três concertos o jazz também fará parte da programação. O Hot Clube de Portugal será o palco destes espetáculos que decorrerão a 26, 27 e 28 de setembro. Ricardo Toscano "Young Lions" é um quarteto constituído por alguns dos mais promissores jovens músicos do jazz português, nomes de uma nova geração que exploram a evolução da linguagem "tradicional" do jazz. Ricardo Toscano (saxofone alto), João Pedro Coelho (piano), Romeu Tristão (contrabaixo), e João Pereira (bateria), irão interpretar "standards" do jazz moderno (Wayne Shorter, Herbie Hancock ou Miles Davis), temas do repertório "hard-bop", bem como alguns originais. Os concertos terão início às 22h30, em cada um dos dias.

A noite de encerramento do Lisbon Week pretende ser uma festa de recriação da boémia da Rua das Portas de Santo Antão, que esta edição procurou recuperar. Num dos locais do património da cidade, a ser revelado a dias da festa, terá lugar a Lisbon Week Bluga Party. Esta noite temática irá receber um concerto da Big Band da Nazaré, seguido pela atuação da dupla de DJs FAT&SLIM. A noite começa com Vítor Belanciano, jornalista, crítico de música, cronista, professor e DJ há mais de quinze anos.

A Big Band do Município da Nazaré apresenta um repertório variado, que vai desde o jazz aos ritmos de influência latino-americana, passando por originais de estilo funk.  Uma forte voz feminina lidera reconhecidos temas de jazz numa reprodução do ambiente vivido na altura. A dupla de DJs composta por Mr. Heights e LBR terá como missão levar os convidados a viajar por uma mistura da adrenalina do swing à eletrónica dos dias de hoje.

Ao longo de toda a semana o Lounge do Lisbon Week, localizado no Largo de São Domingos, e a Estação dos Petiscos, situada à beira rio, no Cais do Sodré, contarão com DJ sets a acompanhar o pôr do sol.

Os bilhetes poderão ser adquiridos através do 1820, ou diretamente na ticketline, com exceção da programação do Hot Clube de Portugal, onde as entradas são compradas à porta do clube no próprio dia do concerto.

 

Retirado do Sapo Música



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Domingo, 28.07.13

Hoje o jazz soa às ruas do Intendente

Três projectos com o bairro: a banda com músicos, uma orquestra de percussão de de crianças que arrancará em Setembro e um projecto que é ter a porta aberta para que as pessoas possam entrar, assistir, conversar

 

O contrabaixista Carlos Barretto actua no Largo do Intendente com banda formada com instrumentistas locais a partir de uma residência destinada a aproximar a música do bairro

 

Quatro garrafas de cerveja de litro, abandonadas a meio, despojos de uma noite de copos num antigo salão de jogos situado numa rua que desemboca no Largo do Intendente. Ou então nada disto. O mesmo salão de jogos desactivado há anos, a mesma rua a desembocar no Intendente, mas as quatro garrafas alinhadas com restos bem medidos, cuidadosamente afinados, para dar o mote musical de um dos temas que o contrabaixista Carlos Barretto ali vem ensaiando há dois meses com músicos locais. Assim que o percussionista ataca as garrafas com um pedaço de metal, a imagem corrige-se e patrocina o aparecimento de um tema nos arrabaldes do afrobeat.

 

Recuemos ao ponto de partida desta história: Barretto, líder do Lokomotiv e membro do Bernardo Sassetti Trio, divide a sua actividade entre a música e a pintura. E cansado de não ter um atelier próprio para desenvolver as duas práticas propôs à Associação Sou uma parceria: em troca de um espaço de trabalho no Intendente propunha--se levantar projectos para e com a comunidade. De momento, "são três projectos", esclarece Marta Silva, directora da associação e ponte entre o músico e o bairro lisboeta. "A criação desta banda com músicos de bairros adjacentes ao largo, uma orquestra de percussão de crianças que deverá arrancar em Setembro e um terceiro projecto que é simplesmente ter a porta aberta para que as pessoas possam entrar, assistir, conversar, cruzar os mundos." E é isso que se vê acontecer em mais um ensaio dos músicos seleccionados depois de um anúncio, juntos numa formação de percussão, flauta, violino, clarinete, saxofone, trompete e uma voz usada como parte do naipe de sopros. De porta aberta, o salão feito atelier, animado pela música que invade a rua, vai convidando a entrar gente que se demora uns minutos, espreita e fica a ouvir antes de seguir viagem, ou miúdos que em vez de saltitarem lá fora pedem para desenhar ou para dar umas tacadas na mesa de snooker esquecida a um canto. Tudo se negoceia a partir de uma moeda definida por Barretto: snooker só no dia seguinte e no intervalo de uma aula de música. As aulas são também o meio de troca directa que Barretto oferece à população que o ajudou a limpar, a arrumar e a consertar o espaço onde estará durante um ano.

 

O tema de afrobeat, entretanto, à força das repetições, é tocado pela primeira vez sem tropeções, soando já não a uma colagem de diferentes partes avulsas, mas a algo selvagem e intenso. A isso ajuda a presença não apenas de Barretto, mas também de Mário Delgado e José Salgueiro, os outros músicos que compõem o trio Lokomotiv. Em conjunto com o septeto vindo das audições - e escolhido a partir de 18 candidatos - formam a In Loko Band que hoje se apresenta pelas 20h, no Largo do Intendente, no encerramento do festival Largos da Mouraria, por onde passaram em Julho Diabo na Cruz, Gisela João com Júlio Resende, Aline Frazão, Real Combo Lisbonense ou Manuel Fúria.

 

A oportunidade de trabalhar lado a lado com músicos do calibre de Barretto, Delgado e Salgueiro foi determinante para cativar jovens como Gil Dionísio, violinista ligado à música improvisada e para teatro e, condição essencial, residente no bairro de Anjos. Autodidacta, aprendeu o instrumento de ouvidos colados ao jazz e, há tempos, fez as malas atrás da cultura lautar cigana da Roménia. A musicalidade que aí absorveu deita-a agora para fora na In Loko Band, ao mesmo tempo que se entusiasma com a aprendizagem no atelier: "De repente, não estamos a tocar só com pessoas que estão ao nosso nível. A malta com quem tocamos costuma ter as mesmas dúvidas e as mesmas barreiras que nós. Aqui podemos ver como isso é ultrapassado por quem já toca há muito tempo." O investimento nesta formação não se extingue neste primeiro momento de visibilidade. Aquilo a que Barretto chama "um estágio permanente" conduzirá a um projecto que viva para lá das ruas do bairro, sem cortar o cordão umbilical com a comunidade local.

 

O tema afrobeat, entretanto, está já rodado e chega Selma Uamusse, uma das vozes dos WrayGunn, que se juntou à In Loko Band. Desde que se mudou para o Intendente, há três anos, Selma envolveu-se nos movimentos artísticos que promovem a integração de um bairro de fama maltratada e que a mudança para ali do gabinete do presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, pretende contrariar. Prestes a gravar o primeiro disco a solo, trouxe um reportório em que quis sublinhar "uma sonoridade mais africana", escolhendo o standardAfro Blue (composição de Mongo Santamaría popularizada por John Coltrane) e uma canção moçambicana trazida de uma recente viagem a África, "por ter a ver com este ambiente do Intendente, mais mestiço". Hoje, Barretto assina o momento mais mediático do trabalho diário no atelier. Mas o que realmente muda é a quantidade de pessoas que chegarão de visita para tomar breve contacto com uma realidade quotidiana que se infiltrou já na sua música. "O palco é o bairro", frisa Marta Silva. E esse está lá todos os dias, com miúdos a desenhar instrumentos, a querer tocar em tudo quanto faça som e a levarem raspanetes por terem desaparecido, por momentos e sem aviso, da sua sala de brincadeiras habitual - a rua.

 

Retirado do Publico



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Sexta-feira, 12.07.13

Kiko Pereira dá três concertos gratuitos para comemorar 20 anos de jazz

O cantor de jazz Kiko Pereira vai comemorar, de sexta-feira a domingo, 20 anos de carreira com três concertos gratuitos em Guimarães, Ponte da Barca e Porto, em que atuará acompanhado por uma “big band”.


Nos concertos marcados para sexta, sábado e domingo, respetivamente no Largo da Oliveira, Guimarães, praça da República, em Ponte da Barca e avenida dos Aliados, no Porto, a voz de Kiko terá o suporte de 18 músicos.

 

Para além dos Jazz Refugees que normalmente acompanham Kiko, vão estar em palco mais 13 sopros, constituindo uma formação clássica de “”big band”, conduzidos por Telmo Marques, “ um excelente naipe de jovens músicos, todos eles oriundos do Norte de Portugal e também da Galiza”, ”, explicou Kiko à agência Lusa.

 

Os concertos são baseados no último álbum deste minhoto nascido em Newark, Estados Unidos, “L’USA”, “com arranjos originais de Telmo Marques e mais alguns arranjos de Carlos Azevedo e de Paulo Perfeito”, acrescentou.

 

“A ideia é uma noite tranquila, com jazz, com bom tempo, uma noite de verão com boa música para fazermos uma festa”, explicou o músico que desta forma comemora 20 dedicados ao jazz e aos blues.

 

“Os primeiros passos foram com bandas de garagem, não mergulhei diretamente no jazz, sempre gostei de cantar blues, rock ‘n ‘roll, Zepplin, Stones… há um conjunto de vetores que começaram a convergir para uma determinada propensão para o blues e para a música negra norte-americana e começar a envolver-me cada vez mais pelo jazz não foi uma decisão, foi o destino, foi um fado… é blues”, explica Kiko.

 

Considerado um “o melhor cantor de jazz português” pelo crítico José Duarte, Kiko começou o seu percurso por bandas como Trupe Vocal e Raul Marques e os Amigos da Salsa, mas acabaria por assumir plenamente a sua devoção ao jazz e aos blues com o seu primeiro disco “Raw”, de 2003.

 

O primeiro disco era de clássicos enquanto em “L’USA”, de 2011, é composto por originais do próprio Kiko que entretanto acabaria por fazer um mestrado em interpretação artística, com uma tese sobre improvisação vocal.

 

“Tive que fazer uma pequena pausa musical para me dedicar aos estudos porque tinha a consciência de que me faltava algo e como dizem que os primeiros 20 anos é que são difíceis, por isso agora vai ser mais fácil”, confessa o músico.

 

A sua música hoje “navega em direção ao futuro, mas também em contacto com a tradição” diz Kiko com a “ideia de levar o som para um campo cada vez mais atual, sempre com uma ligação àquilo que foi a grande época de ouro do jazz vocal a época das ‘big bands’, 1930, 1940”.

Para Kiko no Porto, onde tem o seu epicentro de atividade, “existe um conjunto de jovens e de músicos consagrados que continuam a fazer bom jazz e que continuam a resistir a toda esta dificuldade em termos de arranjar palcos”.

 

Urgente, afirma, é inverter e decadência de público. “É preciso chamar outra vez as pessoas ao jazz, mostrar que o jazz é divertido é acessível, que não tem de ser uma experiência às vezes traumática Esta é uma música que nasceu nos campos de algodão, que nasce do sangue e do suor, é música de pessoas para as pessoas”.

 

Retirado do Sapo Música



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Terça-feira, 02.07.13

Jazz im Goethe Garten nos jardins do Goethe Institut em Lisboa


Jazz im Goethe Garten nos jardins do Goethe Institut em Lisboa

O festival de jazz europeu “JiGG, Jazz im Goethe-Garten”, regressa ao jardim do Goethe-Institut. Os concertos realizam-se entre 02 e 18 de Julho, sempre às terças e quintas.


Desde 2005, data da sua estreia em Portugal, que o JiGG tem vindo a estabelecer-se no panorama musical da cidade de Lisboa, atraindo uma cada vez maior e mais diversificada camada de público, devido talvez à divulgação da comunicação social. Nesta edição será apresentado um jazz moderno de alta qualidade, devido também aos bons patrocinadores do evento.

 

O curador do festival é Rui Neves, também responsável pelo programa do festival “Jazz em Agosto” da Fundação Calouste Gulbenkian.

 

Jazz no Goethe-Garten é um festival para amantes de música, que apreciam uma boa conversa num bonito ambiente ao ar livre.


Retirado do HardMúsica



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Ivan Lins atua em Odemira no TassJazz, festival de entrada livre

Os concertos do brasileiro Ivan Lins, do português Diogo Vida Quarteto e do italiano Kekko Fornarelli Trio marcam o décimo Festival TassJazz, que arranca hoje e decorre até sábado na vila de Odemira, no litoral alentejano.


A programação principal do festival, organizado pela Câmara de Odemira, vai decorrer no Cerro do Peguinho, entre quinta-feira e sábado, com três concertos gratuitos, um por noite, a partir das 22:00.

 

O "pontapé de saída" da programação principal do festival será dado na quinta-feira com o concerto do Diogo Vida Quarteto, composto por Diogo Vida (piano), Mário Santos (saxofones tenor e soprano), Filipe Teixeira (contrabaixo) e João Cunha (bateria).

 

Segue-se, na sexta-feira, o concerto de Ivan Lins, que será acompanhado em palco por André Sarbib (piano), Norton Daiello (baixo), Cláudio Ribeiro (guitarra) e João Cunha (bateria).

 

O Festival TassJazz termina no sábado com o concerto do Kekko Fornarelli Trio, que é composto por Kekko Fornarelli (piano e sintetizadores), Giorgio Vendola (contrabaixo) e Dario Congedo (bateria e percussão) e no espetáculo em Odemira contará com a participação especial de Roberto Cherillo.

 

Durante os três concertos da programação principal, o artista plástico francês Philippe Peseux, o autor da ilustração do cartaz de divulgação do TassJazz, vai realizar performances de pintura ao vivo, ou seja, registar em óleo sobre telas "as sensações do jazz e o ambiente do festival", explica a autarquia.

 

Além dos três espetáculos da programação principal, o Festival TassJazz inclui outras ofertas, organizadas em parceria com a Escola de Artes de Sines e que decorrem entre hoje e quarta-feira, como "master classes" sobre jazz, com o músico, compositor e professor Vasco Agostinho e dirigidas a alunos do concelho de Odemira.

 

Uma "jam session", na Escola Básica dos 2.º e 3.º ciclos de Colos, hoje, a partir das 18:00, e os concertos dos combos "Os Estudantes", na terça-feira, e "Sindicato das Artes", na quarta-feira, sempre a partir das 21:30, no Jardim Sousa Prado, são as outras ofertas do festival organizadas em parceria com a Escola de Artes de Sines.

 

Retirado do Sapo Música



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Sexta-feira, 12.04.13

30.º Jazz em Agosto aposta em músicos que já passaram pelo festival

John Zorn, Pharoah Sanders e Anthony Braxton são alguns dos grandes nomes presentes na edição deste ano, que decorre de 2 a 11 de Agosto. Um festival, sem “fórmulas fixas”, que continua a apostar na qualidade e na inovação

Em 2013, o Jazz em Agosto celebra a sua 30ª edição com dez concertos no anfiteatro ao Ar Livre da Gulbenkian, em Lisboa, nove sessões de filmes e documentários e o lançamento de um livro de ensaios sobre cinquenta músicos que já passaram pelo festival, anunciou esta quinta-feira a organização.

 

A edição deste ano associa-se às comemorações dos 30 anos do Centro de Arte Moderna (CAM), instituição à qual está ligada desde a sua origem, em 1983. Nessa data, a que Rui Neves também chama de “ano zero” devido à dimensão reduzida do festival – houve apenas músicos portugueses –, o Jazz Agosto surgiu pelas mãos de Madalena de Azeredo Perdigão, fundadora do Serviço Acarte da Gulbenkian e mulher do então presidente da fundação, José de Azeredo Perdigão.

A dupla comemoração concretiza-se, este ano, com um concerto de pré-inauguração do festival a 25 de Julho (dia do aniversário do CAM), no qual Maria João apresenta o seu projecto Ogre - a cantora, recorde-se, actuou com o seu quinteto no festival de Agosto de 1984.

 

 

Retirado do Público



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Quarta-feira, 03.04.13

«Alegria» é o mote da Festa do Jazz no São Luiz que homenageia Bernardo Sassetti

A “alegria” é o mote da 11.ª Festa do Jazz, a decorrer no próximo fim de semana, no Teatro S. Luiz, em Lisboa, entre concertos, “jam sessions” e “materclasses”, numa homenagem ao músico Bernardo Sassetti, falecido em 2012.


“Essa Alegria”, diz o diretor artístico da Festa, Carlos Martins, “é também contra os dramas das nossas vidas atuais”.

 

Carlos Martins destaca a homenagem a Sassetti, por um grupo de músicos, que não está ainda fechado, como uma “não homenagem”, por dizer respeito à “alegria presente na música deste tão querido e muito presente amigo e o maior fã da Festa”.

 

A “não homenagem” intitula-se “Mali M’Bule Baaba”, com música de Bernardo Sassetti, e acontece no sábado, às 23:00, na sala principal do teatro municipal, com a participação já confirmada de Carlos Barretto (contrabaixo), José Salgueiro (bateria), Mário Delgado (guitarra), Luís Figueiredo e Júlio Resende (piano), Carlos Martins e José Pedro Coelho (saxofones tenores), Ricardo Toscano (saxofone alto) e Gonçalo Marques (trompete).

 

A Festa é, como habitualmente, palco do “maior encontro e único concurso entre escolas de jazz do país”, com a entrega de prémios aos combos e alunos das escolas de música, ao começo da madrugada de segunda-feira, no Jardim de Inverno do teatro.

 

Concorrem este ano 14 combos que serão avaliados por júri constituído por Paulo Barbosa, André Fernandes e Carlos Barretto.

 

Nesta festa, serão apresentados dois os novos projetos, na sala principal, o Coreto Porta-Jazz e o Bruno Santos Ensemble, que resultam de duas teses de mestrado neste género musical.

 

O Coreto Porta-Jazz apresenta o álbum de estreia, “Aljamia”, com música de João Pedro Brandão que, após um estudo dedicado à Música Tradicional do Mediterrâneo, explora, na sua composição musical, elementos e conceitos ligados a esta tradição musical, que integra na esfera do jazz.

 

O Coreto é formado por onze músicos do Porto que se juntaram no âmbito da Associação Porta-Jazz.

 

O Bruno Santos Ensemble é constituído também por 11 músicos, sendo Mariana Norton a vocalista e, segundo Carlos Martins, este novo projeto nasceu “da vontade e da curiosidade do guitarrista e compositor Bruno Santos, em escrever para uma formação alargada, com várias possibilidades de instrumentação”.

 

O ensemble só toca música original, mas inclui “o que caracteriza o jazz, os momentos de improvisação, liberdade e interação”.

 

Do cartaz da Festa, orçada em 50.000 euros, fazem ainda parte, entre outros, Sara Serpa & Fragmentz, que tocam às 21:30 de sábado na sala principal, o Massimo Cavalli Quartet que apresenta o seu CD de estreia, “Varandas do Chiado”, no domingo às 21:30, na sala principal que, em seguida, acolhe Maria João e Mário Laginha, com “Iridescente”, o sucessor de “Chocolate”, gravado há quatro anos por esta dupla.

 

A Festa abre no sábado, às 16:00, com Paulo Santo (vibrafone) e Sérgio Rodrigues (piano elétrico), que tocam no Café São Luiz, outro espaço do teatro onde acontece jazz, neste fim de semana, assim como o Estúdio Mário Viegas, onde, entre outros, atuarão, no sábado, o Quintino Quarteto, às 17:00, e o Nelson Cascais Decateto, às 18:00, e, no domingo, o trio Lama, com Chris Speed, às 17:00, e o Red Trio, do pianista Rodrigo Pinheiro, do contrabaixista Hernâni Faustino e do baterista Gabriel Ferrandini, às 18:00.

 

No sábado, às 17:00, no Jardim de Inverno é apresentado o site www.jazz.pt.

 

Retirado do Sapo Música



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Terça-feira, 02.04.13

Abril é o mês do jazz na Baixa-Chiado PT Bluestation

No mês em que se celebra o Dia Internacional do Jazz - a 30 de abril -, a Baixa-Chiado PT Bluestation recebe uma programação diária repleta de atividades gratuitas relacionadas com o género musical afro-americano que surgiu nos EUA no início do século XX. 

O programador deste mês na estação de metro de Lisboa é o Hot Clube de Portugal (HCP), o mais antigo clube de jazz da Europa, que desenvolve a sua atividade há 65 anos. 

Destaque especial para o dia 30 de abril, que a UNESCO declarou como Dia Internacional do Jazz, que é assinalado com uma ligação vídeo transatlântica entre Lisboa e São Paulo. Às 18h portuguesas (12h em São Paulo), os alunos do Hot Clube entrarão em diálogo direto, a partir da Baixa-Chiado PT Bluestation, com os alunos da Faculdade de Música Souza Lima, que estarão naquela cidade brasileira. Um concerto de comemoração do Dia Internacional do Jazz, num momento de união Portugal-Brasil, com seis horas de diferença horária.

Porque, como diz a direção do HCP, “o jazz acontece onde as pessoas estão”, a entrada é gratuita, todos os dias. Fique a par da programação:

Segundas-feiras, dias 1, 8, 15, 22 e 29, às 17h:
Live Combo: Concertos de jazz pelos alunos da Escola Luiz Villas-Boas
A abordagem a este estilo de música é feita nas suas várias correntes, desde o bebop ao contemporâneo, com base no trabalho posto em prática nas aulas leccionadas nesta escola. A Escola Luiz Villas-Boas tem apostado em apresentações de formações de alunos, em variados contextos, de modo a possibilitar a estes jovens músicos em formação  a experiência necessária para se afirmarem no meio profissional.

Terças-feiras, dias 2, 9, 16 e 23, às 17h:
All About Jazz: Desafios com oferta de entradas para o Hot Clube de Portugal 
Para aproximar o jazz de quem menos o conhece, serão propostos pequenos desafios aos passageiros da Baixa-Chiado PT Bluestation. Quem participar ganha entradas para o Hot Clube de Portugal. 

Quartas-feiras, dias 3, 10, 17 e 24, às 12h:
Aulas abertas com professores do Hot Clube de Portugal
Para quem já sabe alguma coisa de música mas, sobretudo, para quem gostava de ter aulas com os professores de uma das melhores escolas de música do país: a do Hot Clube de Portugal. Às quartas, é-lhes dada a possibilidade de experimentar uma dessas aulas. Para se inscrever, envie uma mensagem privada em Facebook/PTBluestation. 

Dia 3: Aula aberta de guitarra com o professor Nuno Costa
Dia 10: Aula aberta de saxofone com o professor João Reis
Dia 17: Aula aberta de voz com a professora Vânia Fernandes
Dia 24: Aula aberta de bateria com o professor Pedro Felgar

Quintas-feiras, dias 4 (às 17h), 11 (às 10h) e 18 (às 14h):
Jazz Spot: Oferta de faixas de jazz
A ideia é começar ou acabar o dia a ouvir jazz. Faça uma pausa, vá ao hotspot musical que está à quinta-feira na estação e tome um café. Quem gostar mesmo muito de jazz e  disser onde ouviu este tipo de música pela primeira vez, tem direito a uma faixa em mp3. Pode escolher jazz contemporâneo ou mais tradicional. Há temas originais do Septeto HCP, da Orquestra de Jazz do HCP, de Dan Hewson e da dupla Nuno Costa e Gonçalo Marques. 

Sextas-feiras, dias 5, 12 e 19, às 18h:
Hot Clube convida...
Concertos com bandas emergentes do mundo do jazz, para ouvir antes da hora de jantar.
Dia 5: Aquarela Trio
Dia 12: Trio André Santos
Dia 19: Airbag

 

Retirado do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 21:50 | link do post | comentar

Sexta-feira, 21.09.12

Douro Jazz

A iniciativa “Douro Jazz Sobre Rodas” é a novidade da nona edição do festival organizado pelos teatros de Vila Real, Bragança e Ribeiro Conceição, de Lamego.A ideia é fazer circular a música jazz pela região demarcada mais antiga do mundo, que se encontra em plena vindima.

 

A edição 2012 do Douro Jazz conta com as atuações das cantoras Marta Hugon e Elisa Rodrigues, e dos pianistas João Paulo Esteves da Silva, Júlio Resende e Mário Laginha, que encerrará o festival.

 

O cantor luso-americano Kiko apresentará, com os Jazz Refugees, o seu primeiro álbum de originais em português. O programa inclui ainda músicos como Filipe Melo, André Fernandes, Nelson Cascais, Bernardo Moreira ou Alexandre Frazão.

 

A organização, em comunicado, refere que em 2012 o Douro Jazz “é uma excelente montra do jazz feito em português”.

 

Depois, na sua vertente internacional, o festival apresenta o guitarrista, compositor e produtor espanhol Angel Unzu, companhia habitual de Kepa Junquera, e a cantora e pianista francesa Fanny Roz.

 

O festival conta com uma programação complementar que inclui arruadas nos centros históricos, protagonizadas pela “Douro Jazz Marching Band”, sessões para o público infantojuvenil na rubrica “O Douro Jazz Nas Escolas”, uma feira de objetos culturais durienses e provas de vinhos.

 

A 1 de outubro, Dia Mundial da Música e Dia Internacional do Idoso, a programação inclui um concerto dedicado sobretudo ao público sénior.

 

Noticia do Sapo Música



publicado por olhar para o mundo às 12:22 | link do post | comentar

Sábado, 04.08.12

Jazz em Agosto  em Lisboa

 

A 29ª edição do Jazz em Agosto em Lisboa vai apresentar figuras históricas lado a lado com novos valores do jazz, apostando, como habitualmente, numa programação alternativa. Serão seis concertos no Anfiteatro ao ar livre da Fundação Calouste Gulbenkian, às 21h30, e três concertos no Teatro do Bairro, às 22h30, entre esta sexta-feira, dia 3, e 12 de agosto.

 

Sunny Murray inicia o festival. O lendário músico americano, de 75 anos, apresenta-se agora em trio com dois consagrados músicos britânicos, John Edwards, no contrabaixo, e Tony Bevan, no saxofone tenor.

 

A 5 de agosto é a vez de Misha Mengelberg, no piano e Evan Parker, num registo menos habitual, em saxofone tenor. O Anfiteatro ao ar livre volta a ser palco deste concerto singular.

 

Matthew Shipp, pianista americano, apresenta-se agora como líder do Matthew Shipp Trio no dia 10 de agosto.

 

A pianista Marilyn Crispell e o percussionista Gerry Hemingway, no dia 11 de agosto, são improvisadores natos que se tornaram pilares do quarteto de Anthony Braxton (com Mark Dresser) nos anos 1980-90.

 

O Ingebrigt Håker Flaten Chicago Sextet, no dia 12, liderado pelo contrabaixista e compositor norueguês residente nos EUA, assume uma ponte norte-atlântica com um grupo de músicos de Chicago, num projeto estreado há menos de um ano.

 

OS CONCERTOS NO TEATRO DO BAIRRO


Dia 7 de agosto o quinteto Nuova Camerata,  formado por Pedro Carneiro (marimba), Carlos Zíngaro (violino e eletrónica), João Camões (violino), Ulrich Mitzlaff (violoncelo) e Miguel Leiria Pereira (contrabaixo), estreia-se no Teatro do Bairro, seguindo-se a atuação de Marcos Farrajota, autor de BD alternativa num estilo arte bruta e que adota no gira-discos o nome unDJ MMMNNNRRRG.

 

Oriundo de Leeds, o trioVD, ou “Valentine’s Day”, apresenta-se no dia 8 de agosto, explorando sonoridades explosivas de grande intensidade, o grupo constitui uma referência do atual jazz desviante do Reino Unido. Na mesma noite, o turntablist francês eRikm mostra o seu lado de compositor eletroacústico.

 

A 9 de agosto chega o “O Mundo é melhor sem Capitalismo”, título de uma das músicas de Hanns Eisler (1892-1962), discípulo de Shonberg e perseguido pela ideologia marxista. Inspirado pelo compositor, o trio Das Kapital apresenta uma música de teor político. A fechar a última noite no Teatro do Bairro, estará DJ Sniff do Japão.

 

OS FILMES

O Festival inclui ainda uma programação cinematográfica, no auditório 3 da Gulbenkian, sempre às 18h30, de filmes documentais relacionados com o jazz.

 

Sunny’s Time Now, de Antoine Prum (dia 4), Soldier of the Road – Peter Brötzmann, de Bernard Josse e Gerard Rouy (dia 5), Inside out in the Open, de Alan Roth (dia 10) e City of the Winds, de Gilles Corre (dia 11) são os filmes agendados.

 

O festival encerra a programação paralela com uma conferência proferida pelo crítico de jazz Brian Morton sob o mote “Jazz Criticism: An Open Verdict”, no dia 12 de agosto.

 

Foto: John Edwards © Russ Escritt

 

Noticia do Noticias Grande Lisboa



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Sexta-feira, 20.07.12

Portalegre acolhe em setembro o Festival Internacional de Jazz

A décima edição do Festival Internacional de Jazz de Portalegre vai decorrer de 27 a 29 de setembro, com os Lama, Carlos Bica e João Paulo e Harris Eisenstadt September Trio no cartaz, revelou a organização.


De acordo com os promotores, a novidade da edição deste ano do Portalegre Jazz Fest vai ser a gravação dos concertos, que decorrem no grande auditório do Centro de Artes do Espetáculo de Portalegre (CAEP), para posterior edição pela editora Clean Feed.

 

Na abertura do festival, a 27 de setembro, atuam os Lama, projeto português que conta com um convidado especial, Chris Speed, saxofonista e clarinetista norte-americano.

 

Dia 28 sobe ao palco Carlos Bica, no contrabaixo, acompanhado de João Paulo, ao piano.

 

Para encerrar o ciclo de concertos no grande auditório do CAEP, que é o palco central do festival, no dia 29 atua Harris Eisenstadt September Trio.

Além dos espetáculos no CAEP, vão decorrer ainda dois concertos, um na Praça da República e outro no Jardim do Tarro, se as condições atmosféricas o permitirem. 

 

Noticia do Sapo Música



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Sábado, 07.07.12

O som dos acordes de jazz no Jardim Botânico da Ajuda

O Jardim Botânico da Ajuda será palco de concertos de jazz às quintas-feiras, pelas 18:30, de duas em duas semanas.


O primeiro espetáculo terá lugar já no próximo dia 19 de julho, com a atuação dos Roadmovie3, o novo projeto de Pedro Madaleno, com Alexandre Frazão e Nuno Cascais, em que é tocada música de estrada com originais e versões destrutivas de «oldies» de vároos grupos, como Led Zeppelin, Police, John Lennon, Bee Gees, e hits de alguns compositores de música de filme.

 

Mais tarde, a 2 de Agosto será a vez da voz de Ana Cláudia encontrar-se com o contrabaixo de António Quintino, dois amigos com as músicas que ouvem desde sempre, onde o jazz se mistura com a música portuguesa e a brasileira.

 

Já a 30 de Agosto, The Mingus Project trará Diogo Duque (trompete), Ricardo Toscano (saxofone alto), Victor Zamora (piano), Nelson Cascais (contrabaixo) e Vasco Furtado (bateria) ao Jardim Botânico da Ajuda.

 

A banda criada por Nuno Cascais irá tocar a música de Charles Mingus que, ao longo de quase seis décadas, criou uma obra fortemente enraizada no blues e no gospel, no jazz de Ellington, Bird e Monk, influenciada pela música de Schoenberg e Stravinsky.

 

A 13 de setembro cantará Paula Oliveira. A cantora de jazz e cara conhecida da televisão e do grande público por causa da sua participação no programa «Operação Triunfo», na RTP, no qual desempenhava as funções de professora de voz e de estilo, será acompanhada em palco por André Rosinha e João Barradas.

 

A fechar o evento teremos os Airbag, quinteto formado por João Capinha (saxofone alto), Miguel Picciochi (guitarra elétrica), Paulo Santo (vibrafone), André Rosinha (contrabaixo) e Pedro Felgar (bateria).

 

O coletivo apresentará um repertório original revelador de uma música simples e direta, explorando elementos, como o ritmo, o espaço e os timbres, buscando sempre a autenticidade sonora idealizada.

 

Este Verão o Jardim Botânico da Ajuda (JBA) terá, assim, fins de tarde com o som dos acordes de jazz. O evento é patrocinado pela Reitoria da Universidade Técnica de Lisboa e pelo Instituto Superior de Agronomia.

 

O preço de entrada para assistir aos concertos é de dois euros por pessoa.

 

Noticia do Sapo Música



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Quarta-feira, 30.05.12
Elisa Rodrigues no CoolJazz

Elisa Rodrigues e Júlio Resende vão fazer a primeira do concerto de Lizz Wright e Raul Midón no festival EDP CoolJazz.

 

O espectáculo acontece no dia 19 de Julho nos Jardins do Marquês de Pombal, em Oeiras.

 

A jovem cantora portuguesa leva ao CoolJazz a bem recebida edição de estreia "Heart Mouth Dialogues", recheada de versões jazzy de temas dos Nirvana e Beach Boys, entre muitos outros. Veja em baixo a interpretação de Rodrigues, com Resende ao piano, de 'You Don't Know What Love Is'.

 

Os bilhetes para este espectáculo custam entre 25 e 50 euros.

Retirado de Rádio Comercial


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