Terça-feira, 18.04.17

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FLY THE SUN APRESENTAM NOVO EP AO VIVO EM BRAGA

 

 

Chegaram pela força do reivindicativo “Shout” e agora têm um EP de estreia homónimo que atesta na perfeição o seu indie rock desenhado nos passos de Foo Fighters, Interpol ou Two Door Cinema Club, que será apresentado ao vivo já no próximo dia 20 de Abril no espaço TOCA em Braga.

 

As portas abrem às 22h30 e os bilhetes, ao preço de 3€, já podem ser adquiridos. Dois dias depois, os Fly the Sun apresentam-se na FNAC Braga pelas 17h. Oportunidade ideal para medir o pulso a uma das mais promissoras bandas da nova colheita rock nacional.

 

É das mentes criativas, e inquietas, de Mike Simões, Filipe Guerreiro, Paulo Ferreira e Carlos Mano que brotam as letras, e músicas, dos Fly The Sun. Esta jovem banda lusitana, de raízes bem firmadas no pop/rock alternativo, elege como maiores influências projectos tão díspares quanto Guns N’ Roses, Coldplay ou mesmo das sonoridades fortes e agressivas da década de 80 ao bom indie do Século XXI.

De Setúbal para o mundo. É este o trajecto que Carlos Mano, o baixista dos Fly The Sun, pretende percorrer. O amor pela música levaram a que trocasse recentemente o papel de mero apreciador, e crítico, pelo de membro de uma banda de amigos. Diz a lenda que pretendia adquirir uma guitarra eléctrica contudo, fruto do acaso ou do destino ele próprio, foi no baixo que viria a focar toda a sua energia e talento. Autodidacta, curioso por defeito e criativo por feitio, é perfeccionista e o mais calmo dos quatro. Assume sem complexos a sua paixão pelo festival Paredes de Coura e coloca Arctic Monkeys e Ornatos Violeta num patamar de excelência, elevando-os ao estatuto de maiores referências da sua existência musical.

Miguel Simões (também conhecido como Mike Simões ou, simplesmente, MS) tem origens geográficas em Odivelas e musicais no majestoso piano. Aos 13 anos, apenas dois depois de ter iniciado a aprendizagem de tão exigente instrumento, abandona as aulas dando continuidade à sua evolução em casa. Anos mais tarde sente o chamamento da guitarra clássica e, aproveitando um antigo exemplar do seu avô, inicia-se sozinho nesse versátil instrumento. A boa educação musical dos seus pais, baseada fortemente nas profícuas décadas de 70 e 80, despertam-lhe o interesse pela composição em inglês, trazendo assim ao de cima uma faceta que ele próprio desconhecia. Descreve-se como “um romântico puro, movido pelo cavalheirismo do gentleman que era Sinatra, mas também pelos Loucos Anos 20”, centra sempre o seu foco na mensagem de cada tema e elege como bandas favoritas os Coldplay e os R.E.M.

Paulo Ferreira, o terceiro de quatro membros da banda, tem raízes em Famões e é dono e senhor da bateria. Entre as suas maiores influências e inspirações musicais estão clássicos eternos das décadas de 70 e 80, da música nacional e internacional, estando Queen no topo das suas preferências. A bateria surge na sua vida…por influência de Mike, amigo de longa data que muito o motivou. Iniciou-se numa bateria eléctrica e, no final de 2015, apostou numa bateria acústica. Descrito como calmo, divertido e ponderado orgulha-se de ser autodidacta e é visto pelos restantes colegas como um exemplo de esforço, querer e dedicação.

É do belo município de Oeiras que provém o quarto, e último, membro dos Fly The Sun. Filipe Guerreiro é o guitarrista de serviço e o complemento perfeito para o trio apresentado acima. A relação que o une à guitarra começou aos 13 anos quando se interrogou na razão para a velha guitarra do progenitor não ser devidamente usada. A resposta surpreendeu-o e acabou por definir o seu futuro: descobriu que em tempos o pai tinha feito parte de uma banda. Após três anos de aulas de guitarra desiste, continuando o seu percurso por iniciativa própria ao

 

dedicar quatro horas diárias ao versátil instrumento. Criativo nato, envolve-se em todas as fases de composição, intervindo inclusivamente nos restantes instrumentos, assumindo um papel preponderante em todas as criações do quarteto. Embora seja o elemento mais novo é unanimemente considerado o mais sapiente, destacando-se a influência do Rock N’ Roll dos anos 80 e 90 e, em particular, das vozes e percursos de Andy Timmons, Paul Gilbert ou Nuno Bettencourt.

É deste caldeirão de influências, e de uma amizade impar e inabalável, que nascem os Fly The Sun. O céu é o limite, mas nem podia ser de outra forma. Afinal estes são os rapazes que querem “Voar o Sol”, quebrar barreiras e espalhar mensagens fortes e inspiradoras.



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Segunda-feira, 10.04.17

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FLY THE SUN E BLESS THE MESS AO VIVO NO TEXAS BAR

 

Fly the Sun e Bless the Mess, duas das novas forças emergentes do rock nacional, unem esforços para uma noite repleta de eletricidade a rodos com a chancela da Music For All, no Texas Bar em Leiria, a 15 de Abril.

 

Ambos os concertos servirão de apresentação aos registos de estreia da banda – o EP homónimo já editado dos Fly The Sun e “Low Blow” dos Bless the Mess, a ser editado no início de Maio – estando a abertura de portas prevista para as 22h e os bilhetes já disponíveis ao preço de 4€

 

É das mentes criativas, e inquietas, de Mike Simões (voz e guitarra/piano), Filipe Guerreiro (guitarra), Paulo Ferreira (bateria) e Carlos Mano (baixo) que brotam as letras e músicas dos Fly The Sun. Esta jovem banda lusitana, de raízes bem firmadas no pop/rock alternativo, elege como maiores influências projectos tão díspares quanto Guns N’ Roses, Coldplay ou mesmo das sonoridades fortes e agressivas da década de 80 ao bom indie do Século XXI.

No início de 2017 editam o EP de estreia homónimo - que recolhe as já citadas influências em cinco inéditos de inegável solidez, já apresentado ao vivo em espaços como o Musicbox e  B.Leza.

Os Bless the Mess, por seu lado, são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual editarão um novo trabalho esperado no segundo trimestre do ano.



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Quinta-feira, 02.03.17

                               

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EP DE ESTREIA HOMÓNIMO DOS FLY THE SUN JÁ DISPONÍVEL

 

Depois de terem arrebatado o coração e a alma de tudo e todos com o reivindicativo, e arrojado, single “Shout” chegou a vez de abrir a persiana por completo e deixar entrar o sol: o EP de estreia homónimo do quarteto lisboeta, Fly The Sun, já se encontra disponível em formato digital nas principais plataformas de streaming, desenhando inspiração na sonoridade de bandas como Foo Fighters, Interpol ou Two Door Cinema Club.

 

A Music For All anuncia assim a chegada de cinco poderosos temas, que prometem firmar os Fly The Sun entre os mais promissores nomes do indie rock nacional!

 

É das mentes criativas, e inquietas, de Mike Simões, Filipe Guerreiro, Paulo Ferreira e Carlos Mano que brotam as letras, e músicas, dos Fly The Sun. Esta jovem banda lusitana, de raízes bem firmadas no pop/rock alternativo, elege como maiores influências projectos tão díspares quanto Guns N’ Roses, Coldplay ou mesmo das sonoridades fortes e agressivas da década de 80 ao bom indie do Século XXI.

De Setúbal para o mundo. É este o trajecto que Carlos Mano, o baixista dos Fly The Sun, pretende percorrer. O amor pela música levaram a que trocasse recentemente o papel de mero apreciador, e crítico, pelo de membro de uma banda de amigos. Diz a lenda que pretendia adquirir uma guitarra eléctrica contudo, fruto do acaso ou do destino ele próprio, foi no baixo que viria a focar toda a sua energia e talento. Autodidacta, curioso por defeito e criativo por feitio, é perfeccionista e o mais calmo dos quatro. Assume sem complexos a sua paixão pelo festival Paredes de Coura e coloca Arctic Monkeys e Ornatos Violeta num patamar de excelência, elevando-os ao estatuto de maiores referências da sua existência musical.

Miguel Simões (também conhecido como Mike Simões ou, simplesmente, MS) tem origens geográficas em Odivelas e musicais no majestoso piano. Aos 13 anos, apenas dois depois de ter iniciado a aprendizagem de tão exigente instrumento, abandona as aulas dando continuidade à sua evolução em casa. Anos mais tarde sente o chamamento da guitarra clássica e, aproveitando um antigo exemplar do seu avô, inicia-se sozinho nesse versátil instrumento. A boa educação musical dos seus pais, baseada fortemente nas profícuas décadas de 70 e 80, despertam-lhe o interesse pela composição em inglês, trazendo assim ao de cima uma faceta que ele próprio desconhecia. Descreve-se como “um romântico puro, movido pelo cavalheirismo do gentleman que era Sinatra, mas também pelos Loucos Anos 20”, centra sempre o seu foco na mensagem de cada tema e elege como bandas favoritas os Coldplay e os R.E.M.

Paulo Ferreira, o terceiro de quatro membros da banda, tem raízes em Famões e é dono e senhor da bateria. Entre as suas maiores influências e inspirações musicais estão clássicos eternos das décadas de 70 e 80, da música nacional e internacional, estando Queen no topo das suas preferências. A bateria surge na sua vida…por influência de Mike, amigo de longa data que muito o motivou. Iniciou-se numa bateria eléctrica e, no final de 2015, apostou numa bateria acústica. Descrito como calmo, divertido e ponderado orgulha-se de ser autodidacta e é visto pelos restantes colegas como um exemplo de esforço, querer e dedicação.

É do belo município de Oeiras que provém o quarto, e último, membro dos Fly The Sun. Filipe Guerreiro é o guitarrista de serviço e o complemento perfeito para o trio apresentado acima. A relação que o une à guitarra começou aos 13 anos quando se interrogou na razão para a velha guitarra do progenitor não ser devidamente usada. A resposta surpreendeu-o e acabou por definir o seu futuro: descobriu que em tempos o pai tinha feito parte de uma banda. Após três anos de aulas de guitarra desiste, continuando o seu percurso por iniciativa própria ao

 

dedicar quatro horas diárias ao versátil instrumento. Criativo nato, envolve-se em todas as fases de composição, intervindo inclusivamente nos restantes instrumentos, assumindo um papel preponderante em todas as criações do quarteto. Embora seja o elemento mais novo é unanimemente considerado o mais sapiente, destacando-se a influência do Rock N’ Roll dos anos 80 e 90 e, em particular, das vozes e percursos de Andy Timmons, Paul Gilbert ou Nuno Bettencourt.

É deste caldeirão de influências, e de uma amizade impar e inabalável, que nascem os Fly The Sun. O céu é o limite, mas nem podia ser de outra forma. Afinal estes são os rapazes que querem “Voar o Sol”, quebrar barreiras e espalhar mensagens fortes e inspiradoras.



publicado por olhar para o mundo às 10:13 | link do post | comentar

Quarta-feira, 16.11.16

 

Letra

 

Life is too Short
To Wonder what to Do
So Figure It Out

If It Punches You
If It Blasts You
If It Almost Gets You

Remember to Shout, to get Loud

Verse 1

I heard Your Calling
I sense you're near
Are You In Trouble?

I'm Leaving Now
I Will find you
Trus Me
I Will Find You

Don't Worry, I'll get there
Even If I have to Run
Don't Panic
I'm Almost There,
To Be With You

Remember Just Shout, Just Get Loud


Chorus

Just Shout, Just Get Loud
I'm There At the Dawn
I'll be There For You

Just Shout, Just Get Loud
I'll be there When You're Down
Waiting For You


Just Shout, Just Get Loud
I'll be there When You're Down
Waiting For You


Verse 2

I See The Light
I Know You're Here
You Are Scaring Me

Wait Now,
Don't Leave Me
Do not, Do Not, Do Not, Do Not Go Now
I'm Seeing You There

Hey Now, I'm Right Here
You can Put Your Hand and See, Feel me.
I'm Real, So Touch Me, Kiss Me, Remember Me.

Chorus

Just Shout, Just Get Loud
I'll Be There When You're Down
I'll Be There For You


Just Shout, Just Get Loud
I'll be there When You're Down
Waiting For You


Just Shout, Just Get Loud
I will be there When You're Down
Waiting For You

Just Shout, Just Get Loud
I'll be There When You're Down
Waiting, I'm Waiting, Awaiting for You

Just Shout, Just Get Loud
I will be there When You're Down
Waiting For You

 



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Terça-feira, 15.11.16

Fly the Sun_promo.jpg

 

”SHOUT”, O GRITO DE AFIRMAÇÃO DOS FLY THE SUN

 

O quarteto lisboeta Fly the Sun estreia-se com o reivindicativo “Shout”, agitado tema rock alternativo mergulhado em influências de contemporâneos como Foo Fighters ou Interpol e no melhor espírito indie de bandas como Death Cab for Cutie ou Two Door Cinema Club.

 

Este é o primeiro lançamento da banda através do selo da Music For All e antecede a edição de um EP esperado no primeiro semestre do próximo ano.

 

É das mentes criativas, e inquietas, de Mike Simões, Filipe Guerreiro, Paulo Ferreira e Carlos Mano que brotam as letras, e músicas, dos Fly The Sun. Esta jovem banda lusitana, de raízes bem firmadas no pop/rock alternativo, elege como maiores influências projectos tão díspares quanto Guns N’ Roses, Coldplay ou mesmo das sonoridades fortes e agressivas da década de 80 ao bom indie do Século XXI.

 

De Setúbal para o mundo. É este o trajecto que Carlos Mano, o baixista dos Fly The Sun, pretende percorrer. O amor pela música levaram a que trocasse recentemente o papel de

 

mero apreciador, e crítico, pelo de membro de uma banda de amigos. Diz a lenda que pretendia adquirir uma guitarra eléctrica contudo, fruto do acaso ou do destino ele próprio, foi no baixo que viria a focar toda a sua energia e talento. Autodidacta, curioso por defeito e criativo por feitio, é perfeccionista e o mais calmo dos quatro. Assume sem complexos a sua paixão pelo festival Paredes de Coura e coloca Arctic Monkeys e Ornatos Violeta num patamar de excelência, elevando-os ao estatuto de maiores referências da sua existência musical.

 

Miguel Simões (também conhecido como Mike Simões ou, simplesmente, MS) tem origens geográficas em Odivelas e musicais no majestoso piano. Aos 13 anos, apenas dois depois de ter iniciado a aprendizagem de tão exigente instrumento, abandona as aulas dando continuidade à sua evolução em casa. Anos mais tarde sente o chamamento da guitarra clássica e, aproveitando um antigo exemplar do seu avô, inicia-se sozinho nesse versátil instrumento. A boa educação musical dos seus pais, baseada fortemente nas profícuas décadas de 70 e 80, despertam-lhe o interesse pela composição em inglês, trazendo assim ao de cima uma faceta que ele próprio desconhecia. Descreve-se como “um romântico puro, movido pelo cavalheirismo do gentleman que era Sinatra, mas também pelos Loucos Anos 20”, centra sempre o seu foco na mensagem de cada tema e elege como bandas favoritas os Coldplay e os R.E.M.

 

Paulo Ferreira, o terceiro de quatro membros da banda, tem raízes em Famões e é dono e senhor da bateria. Entre as suas maiores influências e inspirações musicais estão clássicos eternos das décadas de 70 e 80, da música nacional e internacional, estando Queen no topo das suas preferências. A bateria surge na sua vida…por influência de Mike, amigo de longa data que muito o motivou. Iniciou-se numa bateria eléctrica e, no final de 2015, apostou numa bateria acústica. Descrito como calmo, divertido e ponderado orgulha-se de ser autodidacta e é visto pelos restantes colegas como um exemplo de esforço, querer e dedicação.

 

É do belo município de Oeiras que provém o quarto, e último, membro dos Fly The Sun. Filipe Guerreiro é o guitarrista de serviço e o complemento perfeito para o trio apresentado acima. A relação que o une à guitarra começou aos 13 anos quando se interrogou na razão para a velha guitarra do progenitor não ser devidamente usada. A resposta surpreendeu-o e acabou por definir o seu futuro: descobriu que em tempos o pai tinha feito parte de uma banda. Após três anos de aulas de guitarra desiste, continuando o seu percurso por iniciativa própria ao dedicar quatro horas diárias ao versátil instrumento. Criativo nato, envolve-se em todas as fases de composição, intervindo inclusivamente nos restantes instrumentos, assumindo um papel preponderante em todas as criações do quarteto. Embora seja o elemento mais novo é unanimemente considerado o mais sapiente, destacando-se a influência do Rock N’ Roll dos anos 80 e 90 e, em particular, das vozes e percursos de Andy Timmons, Paul Gilbert ou Nuno Bettencourt.

 

É deste caldeirão de influências, e de uma amizade impar e inabalável, que nascem os Fly The Sun. O céu é o limite, mas nem podia ser de outra forma. Afinal estes são os rapazes que querem “Voar o Sol”, quebrar barreiras e espalhar mensagens fortes e inspiradoras.

 

 



publicado por olhar para o mundo às 12:13 | link do post | comentar | ver comentários (1)


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