Terça-feira, 17.01.17

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Charanga ao vivo em Almada

A Charanga volta a Almada para apresentar o Ti Tobias depois de percorrer muitos quilómetros por esse Portugal fora. Desta vez para tocar no Fórum Municipal Romeu Correia - Auditório Fernando Lopes Graça

28 Janeiro - 21h30
Auditório Fernando Lopes-Graça
Fórum Municipal Romeu Correia
Praça da Liberdade, 2800 - 648 Almada

6€ (50% de desconto jovens e reformados)
Reservas: 212 724 927 / 20 / 22 ou auditorio@cma.m-almada.pt


Sobre o novo "Tribut'ó Ti Tobias"

Partindo da ideia de homenagem, presta-se tributo a todos os que constroem e construíram a música ibérica (se é que ela existe). O novo álbum da Charanga inclui clássicos da dita música tradicional revirados do avesso, tributos à sopa de feijão, desgarradas, salgalhadas, uma homenagem ao emigrante do século XXI e muitos outros. É um espetáculo musical com forte componente teatral em que os músicos assumem o papel de três personagens e uma VJ que complementa o espectáculo com imagens de recolha, vídeo generativas e de síntese gráfica.

Sobre a Charanga

A Charanga é um projecto de criação e performance musicais. Na era digital e cultura actual, fazem uso de computadores, beatboxes, sintetizadores, ferramentas virtuais e influências musicais globalizadas, mas também o tambor, a gaita-de-fole, o violino, o bandolim, a D. Ermelinda que canta a Moda da Ceifa e os adufes. O repertório é maioritariamente original, sendo complementado com variações, versões e deambulações inspiradas nas construções melódicas, harmónicas e rítmicas do cancioneiro popular português e galego.

A Charanga foi vencedora dos prémios Megafone/Sociedade Portuguesa de Autores 2014 organizados pela Associação Megafone5 - João Aguardela. Ao longo da curta carreira da Charanga foram também várias as referências, entrevistas e presença em vários programas, jornais e rádios de referência. Deu espectáculos um pouco por todo o país, em Espanha e em Andorra em auditórios municipais e outros locais de espetáculo de referência. Participou em diversos festivais do circuito da música e cultura portuguesas (Andanças e Festa do Avante - 2010 / Outonalidades e Salva a Terra – 2011,2013 / L Burro e l Gueiteiro – 2012,2016 / Iberfolk - 2013 / Festival Terra Transmontana e Festival Bons Sons - 2014, etc).

Publicou vários registos - EP "Electrónica Cá da Terra" (2009), EP “TransBorda” e LP “Borda Tu!” (2013) e Tribut'ó Ti Tobias (2016).

Discografia: https://charanga.bandcamp.com

Website: www.charanga.pt

 

 



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CASUAR: AO VIVO NA FNAC DO CHIADO

 

Depois de um 2016 de afirmação no panorama musical português, com a edição do primeiro álbum a solo, CASUAR: inicia 2017 com um showcase ao vivo na FNAC dos Armazéns do Chiado no próximo dia 21 de Janeiro pelas 17h.

 

Oportunidade mais que ideal para escutar as canções de “Game Over”, entre elas “Fuga” e “Mero Passo”, perfeitos exemplares da indie pop singular e inventiva que nos apresenta neste projecto one man band, já disponível para compra nos locais habituais e para escuta nas principais plataformas de streaming.

 

Nascido a 30 de Março de 1989 em Castelo Branco, Rui Rodrigues é filho de mãe portuguesa e pai moçambicano. O primeiro contacto que teve com a música foi nos escuteiros, onde aprendeu a tocar guitarra. Mais tarde, ingressou numa escola de música onde aprendeu a tocar guitarra elétrica, bateria e piano, alimentando assim a sua vertente multi-instrumentística.

 

Na adolescência tocava frequentemente covers de bandas de rock, punk e metal com os amigos. E, uns anos mais tarde, descobriu o mundo da World Music onde aprendeu a tocar percussões africanas, didgeridoo, fujara, gaita-de-fole, entre outros instrumentos tradicionais.

Quando acabou a escola, entrou em Biologia na Universidade de Lisboa mas desistiu passados poucos meses para poder seguir a sua verdadeira paixão: a música. Aos 19 anos, deu aulas de música numa escola primária e começou um curso de Produção Musical, que acabaria no ano seguinte. Perto de atingir o final do curso, Rui Rodrigues foi convidado para tocar na sua banda portuguesa favorita, os Dazkarieh. Começava aqui a sua carreira como músico profissional. Para além de experiência musical, foi aqui que despertou para o mercado da música em Portugal ganhando experiência na área do marketing musical.

Com Dazkarieh gravou 3 discos e fez mais de 150 concertos em Portugal e na Europa, em países como Alemanha, Espanha, Áustria, Suiça e Lituânia. Fez parte da formação de bandas de variados estilos como Stereo Parks (Indie/Rock), Pás de Probléme (World Music), mas destaca-se a presença na banda Voodoo Marmalade (Banda de Ukuleles) onde fez cerca de 100 concertos e onde teve a primeira experiência como compositor/produtor musical, compondo, gravando, produzindo e misturando o primeiro disco da banda.

Entre 2014 e 2015 destacam-se as participações como músico nas bandas Donna Maria e D.A.M.A (onde ainda se encontra em funções). Em finais de 2014 os Dazkarieh acabam com o último disco e a última tour, e dá-se o mote para a criação de um novo projeto musical one man band chamado CASUAR:

O primeiro trabalho foi lançado em Outubro de 2014. Trata-se de um EP homónimo com 5 faixas completamente auto-produzidas desde as letras até à gravação, da mistura e masterização ao design da capa. O tema “Monotonia” fez parte da compilação Novos Talentos Fnac 2015, tendo rodado durante esse ano na playlist da Antena 3.

No espaço de um ano fez mais de 30 concertos destacando-se: Toca a Todos (na Praça do Comércio, em direto para a Antena 3), Final do EDP Live Bands'15, NOS Alive'15 e Final do Cambra Fest onde acabou por sair vencedor. Em Julho de 2016 foi lançado o seu primeiro longa-duração, “Game Over”, com o selo da Music In My Soul.



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ESTREIA NO PORTO

 


No próximo dia 27 de Janeiro a Dona Carioca estreia-se no Porto, no icónico Club Hot Five.
Antes passam ainda no Station Blues em Braga, na próxima Sexta-Feira dia 20.



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Camarro Fest dias 3 e 4 de fevereiro

 

Nos próximos dias 3 e 4 de fevereiro, realiza-se, no salão da SIRB Os Penicheiros, a 2ª Edição do "Camarro Fest", com dez grandes bandas nacionais.

 

Será, para uns, a oportunidade de reviver o que de bom se fez outrora no Concelho do Barreiro, no que aos sons mais pesados diz respeito e, para outros, os das gerações mais recentes, a demonstração do talento e do potencial que as gentes e a nossa terra têm para com o panorama cultural do nosso país. 

 

Tendo em conta o sucesso da primeira edição, a organização do Camarro Fest, ​com o apoio da Câmara Municipal do Barreiro, através do Gabinete da Juventude, ​está empenhada em fazer desta edição um evento de ainda maior dimensão e êxito.

 

Este evento visa a promoção de bandas locais e nacionais, e a dinamização e divulgação da cidade do Barreiro e dos barreirenses.

 

 

Horário e alinhamento das atuações:

 

Sexta-Feira - 3 de fevereiro de 2017

Abertura de portas: 20h00

 

21h00/21h45  SKYARD 

22h00/22h45  A TREE OF SIGNS 

23h00/23h45  DECAYED 

00h00/00h45  GROG 

01h00/02h00  MATA RATOS

 

After Party: Nuno Silva DJ Set

 

 

Sábado - 4 de fevereiro de 2017

Abertura de portas: 20h00

 

21h00/21h45  AFFÄIRE

22h00/22h45  DOLLAR LLAMA 

23h00/23h45  SINISTRO

00h00/01h00  HOLOCAUSTO CANIBAL

01h15/02h00  PROCESS OF GUILT

 

After Party: Twisted Sisters DJ Set

 

Preço bilhetes:

Diário: € 10,00

2 dias: € 18,00

Special Pack (T-Shirt + Bilhete 2 dias + Copo Festival + 2 senhas de bebida): € 23,00

 

CMB 2017-01-16



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Segunda-feira, 16.01.17

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21 de Jan. de 2017 21:30

O'culto da Ajuda
Lisboa, Portugal

 


 

Duo que confronta um certo universo da música electrónica com ponto de partida num dos sintetizadores analógicos pioneiros, o Buchla, com um outro universo seu paralelo, o de um Contrabaixo, acústico, mas algumas vezes também processado. Armando Teixeira e Miguel Leiria Pereira re-visitam materiais que foram explorados por compositores e músicos do século XX, tentando através da improvisação livre prestar homenagem à era do Experimental, Conceptual e Avant Garde, que desde sempre fascinou os dois músicos.

 

Armando Teixeira Sintetizadores Analógicos
Miguel Leiria Pereira Contrabaixo

 

Email oculto@misomusic.com
Endereço Travessa das Zebras 25/27, 1300-589 Lisboa Portugal


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Chico Fininho


Tributo a Rui Veloso por Rogério Charraz

 

Cineteatro Municipal D. João V

 
"Chico Fininho" é uma celebração dos 35 anos de carreira de um dos músicos mais consensuais e admirados da música Portuguesa.

Um desfile de canções que marcaram várias gerações de portugueses, entre os quais os cinco magníficos músicos que prestam este tributo, onde não faltam algumas das pérolas menos divulgadas pelas rádios.

Do mítico "Ar de Rock" ao mais recente "A Espuma das Canções", nenhum disco ficará de fora desta viagem pelo Porto, pelos Blues, pelo Rock, pelas canções de amor e por todos os elementos que fazem parte da brilhante história de Rui Veloso, que é também uma parte importante da história dos últimos 35 anos dos portugueses...
 
 
 


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A Orquestra de Foles é um projecto musical da Associação Gaita-de-Foles: uma formação composta por instrumentos tradicionais onde se incluem um punhado de gaitas e uma mão cheia de percussões. Jogando com ritmos improváveis, arranjos arrojados e reportório diversificado, é um grupo capaz de, com um sopro, levar a gaita-de-foles ao lugar de destaque que merece.
Na rua ou no palco, esta sinfonia de foles, ponteiros, roncos, peles e aros, promete o rigor de uma orquestra com a irreverência dos gaiteiros.

Continuando o percurso de outras bandas como Gaitafolia e Cornes, a Associação Gaita-de-Foles lança mais um projecto para mostrar este instrumento e as suas potencialidades.
Desde a sua criação, a Escola da Associação tem cumprido o seu papel de ensino e divulgação da gaita-de-foles, e tem vindo a formar uma nova geração de gaiteiros - conscientes da diversidade e riqueza do instrumento, conhecedores da sua história e abertos à inovação.

Surge então a necessidade de criar um ponto de encontro entre professores e alunos que foram passando pela escola, abrir espaço para a sua exploração criativa e estabelecer uma ponte com o público.
É desta forma que nasce e se projecta o futuro deste grupo, que gira essencialmente à volta da paixão pela gaita, juntando vivências musicais actuais e influências diversificadas, não esquecendo o reportório desde sempre associado a este instrumento com especial destaque para a sua ligação a Portugal.
A Orquestra de Foles inventa assim a sua identidade musical, integrando temas tradicionais e composições originais, técnicas antigas e arranjos contemporâneos.


Uma Longa Caminhada
Antes da Orquestra de Foles, outros grupos se formaram no âmbito da Associação, dando visibilidade ao trabalho desenvolvido, e abrindo caminho para as possibilidades que são hoje exploradas:

Cornes - Gaiteiros do Mundo
Cornes foi a banda dos alunos da Escola de Gaitas da Associação Gaita-de-foles. Os Cornes são músicos urbanos, gaiteiros e percussionistas, que procuram criar música em torno do universo da Gaita-de-fole de Portugal e do Mundo...

Gaitafolia: o início da caminhada
Fundada em 1999, a Gaitafolia foi a primeira banda do género no país. O seu percurso está ligado à fundação da Associação Gaita-de-foles, à qual esteve ligada desde o início. Uma primeira geração de pessoas que abriu caminho à Gaita-de-fole em Portugal...

 

 

 

Contactos:
www.facebook.com/OrquestraFoles
http://gaitadefoles.net/OrquestraFoles
banda@gaitadefoles.net



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Domingo, 15.01.17

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O'culto da Ajuda  • art music centre • because sound matters • 17 de Janeiro • 21h00

 

Art's Birthday 2017 - Rui Dias & Ensemble de Música Electroacústica da ESART


Concerto para improvisadores e orquestra de laptops 

No dia 17 de Janeiro de 2017, irá decorrer o Art’s Birthday 2017, Euroradio Ars Acustica Special Evening, com transmissões de 20 minutos, em directo, a partir de vários países. A transmissão em directo de Portugal para o Art's Birthday realiza-se a partir da Miso Music Portugal (O'culto da Ajuda) através da Antena 2 e em directo para a UER (União Europeia de Radiodifusão), com o compositor Rui Dias que irá apresentar o seu Concerto para improvisadores e orquestra de laptops.

Explorando as especificidades da orquestra de laptops como meio de expressão musical, esta peça introduz vários aspectos conceptuais e técnicos tornados possíveis pelo uso da mediação por computador com comunicação por rede entre o “maestro” e os performers, para criar um paradigma musical que pode ser descrito como um cruzamento entre o indeterminismo e o serialismo. Pensada como um estudo de alguns dos recursos e potencial da utilização de ligação em rede na orquestra de laptops, está dividido em seis secções, cada uma explorando diferentes possibilidades musicais da utilização do computador como mediador, que “ouve” todos os eventos tocados pela orquestra de laptops, e adapta algoritmicamente as possibilidades de alturas e dinâmicas. Utiliza um software especificamente desenvolvido para esta peça, programado no ambiente Max/MSP.

Improvisadores:
Carlos Zíngaro violino 
Gilberto Bernardes saxofone 
Joana Sá piano 
Filipe Lopes electronics 
Luís Marques electronics

Orquestra de Laptops:
António Branco 
Francisco Matos 
Gonçalo Carneiro 
Gonçalo Ferreira 
Henrique Couto 
Hugo Santos 
João Soares 
Luís Cardoso 
Paulo Oliveira 
Rita Moreira

Direcção: Rui Dias

HTTPS://ARSACUSTICA.WORDPRESS.COM/

 



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ORQUESTRA CLÁSSICA DO CENTRO
Maestro José Eduardo Gomes
Concerto
Música sinfónica abre o ano com um programa de eleição

 

Local:  Auditório 1
Data/Hora:  Sáb. 28 janeiro às 21:45h

 

A Orquestra Clássica do Centro (OCC) apresentou-se pela primeira vez, enquanto orquestra profissional, em dezembro de 2001. Considerada de superior interesse cultural pelo Ministério da Cultura, a OCC encontra-se abrangida, desde então, pela Lei do Mecenato Cultural (atual Estatuto dos Benefícios Fiscais). Do seu historial destacam-se os concertos que tiveram lugar em monumentos arquitetónicos e o alargamento da sua atividade a outros municípios e distritos, para além de Coimbra. Passou ainda a contar com o contributo solístico e de regência de notáveis figuras do nosso panorama musical, encontrando também meios para, pontualmente, produzir concertos com uma densidade tímbrica e orquestral sinfónica. Também tem vindo a multiplicar a atuação de formações de câmara (trios, quartetos e quintetos, entre outras), disponibilizando assim um leque variado de programas/repertórios, em função das circunstâncias e / ou locais. Organizou concursos e conferências e festivais para além das atividades exclusivamente concertísticas. Ao longo destes anos, a OCC tem realizado o seu trabalho ininterruptamente. Do seu historial fazem ainda parte diversas iniciativas realizadas sobre a temática da Guitarra portuguesa, na sua valorização e promoção enquanto instrumento solista de orquestra, com especial destaque para os Encontros Internacionais da Guitarra Portuguesa, iniciados em 2007 com o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos,. Em maio de 2014, deslocou-se a Cabo Verde, a convite do Ministro da Cultura de Cabo Verde, Mário Lúcio de Sousa, que declarou a Orquestra, além de "fundadora da Orquestra Nacional de Cabo Verde", como sendo parte integrante desta. Por proposta do então Ministro Mário Lúcio de Sousa, a OCC acolhe em Coimbra o Centro de Transcrição da criação musical de Cabo Verde. Em 2015 assinou também um protocolo de colaboração com o Centro de Estudos da Morna que tem como principal intuito divulgar a Morna como património cultural da lusofonia. Em julho de 2015 interpretou obras de Vasco Martins e Mário Lúcio, tendo estes igualmente participado no concerto como interpretes. Em janeiro de 2016 a OCC esteve presente e atuou na cerimónia de inauguração do Museu do Tarrafal. Editou vários CD´s, dos quais se destacam Cantar Coimbra 1 e 2 , a Suite Sinfónica Aeminium de José Firmino , Em Memória da Madrugada ou Viagens no Imaginário da Morna. Dos livros editados o destaque vai para As Primaveras, de Francisco Martins e Cesária - A rota da Lua vagabunda, da autoria de Tchalê Figueira e Vasco Martins, sobre Cesária Évora. Enquanto associação, a OCC tem ainda a responsabilidade da gestão cultural do Pavilhão Centro de Portugal (local da sede da OCC). Fomentar a cultura musical, dimensionar a vertente pedagógica e conferir apetência para ouvir e apreciar música erudita, têm sido e continuarão a ser os objetivos deste projeto. A Orquestra Clássica do Centro conta com o apoio Institucional da Câmara Municipal de Coimbra, e tem como Mecenas plurianuais a Caixa Geral de Depósitos e a EFAPEL. Tem protocolos assinados com várias Câmaras Municipais, Escolas de Música e outras Instituições como sejam a Universidade de Coimbra, o IPC, o ISCAC ou a ESART. Tem o apoio do Diário As Beiras e o Diário de Coimbra,Noticías de Coimbra, RTP e Atena 1, para além de empresas como a Critical Software, a ISA, ASCENDUM ou PLURAL. Em fevereiro de 2016, além da sua direção artística geral, apresentou a direção artística estratégica de que fazem parte nomes como Vasco Martins, Luís Tinoco, Mário Alves ou Marina Pacheco. É maestro titular desta orquestra, José Eduardo Gomes. Tem desde setembro de 2015 o estatuto de ONG para o Desenvolvimento.

 

Maestro José Eduardo Gomes

Como instrumentista tem-se dedicado à música de câmara e apresenta-se regularmente com diversas formações em Portugal, Itália, Bélgica, Suiça, Japão e Canadá. Participou em masterclasses de Direcção de Orquestra com Jorma Panula, António Saiote, Cesário Costa, Jan Cober, Gianluigi Gelmetti, Jésus López Cobos, Alexander Polishuk, Ernst Schelle, Luiz Gustavo Petri, Douglas Bostock, José Rafael Vilaplana e Peter Rundel tendo oportunidade de dirigir a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Musica, a Orquestra de Sofia (Bulgária), a Orquestra do Algarve, a Orchestre de la Haute École de Musique de Genève e Zurique (Suíça), a Orquestra Filarmonia das Beiras, a Orquestra Clássica do Centro, Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra Filarmónica de Argovie e Remix Ensemble, entre outras. Foi assistente de Martin André na Orquestra Momentum Perpetuum. Entre 2008 e 2011, foi maestro titular da Orchestre Chambre de Carouge (Suiça). Recentemente dirigiu a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica de Kaposvár (Hungria), a Orquestra do Algarve, Orquestra Filarmonia das Beiras, Banda Sinfónica Portuguesa, Banda Militar do Porto, Jovem Orquestra Portuguesa, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra Sinfónica da Esart, Orquestra Nacional de Jovens, Orquestra Sinfonietta, Orquestra Clássica de Espinho, onde teve a oportunidade de trabalhar com solistas tais como Bruno Giuranna, Atar Arad, Helen Callus, Roger Meyers, Iva Barbosa, Otto Pereira, João Sousa, Francisco Luís Vieira, Ana Luísa Pereira, Carolino Carreira, Francisco Pérez, Mário Laginha, André Dias, Joana Seara, Rui Gama, Ana Maria Pinto, Job Tomé, Luisa Tender, Henk van Twillert, Vitorino, Aldo Salvetti, Ricardo Gaspar, Pedro Lopes, Sérgio Pacheco ou Natalia Pegarkova. Foi assistente do maestro Peter Eötvös, com a Orquestra Sinfónica do Porto Cdm. Na sua vertente mais pedagógica, o maestro José Eduardo Gomes dirige regulamente orquestras de jovens com as quais realiza um trabalho de formação. Colabora regulamente com o projecto Orquestra Geração e com várias escolas um pouco por todo o país, como por exemplo, Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, Escola ARTAVE, Academia de Música de Costa Cabral, JOBRA, EPABI e Academia do Vale de Sousa. Colabora igualmente com diversos ensembles, tais como Portuguese Brass, Serenade Ensemble e Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins. É membro fundador do Quarteto Vintage, maestro titular do Coro do Círculo Portuense de Ópera e maestro titular da Orquestra Clássica da FEUP. Para a temporada 2015/16 tem já agendados concertos com as mais destacadas orquestras nacionais, diversos estágios e masterclasses. É o maestro titular da Orquestra Clássica do Centro.

 

PREÇO: 7,50€ / Associado: 5€ / Descontos: 6€ / Desempregado: 2,50€ / Bilhete família disponível



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Sábado, 14.01.17

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António Pinto Basto

 
Após gravar, em 1988, o sucesso "Rosa Branca", um fado escrito pelo seu avô João, cujas vendas atingiram o disco de platina e renderam cerca de 120 espectáculos em apenas um ano, António Pinto Basto têm-se dedicado exclusivamente ao fado. Em 1989. editou o álbum, “Maria” (1989), que repetiu o sucesso de vendas. Seguiram-se “Confidências à Guitarra”, a colectânea “Os Grandes Sucessos de António Pinto Basto” e “Desde o Berço” (1996). Fez parte do grupo. Fez parte do grupo Quatro Cantos que recuperou grandes nomes do fado.Para além de Portugal tem actuado em países como Brasil, India, Canadá, Estados Unidos da América e China sempre com grande prestigio.
 
MÚSICA
20 JAN | 21:30H | 10€


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KADYPSLON APRESENTA “REFÚGIO” AO VIVO NAS FNAC

 

Numa altura em que o seu primeiro longa-duração está quase a ver a luz do dia, Kadypslon prepara-se para uma pequena digressão pelas FNAC lusitanas que servirão de apresentação a “Refúgio”, o novo registo.

 

Não faltarão à chamada canções como “Malta Perdida”, “Rise & Shine” ou “Realidade”, canções que têm marcado o percurso do rapper lisboeta. Conheçam as datas:

 

20.01 | FNAC @ Almada Fórum, 22h

27.01 | FNAC @ Alegro Alfragide, 21h30

                                                                                  

Nascido em meados dos anos 90 nos subúrbios de Lisboa, em Santo António dos Cavaleiros, Kadypslon descobriu por volta dos 14 anos a paixão pela poesia e pelo movimento hip hop. Durante cinco anos foi aperfeiçoando o seu dom juntamente com dois primos, até que decidiu emigrar, devido à falta de condições e oportunidades no seu país.

 

Atualmente a residir em Peterborough, em Inglaterra, e depois de quase dez anos de paragem, Kadypslon decidiu voltar a dedicar-se à música, agora com toda outra maturidade, garra e perspetiva.

Em 2010 gravou a sua primeira demo com seis faixas promocionais. Três anos mais tarde disponibilizaria o seu primeiro projeto, intitulado “Pandemonium”, que refletia um resumo de experiências passadas narradas na primeira pessoa. No primeiro trimestre do ano edita o seu primeiro longa-duração, “Refúgio”, que recolhe influências de boom bap e gravita em torno da temática da consciência urbana.



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Sexta-feira, 13.01.17

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Disney revela vídeo do tema “De Nada” do filme “VAIANA”, com os ÁTOA 

Canção faz parte da banda sonora do filme de animação da Disney.

Os ÁTOA são um dos nomes portugueses que figuram na banda sonora do aclamado filme de animação da Disney “VAIANA”, que estreou no final do ano passado, e agora é revelado o vídeo oficial do tema “De Nada”, uma versão da canção principal do filme.

Os vídeos dos ÁTOA no canal oficial da banda no YouTube somam mais de 7,2 milhões de visualizações.

Além dos ÁTOA, a banda sonora de “VAIANA” inclui ainda versões em português de temas interpretados por Ricardo Monteiro, Raquel Ferreira, Sara Madeira, Helena Montez, Inês Gonçalves, Jade Achiam, Paulo Ramos, Diogo Pinto e Pedro Bargado.

A recente estrela pop Alessia Cara também contribuiu para a banda sonora desta animação da Disney com a canção “How Far I’ll Go”, que também se pode ouvir no disco, juntamente com as várias composições originais de Lin-Manuel Miranda, Opetaia ‘i e Mark Mancina.

 

 



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Linda Martini

Apresentam “Sirumba” dia 3 de março no Hard Club, no Porto.

Cerca de um ano depois da edição de “Sirumba” e da estreia retumbante no palco do Coliseu de Lisboa, os Linda Martini apresentam-se, finalmente, no Porto. Promessa feita aos muitos fãs que do norte do país lhes exigiam a presença, agora cumprida, no próximo dia 3 de março, no Hard Club.

 

“Sirumba”, elogiado pela critica levou, pela primeira vez os Linda Martini ao 1.º lugar do top de vendas nacional e torna-os repetentes no título de melhor disco português (2016) para os leitores da Blitz.

 

 

Na ressaca do espetáculo de apresentação, em abril do ano passado, o jornalista da Blitz, Rui Miguel Abreu, escrevia: "Não foi à terceira, é a quarta. O álbum número quatro na conta pessoal dos Linda Martini, Sirumba, mereceu apresentação no Coliseu dos Recreios de Lisboa, verdadeira instituição da música ao vivo no nosso país que durante anos foi a sala que mais imediatamente traduzia consagração na carreira de qualquer artista. (…) Esta noite foi a vez dos Linda Martini ascenderem a essa divisão."

 

"(…) Ao longo de quase duas horas, os Linda Martini soaram coesos, como se fossem mesmo só um, eles e o público, que os conhece de ginjeira e os trata como se não houvesse distância entre o palco e a plateia, como se fossem todos membros do mesmo clube ou da mesma família. Parece que se chama "pertença" a isso. Há um grupo que se entrega e um público que se rende. O rock não é muito mais do que isto: canções que tocam num qualquer nervo geracional e que até podem nem ser entendidas por quem está de fora, mas que têm uma força desmedida. Não se explica, como não se explica, tal como referido em cima do palco, como um nome de uma banda discutido numa cozinha de Massamá hoje encha as bocas e os corações de tanta gente."

 

Dia 3, é no Porto. Os bilhetes estão à venda  nos locais habituais.



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Sábado, 14 de Janeiro | 22h00| Sala José Afonso

 

Raízes e Criação na Música Popular Portuguesa

 

POESIA E CANTO AO AMIGO ZECA

 

“Esta é uma pequena e simples, mas digna homenagem que todos queremos prestar a José Afonso que todos conhecemos bem e de quem eu era imensamente amigo. Aliás conheci-o em casa dos Dimas e foi pela nossa mão (Círculo de Estudos Humanísticos e Círculo Cultural de Setúbal) que José Afonso pôde dar o seu primeiro concerto em Setúbal totalmente livre. Porque já tinha colaborado com ele em diversos concertos antecedentes nos sítios mais incríveis, com outros cantores, divulgados só a meia-dúzia de pessoas e à última hora por causa da vigilância e da censura da PIDE.

Tito Lívio, poeta, crítico de teatro e de cinema, professor destas duas artes e dramaturgista e "diseur de poesia, direi poesia, entre ela dois belos poemas de José Afonso, acompanhado pela guitarra clássica da minha amiga Heloísa Monteiro que também cantará uma morna e uma coladeira, dado que é originária de Cabo Verde e professora de guitarra clássica.

Mário Piçarra, filho do cantor Luís Piçarra, que viu dois discos seus censurados antes do 25 de Abril pelo seu conteúdo contestatário, cantará duas canções de José Afonso e mais algumas do seu novo e belo disco a editar.

Ana Patacho, professora de poesia da Universidade Sénior de Oeiras e fundadora do colectivo de poesia "Oeiras Verde", dirá comigo um poema de Garcia Lorca, "Romance Sonâmbulo", eu em castelhano e ela em português.”

Tito Lívio

 

 

Casa da Cultura de Setúbal



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Quinta-feira, 12.01.17

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Lançamento do Álbum de estreia dos PÁS DE PROBLÈME

Festa no Titanic Sur Mer: 4 Horas de Real Padrada
 
Depois de um ano estrondoso de 2016 (que conta com a ida aos palcos principais de festivais como o SuperBock SuperRock e a Festa do Avante) os Pás de Problème anunciam o lançamento do muito aguardado álbum de estreia "Silence Is Gold". 

A festa de lançamento será no próximo dia 4 de Fevereiro, no Titanic Sur Mer gerido por Manuel João Vieira, no Cais do Sodré.
 
Para celebrar o lançamento do primeiro álbum da banda, conhecida pelos seus concertos explosivos e improváveis, os PÁS irão fazer um concerto de 4 horas: quatro horas de Real Padrada com muitas surpresas.
 
 
+info Evento no FB


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Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 



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MIKE BRAMBLE anuncia o lançamento da sua NOVA MÚSICA intitulada "Living Dreams" que estará disponível em todas as lojas e plataformas de música online e no seu site oficial no próximo dia 13 de janeiro.
 
"Living Dreams" é um tema de alerta e abertura de consciência dos limites do planeta Terra, ridicularizando as excentricidades da sociedade moderna. "Living Dreams" faz parte de um conjunto de músicas que irão integrar o próximo disco de MIKE BRAMBLE a ser lançado durante este ano. 
 

 

 

Mike Bramble é um músico Pop/Rock de Leiria. Começou a compôr e a gravar no seu estúdio caseiro algumas demos que chamaram à atenção através das redes sociais e das web-rádios um pouco por todo o mundo, em especial o tema "Is It You" com o qual atingiu o 1º. lugar na categoria de Soul no site americano Ourstage.com.

Desde 2012 que está reunido a mais 3 elementos (João Loureiro - bateria; Hugo Santos - baixo; e Mike Gomes - guitarra) e mantem a composição de novos temas e novos arranjos que disponibiliza ao público regularmente online. Em Julho de 2015  edita o seu EP de estreia, "Platonic" em formato digital e em Fevereiro de 2016 em formato físico, distribuído pela Compact Records."

Convido a visitar o site oficial da banda em www.mikebramble.com e assim aceder a toda a informação, música, fotos e videos de Mike Bramble.



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SOFIA VITÓRIA
Videoclip “ Mother” hoje disponível

 
Estreia hoje o videoclip do single "Mother" do álbum "Echoes - Fernando Pessoa, English Poetry & Prose" de Sofia Vitória, realizado por Pedro Estevão Semedo e GARAGEM.

Fernando Pessoa partiu há 81 anos e as suas últimas palavras foram escritas em inglês: “I know not what tomorrow will bring”. Este foi o ponto de partida para “ECHOES - Fernando Pessoa, English Poetry & Prose​”, o novo álbum da cantora portuguesa Sofia Vitória e aquele que é o primeiro disco inteiramente dedicado à poesia e prosa em inglês de Fernando Pessoa. As palavras inglesas de Pessoa ganham vida pelas mãos dos compositores Amélia Muge, António Zambujo, Daniel Bernardes, Edu Mundo, Joana Espadinha, João Hasselberg, João Paulo Esteves da Silva, José Mário Branco, José Peixoto, Luís Figueiredo, Mário Laginha, Paula Sousa e Sofia Vitória. O disco é uma co-produção com a Casa Fernando Pessoa.
 

 

 
 


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Joana Rios inicia no mês de Janeiro a digressão nacional em que irá apresentar os temas do seu álbum "Fado de Cada Um", disco de estreia como fadista e que marcou uma fase de mudança na carreira da artista.

Joana Rios será acompanhada pelos músicos Bruno Mira na Guitarra Portuguesa e Pedro Pinhal na  Viola de Fado.

"Fado de Cada Um" à venda nas lojas habituais desde Junho de 2016 e disponível nas plataformas digitais.

 

Digressão Joana Rios – Primeiras datas!



28 de Janeiro |  Armazém 8 - Évora - 22h
 
04 de Fevereiro |  Cine-Teatro - Torres Vedras - 21.30h

20 Abril  |  Ciclo "Há Fado no Cais" Museu do Fado - Lisboa - 21h

19 Maio |   Cine-Teatro Garrett - Póvoa de Varzim

27 Maio | Casa da Música - Porto - 21.30h

 

 



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Quarta-feira, 11.01.17

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ANIMAR 12 ARRANCA COM “MÃO VERDE”, UM ESPETÁCULO PARA TODA A FAMÍLIA COM LETRAS DE CAPICUA E MÚSICA DE PEDRO GERALDES

MÃO VERDE · Capicua & Pedro Geraldes
Festa de Abertura Animar 12
Sábado, 21 de janeiro de 2017, 15:00
Teatro Municipal de Vila do Conde, sala 1

 

A 12ª edição do projeto educativo Animar arranca a 21 de janeiro com o espetáculo ao vivo “Mão Verde”, de Capicua e Pedro Geraldes, às 15:00, no Teatro Municipal de Vila do Conde. O concerto temático para toda a família oferece uma sessão repleta de música, poemas e lengalengas em torno de temas como a natureza, a ecologia, os alimentos e um estilo de vida saudável.

Pensado para crianças mas sem pretender ser infantil, “Mão Verde” assinala a estreia da rapper portuense Capicua – que se destacou no panorama musical português com temas como “Vayorken”, “Maria Capaz” e “Sereia Louca” – e de Pedro Geraldes – guitarrista dos Linda Martini – no universo dos mais novos.

Durante cerca de uma hora, com vários momentos de interação com o público, “Mão Verde” passa uma mensagem ecologista através de canções alegres e de uma abordagem divertida a diversos temas do quotidiano e do universo verde: as cores das flores, o cheiro das ervas aromáticas, a agricultura, entre outros. As histórias são contadas por Capicua, com rap, rimas e jogos de palavras, sobre as batidas coloridas dos instrumentos musicais tocados ao vivo por Pedro Geraldes.

“Mão Verde” resulta de uma encomenda do São Luiz Teatro Municipal a Capicua, que convidou Pedro Geraldes a juntar-se ao projeto. Do Teatro São Luiz, o espetáculo seguiu para outros palcos tendo, mais tarde, originado um disco-livro, com ilustrações de Maria Herreros e pequenas notas do agricultor Luís Alves. Os vídeoclipes dos singles “Quente & Frio” e “Erva-de-Cheiro” foram realizados por Alice Eça Guimarães, cineasta que participou na edição anterior da Animar em dois momentos: na exposição da Solar – Galeria de Arte com o filme “Amélia & Duarte”, corealizado por Mónica Santos, e na produção da curta-metragem “Nossa Senhora da Apresentação” com Abi Feijó, Daniela Duarte e Laura Gonçalves.

Os bilhetes para o espetáculo, à venda no Teatro Municipal de Vila do Conde e na rede da Bilheteira Online, custam 4 euros para crianças e jovens até aos 12 anos e 6 euros para adultos. Está ainda disponível, em exclusivo no Teatro Municipal, um pack família por 16 euros para 4 pessoas, num máximo de dois adultos.

Criado pela equipa que organiza o Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema, o projeto educativo Animar desenvolve anualmente diversas atividades em torno do cinema de animação dirigidas às famílias mas, sobretudo, à comunidade escolar da região norte. Até junho, estão planeados ateliês de animação orientados por formadores convidados, ateliês de iniciação de cinema na sala de aula, visitas guiadas à Solar – Galeria de Arte Cinemática, sessões de cinema no Teatro Municipal de Vila do Conde e apresentações e mostras “Antes do Filme”.

À semelhança das edições anteriores, o centro destas atividades voltará a ser a exposição na Solar – Galeria de Arte Cinemática, em Vila do Conde, que, este ano, destaca os telediscos portugueses de animação, de Capicua e Pedro Geraldes a Samuel Úria, passando por Os Azeitonas e Quinta do Bill, e os seus autores, Alice Eça Guimaraes, Pedro Serrazina, Bruno Caetano e Jorge Ribeiro. A inauguração está marcada para o dia 18 de fevereiro, às 15:00.

 

Informações:
www.curtas.pt/animar
www.facebook.com/projetoanimar
www.youtube.com/animarviladoconde



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Data de Edição 7 Fevereiro 17

Pré-venda iTunes 20 Janeiro 2017

Com produção artística de David Fonseca e um elenco muito especial, “BOWIE 70” celebra um nome maior da história da música: David Bowie.

Reveladas, ainda, as primeiras imagens.

Um elenco de luxo: Afonso Rodrigues (Sean Riley), Ana Moura, Aurea, António Zambujo, Camané, Catarina Salinas (Best Youth), Márcia, Marta Ren, Manuela Azevedo, Rita Redshoes, Rui Reininho e o próprio David Fonseca, emprestam a sua voz a alguns dos temas mais emblemáticos de David Bowie.

Chama-se ”BOWIE 70”, e chega precisamente no ano em que Bowie completaria 70 anos. A coordenação artística e, ainda a interpretação de todos os instrumentos musicais, tem a assinatura de David Fonseca.

Nas palavras do músico português: A ideia de fazer canções e versões do David Bowie assustava-me um bocadinho porque eu sou um fã gigantesco do trabalho dele, e muitas das músicas cruzam-se com a minha história pessoal. Mais do que um disco de versões, é mais uma espécie de uma carta de amor de um fã.

Alinhamento e primeiras imagens de “BOWIE 70” reveladas

  1.      “Absolute Beginners”, Tiago Bettencourt ver trailer
  2.      “Modern Love”, Manuela Azevedo ver trailer
  3.      “Let´s Dance”, Afonso Rodrigues  ver trailer
  4.      “Life on Mars?”, António Zambujo ver trailer
  5.      “Space Oddity”, Camané ver trailer
  6.      “Blue Jean”, Catarina Salinas ver trailer
  7.      “Fame”, Marta Ren ver trailer
  8.      “Heroes”, Rita Redshoes ver trailer
  9.      “This is Not America”, Márcia ver trailer
  10.      “The Man Who Sold The World”, Ana Moura ver trailer
  11.     “Starman”, Aurea ver trailer
  12.      “Where Are We Now?”, Rui Reininho ver trailer
  13.      “Lazarus”, David Fonseca ver trailer


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”KABALINDADI”, O NOVO SINGLE DE RITCHAZ CABRAL

 

O músico luso-cabo-verdiano Ritchaz Cabral chega até nós com “Kabalindadi”, caloroso e bamboleante tema mergulhado na melhor tradição dos sons típicos de Cabo Verde que pretende alertar consciências para a necessidade de combater a tirania e corrupção humana que preenchem o nosso dia-a-dia.

 

Este é então o cartão de visita do primeiro EP a solo do músico, “Mal Famadu", que estará disponível digitalmente a partir do próximo mês de Fevereiro com o selo da Music For All.

 

 

 

Ricardo Cabral, de nome artístico Ritchaz Cabral, nasceu em Lisboa, no profícuo ano de 1988, e é filho de pais cabo-verdianos, imigrantes em Portugal há várias décadas.

Com apenas 13 anos, começa a dar os seus primeiros passos na música. O passaporte para aquilo que, anos mais tarde, se transformaria na sua vida profissional foi um velho gravador de cassetes, propriedade do seu progenitor, e um microfone inventado e construído pelo próprio utilizando pequenas colunas modificadas. Na altura, cantava letras conhecidas de

 

 autores cabo-verdianos e gravava brincadeiras com as irmãs e amigos.

Entre 2003 e 2012, fez parte da dupla Ritchaz & Keky que se apresentava com uma sonoridade mestiça onde o Kuduro se encontrava com a Kizomba e onde o Techno e o Reggae se fundiam com o Funaná e o Hip-Hop, num autêntico caldeirão de influências e sonoridades. A partir de 2007, a dupla trabalhou com a agência cultural Filho Único (Lisboa), com quem tiveram atuações regulares dentro e fora do país e através da qual participaram na coletânea de CD’s Novos Talentos da Fnac e da Antena 3 (2008).

Entre 2009 e 2011, Ritchaz frequenta dois cursos relacionados com a criatividade, produção e marketing musical na Restart (Lisboa), passando a fazer com frequência trabalhos de gravação, produção, mistura e masterização de música para diversos artistas na Europa e África. Nascia assim uma faceta diferente e complementar na carreira de Ritchaz Cabral!

Em 2011, e nos dois anos que se seguiram, Ritchaz integrou a banda de Reggae Luso United, sediada na Amadora, assumindo-se como teclista.

Paralelamente, o artista envolve-se em diferentes projetos ligados à música. Foi co-criador do Estúdio SomGráfico (estúdio de música comunitário), no bairro Outurela (Oeiras), juntamente com outros amigos e músicos; deu aulas de viola na escola básica local; e fez a co-produção e o lançamento do álbum musical independente Proghetto, que contou com a presença de vários artistas.

Em 2012, o artista junta-se ao grupo Raboita como vocalista, guitarrista e baixista. É nesta altura que passa a ter mais contacto com a música tradicional de Cabo Verde, adicionando ao seu leque de sonoridades as Mornas, Batukus, Funanás, Coladeiras e Mazurcas.

Chegamos, enfim, a 2014. Esta foi a altura em que Ritchaz decidiu dedicar-se a uma carreira a solo, começando a preparar aquele que se tornaria no seu primeiro EP. Neste trabalho são bem audíveis as suas raízes cabo-verdianas através dos Funanás lentos, dos Batuques com letras que retratam a simplicidade da vida e os valores do amor e respeito assim como os temas de cariz social, vertente que Ritchaz sempre prezou bastante. Em simultâneo, Ritchaz integra o grupo Skopeofonia, um projeto de investigação académica em Etnomusicologia, da Universidade de Aveiro com a Fundação para a Ciência e Tecnologia, que tem recolhido e analisado as práticas musicais no bairro da Cova da Moura, na Amadora.

É por entre um leve sorriso, um ritmo quente e pegadiço e uma letra que nos transporta para as sinceras e profundas paisagens africanas que encontramos este primeiro trabalho de Ritchaz Cabral. O menino que Portugal viu nascer e crescer é hoje um homem que não esquece as suas origens, homenageando-as em “Mal Famadu”, o seu primeiro EP a solo.



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Ana Moura

“Moura”, o disco mais vendido de 2016 começa 2017 no 1.º lugar do top de vendas

Moura”, o 6.º álbum de originais de Ana Moura continua a sua senda de sucesso, seguindo as passadas de “Desfado”, o seu antecessor e ainda detentor do título do disco mais vendido da última década, em Portugal.

Editado em novembro de 2015, “Moura” está há 58 semanas consecutivas no TOP nacional de vendas tendo atingido recentemente o galardão de Tripla Platina e fechado 2016 como o disco mais vendido do ano. Quase seis dezenas de semanas depois, “Moura” inicia 2017 como o disco mais vendido da semana, voltando ao nº1 da tabela.

Moura” foi reeditado em novembro de 2016 com dois novos formatos. O Super Deluxe (2CDs  2DVDs) que inclui, para além do álbum original, um CD e um DVD com a gravação do concerto no Coliseu do Porto, captado por André Tentúgal. Contém ainda um segundo DVD com o documentário produzido pelo Observador, captado durante a TOUR MOURA, com imagens inéditas de bastidores e entrevistas a todos os intervenientes daquela que foi a maior tour de Ana Moura pelo país.

Em simultâneo, física e digitalmente, encontra-se disponível o formato com um duplo CD, que ao álbum “Moura” junta o CD ao vivo no Coliseu do Porto.



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Terça-feira, 10.01.17

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Paulo Sousa apresenta o seu 4º single “Eu Não Vou”.

 

Com sucessos consecutivos, os seus três vídeos (“Onde Quero Estar”, “Todos os Dias” e “Não Me Deixes Ir”) contam já com mais de 8 milhões de visualizações.

 

Paulo Sousa foi finalista da última edição do programa Ídolos da SIC, foi a voz do hino do MEO Sudoeste 2016 e é o mais recente vencedor dos prémios "Artista Revelação" pela plataforma Quinto Canal e pelos Trend Music Awards.

 

“Eu Não Vou” faz parte da banda sonora da telenovela “Ouro Verde” emitida pela TVI.



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Cláudia Picado    


A Câmara Municipal do Cadaval deliberou a atribuição da Medalha do Município em 2017 à fadista Cláudia Picado.


Cláudia Picado inicía este ano com uma notícia que muito a honra.

 

A Medalha de Mérito Cultural Duquesa do Cadaval é entregue à fadista natural desta vila por toda a sua carreira e prestígio, elevando sempre a nível nacional e internacional o nome do Cadaval.

Esta atribuição foi decidida em assembleia de Câmara e será entregue no dia 13 de Janeiro, feriado municipal do Cadaval num jantar de homenagem onde estarão presentes algumas figuras ilustres da política e do fado.

Para além da medalha, 2017 será marcante na sua carreira já que está igualmente prevista a edição de um novo álbum – produzido por ToZé Brito e Guilherme Banza -, cujo primeiro single, “Quando Me Chamas Mulher”, com letra de Tiago Torres da Silva e música de Guilherme Banza, pode a partir de agora ser ouvido nas rádios.

 

 



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Segunda-feira, 09.01.17

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Carlos Costa nos Prémios Arco-Íris

A ILGA Portugal atribui anualmente os Prémios Arco-Íris como forma de reconhecimento a personalidades e a instituições que, com o seu trabalho, se distinguiram na luta contra a discriminação com base na orientação sexual e na identidade de género.
Carlos Costa é convidado a actuar na gala, que tem lugar já no próximo sábado 14, a partir das 21h30, no Estúdio Time Out do Mercado da Ribeira.

Poucos artistas em território nacional terão lutado tanto como Carlos Costa na preservação da sua entidade. As críticas e polémicas de que tem sido alvo nos últimos anos, a título gratuíto na sua grande parte, têm feito justiça ao ditado: o que não te mata, torna-te mais forte.

Carlos Costa, horado pelo convite, preparou uma apresentação especial para esta noite.

A noite contará também com atuações de Rita Redshoes, e do coro CoLeGaS.
A festa prolonga-se pela madrugada, com Moullinex, MCDJ e Candy Fur.

"Survive" - o mais recente vídeo de Carlos, é um tema que mantém o fio condutor na estética do artista. Com produção executiva do próprio Carlos Costa (que também assina a letra da canção), conta com a participação de Gonçalo Quinaz. Estreou nas páginas oficiais de Facebook e Youtube de Carlos Costa.

O vídeo pretende ser uma canção de protesto em relação ao dias em que vivemos. Ou melhor, sobrevivemos. Depois de ter dado vida a Tequila, Carlos veste a pele de um jovem rebelde que destrói literalmente a sua vida num turbilhão de péssimas e inconsequentes escolhas. Num "mini-filme" onde a inconsciência e a falta de noção andam "de mãos dadas" com uma tragédia iminente, o cantor e ator reinventa-se.

A edição digital aconteceu no dia 1 de Outubro, Dia Mundial da Música. A música é a linguagem universal, por excelência, e foi no dia em que a celebramos mundialmente que Carlos quis passar esta mensagem. Uma chamada de atenção em relação aos valores actuais, invertidos entre o Ter e o Ser.

"Tequila" - o single e video anterior - ultrapassou já o 1º milhão de visualizações. Tornou-se viral - e alvo de críticas - sendo uma paródia às vendas on-line, números de valor acrescentado e linguagem de redes sociais.

 

 



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MOULLINEX

3 de Fevereiro — Musicbox Lisboa — 22:00

 

Moullinex está de volta às edições e concertos em 2017, com o lançamento de uma nova música com mira bem apontada à pista de dança.

E se “Open House” é indicativa da direção do seu novo álbum, a sair ainda este ano, então podem estar certos: o caminho para o novo álbum é para ser percorrido a dançar.

Com a data de edição do tema coincide o concerto no Musicbox, local que acolheu muitas atuações de Moullinex, tanto ao vivo como em DJ set, e é o local ideal para a apresentação ao vivo deste contagiante tema.



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O GALO CANT'ÀS DUAS
Concerto Galeria

 

Galeria ACERT
Data/Hora:  Sáb. 14 jan'17 às 22:30



A Banda promete encher de sons e imagens sincronizadas a instalação de José Crúzio

"A CASA é o que nós quisermos que ela seja. Um espaço físico, planeado e concebido tendo em mente os usos futuros que dela querem os seus inquilinos.

Um lugar-repositório de memórias e de vivências. A CASA também pode ser um corpo em trânsito , que em si encerra um ser e um estar, um sentir e um pensar. Que se expressam através do movimento, da voz e do olhar.Em suma,  um lugar onde nos acolhemos. Um porto de abrigo. Com gratas imagens e experiências.

Os GaloCant'àsDuas - como parte integrante da segunda série de videoperformances de A CASA - transformarão este porto de abrigo a seu modo ao  interagir, experienciar e comemorar esta CASA connosco com belos Cânticos. A banda inspira-se em ritmos variados, loops e batidas sincronizadas. A experiência ao vivo cria uma "viagem espacial", acompanhada pelo carisma característico do projecto e pela sonoridade que imprime na mente dos seus ouvintes. Esta versatilidade permite que Galo Cant'às Duas explore diversas vertentes musicais.

A banda é composta por Gonçalo Alegre e Hugo Cardoso e teve origem em 2015, num encontro entre artistas plásticos, performers, actores e músicos, na ruralidade da aldeia da Moita, Castro Daire.

Galo Cant'às Duas nasceu de uma jam com os dois músicos. Deste encontro, emergiu a alma do Galo, fruto da música criada, impelindo à concordância na sua elevação.

Desde os finais de 2015 que a banda tem partilhado a sua obra por Portugal.

O Galo faz-se rodear de outras dinâmicas performativas e tem já gravado um concerto integral. O disco de estreia, esse, está para breve.

Entrada gratuita



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Domingo, 08.01.17

Micróbio - o novo vídeo.

Os vídeos d´O Recreio da Anita são um fenómeno viral que já alcança  mais de 73.000.000 de visualizações em conjunto no seu canal do YouTube! 

Desde 2007 no youtube, com 3 discos editados (sendo o mais recente apenas em edição digital), O Recreio da Anita é um projecto muito acarinhado pelos mais pequenos - e pelos seus progenitores.

"Micróbio" é o tema escolhido para o regresso d'O Recreio da Anita aos ecrãs de todos os formatos. Com letra e música de Teresa Paula Ferreira, o tema dá origem ao primeiro vídeoclip de 2017 deste projecto.
"Micróbio" é também a estreia de uma colaboração entre O Recreio da Anita, as Produções Fictícias e o Canal Q.


O Recreio da Anita prepara agora mais vídeos para os fãs do canal, e um novo espectáculo para poderem cantar as canções com Ana Rocha e companhia.

Em breve teremos mais novidades!

 

 



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Rita Andrade é cantora e compositora, e os seus temas apresentam influências de soul, R&B, blues, pop, folk. O alinhamento para o álbum de estreia da cantautora que se tem vindo a apresentar em concertos intimistas já existe, e consiste em 12 temas originais de sua autoria. O single de apresentação intitulado “Just Walk Away” produzido em parceria com João André (We Trust, Diana Martinez and The Crib, Emmy Curl) foi lançado em Julho de 2016 e alcançou 5 mil visualizações na primeira semana.

 

 

 



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