Segunda-feira, 27.02.17

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Kika está de volta com novo álbum: “Love Letters”, já à venda

Cantora vai apresentar disco na Fnac NorteShopping no dia 3 de março às 18h30, e no dia 4 na Fnac Santa Catarina também às 18h30

Kika está de volta com o muito aguardado segundo álbum de estúdio, “Love Letters”, do qual já são conhecidos os singles “If This Is Love”, “Colorblind” e “Take Me To The Other Side”, que têm gerado um grande entusiasmo entre a sua crescente base de fãs. O disco está disponível para venda e streaming nas várias plataformas online.

O álbum contou com a produção executiva de RedOne, célebre produtor que já trabalhou com algumas das maiores estrelas pop da atualidade – Lady Gaga, Nicki Minaj, Jennifer Lopez, One Direction, entre outros – e com quem Kika já tinha colaborado no disco anterior, “Alive”.

 

Ao longo do seu percurso, Kika tem vindo a conquistar admiradores por todo o país (e não só), sendo que o próprio veterano Pedro Abrunhosa não se poupa em elogios a esta nova voz da pop nacional: “A Kika consegue ser ao mesmo tempo uma intérprete e uma artista. Há uma espiritualidade na voz (branca, do Porto, burguesa) da Kika que, inesperadamente, ou não, transpira a imensidão da big black music, do gospel, da soul, do r&b”, afirma o músico.

“Love Letters” é, segundo a própria Kika, um conjunto de “cartas de amor”: “As diversas músicas acabam de uma maneira ou de outra por contar uma história de amor. O amor não é necessariamente romântico e, por isso, em certas músicas podem entender-se as ‘cartas’ como tendo por base relações de amizade ou familiares. Espero que cada ouvinte oiça e interprete estas histórias da forma que para si fizer mais sentido”.

Neste momento, Kika encontra-se bastante entusiasmada com o futuro e em poder apresentar aos seus fãs estas “Love Letters”. “Anseio por mostrar este novo produto de que tanto gosto, desejando que as pessoas gostem tanto dele como eu. Não sou de criar grandes expectativas, mas nada me daria mais prazer do que ver uma reação positiva daquelas que gostam tanto de me ouvir, e daqueles que não gostavam ou não me conheciam! Quero sempre fazer algo melhor que o que fiz antes, e considero essa missão cumprida!”

 

 



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Domingo, 26.02.17

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Passeio de Barco pelo Rio Mira e estreia do ensemble Polyphõnos em Odemira

O Terras sem Sombra parte agora à descoberta, em Odemira, dos segredos do rio Mira (com destaque para os habitats das lontras, que aí encontram um santuário, e para as pradarias marinhas), apresenta o concerto de estreia do ensemble Polyphōnos e abre as portas da igreja da Misericórdia e de outros monumentos e sítios de referência, para uma visita guiada nos dias 4 e 5 de Março.

Este festival tem a particularidade de associar a cada concerto uma acção de voluntariado para a salvaguarda da biodiversidade dos diversos concelhos que o Terras percorre, a qual acontece aos domingos de manhã, congregando músicos, espectadores, membros das comunidades locais, autarcas e técnicos. E, também, uma visita, na tarde de sábado, à vila de Odemira, o que representa uma magnífica oportunidade para conhecer o património edificado mais representativo do Baixo Alentejo.

 

Conhecer a música portuguesa de inspiração mariana

O segundo fim-de-semana da 13.ª edição do Terras sem Sombra começa às 14h30 do dia 4, com uma visita guiada ao património do centro histórico de Odemira, onde é dada a oportunidade de se conhecer, entre outros valores patrimoniais ainda pouco conhecidos do público, a surpreendente igreja da Misericórdia, que possui extraordinárias pinturas murais. A orientação é dos historiadores António Martins Quaresma e José António Falcão.

Às 21h30 deste mesmo dia, Polyphōnos, o ensemble recentemente fundado pela soprano Raquel Alão e cuja direcção artística se encontra a cargo do barítono e musicólogo José Bruto da Costa, tem a estreia em Odemira. Polyphōnos é um termo grego que designa a coexistência de muitos sons ou vozes, o que se revela muito apropriado a um agrupamento vocal e instrumental de excelência no campo da música antiga, que se propõe resgatar da sombra reportórios nacionais que são escassamente ouvidos entre nós.

Para o concerto na igreja de São Salvador, o ensemble inclinou-se para a música portuguesa de invocação mariana dos séculos XVI, XVII e XVIII, com autores da craveira de Estêvão de Brito, Duarte Lobo, D. Pedro da Esperança, Diogo Dias Melgás, João Rodrigues Esteves ou Francisco António de Almeida. Alguns são naturais do Baixo Alentejo: por exemplo, Brito nasceu em Serpa, ao redor de 1570, e Diogo Dias Melgás em Cuba, em 1638. Trata-se, pois, de uma espécie de “regresso” às origens, fazendo justiça ao grande destaque alcançado pela música no Alentejo durante esses períodos.

 
 
De barco, pelos meandros do rio Mira
 
Na manhã de domingo, o percurso dedicado à biodiversidade explorará, numa viagem a bordo de barcos, os meandros do Mira, propondo um olhar renovado sobre os gradientes do grande rio do Sudoeste. Este tem a particularidade de, tal como o Sado, empreender um curso de sul para norte. Nascendo na serra do Mú, percorre cerca de 150 km, ao longo dos quais se podem encontrar habitats muito distintos.
 
É precisamente no troço inferior do rio, já próximo do estuário, que se localizam algumas das características únicas deste curso de água: as pradarias marinhas e uma população de lontra peculiar muito. As pradarias marinhas representam alguns dos habitats mais ameaçados a nível mundial. 

Ao longo de um percurso de barco, serão reconhecidos, os pontos mais relevantes deste rio, que se caracterizam pela sua espectacular cenografia, e analisadas as principais ameaças que se fazem sentir sobre eles. A iniciativa, organizada com a colaboração do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas e da Câmara Municipal de Odemira, conta com a presença de investigadores das universidades de Lisboa e Algarve.
 
De entrada livre, o Festival é organizado pela Pedra Angular (Associação dos Amigos do Património da Diocese de Beja) e pelo Departamento do Património desta Diocese e prolonga-se até  2 de Julho, seguindo para Ferreira do Alentejo, Santiago do Cacém, Castro Verde, Serpa, Sines e Beja, sob o título Do Espiritual na Arte Identidades e Práticas Musicais na Europa dos Séculos XVI-XX.
Um hino ao Baixo Alentejo: à beleza dos seus espaços naturais e ao prazer da descoberta cultural.
Programa Odemira
4 de Março

Património
14:30 – 17:30 – Visita ao Centro Histórico
Ponto de encontro: Igreja de São Salvador
Local em destaque – Igreja da Misericórdia
 
Música
21H30 – Polyphōnos
De Beata Virgine Maria: Música Portuguesa de Invocação Mariana
Local: Igreja de São Salvador
 
Soprano Raquel Alão
Alto Carolina Figueiredo
Tenor Marco Alves dos Santos
Baixo Tiago Mota
Violoncelo barroco Ana Raquel Pinheiro
Órgão Sérgio Silva
Mónica Antunes, Rosa Caldeira, Manon Marques, Patrícia Mendes, Rui Miranda
Direcção musical José Bruto da Costa
 
5 de Março
Salvaguarda da Biodiversidade
Pelos meandros do Mira – um olhar sobre os gradientes do grande rio do Sudoeste
10:00 – Saída – Cais de Vila Nova de Milfontes


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The Code apresentam o EP “Estrada” em formato digital.

 

Dois anos após a primeira atuação em público na Ilha de São Miguel (Açores) de onde são oriundos, The Code apresentam o primeiro trabalho de originais, “Estrada”.

 

Percorrendo vários estilos, desde o funk ao pop, passando pelo rock e pelo jazz, os 3 temas (“É o Amor”, “Hope Song”, “What’s Wrong With You”) que compõem o EP não irão deixar ninguém indiferente.

 

The Code são:

Marisa Oliveira (voz), Félix Medeiros (guitarra), Amadeu Medeiros (bateria), Hugo Medeiros (teclados) e André Ferreira (baixo).

 

The Code, um nome a fixar.



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Sábado, 25.02.17

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Mais um concerto cheio de ENERGIA POSITIVA e NOVIDADES!

 

Ivan Pedreira apresenta  o álbum FUZAMIURA no Auditório Municipal António Silva (Cacém) no dia 4 de Março às 22h, 

 

Aos 36 anos, Ivan Pedreira, baixista, compositor, cantor, e também produtor, prepara-se para lançar o álbum Fuzamiura.

 

Apesar deste ser o seu primeiro trabalho de originais como compositor e vocalista, no seio da família onde nasceu e cresceu, em Sintra, a música foi sempre uma constante. Ivan começou a tocar baixo por volta dos 13, 14 anos, enquanto os irmãos se dedicaram à bateria, à guitarra e ao canto.

 

Cedo percebeu o caminho que iria percorrer e nunca lhe passou pela cabeça optar por qualquer outra profissão, pelo que seguir uma carreira musical foi uma evolução natural. “A música na nossa casa era uma constante diária, e a nossa porta estava sempre aberta para família, amigos e vizinhos, fazendo dela uma casa sempre cheia, e cheia de animação. Através da música reuníamos muita gente.

 

Era a nossa forma de comunicação e de partilha”. Por volta dos 15 anos começou a tocar em público nos Avalanche, um animado grupo formado pelos irmãos, irmãs, pai e até um tio, atuando em todo o tipo de festas, desde as populares, da zona onde moravam, entre o Mucifal e Colares (Sintra), até a festas de aniversário e sempre que amigos lhes pediam. Mais tarde, quando as irmãs seguiram cada uma o seu rumo, ficaram os três rapazes, passando a chamar-se QuantoBaste.



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Benshee

Apresentam o single e o lyric video “Dancers”

 

 

“Dancers” é o 2º single do álbum “There is a World Outside That Door” editado em Outubro de 2016.

São 10 temas rock para ouvir de seguida e que não deixam ninguém indiferente!

 

O álbum está muito mais rock do que pop, que até aqui marcava mais pontos na nossa  sonoridade. Continuamos numa onda muito "british" com o uso de alguns sons eletrónicos, e os pianos "saltitantes" cheios de efeitos que são já marca do que fazemos continuam presentes”.

 

 



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Sexta-feira, 24.02.17

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Carlão regressa com novo single

O novo single “Agulha No Palheiro” já se encontra disponível nas plataformas digitais.

Carlão levanta o véu daquele que será o seu segundo disco de originais, com edição prevista para Setembro/Outubro: “Agulha No Palheiro”, uma canção de amor fresca para o Verão quente que se adivinha, com uma batida dançável e viciante.

A produção é de Kking Kong, Artista da Enchufada de BRANKO (ex- Buraka Som Sistema, responsável por “Os Tais”) que já tinha colaborado em várias músicas do primeiro disco.

Há dois anos - por esta mesma altura – Carlão editava o seu primeiro disco em nome próprio “Quarenta”, cujo tema de avanço, autobiográfico - “Os Tais”, foi um inesperado e estrondoso sucesso, tornando-se um hino adoptado por pais e filhos de todo o país.

Há um ano era lançado digitalmente o EP “Na Batalha” e o mundialmente reconhecido artista plástico Vhils, foi responsável pelo aclamado videoclipe de“A Minha Cena”, tema presente no EP, continuando assim a colaboração iniciada com a capa icónica que fez para “Quarenta”.

Carlão colaborou ainda com BOSS AC para assinar o tema “E Se Fosse Consigo?”, genérico do desafiador programa de Conceição Lino que liderou as audiências do canal televisivo SIC.

 

 



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DIOGO PIÇARRA apresenta novo disco ‘do=s’ num vídeo medley

O álbum estará em pré-venda a partir de amanhã

Diogo Piçarra lança amanhã, às 19h, um videoclipe com excertos das 10 canções que compõem o seu novo disco "do=s", que chegará às lojas no dia 31 de Março,
mas ficará disponível para pré-venda já a partir de amanhã no iTunes, Fnac   e Worten com ofertas especiais.

“do=s” foi escrito e composto na sua maioria por Diogo Piçarra, que também produz duas músicas e co-produz outras 7, em  parceria com alguns dos maiores produtores da música nacional: BrankoFredJ-CoolKaretusKking KongLhast,  MØTA e Stego (Maraki Music Studios).

Valas e April Ivy são os convidados do disco. O rapper Valas junta-se a Diogo Piçarra em ‘Ponto de Partida’ e April Ivy em ‘Não Sou Eu’.

O álbum foi masterizado por Dave Kutch, no estúdio The Mastering Palace em Nova Iorque. Dave masterizou alguns dos álbuns mais relevantes dos últimos anos, como ‘Lemonade’ de Beyoncé, ‘Mind of Mine’ de Zayn, ‘Beauty Behind Madness’ de The Weeknd, ‘20/20 Experience” de Justin Timberlake ou “This Unruly Mess I’ve Made” de Macklemore & Ryan Lewis.

ALINHAMENTO:

1 – Dois (Letra, Música e Produção: Diogo Piçarra)

2 – Dialeto (Letra e Música: Diogo Piçarra; Produção: Karetus e Diogo Piçarra)

3 – História (Letra e Música: Diogo Piçarra; Produção: Lhast e Diogo Piçarra)

4 – Já Não Falamos (Letra e Música: Diogo Piçarra; Produção: Karetus e Diogo Piçarra)

5 – Caminho (Letra e Música: Diogo Piçarra; Produção: Branko e Diogo Piçarra)

6 – Ponto de Partida feat Valas (Letra: Diogo Piçarra e Valas; Música: Diogo Piçarra; Produção: J-Cool e Diogo Piçarra)

7 – Erro (Letra: Diogo Piçarra; Música e Produção: Branko e Kking Kong)

8 – Não Sou Eu feat April Ivy (Letra: Diogo Piçarra e April Ivy; Música: MØTA; Produção: MØTA e Stego (Maraki Music Studios)

9 – Só Existo Contigo (Letra, Música e Produção: Diogo Piçarra)

10 – 200 (Letra e Música: Diogo Piçarra; Produção: Fred; Co-Produção: Diogo Piçarra, Rui Maia e Riot)

 

Sobre o novo disco Diogo Piçarra diz: ” “do=s” simboliza tudo de bom e mau numa relação a dois, uma “História”  de vida que vai do “Dois” ao “200”. Um segundo disco que deixa uma noção de fio condutor entre todas as melodias de voz e letras; um ‘Dialeto’ nascido de um ‘Caminho’, como se a mesma pessoa tivesse sido o ‘Ponto de Partida’ para a inspiração de todas as canções. Um trabalho que é um só, tal como acontece quando duas pessoas se juntam.”

“do=s” ficará em pré-venda a partir de amanhã, com ofertas especiais:

Na Fnac, quem fizer a pré-compra do disco, receberá de oferta uma canção inédita que não estará incluída no disco'Crescente’ (Letra, música e produção: Diogo Piçarra).

Na Worten, o cliente terá direito a um desconto especial, só disponível durante o período da pré-venda.

no iTunesquem fizer a pré-compra do disco terá direito a receber algumas músicas antes do álbum ser editado:

Entrega imediata: Dialeto e História, 28 Fevereiro: Erro, 7 Março: Ponto de Partida e 16 de Março: Já Não Falamos.

 

 

 



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Ana Deus e Alexandre Soares apresentam “Miopia”, o último trabalho de um dos melhores projectos musicais do panorama musical nacional.

 

 

 

Entrada: € 3,00

Reservas até ½ hora antes do início do espectáculo: 265 236 168 | casacultura@mun-setubal.pt

Organização: CMS | Experimentáculo Associação



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António Zambujo em Beja a 4 de março

 

O músico bejense, que conquistou o Brasil ao cantar Chico Buarque em São Paulo, num concerto considerado entre os 10 melhores do ano de 2016, no Brasil, está de regresso a Beja a 4 de março.

 

António Zambujo regressa à sua cidade natal para mais um concerto que promete esgotar o auditório do Pax Julia – Teatro Municipal de Beja.

Será no sábado, dia 4 de março, que o músico bejense apresentará o seu novo trabalho “Até pensei que fosse minha”, já depois de ter esgotado os 3 concertos agendados para 1, 2 e 3 de março na Gulbenkian Música.

Lançado em Outubro de 2016, o disco “Até pensei que fosse minha”, que já é disco de platina em Portugal, apresenta vários clássicos do compositor brasileiro, contando com a participação de CarminhoRoberta Sá e o Trio Madeira Brasil, entre muitos outros músicos de renome.

É já antiga a ligação de António Zambujo à música brasileira, apresentando com frequência ao Brasil o seu fado muito particular, com um travo a samba e bossa nova. O mundo, aliás, despertaria em definitivo para o músico português depois de Caetano Veloso escrever que "é um jovem cantor de fado (…) que faz pensar em João Gilberto" e "é de arrepiar e fazer chorar".

Uma produção da Câmara Municipal de Beja em parceria com a Produtora Sons em Trânsito com bilhetes à venda no Teatro e na bilheteira online.

Um concerto a não perder, dia 4 de março, pelas 21h30, no Pax Julia - Teatro Municipal de Beja!



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Quinta-feira, 23.02.17

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Royal Fado" de Yolanda Soares ajuda refugiados Sírios Universitários
 
Dia 03 de Março
Teatro Gil Vicente | Coimbra
21:30H


A Universidade de Coimbra, na celebração dos 727 anos, juntamente com a By The Music Produções, promovem concerto solidário “ Royal Fado” de Yolanda Soares para apoiar os refugiados sírios que frequentam a Universidade.
 

Convidados especiais:
Grupo Coral Alma de Coimbra
Barítono Diogo Oliveira
Marta Chasqueira (bailarina)
Horus Mozarabe ( bailarino)

Músicos:
Harpa - Salomé Pais Matos
Guitarra Portuguesa - Luis Coelho
Guitarra clássica- João Santos
Contrabaixo - Vasco Sousa
Percussão - João Português
Violino - António Barbosa
 
Ouvir o Fado Lianor "Harpeado" e cantado por Yolanda Soares é como entrar directo no coração de Camões.

A cantora Yolanda Soares escolhe Amália, Camões e Alain Oulman como uma trilogia de expressão artística representativa de si mesma e do seu Royal Fado. Indo ainda mais além escolhendo a Harpa como instrumento principal neste disco para continuar a percorrer os caminhos Amalianos da criatividade, da inquietação e de um coração que bate perfeito desta forma. O coração da artista bate perfeito com uma Lianor de Camões acompanhada de harpa, guitarra portuguesa , percussão , cordas e uma voz que canta um fado que é só seu. Ouvir esta Lianor "Harpeada" e cantada é como entrar directo no coração de Camões..."Descalça vai para a fonte Lianor pela verdura, vai formosa e não segura..." . Yolanda Soares viu na harpa as características perfeitas e o instrumento por excelência para este caminhar de Lianor descrito por Camões. Como uma seta musical de um cupido que escolhe o Fado como alvo da sua paixão e inquietação.
 
"LIANOR" |  Letra:: Camões | Música : Alain Oulman
 

 



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Claudia Pascoal apresenta o single  “Ocasionalidade”. Este é um dos temas que pertence ao futuro EP “Para quem é, bacalhau basta” que brevemente vai ser lançado.

 

Este tema conta com a participação de Pedro Gonçalves, finalista do programa The Voice da RTP, e participante do Festival da Canção 2017. 

 

O tema foi lançado no dia dos namorados, enfatizando a ironia da mensagem da própria música. . 

 

 

 

Cláudia Pascoal

youtube.com/c/CláudiaPascoaloficial

facebook.com/claudiapascoalmusic/

INSTAGRAM: @a_bacalhau

TWITTER: @claudiaApascoal



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 O INÍCIO DA VIDA DA TRAVESSA DO CORRUPIO

 

Movendo-se nas pródigas águas onde o ecletismo do jazz e da música clássica se encontram com o poder e a rebeldia do rock e do folk, a Travessa do Corrupio possui uma linguagem própria, que honra as origens e tradições lusitanas mas que nunca se esquece do mundo globalizado em que habitamos.

 

“A Vida (O Início)” é não só o single de estreia da mais recente aposta nacional da Music For All como também a plena afirmação do grupo enquanto exímios contadores de histórias. Para o segundo trimestre de 2017 está prometida a edição de um EP que promete agitar a música portuguesa!

 

Por entre histórias, sentimentos e emoções esta é uma Travessa que fica bem no centro do Corrupio que é a vida.

 

O projecto que hoje conhecemos como Travessa do Corrupio nasceu, em abono da verdade, para uma só noite. Luis Sales, filho da primavera quente de 1975, tinha um objectivo bem definido para 2015: criar uma banda que o acompanhasse num concerto especial. Luis, que anteriormente havia participado em diversos projectos musicais (tendo inclusivamente integrado o álbum “Novos Talentos Fnac”, de 2009, e a edição de 2010 do Festival Termómetro) mal sabia que o concerto que tanto ansiava quanto temia mudaria a sua vida.

O primeiro elemento contactado foi André Correia, amigo de outras lides, que prontamente aceitou o desafio e a ele se juntou no necessário trabalho de composição e aperfeiçoamento dos esboços já criados e pensados por Luis. Tendo sido aluno da Escola de Música do Conservatório Nacional, na vertente de órgão, frequentado diversos workshops de bateria e participado em alguns projectos de pop/rock André detinha a porção ideal de talento, experiência e irreverência.

Por sua vez Raquel Bastardo ficou com os teclados a seu cargo e é a única presença feminina da banda. Fascinada desde sempre pelo poder do piano, estudou-o desde bem cedo, chegando mesmo a frequentar até ao quinto grau o curso livre de piano da Academia de Amadores de Música. Mas a música não é a sua única paixão: é também professora, guia turística e exerce a profissão de bióloga.

A guitarra passou a ser da total responsabilidade de Emanuel Carvalho, oriundo de Vilar Formoso, que iniciou o seu percurso no mundo da música no Grupo de Cordas da terra que o viu nascer. Pelas suas mãos passaram guitarra clássica, guitarra baixo, bandola, bandolim e braguesa. Já em Lisboa integrou o Grupo Coral Lisboa Cantat e o grupo coral de câmara da Escola Superior de Educação de Lisboa.

Quando sobem a palco os Travessa do Corrupio contam ainda com a presença de um contrabaixista, um elemento precioso que ajuda a abrilhantar cada apresentação ao vivo das suas melodiosas composições.

Quando o quinteto se desloca ao Alentejo para gravar os temas em questão já o calendário assinalava a chegada do terceiro mês do ano de 2015. Seria preciso mais um mês para que os onze temas gravados ganhassem vida no palco do Teatro Turim, tendo a sala sido pequena para receber todos aqueles que queriam presenciar a estreia da banda a que hoje chamamos de Travessa do Corrupio.

O balanço dessa noite foi tão positivo que todos os elementos aceitaram rapidamente a ideia de não desfazer aquilo que o talento, e o acaso, tinham unido. E assim, por entre um ano de composições, ensaios e um concerto especial começou oficialmente um dos projectos mais entusiasmantes da música lusitana.

 

Movendo-se nas pródigas águas onde o jazz e a música clássica se encontram com o rock e o folk os Travessa do Corrupio criaram uma linguagem própria que honra as origens e tradições lusitanas. Aqui contam-se histórias de amor e desamor. De saudade. De ilusões e desilusões. Na Travessa do Corrupio o tempo corre devagar, ao sabor do rio em direcção ao mar. Esta é uma Travessa que fica bem no centro do Corrupio que é a vida.

 

 



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Rita Redshoes

“Mulher” é o novo single de “Her”

Dia 22 na Casa da Música, Porto | Dia 23 no Tivoli BBVA, Lisboa

“Mulher” é o novo single de “Her”, o mais recente disco de Rita Redshoes, editado em Novembro do ano passado. Com música e letra de Rita Redshoes, “Mulher” é um dos 3 temas em português do disco, uma estreia que tem sido muito bem recebida pelos fãs. 

“A canção nasceu de uma inquietação que foi crescendo à medida que também eu me fui tornando mulher. Senti-me e sinto-me inúmeras vezes, a medir espaços. Senti e sinto muitas vezes que os meus movimentos e voz são ignorados ou arrumados em caixas de preconceitos, por homens, mulheres e por mim mesma. Somos necessariamente diferentes e é isso que torna a vida rica, misteriosa e divertida. É uma canção em desabafo envolta num misto de orgulho e força”, diz Rita Redshoes sobre o novo single.

A digressão de apresentação de “Her” passa esta semana pelas maiores cidades do país, com um concerto no Porto, amanhã, na Casa da Música, e em Lisboa, quinta-feira, no Teatro Tivoli BBVA. Pela primeira vez Rita Redshoes encontra-se na estrada com um quarteto de cordas - com dois violinos, viola e violoncelo - e os dois músicos que a acompanham habitualmente Nuno Lucas, no baixo, e Rui Freire, na bateria.

Em "Her", Rita Redshoes envolve-nos nas suas histórias tendo por cenário os arranjos de cordas de Knox Chandler(que já colaborou com REM, Depeche Mode, Marianne Faithful, The Psychedelic Furs, Siouxsie and the Banshees ou Cyndi Lauper). Arrisca como nunca, ao deixar emergir os seus conflitos interiores, de forma subtil mas intensa, ao interpretar pela primeira vez três temas na sua língua materna e ao tocar mais instrumentos do que nos seus anteriores álbuns: piano, teclados, omnichord e guitarra acústica.

 

 



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Quarta-feira, 22.02.17

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OWAN (Out With A New) é um projeto musical criado e liderado por Danniel Boone (autor, compositor, vocalista e multi-instrumentista).

 

Depois do álbum “And Now You”, os OWAN regressam em 2017 com novo trabalho.

“The Colour of Dreams” é o single de apresentação do álbum que será editado brevemente em formato digital.

 

Sobre “The Colour of Dreams” Danniel Boone diz:

“...É um daqueles temas que já andava há muito tempo na minha cabeça e teimava em não ganhar “vida”, lembro-me de escrever o “rif” da guitarra por volta de 2004… Foi um pedido expresso do nosso produtor Quico Serrano incluir este tema no álbum e tinha toda a razão porque, para mim, está um tema fantástico...um tema “happy” que nos lembra, por vezes, de nos valorizarmos mais...”

 

 



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DISCO DE ESTREIA DE RAFAEL LAPA JÁ EM PRÉ-VENDA

 

Dissonâncias. Reverbs. Teclados. Caixas de ritmo. Espectros vocais. Bem vindos ao infinito particular de Rafael Lapa, que nos apresenta em “Nem Tudo é Real”, o disco de estreia que chega agora com o selo da Music For All.

 

Antecedido pelo single “Parte de Mim”, o registo de estreia do músico de Viseu cruza influências de pop alternativa e experimental, encontrando-se já disponível em regime de pré-venda nas lojas do iTunes, Google Play e The Store.          

                                                                                    

Viseu é não só a segunda maior cidade da zona Centro, logo atrás de Coimbra, como também a capital do respectivo Distrito. Entre os seus filhos mais ilustres contam-se homens e mulheres das mais variadas áreas, sendo que, a partir de agora, esse leque de personalidades está prestes a aumentar. É que por entre a adesão de oficial de Portugal à então CEE e o escândalo do Mundial do México’86 nasceu Rafael Lapa.

 

Desde cedo que a música o fascinou, acalentando secretamente o desejo de também ele, um dia, pisar os palcos e cantar perante multidões. Aos seis anos dá um pequeno grande passo rumo ao seu objectivo quando inicia o seu percurso no conservatório. A música ocupou sempre uma grande parte da sua vida, dividindo a infância e juventude entre o piano clássico e a guitarra Jazz.

Ao longo dos últimos anos colaborou com várias bandas e projectos, tendo subido inúmeras vezes a palco para acompanhar talentosos amigos e colegas de profissão um pouco por todo o país.

Aos 30 anos de idade surge finalmente a sua primeira aventura a solo: “Nem Tudo É Real” é o título do seu disco de estreia, sendo de esperar um conjunto de temas onde a forte mensagem combina na perfeição com melodias cuidadas e relaxantes, num autêntico cruzamento de influências pop, jazz e experimental, onde a língua portuguesa é a força motriz.

A edição é da responsabilidade da Music For All, selo que tem no seu catálogo alguns dos mais promissores projectos nacionais e internacionais da actualidade!

 

 



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Marco Rodrigues em estúdio e em França

Marco Rodrigues entrou ontem em estúdio para gravar o álbum que irá suceder a ‘Fados do Fado’, nomeado para um Grammy Latino na categoria Melhor Álbum Folk.

O novo disco, com edição prevista para Junho, terá produção de Tiago Machado, com quem já tinha trabalhado no acalmado disco ‘Tantas Lisboas’ e em “EntreTanto”.

Em estúdio, a acompanhar Marco Rodrigues, está o seu habitual trio de fado composto por Nelson Aleixo na viola de fado, Frederico Gato no baixo acústico e Pedro Viana na guitarra portuguesa, mas este não será um tradicional disco de fado. Muitas surpresas serão reveladas em breve.

Ainda esta semana, Marco Rodrigues viajará até França, para dois concertos em Sucy-en-Brie, Paris, nos dias 24 e 25 de Fevereiro.



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PASSE 4 DIAS EM VENDA ANTECIPADA POR 25€

A Aldeia de Cem Soldos volta a realizar o BONS SONS. Este ano, o aguardado evento que reúne o melhor da expressão musical portuguesa decorre entre 11 e 14 de Agosto.

Até ao final de Fevereiro, os bilhetes estão disponíveis nos locais habituais ao preço especial de 25€ por cada Passe 4 Dias. Esta é a oportunidade para quem reconhece a qualidade do evento e pretende adquirir o ingresso antecipadamente por um valor muito apetecível.
A partir de Março, os Passes 4 Dias passam a custar 40€ e os Bilhetes Diários serão disponibilizados pela primeira vez por 20€.



9 NOMEAÇÕES PARA OS IBERIAN FESTIVAL AWARDS

O Iberian Festival Awards divulgou os finalistas da sua 2ª edição, com o BONS SONS referido em nove das 19 categorias de prémios e assumindo-se como o festival com mais nomeações.
Para dez das categorias, os finalistas foram obtidos por votação online do público. Os nomeados das restantes nove categorias foram determinadas por um júri composto por três elementos de Portugal, três de Espanha e três convidados internacionais.
O BONS SONS está nomeado para os seguintes prémios:


CATEGORIAS DECIDIDAS PELO JÚRI

• Melhor Programa Cultural
• Melhor Comunicação
• Melhor Activação de Marca (Strongbow)
• Melhor Acolhimento e Recepção
• Melhor infraestrutura
• Contribuição para a sustentabilidade


  CATEGORIAS DECIDIDAS PELO PÚBLICO

• Melhor festival de Média Dimensão
• Melhor Alinhamento
• Melhor Zona de Campismo
• Melhor Espectáculo ao Vivo Nacional (Jorge Palma)


Estas nomeações reflectem bem o esforço de toda a equipa do BONS SONS que se envolve na organização comunitária do evento. A Aldeia de Cem Soldos mobiliza-se com dedicação e entrega à música portuguesa para apresentar o festival que é uma referência no panorama nacional e ibérico.

Na passada edição do Iberian Festival Awards, o BONS SONS foi nomeado para quatro categorias tendo arrecadado o galardão ibérico em duas delas: Melhor Festival de Média Dimensão e Contribuição para a Sustentabilidade.

Os vencedores serão conhecidos na gala de atribuição dos prémios, que decorrerá a 16 de Março no Museu de Arte Contemporânea de Barcelona (MACBA), inserido na programação do 6º Talkfest – International Music Festivals Forum para aquela cidade espanhola.



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Terça-feira, 21.02.17

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#SOMEMORE - O NOVO SINGLE DOS SUPA SQUAD
 
O Dancehall português ganha um novo fôlego cada vez que os Supa Squad anunciam um novo lançamento. 
 
E não é para menos: nos últimos anos Mr. Marley e Zacky Man têm criado verdadeiras obras de arte como “Gyal Move”, “Squeeze Me”, “That Body” ou mais recentemente “Beautiful Day”. 
 
Em “Some More” voltam em grande força com uma fusão dos habituais ritmos quentes que caracterizam a sua música com um balanço marcadamente afro-beat e é sem supresa que constatamos que estamos na presença de (mais) um verdadeiro dancefloor killer.
 
 
 

 

 


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kadypsilon.png

 

 

KADYPSLON AO VIVO NO COPENHAGEN BAR

 

Depois de ter iniciado um périplo pelas FNAC portuguesas e numa altura em que a edição física de “Refúgio” já chegou às lojas tradicionais, Kadypslon apresenta-se ao vivo no Copenhagen Bar, em Lisboa, pelas 23h do próximo dia 22 de Fevereiro, quarta-feira.

 

Oportunidade para escutar algumas das canções que compõem este novo registo - como “Malta Perdida”, “Vida” ou “Revelação” - ancorado na escola do hip hop clássico. A entrada é livre.

 

Nascido em meados dos anos 90 nos subúrbios de Lisboa, em Santo António dos Cavaleiros, Kadypslon descobriu por volta dos 14 anos a paixão pela poesia e pelo movimento hip hop. Durante cinco anos foi aperfeiçoando o seu dom juntamente com dois primos, até que decidiu emigrar, devido à falta de condições e oportunidades no seu país.

Atualmente a residir em Peterborough, em Inglaterra, e depois de quase dez anos de paragem, Kadypslon decidiu voltar a dedicar-se à música, agora com toda outra maturidade, garra e perspetiva.

Em 2010 gravou a sua primeira demo com seis faixas promocionais. Três anos mais tarde disponibilizaria o seu primeiro projeto, intitulado “Pandemonium”, que refletia um resumo de experiências passadas narradas na primeira pessoa. No primeiro trimestre do ano edita o seu primeiro longa-duração, “Refúgio”, que recolhe influências de boom bap e gravita em torno da temática da consciência urbana.



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Peregrinar é percorrer um caminho para encontrar algo.

Foi o que Dulce Pontes, cantora, instrumentista, compositora, arranjadora, produtora, fez nos últimos 5 anos.

Álbum duplo, Peregrinação é o resultado deste caminho, uma viagem interior e emocional sobre a vida em momentos difíceis e menos difíceis.

Cantado em português, castelhano, galaico-português e com um tema em inglês, Peregrinação reflecte a vivência da artista, conciliando harmoniosamente diferentes autores e estilos musicais.

Em Março, esta Peregrinação será partilhada com todos, no Teatro Tivoli BBVA.
 
 
Teatro Tivoli BBVA
10 Março - 21h30
 

 



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deolinda kinzimba.png

 

Deolinda Kinzimba passa à final do Festival da Canção

Cantora participou no festival com a canção “O Que Eu Vi Nos Meus Sonhos”, da autoria de Rita Redshoes e Senhor Vulcão

A jovem cantora Deolinda Kinzimba, que ficou conhecida depois de se ter sagrado vencedora da edição de 2015 do concurso “The Voice Portugal”, passou à final do Festival da Canção, depois de ter interpretado ontem à noite, na primeira semifinal do festival, a canção escolhida por Rita Redshoes.

Deolinda Kinzimba concorre ao festival com "O Que Eu Vi Nos Meus Sonhos", uma canção da autoria de Rita Redshoes e Senhor Vulcão, graças à qual vai atuar na final do Festival da Canção, a 5 de março. Este ano o festival conta ainda com canções assinadas por artistas como Luísa Sobral, Pedro da Silva Martins (dos Deolinda), Nuno Figueiredo (dos Virgem Suta), entre outros.  

Esta participação no Festival da Canção de 2017 sucede-se à sua estreia em nome próprio com o single “Primeira Vez”, cujo vídeo oficial soma mais de 195 mil visualizações no YouTube, enquanto o vídeo da apresentação deste tema no palco do “The Voice Portugal” de 2016 já ultrapassou as 320 mil visualizações.

O single foi escrito e composto por Guilherme Alface, dos ÁTOA, e produzido por Diogo Piçarra. No final do ano passado, Deolinda Kinzimba participou ainda na versão portuguesa do popular filme de animação “Cantar!”, tendo dado voz à personagem de Meena.

 

 



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Segunda-feira, 20.02.17

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"The Blues Experience" é o resultado da parceria inusitada entre, aquela que é considerada a melhor banda de Blues nacional, Budda Power Blues e a diva do Jazz, Maria João.


Falamos de um disco de Blues, mas desengane-se quem possa pensar que se trata de um exercício de estilo. Trata-se de Blues do século XXI, amplamente influenciado por todas as sonoridades que fazem parte do quotidiano de Maria João, Budda Guedes, Nico Guedes os intervenientes deste disco.


Composto por 10 canções que versam sobre assuntos muito pessoais e frequentemente autobiográficos, "The Blues Experience" é um disco que percorre várias linguagens do blues, resultado do desafio lançado por Budda Guedes a Maria João. Este álbum é editado com o selo da Mobydick Records.


Apesar de amplamente influenciado pelas raízes do Blues, o som de Budda Power Blues não se limita aos clássicos, considerando-se Budda Guedes um cidadão do novo milénio obrigando-se, por conseguinte a procurar novos rumos dentro do género, tal como fizeram todos os Bluesman que o antecederam.

 

Já com várias datas marcadas, o arranque da tour acontece no dia 02 de Março no CCB em Lisboa, pelas 21:00h.



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Vai e Vem.jpg

 

             

    “CRISTINA”, A MUSA DOS VAI E VEM PARA O DIA DE S. VALENTIM

 

O espírito do Cupido e a escrita apaixonada dos Vai e Vem não poderiam ter coincidido melhor. “Cristina” funciona não só como uma terna serenata na semana em que o romance predomina, como também assinala o single de estreia deste projecto felgueirense embalado pela tradição pop/rock na língua de Camões e que conhece comparação a grupos como Os Azeitonas ou Quatro e Meia.

 

Este é o primeiro lançamento da banda sob a alçada da Music For All e integra o EP de estreia do colectivo, lançado em Junho passado.

 

Eles vão. E vêm. E é precisamente entre as viagens inerentes à sua existência terrena que surge a banda que junta estas quatro jovens almas. Vitor Lusquiños, Diogo Correia, Vasco Mendes e Zé Miguel uniram-se para dar corpo aos Vai e Vem – o novo projecto sensação da música portuguesa.

Tudo partiu de Vitor e Diogo, dupla que já havia colaborado anteriormente, e que pretendia alargar horizontes e chegar ainda mais longe. Para uma caminhada que se avizinhava longa,

 

e exigente, convidaram Zé Miguel, primeiro, e Vasco Mendes, mais tarde. Com uma nova formação, e doses reforçadas de energia e vontade de vencer, foi tempo de buscar inspiração e partir para a escrita e composição de novos temas.

Neste jovem, e ambicioso, projecto Vitor Lusquiños é o vocalista e guitarrista de serviço; Diogo Correia é vocalista e baterista; Vasco Mendes é Violista e Baixista e Zé Miguel é guitarrista e baixista. Entre os marcos desta, ainda, jovem carreira contam-se passagens pela RTP e Porto Canal, assim como a abertura do concerto de Gabriel O Pensador na Semana Académica da UTAD!

O primeiro EP do quarteto foi lançado no Verão de 2016, chegando-nos agora o primeiro single: “Cristina”. É por entre paixões, e sorrisos, que se faz a estreia deste talentoso quarteto que escolheu a língua de todos nós para espalhar a sua arte.

 

 



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Sean Paul

Confirmado no Sumol Summer Fest dia 1 de Julho

Autêntica lenda do dancehall e artista já premiado nos Grammy Awards, Sean Paul acaba de ser anunciado como 1.º cabeça de cartaz no Sumol Summer Fest, atuando no Palco Sumol dia 1 de Julho.

O músico lançou dois singles no final do ano passado: “No Lie”, com a participação de Dua Lipa, e “Tek Weh Your Heart”, com a colaboração da estrela em ascensão Tory Lanez. Os singles sucedem-se à recente parceria de Sean Paul com Clean Bandit no single “Rockabye”, que atingiu o 1.º lugar de vendas no Reino Unido, e ao sucesso global “Cheap Thrills”, gravado com Sia e que foi n.º 1 no top da Billboard e n.º 2 nas tabelas de vendas britânicas.

 

Sean Paul é sem dúvida uma das vozes mais instantaneamente reconhecíveis na música e ao longo do último ano tem lançado consecutivamente uma série de sucessos, entre eles “Cheap Thrills”, que soma mais de 76 milhões de streams no Spotify e 1,3 milhões de vendas no iTunes. Já “Make My Love Go”, canção de Jay Sean com a participação de Sean Paul, tem mais de 39 milhões de streams no Spotify, enquanto a colaboração do cantor com as Little Mix no tema “Hair” conquistou 25 milhões de streams. “Paradise”, de Matoma & Sean Paul, tem mais de 7 milhões de streams na mesma plataforma.

Em 2002, Sean Paul tornou-se um fenómeno global com o álbum “Dutty Rock”, do qual saíram os singles “Gimme The Light” e “Get Busy”, tendo sido dupla platina nos EUA e Reino Unido, com vendas superiores a 3,4 milhões em todo o mundo. Ao longo da sua carreira Sean Paul trabalhou com alguns dos mais populares artistas do mundo, como Beyoncé, Rihanna, Nicki Minaj, Busta Rhymes, Sai,Kelly Rowland, Enrique Iglesias e 2Chainz, além de ter colaborado com importantes nomes do reggae e dancehall como Damian ‘Junior Gong’ Marley, Chi Chi Ching, Mr. Vegas, Beenie Man, Ding Dong, Future Fambo e Tami Chynn. Além de performer, Sean Paul tem também um trabalho rico enquanto produtor, tendo colaborado com alguns artistas jamaicanos de topo.

“No Lie (feat. Dua Lipa)” e “Tek Weh Your Heart (feat. Tory Lanez)” já estão disponíveis no iTunes e no Spotify.

 

 



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Domingo, 19.02.17

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PIECE OF CAKE

Keep on Going | Lyric Video

 

 

 



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Sábado, 18.02.17

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DANIEL MOON EM ÓRBITA COM “BE DIFFERENT”, O NOVO EP

 

Depois do radioso “Give More” nos ter colocado na órbita pop luminosa de Daniel Moon, é tempo do cantautor lisboeta dar a conhecer as restantes canções que compõem “Be Different”, o segundo EP do seu percurso que chega com a chancela da Music For All.

 

Composto por cinco temas que exploram o potencial da canção pop em formato jazzístico, num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas, o registo já se encontra disponível para pré-venda em formato digital.

 

A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.

 

Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.

É neste fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo de entrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.

A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante. 

A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, Fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).

Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental e preparam-se para integrar o seu primeiro EP a ser distribuído já no primeiro semestre de 2017.

 

 



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“DESAFIO”, DE PAULO BASTOS – O PORTUGUÊS COM MUNDO NA VOZ

 

Paulo Bastos é o verdadeiro “homem do mundo”. Embora tenha uma ligação inquebrável à nossa língua, hábitos e costumes é perceptível que tem mundo na ponta dos dedos e na voz, tamanhas são as influências musicais, e sonoridades, que encontramos na sua música.

 

É neste caldeirão onde o passado e o presente criam uma inesperada, e viciante, relação que surge o tema que dá o título ao seu álbum de estreia. Naquele que é o seu primeiro lançamento sob o selo da Music For All Paulo Bastos edita “Desafio” – tema cujo ritmo nos transporta para os trópicos mas onde a letra insiste em colocar-nos os pés, bem assentes, neste país a que chamamos de Portugal.

 

Paulo Bastos faz jus ao ditado popular “De pequenino é que se torce o pepino”. É que se os seus dotes na cozinha são um mistério, já o seu talento para a música é sobejamente conhecido desde tenra idade. Contava apenas com nove anos de vida quando iniciou a sua

 

actividade musical e um ano depois já se tinha iniciado no estudo da guitarra, começando aí a trilhar um percurso que se adivinhada pródigo em sucessos e conquistas.

 

A sua estreia como solista de orquestra aconteceu tinha Paulo apenas vinte anos. O concerto para guitarra clássica e orquestra de Vivaldi em Ré M, com a Filarmónica das Beiras, no Teatro Aveirense, tornar-se-ia na primeira de muitas vezes em que dominaria por completo o palco e arrebataria o coração, e o espírito, do público presente!

 

Do seu extenso e completo percurso fazem parte o curso de guitarra clássica do Conservatório de Música de Coimbra e, posteriormente, o complemento no Conversatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian, onde terminou o 8º Grau/Ano; a Licenciatura em Engenharia Electrónica e Telecomunicações, na Universidade de Aveiro; a Licenciatura em Ensino de Música na vertente de Guitarra Clássica, também em Aveiro; mais de uma dezena de cursos de aperfeiçoamento de Guitarra Clássica, muitos deles orientados por professores de renome internacional; diversos workshops de Jazz com profissionais, de reconhecido talento, das mais variadas nacionalidades.

 

Paralelamente dedicou-se, ainda que de forma autodidata, ao estudo de instrumentos tradicionais portugueses, como o Cavaquinho, a Gaita-de-Foles e a Guitarra Portuguesa, por exemplo, enriquecendo ainda mais o seu já de si extenso léxico de sonoridades.

 

Entre as diversas vezes que subiu a palco destaca a partilha de momentos únicos com nomes da música internacional como Siri Svegler, Stee Downes ou Hubert Tubbs.

 

Os seus espectáculos a solo incluem uma vertente tradicional, nas influências, sonoridades e instrumentos que o acompanham, e outra mais contemporânea e que se liga de forma directa à world music e às danças do mundo. É por entre temas originais, e alguns da música tradicional portuguesa, que Paulo Bastos percorre Portugal de lés-a-lés. 

 

Em 2015 Paulo Bastos dá um passo crucial na sua carreira – avança para a composição, e gravação, do seu primeiro álbum a solo. “Desafio” é uma junção perfeita do cancioneiro popular com músicas originais, sendo ainda possível encontrar sonoridades pop/rock facilmente reconhecíveis, mas com uma roupagem completamente inesperada. Aqui o tom é meio de convite, meio de provocação, num misto de emoções e sentimentos que arrebatam todos os que partilham o gosto por esta arte a que chamamos de música.

 

Actualmente Paulo Bastos frequenta o Mestrado em Cavaquinho Português na vertente de Performance, na Universidade de Aveiro. De notar que este Mestrado é o primeiro, e único, a nível nacional, dedicado apenas e só a este instrumento, sendo completamente inovador por permitir desbravar caminho na vertente da investigação académica.

 

Este é um passo importante que vai permitir ao instrumento evoluir bastante e que valoriza de forma incontornável a cultura e tradição portuguesa.

 

 



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Sexta-feira, 17.02.17

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Hora do Planeta reúne Raquel Tavares, Tiago Bettencourt, Matias Damásio, André Sardet, Samuel Úria, Tito Paris, entre outros, em concerto solidário à luz das velas em Lisboa

 

A Hora do Planeta, promovida pela WWF, reúne no próximo dia 25 de Março pelas 20h00 no Parque Eduardo VII em Lisboa vozes bem conhecidas dos portugueses para um concerto único e solidário à luz das velas. Raquel Tavares, Matias Damásio, Tiago Bettencourt, André Sardet, Tito Paris, Samuel Úria, Enoque e Janeiro celebram em concerto a Hora do Planeta em Portugal, uma iniciativa global ambiental da WWF, que visa alertar e sensibilizar indivíduos, empresas, governos e comunidades a assumirem compromissos e hábitos mais sustentáveis.

 

Os bilhetes encontram-se à venda nas bilheteiras das lojas FNAC e na BOL com um custo de 10€ e entrada gratuita para crianças até aos 12 anos, desde que acompanhadas por adulto pagante.         Os lucros deste concerto revertem para a WWF, uma das mais respeitadas ONG ambientais que tenta travar a degradação do ambiente natural do planeta.

 

Ângela Morgado da WWF, refere que “É fantástico ver os artistas que se juntaram a uma causa que é de todos nós, para celebrar o nosso planeta e passar uma mensagem forte de que os portugueses querem mais e melhores hábitos e compromissos sustentáveis. A luta contra as alterações climáticas toca-nos a todos nós em Portugal e pelo mundo e a 25 de Março teremos a oportunidade de celebrar, cantar e sensibilizar para a urgência de mudança. Contamos que sejam muitos a juntar-se a esta iniciativa que reúne alguns dos melhores músicos de língua portuguesa.”

 

A Hora do Planeta é hoje a maior campanha ambiental do mundo, mobilizando milhares de milhões de pessoas em mais de 8.000 cidades e vilas em 178 países e territórios incluindo Portugal. No último ano, em Portugal foram mais de 110 municípios que participaram nesta iniciativa, com particular destaque para os inúmeros monumentos a desligar as luzes, entre eles encontram-se por exemplo a Ponte 25 de Abril, a Torre de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos, o Palácio Nacional da Pena, o Palácio Nacional de Sintra, o Palácio de Monserrate, o Castelo dos Mouros, o Castelo de S. Jorge, o Museu da Eletricidade, as Muralhas de Miranda do Douro, o Castelo de Porto de Mós, o Monumento dos ex-Combatentes do Ultramar de Santa Comba Dão, o Castelo e a Igreja dos Agostinhos em Vila Viçosa, as Muralhas de Serpa, a Ponte de São Roque e a Torre de Menagem em Chaves, a Igreja Matriz do Alvito, e o Mosteiro de S. Dinis em Odivelas, entre muitos outros.

 

 

 

 

Sobre a Hora do Planeta

A Hora do Planeta é uma iniciativa global ambiental em parceria com a WWF. Indivíduos, empresas, governos e comunidades são convidados a desligarem as suas luzes durante uma hora no sábado, dia 25 de Março de 2017 às 20:30 para mostrarem o seu apoio à ação ambientalmente sustentável. Como uma das primeiras campanhas acerca das alterações climáticas, a Hora do Planeta tem crescido a partir de um evento simbólico numa única cidade para o maior movimento do mundo em defesa do ambiente. A Hora do Planeta em 2016 chegou mais de 170 países e territórios, a mais de 8000 cidades e vilas. Em Portugal, 110 municípios aderiram e centenas de monumentos emblemáticos nacionais ficaram às escuras, como a Ponte 25 de Abril, o Mosteiro dos Jerónimos, o Cristo Rei, em Lisboa e o Convento de Cristo, em Tomar. Em 2017, a Hora do Planeta pretende aproveitar o poder dos seus milhões de adeptos em todo o mundo para mudar o rumo das alterações climáticas.

 

Sobre a WWF

A WWF é uma das maiores e mais respeitadas organizações independentes de conservação do mundo, com quase cinco milhões de apoiantes e uma rede global ativa em mais de 100 países. A missão da WWF é travar a degradação do ambiente natural do planeta e construir um futuro no qual os seres humanos vivam em harmonia com a natureza, pela conservação da diversidade biológica do mundo, garantindo que a utilização dos recursos naturais renováveis seja sustentável e promovendo a redução da poluição e do desperdício.



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vatsun.jpg

 

 

As actuações de Vatsun estão agendadas para dia 28 de Abril na Livraria Ler Devagar e 13 de Maio noTeatro Praga.

28 de Abril (Sexta-Feira): Livraria Ler Devagar Facebook | Site
13 de Maio (Sábado): Teatro Praga Facebook | Site

As novas canções de Vatsun estreiam-se assim pela primeira vez ao vivo. Vatsun é um projecto independente de música electrónica com canções em português. No seu estilo, tenta ser original assumindo que tal é impossível. No fim, o que importa mesmo é cantar outra vez.

 

Vídeo de GPS

 

 



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PATRÍCIA CANDOSO AO VIVO NA FNAC COLOMBO

 

Numa altura em que “Frenética” chega por fim às lojas em formato físico, é tempo de Patrícia Candoso apresentar o seu novo álbum perante o público, apresentando-se agora ao vivo em algumas FNAC portuguesas.

 

O primeiro showcase será já este Domingo, dia 19 de Fevereiro, pelas 17h na FNAC Colombo. Oportunidade perfeita para escutar este seu novo trabalho editado com a chancela da Music In My Soul e produzido pelo cantor/compositor Mikkel Solnado, do qual já foram extraídos os singles “Ready For It” e “Só Sei Que Nada Sei”.

 

Patrícia Candoso, cantora e atriz de 34 anos, é licenciada em Ciências da Comunicação e fez formação de música e teatro.

A sua carreira começou ao interpretar “Catarina” na telenovela da TVI, “Sonhos Traídos”, em 2001. Depois disso integrou a primeira temporada da famosa série juvenil “Morangos com Açúcar”, onde começou a cantar, tendo acabado por lançar dois álbuns – “O Outro Lado” (2004) e “Só Um Olhar” (2006) - que contêm vários sucessos. A partir daí, Patrícia nunca mais parou e tem trabalhado continuamente em televisão, teatro, cinema, publicidade e música.

Apesar do gosto pela área da comunicação e do jornalismo, os convites e o talento têm falado mais alto, e foi este o rumo que Patrícia escolheu dar à sua vida. “Mundo Meu”, “Casos da Vida”, “Um Lugar Para Viver” e “Louco Amor” são exemplos de projetos que marcaram o seu percurso.

Atualmente concentra as suas forças no regresso à música, tendo produzido o terceiro álbum em estúdio na companhia do cantor, compositor e produtor Mikkel Solnado, a ser lançado em Dezembro com o selo da Music In My Soul. 



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