Sábado, 25.03.17

 

 

Letra

 

Não encontrei a letra desta música

 

Música: Mayanglambam Mangangsana | Hélder Gonçalves
Letra: Mayanglambam Mangangsana | Carlos Tê | Hélder Gonçalves | Manuela Azevedo

 



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Sexta-feira, 15.07.16

clã.jpg

 

CLÃ COMEMORAM 20 ANOS DE CARREIRA DISCOGRÁFICA
COM A EDIÇÃO DE COLECTÂNEA QUE RECOLHE NUM SÓ ÁLBUM OS SEUS MAIORES ÊXITOS.

A 29 de Julho é editado O Melhor dos Clã, álbum que reúne vinte canções de eleição, escolhidas de entre o majestoso rol de notáveis composições deste grupo.

Esta viagem permite-nos revisitar LusoQUALQUERcoisa – 1º disco do grupo e que comemora este ano o 20º aniversário da sua edição – Kazoo, Lustro, Rosa Carne, Cintura, Disco Voador e Corrente sem esquecer “Afinidades”, o disco ao vivo com Sérgio Godinho, e as participações dos Clã nos álbuns de homenagem aos Xutos & Pontapés e Rui Veloso.

Vinte anos depois de “Lusoqualquercoisa” a história dos Clã faz-se de uma mão-cheia de grandes álbuns e de concertos invariavelmente memoráveis. Entre os seus discos e canções há episódios que traduzem instantes de retrato das suas vidas pessoais e marcas de vivências do universo ao seu redor. E depois há canções que se tornaram coisa de nós todos. As 20 que aqui se recordam no alinhamento deste disco são por isso parte da banda sonora dos nossos últimos 20 anos.

Mas se esta edição comemorativa nos traz um olhar sobre o passado e história editorial da banda, os Clã continuam de olhos postos no futuro. Estão, neste momento, a pensar no sucessor de “Corrente” e ainda a preparar um musical para a infância - desafio lançado por Nuno Carinhas e que será estreado em Janeiro de 2017, no Teatro Carlos Alberto, no Porto.

Para se concentrarem nos novos trabalhos que têm em mãos, os Clã decidiram fechar a sua agenda para concertos, apenas com a excepção do mês de Agosto, para poderem “matar” as saudades de palco. Dia 18 de Agosto, estarão nos Concertos de Verão do Casino Estoril para mais um concerto memorável.


1 Pois É (Não É?) “LusoQUALQUERcoisa”

2 Novas Babilónias “LusoQUALQUERcoisa”

3 GTI (Gentle, Tall and Intelligent)“Kazoo”

4 Problema de Expressão“Kazoo”

5 Conta-me Histórias “XX anos, XX bandas”

6 Dançar na Corda Bamba“Lustro”

7 O Sopro do Coração “Lustro”

8 H2omem “Lustro”

9 Sangue Frio “Lustro”

10 Bairro do Oriente “ar de rock – 20 anos depois”

11 Espectáculo (ao vivo com Sérgio Godinho)“Afinidades”

12 Competência Para Amar“Rosa Carne”

13 Carrossel dos Esquisitos“Rosa Carne”

14 Tira a Teima “Cintura”

15 Sexto Andar “Cintura”

16 Vamos Esta Noite “Cintura”

17 Os Embeiçados “Disco Voador”

18 Asas Delta “Disco Voador”

19 A Paz Não Te Cai Bem “Corrente”

20 Outra Vez “Corrente”



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Quarta-feira, 18.11.15

 

 

Dupla Clã e Victor Hugo Pontes jogam partida de ténis no CTE


Manuela Azevedo e Hélder Gonçalves têm o trunfo na vertente musical, Victor Hugo Pontes ganha os sets com movimentos precisos dos bailarinos Valter Fernandes e Joana Castro. Tudo isto e muito mais faz parte de “Coppia”, espetáculo de dança e música ao vivo em cena dia 20 de novembro no Cine-Teatro de Estarreja.

 

Quando o Centro Cultural de Belém concedeu “carta branca” à vocalista dos Clã para a construção de um novo espetáculo, surgiu a palavra Coppia na lista de opções de Manuela Azevedo. Palavra italiana que significa parelha, dupla ou par, mas que também assume semelhanças gráficas com a palavra portuguesa Cópia. Este jogo semântico e simbólico entusiasmou Manuela Azevedo que logo tratou de explorar todas as possibilidades que a palavra Coppia levanta, contando com a ajuda de dois antigos cúmplices: Hélder Gonçalves ficou responsável pela direção musical e Victor Hugo Pontes pela direção cénica e coreografia.

É assim que na próxima sexta-feira, 20 de novembro, o Cine-Teatro de Estarreja (CTE) se transforma num court de ténis para receber o espetáculo Coppia, de Manuela Azevedo, Hélder Gonçalves e Victor Hugo Pontes. Em cena estará a dupla de músicos dos Clã e dois bailarinos numa dança partilhada e acompanhada por temas originais em português e inglês, interpretados ao vivo.

Um jogo a pares, um duplo espetáculo de dança e música. Coppia define-se como uma viagem que, em todos nós, só faz sentido a dois.Bilhetes à venda na Bilheteira do CTE, no site da BOL - Bilheteira Online, lojas Fnac, CTT e El Corte Inglés.

SEX20 NOV 21H30
COPPIA

Manuela Azevedo, Hélder Gonçalves, Victor Hugo Pontes 
cocriação
Hélder Gonçalves 
direção musical
Victor Hugo Pontes direção cénica e coreografia
Hélder Gonçalves, Joana Castro, Manuela Azevedo, Valter« Fernandes interpretação
Wilma Moutinho direção técnica
Carlos Tê 
textos
Centro Cultural de Belém, Nome Próprio 
coprodução
F. Ribeiro 
agradecimentos
[MÚSICA/DANÇA] Auditório 6€ / 4€ (Cartão Amigo, Cartão Sénior e Jovem Municipal)

ESPETÁCULO COM BABYSITTING


+

http://www.cineteatroestarreja.com
http://www.facebook.com/cinestarreja
http://twitter.com/CTE__

 



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Sábado, 26.09.15

 

 

Letra

 

Oh! Rosa, Rosinha
Que bom seria se tu fosses minha
Oh! Rosa, que coisa louca
Seria dar um beijo em sua boca

Oh! Rosa, Rosinha
Quisera possuir teu coração
E ter o teu amor por toda a vida
Oh! Rosa, querida

Oh! Rosa, Rosinha
Que bom seria se tu fosses minha
Oh! Rosa, que coisa louca
Seria dar um beijo em sua boca

Oh! Rosa, Rosinha
Quisera possuir teu coração
E ter o teu amor por toda a vida
Oh! Rosa, querida
Oh! Rosa, querida

 



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Sexta-feira, 25.09.15

 

 

Letra

 

a menina do teu olho
a ravina do teu rim
a nudez de uma mão
talvez não, também sim

és o sul do meu desnorte
és a foz desta nascente
és o mar que sobe à boca
sê a porta do oriente
a orelha, o pulmão
a garganta, o joelho
tu e eu, grão a grão
também sim, talvez não

és o sul do meu desnorte
és a foz desta nascente
és o mar que sobe à boca
sê a porta do oriente

ensina-me magia na aula de anatomia
eu mesma sou lição, cobaia por vocação
o voo de asa cortada
a dança no pé de vento
o sopro do coração
talvez sim, também não

és o sul do meu desnorte
és a foz desta nascente
és o mar que sobe à boca
sê a porta do oriente

 

 



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Sábado, 19.09.15

 

 

Letra

 

Artesanato
(Letra: Sérgio Godinho/ Música: Hélder Gonçalves)

O nosso amor
está no lugar exacto
artesanato
de calor apurado

Bicicleta
em roda livre e secreta
livre é a meta
desta vida inexacta

Setembro é mesmo
o começo do ano
sim, o vento mudou
cai o pano

Artesanato
exercício de estilo
intencionalmente
tão perfeito e inexacto

Matérias do corpo
tão particularmente
num pega e despega
frequente

Toca que toca
Setembro é chegado
sim, o vento mudou
dá de lado

Ai Ui
Ei por onde é que andaste
a subir escarpas
e a descer ao regato
Oi Ei
Ai que falta me fez
o teu artesanato

Escultura
pés de barro perenes
por vocação
tão espessos, tão ténues

por intuição
molda-se a mão à pele
não sabe do amor
quem só quer saber dele

Folha caduca
Setembro é chegado
nunca varre o vento
o passado

Artesanato
acto eléctrico acústico
mesmo rústico
se sofisticado

Matérias do corpo
tão particularmente
num pega e despega
frequente

Ai Ui
Ei por onde é que andaste
a subir escarpas
e a descer ao regato
Oi Ei
Ai que falta me fez
o teu artesanato

 



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Quinta-feira, 07.05.15

 

Letra

 

A CONTA DE SUBTRAIR
(Regina Guimarães/ H. Gonçalves)

cada bola cada bala mata um
lei da selva lei da escola
rei do pim pam pum
ó setora o meu pai ensinou-me assim

de pequenino se traça o destino
de pequenino se faz o assassino

cada fala cada faca mata um
lei do sangue lei do medo
rei do pim pam pum
ó setora o papá é igual a mim

de pequenino se traça o destino
de pequenino se faz o assassino

de pequenino se aceita o destino
de pequenino se faz o assassino

ó setora
quem mais chora menos mija
era o que dizia a minha avó
mãe do meu pai a cota
e a cota sabia-a toda
seja como for
sejas tu quem fores
o mundo é dos fortes
está ver a cena a cores
se a alma não é pequena
dez no focinho
noves fora
um herói
estamos todos fodidos
e mal pagos
a senhora também
não é setora?
mas a gente sabe da poda
da ganda foda
e a senhora não
que se lixe
bué da fixe
os alunos saberem mais
que a professora
é só uma conta de subtrair
e não vale trair
que a setora tem quatro pneus
e não há air bag que lhe valha

de pequenino se traça o destino
de pequenino se faz o assassino

de pequenino se aceita o destino
de pequenino se faz o assassino

 



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Terça-feira, 14.04.15

 

 

Letra

 

Pôs-se a cantar
O amor ao rio
E este seguiu
Sem replicar.
Veio a resposta
Em breve assobio,
Que o vento trouxe
Um travo a mar.

 

E ela provou que ele
Também está só:
Foi de água doce,
Mas amargou.

 

Emudeceu
Por estar sem rio.
O olhar vazio,
Voltou-se ao céu.
Raio e trovão,
Setas de cupido,
Volveu paixão
Quando choveu.

 

Ela esticou-se e
Molhou a mão.
Era água doce;
Fez-se em canção.

 

 



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Terça-feira, 24.03.15

 

Letra

 

Ontem à noite pus-me a refletir
Nas coisas da vida em vez de dormir
Tive um quebranto fiquei surdo e mudo
Tolhido de espanto mas percebi tudo

 

O mundo era meu sentia-me um rei
O tempo era extenso e eu ditava a lei
Bastou dar um passo e crescer em frente
Perdi toda a graça quase de repente

 

Não fosse um sentido de humor apurado
Que me faz viver um sonho acordado
Não via tão claro o sentido da vida
E tudo seria bem mais complicado

 

Eu era feliz tinha os meus brinquedos
O anjo da guarda tirava-me os medos
Descobri o amor vi nele o paraíso
Mas para ser expulso às vezes pouco é preciso

 

Podia ter tudo do bom e do caro
Que nada acudia ao meu desamparo
Sou a alma do mundo mais bem informada
Quanto mais me informo mais sei que sei nada

 

Não fosse um sentido de humor apurado
Que me faz viver a sonhar acordado
Não via tão claro o significado
E tudo seria bem mais complicado

 



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Letra

 

o estômago no coração
uma estrela pra pegar com a mão
mais um livro fora do lugar
um copo d' água para transbordar

 

uma bússola em vez de relógio
uma festa depois do velório
um quilómetro ao redor de mim
toda a primavera um dia chega ao fim

 

mas eu sei
que aproveitarei
e isso basta, basta
se é pouco
o resto eu dou de troco
e isso basta, basta

 

um botão pra desabotoar
uma boca para abocanhar
dez segundos para decidir
todo o mundo junto pra conseguir

 

um supermercado como labirinto
um olho fechado pra mostrar que minto
muita paciência para escutar
menos timidez para poder falar

 

mas de perto
o que pegar eu aperto
e isso basta, basta
e de dentro
o que não der eu invento
e isso basta, basta

 

eu sei que aproveitarei
e isso basta, basta
o resto eu dou de troco
e isso me basta, basta
basta
basta

 



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Sexta-feira, 06.03.15

 

 

Letra

 

Como se,
por fim, soubesse
aquilo que do amor se faz — mas
não sei bem.
Nunca sei,

 

visto que
vagueio em vão, só
no descrer
me demoro —
e se tu
fores meu chão?

 

Pois, tu
és o que me dás aos dias;
és o que cresceu em mim —
e ando eu tão perdida,
a ver
se sim...

 

Se o que sou
se confunde com o
que não dou,
quem vai ser capaz de
querer do amor
solução? Tu.

 

Tu,
naquilo que dás aos dias,
na soma do que és em mim
com o que me traz perdida —
a ver
se sim.

 

 



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Quinta-feira, 11.12.14

 

Letra

 

Dizem pra te contentares
Se um amor a vida traz
Tanta gente sem nenhum
Que é errado querer mais

Não consigo ser assim
Tanto amor que há pra gastar
Se o romance acabar
Numa próxima estação

Eu sei que vou me apaixonar
Sei que vou me apaixonar
Outra vez

Dizem que se terminou
É porque não era amor
Não me venham reclamar
Que alguém sem par ficou

Não prejudiquei ninguém
Na matemática dos casais
Se o romance não valeu
No próximo verão

Sei que vou me apaixonar
Sei que vou me apaixonar
Outra vez

 

 



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Quinta-feira, 23.10.14

Clã levam concerto "único e especial" ao Vodafone Mexefest

 

 

No certame lisboeta, a banda de Manuela Azevedo vai apresentar um concerto “único e especial”, com vários convidados especiais, entre os quais Samuel Úria - o único anunciado, até ao momento.

 

Os Clã juntam-se, no cartaz do evento, aos anteriormente confirmados Pharoahe Monch, Stereossauro, Salto, Francis Dale, Adult Jazz, Bristol, Capicua, Cloud Nothings, Curtis Harding, Deers, Duquesa, Éme, I Break Horses, JJ, Johanna Glaza, Kindness, King Gizzard & The Lizard Wizard, Meu Kamba Soundsystem, Modernos, Palma Violets, Perfume Genius, Savanna, Sensible Soccers, Sharon Van Etten, Shura, Sinkane, St. Vincent, Throes + The Shine, Tiago Iorc e Tune-Yards.

 

O Vodafone Mexefest regressa à Avenida da Liberdade, em Lisboa, nos dias 28 e 29 de setembro. Os bilhetes, já à venda nos locais habituais, custam €40. Os mesmos podem ser adquiridos através da App Vodafone Mexefest, com desconto de €5 no bilhete do festival.

 

Retirado do Sapo Música



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Sexta-feira, 27.06.14

 

 

Letra

 

 

Eu ninguém 
Eu ninguém comigo só 
Posso ser 
Travesti de quem quiser 
Manequim de bazar 
Ou rainha do lar 
Madame Butterfly 
Barbie, Suzie, Dolly, Polly Pocket 

Tudo bem 
Mas eu posso ser também 
Emanuelle 
Lady, miss, mademoiselle 
Num harém meretriz 
Ou apenas actriz 
O espelho me diz 
Gueixa, Vénus, Eva, dama, virgem, mãe 

É que eu sei 
O que eu sou e o que não sou 
Mas é claro 
O que eu for eu sou 
Sem ninguém 
Só o que eu tenho a saber 
É quem de nós cem 
Hoje eu vou ser 

Sei lá, sei lá 
Sei lá, sei lá 
Sei lá, sei lá 
Sei lá



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Letra
Se meu amor me deixar
Eu não posso me queixar
Vou sofrendo sem dizer nada a ninguém
A razão dá-se a quem tem

Sei que não posso suportar
(Se meu amor me deixar)
Se de saudades eu chorar
(Eu não posso me queixar)
Abandonado sem vintém
(Vou sofrendo sem dizer nada a ninguém)
Quem muito riu chora também
(A razão dá-se a quem tem)

Se meu amor me deixar
Eu não posso me queixar
Vou sofrendo sem dizer nada a ninguém
A razão dá-se a quem tem

Eu vou chorar só em lembrar
(Se meu amor me deixar)
Dei sempre golpe de azar
(Eu não posso me queixar)
Pra parecer que vivo bem
(Vou sofrendo sem dizer nada a ninguém)
A esconder que amo alguém
(A razão dá-se a quem tem)

Se meu amor me deixar
Eu não posso me queixar
Vou sofrendo sem dizer nada a ninguém
A razão dá-se a quem tem




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Quinta-feira, 26.06.14

 

 

Letra

 

 

Tô louco pra fazer 
Um rock pra você 
Tô punk de gritar 
Seu nome sem parar 

Primeiro eu fiz um blues 
Não era tão feliz 
E de um samba-canção 
Até baião eu fiz 

Tentei o tchá tchá tchá 
Tentei um yê yê yê 
Tô louco pra fazer 
Um funk pra você 

E tá consumado 
Tá consumado 
Tá consumado 
Tá consumado 

Fiz uma chanson d'amour 
Fiz um love song for you 
Fiz una canzone per te 
Para impressionar você 

Pra todo mundo usar 
Pra todo mundo ouvir 
Pra quem quiser chorar 
Pra quem quiser sorrir 

Na rádio e sem jabá 
Na pista e sem cair 
Um samba pra você 
Um rock and roll to me 

E tá consumido 
Tá consumido 
Tá consumido 
Tá consumido 

Fiz uma chanson d'amour 
Fiz um love song for you 
Fiz una canzone per te 
Para impressionar você



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Quinta-feira, 06.03.14

 

 

Letra

 

Letra:

Se o amor faz sofrer
Se a paixão faz doer
O que o ódio fará

Não soube o que dizer
Magoei sem querer
Mas não queres perdoar

Discutiste
Insististe
E pior não me ouviste
Nem me viste chorar

Eu cedi
Concordei
Admiti que errei
Mas só queres guerrear

E eu sei
Não tem fim
Não queres a paz que trago em mim
Não Não

Argumentos que ferem
Silêncios torturam
Gestos são letais
E afinal, pra quê mais?
Concordar jamais
Mesmo que eu diga sim

E eu sei
Não tem fim
Não queres a paz que trago em mim
Vi também que a paz em ti não fica bem
Não Não

Oh Não
E eu vou
Vou desandar daqui
Antes que o céu
Decida desabar sobre mim

Eu sei
Não tem fim
Tu não queres a paz que trago em mim
Vi também que a paz em ti não fica bem

Não tem fim
Tu não queres a paz que trago em mim
Sei também que a paz em ti não fica bem
Não Não

 

 

A PAZ NÃO TE CAI BEM
Letra: John Ulhoa/ Música: Hélder Gonçalves. Tema extraído do álbum CORRENTE, dos Clã

www.cla.pt
www.facebook.com/musica.CLA



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Terça-feira, 10.12.13

 

Letra

 

Rompe o Cerco
(Carlos Tê/ Hélder Gonçalves)

Limpo as mãos
Vou embora
É outro dia
A luta continua
Lavo a chaga
Purgo a dor
Salto a cerca
O luto continua
Pinto os olhos 
Unto a pele
Venho à tona
A vida continua
Mordo a rua
Cuspo o fel
Rompo o cerco 
A lama continua
O circo continua
A farsa continua

Eu sei que algo vai mudar
O jogo vira custe o que custar

Faz a mancha
Cava a falta
Esfrega a alma
A lama continua
Limpa a chaga
Salga a dor
Salta a cerca
A vida continua
Limpa as mãos
Vai embora
É outro dia
A luta continua
Lava a chaga
Purga a dor
Salta a cerca
A vida continua

Eu sei que algo vai mudar
O jogo vira custe o que custar



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Sexta-feira, 23.08.13

 

Letra

 

Sim, o amor é vão
É certo e sabido
Mas então (porque não) porque sopra ao ouvido
O sopro do coração
Se o amor é vão
Mera dor
Mero gozo
Sorvedouro caprichoso

No sopro do coração...
No sopro do coração...

Mas nisto o vento sopra doido
E o que foi do corpo num turbilhão
Sopra doido
E o que foi do corpo alado nas asas do turbilhão
Nisto já nem de ar precisas
Só meras brisas, 
Raras
Raras
Raras

Corto em dois limão
Chego ao ouvido
Ao frescor
Ao barulho
Á acidez do mergulho

No sangue do coração
Pulsar em vão
É bem dele
É bem isso
E apesar disso eriça a pele

No sopro do coração...
No sopro do coração...

Mas nisto o vento sopra doido
E o que foi do corpo num turbilhão
Sopra doido
E o que foi do corpo alado nas asas do turbilhão
Nisto já nem de ar precisas
Só meras brisas, 
Raras
Raras
Raras

No sopro do coração...

Sim, o amor é vão
Todo o amor é vão
Mas nisto o vento sopra doido
E o que foi do corpo num turbilhão
Sopra doido
E o que foi do corpo alado nas asas do turbilhão
Nisto já nem de ar precisas
Só meras brisas raras

Sopra doido
E o que foi do corpo alado nas asas do turbilhão
Nisto já nem de ar precisas

Só meras brisas raras,
Raras
Brisas Raras




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Sábado, 20.07.13

Clã com um laboratório de canções novas no SBSR

Os Clã estão a preparar um novo álbum, mas têm saído do estúdio para experimentar as canções ao vivo, como acontecerá na sexta-feira, no festival Super Bock Super Rock (SBSR), no Meco, Sesimbra.


"Queremos saber a reação das pessoas. É um exercício saudável que já tínhamos feito com o 'Rosa Carne' e que nos levou a perceber algumas coisas", disse a vocalista, Manuela Azevedo, à agência Lusa.

 

A banda atuará perto das 23:00, no palco onde mais tarde estará o cantor "new soul" norte-americano Miguel, e tem preparado um concerto "mais físico, mais rock n'roll", até porque já tem experiência do tipo de público que ruma a este festival de música.

 

Uma das músicas novas que os Clã vão interpretar será "Apolo em Ascensão", com a participação do músico Samuel Úria (que também subirá ao palco, horas antes, no festival).

 

Além do concerto no SBSR, os Clã têm mantido uma agenda discreta pelo país - o tal laboratório de experimentação ao vivo - para que possam finalizar o novo álbum, que sucederá a "Disco Voador", de 2011, com canções feitas a pensar nos mais novos. O anterior, "Rosa Carne", data de 2007.

 

De acordo com Manuela Azevedo, para o novo disco foram convidados os letristas com quem têm trabalhado ao longo dos últimos anos, como Regina Guimarães, Carlos Tê e o brasileiro Arnaldo Antunes.

 

Os Clã têm dez canções prontas e outras "20 a 30 canções em mãos", mas o grupo ainda está a descobrir a linha musical do disco, porque "as músicas são bastante diferentes umas das outras", disse a cantora.

 

Entre concertos, vão-se mantendo em estúdio, em Vila do Conde, que tem funcionado como um prolongamento da casa do grupo.

 

Os Clã surgiram em 1992 e integram Manuela Azevedo, Helder Gonçalves, Miguel Ferreira, Fernando Gonçalves, Pedro Biscaia e Pedro Rito.

 

A 19.ª edição do Festival Super Bock Super Rock começa hoje e termina no sábado.

 

Além dos Clã, há outros artistas portugueses que atuarão no festival, entre os quais Samuel Úria, Mazgani, Oscat Push, Miss Lava, Anarckicks, Tara Perdida e Manuel Fúria.

 

Retirado do Sapo Música



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Terça-feira, 04.06.13

 

Letra

 

A vida é como uma corda
De tristeza e alegria
Que saltamos a correr
Pé em baixo, pé em cima
Até morrer

Não convém esticá-la
Nem que fique muito solta
Bamba é a conta certa
Como dança de ida e volta
Que mantém a via aberta

Dançar na corda bamba
Não é techno, não é samba
É a dança do ter e não ter
É a dança da Corda Bamba

Salta agora pelo amor 
Ele dá o paladar
Mesmo que a tua sorte
Seja a de um perdedor
Nunca deixes de saltar

Se saltares muito alto
Não tenhas medo de cair (baby)
De ficar infeliz
Feliz a cem por cento
Só mesmo um pateta feliz

Dançar na Corda Bamba
Não é techno, não é samba
É a dança do ter e não ter
É a dança da Corda Bamba



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Sexta-feira, 17.05.13

 

Letra

 

Lá em baixo ainda anda gente 
apesar de ser tão noite 
há quem tema a madrugada 
e no escuro se afoite 
há quem durma tão cansado 
nem um beijo os estremece 
de manhã acordarão 
para o que não lhes apetece 
e há quem imite os lobos 
embora imitando gente 
há quem lute e ao lutar 
veja o mundo a andar para a frente 

E tu Maria diz-me onde andas tu 
qual de nós faltou hoje ao rendez-vous 
qual de nós viu a noite 
até ser já quase de dia 
é tarde, Maria 
toda a gente passou horas 
em que andou desencontrado 
como à espera do comboio 
na paragem do autocarro 

Lá em baixo ainda anda gente 
apesar de ser tão tarde 
há quem cresça no escuro 
e do dia se resguarde 
há quem corra sem ter braços 
para os braços que os aceitam 
e seus braços juntos crescem 
e entrelaçados se deitam 
e a manhã traz outros braços 
também juntos de outra forma 
de quem luta e ao lutar 
a si mesmo se transforma 

E tu Maria diz-me onde andas tu 
qual de nós faltou hoje ao rendez-vous 
qual de nós viu a noite 
até ser já quase de dia 
é tarde, Maria 
toda a gente passou horas 
em que andou desencontrado 
como à espera do comboio 
na paragem do autocarro 

Lá em baixo ainda há quem passe 
e um sonho que anda à solta 
vem bater à minha porta 
diz a senha da revolta 
vou plantá-lo e pô-lo ao sol 
até que se recomponha 
é um sonho que acordado 
vale bem quem ele sonha 
lá em baixo, até já disse 
que é que tem a ver comigo 
e no entanto sobressalto 
se me batem ao postigo 

E tu Maria diz-me onde andas tu 
qual de nós faltou hoje ao rendez-vous 
qual de nós viu a noite 
até ser já quase de dia 
é tarde, Maria 
toda a gente passou horas 
em que andou desencontrado 
como à espera do comboio 
na paragem do autocarro 

Lá em baixo ainda anda gente 
e uma cara desconhecida 
vai abrindo no escuro 
uma luz como uma ferida 
como a luz que corre atrás 
da corrida de um cometa 
e vejo vales e valados 
no sopé duma valeta 
lá em baixo ainda anda gente 
e uma cara conhecida 
vai ateando noite fora 
um incêndio na avenida 

És tu Maria, eu sei, já sei, és tu 
qual de nós faltou hoje ao rendez-vous 
qual de nós viu a noite 
até ser já quase de dia 
é tarde, Maria 
toda a gente passou horas 
em que andou desencontrado 
como à espera do comboio 
na paragem do autocarro

 

Letra e música: Sérgio Godinho 

 



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Quarta-feira, 15.05.13

 

Letra

 

Agora que pousas a cabeça
Na almofada e respiras satisfeito
Quero o teu amor
Sem sentido nem proveito

Agora que repousas
Lentamente sigo a curva do teu peito
Procuro o segredo do teu cheiro
Do teu cheiro...

Juntos fomos
Correndo lado a lado
Juntos fomos
Sofrendo ter amado
Amas a vida
E eu Amo-te a ti

Conta-me histórias
Daquilo que eu não vi
Conta-me histórias 
Daquilo que eu não vi
Conta-me histórias 
Daquilo que eu não vi
Conta-me histórias...
Que eu não vi

Logo juntas a tua roupa
E dizes que a vida está lá fora
Passou a minha hora
Passou a minha hora
Passou a minha hora...

Juntos fomos
Correndo lado a lado
Juntos fomos
Sofrendo ter amado
Amas a vida
E eu Amo-te a ti

Conta-me histórias
Daquilo que eu não vi
Conta-me histórias 
Daquilo que eu não vi
Conta-me histórias 
Daquilo que eu não vi
Conta-me histórias...
Que eu não vi

Que não vi..
.





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Letra

 

Im free to do what I want any old time
Im free to do what I want any old time
So love me hold me love me hold me
Im free any old time to get what I want

Im free to sing my song knowing it's out of trend
Im free to sing my song knowing it's out of trend
So love me hold me love me hold me
Cause Im free any old time to get what I want

So love me hold me love me hold me
Im free any old time to get what I want

Im free to choose who I see any old time
Im free to bring who I choose any old time
Love me hold me love me hold me
Im free any old time to get what I want



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Terça-feira, 18.09.12

 

 

letra

 

Venho do deserto
do reino dos cactos
lá onde brota a virtude
e a pureza dos actos
sou um caubói solidário

venho salvar a cidade
puxo do meu breviário
e vou pregar a verdade
o que me prende ao humanos
é a salvação dos maus
prefiro o cheiro do gado
e o silvo dos lacraus

caubói, caubói solidário
faz chegar a toda a parte
o longo braço da moral

atravesso o rio Bravo
e na rua principal
da cidade perdida
travo um duelo mortal
com o egoísmo reinante
com os agentes do mal
e sem olhar para trás
com medo da estátua de sal
digo adeus à mulher
salva da perdição
que me pede o meu amor
mas eu nem lhe dou atenção

ele é um caubói solidário
faz chegar a toda a parte
o longo braço da moral
caubói, caubói solidário
faz chegar a toda a parte
o longo braço da moral

parto sem recompensa
sem conferência do imprensa
no meu cavalo lendário

sou um caubói solidário
sou muito mais que rotário
não quero ficar na história
quero voltar ao deserto
sem a gordura da glória
para o conforto dos cactos
para os escorpiões
se precisarem de mim
eu ouço as vossas orações



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letra

 

olha a lua partida ao meio
de tao baixinha que esta
quase leva as copas das árvores
e o cabelo dos homens altos.

se eu fosse muito guloso
comia esta lua em forma de queijo.

olha a nuvem, a nuvem branca
quer tapar o nosso queijo
nuvem gorda e sem vergonha
invejosa da luz da lua.

tu já viu que esta noite não tem vento?

olha a lua partida ao meio
se eu pudesse sentava nela
e ficava espiando a terra
e me via olhando ela!



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Segunda-feira, 17.09.12

 ´

 

Letra

 

Lá voltaste a puxar para ti o lençol
Como que a privar meus sonhos do último raio de sol
Amigos são sobras do tempo
Que enrolam seu tempo á espera de ver
O que não existe acontecer

Mas teimas em riscar o fim do meu chão
Nunca medes a distância
Dos passos á razão
Meus votos são claros na forma
Desejo-te o mesmo que guardo p'ra mim
E o que não existe não tem fim

É só dizer e volto a mergulhar
Voltar a ler não é morrer é procurar
Não vai doer mais do que andar assim a fugir
Deixa-te entrar para tentar ou destruir

Mas quem te ouviu falar
Pensou tudo vai bem
Só que alguém vestiu a pele
Que nunca serve a ninguém
E a dúvida está do meu lado
Mas eu não consigo olhá-la e achar
Ser esse o lado em que ela deve estar

Erguemos um grande castelo 
Mas não nos lembramos bem para quê
E é essa a verdade que se vê

É só dizer e volto a mergulhar
Voltar a ler não é morrer é procurar
Não vai doer mais do que andar assim a fugir
Deixa-te entrar para tentar ou destruir
Mas sem fingir
Sem fingir
Sem desistir



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Quarta-feira, 11.07.12
Quinze reclusas e vocalista dos Clã apresentam peça na Assembleia da República

Quinze mulheres de várias nacionalidades, reclusas da cadeia de Santa Cruz do Bispo, em Matosinhos, vão apresentar, na quinta-feira, uma peça de teatro na Assembleia da República, que contou com a participação de Manuela Azevedo, dos Clã.

 

Inesquecível Emília é o nome da peça que parte da experiência das próprias reclusas e é uma iniciativa da PELE, uma associação de intervenção social pela cultura, tendo já sido representada em Fevereiro no interior do estabelecimento prisional.

 

Manuela Azevedo, a vocalista dos Clã, que trabalhou na peça e vai participar no espectáculo, diz que, às vezes, na Assembleia da República (AR), parece «que há um desfasamento enorme, um desligar da realidade e daquilo que as pessoas são e aquilo que o país efectivamente é».

 

Por isso, afirmou à Lusa o importante que pode ser esta apresentação no parlamento: «Estas mulheres vão levar vida à AR, vão levar realidade nua e crua, de uma forma muito concreta e acho que isso vai ser um exercício muito interessante para os nossos deputados. Eles que vejam isto com um olhar muito atento e que lhes sirva de lição, não só para a realidade das prisões e da Justiça, mas também para outras realidades e para a vida que está ali».

 

Para Hugo Cruz, da PELE, o convite feito pela presidente da AR, Assunção Esteves, tem um «valor simbólico muito forte e o grupo está muito entusiasmado». No «fundo, é tornar visível uma realidade, é dar um rosto às pessoas que estão presas em Portugal e é mostrar que estas pessoas são capazes de fazer coisas positivas».

 

A PELE quer chamar a atenção para a necessidade de uma maior continuidade «neste tipo de trabalho para que ele seja produtivo» e por isso pediram audiências aos diferentes grupos parlamentares para apresentar dois relatórios que referem as mais-valias que os vários trabalhos trouxeram «na certificação de competências destas 15 mulheres através de um projecto artístico».

 

Para Manuela Azevedo, a oportunidade de participar no desafio da PELE «teve a ver com razões bastante egoístas». «Interessava-me muito perceber outras disciplinas relacionadas com a performance, o teatro e todo esse trabalho criativo à volta da construção de uma peça e o facto de o poder fazer num local também particular, de privação de liberdade, era um convite que abria muitas curiosidades e muitas apreensões», lembrou.

 

«O que foi muito bom de perceber foi que, apesar de estar num espaço de privação de liberdade, o exercício era de liberdade total, de se inventar as coisas, de perceber como é que se podia contar as histórias que elas queriam contar e isso uma lição muito importante», lembrou a cantora.

 

«Por mais que as pessoas estejam aprisionadas nas suas cadeias, nas suas decisões, umas mais evidentes que outras, há sempre a possibilidade de escapar, e arte e a criatividade são das melhores portas de fuga e de exercício de liberdade que a gente tem à mão» acrescentou.

 

A peça, descreve Manuela Azevedo, «é uma espécie de devaneio, que partiu de um exercício que foi passado às mulheres, que era de elas escreverem uma carta que achassem interessante receber ou remeterem».

 

Acabaram por fazer «um retrato da rotina e do dia-a-dia da vida de uma cadeia, mas passam por uma fuga para o sonho e por isso há uma dimensão de cabaret e de ‘glamour’ misturada nessa rotina mais dura e mais monocromática da cadeia».

 

Para a vocalista acabou por ser uma «experiência muito enriquecedora»: «Foi muito simpático conhecer estas mulheres, muito interessantes, muito generosas na maneira como me receberam no meio delas, como me trataram como igual, sem distâncias nenhumas, sem desconfiança. Foi muito bom, uma lição de vida».

 

Noticia do Sol



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Sexta-feira, 08.06.12
Letra

Light touch my hand, in a dream of Golden Skans, from now on. 
You can forget our future plans. 
Night touch my hand with the turning Golden Skans, 
From the night and the light, all plans are golden in your hand. 

Set sail from sense, bring all your young. 
Set sail from where we once begun. 
While we wait, while we wait. 

A hall of records, or numbers, or spaces still undone. 
Ruins, or relics, disciples and the young. 

Light touch my hand, in a dream of Golden Skans, from now on. 
You can forget our future plans. 
Night touch my hand with the turning Golden Skans, 
From the night and the light, all plans are golden in your hand. 

We sailed from sense, brought all our young. 
We sailed from where we once begun. 
While we wait, while we wait. 

A hall of records, or numbers, or spaces still undone. 
Ruins, or relics, disciples and the young. 

Light touch my hand, in a dream of Golden Skans, from now on. 
You can forget our future plans. 
Night touch my hand with the turning Golden Skans, 
From the night and the light, all plans are golden in your hand 



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Domingo, 15.04.12

 

letra

 

Vejo que estás mais crescida
Já dobras a frustração
Bates com a porta ao mundo
Quando ele te diz não

Envolves o teu espaço
Na tua membrana ausente
Recuas atrás um passo
Para depois dar dois em frente

Amuar faz bem
Amuar faz bem

Ficas descalça em casa
A fazer a tua cura
Salva por um bom amuo
De fazer má figura

Amanhã o mundo inteiro
Vai perguntar onde foste
E tu dizes apenas
Que saíeste, viajaste

Amuar faz bem
Amuar faz bem

Nada como um bom amuo
Apenas um recuo quando nada sai bem

E depois voltar
Como se nada fosse
E reencontrar o lugar
Guardado por um bom amuo



publicado por olhar para o mundo às 17:31 | link do post | comentar


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